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21 de out. de 2016

Oficina de atores de pinheiros e o grupo TECE doam ingressos ao projeto Velho Amigo




A partir do próximo sábado dia 22/10, , a oficina de Atores de Pinheiros e o grupo Teatro Contemporâneo Experimental (TECE) em parceria com a MShoes, marca de sapatos, sapatilhas, botas e sapatenis para homens; doará 50 ingressos todos os sábados aos idosos do projeto Velho Amigo para a peça teatral  


A Fantástica Viagem ao Mundo Encantado.  A associação, sem fins lucrativos, contribui, desde 1999, com o bem-estar de cerca de 1.300 idosos (19 asilos), por meio de assistência e do desenvolvimento social, da educação, do esporte, da cultura e do lazer.


A peça é uma adaptação do "Sítio do Pica-Pau Amarelo", com músicas e personagens de Monteiro Lobato. 


A temporada vai até 06/11, aos sábados e domingos, no Teatro Maria Della Costa, à Rua Paim, 72, Bela Vista, São Paulo.


Para mais informações: (11) 3256-9115.



1 de set. de 2015

Saiba como obter o benefício assistencial ao idoso e à pessoa com deficiência




É a garantia de um salário mínimo mensal ao idoso acima de 65 anos ou ao cidadão com deficiência física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo, que o impossibilite de participar de forma plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais pessoas.


Para ter direito, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja menor que 1/4 do salário-mínimo vigente. 


Esta renda é avaliada considerando o salário do beneficiário, do esposo(a) ou companheiro(a), dos pais, da madrasta ou do padrasto, dos irmãos solteiros, dos filhos e enteados solteiros e os menores tutelados, desde que residam na mesma casa.


Por se tratar de um benefício assistencial, não é necessário ter contribuído para o INSS para ter direito a ele. No entanto, este benefício não paga 13º salário e não deixa pensão por morte.


Informe-se no CRAS: o cidadão pode procurar o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo da sua residência para esclarecer dúvidas sobre os critérios do benefício e sobre sua renda familiar, além de receber orientação sobre o preenchimento dos formulários necessários.

 

Principais requisitos


  • Possuir renda familiar de até 1/4 do salário mínimo em vigor, por pessoa do grupo familiar (incluindo o próprio requerente)
  • Para o idoso: idade superior a 65 anos, para homem ou mulher;
  • Para a pessoa com deficiência: ser pessoa com deficiência física, mental, intelectual ou sensorial que impossibilite o titular de participar de forma plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais pessoas que não possuam tal impedimento;
  • Possuir nacionalidade brasileira;
  • Possuir residência fixa no país;
  • Não estar recebendo benefícios da Previdência Social.

 

Documentos e formulários necessários


Para ser atendido nas agências do INSS você deve apresentar um documento de identificação com foto e o número do CPF, além da documentação dos componentes do seu grupo familiar.


Veja a relação completa de documentos e formulários que devem ser apresentados aqui.

 

Outras informações


  • Comprovação da deficiência: a deficiência é analisada pelo Serviço Social e pela Perícia Médica do INSS.
  • Idoso em asilo: a condição de acolhimento em instituições de longa permanência, assim entendido como hospital, abrigo ou instituição congênere não prejudica o direito do idoso ao recebimento do benefício.
  • Renda da família do idoso: o Benefício Assistencial ao Idoso já concedido a um membro da família não entrará no cálculo da renda familiar em caso de solicitação de um novo benefício de Amparo Assistencial para outro idoso da mesma família.
  • Concessão ao recluso: o recluso não tem direito a este tipo de benefício, uma vez que a sua manutenção já está sendo provida pelo Estado.
  • Concessão ao português: o português pode ter direito ao benefício, desde que comprove residência e domicílio permanentes no Brasil.
  • Deficiente contratado como aprendiz: a pessoa com deficiência contratada na condição de aprendiz poderá acumular o BPC/LOAS e a remuneração do contrato de aprendiz com deficiência, e terá seu benefício suspenso somente após o período de dois anos de recebimento concomitante da remuneração e do benefício.
  • Trabalho da pessoa com deficiência: a pessoa com deficiência que retornar a trabalhar terá seu benefício suspenso.
  • Requerimento por terceiros: caso não possa comparecer ao INSS, o cidadão tem a opção de nomear um procurador para fazer o requerimento em seu lugar. Consulte também informações sobre representação legal. No entanto, o requerente deve estar presente para a avaliação social e a perícia médica.

