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24 de nov. de 2016

Mercado investe em imóveis com acessibilidade, em Goiás






Para tornar os empreendimentos mais acessíveis, imobiliárias e construtoras investem na acessibilidade para deficientes físicos e pessoas com a mobilidade reduzida nos imóveis e condomínios de Goiás. 


Parte dos esforços é para atender a uma norma da Caixa Econômica Federal, que exige que, no mínimo 3% dos apartamentos dos edifícios feitos com recursos do Minha Casa Minha Vida, sejam acessíveis em seu interior.


Em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, um condomínio horizontal de lotes será entregue com todas as calçadas acessíveis.


De acordo com Paulo Henrique Ribeiro, engenheiro civil e diretor da CINQ Desenvolvimento Imobiliário, responsável pelo projeto, a percepção da necessidade se deu a partir de experiências próprias.


Ele afirma que o projeto é o primeiro condomínio, no Brasil, com calçadas projetadas e entregues em todos os lotes e áreas comuns.


“Tiramos a ideia da nossa experiência. Apesar da empresa ser nova, os proprietários são bem antigos no mercado e percebemos que nos condomínios, hoje, os moradores não conseguem andar nas calçadas, porque não tem e quando tem, está mal cuidada. Um vizinho fez de um jeito e o outro fez de outro, tem um degrau, um desnível”, relata.





O egenheiro desenvolveu um loteamento com calçadas projetadas para serem acessíveis aos seus moradores. 


O projeto inclui, além da calçada com largura de 4 metros para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, o piso tátil, que ajuda a direcionar pessoas com deficiência visual.


O diretor acrescenta que o condomínio também apresentará lombofaixas, que são passagens elevadas para pedestres, que permitem que a pessoa não precise descer um degrau para atravessar a rua.


“Ao atravessar a rua com a lombofaixa, o morador não precisa descer para o asfalto. Ele fica no mesmo nível da calçada e a largura da lombofaixa é a mesma da via de pedestre, de tal forma que chama atenção do carro. A própria coloração diferente chama atenção e faz o motorista reduzir a velocidade, além do desnível. Então, um cadeirante ou pessoa com dificuldade, uma babá com carrinho, todos conseguem atravessar com mais segurança”, analisa.





Ele conta que, para que o cliente possa entender a dimensão real do condomínio, foram reproduzidos 3 lotes de tamanhos reais, com a representação das calçadas, lombofaixas e demais características inclusas no projeto


“Reproduzimos três lotes para que o cliente possa entender o que é. Todas as calçadas com o piso tátil. Aqui, o cliente consegue visualizar exatamente o tamanho do lote, consegue entender o que estamos falando de calçada acessível”, revelou.


Ribeiro ressalta que o morador, ao comprar o lote, não pode realizar intervenções nas calçadas. 


“Não pode mexer, nem pintar, porque senão ficaria diferente uma da outra e perderia esse senso de unidade. A calçada tem que ser nivelada, tem que ter o piso tátil e tem ser padronizada. Se cada uma for de um jeito, cada um botar um piso de um jeito, perde o sentido”, completa o diretor.


Apartamentos acessiíveis



A adaptação também tem invadido a categoria dos apartamentos econômicos. Thiago Scarparo, engenheiro de instalação da MRV Engenharia, afirma que a empresa já está cumprindo a determinação da Caixa Econômica Federal. 


Segundo ele, os empreendimentos possuem soluções para melhorar a qualidade de vida dos moradores com deficiência.





“A gente faz alteração no tipo de acabamento hidráulico com torneiras diferentes para tornar mais acessível. As portas são maiores, mais largas. As bancadas são mais baixas. No banheiro, colocamos portas de correr, fazemos adaptação das barras para deficiente também no banheiro. Além da área externa, que também é adaptada”, salienta.


O engenheiro conta que toda a área externa possui adaptações, o que torna possível que o deficiente físico passe por todos os ambientes do prédio.






“Foram projetadas rampas de acesso para cadeira de rodas, todas obedecendo a inclinação de oito graus. Calçadas adaptadas, que respeitam a largura e piso tátil na área externa. Acesso à área de lazer. Além de vagas de estacionamento para deficientes, com espaço ideal para o acesso de cadeiras de rodas”, conclui o engenheiro.


