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18 de nov. de 2016

Exposição fotográfica inclusiva no Centro Cultural Correios do Rio




Ao contrário dos museus e mostras tradicionais, a Exposição Fotográfica Lentes da MemóriaA Descoberta da Fotografia de Alberto de Sampaio, 1888-1930 propõe justamente o contrário: “Por favor, toque”. 


Com recurso tátil e audiodescrição, a mostra fica em cartaz até 4 de dezembro, no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro. A entrada é gratuita.


Para quem enxerga, viver essa sensação pode ser uma forma de praticar a empatia, colocando-se no lugar de quem não enxerga e aproveitar a mostra com outro sentido, além da visão. 


É possível passear pelas obras táteis com os olhos vendados ouvindo a descrição de imagens, vivenciando a mesma maneira que as pessoas com deficiência visual têm acesso às informações visuais.


A exposição disponibilizará também maquete tátil do espaço da exposição e de objetos que estarão expostos, como a máquina fotográfica e câmera de filmar, muito utilizadas pelo fotógrafo Alberto de Sampaio.


As fotografias que compõem o acervo audiodescrito também contam com QR Codes para que o público, com deficiência visual ou não, possa acessar a descrição por meio do celular. 


Além dos recursos táteis e de áudio, há profissionais audiodescritores a postos em todos os dias da exposição, de terça à domingo, para receber grupos previamente agendados e acompanhar pessoas com deficiência visual durante a visita.


AÇÕES E HORÁRIOS



Monitores e recursos de audiodescrição disponíveis a todos os visitantes em todo o período da exposição. Audiodescrição gravada em canetas pentops para público com deficiência visual e Audiodescrição ao vivo com monitor para público com deficiência visual.


Audiodescrição ao vivo com monitor audiodescritor para grupos pré-agendados de pessoas com deficiência visual, em horário a combinar pelo telefone: (21) 99466 2096, com Gustavo.

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Exposição Fotográfica Inclusiva “Por favor, toque!”


 
Quando: até 4/12;  de terça-feira a domingo, das 12h às 19h  

Onde: Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro  

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro – RJ  

Fone.: (21) 2253-1580
 

Obs.: entrada gratuita
 

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Fonte:  Vida Mais Livre
 



16 de nov. de 2016

MIS expõe obras de pessoas com deficiência do Instituto Olga Kos




Na quarta-feira, dia 09/11 o Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), abriu uma exposição com obras de participantes do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural (IOK), que atende pessoas com deficiência intelectual, como autismo e síndrome de Down.


O trabalho é inspirado na vida e obra de Verena Matzen, artista plástica argentina que utiliza cores claras e confortantes em seus trabalhos. 


O módulo do qual ela participou teve como objetivo exercitar a memória dos participantes e ajudá-los a conquistar mais autonomia para desenvolver a prática artística.


“Todos estavam muito bem preparados. Fiquei emocionada com a visão das crianças, jovens e adultos que participaram deste módulo. Eles conseguem ver aspectos que muitas vezes não conseguimos enxergar. A sensibilidade é muito aguçada”, disse Verena. 


A exposição faz parte do projeto Resgatando Cultura, do IOK, que edita livros sobre a arte brasileira com intuito de divulgar a diversidade cultural e artística do nosso país. 


O livro sobre Verena, A Cerimônia do Encontro, de Jacob Klintowitz, será lançado no dia 17/11, também no MIS


Já participaram desse projeto artistas como Takashi Fukushima, Marcello Grassmann,  Ivald Granato, Inos Corradin, Mário Gruber e Guto Lacaz, entre outros.  


A previsão é de que, este ano, o IOK atenda cerca de 3.500 pessoas com deficiência intelectual, como autismo e síndrome de Down, por meio da arte e do esporte. 


O resultado desses encontros de Verena com os participantes das oficinas poderá ser conferido até o dia 20/11. 


Todas as obras (dos participantes e da Verena) estarão à venda, e parte da renda será destinada à manutenção do projeto, enquanto outra parte será direcionada ao(s) autor(es) das obras. 


A entrada é gratuita.