 

Ficou alguma dúvida?


Em caso de dúvidas, ligue para a Central de Atendimento do INSS pelo telefone 135.
 

O serviço está disponível de segunda a sábado das 7h às 22h (horário de Brasília).


 



25 de ago. de 2015

Projeto mapeia caminhar de idosos para prevenir quedas



Cientistas do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, desenvolvem um projeto que visa prevenir as quedas de idosos. 


A iniciativa é composta de testes que permitem mapear o caminhar destas pessoas. 


O CeMEAI é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). 


O Centro é especialmente adaptado e estruturado para promover o uso de ciências matemáticas (em particular matemática aplicada, estatística e ciência da computação) como um recurso industrial.


Os testes são simples e os idosos são preparados para os exercícios pelas alunas de gerontologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Caroline de Oliveira Silva e Patricia Bet. 


O grupo de pessoas foi selecionado na Fundação Educacional de São Carlos (FESC), onde está a Universidade Aberta da Terceira Idade (UATI).


Um dos desafios é uma caminhada de seis minutos. O percurso é de 12 metros (m) e o objetivo é caminhar em linha reta, ida e volta, até completar o tempo. 

Cada passo é acompanhado e cronometrado pelas estudantes. Na cintura, o idoso coloca o acelerômetro, um aparelho que mede a mudança de velocidade durante o trajeto.


Há também outros exercícios de coordenação motora e cognitiva. No TUG (sigla de Timed Up and Go), o idoso intercala o caminhar com o sentar. 


Ele começa sentado e tem um percurso de 3m para fazer, até dar meia-volta, refazer o trajeto (mais 3m) e se sentar novamente. 


A primeira vez é simples assim. Na segunda, o percurso é feito com um copo de água em mãos. Na terceira vez, é preciso fazer contas de cabeça enquanto caminha. E não só isso: também é necessário trocar de bolso algumas moedas  tudo para saber o quanto a distração influencia no passo do idoso

 

Veja o Vídeo:  

 

 

 

Perda de memória

 

Os idosos também preenchem formulários de identificação e questionários para detectar indícios de perda de memória ou falta de atenção. 


“Sabemos que existe um alto índice de queda em idosos e que os seus agravos são um importante problema de saúde pública. Já existem alguns estudos que usam o acelerômetro para detectar o risco de queda. Porém, são em ambientes simulados e geralmente com pessoas jovens”, diz Caroline.


Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que, por ano, são 424 mil mortes por quedas no mundo. De 30% a 60% da população com mais de 65 anos caem uma vez ao ano, e parte dessas quedas (de 40% a 60%) termina com algum tipo de lesão. 


“Muitas vezes, o idoso começa a cair muito e se limita, acha que ele tem que morar com o filho para ter maior suporte. Então, se a gente tiver esse suporte propriamente na casa do idoso, possibilita sua maior independência”, comenta Patrícia.


Depois da coleta, é feita a análise dos dados. No Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, eles são interpretados e transformados em modelos matemáticos e algoritmos. 


O professor do ICMC, Moacir Ponti, explica que todos os testes são convertidos em gráficos e tabelas. Os pesquisadores analisam, por exemplo, a relação intensidade/tempo. 


“Nós pretendemos, a longo prazo, conseguir extrair um modelo desses dados que permita acompanhar um paciente e prever se houve uma mudança no padrão do seu movimento e que poderia predispor a queda”, completa Ponti.


Quem também integra o grupo de pesquisa é o pesquisador do CeMEAI e também do ICMC André Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho, da área de Inteligência Computacional. 


Ele explica que a ideia é fazer com que os idosos usem o acelerômetro em casa e que, em eventual mudança de padrão de caminhada, um responsável ou o próprio médico do paciente seja alertado da possibilidade da queda. Além disso, o aparelho também deve ser adaptado. 


“Uma coisa que o idoso nem perceba que esteja usando. Por exemplo um relógio desses mais modernos que têm funções inteligentes e que tenha o acelerômetro”, conclui Ferreira de Carvalho.

Para Paula Castro, professora do curso de Gerontologia e coordenadora da pesquisa na UFSCar, a longo prazo a intenção é mudar as estatísticas e introduzir o mapeamento de risco de quedas nas políticas públicas. 


