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3 de dez de 2016

Instituto Mara Gabrilli e Revista Vida Simples lançam campanha para aquisição de cadeira de rodas




No próximo dia 03/12Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, o Instituto Mara Gabrilli (IMG) e a Revista Vida Simples  lançam a Campanha Roda Gigante: https://www.facebook.com/CampanhaRodaGigante


O objetivo é angariar recursos para a aquisição de cadeiras de rodas, adaptações e outros tipos de órteses que uma pessoa com deficiência precisa para se locomover e viver com dignidade.


A fila de espera por uma cadeira de rodas no Brasil é um dos maiores problemas enfrentados hoje pelo brasileiro com deficiência. 


Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), só no Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas precisam de uma cadeira de rodas para se locomover, mas apenas 10% consegue ter acesso ao equipamento fornecido pelo Sistema Único de Saúde.

“É aflitivo assistir a um cenário onde a população que mais carece de atendimentos básicos é também a que mais se depara com a miséria de boas ações e muitas vezes o descaso das autoridades. Queremos com essa campanha despertar a sociedade para essa realidade, tirando o brasileiro com deficiência da invisibilidade”, diz Mara Gabrilli, diz.


As doações já podem ser realizadas através do site de financiamento coletivo Kickante, no endereço www.kickante.com.br/rodagigante


A partir de R$ 10 já é possível contribuir com a campanha, cuja meta inicial é arrecadar R$ 300 mil, o suficiente para a compra de aproximadamente 100 cadeiras de rodas.


 
 
 
 

12 de nov de 2016

Seja o Papai e Mamãe Noel de uma criança com deficiência visual




O Projeto Anjo Noel da Associação Laramara criado pelo Serviço Social há mais de 24 anos, transforma o Natal dos nossos usuários que aguardam ansiosamente por esta data tão especial.

Para que isto aconteça, contamos com a sua colaboração, participando ou divulgando este Projeto nas suas redes sociais. 


Esse é um dos projetos mais especiais, pois é a ultima doação que a criança e a família recebe e da qual aguarda com muita emoção a chegada do Papai Noel.


Para pegar informações sobre a criança que irá apadrinhar você deve entra em contato com o assistente social pelo Telefone: 3660-6465/3660-6455 (falar com Anderson ou vera) ou e-mail: Andersonss@laramara.org.br / verapereira.ss@laramara.org.br

A data da entrega da sacola na Instituição é até o dia 30 de Novembro.


A entrega para as crianças serão em duas grandes festas nos dias 13/12 a partir das 9h00 e 14/12 a partir das 15h00 e quem fará a entrega é o nosso Papai Noel.
 


Fonte:Laramara




4 de nov de 2016

Casa de David inicia sua campanha de Natal




O final do ano se aproxima, e os assistidos da Casa de David, entidade que abriga e oferece cuidados médicos para 438 pessoas com deficiência intelectual, física e com autismo, já esperam a chegada do Papai Noel. 


Além de alegrar todos eles com presentes simples e carinho constante, a instituição precisa agir para atender a alta demanda de vestuário de seus pacientes. 


São realizadas varias trocas durante o dia para mantê-los limpos, o que acarreta em rápido desgaste de camisetas, calças, meias e outros itens básicos.


Com o objetivo de potencializar a arrecadação das peças de roupas necessárias para o bem-estar de seus assistidos, a Casa de David começou a campanha Sacolinha do Bem: Todo Mundo é Papai Noel.


Para participar, basta reunir um ou mais destes itens abaixo e entregar em uma das unidades da instituição em São Paulo (SP) ou em Atibaia (SP)


  • Camiseta (Tamanho G ou GG);
  • Calça de Moletom Branca (Tamanho G ou GG)
  • Peça Íntima Masculina ou Feminina Branca(Tamanho G ou GG);
  • Par de Meias Brancas (Tamanho maior que 37);
  • Par de Chinelos Branco (Tamanho maior que 37);
  • Toalha de Banho Branca;
  • Itens de Higiene.


O setor de doação da entidade alerta para a diminuição das doações espontâneas por conta da crise econômica e pede a ajuda da sociedade civil neste fim de ano. 