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Exposição

 
Data
: de 9 a 20/11

Local: Museu da Imagem e do Som, na Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo

Horáriode terças a sábados, das 12h às 20h e aos domingos e feriados, das 11h às 19h

Entrada gratuita
 

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Lançamento do livro A Cerimônia do Encontro


Data: 17/11

Local: Museu da Imagem e do Som, na Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo  
Horário: das 19 às 22h, com sessão de autógrafos  
Entrada gratuita


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8 de nov. de 2016

Memorial da Inclusão traz exposição tátil sobre modalidades paralímpicas



O Memorial da Inclusão recebeu na segunda-feira (07/11) a abertura da exposição “Despertar a CriativadeJogos Paralímpicos”, na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo


Realizada pela Adere, a exposição apresenta 20 quadros sobre modalidades paralímpicas, que podem ser apreciados pelo tato.


As obras foram produzidas por usuários da Adere durante as oficinas em que trabalham habilidades motoras, cognitivas, criatividade, organização, raciocínio lógico, convivência em equipe, entre outras.


A mostra visa apresentar a criatividade dos artistas, seu olhar estético sobre as paralimpíadas e o respeito ao meio ambiente, já que todas as obras foram realizadas com materiais recicláveis.


Também foi pensado no processo de criação das obras, o papel da sociedade em acolher e valorizar as diferenças dentro da construção de uma nação mais justa e igualitária para todos.

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Despertar a criatividade – Jogos Paralímpicos


Quando: 8 a 29 de novembro de 2016

Horário: - segunda a sexta-feira, das 10h às 17h; 
              - sábados, das 13h às 17h


Onde: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
 
Endereço:  Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – São Paulo – SP (ao lado da estação de trem/metrô Barra Funda)


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4 de nov. de 2016

Exposição fotográfica sobre inclusão no Shopping Iguatemi



Até o dia 28/11, o Shopping Iguatemi Riberão Preto (SP), recebe a Exposição Fotográfica Viva a Inclusão


Além da exposição, o público também poderá conferir um filme criado sobre a campanha, realizado por alunos do jornalismo da Unaerp.


São histórias de superação da pessoas com deficiência,  a ação é uma campanha de aniversário de 30 anos da Revide






Acima a fotógrafa Lídia Muradás  e considera o projeto um dos maiores desafios que já teve na profissão.
 

Atingimos o nosso objetivo que é trazer essa ideia da acessibilidade para discussão da sociedade que precisamos. É necessário chamar a atenção do público para essa discussão”, afirmou Lídia, que acredita que o assunto ainda precisa ser mais discutido no dia a dia.

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Exposição Viva a Inclusão

 

Quando: até o dia 28 de novembro

Onde:
Shopping Iguatemi, Piso Superior
 
Quanto: gratuito


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28 de out. de 2016

Exposição de peças confeccionadas em argila por pessoas com deficiência visual




Um grupo de cegos do Centro de Apoio ao Deficiente Visual de São Gonçalo (Cadevisg), no Porto Velho, realiza uma exposição de peças de argila no próximo dia 04/11 às 14hrs.


O tema da mostra é Ver e Voar, que explora a memória visual guardada na mente de cada pessoa com deficiência, para modelar na argila.


“Esse não é apenas um tema, mas uma condição de vermos. Quando voamos, soltamos a imaginação, dando condições de desenvolvermos nossa arte. Deixamos o coração aberto, a mente voar e as mãos virem para que tudo possa ser mostrado”, contou a professora da oficina e vice-presidente da instituição, Nilza Martins.


A execução do trabalho nas peças de argila começou em março e foi trabalhado durante todo o ano. 


As artes ficarão expostas em caixotes lixados com materiais elétricos pelos próprios alunos com deficiência visual, na Galeria João Carlos Lemos, na própria associação. 


Todas as peças poderão ser adquiridas durante a exposição, e os proprietários terão 15 dias para fazer a retirada na Cadevisg.


Os valores das peças ainda não foram estipulados, mas toda a renda será doada para a oficina, com objetivo de comprar argilas e materiais necessários para a confecção de novas peças.


