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2 de dez de 2016

3º Congresso de Acessibilidade traz mais de 60 palestras

 
 
A edição do Congresso de Acessibilidade, que vai de 3 a 9 de dezembro, trará mais de 60 vídeos com palestras, entrevistas, oficinas, fóruns e webinários ao vivo. 
 
 
O evento é online e totalmente gratuito e pode ser acessado de qualquer dispositivo. 
 
 
As palestras possuem acessibilidade (Libras, Legenda, Audiodescrição e Transcrição) e serão exibidas pelo Youtube e Vimeo.
 
 
“Como estive muito envolvida no Mestrado que estou fazendo em Portugal e recebemos muitos pedidos para reexibir o evento de 2014, resolvemos juntar todas as palestras das duas edições anteriores e disponibilizar num grande evento com quase 10 palestras por dia.” Afirma Dolores Affonso, idealizadora e organizadora do evento.
 
 

Dentre os destaques estão:

 
 
  • Entrevistas como as do Prof. José Antonio Borges (Centro de referências em Tecnologia Assistiva da UFRJ); Lars Grael, Georgette Vidor, Gustavo Cerbasi (um dos maiores consultores em finanças e investimentos do Brasil); 
  • Palestras como as do Armando Nembri sobre educação inclusiva; José Fernandes Franco sobre turismo acessível e lucrativo; Fernando Lemos sobre tecnologias que trazem autonomia à pessoa com deficiência; Prof. Augusto Deodato Guerreiro (Diretor do Mestrado em Comunicação Alternativa e Tecnologias de Apoio da Universidade Lusófona de Portugal) e a própria Dolores Affonso.
 

Além desses temas, muitos assuntos serão tratados nesses sete dias de evento, tais como: 



  • Empreendedorismo; 
  • Saúde e Convivência;
  • Autonomia;
  • Mobilidade Urbana;
  • Ergonomia;
  • Acessibilidade;
  • Atendimento ao Cliente; 
  • Contratação e Gestão de Pessoas com Deficiência;
  • Lei Brasileira de Inclusão;
  • Direitos da Pessoa com Deficiência;
  • Lei de Cotas; 
  • Carreira;
  • Tecnologia; 
  • Aplicativos; 
  • Tecnologia Assistiva;
  • Libras, 
  • Arquitetura Acessível e Adaptações, 
  • Convivência com Idosos;
  • Aprendizagem de Idiomas;
  • Sexualidade;
  • Intervenção Precoce;
  • Acessibilidade e Inclusão cultural;
  • Audiodescrição;
  • Comunicação; 
  • Motivação; 
  • E-learning Inclusivo;
  • Preparação para Concurso;
  • Saúde dos Pais e Cuidadores. E muito mais!

“Sabemos que é muita coisa para assistir e assimilar, mas entendemos que o evento é muito importante e esperado por mais de 100 mil pessoas que nos acompanham em mais de 40 países. Além disso, neste último ano, muitas pessoas que nunca tinham assistido a uma edição do Congresso de Acessibilidade nos procuraram e acreditamos ser fundamental o formato unificado deste terceiro congresso”, continua Dolores Affonso.
 
 
Este ano traz novidades: os organizadores criaram um grupo no WhatsApp e lá, além de dicas e informações sobre acessibilidade e inclusão, serão disponibilizadas todas as palestras, oficinas e entrevistas do evento!
 
 
“O Congresso de Acessibilidade, além de um evento online, gratuito e acessível, tem sido como uma incubadora de projetos acessíveis e inclusivos e estamos de portas abertas para ajudar e orientar as pessoas com deficiência, empresas e instituições de apoio e ensino neste caminho e missão de transformar nossa sociedade num lugar onde o sol brilhe para todos”, diz Dolores Affonso.
 
O Congresso de Acessibilidade é uma realização de Dolores Affonso e a A&A Consultoria. Apoio: Prodeaf, Laramara, Sebrae, TATC, Oxo Pack do Brasil, Stargardt Brasil, Pratique Poesia entre outros
 

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Congresso de Acessibilidade


 
Quando: de 3 a 9 de dezembro

Onde: Online, no site www.congressodeacessibilidade.com
 
 

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Fonte:  Vida Mais Livre
 
 
 

3 de nov de 2016

Sescoop/SP realiza evento voltado à inclusão de jovens aprendizes e pessoas com deficiência






Com o objetivo de debater os caminhos para a inclusão social de jovens aprendizes e pessoas com deficiência, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo (Sescoop/SP), vai promover, no próximo dia 8/11, a edição do Workshop de Inclusão Social no Cooperativismo.


