Mostrando postagens com marcador Bicho-terapia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bicho-terapia. Mostrar todas as postagens

30 de ago de 2016

Pacientes da AACD recebem visita do cão Magnus



Adultos e crianças em tratamento na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) ganharam um novo motivo para sorrir na manhã da última quarta-feira (24). 


Isso porque o Magnus, cão da raça Bernese, fez uma visita à unidade Ibirapuera da instituição e tornou a rotina dos pacientes mais leve e feliz.


“É uma honra participar de uma iniciativa importante como esta e perceber que uma atitude tão singela é capaz de dar forças para que essas pessoas sigam firmes no tratamento”, afirma Pedro Fogaça, do Marketing da Magnus, fabricante de alimentos para cães e gatos, e um dos responsáveis pela ação.


Esta foi a primeira de quatro visitas que o cão fará à instituição neste ano. A raça Bernese é muito dócil, sociável e ideal para o convívio com crianças e também para a presença em tratamentos.


O Magnus foi selecionado ainda filhote e passou por adestramento e situações de sociabilização desde então. 


Ele é presença constante em ações sociais promovidas pela empresa e também em asilos e hospitais, como o Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (GPACI), de Sorocaba (SP).


 
 
 

24 de ago de 2015

Escargot “trata” problemas de aprendizado escolar


 


Déficit de atenção, hiperatividade, agitação e falta de concentração são fatores que dificultam o aprendizado e preocupam pais de alunos porque são problemas que atingem cada vez mais crianças e adolescentes em idade escolar. 


Uma experiência feita com o escargot em escolas públicas e privadas em Pirassununga, no interior de São Paulo, mostrou que o molusco da espécie africana Achatina fulica acalma a agitação das crianças. 


Por meio da observação do comportamento do escargot foi possível trabalhar várias questões éticas e de convivência entre alunos, como aceitação da diversidade e respeito a todas as formas de vida.


Iniciado em 2002, o projeto “Educando através dos animais: o papel da zooterapia no cotidiano de escolares”, já atendeu cerca mil e quinhentos alunos e, desde então, vem utilizando bichos como co-terapeutas para tratar crianças entre 6 e 16 anos com dificuldades relacionadas ao aprendizado escolar. 


O molusco foi escolhido para esta experiência por ser de fácil transporte e manejo e não oferecer risco às crianças. 


As atividades em sala de aula duravam, em média, 40 minutos e eram aplicadas a cada 15 dias por um período de um ano.


“A observação e o toque nos animaizinhos estimulam o relaxamento e a concentração”, explica Maria de Fátima Martins, coordenadora do projeto desenvolvido pelo Laboratório de Ensino e Pesquisa em Extensão em Zooterapia do Bem-Estar Animal e Helicicultura, da Faculdade de Medicina Veterinária (FMVZ) da USP, campus de Pirassununga. 


A convivência com o escargot proporciona o contato com ritmos mais calmos, a exemplo dos movimentos que os caracóis executam ao sair de suas carapaças. 


“A interação com os animais ensina o aluno a construir seu conhecimento alicerçado no respeito às diversas formas vivas”, explica.


A imagem, muitas vezes negativa, que se tem do molusco em algumas culturas levou a pesquisadora a trabalhar temas relevantes junto aos alunos, como preconceito e respeito às diferenças e ao meio ambiente. 


Em algumas regiões, eles são vistos como bichos estranhos e asquerosos, conceito que não se confirma em outros lugares, como é o caso da França e em outros países europeus que os servem (o gênero Helix aspersa) como iguaria em bares e restaurantes. 


Mesmo aqui no Brasil, alguns estudos da FMVZ já comprovaram o poder cicatrizante do muco extraído do escargot.


A responsabilidade de posse de um animal também foi outro item de interesse entre os alunos. 


Eles aprenderam que ter um pet é mais que um brinquedo de estimação; implica ter responsabilidade pelo cuidado com o bicho, incluindo oferta de alimentação e carinho, higiene, proteção e preparo de lugar adequado para ele viver. 