Experiência

 

O André Jonas de Campos, advogado da Associação dos Deficientes Físicos do Estado de Goiás (ADFEGO) é cadeirante. Ele é tetraplégico e revela que adquiriu um apartamento há três anos e precisou fazer adaptações antes de se mudar.


“Eu comprei o apartamento na planta e fiz um termo aditivo para falar todas as adaptações que seriam necessárias. Toda vez que eu adquiro um imóvel eu faço isso, porque se eu fosse utilizar outro imóvel sem as alterações, não atenderia as minhas necessidades”, revela Campos.


O advogado conta que cada deficiente tem suas próprias necessidades e que teve que fazer alterações nos tamanhos das portas, para deixá-las mais largas. Ele afirma que chegou a procurar outros imóveis com adaptação, mas nenhum, de fato, atendia às suas necessidades.


Campos acrescenta que, no local onde comprou o imóvel, não tinham apartamentos adaptados, por isso precisou exigir as alterações. Ele releva que não teve que arcar com nenhum custo para realizar os reparos.






Para ele, tanto na vida pessoal quanto como advogado da associação, é importante que sejam feitos imóveis acessíveis próprios para deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida.

 
“Eu acredito que quando trabalhamos com acessibilidade, não estamos preocupados só com a presente geração, mas também a futura. Essas necessidades de hoje vão também atender as pessoas da terceira idade”, lembra.


Campos revela que um dos maiores obstáculos para um cadeirante, em uma casa ou apartamento que não é adaptado são as portas dos banheiros. 


“Na maioria das casas que eu vou, casa de amigos, as portas não atendem a um distanciamento que caiba a cadeira de rodas. A grande maioria é assim”, conclui o advogado.


 Fonte: Sempre Incluidos


 

11 de out. de 2016

Lojas do Rio terão de adaptar provadores para pessoas com deficiência





Lojas de roupa do Rio de Janeiro serão obrigadas a instalar novos ou adaptar seus provadores para torná-los acessíveis a pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida


A determinação está na Lei 7.443/16, sancionada pelo governador em exercício, Francisco Dornelles, e publicada em (10/10/16) no Diário Oficial do estado.


De acordo com a lei, os estabelecimentos terão 120 dias para se adequar à medida. As lojas que forem inauguradas a partir de agora também devem respeitar a obrigação. 


Quem descumprir a lei estará sujeito à multa e outras penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor. Os detalhes serão regulamentados por meio de decreto.


O deputado estadual Luiz Martins (PDT), autor do projeto que deu origem à lei, disse que a inclusão das pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida tem que abranger todos os aspectos da rotina dos cidadãos. 


“Comprar roupas e sapatos é um hábito comum, mas para essas pessoas pode se tornar extremamente difícil e constrangedor por falta de espaços adaptados nos provadores.”


 
 

Casa adaptada dá autonomia para pessoa com deficiência




Ações que fazem parte do cotidiano, como preparar o café da manhã e ir para o trabalho, são dificultadas, ou impossibilitadas, pela falta de estruturas acessíveis para deficientes físicos. 


As ruas e a rede pública de transporte impõem desafios ao deslocamento. Em residências e espaços comerciais, o acesso e o uso funcional são apenas possíveis quando há adaptação.


As intervenções têm como principal motivo a capacitação pessoal. '"É algo que dá autonomia ao morador e trabalhador; imprescindível à qualidade de vida'', explica Gustavo Martins, do escritório de arquitetura Argollo & Martins. 


Segundo o profissional, a Norma Brasileira 9050 (NBR 9050), elaborada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), serve como principal direcionamento para arquitetos e órgãos públicos ao padronizar as alterações de acordo com cada necessidade específica.


No laboratório Labchecap, localizado na Paulo VI, as arquitetas Adriana Lorenzo e Adriana Varandas incluíram no projeto rampas de acesso e um elevador para os funcionários e visitantes com algum tipo de deficiência motora


De acordo com o presidente do Sindicato de Habitação (Secovi-BA), Kelsor Fernandes, em espaços residenciais não existe a obrigatoriedade das construtoras em instalar estruturas acessíveis


"Contudo, os espaços públicos e comerciais precisam ser adaptados", explica.

As intervenções são singulares, devem atender às demandas de cada pessoa conforme sua deficiência. 


Deficientes auditivos, por exemplo, podem instalar um sistema na porta principal da casa que liga uma luz quando a campainha é acionada. 