 

21 de out. de 2016

Memorial da Inclusão recebe mostra Impressões Táteis com esculturas em cerâmica



O Memorial da Inclusão recebe até o dia 29/10, de segunda a sexta, das 10h às 17h, a exposição Impressões Táteis, do escultor  Rogério Ratão. 


Trata-se de 12 obras de cerâmica que podem ser tateadas por pessoas com deficiência visual produzidas entre 1994 e 2015. 


As esculturas apresentam influências de artistas como Victor Brecheret, Lasar Segall, Constantin Brancusi e Amedeo Modigliani. 


O espaço fica na sede da secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, localizada na Barra Funda (SP).


O processo criativo de Ratão, que tem deficiência visual, é pautado na busca por referenciais artísticos adquiridos especialmente em visitas a museus, exposições e no rigor do aprimoramento de sua técnica, por meio da intensa produção, pesquisa e em sua atuação como professor de escultura de cursos para diferentes públicos no Museu de Arte Moderna de São Paulo. 


Além das exposições temporárias, o Memorial da Inclusão tem um acervo fixo que aborda cada uma das quatro deficiências - auditiva, visual, intelectual e física – e conta com atrações como a Sala Preparatória dos Sentidos: um local escuro com painéis de texturas diversas, alteração de temperatura e sensores sonoros e olfativos.





14 de out. de 2016

Braille Bricks: brinquedo inclusivo para crianças cegas





Lew’Lara/TBWA, em parceira com a Fundação Dorina Nowill, desenvolveu os Braille Bricks, um brinquedo para inclusão e alfabetização de crianças cegas. 


Com pequenas alterações em uma peça clássica, é possível criar um alfabeto inteiro, sem perder as características de cada bloco.


É uma ferramenta que desperta a criatividade e estimula a exposição de ideias. Ao mesmo tempo, desenvolve a coordenação motora e sensibilidade tátil dos alunos com deficiência visual.


Além disso, a Fundação também promove uma campanha para convencer os fabricantes de brinquedos a produzirem o brinquedo inclusivo.


Na expoisção de Lego que acontece na OCA, em São Paulo, estão expostos alguns dos Brailles Bricks.



Foto: Letícia Leite
Legenda:  Braille Bricks exposto na OCA em São Paulo



Para saber mais, acesse o site: http://www.braillebricks.com.br/pt/


 

  




MIS apresenta exposição voltada para pessoas cegas






Até o dia 22/10 o Museu da Imagem e Som (MIS) recebe a exposição De Fotografia à Tactography™, que une a fotografia com a tecnologia de Tactography, um espécie de impressão em alto relevo.


Gabriel Bonfim é artista brasileiro, assina a exposição com uma montagem criada para pessoas com deficiência visual. 


“Os visitantes vão se deparar com um movimento diferente de uma exposição tradicional de fotografias. Desta vez, os portadores de deficiência visual serão conduzidos por guias no chão para tocar as obras em Tactography™, enquanto isso, os que têm visão apreciam as obras um pouco mais de longe, como peças brancas em relevo”, comenta Gabriel.


A Tactography™ escaneia o objeto fotografado e mapeia as proporções e profundidade para criação de peças em 3D.


O curador da exposição, o suíço Thomas Kurer dividiu em três séries. Duas delas destacam Andrea Bocelli, famoso tenor italiano  e o jovem bailarino catarinense Denis Vieira, integrante do Ballet da Ópera de Zurique. 


Cada série é composta por 12 imagens tridimensionais. A terceira parte é um pequeno recorte com cinco obras do trabalho autoral de Bonfim em fotografias tradicionais, propondo um olhar especial sobre pessoas em seus arredores, como séries sobre o grupo de fitness de rua Bar-Barians e dançarinos em Nova York e no Rio de Janeiro. 


Durante o período da exposição, haverá apresentações de piano com repertório de música clássica, incluindo canções de Andrea Bocelli.


 
 

29 de set. de 2016

Wheelchair Fest ocupa a rodoviária Novo Rio






Os Jogos Paralímpicos acabaram, mas ainda é possível conferir a exposição de cadeiras de rodas customizadas que integrou o Wheelchair Fest, no Boulevard Olímpico


E mesmo depois dessa data, o evento Wheelchair Fest - uma plataforma multicultural que utiliza a cadeira de rodas como ferramenta de conexão entre pessoas com deficiência e a cultura carioca - deixará seu legado. 