“Sabemos que todos foram, de alguma forma, impactados pela crise, mas confiamos na solidariedade. Mesmo quem não puder participar doando pode nos ajudar ao divulgar campanha da Sacolinha do Bem: Todo Mundo é Papai Noel no seu bairro ou escola. Isso também é muito importante”, afirma a Coordenadora de Comunicação e Marketing da Casa de David, Cleize Bellotto.
   
A instituição deixa claro que não há nenhuma exigência quanto a marca das roupas, mas se possível pede a doação de peças brancas por conta da lavanderia. 


Quem não puder entregar a Sacolinha do Bem pode verificar a possibilidade de retirada ou esclarecer dúvidas pelo telefone (11) 2453-6600Ramal 243 ou pelo e-mail comunicacao@casadedavid.org.br    




  




26 de out de 2016

TV Cultura e MultiCultura Educação irão transmitir o Teleton



A TV Cultura e o canal MultiCultura Educação, que pertencem à Fundação Padre Anchieta, irão apoiar a 19ª edição do Teleton, que acontece nos dias 04/11 e 05/11, no SBT.  


A transmissão será ao vivo, na sexta-feira à noite, no sábado de manhã e durante o encerramento. O evento também será exibido (na íntegra) pelo canal de multiprogramação MultiCultura Educação (6.3), e pelo Youtube.


A TV Cultura liberou Adriana Couto, do Metrópolis, e Aldo Quiroga, do Jornal da Cultura Primeira Edição, que participarão do Teleton na sexta-feira à noite. No sábado de manhã, quem marca presença é a turma do Quintal da Cultura.


Com o tema Igualdade, o Teleton, maior plataforma de arrecadação de recursos da televisão brasileira, trabalha o conceito somos todos iguais, somos todos Teleton, para ajudar a sensibilizar o público e atingir a meta de R$ 27 milhões.


O tema visa destacar que todos têm sonhos e objetivos semelhantes, independente das diferenças. Além de promover a reflexão, ressaltando que a ajuda de cada um é muito importante, já que o Teleton é um dos principais meios de captação de recursos para a AACD


Neste ano, a criança símbolo será o paciente Samuel Silva, de 11 anos, que teve os dois braços amputados em um acidente com fios de alta tensão enquanto empinava pipa e está na AACD há um ano e meio. 


Samuel passou pela reabilitação física tendo um tratamento bem sucedido e, atualmente, já realiza tarefas com autonomia, além de praticar natação e capoeira pela AACD Esportes


“A nossa intenção é entrar nas casas dos telespectadores brasileiros, conseguindo mostrar as diversas histórias de superação que nos encantam diariamente pelos corredores da AACD, evidenciando que elas só são possíveis com a colaboração de todos por meio de doações” – afirma Angelo Franzão, superintendente de Captação de Recursos e Marketing. 


Doações:



Por telefone

  • 0500 12345 05 para doar R$ 5 
  • 0500 12345 15 para doar R$ 15
  • 0500 12345 30 para doar R$ 30
  • 0800 776 2016 qualquer valor acima de R$ 30

Por SMS: Envie uma mensagem de texto para 28127 com a letra T

 
Pelo site: www.teleton.org.br


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23 de set de 2016

A luta de um grupo de crianças e de um hospital contra as doenças mais raras do mundo


Fotos e histórias de 11 crianças que enfrentam algumas das mais raras doenças do mundo foram parar nas ruas da segunda maior cidade da Inglaterra.  


A iniciativa faz parte de uma exposição organizada pelo Hospital Infantil de Birmingham para angariar fundos e criar o primeiro centro de pesquisas e tratamento de doenças raras no Reino Unido. 


O hospital já conseguiu levantar 1,5 milhão de libras esterlinas (aproximadamente R$ 6,7 milhões). O objetivo é atingir a cifra de 3,65 milhões de libras.


Segundo a médica Larissa Kerecuk, responsável pelo departamento de doenças raras do Hospital Infantil de Birmingham, a meta "é dar mais qualidade de vida e oferecer uma estrutura para ajudar pacientes e seus familiares a lidar com essas doenças, em vez de deixar a doença dominá-los".


Kerecuk é uma pediatra brasileira que há 30 anos vive no Reino Unido. Ela conta que a ideia de fazer fotos dos pacientes veio de uma das mães e o hospital abraçou o projeto, inspirado numa iniciativa similar de Nova York.