"Além disso, alguns fazem o mesmo com o telefone e interfone. Entretanto, essas alterações têm um significativo custo. Não são acessíveis a todos", explica a presidente da Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos do Estado da Bahia (Apada-BA), Marizanda Souza.


Para a realização de obras como o aumento das portas, que tradicionalmente possuem 70 centímetros de largura, para 80 cm, e a redução da altura da pia, o beneficiário da Loas (Lei de Assistência Social) Luiz Anderson Galvão, 42, precisou captar recursos. 


"Não tive apoio governamental, já que ele não existe. A maioria dos deficientes físicos não tem condições de trabalhar, logo, possui uma renda normalmente pequena; considerando as dificuldades que possuímos no deslocamento em espaços públicos'', afirma.


Galvão, que possui sequelas de poliomielite e não tem movimento nas pernas, também projetou a sua cama. A estrutura é sustentada por cantoneiras e atende às necessidades do beneficiário. 


"Deveria existir uma linha de crédito, promovida pelo estado, para a realização dessas adaptações. Sou dependente da bolsa do governo e tenho renda limitada. Com o que recebo, não consigo pedir empréstimos'', diz Galvão.


Órgãos públicos, como o Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (Comped) e a Secretaria Estadual da Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), promovem ações no âmbito da acessibilidade em espaços públicos. 



"A SJDHDS, por meio de sua superintendência, atua nos espaços públicos e na assistência pessoal aos portadores. Infelizmente, não existe uma ação  que atenda às residências", explica o coordenador de acessibilidade da superintendência, Adson Ribeiro.

Intervenções que facilitam o acesso

 


Portas - Para cadeirantes, as tradicionais portas com 70 centímetros  de largura são estreitas. Elas devem ter, no mínimo, 80 centímetros.


Rampas - O acesso ao interior dos espaços precisa ser prático e funcional.


Banheiro - A bancada, o vaso sanitário e o chuveiro precisam ser adaptados para que a autonomia seja, ao máximo, preservada.


Sinal de luz - Alguns sistemas possibilitam o uso de telefone e notificam a campainha, quando tocada, para deficientes auditivos.





 

24 de set. de 2016

Rios D'Or promove evento para Dia Mundial de Conscientização da Doença de Alzheimer




Na próxima terça-feira, dia 27/09, o Grupo de Apoio a Familiares de Pacientes com Alzheimer, que acontece mensalmente no Hospital Rios D’Or, em Jacarepaguá, irá promover um evento especial,das 14 às 16h, em comemoração ao Dia Mundial de Conscientização da Doença de Alzheimer.


Temas como o direito e benefícios sociais de pacientes idosos, arteterapia como atividades de amparo de assistência domiciliar ao idoso com a doença e o que motiva o cuidador, serão abordados pelos profissionais que conduzirão o evento visando colaborar com a melhoria da qualidade de vida de pacientes com o diagnóstico e seus familiares.

"A conscientização sobre a doença é fundamental para encará-la da melhor forma possível. O Grupo, que existe há seis anos, incentiva que pacientes e familiares ampliem sua rede de apoio, buscando sempre por informações. Reforçamos a importância do suporte ao cuidador, pois o equilíbrio emocional é fundamental para que eles estejam preparados para oferecer assistência de qualidade à pessoa com esse diagnóstico", explicou a psicóloga Mariana Guedes, responsável pelo Grupo.


O encontro será realizado no auditório da unidade (Estrada dos Três Rios, 1366 – Freguesia/Jacarepaguá). 


Programação:




A entrada é franca e os interessados devem se inscrever pelo e-mail marketing@riosdor.com.br



Vagas limitadas.



 



22 de jul. de 2016

Loja virtual comercializa produtos para pessoas com deficiência






Segundo dados do IBGE, o Brasil possui mais de 46 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência


No entanto, ainda é grande a carência de produtos especialmente desenvolvidos para esse público. 


Pensando nisso, e preocupados em oferecer uma loja virtual multimarcas, com a maior variedade possível de produtos para esse segmento, que dois empresários de São Paulo criaram a Perfect Care


A loja virtual traz diversos itens de higiene, acessórios de apoio e produtos para mobilidade entre outros.


