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22 de nov de 2016

Para ajudar amigo com deficiência visual, alunos começam a praticar goalball




Na cidade de Paraíso do Tocantins (TO), alunos e um professor do Instituto Federal do Tocantins (IFTO) estão utilizando o goalball, uma modalidade de esporte paralímpico, para a inclusão social


A iniciativa começou com o objetivo de incluir o aluno Felipe Mota, que tem deficiência visual e não participava das atividades nas aulas de educação física.


– Eu era meio que isolado de tudo, me sentia insignificante porque eu não fazia nada na aula. Só observava meus colegas praticando esporte – disse o estudante.


Para resolver esse problema, os colegas de Felipe confeccionaram uma bola especial colocando guizos e construíram as traves que possibilitam a prática do goalball. Agora, eles praticam o esporte com os olhos vendados.


– Pra gente que trabalha com educação física ouvir de um aluno que ele não tem nada para fazer na sua aula é muito triste. 


Ao ver a inclusão dele, realmente mexe muito com o seu emocional – declarou o professor Avelino Neto.


O objetivo do grupo do Instituto Federal de Paraíso do Tocantins agora é incluir mais pessoas que tenham deficiência visual a praticar o esporte, como o Felipe.


O goalball é praticado por homens e mulheres com deficiência visual. Por esse motivo, a bola precisa ter guizos e deve se fazer silêncio no ambiente da partida. 


O esporte é praticado por três jogadores de cada lado da quadra e o gol tem 9m de largura por 1,2m de altura. 


A modalidade fez parte das Paralimpíadas do Rio de Janeiro em 2016 e a equipe masculina do Brasil faturou a medalha de bronze nos jogos.


 
 
Fontes: Jornal Floripa / Vida Mais Livre
  
 
 

20 de set de 2016

Shopping promove evento que simula Jogos Paralímpicos





O shopping Rio Sul (RJ) será palco do evento Experimentando Diferenças, até o dia 25/09, das 13h às 21h, que leva ao público a oportunidade de vivenciar sensações similares às dos atletas paralímpicos. 


Numa arena de 130 m2, crianças e adultos podem jogar futebol com olhos vendados, basquete e corrida em cadeira de rodas, bocha, handbike e games com simulação virtual.


"Nosso sonho está sendo realizado, pois nessas Paralimpíadas estamos ganhando, além de muitas medalhas, o coração da torcida brasileira", diz Fernando Rigo, idealizador do projeto, que tem a chancela do Comitê Paralímpico Brasileiro.

O objetivo tem sido cumprido desde a arena que foi montada na Casa Brasil: mobilizar o público para as Paralimpíadas de 2016. 


O sucesso foi tanto que os organizadores conseguiram replicar o evento em vários shoppings da cidade e agora chega ao Rio Sul.


Além dos monitores, que orientam os visitantes, o projeto conta com a participação de paratletas profissionais. 


Pelo menos um campeão mundial estará interagindo com os participantes na arena aos sábados e domingos, sempre no final da tarde.


O Experimentando Diferenças foi criado com a proposta de sensibilizar o público para as conquistas e o valor do atleta paralímpico brasileiro e está na sua 41ª. edição


Consiste em levar às grandes cidades do país atividades esportivas desafiadoras. 


Assim, o público tem a oportunidade de "se sentir na pele" de uma pessoa com deficiência que pratica esporte.



10 de set de 2016

Futebol em cadeira de rodas motorizada busca reconhecimento paralímpico e crescimento no Brasil



No próximo domingo (11/09), o Aterro do Flamengo receberá um amistoso de Power Soccer entre o Clube Novo Ser e o Rio de Janeiro, a partir das 10h. 


Já difundido na América do Norte, Argentina, Uruguai, Europa, Ásia e Oceania, o futebol em cadeiras de rodas motorizadas vem buscando reconhecimento paralímpico e espaço no Brasil.


O Power Soccer permite a participação de pessoas com deficiências severas como a tetraplegia, distrofia muscular e a paralisia cerebral. 


O Comitê Paralímpico Internacional já reconhece a modalidade e a tendência é que o esporte entre no programa dos Jogos Paralímpicos em 2024.


