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12 de ago. de 2016

Segunda Exposição de Osmar Santos em prol da Campanha #AdoteUmPetComDeficiencia





No período de 15/08 a 21/08, o Piola será a sede da segunda exposição das Obras de Osmar Santos, cuja verba será revertida para a ONG APASFA, que mantém a Campanha #AdoteUmPetComDeficiencia


O Piola Jardins, esta localizado na Alameda Lorena, 1765, em São Paulo.


Engajada na defesa animal há mais de 10 anos, Vanessa Mesquita, madrinha do #AdoteUmPetComDeficiência, além de receber o artista Osmar Santos no dia 23, que expõem suas obras no Piola em prol da Campanha, vai apresentar a linha de acessórios #EuAjudei, que também tem a verba revertida para ajudar os Pets.


"Adotar um pet com deficiência é acreditar em dias melhores, em humanos melhores, estou de corpo e alma nessa luta, o amor supera qualquer deficiência", declara.


O objetivo da campanha, idealizada por Livia Clozel, e junto com os Defensores de Animais, Luiz Scalea e Giuliana Stafanini, do Proteção Animal, é uma só: criar um evento especialmente para Pets com Deficiência e Especiais, gerando a oportunidade única de unir outras ONGs e protetores e promover a adoção de seus Pets, uma vez que eles tem o menor indice de obterem um lar.


Todos os Pets para adoção devem ser cadastrados, vacinados e vermifugados. Após isso, entram para a seleção dos que vão participar de cada evento.


O intuito é quebrar preconceitos, conscientizar e promover a adoção consciente, gerando conhecimento sobre o assunto e criando um elo entre as pessoas que desejam ter um companheiro de quatro patas que estão esperando por uma família.


Neste caso, o índice de adoção é minimo. A maioria dos Pets com deficiência participam de inúmeros eventos durante e acabam não sendo adotados, desta forma, acabam passando toda a vida, ou até a morte, no respectivo abrigo.


Em um evento de adoção convencional, 90% dos filhotes são adotados. Esta realidade é inversa e chega ao indice de +90% de não adoção aos Deficientes e Especiais.


São considerados Pets com Deficiência todos aqueles que apresentam problemas motores, mentais, renais, amputados, paraplégicos, cegos, que tomam medicações constantes, necessitam de tratamento periódico etc.


Os Pets Especiais são os de cor preta, a partir de 6 meses à idosos, que por sua vez que têm menor índice de adoção.


A  Campanha prova que um pet com deficiência tem uma vida normal: muitos deles não precisam sequer de acompanhamento médico por conta da deficiência, e todos são grandes companhias! 


Sem contar que, na verdade, o preconceito é que é uma deficiência e impede a adoção absoluta de qualquer tipo de animal!




Fonte: Revista Incluir


19 de abr. de 2016

‘Não tem diferença’, diz mulher que cuida de cães com deficiência no AP




O preconceito na adoção de animais com alguma deficiência ainda é um desafio para as ONGs de proteção aos animais no Amapá. 


Os cuidados e os gastos quase sempre são usados como desculpa por quem se recusa a adotar um cachorro sem patas, cego ou surdo. 


Mas para a dentista e professora Ana Cristina da Silva, de 42 anos, isso está longe de ser um problema.


Ela adotou os vira-latas ‘Boby’ e ‘Gigante’, ambos com amputações de patas. 


As histórias dos dois cães envolvem maus tratos, lembranças que a dentista faz questão de deixar para trás.


“Cachorro vira-lata ninguém quer. Se for deficiente, menos ainda. Para mim, não tem diferença entre cães com e sem deficiências. As pessoas abandonam os idosos, os deficientes; ocupam vagas de idoso, de deficiente na rua. Se elas são capazes de fazer isso com o ser humano, imagina com os animais”, lamenta Ana Cristina.


Ana conta que conheceu a história de Boby pela internet em 2013 e o adotou após ele ter sido levado diversas vezes para feirinhas de adoção em Macapá e não ter sido escolhido. Ele sofreu um acidente de trânsito e fraturou as duas patas traseiras.


A antiga dona pediu ajuda a uma ONG e ele passou por cirurgia. Mas dias depois a família quis doá-lo por conta da recuperação. Com a falta de cuidados, ele precisou ter as duas patas amputadas.


No caso do Gigante, além de não ter a pata direita da frente, ele é um cachorro idoso. 


O cão foi adotado em fevereiro e ainda está em período de adaptação com os outros animais da casa, conta Ana Cristina.


“Encontraram o Gigante na rua, todo magro, com a pata quebrada. Os voluntários da ONG levaram ele, fizeram o tratamento e o Gigante foi para o abrigo. Só que as pessoas não gostam de adotar cachorro idoso. Ele ainda está em fase de adaptação. O Boby, como é muito territorialista, ainda não se dá bem com ele”, diz.