Por ser um e-commerce, o consumidor poderá adquirir seus produtos pela internet, com conforto e segurança, recebendo-os diretamente no endereço que quiser, e ainda parcelar a compra no cartão de crédito, pelo sistema de pagamento PagSeguro


Ricardo Maia é publicitário e produtor cultural há mais de 20 anos, e sentiu na pele dificuldades em comprar produtos para seu filho, que tem deficiência. 


“Já passei finais de semana inteiros, por exemplo,  atrás de fraldas e outros produtos para meu filho. Além do desespero de ter que achar outros produtos que ele precisa para seu tratamento ou uso diário, muitas vezes com urgência, sendo que cada item com um fornecedor, em um lugar diferente, e mesmo em outras cidades”, lembra. 


Seu sócio, Joel Calandra, é administrador de empresas e trabalhou por muitos anos no mercado de capitais e também como diretor de fundações e entidades sociais e  assistenciais. 


Ele percebeu a carência no mercado de uma estrutura que pudesse oferecer um atendimento diferenciado, personalizado e um bom suporte de produtos de apoio para esse público. 


“O maior desafio da Perfect Care é justamente estreitar o relacionamento com o consumidor”, explica.


Acesse e sabia mais sobre a loja e produtos: clicando aqui








8 de jul. de 2016

Estudantes criam moto adaptada para cadeirantes




Estudantes de um curso técnico de mecânica criaram uma moto adaptada para pessoas com deficiência física que usam cadeira de rodas. Foram seis meses para construir o veículo.


O projeto, desenvolvido no município de Aracruz, Espírito Santo, custou aproximadamente R$ 2,5 mil. Os alunos modificaram uma motocicleta e a transformaram em um triciclo. 


Entre as mudanças, está um câmbio manual para passar marchas com as mãos, uma rampa para o acesso à moto e mais uma roda traseira.


Para usar o veículo, o motorista não precisa sair da cadeira de rodas. A ideia foi inspirada em um amigo do estudante Mauro Leal. 


“Ele sofreu um acidente e hoje é paraplégico. E a gente vê que ele gosta muito de se mover e tem uma dificuldade enorme. Daí veio a ideia de dar mais locomoção”, contou.


O projeto ainda precisa passar por ajustes antes de ir para as ruas. Para o professor do curso técnico de mecânica, Jaderson Bozi, o veículo pode ajudar muitas pessoas com deficiência. 


“Eles visaram a dificuldade que as pessoas com restrição de mobilidade tem e colocam em prática aquele conhecimento que adquiriram ao longo do curso” , disse o professor.
 
 
 
 
 
 

29 de jun. de 2016

Empresa cria carrinhos de supermercado adaptados



Pensando em atender as necessidades de pessoas com deficiência física, os supermercados e varejistas de auto-serviço já estão oferecendo carrinhos adaptados para cadeirantes. Isso porque a Oppacart desenvolveu dois modelos de carrinhos adaptados.

Segundo Mario Schioppa Neto, sócio-diretor da Oppacart, esse modelo serve para incentivar que as redes varejistas tenham o carrinho em suas lojas. 


“É importante reforçar que este carrinho já deveria estar nos supermercados, pois o número de cadeirantes no país é significativo e todos merecem serviços e produtos que os atendam”, revela.


Paulo Fabião conta qual é o desafio que enfrenta quando vai fazer compras. 


“Com certeza a maior dificuldade é conduzir a cadeira e o carrinho ao mesmo tempo. Com esse carrinho especialmente projetado para nós, as coisas serão mais fáceis e acessíveis”, conta.


Um dos carrinhos recebeu um assento para crianças, permitindo que o acompanhante, com deficiência, possa ter acesso à criança. 


Já o segundo modelo se encaixa na cadeira de rodas, facilitando a locomoção do cadeirante. 





 

22 de jun. de 2016

Rede Lucy Montoro desenvolve cadeira de rodas mais leve



A Rede de Reabilitação Lucy Montoro desenvolveu um novo modelo de cadeira de rodas para atender às necessidades dos pacientes atendidos nas unidades da rede. 


A nova cadeira tem tamanho reduzido e pesa oito quilos, metade das cadeiras convencionais.


Características como peso, tamanho e resistência foram reformulados e adaptados às necessidades de cada paciente. 


Por ser uma cadeira não dobrável, a estrutura do equipamento é mais resistente, apresenta uma durabilidade maior do que os modelos disponíveis no mercado e melhor alinhamento. Ela também pode ser desmontada.