A modalidade no Brasil ainda precisa de muito apoio, uma vez que a Associação Brasileira de Futebol em Cadeiras de RodasABFC não recebe nenhuma colaboração do governo federal em função de ainda não ser um esporte paralímpico. O Brasil ainda não conta com 10 times de Power Soccer.


Mesmo com a falta de recursos, a ABFC realiza anualmente o Campeonato Brasileiro. No power soccer, a Taça Libertadores também ocorre todo ano e ocorre a Copa do Mundo de Seleções regularmente.


“O objetivo do evento é consolidar o esporte no país e incentivar mais pessoas a praticarem, com a criação de novos times por todo o Brasil. Essa modalidade tem mudado a vida de várias pessoas que até então não praticavam esporte algum. O Power Soccer é altamente inclusivo e o único esporte coletivo que contempla pessoas que usam cadeiras motorizadas no dia a dia”, afirma Ricardo Gonzalez, fundador da ABFC.

O power soccer no Brasil


A modalidade chegou ao Brasil em 2011 com a criação da ABFC e do Clube Novo Ser. No primeiro ano foram realizados jogos amistosos e em 2012 foi realizado o primeiro campeonato nacional.


*** 

 

Amistoso – Power soccer



Data: 11/09

Horário: domingo, às 10h,

Local: Aterro do Flamengo

Entrada: franca

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Fonte: Portal Inclusão

 

  

 

31 de ago de 2016

Clube do Palmeiras inclui pessoas com deficiência em tradicional torneio de judô



No último sábado, O time Palmeiras inaugurou no ginásio do Palestra Itália, a categoria "Judô para Todos" no tradicional Torneio Periquito de Judô, organizando pelo clube e que chegou à " 48ª edição neste ano". 


O Periquito de Judô é organizado pelo Palmeiras desde 1968, quando foi fundado o Departamento de Defesa Pessoal (que reunia anteriormente judô, karatê e boxe).


Desde então, ele se desenvolveu e tornou-se uma das principais forjas de campeões do cenário judoca no país, revelando campeões do Brasil e do mundo. 


O presidente da FPJ, Alessandro Puglia, entre outras personalidades e dirigentes do judô brasileiro, também marcaram presença neste sábado.


As lutas foram entre as categorias Sub-9, Sub-11, Sub-13, Sub-15, Sub-18, Sub-21, Sênior e Veteranos. Foram premiados os judocas classificados em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada classe. 


O Palmeiras não concorreu ao troféu por equipes, já que inscreveu número ilimitado de competidores (as demais puderam inscrever até 40 judocas).


O evento também contou com homenagem a Henrique Guimarães, professor e coordenador do judô do Verdão. 
 
 
Há 20 anos, ele conquistou a medalha de bronze nos Jogos de Atlanta, nos Estados Unidos, e tornou-se o único atleta do clube em esportes individuais a subir ao pódio em uma Olimpíada. 
 
 
O Palmeiras tem outros 11 bronzes (basquete e futebol) e o ouro de Gabriel Jesus.

Fonte: Revista Incluir

 

 

Tocha Paralímpica passa por 6 cidades e será acesa com mensagens virtuais




Criada sob o mesmo conceito de “Paixão e Transformação” que a tocha Olímpica, mas com desenho e características próprias, a tocha Paralímpica Rio 2016 também terá um formato peculiar de revezamento. 


Entre quinta (01/09) e segunda (05/09), ela será acesa nas cidades de Brasília (DF), Belém (PA), Natal (RN), São Paulo (SP) e Joinville (SC), que representam as cinco regiões do país.


Na sexta (06/09), o revezamento chega ao Rio de Janeiro e as 05 chamas regionais, mais a que será acesa em Stoke Mandeville (cidade inglesa onde nasceu o movimento Paralímpico) no dia (02/09) se unirão no Museu do Amanhã, no centro da cidade, para formar o fogo que iluminará o Maracanã na cerimônia de abertura dos Jogos. Durante o evento, ela ficará acesa na Candelária, também no centro.