A criança, quando se propõe a cuidar de um animal, adquire confiança, responsabilidade e autonomia.


Zooterapia

 
Zooterapia é uma ciência que estuda as possibilidades terapêuticas do convívio entre humanos e bichos, que deixam de ser utilizados como companhia e de produção de trabalho, e passam a cumprir um papel de co-educadores e co-terapeutas na implementação de conhecimento nas escolas e em terapias.


Nem todos os animais têm perfis zooterapêuticos. Eles precisam ser treinados e devem ser suscetíveis ao comando. 


No caso do escargot, ele foi escolhido para o projeto educacional pelo laboratório da FMVZ por apresentar comportamento que não afeta a segurança da criança. 


Cavalos, golfinhos, pássaros, gatos, coelhos, peixes, cães e tantos outros animais podem ser utilizados pela zooterapia comopoderosos catalisadores sociais”.  


Sigmund Freud, o pai da psicanálise, já utilizava um cão durante suas consultas para tranquilizar os pacientes e ajudá-los a expor melhor seus problemas. 


“O animal abre um canal de comunicação, quebrando barreiras”, relata a pesquisadora.


Além de coordenar o projeto de terapias com escargot, Maria de Fátima também criou o programa de pré-iniciação científica “Encurtando Distâncias”, voltado a alunos do ensino Fundamental e Médio de escolas públicas da região de Pirassununga, e também foi responsável pela implantação da disciplina Zooterapia no curso de Veterinária da FMVZ. 


A ideia é desenvolver projetos que atendam a comunidade externa à USP como forma de retorno de investimentos dos impostos e também contribuir para a formação de pessoas para serem agentes multiplicadores dessas ações.


 
 
 
 

10 de jun de 2015

Garota com autismo entra em crise e cão a consola; veja vídeo

Divulgação
Um registro de uma cena de amor partindo de um cachorro tem causado comoção nas redes sociais. 


Publicado pelo psicólogo Carlos Henrique Vernier, o vídeo mostra o cão tentando amparar uma garota autista durante uma crise.


Ao ver a cena, o cão se aproxima e tenta impedir que ela se machuque. 


Veja o vídeo (no facebook)  Clicando Aqui  e tente não se emocionar.



Fonte: Catraca Livre
   


26 de mai de 2015

Labradores são usados em tratamento de crianças com deficiência em MT

 


Duas fêmeas da raça labrador têm feito a diferença no tratamento de crianças com deficiência no Centro Municipal de Atendimento Especializado e Apoio à Inclusão João Ribeiro Filho, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. 


O projeto é desenvolvido pelo 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros da capital.


Semanalmente, os cães participam da rotina da unidade com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento das crianças. 


As visitas começaram há duas semanas, mas, segundo os profissionais, já tem apresentado resultado positivo. 


"Todos os funcionários elogiaram muito o projeto. As atividades aumentam a disciplina e a vontade de participar do grupo”, contou o responsável, Cláudio Alves Correia.


Ele contou a história de uma das crianças retraídas que perdeu o pai recentemente e que, com a chegada dos animais passou a fazer parte do grupo. 


“Depois da terapia com os cachorros, ela mudou completamente. Começou a participar das atividades, a se envolver, e isso é bom”, contou.


O centro especializado atende 380 crianças com deficiência mental, física e intelectual. Os cães acompanham todas as atividades diárias da unidade. 


"A ideia é que os animais estejam com as crianças durante todas as etapas. Eles vão com elas na fisioterapia, na sessão com o fonoaudiólogo e nas atividades com a pedagoga", explicou.


O capitão do Corpo de Bombeiros, Rafael Ribeiro Marcondes, é um dos idealizadores do projeto. Por acompanhar as crianças nas atividades diárias, o cão é como um facilitador. 


“É notória no mesmo dia da sessão. Tem crianças que são mais retraídas, ficam no cantinho, não querem participar, mas com a ajuda dos cães começam a participar”, afirmou.


