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3 de dez de 2016

Instituto Mara Gabrilli e Revista Vida Simples lançam campanha para aquisição de cadeira de rodas




No próximo dia 03/12Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, o Instituto Mara Gabrilli (IMG) e a Revista Vida Simples  lançam a Campanha Roda Gigante: https://www.facebook.com/CampanhaRodaGigante


O objetivo é angariar recursos para a aquisição de cadeiras de rodas, adaptações e outros tipos de órteses que uma pessoa com deficiência precisa para se locomover e viver com dignidade.


A fila de espera por uma cadeira de rodas no Brasil é um dos maiores problemas enfrentados hoje pelo brasileiro com deficiência. 


Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), só no Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas precisam de uma cadeira de rodas para se locomover, mas apenas 10% consegue ter acesso ao equipamento fornecido pelo Sistema Único de Saúde.

“É aflitivo assistir a um cenário onde a população que mais carece de atendimentos básicos é também a que mais se depara com a miséria de boas ações e muitas vezes o descaso das autoridades. Queremos com essa campanha despertar a sociedade para essa realidade, tirando o brasileiro com deficiência da invisibilidade”, diz Mara Gabrilli, diz.


As doações já podem ser realizadas através do site de financiamento coletivo Kickante, no endereço www.kickante.com.br/rodagigante


A partir de R$ 10 já é possível contribuir com a campanha, cuja meta inicial é arrecadar R$ 300 mil, o suficiente para a compra de aproximadamente 100 cadeiras de rodas.


 
 
 
 

4 de nov de 2016

Casa de David inicia sua campanha de Natal




O final do ano se aproxima, e os assistidos da Casa de David, entidade que abriga e oferece cuidados médicos para 438 pessoas com deficiência intelectual, física e com autismo, já esperam a chegada do Papai Noel. 


Além de alegrar todos eles com presentes simples e carinho constante, a instituição precisa agir para atender a alta demanda de vestuário de seus pacientes. 


São realizadas varias trocas durante o dia para mantê-los limpos, o que acarreta em rápido desgaste de camisetas, calças, meias e outros itens básicos.


Com o objetivo de potencializar a arrecadação das peças de roupas necessárias para o bem-estar de seus assistidos, a Casa de David começou a campanha Sacolinha do Bem: Todo Mundo é Papai Noel.


Para participar, basta reunir um ou mais destes itens abaixo e entregar em uma das unidades da instituição em São Paulo (SP) ou em Atibaia (SP)


  • Camiseta (Tamanho G ou GG);
  • Calça de Moletom Branca (Tamanho G ou GG)
  • Peça Íntima Masculina ou Feminina Branca(Tamanho G ou GG);
  • Par de Meias Brancas (Tamanho maior que 37);
  • Par de Chinelos Branco (Tamanho maior que 37);
  • Toalha de Banho Branca;
  • Itens de Higiene.


O setor de doação da entidade alerta para a diminuição das doações espontâneas por conta da crise econômica e pede a ajuda da sociedade civil neste fim de ano. 


“Sabemos que todos foram, de alguma forma, impactados pela crise, mas confiamos na solidariedade. Mesmo quem não puder participar doando pode nos ajudar ao divulgar campanha da Sacolinha do Bem: Todo Mundo é Papai Noel no seu bairro ou escola. Isso também é muito importante”, afirma a Coordenadora de Comunicação e Marketing da Casa de David, Cleize Bellotto.
   
A instituição deixa claro que não há nenhuma exigência quanto a marca das roupas, mas se possível pede a doação de peças brancas por conta da lavanderia. 


Quem não puder entregar a Sacolinha do Bem pode verificar a possibilidade de retirada ou esclarecer dúvidas pelo telefone (11) 2453-6600Ramal 243 ou pelo e-mail comunicacao@casadedavid.org.br    




  




5 de ago de 2016

Governo lança Agosto Lilás e ações que contemplam mulheres com deficiência



Através da Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres de Mato Grosso do Sul o Governo do Estado lançou na última segunda-feira, na Governadoria, a Campanha ‘Agosto Lilás 10 anos da Lei Maria da Penha’. 