 

"As crianças adoraram as fotos, e foi muito bom para as pessoas saberem que Birmingham já é uma referência. Tem muito estigma e, ao mesmo tempo, é muito difícil de lidar. Às vezes (as doenças) não têm cura e muitos dos pacientes morrem antes de chegar à idade adulta", diz, emendando que gostaria de estender a iniciativa ao Brasil.Se eu pudesse fazer algo para também ajudar pacientes no Brasil seria ótimo", diz a médica que nasceu em São Paulo e morou em Curitiba, antes de se mudar para a Inglaterra.





Kerecuk conta que, por ano, o hospital onde trabalha atende 9 mil crianças com doenças raras e outras 5 mil que ainda esperam um diagnóstico. 


Doenças raras agrupam as que colocam em risco ou debilitam cronicamente até cinco pessoas num grupo de 10 mil e que requerem esforços especiais de tratamento.


Veja alguns dos retratos, feitos pelo fotógrafo britânico Kris Askey, e conheça as histórias de cinco dessas estrelas que lutam todo dia para viver. 

Kadie-Leigh ainda espera por um diagnóstico

 



Kadie-Leigh Hamilton, de 2 anos, tem uma doença tão rara que permanece sem diagnóstico.


Sua família tem conhecimento de apenas outras três crianças no mundo com o mesmo problema, que afeta os rins e bexiga.


Antes mesmo de a garota nascer, a mãe dela ouviu de especialistas que Kadie-Leigh não iria sobreviver. Depois de passar as primeiras 11 semanas de vida no hospital, Kadie-Leigh se tranformou no que a própria mãe chama de "pequeno milagre".


Kadie-Leigh é suscetível a infecções urinárias e é submetida a consultas regulares no hospital infantil Birmingham para monitorar sua condição renal. 


Apesar da saúde frágil, Kadie-Leigh tenta ter uma infância o mais próximo possível do normal. Gosta de se vestir de princesa e de brincar de faz de conta com seus amigos na creche.

Thomas aguarda transplante de rim

 



Thomas Davies, de 4 anos, é falante e adora assistir filmes repetidamente - os musicais Mamma Mia e Les Misérables são os seus favoritos.


Seus rins não se desenvolveram como deveriam - um não funciona o outro tem apenas 4% da capacidade de um rim normal. 


Por causa da rara condição renal, ele corre sério risco de morte e aguarda um transplante. Ele também segue uma rígida dieta. 


Durante os últimos três anos, Thomas tem sido submetido a sessões de quatro horas de diálise quatro vezes por semana. Estava no hospital no dia de seu aniversário de 4 anos.


Os pais e os três irmãos do garoto vivem a ansiedade diária de quem espera por um doador compatível, capaz de dar uma vida nova ao garoto.


Skye fez sete cirurgias e tem futuro incerto

 





Quando Skye Gardner, 8, nasceu, os médicos acreditavam que ela não viveria nem 24 horas.


Ela é portadora de uma doença genética conhecida como Síndrome de Williams, caracterizada por atrasos de desenvolvimento, como dificuldade moderada de aprendizagem, problemas cardíacos e renais.


Skye foi diagnosticada quando tinha três anos de idade e nunca conheceu outra pessoa com a mesma síndrome.


A família diz que há pouquíssima informação sobre essa doença e um grande número de incógnitas sobre como será o futuro da garota.


Skye já foi submetida a sete cirurgias, uma delas no coração. Apesar de tudo, é sociável, sorridente e adora o cantor britânico Olly Murs.


Jordan deu os primeiros passos aos 3 anos de idade

 

 


Jordan Haywood tem 15 anos de idade, mas sua mãe conta que ele tem desenvolvimento mental equivalente ao de uma criança de 5 anos. 


Ele adora brincar com carrinhos e aviões, mas precisa de ajuda constante para comer, tomar banho e se vestir.


Quando tinha seis semanas de idade, foi diagnosticado com a Síndrome de Klinefelter - em que meninos nascem com cromossomo "X" extra. No caso de Jordan, ele tem três ou quatro cromossomos X extras.


Ele também nasceu com três furos no coração e tem distúrbios de fala, muscular e sensorial, além de epilepsia, asma, ansiedade e problemas gastrointestinais - e apenas um rim funciona normalmente.


