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29 de nov de 2016

2ª Edição da Corrida e Caminhada inclusiva no Ibirapuera neste domingo



O Instituto Olga Kos (IOK), se tornou uma das entidades mais respeitadas de São Paulo sendo reconhecida até pelo Vaticano e a " Inclusão a Toda Prova" Corrida e Caminhada será também um momento de celebrar a solidariedade a favor da inclusão.


O evento será realizado, neste domingo, dia 04/12, em homenagem ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência


A largada da prova será no Parque do Ibirapuera e serão duas opções de percurso: uma de 10km, para corrida, e outra de 6,1km tanto para corrida quanto para caminhada.


Todos os inscritos receberão um kit com:


  • Camiseta;
  • Squeeze;
  • Número de Participação;
  • Chip de Cronometragem. 

Premio de Participação:

 

  • Ao final do percurso, serão entregues troféus aos três primeiros nas categorias masculina e feminina. 
  • Aos demais participantes será entregue uma medalha e um kit com suco ou isotônico, fruta e barra de cereais. 


“As corridas do Instituto Olga Kos já fazem parte do calendário paulistano e essa grande participação de atletas é motivo de orgulho. Na comparação com a prova do ano passado registramos um crescimento impressionante de 50% no número de participantes”, afirma Wolf Kos, Presidente do Instituto Olga Kos de inclusão cultural.


Para saber mais, acesse: www.institutoolgakos.org.br




Fonte: Revista Incluir


5 de jul de 2016

Viral com atletas paralímpicos na academia é premiado no maior festival de publicidade do mundo



Lembra do viral “O Treino que Muda Opiniões”? Lançado e viralizado nas redes sociais em setembro de 2015, o vídeo foi finalista em quatro categorias e ganhou dois leões de bronze no Festival de Cannes – o equivalente a duas medalhas de bronze no maior prêmio da publicidade mundial. Os prêmios saíram nas categorias Mídia e Relações com a Imprensa.


O vídeo, feito pela agência Ogilvy para o Rio 2016, foi premiado entre centenas de peças e ações de publicidade do mundo inteiro. 


Em Cannes, na França, uma comissão de jurados analisa todas as inscrições e define quais entram na shortlist, uma seleta lista com os finalistas aos prêmios em cada categoria. 


O Treino que Muda Opiniões” entrou na shortlist de quatro categorias e saiu com o prêmio em duas delas. 


Além dos bronzes em Mídia e Relações com a Imprensa, o vídeo foi finalista em Causa Social no Entretenimento Esportivo e Experiência de Marca no Entretenimento Esportivo.


A ação mostra o quanto o esporte para pessoas com deficiência pode surpreender os espectadores. No vídeo, três atletas de ponta do Brasil chegam de surpresa em uma academia e mostram do que são capazes. 


Luciano “Montanha” Dantas, que tem nanismo, deixa todos de boca aberta com o peso que consegue levantar no supino. 


Vinícius Rodrigues, amputado da perna esquerda, corre em velocidade impressionante na esteira. Lúcia Teixeira, judoca com deficiência visual, derruba todo mundo sem dificuldade no tatame.


As reações das pessoas na academia são o ponto alto do vídeo: “São todas espontâneas e mostram o quanto realmente ficaram surpreendidas”, diz Ricardo Cirillo, gerente de propaganda e promoção do Comitê Rio 2016. 


A ideia é mostrar uma prévia do que os torcedores podem conferir nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. 


“Se na academia foi assim, imagina o quão surpreendente pode ser assistir a uma competição Paralímpica ao vivo?”, sugere Cirillo.

O vídeo cumpre seu objetivo de divulgar e engajar o público nos Jogos Paralímpicos. 


“Essa campanha repercutiu mais do que todos os meus resultados no esporte. Antes do vídeo, quase ninguém sabia que eu era atleta”, conta Lúcia Teixeira, atleta com deficiência visual que ficou impressionada com seu reconhecimento após a ação.







 

2 de jun de 2016

Presidente do CPB fala sobre desafios dos Jogos Paralímpicos do Rio

 

Os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, que serão disputados semanas depois dos Jogos Olímpicos, devem contribuir para modificar a percepção que a sociedade tem das pessoas com deficiência – estimou o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons.


A 100 dias do evento (que acontece de 7 a 18 de setembro), o responsável – que também é vice-presidente do Comitê Paralímpico Internacional (CPI) – reconheceu à Agence France-Presse (AFP) a dificuldade de encher os estádios e defendeu que a inclusão social é fundamental para as pessoas com deficiência no Brasil e na América Latina.


PERGUNTA: O CPI tem mostrado preocupação com as fracas vendas de ingressos para os Jogos Paralímpicos do Rio. Como se pode reverter isso?