A iniciativa, em comemoração a data de criação da lei nº 11.340/2006 que criou a Maria da Penha, tem como objetivo oferecer ações educativas e promover o conhecimento de mulheres e meninas sobre seus direitos, e causar a sensibilização masculina com relação ao tema violência doméstica. 


As ações educativas também irão abranger de forma inédita mulheres com deficiência visual, auditiva e mulheres das etnias guarani e terena, as quais receberão cd’s em áudio com narração em braile, DVD’s de libras para mulheres surdas e cartilhas traduzidas nas línguas indígenas.


A campanha irá durar o mês inteiro e serão realizadas ações em escolas, feiras e até no trânsito, onde acontecerão blitz educativas. 


“Nas escolas teremos o Programa Maria vai à escola’ e já temos fechadas 30 turmas, 20 escolas e pretendemos atingir mil alunos. 


Também graças a parceria com a SED [Secretaria de Estado de Educação] teremos o dvd´s e cd’s com material informativo para mulheres cegas, surdas e as cartilhas informativas nas línguas guarani e terena. 


Teremos muitas ações e queremos repetir a estatística do mês de março, o mês da Mulher, onde não tivemos nenhum "feminicídio”, disse a titular da Subsecretaria de Estado de Políticas Públicas para Mulheres, Luciana Azambuja.


A presidente da Associação de Mulheres com Deficiência de Campo Grande, Mirella Ballatore, considerou os materiais para mulheres cegas e surdas um presente de aniversário. 


“Garantir as mulheres cegas e às surdas o direito de se defender da violência não tem preço e eu só tenho a agradecer”.


O Agosto Lilás tem parceiros e apoio do Estado e da iniciativa privada, como: 


  • Tribunal de Justiça; 
  • Ministério Público; 
  • Defensoria Pública; 
  • OAB/MS; Secretaria de Estado de Educação (SED); 
  • Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) através da Polícia Civil; 
  • Delegacia Especializada de Atendimento às Mulheres (DEAM);
  •  Policia Militar; 
  • Rádio Capital; 
  • Fertel;
  • UEMS; 
  • Coletivo de Mulheres Negras; Associação de Mulheres com Deficiência (AMDEF); 
  • Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul (ALMS); 
  • Cassems; 
  • Sebrae; 
  • Energisa; 
  • Sanesul; 
  • AABB;
  • Banco do Brasil.

Confira a programação da primeira semana do Agosto Lilás 10 Anos da Lei Maria da PenhaClicando aqui.



 
 
 

9 de jul de 2016

AACD cria para a nov campanha a Máquina Resolvedora de Problemas e surpreende




A Associações de Assistência à Criança Defeiciente (AACD) criou uma “Máquina Resolvedora de Problemas”.  


Trata-se de uma cabine itinerante que está circulando por São Paulo e passando uma mensagem importante para quem entra nela.


Através de recados enviados por crianças da Associação, a ação dá uma lição de moral nos adultos que estão muito preocupados com seus problemas para ajudar aqueles que precisam mais.Segundo Fernando Rodrigues, CCO da Z+, agência responsável pela ação. 


“trata-se de uma ação bonita e comovente que realmente ajuda as  pessoas a colocarem seus problemas em perspectiva e temos certeza que, vai ajudar muito a AACD a continuar um dos trabalhos sociais mais bonitos e essenciais do país”.



Assim como a maioria das ONGs, a AACD sobrevive por meio de doações. E em momentos de crise, elas costumam cair drasticamente. 


O objetivo da campanha foi, ao invés de pedir ajuda, talvez as crianças pudessem ajudar as pessoas a resolverem seus problemas primeiro.