Médicos disseram aos pais de Jordan que ele jamais andaria. Mas, aos três anos, desafiou todas as expectativas e deu seus primeiros passos.


A maior preocupação da família de Jordan é saber quem vai cuidar do garoto na ausência dos pais. 

Sophia, o bebê que fez uma cirurgia de cinco horas no cérebro

 



Sophia tem 13 meses e nasceu no País de Gales com uma deformação rara no crânio, conhecida como "cranioestenose Mercedes Benz". 


A garota teve uma fusão prematura das suturas cranianas na parte de trás da cabeça, na forma do conhecido logotipo da montadora Mercedes Benz, que causa uma imensa pressão em seu cérebro.


Para prevenir danos cerebrais, ela teve que ser submetida a uma cirurgia. Ficou na mesa de operação por aproximadamente cinco horas e meia.


Desde então, Sophia e os pais dividem o tempo entre Birmingham e sua casa no País de Gales. Ela precisa estar sob acompanhamento médico periódico. 



Fonte: BBC BRASIL


 

4 de set de 2016

Casa de Davi é parceira do Brasil Game Show com projeto de Gameterapia

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A Casa de David, instituição que há mais de 54 anos abriga e cuida de pessoas com deficiência física, intelectual e autistas, continua a utilizar games e tecnologia no dia a dia de seus assistidos.


Um projeto criado e aplicado pela fonoaudióloga da instituição, Paola Perazzolo, ainda em 2014, usa tablets, um aplicativo original e games mobile para estimular a comunicação e diminuir a dificuldade de engolir (disfagia) das pessoas com deficiência, entre outros benefícios.


O aplicativo original usado pela fonoaudiologia foi criado por Hector Hungria, diretor da agência A3 Tecnologia e conselheiro da Casa de David


No app, os usuários devem clicar em imagens para ouvirem o som correspondente à foto e assim formar frases completas.


Jogos simples também são usados diariamente nos tablets.  Games de arrastar a bola com o dedo até a saída de um pequeno labirinto ajudam na melhora da coordenação motora e no entendimento de regras.


Adotar a tecnologia e não somente o papel nas sessões de fonoaudiologia mantém vivo o interesse das pessoas com deficiência, segundo Paola Perazzolo. 


“Eles saem dos quartos querendo brincar com os tablets. Tudo acaba funcionando como estimulo à manutenção da comunicação funcional, tão importante para o bem-estar e a interação dos assistidos com as pessoas”, complementa a fonoaudióloga. 

        
Com este projeto, a Casa de David permanece conectada às novidades de um universo muitas vezes distante da acessibilidade. 


Também em 2014, a instituição criou a Gameterapia, que usa jogos de Kinect do Xbox 360 e Wii, para estimular a atividade cerebral e motora sensorial.


A Gameterapia também é muito especial para a Casa de David porque, além de melhorar a qualidade de vida dos assistidos, possibilitou uma parceria valiosa com a Brasil Game Show, que doa os alimentos trazidos pelo público da feira para a instituição.


A parceria entre Casa de David e BGS começou em 2014 e continua neste ano. Especialmente neste momento, todo alimento arrecadado será importantíssimo para a instituição. 


A crise econômica pela qual passa o Brasil fez o número de doações espontâneas cair 40%. 


Fonte: Revista Incluir

 

 

 

2 de jun de 2016

Garoto surdo mobiliza moradores de BH em ação para voltar a ouvir e falar



Há quem diga que a gargalhada de uma criança é música para os ouvidos, além de ser capaz de preencher com alegria os mais variados ambientes. 


Na casa do pequeno Francisco, de 7 anos, os dias se tornaram silenciosos e menos divertidos nas últimas semanas e, infelizmente, essa realidade deixou de existir. Morador de Belo Horizonte, o garoto nasceu surdo e depende do auxílio de um aparelho para ouvir e falar.


O equipamento quebrou no fim do mês passado e, desde então, ele não consegue mais se expressar com a mesma desenvoltura de antes. 


No entanto, nem tudo está perdido: a irmã dele criou uma campanha que para acessar basta Clicar Aqui por meio das redes sociais para arrecadar dinheiro e tentar comprar o dispositivo, que custa R$ 26 mil.


A iniciativa da estudante de geografia Júlia Milanez, de 21 anos, tem mobilizado internautas de diferentes partes da Capital mineira. 