Fonte: G1  /  Vida Mais Livre
 
 
 

7 de out de 2014

Menina com autismo faz terapia com ajuda de seu gato de estimação

Foto de Iris e sua gata Thula deitadas


Crianças com autismo têm dificuldades para se comunicar e para socializar, preferindo, na maioria das vezes, ficar sozinhas. 


Para tentar contornar esse transtorno e viver uma vida melhor, a garotinha Iris Grace Halmshaw, de 5 anos, encontrou na pintura sua terapia. 


Ela descobriu nas tintas e no papel um grande talento, que rende não só belas telas, como deixa a menina menos ansiosa. O que não se sabia é que por trás dessa atividade há também um grande incentivador: uma gatinha chamada Thula.


Segundo a mãe da menina, Arabella Carter-Johnson, não é raro encontrar casos de crianças autistas que apresentam melhora ao conviver com animais.


Após tentar o hipismo e até mesmo um cãozinho, foi na gata Thula, uma Maine Coon, raça conhecida por sua gentileza e inteligência, que Iris fez uma amizade fiel. 


Com pouco mais de 1 ano de idade, a gatinha ainda é pequena para os padrões da raça e acompanha Iris durante todas as suas atividades diárias – da pintura e passeios ao banho.


“Em todas as atividades que nós fazemos, Thula está lá e quer ajudar e estar envolvida. Ela oferece companhia, amizade e me ajuda a incentivar Iris a interagir”, afirmou a mãe. 


Conviver com a gata tornou Iris mais ativa, mais comunicativa (ela costuma conversar com Thula) e menos ansiosa. Apesar de não ter recebido nenhum tipo de treinamento específico, a gatinha é a principal responsável por tornar a vida de Iris mais tranquila e segura.


Fonte: Hypeness



19 de set de 2014

Após ser adotada, cadelinha ajuda menino com autismo a se desenvolver

Foto da cadela Xena e Jonny em seu aniversário


Após ser encontrada à beira da morte e adotada por uma família no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, uma cadelinha mostra que o amor entre homens e animais pode fazer coisas incríveis.


Xena, uma cadelinha vira-lata foi achada no meio da rua em estado lamentável, totalmente machucada, desnutrida (pesando apenas 1,8 kg) e inconsciente. Acolhida por uma instituição de proteção de animais norte-americana, ela recebeu atendimento e foi colocada para a adoção.


Os pais de Jonny Hickey, um menino de 8 anos, com autismo, viram o animal e  resolveram acolhê-lo. 


Poucos meses depois, uma surpresa: não apenas Xena estava em rápido processo de recuperação, mas a criança começou a desenvolver a fala e ter reações antes nunca percebidas pela família.


O pequeno Jonny tornou-se um menino falante e sorridente, segundo a própria mãe, Linda Hickey. Enquanto isso, Xena ganhou peso, se livrou das marcas dos maus-tratos e ganhou o apelido de “cadelinha guerreira”.


Após ver o desenvolvimento que o animal provocou em Jonny, a família começou a levar Xena em um hospital infantil em Atlanta, onde passou a visitar uma menina de 12 anos com câncer.




25 de jun de 2014

Cães ajudam no desenvolvimento de crianças com deficiência em escola de Porto Alegre



5 de mar de 2013

Proposta regulamenta prática de equoterapia para pessoas com deficiência

Close da cabeça de um cavalo em uma área verde
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 4761/12, do Senado, que regulamenta a prática de equoterapia (método de reabilitação que utiliza o cavalo para o desenvolvimento de pessoa com deficiência). 

Pela proposta, a prática de equoterapia deverá ser condicionada a parecer favorável em avaliação médica, psicológica e fisioterápica. Ela será orientada pelas seguintes condições, conforme regulamento posterior:

- Equipe multiprofissional, constituída, no mínimo, por médico, veterinário, psicólogo, fisioterapeuta e um profissional de equitação;

- Programas individualizados, a partir das necessidades e potencialidades do praticante;

- Acompanhamento das atividades desenvolvidas pelo praticante, com o registro periódico, sistemático e individualizado das informações em prontuário;

condições que assegurem a integridade física do praticante, como instalações apropriadas, cavalo adestrado, equipamento de proteção individual e de montaria disponível, vestimenta adequada e garantia de atendimento médico de urgência ou de remoção para serviço de saúde em caso de necessidade.