Cada chama representará um valor dos Jogos Paralímpicos: 


  • Brasília igualdade
  • Belém determinação
  • Natal inspiração
  • São Paulo transformação;
  • Joinville coragem.
  • Rio de Janeiro - paixão.


Outra inovação do revezamento da tocha Paralímpica é a possibilidade da participação de internautas de todo o mundo através do Twitter. 


Basta o usuário postar uma mensagem em sua conta na rede social utilizando a hashtag #ChamaParalímpica e o valor da cidade associada para que ele passe a integrar o mapa de calor, gerado de acordo com o volume de postagens por região. 


As tochas de cada cidade serão acesas a partir da energia enviada pelas mensagens. O mapa estará disponível no site rio2016.com.


250 km e 745 condutores

 

Ao longo dos sete dias de revezamento, a tocha passará pelas mãos de 745 condutores, percorrendo a distância de 250km


O trajeto incluiu paradas em pontos icônicos, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, além de locais significativos para o movimento Paralímpico em cada cidade.


 Confira abaixo os locais que serão visitados:



Brasília: 

  • Rede SARAH;
  • ICEP Brasil (Instituto Educacional e Profissionalizante de Pessoas com Deficiência do Brasil);
  • CEE Dev (Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais);
  • CETEFE (Centro de Treinamento em Educação Física Especial). 
  • As cerimônias de acendimento e celebração serão no Parque da Cidade.
 
Belém: 


  • Pro Paz Sacramenta;
  • Saber (Serviço de Atendimento em Reabilitação);
  • CIIC (Centro Integrado de Inclusão e Cidadania);
  •  Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais);
  • NEL Belém (Núcleo de Esporte e Lazer);
  • O acendimento é na Pro Paz e a celebração, na Praça Frei Caetano Brandão.

Natal:


  • IERC (Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos do Rio Grande do Norte);
  • SADEF/RN (Sociedade Amigos dos Deficientes Físicos);
  • Apae;
  • Suvag RN (Sistema Universal Verbotonal de Audição Guberina);
  • CAIC (Centro de Atenção Integrada à Criança); 
  • Adote (Associação de Orientação aos Deficientes);
  • Clínica Pedagógica Professor Heitor Carrilho. 
  • Acendimento e celebração no Palácio dos Esportes Djalma Maranhão.


São Paulo: 


  • CPB (Centro Paralímpico Brasileiro), onde será o acendimento; 
  • CEU Caminho do Mar;
  •  Avenida Paulista; 
  • EMEBS (Escolas Municipais de Educação Bilingue para Surdos) Helen Keller;
  •  Fundação Dorina Nowill para Cegos;
  •  Apae, 
  •  AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).
  • A celebração será no Parque do Ibirapuera.

Joinville: 

  • Zoobotânico; 
  • Mirante; 
  • Bombeiros Voluntários;
  • Apae; 
  • Felej (Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville);
  • Ajidevi (Associação Joinvilense para Integração dos Deficientes Visuais); 
  • As cerimônias são no Centreventos Cau Hansen.

Rio de Janeiro: 

  • Instituto Benjamin Constant; 
  • Cristo Redentor;
  • A cerimônia de acendimento será no Museu do Amanhã.





18 de ago de 2016

Projeto oferece acessibilidade na praia para pessoas com deficiência durante as paralípiadas Rio2016




O projeto PRAIA PARA TODOS, organizado pelo Instituto Novo Ser, retoma as atividades no próximo sábado dia 20/08 das 9h às 14h até dia 25/09, na praia da Barra da Tijuca (Posto 3) no Rio de Janeiro (RJ).


A intenção do Instituto Novo Ser (INS) é consolidar e expandir a ação para que a acessibilidade se torne uma realidade em todas as praias cariocas. 


O objetivo é facilitar o acesso e estimular o contato da pessoa deficiente com a natureza e com o esporte, promovendo a socialização e despertando a atenção dos governantes e da sociedade em geral para a falta de acessibilidade do Rio de Janeiro. 


Além dos aspectos mencionados, a direção do projeto tem como objetivo receber os atletas paralímpicos e os turistas com deficiência.