Veja o vídeo oficial da campanha:

 

 

 


Ficha Técnica:





Direção de criação: Fernando Rodrigues

Criação: Caio Grafietti e Fernando Rodrigues

Atendimento: Roberta Sanches, Fernanda Azevedo e Thamires Barros  

RTV: Tina Araújo, Aline Afonso e Vanessa Garcia  

Produtora de Filme: Honey Bunny  

Direção: Rafael Carvalho  

Produtor Executivo: Breno Castro
 
Diretor de Atendimento: Thiago Balma  

Atendimento produtora: Gabi Froemming e Silvia Calza (Tuta)  

Direção de Fotografia: Bruno Tiezzi / Licco Queiroz  

Direção de Arte: Lica Grinstein  

Montagem: Rafael Carvalho  

Pós Produção: Dopo VFX  

Finalização: Dopo VFX  

Produtora Som: A9 Áudio  

Maestro / Produtor: Equipe A9  

Atendimento: Guta Lima


***

Fonte: Revista Incluir


21 de jun de 2016

Campanha sobre direitos das pessoas com deficiência concorre em Cannes




Segundo a ONU, 10% da população mundial tem algum tipo de deficiência. Em Curitiba, uma das maiores cidades brasileiras, são mais de 400 mil pessoas. E o pior problema que elas enfrentam é a falta de respeito aos seus direitos. 


Após muitas campanhas de conscientização realizadas sem surtir o efeito desejado, era hora de uma mudança radical de atitude. 


A partir desse briefing, a agência Competence criou para a Prefeitura de Curitiba e para o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba uma campanha que mobilizou não só a cidade, mas todo o Brasil: a ‘anticampanha’.


A estratégia foi gerar uma grande repercussão por meio da indignação das pessoas. Para isso, a ideia foi criar uma entidade falsa que se posicionasse contra o direito das pessoas com deficiência. Assim surgiu o “Movimento pela Reforma de Direitos”, que se manifestou através de outdoors, uma página no Facebook e uma petição online.


 O outdoor pedia o fim do que o movimento chamava de privilégios para as pessoas com deficiência, e a fanpage nas redes sociais questionava vários dos direitos adquiridos por elas. Foi o suficiente para chamar atenção de milhões de pessoas e da mídia.


Com isso, chegou o momento de contar a verdade e foi convocada uma coletiva de imprensa para mostrar quem estava por trás do movimento fictício. 


Um dia após o lançamento do movimento, diante das maiores emissoras e portais de notícias do Brasil, foi revelado que o autor da manifestação era o próprio Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, formado por pessoas com algum tipo de deficiência e representantes da causa.


A partir disso, começou a segunda fase da campanha. Todas as peças visuais que falavam sobre os direitos das pessoas com deficiência sofreram uma intervenção, que dizia: 


“Se tantos se revoltaram contra isso, por que tantos desrespeitam? Não é privilégio, é direito. Somos muitos, respeitem nossos direitos.” 


A ação viralizou ainda mais e ganhou espaço não só na internet, onde se tornou Trending Topic Brasil e gerou milhares de comentários e compartilhamentos no Facebook, e também em diversos programas de TV.


O ponto alto dessa exposição na televisão foi uma grande participação da secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, Mirella Prosdocimo, no talkshow Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, um dos programas com maior audiência no país, para tratar do tema em nível nacional.


A campanha concorre em três categorias (PR, Mídia e Promo & Activation) no 63º Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade, que acontece de 18 a 25 de junho, na cidade francesa.


Abaixo, o vídeo da campanha:

 







 Fonte: Inteligemcia / Vida Mais Livre


2 de jun de 2016

Garoto surdo mobiliza moradores de BH em ação para voltar a ouvir e falar



Há quem diga que a gargalhada de uma criança é música para os ouvidos, além de ser capaz de preencher com alegria os mais variados ambientes. 