Mesmo trabalhando nos três turnos, a dentista afirma que adotar os cachorros e cuidar deles é como uma terapia.


“Ter um cachorro é uma terapia. Tanto para mim quanto para eles. A gente não gasta muito. O que eu gasto com eles é pouco perto da felicidade que eles me passam. É difícil eu ver um ser humano que me olha como eles me olham”, concluiu Ana Cristina.


Além de Boby e Gigante, a dentista também cuida da vira-lata Preta, do rottweiler Preto, e de uma gata chamada Branquinha.

Fontes: G1 / Vida Mais Livre
  

13 de abr. de 2016

Ativista pernambucano cria cadeira de rodas para cães com deficiência gratuitamente




Comum em cães, a paralisia das patas traseiras é um problema recorrente e tem diversas causas. 


Afetando principalmente raças de grande porte, exige tratamento específico e complexo. Para muitos, a alternativa é sacrificar os animais e evitar o sofrimento.


Uma alternativa que vem se popularizando é a cadeira de rodas canina. Com elas, os cachorros conseguem, com alguma adaptação, retomar a vida próxima da normalidade. Mas nem todo mundo consegue pagar pelos equipamentos.


O ativista Antonio Amorim, da Amigos de 1 Amigo, que ajuda animais em situação frágil na cidade de Bezerros, em Pernambuco, constrói cadeiras de rodas e doa para cães que precisam.


Usando canos de PVC, rodinhas e alças de bolsas para sustentar o corpo dos animais, ele cria aparelhos eficientes para ajudar na locomoção. 


Como o trabalho é voluntário e cuidar dos cães e gatos tem custos, Antonio e os outros representantes do projeto contam com doações feitas diretamente numa conta poupança.

 

Aos interessados em contribuir, seguem os dados para doações: 

 

Debora Tatiane de Oliveira Amorim

Banco: Caixa Econômica Federal

Tipo:Conta Poupança da Caixa

Agência: 2192

Conta: 70434-5

Operação: 013.


Vale lembrar que qualquer valor ajuda!


 



7 de jan. de 2016

A emocionante amizade entre uma menina amputada e sua gatinha adotada de 3 patas

Scarlette e sua gatinha interagem com um brinquedo

A amizade é um bem tão valioso que é capaz de fazer com que a gente supere os momentos mais difíceis da vida. 


A garotinha Scarlette Tipton, de 2 anos de idade, tem um dos braços amputados e arrumou uma amiga inseparável que compartilha com ela a mesma característica: uma gata com menos uma pata.


Quando tinha apenas 10 meses, a menina teve câncer e precisou remover o membro do corpo. Já a gata dormia debaixo de um carro quando, por um acidente, perdeu a pata direita. 


Vivendo na Califórnia, EUA, a família então foi até um abrigo em busca do mascote que havia visto na TV e assim encontrou a parceria perfeita para Scarlette.


Desde o Natal de 2015, a dupla tem compartilhado bons momentos e criado laços. 


A mãe da garota, Simone Tipton, disse que queria achar uma companheira para a filha e que ela reconhece os esforços da gata para conviver com sua deficiência. Juntas, elas têm dois braços para se ajudar, muito mais fortes do que qualquer outro.
 


Confira mais fotos Clicando Aqui




4 de jan. de 2016

Em busca de lar para cão com deficiência, grupo do DF faz ensaio fotográfico

Leão está ao lado de um rapaz cadeirante


Voluntários do Distrito Federal criaram uma campanha na internet para encontrar uma família que adote o cachorro da raça chow-chow "Leão", de 5 anos. 


O animal foi abandonado e ficou paraplégico após sofrer maus-tratos. Ele foi encontrado em outubro do ano passado pela publicitária Carolina Morais, de 32 anos, na via Estrutural, com feridas e lesões pelo corpo. 


Para estimular a adoção, um ensaio fotográfico com o pet e o cadeirante Pedro Nunes foi realizado no Parque da Cidade.


Leão têm blog e até uma página nas redes sociais. A publicitária Carolina conta que encontrou o cachorro por volta das 8h20 do dia 7 de outubro de 2014. Segundo ela, o animal estava deitado e observando os carros. Como estava em horário de pico e na via inversa, a mulher não o resgatou.


"Fui até o meu trabalho e o pensamento ficou nele o tempo inteiro. Quando deu 9h, voltei com um colega do trabalho para tentar pegá-lo. Descemos do carro e, para nossa surpresa, ele não conseguia se mexer. Reparamos um corte profundo em seu tórax e o levamos para o hospital veterinário", disse.