Nesta intertemporada, será oferecido uma novidade aos usuários: o Sling Training – técnica de suspensão que reduz a ação da gravidade e confeccionada com bambus. A atividade é voltada para o alongamento, exercício físico e bem-estar. 


Os participantes contarão ainda com as atividades tradicionais de esporte adaptado e lazer: banho assistido, vôlei sentado, surf, frescobol e piscina infantil.


Todas as atividades oferecidas no PRAIA PARA TODOS são gratuitas e ministradas por profissionais capacitados das áreas de educação física, fisioterapia e terapia ocupacional, além de estagiários e voluntários do Instituto.  


Ao todo, serão 30 pessoas envolvidas por dia para realização do Projeto.


O PRAIA PARA TODOS vai receber a visita de atletas e consulados.


Confira as datas:

 

  • 20/08 - Visita do Ministro Francês dos Esportes, Thierry Braillard
  • 10/09 - Comitiva da Dinamarca
  • 11/09 - Visita de jovens deficientes das comunidades de Manguinhos e Rocinha organizada pelo Institut Français e a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, tendo em vista a Semana Internacional de acessibilidade e cultura, organizada pelos mesmos em conjunto com o Consulado dos EUA, Consulado do Reino Unido e EU
  • 18/09 - Visita da Ministra Francesa da Luta contra Exclusão, Ségolène Neuville

Atividades e Serviços:

 

  • Banho de mar com as cadeiras anfíbias;
  • Atividades adaptadas:
  • Frescobol adaptado;
  • Piscininha infantil;
  • Vôlei Sentado;
  • Surf Adaptado;
  • Esteira para passagem de cadeiras de rodas;
  • Vagas de estacionamento reservada; 
  • Banheiros adaptados; 

  • sinalização sonora;
  • Rampas de concreto para acesso à areia e às esteiras.



O programa conta com o patrocínio da MICHELIN e de FURNAS. Também conta com a parceria do 2º. e 3º. GMar, 213 Sports, Orla Rio, Rico Surf e Prefeitura do Rio de Janeiro



Fonte: Revista Incluir


5 de ago de 2016

Brasileira é única mulher da modalidade de tiro esportivo na Paralimpíadas




O Projeto Próximo Passo do Instituto Mara Gabrilli apoia 22 atletas de alta performance com deficiência. 


Ente eles está a atleta Débora Campos que irá competir no Tiro Esportivo, em duas modalidades: a pistola 10mm (ar comprimido) e a Pistola esporte 25 metros, modalidade em que ela venceu em 2013 a medalha de ouro nos Estados Unidos, na USA Shooting National Championships.


Débora Campos, pentacampeã brasileira da modalidade teve a perna direita amputada aos 12 anos por conta de uma infecção óssea causada após um atropelamento. 


O esporte começou como um passatempo logo após o acidente,  e em 2009 Débora resolveu praticá-lo profissionalmente. 


Em 2011 ela foi convocada para a Seleção e agora é a única mulher que irá representar o Brasil nas Paralimpíadas do Rio2016. Ela é treinada por seu marido, Alexandre Romão.


Débora Campos  integra a equipe do Projeto Próximo Passo, do Instituto Mara Gabrilli desde 2015.  


O Projeto que tem o   objetivo de estimular  atletas do esporte de alto rendimento   oferecendo estrutura para os treinamentos e suporte técnico, por meio do apoio de empresas que acreditam no  esporte como instrumento facilitador da inclusão de pessoas com deficiência. 



 
 
 

3 de ago de 2016

Casa Brasil apresenta o esporte paralímpico para visitantes dos Jogos do Rio



Quem for ao Rio de Janeiro para acompanhar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos terá a oportunidade de presenciar muito mais do que competições. 


É a chance de entender melhor o mundo do esporte de alto desempenho e, desta forma, compreender o caminho que os atletas percorreram para ficar entre os melhores.


Na Casa Brasil, evento gratuito durante os jogos Rio 2016 que abre as portas nesta quinta-feira, 4, e vai até o dia 18 de setembro, no Píer Mauá, o projeto ‘Experimentando Diferenças’ convida o público a uma mudança de conceitos, de quebra de estigmas e de vivência do esporte paralímpico.