A página “Ajude o Pequeno Francisco” foi criada no dia 19 de maio e conta com pouco mais de mil curtidas. 


À Bhaz, a jovem contou, nesta quarta-feira (1), que o irmão precisa do aparelho o mais rápido possível para não perder os progressos que fez nos últimos anos. 


“O processo de adaptação pelo qual o Francisco passou para poder falar e se desenvolver é muito lento, já que ele nasceu sem escutar nada. Se ele ficar sem esse aparelho vai perder os avanços que conquistou e retroceder no tratamento”,disse
 

Sobre a deficiência



Quando nasceu, em 2008, Francisco foi diagnosticado com surdez profunda neurossensorial bilateral e, com 1 ano e 2 meses, passou por uma cirurgia em Bauru, São Paulo. 


Ele recebeu um implante coclear, capaz de estimular diretamente os nervos auditivos e provocar sensações sonoras. O sistema possui várias partes. 


A peça externa, presa à cabeça, é a mais frágil e precisa ser adaptada ao passo em que o menino cresce. O valor de cada manutenção pode chegar a mais de R$ 5 mil.


“O Francisco é independente e feliz quando está com o aparelho. Sem ele, fica isolado por não conseguir se comunicar como foi acostumado quando passou a ir para a escola. Não temos condições para comprar outro aparelho. Esse que estragou conseguimos no SUS, mas vive dando problema”, explicou Júlia

.
Segundo a irmã de Francisco o  aparelho foi para a manutenção em São Paulo, mas não temos certeza de valores e o tempo que pode levar para ficar pronto. 

"Então, decidi criar a campanha. Contamos com qualquer tipo de ajuda, seja financeira ou não. O que mais queremos é poder devolver a alegria de viver ao Francisco".

Libras

 

Júlia e Francisco moram com a mãe e o padastro, que são os responsáveis por levar o menino a consultas médicas e para a escola inclusiva. 


Ele também estuda Libras, a língua brasileira de sinais, mas ainda não domina as técnicas de conversação. Para se comunicar, enquanto está sem o dispositivo de audição, o garoto faz leitura labial.


Até a tarde desta quarta-feira (1), a campanha que busca financiar um novo aparelho auditivo para o Francisco conta com pouco mais de R$ 2 mil. 


Apesar do baixo valor arrecadado, até o momento, a irmã do garoto se mostra confiante. “É uma situação muito complicada, mas acreditamos que vai dar tudo certo”, diz a universitária.


“Nos ajude a voltar a ouvir a voz do Francisco, nos ajude a ver a criança maravilhosa, cheia de luz, alegre e esperta que ele é. Tenho certeza que Deus estará abençoando tanto a minha família, quanto vocês que estão fazendo o que podem para nos ajudar.Muito obrigada, do fundo do meu coração, vocês não tem noção da importância que isso é pra ele e pra nós”, escreveu em  trechos do site de arrecadação.


Para Contribuir Clique Aqui


 
 
 
 
 

23 de abr de 2015

Associação para pessoas com deficiência pede por voluntários em Araçatuba, SP

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Uma associação de Araçatuba (SP) que oferece tratamento de graça a pessoas com deficiência física precisa de voluntários para ajudar no atendimento. 


A AADEFA já foi uma referência em atendimento, oferecia vários tipos de tratamento e hoje trabalha apenas com a fisioterapia. 


O problema é a falta de voluntários, já que a associação sobrevive de doações e do trabalho de pessoas dispostas a ajudar.


Luciano Alexandre de Carvalho ficou tetraplégico depois de cair de uma carroça . Ele conta que o atendimento da Aadefa  foi fundamental para conseguir viver com mais independência. 


“Ganhei transferência para a cama, para a cadeira, fazer minha higiene sozinho também", diz Carvalho. Flávio Andrade sofreu um acidente de trabalho há 12 anos e ficou paraplégico. 


Ele faz fisioterapia na entidade duas vezes por semana . Para ele, o trabalho dos voluntários é fundamental para quem precisa de tratamento. “Se eu tivesse parado, teria me atrofiado. Para mim só tem benfeitoria”, conta Andrade.