O evento deve reunir cerca de 200 pessoas, entre representantes das cooperativas, jovens que conseguiram seu primeiro emprego e pessoas com deficiência que tiveram uma chance profissional, e contará com debates e palestras de grandes nomes do setor, como o filósofo e escritor Mário Sergio Cortella.


Segundo Pâmela Ramos, analista de projetos do departamento de Promoção Social do Sescoop/SP, o workshop traz um olhar mais abrangente sobre o processo de inclusão. 


O evento trabalhará temas sobre a questão da inclusão no trabalho e na sociedade como um todo. Debateremos ações que permitem inserir pessoas com deficiência na sociedade e profissionalmente. Entre as iniciativas que já realizamos junto a cooperativas paulistas para fomentar a inclusão destes profissionais estão: cursos de Libras, apresentações de peças e esquetes teatrais sobre o tema inclusãoAlém disso, o Sescoop/SP promove cursos de capacitação em prol da inclusão de pessoas com deficiência, acessibilidade por meio de interpretação de libras e audiodescrição, distribui cartilhas sobre dicas de convivência com as pessoas com deficiência e outras ações em parceria com as cooperativas”, relata Pâmela.


Na oportunidade, também serão exploradas questões envolvendo o programa jovem aprendiz. “Os aprendizes" que passaram pelo programa conquistaram mais qualidade de vida para si e suas famílias ao conseguirem uma colocação no mercado de trabalho. 


Muitos desses jovens usam seu salário para arcar com os custos de toda uma família, pois estão em situação de vulnerabilidade e moram em regiões periféricas do Estado de São Paulo. 


O workshop acontece das 8h30 às 17h, na Casa do Cooperativismo Paulista, que fica na Rua Treze de Maio, 1376, na Bela Vista. 


Os interessados podem se inscrever no linkwww.sescoopsp.org.br/pages/inclusaosocial


 
 
 
 

Cães-guia são destaques no Espaço Acessibilidade da FESTURIS 2016





O trade turístico que visitar a edição do Espaço Acessibilidade da FESTURIS 2016, em Gramado, no Rio Grande do Sul, poderá saber mais a respeito do trabalho realizado pelos cães-guia através da Escola Helen Keller.


De 03/11 a 06/11, durante a feira de negócios turísticos, os visitantes poderão conhecer alguns dos filhotes que estão em treinamento além de cães já treinados e entregues gratuitamente pela instituição a pessoas com deficiência visual, como é o caso do cão Rama que vive na cidade de Bento Gonçalves (RS).


“O FESTURIS Gramado traz o Espaço de Acessibilidade como um dos destaques da feira desde o ano de 2012. E, anualmente, trazemos novidades para integrar o público de pessoas com deficiência para destinos turísticos. Percebemos a importância que os países dão à acessibilidade ao turismo e não poderíamos deixar esse nicho de fora. Por isso ficamos muito felizes em ter a presença da Escola de Cães Guias Helen Keller nesta edição uma vez que sabemos a importância do trabalho para auxiliar na independência de pessoas com deficiência visual”, explica a assessora comercial da FESTURIS Gramado Andréa Oliveira.


Nossa missão, além de apresentar a Escola para nosso público é informar sobre a Lei Federal 11.126 que dá autorização ao livre acesso de cães guias a locais de uso coletivo e privado, como em hotéis, restaurantes, entre outros ambiente.


Mesmo em vigor há mais de dez anos ainda é muito comum socializadores, treinadores, instrutores e, até mesmo cegos, acompanhados de cães-guia em treinamento ou já formados serem barrados em estabelecimentos ou sofrerem algum tipo de constrangimento.


A falta de informação pode estar atrelada ao pequeno número de cães que guiam hoje no Brasil. 


Segundo informações não oficiais estima-se que menos de 150 cães realizam este trabalho enquanto a população cega ou com baixa visão chega a mais de 6 milhões


Entre as poucas escolas ou centros de treinamento que fazem este trabalho no país sem fins lucrativos, está a Helen Keller que é responsável pelo treinamento, entrega e acompanhamento de deficientes visuais e cães-guia para a região sul. 


Somente em sua lista de espera estão cadastradas mais de 3 mil pessoas. 





14 de out de 2016

Maternidade atípica e deficiência serão temas de debate on-line






Mariana Rosa tem 39 anos, é jornalista e mãe da Alice que nasceu com 29 semanas, 900gr e 31 cm. Em função de sua prematuridade extrema, permaneceu 145 dias, os primeiros de sua vida, na UTI neonatal. 