Coube ao artista e cenógrafo PIA criar a cadeira Sonho Simples, que traduz o espírito do evento e lança luz sobre a inclusão de forma natural, refletindo o sonho de uma cidade mais alegre e acessível.  


A obra marca a parceria  Grupo ÚTIL e a Rodoviária Novo Rio, onde ficará exposta até 20/10. A inauguração da 11a obra aconteceu dia 22/09, na Rodoviária Novo Rio, com a participação especial do músico Jonatha Bastos, que tocou na cerimônia de encerramento dos jogos paralímpicos no Maracanã.


“Isso é um legado paralímpico que deixamos para os turistas que ainda estão na cidade em um local como a Rodoviária, que não é apenas porta de entrada, mas de extrema importância para o Rio de Janeiro. Essas empresas tem uma grande sensibilidade em relação as pessoas com deficiência e trabalham muito, internamente, essa responsabilidade social.”, declarou Caio Leitão, diretor do evento que faz parte das comemorações dos 10 anos de atividades da Embaixadores da Alegria, primeira escola de samba voltada para pessoas com deficiência.


Ao todo, onze artistas de diferentes áreas foram convidados para customizar cadeiras de rodas, que ficaram, durante os Jogos espalhadas pela Praça Mauá.


A artista multidisciplinar Mana Bernardes fez da  sua obra um arco-íris com linha e bordados, enquanto o grafiteiro Marcelo Eco desenhou um Saci Pererê com próteses, em uma homenagem aos negros escravos – que aqui chegavam pelo Cais do Valongo (atual Boulevard) e os cadeirantes.  


Completam o time de artistas o ilustrador Felipe Guga, a própria Embaixadores da Alegria, o produtor social Rene Silva, do jornal Voz da Comunidade, o grafiteiro Rafael Doria, os artistas plásticos Katia Wille e René Machado e o designer de luz Tomás Ribas. 


Já o Instituto Municipal Nise da Silveira participou com um coletivo de seus pacientes e alunos. 


A direção de conteúdo é  assinada por Caio Leitão, especialista em marketing cultural e um dos fundadores da instituição, curadoria de Fernanda Sattamini,


“A Embaixadores da Alegria está em festa por seus dez anos de atividades. E o evento é uma maneira inefável que encontramos de mostrar que existe possibilidade de diálogo entre as diferenças, por meio da arte”, afirma Caio.



 
 
 

4 de set. de 2016

Museu do Butantan promove oficina de autorretrato em relevo





O Museu de Saúde Pública Emílio Ribas, pertencente ao Instituto Butantan, em parceria com o Museu Osório César do Complexo Hospitalar do Juquery, promovem neste mês de setembro a oficina Toque


A iniciativa faz parte da grande mostra “Mais que Humanos, Arte no Juquery” que ficará em cartaz até fevereiro de 2017.


A oficina de autorretrato facial em relevo será realizada em dois módulos, sendo que em uma delas os visitantes produzirão autorretratos feitos de papel machê


O trabalho será orientado por Hélio Schonmann, artista visual e coordenador do projeto TOQUE


A atividade integra o projeto da curadoria educativa, concebida pela artista visual e pesquisadora Lilian Amaral.


As peças serão incorporadas à instalação Toque, que tem o objetivo incentivar a criação do observador, incluindo as pessoas com deficiência visual. 


A instalação de parede é conjunto modular de autorretratos em relevo. Um trabalho que discute vínculos e tensões entre identidade individual e identidade coletiva, na sociedade contemporânea.


Além desta oficina programada para o mês de setembro, a programação da mostra Mais que Humanos, Arte no Juquery conta com mesas redondas, conversas literárias, cine-debates, oficinas, mostras e intervenções artísticas


Estão expostas mais de 100 obras de pacientes que estiveram em condição manicomial e frequentaram o Ateliê Livre criado pelo psiquiatra Dr. Osório César, na década de 1950: esculturas em argila, pinturas e também algumas peças do mobiliário histórico da instituição.