Segundo Carolina, Leão passou por cinco cirurgias e atualmente faz sessões semanais de fisioterapia. 


O tratamento, que já está em R$ 14 mil, é pago com a ajuda de rifas, vaquinhas e "paciência" dos veterinários de um hospital para pets no Setor Policial Sul.


"Ele mora na clínica e é amado por todos. Ele teve uma luxação na vértebra da coluna e por isso não anda mais. Todos os funcionários dão atenção para ele. Entretanto, não é a mesma coisa do que ter um lar definitivo, né?", indaga a publicitária.


Fonte: G1 - Distrito Federal Vida Mais Livre



17 de set. de 2015

Participem do 2° Edição da campanha "Adote um pet com deficiência"

Close em, Frederico, um cão com deficiência, marrom, da raça dachshund


Quem tem muita vontade de ter um amigo de quatro patas e só leva o amor em consideração na hora de escolher já tem destino garantido neste dia 20 de setembro: o Dog Zone do Parque Villa Lobos


Além dos animais disponíveis para adoção, vai ter gente que entende do assunto e poderá tirar dúvidas sobre cuidados, adaptação de espaços e outras dúvidas que possam surgir.


Para a Uhelp.com, organizadora do evento, a maior deficiência é o próprio preconceito. 


Por isso, o objetivo da campanha ADOTE UM PET COM DEFICIÊNCIA é mobilizar as pessoas e entidades e ampliar o assunto, para que seja possível quebrar preconceitos.


É possível doar valores para as entidades envolvidas por meio da campanha no Kickante, site de financiamento coletivo: www.kickante.com.br/campanhas/adote-um-pet-com-deficiencia.


No dia 29 de agosto, mais de 100 pessoas estiveram na primeira edição do evento, que aconteceu na Praça Velorama, no Jardim Europa.

 

Adote um Pet com Deficiência – 2ª edição


Data: 20 de setembro

Local: Dog Zone Villalobos/Portinari | Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001 | Alto de Pinheiros
 
Horário: 9h às 18h



Fonte: Vida Mais Livre  



27 de nov. de 2014

Homem mantém seu cão que perdeu a visão e agora os dois compartilham cão-guia

Foto de Graham e seus dois cachorros


Depois de 6 anos de companheirismo, Graham Waspe recebe a notícia mais improvável e devastadora: seu cão-guia, Edward, de 8 anos de idade, fica cego depois de desenvolver catarata. A doença, que se tornou inoperável, fez com que Edward tivesse que remover os dois olhos.


O que poderia ser apenas uma trágica história, se tornou uma lição de vida com um final alegre para os dois: sua substituta, Opal, ajudaria os dois, Waspe e Edward, a se locomoverem nessa nova jornada.


Com dois anos de idade, Opal se mostrou a peça que faltava na vida de Waspe e Edward. Graham disse: "Opal tem sido ótima para nós dois. Eu não sei o que faria sem ela".


Edward é muito famoso na cidade, é bem conhecido nas escolas e grupos comunitários , adora crianças e brincar, e mesmo depois de ter perdido a visão, ficou ainda mais popular e não perdeu a alegria de brincar e ficar rodeado por crianças.

Graham e seus dois cães-guias passeando

Fonte: Catraca Livre
 
 

15 de out. de 2012

Projeto prevê adaptação de bibliotecas a deficientes visuais

Dedo passa sobre braille
Está em análise na Câmara o Projeto de Lei 4141/12, do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), que autoriza a União a instituir um programa nacional para inclusão das pessoas com deficiência visual nas bibliotecas públicas.

O objetivo do programa é organizar a estrutura e os espaços para acesso às obras literárias.

Segundo o projeto, as bibliotecas deverão ter: prateleiras para os livros em Braille; indicações em alto relevo nas prateleiras, com autor, título, editora e data de edição; e indicações em alto relevo no piso desse local, em mesas e escadas, para o direcionamento até as prateleiras específicas.

Para a implantação do programa, deverão ser firmados convênios entre a União, os estados e os municípios.
Onofre Santo Agostini afirma que o projeto pretende garantir a democratização do acesso à informação por um processo inclusivo.

 “Isso será alcançado por meio da facilitação de acesso aos livros impressos em Braille disponíveis no mercado, assim como condições estruturais e de comodidade local para a leitura de tais exemplares, em todas as bibliotecas públicas do Brasil, de forma obrigatória”, disse.

Tramitação

O projeto tramita em conjunto com a proposta que cria o Estatuto da Pessoa com Deficiência (PL 7699/06). O estatuto aguarda inclusão na pauta do Plenário.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

9 de out. de 2012

Mulher volta a enxergar após implante de 'telescópio' no olho

Foto de um olho 
 
Uma mulher de 89 anos com uma grave doença ocular voltará a enxergar com definição graças ao implante de um microtelescópio do tamanho de uma ervilha em seu olho esquerdo. 