Na casa do pequeno Francisco, de 7 anos, os dias se tornaram silenciosos e menos divertidos nas últimas semanas e, infelizmente, essa realidade deixou de existir. Morador de Belo Horizonte, o garoto nasceu surdo e depende do auxílio de um aparelho para ouvir e falar.


O equipamento quebrou no fim do mês passado e, desde então, ele não consegue mais se expressar com a mesma desenvoltura de antes. 


No entanto, nem tudo está perdido: a irmã dele criou uma campanha que para acessar basta Clicar Aqui por meio das redes sociais para arrecadar dinheiro e tentar comprar o dispositivo, que custa R$ 26 mil.


A iniciativa da estudante de geografia Júlia Milanez, de 21 anos, tem mobilizado internautas de diferentes partes da Capital mineira. 


A página “Ajude o Pequeno Francisco” foi criada no dia 19 de maio e conta com pouco mais de mil curtidas. 


À Bhaz, a jovem contou, nesta quarta-feira (1), que o irmão precisa do aparelho o mais rápido possível para não perder os progressos que fez nos últimos anos. 


“O processo de adaptação pelo qual o Francisco passou para poder falar e se desenvolver é muito lento, já que ele nasceu sem escutar nada. Se ele ficar sem esse aparelho vai perder os avanços que conquistou e retroceder no tratamento”,disse
 

Sobre a deficiência



Quando nasceu, em 2008, Francisco foi diagnosticado com surdez profunda neurossensorial bilateral e, com 1 ano e 2 meses, passou por uma cirurgia em Bauru, São Paulo. 


Ele recebeu um implante coclear, capaz de estimular diretamente os nervos auditivos e provocar sensações sonoras. O sistema possui várias partes. 


A peça externa, presa à cabeça, é a mais frágil e precisa ser adaptada ao passo em que o menino cresce. O valor de cada manutenção pode chegar a mais de R$ 5 mil.


“O Francisco é independente e feliz quando está com o aparelho. Sem ele, fica isolado por não conseguir se comunicar como foi acostumado quando passou a ir para a escola. Não temos condições para comprar outro aparelho. Esse que estragou conseguimos no SUS, mas vive dando problema”, explicou Júlia

.
Segundo a irmã de Francisco o  aparelho foi para a manutenção em São Paulo, mas não temos certeza de valores e o tempo que pode levar para ficar pronto. 

"Então, decidi criar a campanha. Contamos com qualquer tipo de ajuda, seja financeira ou não. O que mais queremos é poder devolver a alegria de viver ao Francisco".

Libras

 

Júlia e Francisco moram com a mãe e o padastro, que são os responsáveis por levar o menino a consultas médicas e para a escola inclusiva. 


Ele também estuda Libras, a língua brasileira de sinais, mas ainda não domina as técnicas de conversação. Para se comunicar, enquanto está sem o dispositivo de audição, o garoto faz leitura labial.


Até a tarde desta quarta-feira (1), a campanha que busca financiar um novo aparelho auditivo para o Francisco conta com pouco mais de R$ 2 mil. 


Apesar do baixo valor arrecadado, até o momento, a irmã do garoto se mostra confiante. “É uma situação muito complicada, mas acreditamos que vai dar tudo certo”, diz a universitária.


“Nos ajude a voltar a ouvir a voz do Francisco, nos ajude a ver a criança maravilhosa, cheia de luz, alegre e esperta que ele é. Tenho certeza que Deus estará abençoando tanto a minha família, quanto vocês que estão fazendo o que podem para nos ajudar.Muito obrigada, do fundo do meu coração, vocês não tem noção da importância que isso é pra ele e pra nós”, escreveu em  trechos do site de arrecadação.


Para Contribuir Clique Aqui


 
 
 
 
 

16 de mai de 2016

Campanha sobre inclusão aborda diferenças que nos unem



Todo mundo já se considerou diferente em algum momento da vida. Mas, no caso de pessoas com síndrome de Down, albinismo, nanismo e outras diferenças, isso é mais recorrente.