 
RESPOSTA:
Devemos tomar mais iniciativas em termos de comunicação, em particular durante o período de transição (entre os Jogos Olímpicos e Paralímpicos). Temos uma forte dinâmica graças à rota da tocha olímpica e, depois, os Jogos. Mas devemos procurar escolas e igrejas, assim como outras regiões diferentes do Rio. Os espectadores dos Paralímpicos não serão estrangeiros, e sim brasileiros. Temos mais meios do que nunca e uma imagem que está se fortalecendo no mundo. Mas é certo que nossa principal preocupação são os ingressos.


***
 
P: O que o esporte pode fazer para a integração das pessoas com deficiência no Brasil?

R:
Depois de ter conseguido, pela primeira vez, transmitir ao vivo todos os Jogos Paralímpicos de Atenas (em 2004), temos heróis nacionais. Isso ajudou consideravelmente a modificar a percepção da sociedade brasileira. Essa nova percepção deve se traduzir em ações concretas, mas já vejo algumas, como a transformação da rede de transporte público do Rio. No ano passado, uma nova lei ocupou inúmeros aspectos da vida das pessoas com deficiência, desde a moradia até o acesso ao mercado de trabalho, passando pelos transportes. O esporte olímpico mostrou essas pessoas ao mundo, ao invés de escondê-las. Vejo os Jogos Olímpicos como um catalisador. O Rio não vai se tornar 100% acessível [para as pessoas com deficiência]. Nenhuma cidade do mundo é. Mas a situação melhorou. Quando mostro as lindas imagens do esporte paralímpico nas escolas, ou comunidades, e lhes pergunto o que veem, todos respondem: grandes atuações, velocidade, superação (…). Ninguém menciona a deficiência, porque, nesse contexto, não é importante. O esporte põe a deficiência em perspectiva.


***

P: Os Jogos Paralímpicos perdem o dinamismo, devido ao grande número de categorias que dividem as competições e as fazem complexas para o público. Como poderia melhorar esse aspecto?
 
R: São os mesmo princípios de quando separam homens e mulheres nos Jogos Olímpicos. Existem também categorias de peso no boxe e no judô. Claro que sempre podemos tentar simplificar, mas é algo com que os meios de comunicação devem lidar. Isso não atrapalha o desenvolvimento da imagem do esporte.


*** 
 
P: Quais são os objetivos do Brasil nos Jogos Paralímpicos?
 
R: A quinta colocação na classificação de medalhas, depois de ter terminado em sétimo, em Londres, e em nono, em Pequim. Mas a verdadeira referência será ver mais pessoas com deficiência começarem a praticar esportes. Esse é nosso objetivo final.


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P: Londres marcou a história dos Paralímpicos. O que perdurará do Rio?
 
R: O feito de organizarmos pela primeira vez os Jogos na América Latina. É uma parte do mundo onde o esporte paralímpico é necessário. Em muitos países, os cidadãos que vivem com deficiência têm um longo caminho para percorrer antes de serem respeitados. Quem tem deficiência pode ser um bom profissional, um bom chefe, uma boa esposa. 


Assim, não podemos dizer a ele “Vou te dar tudo, tem todos os direitos, mas vou te colocar aqui, em um canto”.

***

 
 
 

28 de set de 2015

Sesc Santana realiza atividades inclusivas e acessíveis para pessoas com deficiências

Fachada do Sesc Santana


O Sesc Santana promove duas atividades em outubro voltadas para inclusão de pessoas com deficiências: "Esportes inclusivos em família" e "Dança aberta - Danceability". 


O projeto Corpo, linguagem e acessibilidade tem como objetivo buscar atividades para pessoas com ou sem deficiência, que evidenciem as possibilidades do corpo e sua diversidade.


O Esportes inclusivos em família acontece de 06 a 29 de outubro, às terças e quintas, 18h. 


São atividades recreativas e esportivas ministradas dentro dos conceitos de Acessibilidade e Esporte Para Todos, cujo objetivo é ensinar de forma dinâmica e lúdica as regras básicas de cada esporte adaptado e a relação entre elas para fácil entendimento dos usuários, desenvolver o "toque" da cadeira de rodas e coordenação motora (na condução de bola e afins), entre outros.


Em Dança Aberta - Danceability, o público é levado a uma experiência transformadora através da dança e do encontro com outro. 


Por meio da improvisação dos movimentos, pessoas com e sem deficiência, com ou sem experiência em dança, experimentam a diversidade e vão descobrindo formas de troca e expressão artística.


Todas as atividades são gratuitas e livres para todos os públicos. As inscrições são feitas no local da atividade, com 30 minutos de antecedência.


***

Sesc Santana

 
Esportes inclusivos em família: de 06 a 29 de outubro. Terças e quintas, das 18h às 19h30.