A operação, feita na Califórnia, nos Estados Unidos, é pioneira e pode se tornar um procedimento de rotina nos próximos anos.

Virginia Bane sofre de degeneração macular relacionada à idade (AMD, na sigla em inglês), uma das principais causas de cegueira. "Já consigo enxergar melhor. As cores são mais vibrantes, bonitas e naturais, e consigo ler letras grandes com meus óculos", diz. Pintora de aquarela, ela também espera retomar suas atividades após quase dez anos de problemas de visão.

"Não conseguia ler durante os últimos sete anos, e estou animada para pintar novamente", acrescenta. A causa exata da degeneração macular ainda é desconhecida, mas o problema se agrava conforme os olhos envelhecem. A mácula é uma região da retina, na parte posterior do olho, composta por milhões de células fotossensíveis responsáveis pela visão central clara, nítida e detalhada. Trata-se da parte mais sensível da retina, que transforma a luz em impulsos elétricos enviados ao cérebro através dos nervos ópticos. O cérebro lê os impulsos e os traduz em imagens.

No caso do olho atingido pela doença, pontos centrais não são vistos com clareza. "A degeneração macular danifica a retina e causa um ponto de cegueira no campo central de visão das pessoas. 

O implante telescópico restaura a visão ao projetar imagens sobre uma parte não danificada da retina, o que torna possível ver os rostos das pessoas e detalhes de objetos localizados diretamente diante delas", diz Mark Mannis, professor titular de oftalmologia e ciências da visão do Centro de Olhos do hospital da universidade americana US Davis, em Sacramento, na Califórnia.

Virginia Bane é a primeira de uma lista de 50 pessoas que se voluntariaram nos Estados Unidos para receber o implante. 

"A visão de Virginia vai continuar melhorando com o tempo, conforme ela recondiciona seu cérebro para enxergar", diz Mannis. Já o médico Richard van Buskirk explica a diferença entre os dois olhos da paciente. 

"Ela basicamente usa o olho esquerdo com o implante telescópico para enxergar detalhes, como usar um teclado de micro-ondas ou ler um livro. Seu olho direito, sem tratamento, proporciona a visão periférica, o que ajuda com a mobilidade, incluindo atividades como caminhar ou se localizar dentro de casa", destaca. 

"Eventualmente, seu cérebro alternará de forma automática, usando a capacidade de cada olho conforme for necessário", afirma.

Fonte G1

2 de out. de 2012

Bombeiros resgatam cachorra cega e surda que caiu em bueiro em Goiânia

Cachorra Chula sendo retirada do bueiro pelos bombeirosNa noite de ontem (1º de outubro), o Corpo de Bombeiros realizou o resgate de uma cadela que caiu dentro de um bueiro, no Setor Riviera, região leste de Goiânia (GO)

Eles tiveram de abrir um buraco no meio da rua, que foi isolada, para salvar o animal que estava desaparecido há quase 24h e está quase cego e surdo. 

O trabalho foi concluído depois de mais de duas horas.

Depois de cair no bueiro, a cadela ainda caminhou pela tubulação e ficou parada em uma caixa que coleta a água da chuva.

 Os bombeiros fizeram revezamento entre eles para abrir o asfalto e perfurar a tampa de concreto. “Estamos tentando chegar ao acesso da tampa onde concentra a galeria de captação de água da chuva”, explica o aspirante dos bombeiros Rafael Paiva Justos.

A vizinhança se reuniu para acompanhar o trabalho que mudou a rotina do bairro. Todos na torcida pela Chula. “Afinal de contas é um ser vivo.

Ela merece o esforço”, diz o aposentado Vicente de Almeida Neto. “Estamos por cima e estamos morrendo de calor, imagine quem está lá por baixo então”, comenta a aposentada Maria de Fátima Almeida.

A hipótese da família para a fuga do animal é de que alguém pode ter deixado o portão da casa aberto. “Como ela não enxerga direito, não ouve direito, saiu e caiu dentro do bueiro”, diz a dona da cachorra Daniela Ramos da Cruz.

Depois de duas horas, os bombeiros conseguiram chegar à galeria. A Chula foi encontrada bastante assustada a dois metros de profundidade. Logo que saiu do buraco, todos comemoraram.

“Isso aqui é como se fosse uma criança minha. Tem mais de 16 anos que ela acompanha a gente”, emociona-se o dono da cachorra Waltermir Pereira da Silva. “Quero agradecer, primeiramente, a Deus e depois aos bombeiros”, diz Daniela da Cruz.

Fonte: G1