“As intervenções do sistema público podem ser focadas em atender especificamente as pessoas que caem ou que vão cair, e, assim, melhorar o atendimento do ponto de vista de rapidez e de qualidade e diminuir os gastos com saúde pública”, conclui a pesquisadora.


Além do ICMC, o CEPID-CeMEAI conta com outras seis instituições associadas:



  • Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (CCET-UFSCar); 

  • Instituto de Matemática Estatística e Computação Científica da Universidade Estadual de Campinas (IMECC-UNICAMP); 

  • Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista (IBILCE-UNESP); 

  • Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (FCT-UNESP);

  • Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE); 

  • Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP).


Aposentados receberão adiantamento do 13º em setembro



O pagamento da primeira parcela do 13º salário para mais de 28 milhões de segurados da Previdência Social começa no dia 24 de setembro. No total, serão pagos cerca de R$ 16 bilhões.



Essa é a terceira vez que o adiantamento – estabelecido em 2006 – será depositado junto aos benefícios de setembro. 


Os pagamentos seguem até o dia 7 de outubro. O decreto com a medida será publicado nos próximos dias.



Nesta primeira parcela não será descontado o Imposto de Renda – no caso de valores que estejam dentro das faixas de cobrança. 


De acordo com a legislação, o IR sobre o 13º só será pago quando for depositada a segunda parcela da gratificação natalina, de 24 de novembro a 7 de dezembro. 


Entre os beneficiários da antecipação, cerca de 70% recebem o salário mínimo, e não terão o desconto.



Os depósitos começam no dia 24 para os segurados que recebem até um salário mínimo e possuem cartão com final 1, descontando-se o dígito. 


Os segurados que recebem acima do mínimo terão seus benefícios creditados a partir do dia 1º de outubro.



O extrato mensal de pagamento estará disponível para consultas na página do Ministério da Previdência Social na internet a partir do dia 24 de setembro.

 

Valor da antecipação




Aposentados e pensionistas, em sua maioria, receberão 50% do valor do benefício. 


A exceção é para quem passou a receber o benefício a partir de janeiro desse ano. Neste caso, o valor será calculado proporcionalmente.



Os segurados que estão recebendo Auxílio-Doença também terão uma parcela menor do que os 50%. Como esse é um benefício temporário, é calculada a antecipação proporcional ao período. 


Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais (Loas) não têm direito ao 13º salário, o que corresponde a cerca de 4,380 milhões de benefícios.



Fonte: Portal Brasil


22 de jul. de 2015

Demência vascular é mais comum que Alzheimer em idosos



Pesquisas realizadas em cérebros armazenados no Banco de Encéfalos da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) revelam maior prevalência de demência vascular e doença de pequenos vasos entre idosos, em comparação com a da doença de Alzheimer. 


Os estudos realizados no Banco, organizado pelo Grupo de Estudos em Envelhecimento Cerebral, encontraram alterações decorrentes de lesões cerebrais causados por problemas da circulação sanguínea, compatíveis com o quadro de demência vascular. 


A descoberta pode auxiliar na prevenção da doença, associada a fatores de risco cardiovascular, como hipertensão e diabetes.


Anteriormente, acreditava-se que a principal causa de demência entre idosos brasileiros era a doença de Alzheimer, a exemplo do que era verificado em estudos realizados no exterior. 


“A pesquisa avaliou 1.291 casos, sendo que 113 atenderam os critérios para o grupo ‘demência’, e entre os restantes, foram sorteados 100 para o grupo ‘controle’”, diz a professora Lea Grinberg, da FMUSP, que coordenou a pesquisa. 


“Os critérios de inclusão no grupo ‘demência’ foram ter mais de 50 anos, apresentar demência moderada ou grave e ter doado o cérebro para o Banco de Encéfalos”.


Os pesquisadores realizaram análises neuropatológicas, que verificaram a existência de lesões vasculares, tipo infarto ou arteriosclerose, ou depósitos de proteínas características de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. 


“Para isso, usamos técnicas de imuno-histoquímica”, aponta Lea. “Em todos os casos, os dados clínicos foram obtidos com os familiares e um grupo de especialistas analisou os dados para chegar a um diagnóstico clínico”.


Os resultados da pesquisa comprovaram a hipótese de que na população de São Paulo grande parte dos casos de demências poderiam ter sido prevenidos se os fatores de risco cardiovasculares, como pressão arterial, colesterol e obesidade, tivessem sido tratados adequadamente. 