Em uma arena de 180 metros quadrados, cinco modalidades são apresentadas: corrida em cadeira de rodas, bocha desportiva, futebol de cinco, basquete em cadeira de rodas, além do gameduelo sem limites’.



Patrocinado pelas Loterias CAIXA, o ‘Experimentando Diferenças’ nasceu em 2013 para promover a inclusão, divulgar os esportes adaptados e apresentar os atletas


O projeto já passou por 30 cidades e recebeu mais de 150 mil visitantes. Foi escolhido entre 350 inscritos no Programa CAIXA Melhores Práticas em Gestão Local, premiação criada em 1999, inspirada no programa da Organização das Nações Unidas (ONU) ‘Best Practices and Local Leadership Program’.


A Casa Brasil terá 46 dias de atividades em:


  • Esporte; 
  • Cultura; 
  • Turismo e Negócios - com experiências sensoriais e tecnologias audiovisuais;
  • Oficinas;
  • Degustação Gastronômica;
  • Simuladores de Esporte;
  • Realidade Virtual;
  • Shows de Artistas Brasileiros.








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Projeto Experimentando Diferenças


Data: 4 de agosto a 18 de setembro
 

Horário: 10h às 20h

Local: Galpão 02 do Porto Maravilha – Avenida Rodrigues Alves, 10 – Praça Mauá


Evento gratuito

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11 de mai de 2016

Rio de Janeiro recebe evento-teste paralímpico





O Rio de Janeiro receberá, na próxima semana, os principais nomes do atletismo paralímpico mundial


Entre os dias 18 e 21 de maio, o Estádio Olímpico (Engenhão) será o palco do Open Internacional Caixa Loterias. A competição funcionará como evento-teste para os Jogos Rio-2016. 


Esta edição do Open reunirá, ao todo, 316 atletas de 23 diferentes países


Entre eles, estão nomes como o da cubana Omara Durand, atual campeã e recordista mundial dos 100m, 200m e 400m da classe T12 (baixa visão). 


O país caribenho ainda terá os campeões mundiais Leinier Savón (T12) e Yunidis Castillo (T46 – amputado de braço). 


“O Open Internacional será o primeiro grande teste que a Seleção Brasileira terá visando aos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. Não só por testar todo o espaço de competição da Paralimpíada, mas porque estaremos, pela primeira vez no ano, competindo contra os melhores nomes internacionais”, disse Ciro Winckler, coordenador técnico do atletismo paralímpico brasileiro. 


Os Estados Unidos também trarão uma equipe forte ao Rio de Janeiro. Serão nove americanos em ação, dos quais se destacam Lex Gillette – atual bicampeão mundial do salto em distância (T11, para cegos totais) -, Michael Brannigan – campeão mundial em Doha-2015 dos 1.500m e prata nos 5.000m – e Josiah Jamison, campeão paralímpico dos 100m (T12). 


As provas de cadeira de rodas também devem ser bastante concorridas. O suíço Marcel Hug, que, em 16 ocasiões, subiu ao pódio em Mundiais (sete ouros e nove pratas), está inscrito. 


O francês Pierre Fairbank, campeão paralímpico nos 200m em Sydney-2000, também competirá. Entre as mulheres, destaque para a japonesa Wakako Tsuchida, campeã paralímpica nos 5.000m em Atenas-2004.


Alguns estrangeiros devem competir diretamente com brasileiros nos Jogos Paralímpicos.


É o caso da sueca Viktoria Karlsson, que ficou com a medalha de bronze do salto em distância T11 no Mundial de Doha-2015. Ela foi superada, na ocasião, por Silvânia Costa e Lorena Spoladore


O russo Artem Muratov terá a chance de reencontrar Daniel Tavares, por quem foi superado na final dos 400m (T20, para deficientes intelectuais).


O público interessado em acompanhar a competição poderá retirar sua entrada de forma gratuita


Os tíquetes serão distribuídos até 1h30 antes de cada sessão na própria bilheteria do Estádio Olímpico.