Pensando isso, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina lançou, no último dia 8, a campanha institucionalTodos somos iguais porque somos diferentes”, com três filmes. 


Com depoimentos e personagens reais, os vídeos apresentam esses perfis de maneira lúdica e descontraída, mas sem mencionar as deficiências.


Fugindo aos esteriótipos, tabus e senso comum, a ideia é retratar pessoas comuns, com diferenças sim, mas que se tornam iguais justamente por isso. 


A campanha quer buscar espaço para debates sobre acessibilidade, tecnologia assistiva, preconceitos e outros temas importantes para inclusão.


O momento da campanha  está aliado à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de 6 de julho de 2015), em vigor desde janeiro deste ano. 


O texto busca assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais das pessoas com deficiência, visando à inclusão social e cidadania.


De acordo com os idealizadores da campanha, a pesquisa feita sobre o tema resultará em um documentário, com depoimentos dos protagonistas e de seus familiares, além de educadores e autoridades no assunto.


Abaixo, o primeiro filme da campanha, que conta a história de Cíntia, a trigésima primeira mãe do mundo com Down a gerar um filho sem a síndrome.  




 
 
 
 

30 de abr de 2016

“Para mim é um grito de liberdade”, diz homem com deficiência visual ao defender cães-guias




Quem esteve na avenida Paulista na última quarta-feira (27), em São Paulo, pode ter se deparado – e ficado encantado – com a “Cãominhada”, um ato simbólico que chama a atenção para a inclusão das pessoas com deficiência visual na sociedade e pede mais direitos e respeito à legislação que garante o livre acesso de cães-guias a estabelecimentos, meios de transporte e locais públicos.


Com nove cães-guias e seus respectivos condutores, o evento fez sucesso. Algumas pessoas chegavam a recusar, de cara fechada, os panfletos da manifestação, mas mudavam de humor ao ver os cães.


Só que para quem pensa que o grupo não tem motivo para protestar, o atual cenário brasileiro mostra que há razões sim. 


O país possui 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, 582 mil cegos e 6 milhões com baixa visão, de acordo com o Censo 2010 conduzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 


E dentro deste número, apenas 100 cães-guias servem à população que sofre com a deficiência visual, de acordo com o instituto IRIS (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), que organizou o evento.


O grande déficit se dá em parte por conta do custo e da dificuldade em se treinar o cão-guia. 


Segundo Thays Martinez, presidente da IRIS, a capacitação dos cães da instituição é feita em parceria com profissionais norte-americanos e, por conta disso, é um processo demorado. 


“A formação requer investimento, cuidados especiais e é um trabalho que só pode ser executado por profissionais especializados”, afirma.


A própria Thays tem deficiência visual e conta que a transformação que o cão-guia traz é impressionante. 


“O que um cão-guia promove na vida de um cego é incrível. Tanto que costumo dizer que divido minha vida em antes e depois do Boris, meu primeiro cão-guia. Eles nos permitem caminhar com muito mais segurança, liberdade e autonomia. Hoje, estou com meu segundo cão-guia, o Diesel, e não consigo me imaginar ficando sem o auxílio e a companhia desses seres iluminados”, explica.

União inexplicável



Aos 34 anos, Rafael Braz, instrutor no Senai-SP, é uma dessas pessoas com deficiência visual que contam com o auxílio de um cão-guia, no caso, o Ozzy, que tem 5 anos e 3 meses, mas está com ele há quase três anos. 


“Ele é mais do que meus olhos. É minha vida, meu companheiro, meu amigo, pai, filho. Ele é tudo.”, conta sem economizar nos elogios.


A relação deles mostra a importância do animal na vida de Rafael. “São dois que se formam um”, diz ele, explicando que o perfil do condutor, dono do cão, é muito compatível com a personalidade do animal. 