“Não existe tratamento para a demência, mas é possível evitar ou retardar seu aparecimento quando a causa é um problema da circulação sanguínea”, ressalta a professora. 


“Há consciência de que o controle de fatores de risco vasculares têm impacto positivo na saúde do coração. A pesquisa mostra que esse efeito pode se estender ao cérebro”.


Biobanco

 

O Banco de Encéfalos do Grupo de Estudos em Envelhecimento Cerebral da FMUSP surgiu a partir de um projeto pontual de pesquisa iniciado em 2003, que visava analisar 500 cérebros. 


“O objetivo é manter um biobanco para apoiar a realização de pesquisas sobre envelhecimento e doenças neurodegenerativas relacionadas”, conta a professora Renata Leite, que coordena as atividades realizadas no Banco de Encéfalos. 


“Atualmente, estão armazenados cerca de 3.500 cérebros”. Os cérebros são obtidos junto ao Serviço de Verificação de Óbitos da Capital (SVOC) da USP, responsável por esclarecer a causa de morte em casos de morte natural (causas não externas).


As famílias comparecem ao Serviço para reclamar o corpo, procedimento que envolve a assinatura de documento dando consentimento à autópsia. Nesse momento, a equipe do Banco de Encéfalos aborda a família para solicitar a doação do cérebro. 


“Uma vez realizada a doação, é feita a coleta”, relata a professora da FMUSP. 


“Parte dos encéfalos é conservada em formol e a outra é congelada”. O índice de concordância com a doação é de 94%. 


A prioridade é para os cérebros de pessoas com mais de 50 anos, para servir de suporte aos estudos sobre envelhecimento.


A equipe do Banco conta com três pesquisadores-seniores, os professores da FMUSP, Wilson Jacob Filho (área de Geriatria), Ricardo Nitrini (Neurologia) e Carlos Augusto Gonçalves Pasqualucci (Patologia), diretor do SVOC. 


Também participam os professores Renata Ferretti, da Escola de Enfermagem (EE) da USP, que coordena a abordagem junto às famílias dos doadores, Renata Leite e Lea Grinberg, da área de Patologia da FMUSP, Claudia Suemoto e José Marcelo Farfel (Geriatria), além de alunos de iniciação científica e pós-graduação.


O Banco de Encéfalos venceu o 7º Prêmio Inovação Medical Services, na categoria Ações, em premiação da área de saúde pública realizada pela empresa Sanofi, no último mês de maio. 


O estudo sobre demência vascular é descrito em artigo da revista Clinics, assinado por Lea Grinberg, Ricardo Nitrini, Claudia Suemoto, Renata Ferretti, Renata Leite, José Marcelo Farfel, Erika Santos, Mara Patrícia Guilhermino de Andrade, Ana Tereza Di Lorenzo Alho, Maria do Carmo Lima, Katia Oliveira, Edilaine Tampellini, Livia Polichiso, Glaucia Santos, Roberta Diehl Rodriguez, Kenji Ueda, Carlos Augusto Gonçalves Pasqualucci e Wilson Jacob-Filho.







1 de jul. de 2015

Exercícios podem ajudar idosos a manter o foco


 


A habilidade de descartar informações irrelevantes tende a diminuir com idade. Isso pode dificultar coisas simples, como uma conversa no restaurante, onde outros sons atrapalham e confundem o assunto. 


Agora, uma nova pesquisa sugere que essas interferências podem ser combatidas com alguns exercícios.

Cientistas da Universidade Brown recrutaram idosos e jovens em torno dos 20 anos para um experimento visual. 


Apresentaram a eles uma sequência de letras e números e pediram que falassem apenas os algarismos, de forma que passaram um tempo considerável propositalmente ignorando as letras. Em alguns momentos, os sinais gráficos se moviam aleatoriamente; em outros, se inclinavam claramente para uma direção, o que tornava ainda mais difícil desconsiderá-los.

Em seguida, os pesquisadores perguntaram aos voluntários sobre os sinais que eles deveriam ter ignorado. 


Os jovens não souberam responder, o que indica que foram capazes de suprimir as informações desnecessárias para a tarefa e focar os números. 


Já os participantes mais velhos aprenderam acidentalmente os padrões dos pontos, de acordo com a precisão de suas respostas em relação ao caminho percorrido pelos sinais, o que indica que não foram capazes de desconsiderar dados irrelevantes, conforme os cientistas relataram na Current Biology.