Para o público espontâneo (população em geral a partir dos 12 anos de idade) a visita é livre, podendo ser feita com ou sem o acompanhamento dos educadores. Também é possível agendar uma visita mediada na recepção do museu.


Para grupos escolares (ensino fundamental II em diante), a partir de 15 pessoas, é necessário agendamento, sendo oferecidas atividades educativas específicas para os grupos.


O Museu de Saúde Pública Emílio Ribas do Instituto Butantan fica localizado na Rua Tenente Pena, 100, no Bom Retiro, em São Paulo (SP). 


Mais informações e a programação completa estão disponíveis no site www.butantan.gov.br


Fonte: Revista Incluir

 

 

Motel com acessibilidade é destaque no 4º Motel Design durante a Equipotel 2016



A Associação Brasileira de Motéis (ABMOTÉIS) irá participar da Equipotel, principal encontro do setor de hospitalidade, alimentação e serviços da América Latina, promovendo o Motel Design, que trará importantes tendências para mercado moteleiro, entre os dias 19/09 e 22/09, no São Paulo Expo, na capital paulista.


Neste ano, o grande chamariz será uma suíte com acessibilidade, que tem como objetivo demonstrar um projeto universal, contemplando espaços que atendam a qualquer pessoa, independente de ter ou não deficiência, somada a qualidade visual.


Algumas soluções que serão demonstradas:

 

  • Altura mais apropriada da cama no caso de transferência para cadeira de rodas;
  • Sanitário com espaço na área da bacia sanitária e barras;
  • Chuveiro com assento;
  • Torneiras com alavanca;
  • Melhor posicionamento do espelho na pia e espaço maior para facilitar a locomoção na suíte para aqueles que são obesos ou utilizam cadeira de rodas.

“O estande da ABMOTÉIS na Equipotel é o local onde os empresários do setor se reúnem para trocar ideias e falar sobre as novidades e tendências, principalmente em termos de qualidade, modernização das instalações e equipamentos, além do investimento nos apartamentos com tecnologias de última geração. Neste ano, o desafio é reunir a beleza e acessibilidade em um único espaço”, declara Eusébio Ribeirinha, presidente da ABMOTÉIS.


O executivo ainda destaca que os pontos positivos do projeto do quarto acessível e com desenho universal foram tantos que o ambiente não pode ser considerado especial para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, 


já que o conceito proporciona mais conforto e segurança a qualquer usuário.



Para mais informações, acesse: http://www.abmoteis.com.br/


Fonte: Revista Incluir

 

 

5 de jul. de 2016

Cenas clássicas do cinema são recriadas com pessoas com deficiência








A dança oferece vários benefícios às pessoas com deficiência, como o próprio lazer, o reconhecimento pessoal e o desenvolvimento profissional. 


Assim, a ONG britânica "People Dancing", em parceria com o fotógrafo Sean Goldthorpe, criou uma série de imagens intitulada 11 Milion Reasons, em português 11 Milhões de Razões, que busca quebrar padrões através da arte.



O projeto reúne pessoas com deficiências auditiva, visual e física, e recria umas das cenas mais icônicas do cinema. 


O principal objetivo é mudar a percepção sobre a dança e as deficiências por meio de imagens positivas, e mostrar que qualquer pessoa pode ser o que quiser. 


As fotos foram capturadas em um período de três meses, em 12 locais diferentes e envolveu mais de 160 pessoas até sua conclusão

 

 

Veja a seguir fotos do fotógrafo Sean Goldthorpe





A imagem está na horizontal. Uma mulher está de costas em um palco escuro, com três holofotes virados para ela. Vestida de bailarina com uma saia de tule, seus cabelos estão presos e ela possui uma prótese na perna esquerda.
Cena de "Cisne Negro


A imagem está na horizontal e possui um fundo cinza. Um rapaz de cabelos escuros, vestindo um casaco preto, levanta pela cintura uma mulher de cabelos loiros que veste um vestido cor de rosa. Ela está com os pés bem esticados e os braços para trás.
 Cena de "Dirty Dancing - Ritmo quente"