“Um depende do outro. Um precisa do outro para comer, para andar, etc. É o encaixe perfeito de uma necessidade em comum. Eu só tive a sensação do vento batendo em meu rosto, quando saí, livre, com o Ozzy. Um amigo para conversar na caminhada, não ficar solitário”.


E foi pensando no Ozzy que Rafael participou da “Cãominhada”.Para ele, é a população reivindicando os direitos de seus cães. 


“Para mim é um grito de liberdade. Um pedido de direito para os cães-guia. Ainda existem descriminação com o cão guia, eles precisam trabalhar em paz. Ainda há lugares em que o cão não pode entrar em paz, sem ser barrado, mas não deveria existir. Principalmente, táxis, ubers e ônibus”.

Campanha


Além da “Cãominhada”, a instituto IRIS também montou uma campanha de arrecadação online para ampliar o número de pessoas que precisam de cães-guias no país.


O projeto permitirá a doação de cães-guias a brasileiros cegos, além de custear o treinamento dos animais, que chega a R$ 35 mil por cachorro. 


Ambos precisam viajar para os Estados Unidos para um período de treinamento conjunto.


“São 26 dias de capacitação de condutores com os novos cães-guia, um treinamento que tem o objetivo de adaptar ambos a uma nova rotina. Nesse período, um instrutor brasileiro ministra aulas, em português, que incluem conhecimentos sobre cuidados diários com os cães, trajetos (em cidades e zona rural) e condução”, conta Thays.

***

Campanha: Quanto vale o seu olhar?



Organizador: Instituto IRIS (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social)

Causa:
Treinar e doar cães-guias para pessoas com deficiências visuais
 
Como contribuir: Doando a partir de R$ 20 pelo site da campanha no Kickante
 

***

 
 
 
 

Mateus Solano dubla pessoas com deficiência intelectual





Mateus Solano foge ao perfil de Rubião em “Liberdade, Liberdade”, novela das 23h da Globo, e aproveitou seu sucesso e fama para fazer o bem.


Apesar da agenda lotada, o ator foi o locutor da campanha #IrProMundo, uma das ações em comemoração aos 55 anos da APAE de São Paulo, cujo objetivo principal é divulgar boa parte do trabalho da instituição, principalmente quando se trata do desenvolvimento de pessoas com deficiência intelectual.


Enquanto o artista fala seu texto, são mostradas, no vídeo, imagens dos vários ambientes da Organização completamente vazios, enquanto os indivíduos que recebem a assistência da APAE já estão inseridos nos diversos âmbitos da sociedade.


“Queríamos mostrar que, tal como cada um de nós, a pessoa com Deficiência Intelectual só será plena se puder conquistar seu espaço”, diz Cláudia Vassallo, CEO da CDI Comunicação Corporativa, uma das responsáveis pelo vídeo da campanha, que, aliás, já está no YouTube e nas redes sociais.


Confira abaixo:






Fontes: O Fuxico / Vida Mais Livre



1 de abr de 2016

Plataforma para facilitar tratamento do autismo é desenvolvida em PE

 



Uma plataforma que visa tornar mais eficiente o tratamento do autismo está sendo desenvolvida no Recife. Por meio dela, será possível os profissionais mensurarem de forma mais ágil a evolução de crianças e de jovens com o transtorno. 


Este é o principal objetivo do bHave, que tem a sua campanha de financiamento iniciada no sábado (2), Dia Mundial da Conscientização do Autismo.

A ideia da campanha na internet é arrecadar recursos para viabilizar a execução dessa plataforma, que permite o compartilhamento em tempo real dos resultados obtidos durante as sessões terapêuticas para todos que estão envolvidos no caso clínico


Com isso, é possível aprimorar o processo de registro de informações, incluindo gráficos e planilhas, que atualmente são coletadas de forma manual e depois transcritas.


O bHave também funciona como uma rede social entre os profissionais que atuam no tratamento. 