Dança aberta - Danceability
: 04 e 18 de outubro. Domingos, das 13h30 às 15h.
 
Classificação indicativa: Livre.
 
Entrada: Gratuita

Onde: Ginásio e Sala de Múltiplo Uso I - Av. Luiz Dumont Villares, 579 - Jd. São Paulo
 
Telefone: (11) 2971-8700
 
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal sescsp.org.br


***
 
Fonte: Release / Vida Mais Livre  



6 de jul de 2015

Cadeirante de São José embarca em aventura ao Deserto do Jalapão

Foto de Evandro em uma handbike
Depois de completar o Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, o paraesportista de São José dos Campos (SP), Evandro Bonocchi, de 39 anos, encara uma expedição radical ao Jalapão (TO), conhecido como deserto brasileiro. 


O projeto “Expedições Inclusivas” conta com ao menos oito pessoas que percorrerão 30 quilômetros de trilhas de mountain bike e rafting pelas corredeiras do Rio Novo. 


Entre os membros da equipe está também o deficiente visual Eduardo Soares. 


O objetivo do grupo é mostrar aos deficientes que é possível praticar esportes como montanhismo, canoagem, escalada, ciclismo, entre outras atividades.


“Queremos mostrar ainda para as comunidades locais como proporcionar o turismo inclusivo, que necessita apenas de medidas simples de adaptação, como rampas de acesso e boa vontade. O pior olhar que pode ser lançado a um deficiente é um olhar de piedade”, disse o paraesportista.


Evandro ficou paraplégico há 10 anos, depois que um acidente de moto provocou uma lesão na medula espinhal. Ele, que desde criança praticava atividades físicas, procurou os esportes adaptados, passando pelo basquete e a handbike, que é a bicicleta pedalada com os braços.


“Nunca entrei em desespero, mas sem dúvida a handbike foi minha libertação, participei da minha primeira maratona em 2011 em Nova Iorque. E no mesmo ano procurei esportes sem rodas, foi então que encontrei o rafting”, contou .


Para enfrentar os desafios radicais, além do apoio da esposa e do filho de 2 anos, Evandro conta com o acompanhamento de profissionais especializados em cada modalidade.


“Minha deficiência é minha motivação, a palavra superação já não se encaixa na minha vida. Vejo a superação em um pai que trabalha num carrinho de pipoca para pagar os estudos do filho, por exemplo. O que eu quero é incentivar as pessoas, com deficiência ou não, a entrar de cabeça em uma aventura, se proporcionar viver”, concluiu.



Fontes: G1 / Vida Mais Livre  



1 de jun de 2015

Pai e filho superam grave deficiência e se tornam atletas de triatlo juntos

 


O Fantástico contou a história de um pai e de um filho. Um pai que lutou para que o filho viesse ao mundo mesmo sabendo que ele sofria de uma grave deficiência. Um pai que faz questão de mostrar para todo mundo que o que ele pode fazer, o filho pode pelo menos acompanhar.


“Em toda corrida ou algum momento difícil da corrida eu sempre lembrava das pernas dele para me dar mais forças para mim naquela hora de dificuldade, na hora do desconforto”, relembra Neves.


José Rosa das Neves é praticante de triatlo. É do filho Elkier que vêm a energia e a vontade para correr. O rapaz tem 22 anos, mas seu corpo tem o tamanho do de uma criança. É um dos efeitos da mielomeningocele


A doença afeta a coluna, os braços, as pernas, a fala, a respiração, o cérebro e deixa o Elkier totalmente dependente de ajuda.


Toda manhã, em uma casa simples na grande Curitiba, o Luís Iran, irmão de 16 anos, é quem cuida de tudo enquanto o pai trabalha. A mãe dos meninos não mora mais com eles. 


Durante anos, a vida do Elkier foi limitada as paredes, até que, um dia, o Neves viu que não precisava ser assim: o filho podia participar da sua maior paixão.


Fantástico: Você juntou duas coisas que você ama.


José Rosa das Neves, praticante de triatlo: É, o meu filho e o esporte. Porque muitas vezes eu deixei ele em casa pra ir correr. Não via a hora de terminar a corrida pra voltar pra casa mostrar um troféu pra ele, uma medalha pra ele. Sempre quis isso.


Mas surgiram as dificuldades... “Eu desempregado na época. Fiquei 18 meses desempregados para poder cuidar deles”, conta Neves.


Como levar o Elkier na água na prova de natação? E no trajeto com bicicleta? Um a um, os problemas foram superados. Eles ganharam um barco inflável e um carrinho especial, e começaram a treinar nas ruas do bairro. O filho mais novo decidiu seguir os passos do pai. Virou atleta.


Em 2013, Neves e os dois filhos completaram a primeira prova juntos.