Em outro estudo, publicado na Neuron, cientistas da Universidade da Califórnia mostraram que alguns exercícios podem ajudar a deixar o cérebro maduro menos distraído. 


A técnica provocou efeitos positivos tanto em ratos como em humanos mais velhos. 


Os pesquisadores dispararam três sons diferentes e recompensaram aqueles que conseguiam identificar um tom-alvo e ignorar uma frequência que tentava distraí-los. 


À medida que se aperfeiçoavam, os cientistas tornavam a tarefa mais complexa: ficava cada vez mais difícil distinguir os sons.

Após o treinamento, tanto os camundongos quanto as pessoas cometeram menos erros relacionados à distração em testes de atenção e memória. Gravações cerebrais eletrofisiológicas mostraram aumento nas respostas neurais associadas à concentração.
 
Estudos anteriores sobre exercícios cerebrais sugeriam erroneamente aumentar o foco para diminuir a distração. 
 
 
“Esses dois aspectos não são dois lados da mesma moeda”, argumenta o neurocientista Adam Gazzaley, autor do estudo. 
 
 
“Pessoas mais velhas têm a mesma capacidade de foco de jovens de 20 anos. A dificuldade é específica para ignorar distrações.”
 
 
 
 
 

15 de jun. de 2015

Atividade física beneficia a terceira idade

 


A busca por uma vida saudável, privilegiando uma velhice com qualidade, é muito comum de encontrar entre as pessoas da sociedade atual. 


No entanto, além de uma alimentação que proporcione benefícios ao organismo tanto a curto quanto a longo prazo, a prática de atividades físicas é imprescindível para chegar à velhice sem problemas de saúde.

 
De acordo com estudo feito por pesquisadores britânicos, a vida sedentária pode acelerar o processo de envelhecimento, além de poder aumentar em 22% o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e entre 10 e 16% os riscos de câncer de mama, colo e reto.

 
Além dos benefícios físicos que a prática de exercícios pode proporcionar, (maior equilíbrio, flexibilidade, força muscular), eles também melhoram a memória, por conta da concentração, raciocínio e aprendizado motor exigidos durante o processo.

 
A terceira idade costuma apresentar maiores chances no surgimento de doenças e infecções e a atividade física auxilia também neste campo. 


Idosos praticantes de exercícios físicos apresentam menor incidência de infecções respiratórias e urinárias e, ainda, apresentam uma recuperação mais rápida quando acometidos por alguma afecção. , explica Fernanda Varkala Lanuez, docente do curso de Fisioterapia da Uninove. 






24 de abr. de 2015

INCIDÊNCIA DE QUEDAS EM IDOSOS: Uma questão de saúde Pública


 


O aumento da longevidade na população brasileira tem gerado uma série de situações novas para as famílias, não menos impactante para as políticas públicas de saúde, reabilitação e qualidade de vida de pessoas tão frágeis, como os idosos.


Dados do Censo do IBGE 2010 revelaram que 23,9% da população brasileira residente no país possuíam pelo menos uma das deficiências: visual, auditiva, motora e mental ou intelectual. Ademais, a deficiência, de todos os tipos, teve maior incidência na população de 65 ou mais anos, o que significa a necessidade de maior investimento em serviços públicos para minimizar efeitos da relação do envelhecimento com a perda de funcionalidades. 


A deficiência visual teve maior prevalência em todos os grupos de idade, sendo bastante acentuada no grupo de acima de 65 anos, ocorrendo em quase a metade da população desse segmento (49,8%).


Desse modo, a associação da deficiência com o envelhecimento contribui para o aumento da incidência de acidentes domésticos, como quedas da própria altura, frequentemente, relacionados à disposição dos móveis, distribuição de tapetes, um ou outro relevo na disposição linear do piso, entre outras barreiras que cerceiam a livre circulação dos idosos dentro de seus próprios lares. 


Como a maioria dos adultos jovens (filhos, netos, bisnetos e demais entes familiares de outras gerações) costuma se preocupar apenas com a estética dos ambientes domésticos, sem atentar para o fato de que o aparentemente belo pode não corresponder ao seguro e adequado caminhar dos idosos dentro de casa.


Inevitavelmente, os índices de quedas tendem a crescer em graves proporções, e já constituem problema de saúde pública, pelos custos elevados com procedimentos emergenciais de média e alta complexidades, em unidades hospitalares públicas ou privadas. 