A  Rede Lucy Montoro ressalta que o projeto não é uma distribuição de cadeiras de rodas. A ação é específica para os usuários atendidos pela rede e quando os médicos percebem a necessidade. 


Uma vez entregue ao paciente, a cadeira é dele. As cadeiras são custeadas pelo SUS. Clique aqui para conferir as unidades da Rede Lucy Montoro.


Pedido de cadeira de rodas através da rede municipal
 

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS) informa em nota que há um edital de chamada pública para contratação de empresas fornecedoras de cadeira de rodas para ampliar o acesso dos munícipios que necessitam deste produto.  


Atualmente 1,6 mil usuários estão na fila de espera para cadeira de rodas.


Após o atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), o  usuário é encaminhado a uma das unidades do Núcleo Integrado de Reabilitação (NIR) da capital.  


O NIR avalia o usuário e prescreve o modelo de cadeira necessário.  Caso haja no estoque da instituição e dependendo do tipo/modelo de cadeira solicitada, a entrega é imediata. Caso contrário, a cadeira é entregue em média após um mês da data de avaliação. Cadeira de rodas com adaptação demora mais tempo para ser entregue.


Fonte: G1



21 de jun. de 2016

Produtos de tecnologia assistiva para necessidades especiais dos pacientes



Quando se fala em prótese para membros, logo se imagina algo robótico, altamente tecnológico e caro, muito caro. 


Porém, a própria tecnologia foi desenvolvida para criar soluções mais simples e mais baratas, como é o caso das impressoras 3D. Utilizadas para a fabricação de artefatos a partir de camadas sobrepostas de resina de plástico, seu trabalho vem sendo direcionado cada vez mais para a área da saúde, devido ao seu baixo custo de produção. 


Uma prótese eletrônica custa, em média, 150 mil reais; enquanto que uma prótese feita de resina varia em torno de 3 a 5 mil reais, além de ser mais leve e confortável de manusear.


No Brasil, há diversas empresas especializadas em próteses 3D. Porém, apenas uma com um grande diferencial. 


A 3D Protos voltou o seu trabalho também para às necessidades individuais distintas de cada pessoa e cria soluções em polipropileno ainda incomuns no mercado, como produtos desenvolvidos especificamente para a conveniência de cada um. 


Desde auxiliares para amarrar os cadarços, colocar cinto de segurança, comer com talheres, escrever, abrir zíperes, colocar botões a até mesmo um suporte para cartas de baralho. Todos com preços bem acessíveis.


Empresa criada por Eloísa Gonzaga, Vinícius Amantéa e Fernando Flores, começaram como uma startup durante a XV Maratona de Empreendorismo da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) em 2014, e ganharam o primeiro lugar com a ideia. 


“A impressão 3D exige muita atenção nas diversas etapas que o processo requer. Com parcerias com hospitais, oferecemos os testes para alguns pacientes. A partir desse acordo, é realizado um estudo completo baseado na pessoa, com pesquisas a respeito de interface, posicionamento e a modelagem 3D, isso tudo tendo como objetivo suprir a necessidade específica de cada paciente. Dessa forma, depois do período de testes os produtos precisam ser certificados e só depois irão para o mercado”, conta Flores, diretor da 3D Protos.

 A ideia surgiu da vontade de realmente tornar o paciente o mais independente possível, que até mesmo utilizando as adaptações, ainda pode encontrar algumas dificuldades para tarefas mais específicas. 


 “Estamos observando que existe essa lacuna aberta para esse serviço, pois o índice de abandono de algumas próteses e órteses pode chegar a até 70%, como nos casos de tratamento para membros superiores. Assim, com esse projeto, pretendemos desenvolver produtos de tecnologia assistiva impressos em três dimensões realmente ajustados ao paciente, para que eles se adaptem da melhor maneira possível e tenham uma melhor qualidade de vida”, conclui o diretor.


Fonte: Diversidade na Rua


 

3 de jun. de 2016

Designer cria escada que vira rampa para cadeirantes

 Designer cria escada que vira rampa para cadeirantes


O designer asiático Chan Wen Jie criou uma escada conversível para atender às necessidades de acessibilidade de cadeirantes e pessoas portadoras de dificuldades motoras.


Para acionar a rampa basta pisar em uma alavanca, localizada ao lado do primeiro degrau, e todo o piso fica em ângulo e unido para formar a rampa.