Fantástico: Você sentiu alguma diferença no comportamento dele?


José Rosa das Neves: Dá uma diferença grande porque o mundo dele era uma cama, um sofá, quatro paredes e uma televisão. Quando nós passávamos em frente ao público que tinha no local, que o pessoal aplaudia, ele ficava muito empolgado.


No meio de tantos competidores, lá está a família Neves. Eles chegam bem cedinho para a segunda etapa do campeonato de triatlo, em Brasília. 


“É uma força de superação que até me emociona. Mais é muita superação. É uma coisa muito bacana de ver. O pai que dando a maior força pro filho. Isso é tudo de bom”, elogia uma atleta.


Mesmo puxando o bote com o filho, o Neves consegue nadar junto com os outros competidores.


Na primeira transição, nnguém pode ajudar o Neves, senão ele pode ser desclassificado. Mesmo com o carrinho, ele manda muito bem! A equipe do Fantástico de moto tem que acelerar pra pegar ele.


O Neves checa se está tudo bem com o filho. A última etapa é a troca da bicicleta pra corrida. O sorriso do filho dá força para seguir em frente.


Minutos antes da linha de chegada, o Luís Iran reencontra o pai e o irmão.
O pai e os dois filhos chegam juntos em mais um triatlo! Uma hora e quarenta e sete minutos: o tempo não importa. Para eles, é como uma vitória. 


“Precisamos desses exemplos mesmo, viu pai? Pra gente aprender a ser pai. Valeu, hein”, elogia um homem.





7 de mai de 2015

Programa abre espaço para jovens com deficiência praticarem esportes em Curitiba

Foto de um atleta com Síndrome de Down praticando natação


O projeto Portal do Futuro está abrindo novas perspectivas para jovens com deficiência de Curitiba


Acompanhados por equipes da Prefeitura, eles são estimulados a praticar esportes e se manter em movimento. Lançado em janeiro, o Inclusive no Portal já encaminhou 64 pessoas com deficiência para atividades físicas. 


O programa prevê a destinação de pelo menos uma vaga, em turmas regulares, para pessoas com deficiência nas atividades físicas e desportivas oferecidas pelos quatro portais da cidade.


A intenção do projeto é aumentar a participação desses jovens nas atividades dos portais, com acompanhamento específico para cada caso. E em pouco mais de três meses já registra resultados positivos. 


No ano passado, antes do lançamento do projeto, 17 jovens com deficiência iniciaram atividades físicas nessas unidades. 


Dos 64 encaminhados para atividades físicas, 30 praticam esportes regularmente nos portais do Cajuru, Boqueirão, Bairro Novo e CIC.


Eder Vermelho, de 19 anos, que sofre de deficiência motora devido a um acidente de automóvel, pratica natação no Portal do Futuro CIC duas vezes por semana. Quando começou tinha pouca autonomia e precisava de supervisão constante. 


“Hoje já consigo nadar sem ajuda e melhorei bastante meus movimentos. Isto tudo graças à natação”, diz.


A natação também vem ajudando o jovem Ronaldo Gonçalves Rodrigues, de 24 anos, a superar problemas causados pela síndrome de Down. Desde março, ele integra uma turma regular de natação no Portal do Futuro Bairro Novo. 


Ronaldo pratica a atividade física nas horas de folga do trabalho, pois é empregado de um supermercado, e se orgulha de ser um bom nadador. “Gosto do nado de costas. É meu estilo preferido”, afirma


Segundo sua mãe, Iris Rodrigues, a pratica do esporte trouxe melhoras sensíveis à saúde do filho, o que a estimulou a também começar a se exercitar. Junto com o marido, Olival Rodrigues, ela participa de aulas de musculação, também no portal do Bairro Novo. 


“É uma maneira de estimular o Ronaldo e também levar uma vida mais saudável”, diz.


No caso de Wanderlei Pereira de Souza, de 30 anos, a deficiência não impediu que ele pratique mais de uma atividade. Amputado de uma perna, ele faz natação e musculação no Portal do Bairro Novo. 


“Até o ano passado eu não praticava nenhum esporte. Desde que comecei, minha saúde melhorou muito”, relata.
Triagem


As pessoas com deficiência que procuram inscrição em qualquer unidade do Portal do Futuro passam por uma triagem e recebem um plano de atendimento, considerando seu caso específico.


O grupo de triagem é formado pelo gestor ou vice-gestor da unidade do Portal do Futuro, um representante do Centro de Referência e Qualidade de Vida e Movimento (CRQVM), da Secretaria Municipal do Esporte Lazer e Juventude, e um representante da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.


Além do trabalho de avaliação, o CRQVM ainda desenvolve um projeto de capacitação, teórica e presencial, e de orientação professores de Educação Física, para atendimento destes alunos.