A imagem está na horizontal, com um fundo escuro. O cenário é de discoteca, com  um globo e luzes amarelas e vermelhas. No centro da pista de dança está um homem vestido com roupas brancas em uma cadeira de rodas.
Inspirado em cena de "Os Embalos de Sábado à Noite"


A imagem está na horizontal. O fundo é escuro com holofotes de luzes azuis. No centro há cinco mulheres, todas estão vestidas de preto. A primeira, da esquerda para a direita, usa botas, possui cabelos escuros e está sentada em uma cadeira de madeira. A segunda possui cabelos escuros e longos e está sentada em uma cadeira de rodas. A terceira Possui cabelos castanhos claros e longos e está sentada em uma cadeira de madeira. A quarta possui cabelos castanhos escuros, curtos e está em uma cadeira de rodas. A quinta e última Está sentada em uma cadeira de madeira, possui cabelos castanhos claros, na altura dos ombros e possui síndrome de down.
 Inspirado em cena de "Chicago"
 


A imagem está na vertical. O fundo é claro, ao ar livre, com árvores secas e algumas casas brancas ao fundo. Está chovendo, no chão há poças de água. Há um homem negro, com deficiência visual, vestido com um terno preto, camisa branca , gravata vermelha e um chapéu preto. Ele se segura em um poste e inclina seu corpo para frente segurando uma bengala.
  Inspirado no clássico "Cantando na Chuva"


A imagem está na vertical, o fundo é dourado brilhante. Há quatro homens, todos vestidos com calças pretas, camisas brancas semiabertas e chapéus pretos. Os três primeiros da esquerda para a direita estão em pé, já o último está sentado em uma cadeira de rodas.
  Cena de "Ou Tudo ou Nada"
 





Fonte: Revista Incluir



2 de mai. de 2016

Exposição sensorial chega ao Memorial da Inclusão




O Memorial da Inclusão recebe a exposição Duplo Acesso: Sair da Superfície”, de 2 a 30 de maio. 


A mostra de arte contemporânea conta com 5 instalações sensoriais, nas quais o visitante é convidado a experimentar a interação com as obras em um contexto fora do usual. 


A montagem foi concebida pela artista plástica Diana Tsonis, formada pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP.


O visitante conta com a instalação “A pele das coisas”, onde objetos construídos com arame moldável ficarão expostos em cavaletes. 


Com vendas, os visitantes sem deficiência também podem experimentar a sensação. 


Na sequência, em “Poesias em braile”, há poemas expostos em feltro adesivado sobre o expositor de vidro. 


A ideia do feltro é de pensar diferentes possibilidades de confecção e contatos com a leitura em braile.


No “Cinema Cego” traz a exibição de curta-metragem com depoimentos de pessoas com deficiência visual, o espaço tem um aparelho televisor, dois bancos e uma mesa, simbolizando uma sala de estar. 


Em “Feche os olhos e imagine”, duas espreguiçadeiras, fones de ouvido com áudio descrição de um texto que remete a própria temática da exposição permitem a imersão do visitante no universo da exposição. E por fim, em 


Saia da superfície”, uma cortina sensorial azul com ondulações e um instrumento musical imitando o som do mar, será simbolizada a reflexão da passagem.


Além das exposições temporárias, o Memorial da Inclusão tem um acervo fixo que aborda cada uma das quatro deficiências – auditiva, visual, intelectual e física – e conta com atrações como a Sala Preparatória dos Sentidos: um local escuro com painéis de texturas diversas, alteração de temperatura e sensores sonoros e olfativos.


Inaugurado no dia 3 de dezembro de 2009, o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência tem o propósito de reunir em um só espaço fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiências.


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Duplo Acesso: Sair da Superfície


 
Quando: De 02 até 30 de Maio (segunda à sexta-feira)
 
Horário: das 10h às 17h

Onde: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
 
Endereço: Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564, Portão 10, Barra Funda, São Paulo – SP

Fone.: (11) 5212-3727


Obs.: É possível agendar visitas pelo e-mail memorial@sedpcd.sp.gov.br


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