Benefícios

“A equoterapia emprega o cavalo como agente promotor de benefícios físicos, psicológicos e educacionais de seus praticantes. A atividade exercita tanto o organismo quanto a psique humana, contribuindo para o desenvolvimento da força e tônus musculares, flexibilidade, relaxamento, conscientização do próprio corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio”, diz o autor do projeto, ex-senador Flavio Arns.

“A interação com o cavalo, incluindo os primeiros contatos, o ato de montar e o manuseio final, desenvolve novas formas de socialização, autoconfiança e autoestima”, acrescenta.

Alvará de funcionamento

Segundo o projeto, os centros de equoterapia só poderão operar depois de receber alvará de funcionamento da vigilância sanitária, de acordo com as normas previstas em regulamento.

A prática será subordinada à legislação de proteção animal, e o cavalo utilizado deverá apresentar boa condição de saúde; ser submetido a inspeções veterinárias regulares; e ser mantido em instalações apropriadas.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Foto: Digital Vision / Getty Images

6 de nov de 2012

Terapia com cavalos atende pessoas com deficiências na Zona Oeste do Rio


duas mulheres acompanham pessoa segurando bambolê sobre o cavalo
Moradora de Santa Cruz, a recepcionista Patrícia Andrade, de 38 anos, comemora a melhora do filho Ricardo, de 12 anos, um dos 29 praticantes do Centro de Equoterapia da Polícia Militar do Estado do Rio (PMERJ), em Campo Grande. Funcionando no Regimento de Polícia Montada (RPMont), o centro oferece, gratuitamente, sessões de terapia com cavalos, tanto para familiares de policiais quanto para o público.

- Em oito meses, ele virou outro menino. Antes, a diretora da escola pensava até em expulsá-lo, porque ele agredia coleguinhas e não obedecia a nenhuma ordem. Agora, as notas dele subiram e o comportamento melhorou – explicou Patrícia, cujo filho tem baixa visão, além de problemas neurológicos e físicos.

A equipe voluntária é formada por três fisioterapeutas, uma psicóloga e uma educadora física. Eles atendem desde um policial baleado que perdeu parte dos movimentos até crianças autistas, com paralisias ou Síndrome de Down, além de pessoas com problemas motores ou psicológicos. A fila de espera já soma mais de 110 interessados. O fato de o serviço ser gratuito é um atrativo, considerando que um tratamento completo, por seis meses, custa mais de R$ 10 mil.

- É um trabalho social da polícia. Estamos ajudando várias famílias a ganhar qualidade de vida. É uma das formas mais completas que a corporação tem de se aproximar da população – afirmou a capitã Monique, coordenadora do Centro de Equoterapia.

Segundo a capitã, a equipe deve triplicar de tamanho, em 2013, passando a atender cerca de 90 pessoas. Além disso, um projeto com auditório, área de convivência, consultórios médicos, espaços de lazer, de esportes, entre outras instalações, está sendo orçado pela Empresa de Obras Públicas do Rio de Janeiro (Emop), da Secretaria de Obras, e deve ser implementado em 2013.

Sessões duram em média meia hora

Durante cada sessão, além dos cavalos, a equipe da PM utiliza bolas, bambolês, cones e fantoches, para desenvolver aspectos como alongamento, coordenação motora, equilíbrio e psicomotricidade.

- Cada caso exige um tipo de trabalho. Fazemos a avaliação antes e traçamos um plano de acompanhamento – disse a soldado Flávia, fisioterapeuta. O aposentado Lênin Robson Neto, de 54 anos, acompanha o filho Lênin Jeferson Neto, de 34 anos, às sessões há nove meses. Com autismo, esquizofrenia e uma deficiência congênita em um dos pés, Jeferson quase não interagia com ninguém.

- Agora, ele já está conseguindo se comunicar com a família e com a equipe do Centro. Jeferson pede para vir para cá – afirmou o pai.