“É preciso haver um acompanhamento do atendimento, pois cada caso é um caso. Não adianta apenas criar a vaga, é preciso preparar e dar assistência para professor”, diz a gerente do CRQVM, Simone Iubel.


Segundo Simone, caso a deficiência não permita a prática de um determinado esporte, o aluno é encaminhado para outra atividade.


Os centros integradores do Portal do Futuro passaram por avaliação de equipe técnica da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que apontaram as adequações físicas necessárias para o pleno atendimento das pessoas com deficiência. As adequações foram feitas pela Secretaria Municipal do Esporte Lazer e Juventude


Segundo o secretário municipal do Esporte, Lazer e Juventude, Aluisio Dutra Junior, as atividades para a pessoa com deficiência nos Portais do Futuro são mais uma etapa do investimento da Prefeitura no paradesporto e na inclusão.


“Estas ações fazem parte da política desta gestão de oferecer melhor qualidade de vida às pessoas com deficiência de Curitiba. Em todas as atividades realizadas pela secretaria, há espaço para estas pessoas, com profissionais habilitados para ajudá-las e orientá-las”, diz o secretário.

 

Programa

 

Considerado um dos principais programas sociais da atual gestão, o Portal do Futuro visa fortalecer e apoiar crianças e jovens com idade entre 10 e 29 anos, de maneira que conquistem autonomia e se preparem para uma vida produtiva e saudável. 


Estão em funcionamento quatro unidades, nas regionais Boqueirão, Bairro Novo, Cajuru e CIC. 


Em breve deve entrar em funcionamento o Portal do Futuro do Tatuquara, e a Prefeitura já iniciou as obras dos portais Boa Vista e Santa Felicidade.






1 de abr de 2015

Encontro debate o esporte como inclusão para pessoas com deficiência


 Resultado de imagem para Encontro de Tecnologias Assistivas
O II Encontro de Tecnologias Assistivas e Estudos da Inclusão reuniu na terça-feira, dia 31, mais de 300 profissionais, que debateram o esporte como política pública de inclusão em São José dos Campos. 


O evento ocorreu na Secretaria de Promoção da Cidadania, no Jardim América, região sul da cidade.


Durante a atividade, os profissionais puderam conhecer um pouco mais sobre Prática Esportiva e o Desenvolvimento da Pessoa com Deficiência; as experiências de São José dos Campos nos Esportes Inclusivos e o Esporte como caminho para a Inclusão.


Participaram do encontro, o professor Ulisses de Araújo, coordenador do Centro de Treinamento de Educação Física Especial (Cetefe/Brasília); a professora Mirian Cavalcante, que atuou como Coordenadora de Pessoa com Deficiência do Centro Paralímpico Brasileiro (2013–2014) e Kelvin Bakos, coordenador PcD da Secretaria de Esportes e Lazer e do Instituto Athlon, de São José dos Campos.


Para a professora Mirian Cavalcante, discutir o esporte como forma de inclusão é pensar na cidade como um todo. “É promover o bem estar para as pessoas com deficiência e interferir diretamente em sua qualidade de vida, seja pelo esporte competitivo ou de lazer”, declarou.


Na opinião de Ulisses de Araújo, a inclusão é determinante para a integração da pessoa com deficiência. “O esporte é uma forma de evoluir essa ação na sociedade, e a cidade que age dessa maneira, prova que a deficiência não é uma limitação.”


São José dos Campos tem como modalidades esportivas inclusivas o atletismo, natação, bocha, judô, futebol de campo e de salão, entre outros, que poderão representar o Brasil nas próximas Paralimpíadas, no Rio em 2016.


“O objetivo deste encontro foi capacitar os profissionais e ampliar a participação das pessoas com deficiência no esporte, além de fomentar a prática de atividades esportivas também como lazer, sem a pretensão de competição, inclusive nos espaços públicos da cidade e nas Academias ao Ar Livre”, explicou a secretária de Promoção da Cidadania.


De acordo com dados do IBGE (senso 2010), São José dos Campos tem mais de 80 mil pessoas com deficiência, seja motora, visual, auditiva ou psicológica. Dessas, cerca de 200 já participam de atividades esportivas de alta performance não cidade.


O II Encontro de Tecnologias Assistivas e Estudos da Inclusão é uma iniciativa da Secretaria de Promoção da Cidadania – Diretoria de Pessoas com Deficiência. A primeira edição foi realizada em 2014 e teve como tema “Deficiência Auditiva”. 


Mais informações pelo telefone 3932-8635.


Fontes:  Portal R3  Rede Saci



17 de nov de 2014

Participem da 5° Virada Inclusiva



Release publicado no site do evento:



Por que realizarmos uma VIRADA INCLUSIVA? Porque além de celebrar o DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, possibilita que todos possam estar juntos em ações inclusivas entre as pessoas com e sem deficiência, nas ruas, praças, parques, museus e teatros do Estado de São Paulo.