A Associação de Atendimentos aos Deficientes Físicos de Araçatuba existe há 30 anos e oferece atendimento gratuito de fisioterapia para 80 deficientes físicos da região, mas poderia atender o dobro se contasse com o trabalho de mais pessoas. 


Hoje, só existem voluntários na diretoria da associação. Como a entidade sobrevive de doações, o orçamento é sempre apertado. Só há uma fisioterapeuta contratada e ninguém mais para ajudar. 


"No momento eu atendo sozinha e não posso aumentar o número de atendimentos por falta de voluntários. Poderíamos estar ampliando os atendimentos, temos a estrutura”, conta a fisioterapeuta Carla Fernanda Martineli.


A piscina que deveria ser usada para hidroterapia no período na manhã está parada. Na cozinha da associação, a situação não é diferente. As refeições pararam de ser servidas há 1 ano. Tudo por causa da falta de voluntários. 


"A instituição não tem a mínima condição de contratar nenhum tipo de serviço. Por exemplo, precisamos de um serviço social, de uma psicóloga. Hoje nós oferecemos aos deficientes apenas o serviço de fisioterapia, mas gostaríamos muito de oferecer outras atividades", diz a secretária e voluntária da diretoria Bernadete Rodrigues Inácio.


Outro projeto que está parado por falta de voluntários é o curso de informática. A associação ganhou 20 computadores, mas faltam professores para ensinar os deficientes. Enquanto isso, os equipamentos ficam empilhados na sala. 


"Nós precisamos de um técnico de informática pois ganhamos tudo para montar um curso de informática. Ninguém aparece com interesse”, explica Bernadete.


Quem quiser ajudar a Aadefa seja com voluntariado ou doações pode entrar em contato pelo telefone (18) 3117-7430.



 
 
 

Lar para pessoas com deficiência em Bauru, SP, enfrenta dificuldades financeiras

Foto das pessoas com deficiência do lar em um coral


O lar Santa Luzia de Bauru (SP) vive de doações, mas hoje enfrenta uma fase financeira muito difícil. Eles atendem pessoas com deficiência visual desde 1969, um trabalho longo que sempre teve como principal intenção devolver às pessoas a independência e mostrar que é possível viver e ser produtivo mesmo sem enxergar.


A aposentada Ináh Arruda Ferreira teve que aprender a enxergar o mundo de uma maneira diferente depois de descobrir que havia perdido 90 % da visão. 


O desespero tomou conta da família inteira, mas foi no lar Santa Luzia que ela percebeu que era possível recomeçar.


“Me informaram que aqui eu tinha condições de continuar a viver. Eu fui muito bem recebida. Quando eu vi essa turma toda trabalhando sem enxergar foi um aviso, algo fora do comum”, lembra.


Ináh é uma dos 70 deficientes visuais que são atendidos pelo lar - pessoas que carregam histórias comoventes. Algumas que nasceram com a deficiência, outras que tiveram que se adaptar à nova condição de vida, como Ricardo D´Avila Araujo. 


“O começo é muito complicado porque a aceitação é difícil. Primeiro você tem que aceitar a cegueira para depois começar a trabalhar”.


Ricardo perdeu a visão há quatro anos por causa de uma lesão no nervo óptico. Os primeiros passos no escuro foram difíceis, mas hoje realizar atividades básicas não é mais tão complicado. 


“Normalmente eu faço de tudo. Pago minhas contas. Tenho total independência”, garante.


As aulas de artesanato e as sessões de massoterapia fazem parte da rotina e ajudam a valorizar o tempo. 


“Aqui a gente faz um monte de coisa. A gente conversa, um ajuda o outro, os professores sempre com a gente”, conta o aposentado Leontino Veronez.
 
 
Até quem ensina descobre que também aprende, segundo a professora Ismênia Silva Diniz. 
 
 
“É muito bom você ver seu trabalho reconhecido. Principalmente quando eles levam para casa e a família nem acredita que foram eles que fizeram”, afirma.


Para vencer os desafios do dia a dia, além das atividades oferecidas pelo lar, eles encontraram um espaço especial para música. 


O que chama a atenção é que novos talentos vem sendo descobertos e a música deles tem emocionado muita gente. O professor de música Estevam Rogério da Silva se realiza com o coral. 


“Eu tenho formação em música e pra mim é uma satisfação ensinar música principalmente para quem tem a mesma deficiência que eu.”