Para se candidatar, basta telefonar para 2333-6930 ou mandar um e-mail para equoterapiarpmont@hotmail.com. As sessões acontecem uma vez por semana, com duração de meia hora.

Fonte: http://www.rj.gov.br/

21 de set de 2012

Equoterapia auxilia na reabilitação

 

No Centro de Equoterapia do Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes (Cercat), em Belo Horizonte, crianças como Cecília e Alberto, que têm problemas decorrentes da paralisia cerebral, veem nos cavalos uma grande oportunidade de recuperação.

Eles participam das atividades de equoterapia, um método terapêutico que utiliza os animais na reabilitação de pacientes com deficiências neuromotoras ou sequelas de acidente vascular e traumatismo craniano.

A técnica age simultaneamente nos sistemas orgânico e psicológico, além de beneficiar o comportamento social a partir do trote e do contato com os cavalos.

Na capital mineira, o tratamento é desenvolvido desde 2005 por meio de uma parceria da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) com a Polícia Militar. No Cercat, já foram realizados quase 60 mil atendimentos por uma equipe multidisciplinar. A iniciativa é gratuita e a maioria dos pacientes é oriunda de hospitais da rede pública.

Já nas primeiras sessões, o paciente apresenta melhora sensível e uma grande interação com o animal. O Cercat atende uma média de 37 patologias diferentes, dentre elas, síndrome de west, síndrome de down, hiperatividade, autismo, paralisia cerebral e hidrocefalia.

O secretário de Estado de Saúde em exercício, Breno Simões, ressalta a importância da iniciativa, que favorece não só aos moradores da capital, mas também aos da Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

“É visível a importância desse tipo de tratamento no auxílio e promoção da recuperação dos pacientes que requerem tratamentos especiais”, afirma.

Confira abaixo a reportagem especial em vídeo sobre o tema:



14 de ago de 2012

Chegada de um animal de estimação em casa melhora comportamento de crianças autistas

Cachorro da raça boxer
Uma pesquisa publicada no começo de agosto, no periódico PLoS One, mostrou que o contato com animais de estimação pode ter um efeito positivo no comportamento de crianças autistas. Segundo especialistas do Centro de Pesquisa do Hospital de Brest, na França, pessoas com a síndrome que passam a ter um cão ou um gato, por exemplo, depois dos cinco anos de idade podem apresentar um melhor relacionamento com outras pessoas do que os indivíduos que já nascem em lares com a presença algum bicho ou que passam a vida sem conviver com um.

No artigo, os autores explicam que, embora a terapia envolvendo contato com animais já venha sendo recomendada a crianças com autismo há algum tempo, os resultados concretos dessa abordagem nunca haviam sido estudados.

Participaram da pesquisa 260 indivíduos de seis a 34 anos que tinham a síndrome. As pessoas que passaram a ter algum animal de estimação a partir dos cinco anos de idade apresentaram melhora em alguns aspectos específicos do comportamento social: elas se sentiam mais confortáveis e se mostravam mais solidárias quando se relacionavam com outras pessoas do que pacientes que nunca tiveram um animal. Os participantes que já nasceram em casas com a presença de animais também mostraram uma melhor relação social, embora menos intensa do que o outro grupo. Para os autores do estudo, esses resultados devem incentivar outras pesquisas que aprofundem os mecanismos envolvidos na relação entre pessoas com autismo e animais.

CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Does Pet Arrival Trigger Prosocial Behaviors in Individuals with Autism?
Onde foi divulgada: periódico PLoS One
Quem fez: Marine Grandgeorge, Sylvie Tordjman, Alain Lazartigues, Eric Lemonnier, Michel Deleau e Martine Hausberger
Instituição: Hospital de Brest, França
Dados de amostragem: 260 pessoas com autismo
Resultado: Pessoas com autismo que passaram a ter animais de estimação a partir dos cinco anos de idade se relacionam melhor socialmente do que quem nunca conviveu com algum bicho de estimação. Embora de forma menos intensa, quem nasce em lares com animais também apresentam melhora

Fonte: Veja