 
Idealizado e coordenado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o evento é gerido pela Abaçai Organização Social de Cultura, conta com uma rede de parceiros e colaboradores voluntários de órgãos públicos, instituições e sociedade civil que realizam diversas atividades culturais esportivas e artísticas em uma grande celebração da diversidade humana. Uma extensa programação gratuita e acessível em todo o Estado de São Paulo.

 
O Dia internacional da pessoa com deficiência é celebrado no dia 03 de dezembro, a Organização das Nações Unidas (ONU) propôs o tema para 2014: DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: A PROMESSA DA TECNOLOGIA.

 
Desde 2010, a Virada Inclusiva reúne diversos representantes da sociedade civil organizada, pessoas de todas as classes que em comunhão, celebram esse dia criando uma agenda que seja para todos e que traga em sua essência o tema proposta pela ONU, além de prestar homenagem a um exemplo da humanidade.

 
A VIRADA INCLUSIVA cresce a cada ano e isso é sinal de que mais pessoas estão aderindo ao movimento pela inclusão da pessoa com deficiência. Isso é fruto do trabalho de todos os nossos parceiros, que acreditaram que seria possível realizar atividades para todas as pessoas, tenham elas uma deficiência ou não.

 
Chegamos à 5ª edição, com um resultado muito positivo das edições anteriores, que cresce anualmente e com certeza não será diferente nessa edição. 


Envie sua programação para que todo o Estado de São Paulo saiba como será celebrado esse dia tão importante na história da inclusão da pessoa com deficiência. 


Fiquem atentos à programação que será realizada nos dias 03, 06 e 07 de dezembro de 2014.

 


7 de nov de 2013

Iniciativas pioneiras colocam esporte e lazer ao alcance de deficientes no Brasil

Foto de uma mulher paralítica no Programa Praia Acessível


O hábito de pedalar tem conquistado cada vez mais adeptos no Brasil. Como forma de lazer – nos passeios ciclísticos, "bicicletadas" noturnas e nos parques nos finais de semana –, ou de transporte, andar de bicicleta pode ser considerado algo simples, principalmente para quem enxerga bem. Para os deficientes visuais, entretanto, trata-se de uma atividade desafiante.
 
Da mesma forma, banhar-se em alguma das praias espalhadas pelos mais de 7 mil quilômetros do litoral brasileiro também pode ser bastante difícil para quem depende, por exemplo, de uma cadeira de rodas para se locomover.
 
Alguns projetos, em vários pontos do Brasil, oferecem alternativas para que pessoas com deficiência visual ou cadeirantes também pratiquem essas atividades. Criados a partir de iniciativas individuais, com apoio de empresas, ONGs, governos regionais e também de voluntários, esses projetos locais servem de exemplo e têm sido reproduzidos.
 
Criado em 2004 em Brasília, o projeto DV na Trilha é um exemplo da parceria entre voluntários e instituições locais, que juntaram esforços para que deficientes visuais pudessem andar de bicicleta. Munidos de 20 bicicletas Tandem, com dois lugares – um para o condutor, o outro para o deficiente visual –, o grupo se reúne quinzenalmente no Jardim Botânico de Brasília e participa de eventos esportivos na cidade.
 
"A impressão que temos é que muitas pessoas estavam apenas esperando uma oportunidade para fazer o bem. Bastou apresentarmos a possibilidade para que elas ajudassem e virassem voluntárias ou apoiadoras", conta Simone Cosenza, uma das coordenadoras do projeto.
 
No Rio Grande do Sul, outro projeto, pensado pelo empreendedor social Josué Aguar, da ONG Embrião, também promove inclusão de deficientes visuais. A organização, cuja sede está localizada na cidade de Alvorada, região metropolitana de Porto Alegre, já fazia passeios ciclísticos na semana do meio ambiente. Os deficientes visuais começaram a querer participar.
 
"A gente se sentiu na obrigação de criar uma bicicleta especial e aí surgiu o ODKV (o de cá vê)", explica Josué, fazendo referência ao formato do aparelho, que é a junção de duas bicicletas com barras paralelas. 


O primeiro modelo foi produzido com a ajuda de amigos serralheiros, usando duas bicicletas antigas que ele tinha em casa. Hoje, o projeto recebe doações de voluntários e de instituições como delegacias, e já inspirou outras instituições em Sergipe, na Bahia e em Alagoas.
 
Além de ampliar o círculo social – tanto dos voluntários, como dos deficientes –, os encontros do grupo DV na Trilha também ajudam no desenvolvimento de habilidades esportivas. 