Programação da competição:


Quarta-feira (18/05) – 16h às 20h
 
Quinta-feira (19/05) - 16h às 20h
 
Sexta-feira (20/05) - 16h às 20h
 
Sábado (21/05) - 9h às 13h 


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4 de mai de 2016

Professores são capacitados a trabalhar esportes para estudantes com deficiência





Professores de Educação Física, de todo estado de Mato Grosso, estão tendo a oportunidade de fazer capacitação em esportes paralímpicos, e o melhor: os cursos são proferidos pelos maiores especialistas do assunto no Brasil.


Exemplo disso é capacitação em atletismo para pessoas com deficiência, que é realizada em Paranatinga. 


Quem ministra o curso é a professora de Educação Física Rosicler Ravache, que faz parte do Comitê Paralímpico Brasileiro.


Ela, que é do estado de Santa Catarina, foi enviada pelo comitê para dar o curso aos professores em Paranatinga (a 332 quilômetros de Cuiabá). 


Na capacitação, Rosicler ensina os profissionais a como trabalhar a educação física escolar com crianças e adolescentes com deficiência


A ideia é que o profissional sabia preparar essa criança para que, futuramente, ele possa se transformar em um atleta de alto nível.


Por isso os professores aprendem no curso, a classificação funcional do estudante, para saber em qual esporte ele pode ser inserido. 


Nas aulas, também são ensinadas as regras do atletismo adaptado e conceitos sobre a Educação Física para pessoas com deficiência e iniciação paradesportiva.


A professora de Educação Física de Guiratinga, Patrícia Alves, achou única a experiência do curso. 


Ela disse que a capacitação abriu seus horizontes e que pretende aplicar os conhecimentos adquiridos com duas de suas alunas, que são deficientes.


O professor de Capoeira, Eliomar Pedro, de Primavera do Leste, já trabalha com adolescentes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). 


Ele disse que o curso vai lhe dar muito mais subsídios para trabalhar com os alunos.


Ele também elogiou a didática da professora Ravache. “A aula dela é muito dinâmica. Ela ensina a teoria e em seguida já aplica na prática. Desse jeito a aula não fica muito maçante”, destacou o professor.


A professora Rosicler Ravache ministra cursos pelo COB desde 2004. Ela – que também é membro da Academia Paralímpica Brasileira – já proferiu cursos em modalidades paralímpicas nos 26 estados brasileiros.

 

Políticas Especiais



Para o superintendente de Políticas Esportivas Especiais da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer, Mário Márcio Pecora, o governo está promovendo uma mudança no paradesporto em Mato Grosso. 


“É a primeira vez na história que uma gestão estadual tem um olhar diferenciado para as pessoas com deficiência, que representa 26% da população matogrossense”, destaca Pecora.


Ele também ressalta que os cursos são uma oportunidade de emprego e renda para os professores de Educação Física. 


“Pouquíssimas pessoas do estado trabalham com o paradesporto. Então esses cursos são uma nova frente de mercado para o profissional levar em conta”, afirma.


Pecora enfatiza que os cursos paralímpicos fazem parte de um processo de desenvolvimento do país na área de paradesporto em Mato Grosso.


“Esse governo vai mudar a vida das pessoas com deficiência, para que elas nunca mais sintam vergonha. Para que elas nunca mais se escondam e que possam galgar os espaços na sociedade que merecem ter.


Cursos paralímpicos

 


Os curso em modalidade paralímpicas acontecem em todas 10 etapas do Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso. 


Até o momento já foram realizadas quatro capacitações, sendo uma na cidade de Nova Xavantina, uma em São Félix do Araguaia e duas em Paranatinga. Foram ministrados cursos de judô, tênis de mesa, goalball e atletismo.


As capacitações foram viabilizadas pela Superintendência de Políticas Esportivas Especiais, junto ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que direciona os profissionais que irão fazer os cursos nas etapas dos Jogos Escolares da Juventude.



Ainda vão ocorrer cursos nas cidade de Cáceres, Aripuanã, Sinop, São José do Rio Claro, Campos de Júlio e Colíder.