Hoje, aos três anos, a luta não é mais por sua sobrevivência, mas pela qualidade de vida: Alice tem disfunção neuromotora (paralisia cerebral) e síndrome de West.


A maternidade atípica reorganizou prioridades na vida de Mariana e com isso, fundou propósitos antes inimagináveis. 


Mariana criou uma rede e por meio do blog Diário da Mãe da Alice, compartilha descobertas e aprendizados em torno da maternidade. Hoje, seu maior desejo é provocar reflexões e atitudes que contribuam para uma sociedade que respeite e valorize as diferenças.

 
Por isso, na próxima terça-feira, dia 18/10, às 19h30, o site do projeto Diversidade na Rua www.diversidadenarua.cc realizará um Debate Aberto ao público sobre maternidade atípica e deficiência.


“Acredito que conversando sobre nossas diferenças, podemos reconhecê-las. E só porque as reconhecemos é que podemos valorizá-las. É isso o que me move hoje, como mãe da Alice. A busca por um diálogo permanente em torno da diversidade e seu valor para uma vida em sociedade rica em significados”, afirma Mariana.


Por ser aberto ao público, qualquer pessoa que tenha interesse no tema pode participar do Debate Aberto acessando o site http://www.diversidadenarua.cc/debate
 
 
O formato é como o de um fórum: as questões são lançadas pelos participantes e todas as respostas podem ser replicadas. Para interagir é preciso fazer um cadastro rápido e simples.



  
 
 

13 de set de 2016

Debate online sobre diagnóstico e aceitação da deficiência



Como reagem os pais quando recebem a notícia de que seu filho possui alguma deficiência? Como lidar com essa realidade tão diferente daquela “esperada” durante a gestação? Como se inserir em uma sociedade excludente, que não é pensada para todos? 


Para responder essas e outras perguntas, o site do Projeto Diversidade na Rua, da Mercur, promove debate online com o tema Diagnóstico da Deficiência X Aceitação na Sociedade”. 


O bate-papo acontecerá na próxima quarta-feira, dia 14 de setembro, às 19h. 


A conversa contará com a participação da terapeuta ocupacional, Patricia Witt e Carolina Monteiro, gestora de Recursos Humanos.


  • “Hoje consigo compreender que todo incentivo recebido das pessoas foi importante para que eu tivesse vontade de seguir estudando, de fazer uma faculdade e ingressar no mercado de trabalho. Aos poucos aprendi que preciso falar para as pessoas como eu preciso que falem comigo para que eu possa entender. Nada é fácil, mas antes de tudo, eu precisei me aceitar”, declara Carolina Monteiro.


  • “Assim que o teste de orelhinha diagnosticar a surdez do bebê, é fundamental, antes de mais nada, a criança ser aceita pela família, ser estimulado desde os seus primeiros dias de vida. Isso faz com que a criança acredite em si mesma, que ela pode buscar seus sonhos. Ao passar do tempo, o indivíduo se sente fortalecido, realizado e desejando sempre ensinar, aprender e interagir com o mundo”, afirma Patrícia Witt, com deficiência auditiva desde o nascimento.


Para participar do bate-papo, basta acessar o site do Diversidade na Rua
 


  • Sobre Patricia Witt – 31 anos, nasceu e cresceu na capital de Porto Alegre (RS). É formada em Terapia Ocupacional e pós-graduada em Marketing Digital. Nasceu com deficiência auditiva e se comunica por meio da leitura labial e tem algum conhecimento sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).Atualmente é escritora do blog e livro Surdez Silêncio em Voo de Borboleta e faz palestras sobre sua trajetória com objetivo de disseminar sua experiência e conhecimento de como se relacionar e estimular crianças que possui surdez.


  • Sobre Carolina Monteiro, 37 anos, nasceu e cresceu em Guaíba, Região Metropolitana de Porto Alegre (RS). Formada em Gestão de Pessoas e Pós-Graduada em Engenharia e Segurança do Trabalho, possui uma experiência de cerca de 6 anos em Legislação Trabalhista e Previdenciária. A Carolina possui surdez adquirida por volta dos 4 anos de idade, com progressão ao longo dos anos e utiliza aparelhos auditivos em ambos os ouvidos. Atualmente tem tido oportunidades de desenvolver trabalhos para a empresa na qual trabalha, voltados para Pessoas com Deficiência, que contribuem para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.
 
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Debate aberto Diversidade na Rua

 
Tema: Diagnóstico da deficiência x aceitação da sociedade
 
Quando: 14/9, a partir das 19h
 
Onde: Disponível no portal http://www.diversidadenarua.cc/debate
 
 
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