"Eles começam a perceber diferenças também no seu corpo, em função da prática do esporte e, como sempre estamos participando de competições, eles têm a oportunidade de receber medalhas de participação", relatou Simone Consenza, do DV na Trilha.
 
Um exemplo dessa possibilidade de profissionalização é o ex-treinador de cães e hoje atleta Adauto Belle, que perdeu significativamente a visão aos 18 anos. Ele conheceu o projeto enquanto treinava um dos cães de Simone, em 2007, e desde então vem superando metas. 


"Eu sou meio exagerado nas coisas", brinca, em conversa com a DW Brasil. Ele começou a pedalar por lazer e "de repente já estava dentro do Parapan na Colômbia".
 
Na última semana, Adauto completou a prova Brasil Ride, percorrendo de mountain bike, numa Tandem, mais de 600 quilômetros na Chapada Diamantina, em sete dias. Seu companheiro de competição foi o triatleta e voluntário no projeto Leandro Macedo, campeão do Circuito Mundial em 1991, dos Jogos Pan-Americanos de 1995, e representante do Brasil nas Olimpíadas de Sidney e Atenas.
 
Com os últimos resultados, Adauto e Leandro estão se preparando para as Paralimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
 
As rodas também são o meio para tornar acessível uma outra atividade aos portadores de deficiência física: aproveitar um banho de mar. Isso parecia impossível sobre as cadeiras de roda tradicionais, mas com o uso das chamadas "cadeiras anfíbias" – com rodas e materiais especiais que permitem locomoção na areia e flutuação – não há mais barreiras.
 
No estado de Pernambuco, o projeto chamado Praia Sem Barreiras começou na Ilha de Fernando de Noronha, sendo depois implantado nas praias do Recife, Olinda e Porto de Galinhas. Além do banho assistido com as cadeiras anfíbias, o projeto inclui uma tenda de fisioterapia e quadra para prática de vôlei sentado.
 
Já no Rio Grande do Sul, o projeto Praia Acessível começou no ano passado, sendo realizado em várias cidades do litoral gaúcho. Como os equipamentos adaptados, os cadeirantes podem aproveitar o banho de mar assistido, acompanhado por profissionais de educação física, fisioterapia e terapia ocupacional.
 
A educadora física Cláudia Alfama, da Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e Altas Habilidades (Faders), órgão responsável pelo projeto no estado, explica que a vantagem da equipe de apoio é que o banho de mar acaba tenho funções também terapêuticas.
 
"O fisioterapeuta está dando banho conversando com os familiares, dependendo do tipo de deficiência, está falando sobre a importância de alongamento, para melhor a qualidade de vida", diz Cláudia. 


"Nosso objetivo maior é criar uma política de Estado para que as praias de todo o litoral norte, sul e Costa Doce adotem os projetos", aponta a funcionária da Faders.
 
Fonte: DW



30 de set de 2013

Polêmica sobre autismo de Messi é besteira, diz médico pessoal do craque

Messi
 

No último dia 28 de agosto, o escritor e jornalista Roberto Amado, sobrinho de Jorge Amado, deu início a uma história que tomaria grandes proporções nas semanas seguintes. 


Publicou em seu site, o Poucas Palavras, um longo texto dizendo que o craque argentino Lionel Messi foi diagnosticado aos oito anos de idade com Síndrome de Asperger, uma forma branda de autismo que se caracteriza, entre outros sintomas, pela grande capacidade intelectual de quem tem a síndrome.


Apesar das prováveis boas intenções, como a de mostrar que os autistas são capazes de feitos extraordinários, Amado estava errado. Quem o contradiz é Diego Schwarzstein, médico que tratou do principal e conhecido problema de saúde de Messi: uma deficiência hormonal que atrasou seu desenvolvimento.


Procurado pela reportagem do UOL Esporte, Schwarzstein, que ainda vive em Rosario e é a pessoa mais qualificada para falar sobre o assunto, foi taxativo. "Leo nunca foi diagnosticado como Asperger ou qualquer outra forma de autismo. Isso é realmente uma bobagem", afirmou, por e-mail.


Em seu texto, Amado listou uma série de características que supostamente serviriam para provar o autismo de Messi: o modo de chutar ao gol e o uso de dribles parecidos seriam indícios de padrões repetidos, típicos de pessoas com a síndrome. Sua timidez no trato com a imprensa seria outro sinal.
 
No mesmo artigo, ao destacar os feitos impressionantes dos quais os autistas são capazes, Amado citou o caso retratado no filme Rain Main, de 1988, com Tom Cruise e Dustin Hoffman. 


Na verdade, trata-se de outro tipo de autismo, o savant, no qual a pessoa tem uma grande facilidade em uma área intelectual, como realizar cálculos complexos, por exemplo, mas possui um QI baixo - algo bem diferente do Asperger.