Foi essa emoção que conquistou o Luiz Henrique Monteiro da Silva. “Esse coral traz uma emoção para o coração da gente, porque a gente vê pessoas com o mesmo problema, igual ao meu. É pureza que eles passam pra gente”, afirma.


O lar Santa Luzia tem 46 anos de existência e para continuar ajudando pessoas como a Ináh, Ricardo e Luiz, eles precisam de doações. 


Nos últimos anos o número de contribuições diminuiu muito. O espaço é pequeno e pelo menos 40 deficientes visuais aguardam por uma vaga na instituição, que oferece todos esses benefícios sem cobrar.


“São pessoas antigas que ajudavam o lar e os filhos não continuam a ajudar.Os empresários também não. Então precisamos conscientizar para receber ajuda porque nós não fazemos nada sozinhos”, explica a presidente do lar, Nilce Regina Capasso Canavasi.


O lar aceita qualquer tipo de ajuda. Eles precisam, por exemplo, de computadores, alimentos e principalmente dinheiro para conseguir construir uma nova sede para a instituição, que hoje só não atende mais gente, porque falta espaço. Eles realizam eventos para ajudar nas despesas.


O Lar Santa Luzia fica na Avenida Castelo Branco, 24-09. 


Quem quiser ajudar a conta para depósito é:


Banco:Santander 033 

Agência: 4508, 

conta corrente: 13.000092-2.

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17 de abr de 2015

Niteroiense treina cães-guia e os entrega a deficientes visuais de forma gratuita

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NITERÓI — Quando viu um cão-guia em ação pela primeira vez, o niteroiense George Thomaz Harrison ficou impressionado. Ele, que já era adestrador, resolveu que apostaria nessa fatia do mercado para o resto da vida. 


Seu trabalho de conclusão de curso na faculdade de Psicologia foi condicionar um cachorro para a função. A escolhida foi labradora Raísa, hoje aposentada.


Ele fundou o Instituto Cão-Guia Brasil em 2009 e já treinou cerca de 15 animais desde 2006. No ano passado, foi convidado para fazer um intercâmbio na Leader Dogs for the Blind, ONG que funciona em Rochester, nos EUA, e é referência mundial para treinamento de cães-guia. 


Ele só consegue comparar a sensação que tem ao entregar os animais a deficientes visuais a um momento pelo qual já passou:


— A emoção mais próxima que tive foi o nascimento do meu filho. É indescritível — conta George, que divide sua agenda de adestramentos entre o Instituto Íris, em São Paulo, e a sua própria organização em Niterói.


A cada dez animais que entram no curso, apenas três conseguem se tornar cães-guia. 


Os treinamentos duram de um ano e meio e dois anos, dependendo do grau de adaptabilidade do cachorro. 


O baixo nível de aproveitamento se deva a especificidades do processo. Os perfis do deficiente e do cão devem se encaixar perfeitamente, e vários critérios são levados em conta, como altura, velocidade e dinâmica dos passos da dupla. Eles desempenham a função de guia por um período de oito e nove anos. Os animais não aproveitados são encaminhados para adoção.


Desde 2009 guiando Jonas Santiago, a golden retriever Zuca alterou a vida de seu dono.


— Antes, era quase impossível sair de casa. As ruas não são preparadas, e as calçadas são um desafio até para quem enxerga — afirma Jonas, que perdeu a visão aos poucos, por conta de uma doença degenerativa

 

 

TREINAMENTO E PARCERIAS



Aos desavisados, um detalhe importante: quando o cão está com a guia, não se deve brincar com o ele.


— Nessa condição, ele não deve ser estimulado a outra coisa fora do trabalho. Não incentivamos esse tipo de interação para que o animal não se distraia, e deixe de cumprir a sua função naquele momento — adverte George.


Não há custos para a quem adota um cão-guia, e os cursos são custeados por parceiros da iniciativa privada. Além do Instituto Cão-Guia Brasil, em Niterói, há treinamento na ABA, em Brasília (DF); na Escola de Cães-Guia Helen Keller, em Camboriú (SC) e no Insituto Íris (SP). 


Há uma fila de espera e, conforme a disponibilidade de novos animais, os candidatos são chamados.



Fontes:  O Globo  /  Rede Saci