“Eles vão poder acessar seu perfil e ter acesso a todas as informações dos casos em que estão envolvidos bem como poderão planejar todo o tratamento e definir quais as atividades serão aplicadas. No dia da sessão, é só acessar o aplicativo pelo celular e, em vez de usar o papel, inserir suas anotações no aplicativo”, explica Cauê Nascimento, um dos idealizadores do projeto.

A otimização desse processo beneficia não apenas os profissionais, mas também as crianças e os jovens em atendimento. 


“Com essa ferramenta, o tempo que o profissional gastaria fazendo relatórios pode ser utilizado para ser dedicado ao atendimento daqueles que têm o autismo. E estes serão beneficiados com uma maior eficiência do tratamento, pois, se as informações circularem de maneira mais rápida, a evolução do quadro será maior”, ressalta Ângela Lira, presidente da Associação de Famílias para o Bem-estar e Tratamento da Pessoa com Autismo (Afeto).

Terapeuta de Análise do Comportamento Aplicada (ABA), uma das formas mais eficientes de intervenção com indivíduos que estão no espectro autista, a psicóloga Maria Tereza Pedrosa destaca que o aplicativo vai influenciar diretamente a rotina de tratamento. 

“Não tínhamos uma plataforma para colher e compartilhar os dados em tempo real com todos os integrantes da equipe de tratamento, alguns dos quais residem em cidades diferentes. Ela também nos permitirá dar um um feedback mais ágil aos pais, mostrando a evolução dos filhos deles”, comemora.

 
A campanha de financiamento do bHave, que recebe doações de valores a partir de R$ 20, tem duração de dois meses. 


Caso a meta seja atingida, a expectativa dos idealizadores é que a plataforma esteja disponível para download em um prazo de seis meses.



Fonte: G1


 

18 de jan de 2016

Fotos de pessoas com deficiência são fixadas em vagas exclusivas no RS

Placa em vaga exclusiva diz: Olha para mim! Trocaria de lugar comigo?


Um projeto busca conscientizar motoristas sobre uso indevido de vagas exclusivas para pessoas com deficiência em Sapiranga, no Vale do Sino, Rio Grande do Sul. 


A ação espalha placas com fotos de pessoas com deficiência e questiona os motoristas: "trocaria de lugar comigo?".


As placas foram instaladas em 40 pontos da cidade, com autorização provisória da prefeitura. 


A iniciativa é de Sandro Seixas, que tem deficiência e, como vereador da cidade, luta pelos direitos de inclusão. 


"A placa está trazendo quase um olhar no espelho, uma volta à origem do ser humano", explica.


A secretária municipal de Segurança Urbana e Mobilidade Pública de Sapiranga, Janete dos Santos, aprova a medida. 


"Melhorou bastante. Eu observo que as pessoas estão respeitando bem mais o espaço, estão se conscientizando que realmente é necessário respeitar esse espaço", conta.


Só em Porto Alegre, de janeiro a outubro de 2015, foram registradas 763 autuações por estacionamento em áreas reservadas. 


A situação se repete em todo o Brasil, levando o governo a aumentar o valor das multas e penalidades pela infração no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 


A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) já anunciou que vai fiscalizar o uso indevido em 2016.






17 de jun de 2015

Colabore com a Campanha da Mamografia Digital

 Resultado de imagem para campanha mamografia digital


Gente, vou fazer um pedido a vocês: 


O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha. Vamos salvar o site do câncer de mama? Não custa nada. 


O Site do câncer de mama não tem obtido o número de acessos e cliques necessários para atingir a cota exigida pelos patrocinadores oferecerem mamografias gratuitas em troca de publicidade. 


Basta ir ao site e clicar no icone cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.


 Repassem a pelo menos 10 amigos para que eles repassem a mais 10 ou mais amigos! Este gesto fará uma enorme diferença.




E colabore!!!!!