O texto de Amado, por trazer depoimentos de pessoas ligadas a entidades de portadores de Síndrome de Asperger corroborando sua tese, foi pouco questionado e acabou se alastrando pela internet. 


Até o deputado federal Romário chegou a escrever a respeito em sua conta de Twitter: "Vcs sabiam q o Messi tem Síndrome de Asperger? É uma forma leve de autismo, q deu a ele o dom do foco e concentração acima de tudo e de todos." Alguns sites chegaram a noticiar que, depois do comentário de Romário, Jorge Horacio Messi, pai do craque argentino, teria ameaçado processar o ex-jogador brasileiro.


Apesar do nome diferente, a Síndrome de Asperger é uma das formas de autismo, porém mais branda. Enquanto os autistas, inclusive os de savant, possuem graus diferentes de deficiência intelectual, as pessoas com Asperger são extremamente inteligentes.


O psiquiatra Estevão Vadasz, coordenador do Programa de Transtornos do Espectro Autista do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da USP (PROTEA), uma das maiores autoridades do Brasil no assunto, explica que a área de excelência do portador da Síndrome de Asperger costuma ser matemática, física e outros campos de exatas.


"Outro fator que vai contra a ideia de que Messi é portador de Asperger é a coordenação motora", afirma Vadasz. "Na maior parte dos casos, os portadores têm baixa motricidade e não se dão bem em atividades em equipe. O Messi, ao contrário, tem um domínio motor sofisticado, e joga muito bem em equipe."


O escritor italiano Luca Caioli, autor da biografia Messi, The Inside Story of the Boy Who Become a Legend, que será lançada no final do ano no Brasil pela L&PM Editores, esteve em Rosario, na Argentina, cidade natal de Messi, para obter informações para o livro.


Conversou com a família do jogador e com o médico Diego Schwarzstein, que foi o primeiro a diagnosticar o problema hormonal que afetava o crescimento de Messi. "Ele era muito fechado em si mesmo e falava pouco, mas nunca soube de nenhum diagnóstico de Síndrome de Asperger", disse Caioli.


Outro jornalista que prepara uma biografia de Messi, o espanhol Guillem Balague, de Barcelona, que comenta o Campeonato Espanhol para a Sky Sports e já escreveu um livro sobre Pep Guardiola, foi taxativo: "essa história é um lixo."
 

Atletas autistas


Existem pelo menos dois casos notórios de autistas que superaram os limites impostos pela síndrome. Em 2006, aos 18 anos, o americano Jason McElwain protagonizou uma história incrível. 


Diagnosticado com autismo logo nos primeiros anos de vida, sempre foi um apaixonado por basquete. Por isso o técnico do time da escola de McElwain, Jim Johnson, deixava que ele ficasse no banco de reservas acompanhando as partidas.


No dia 15 de fevereiro de 2006, na última partida da temporada, o técnico deu o uniforme do time a McElwain e o avisou de que se, no final da partida o time estivesse liderando o placar com folga, ele poderia entrar. Faltando quatro minutos para o fim da partida e com um diferença de dois dígitos, Jason entrou em quadra. O começo indicava uma situação constrangedora. A bola foi passada pra ele. O arremesso sai errado. Novo arremesso, novo erro.


O que se viu a partir daí, no entanto, foi épico. McElwain acertou nada menos que seis arremessos de três pontos e mais um de dois pontos, totalizando 20 pontos em pouco menos de quatro minutos. 


A cada cesta convertida, a torcida explodia no ginásio da escola. O time de McElwain venceu por 79 a 43. O show de Jason foi eternizado ao receber o prêmio ESPY de melhor momento do esporte em 2006, dado pela TV por assinatura americana ESPN, batendo os 81 pontos marcados por Kobe Bryant em uma só partida aquele ano.


Além de dar palestras sobre o autismo, McElwayn escreveu um livro que conta a experiência vivida naquele dia. Os direitos foram comprados por um estúdio de Hollywood e um filme deve ser produzido em breve.


Outro exemplo de superação é o do surfista americano Clay Marzo, de 24 anos. Apesar de surfar desde pequeno e de ganhar prêmios aos dez anos de idade e assinar seu primeiro contrato aos 11, ele só foi diagnosticado com Asperger aos 18 anos. 


Até então, algumas atitudes suas não eram bem vistas no circuito profissional, como a falta de traquejo social com patrocinadores, fãs e colegas de surfe, além de nem sempre seguir corretamente as regras das competições.


Em 2008, o documentário Clay Marzo: Just Add Water (Clay Marzo: Basta Adicionar Água) retratou a dualidade entre o surfe e a síndrome de Asperger na vida de Marzo. Atualmente, ele é voluntário em uma organização que apresenta o surfe para crianças com autismo.


Fonte: UOL Esporte