As vantagens do equipamento seriam os baixos custos de implantação, fácil instalação e o mínimo de manutenção.


Apesar de interessante, a utilização deste sistema não seria a solução para acessibilidade de edifícios públicos, comerciais, e de condomínios residenciais brasileiros, já que por lei, todos devem proporcionar rampas de acesso com inclinações mais suaves, para que o cadeirante possa subir sem a ajuda de terceiros.


De acordo com a norma brasileira, a inclinação máxima para rampas é de 8,33% (inclinação suave). No caso desta escada conversível, a inclinação seria muito alta, em torno de 48%, dependendo da altura e largura dos degraus, o que exigiria uma pessoa muito forte para empurrar o cadeirante.


 Veja a seguir os detalhes











28 de abr. de 2016

Pai vira herói ao ajudar filho com deficiência a jogar futebol

Três imagens diferentes mostram o pai em pé, com o filho preso ao seu corpo e sorrindo.


Um pai mostrou a maneira prática que encontrou para que seu filho, que sofre de uma deficiência que o impede andar, conseguisse jogar futebol. Ele ‘amarrou’ o garoto ao seu corpo e a atitude conquistou corações na internet.


A filmagem foi postada pelo usuário do site Imgur vitoparry’, com a legenda “‘DADingLevel Raised, yet again” – algo parecido com “O nível de PAIzice subiu mais uma vez”. 


O clipe, filmado pela família em Portugal, já foi visto mais de 2,8 milhões de vezes, e o pai foi muito elogiado nos comentários. 


A alegria no rosto da criança não tem preço”, disse um usuário. “Essa criança é tão sortuda por ter um pai assim”, comentou outro.


O aparelho utilizado se chama ‘Upsee’, e é comercializado por 295 libras (R$ 1.525). Ele inclui um cinto e os equipamentos para ‘acoplar’ a criança.



Confira o vídeo original: http://imgur.com/gallery/apd8YzD






16 de abr. de 2016

Google.org investe em projetos para pessoas com deficiência




Com enfoque nas tecnologias assistivas de código aberto para ajudar pessoas com deficiência, os aportes recebidos foram entre US$ 750 mil a US$ 1 milhão, de acordo com o Wired. 


Impressoras 3D de próteses, bibliotecas virtuais acessíveis a cegos e recursos automotivos para cadeiras de rodas foram algumas das ideias apresentadas.


A organização justificou seu investimento com estatísticas: há mais de um bilhão de pessoas no mundo que vivem com algum tipo de deficiência. 


Segundo Brigitte Hoyer Gosselink, líder do projeto, uma em cada três pessoas com deficiência vive em condições de pobreza nos Estados Unidos. Já nos países em desenvolvimento, os números são ainda maiores. 


Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), 80 a 90% das pessoas com alguma deficiência e idade produtiva estão desempregadas. 


Em relação às crianças, apenas 5% conseguem completar o ensino fundamental. 


No Brasil, a estimativa é de 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, segundo CENSO IBGE 2010.


A relação completa de projetos e ONGs que receberam aporte está no site do Google.Org Site externo.





 

5 de abr. de 2016

Funcionário da Sony adapta controle de PlayStation 4 para jogador com deficiência



Na semana passada, um funcionário da Sony ajudou uma pessoa com deficiência com um DualShock 4, controle usado no videogame PlayStation 4, adaptado.


Peter Byrne contatou o suporte PlayStation nos Estados Unidos e explicou que, devido ao seu problema na mão esquerda, fruto de uma paralisia cerebral, o botão de touch, que fica no meio do controle, era pressionado com frequência, pausando os jogos o tempo todo.


A Sony respondeu que um funcionário chamado Ajmal Alex Nawabi conversaria com ele. Após trocarem vários e-mails, Nawabi disse a Byrne que não poderia fazer nada a respeito, mas que enviaria alguns brindes PlayStation para compensar.


Quando o tal brinde chegou, Peter ficou surpreso: era um DualShock 4 customizado especialmente para o seu problema, junto com uma carta escrita pelo funcionário.


“Eu honestamente fiquei chocado lendo a carta, pois eu não esperava algo assim acontecendo. Sr. Nawabi realmente se importou com minha situação e usou seu tempo para fazer isso e tornar minha experiência melhor. Eu sinceramente não tenho como agradecer o suficiente por tudo que ele fez por mim”, declarou Byrne em seu perfil no Facebook.