Ainda que o idoso seja atendido na rede hospitalar particular, maioria ocupa leitos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS), cujos custos da internação e demais procedimentos hospitalares são pagos pelo erário público.


Os fatores responsáveis pela incidência de quedas têm sido classificados como intrínsecos, se relacionados ao indivíduo e decorrentes de alterações fisiológicas do envelhecimento, como limitações nos órgãos dos sentidos, alterações dos reflexos e do aparelho locomotor; sedentarismo, doenças e efeitos causados pelo uso de medicações. 


E extrínsecos, fatores dependentes de ocorrências sociais e ambientais, que criam desafios ao idoso, como iluminação inadequada, superfícies escorregadias, degraus altos, ausência de corrimãos nos corredores e banheiros e calçados inadequados.


Dependendo do quadro clínico do idoso e do controle das doenças crônicas não transmissíveis (hipertensão arterial, diabetes, artroses, insuficiência cardíaca, doenças pulmonares obstrutivas, entre outras), as complicações respiratórias, cardíacas, renais, entre outras, podem requerer internações em unidades de tratamento intensivo, cujos custos se elevam sobremaneira, por isso uma questão que deveria ser tratada com mais seriedade, cuidado e responsabilidade, além de amparadas em políticas públicas mais eficientes.


Soma-se a isso a progressiva incidência de síndromes demenciais e de doenças neurológicas degenerativas nos idosos, o que requer substantivas mudanças no ritmo de rotinas das famílias. 


Para não sobrecarregar nenhum membro do núcleo familiar, e quando se dispõe de recursos para arcar com despesas na ordem de R$ 1.300,00 (pagamento de salário mais encargos sociais) mensais, recorre-se à contratação de cuidador de idosos, tornando as rotinas bem menos desgastantes para todos.


Como a renda familiar brasileira ainda é muito baixa, se comparada aos países desenvolvidos, poucas famílias podem recorrer ao trabalho do cuidador de idosos, pelo que representa em termos de custos para o seu orçamento mensal. 


A saída seria que as políticas públicas sociais e de saúde priorizassem a implantação de Centros Dia para Idosos, unidades com estrutura de equipes profissionais de saúde, esportes, artes, cultura, para que os idosos permaneçam o dia inteiro sob seus cuidados, retornando para suas casas no final do dia.


Priorizar não apenas no discurso, mas por intermédio de atitudes concretas, implementando na prática essa importante estrutura de apoio às famílias. 


Cabe ao gestor público investir para minimizar a última opção das famílias, através da internação dos idosos nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (antigos asilos), cortando vínculos fraternos e retribuindo sem gratidão toda dedicação, amor, carinho e afeto a eles dedicados quando ainda eram indefesas crianças.


Sabemos que um idoso com Síndrome Demencial (Doença de Alzheimer) requer da família muita dedicação, atenção e cuidado, vinte e quatro horas por dia. 


Por isso, exercícios de leitura, conversas e atividades estimulantes da memória são determinantes para o envelhecimento saudável, em razão de sua associação com a autonomia e independência. 


As queixas de perda de memória não podem ser avaliadas isoladamente. Os transtornos de humor, ansiedade, isolamento social e outros fatores podem estar presentes na vida do idoso, comprometendo a saúde e favorecendo o declínio cognitivo.


Temos em Três Rios um Centro Dia para Idosos, unidade sob administração da Secretaria Municipal do Idoso e da Pessoa com Deficiência, que desenvolve trabalho e função social em nível de excelência, inclusive, modelo de gestão pública regional, estadual e nacional.



Texto: William Machado


Fonte: Rede Saci



20 de mar. de 2015

Executivo e Lesgislativo se unem pelos deficientes e idosos



O vereador Leandro Palmarini e o titular do Coordenadoria dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Reinaldo Fernandes, se reuniram na manhã desta quarta-feira (18), no Paço Municipal, paras discutir o projeto do parlamentar que propõe alteração da Lei 7.286/09 - campanha educativa “Estacione Consciente”.


"Parabenizo o vereador Palmarini por sua iniciativa de se unir a nós da Coordenadoria para buscarmos melhorias para a população. Essa é uma atitude que deve ser compartilhada, afinal é importante que os poderes Executivo e Legislativo trabalhem para o bem comum”, disse Reinaldo.


Durante o encontro foram observados alguns pontos que deveriam ser incluídos no projeto do parlamentar a respeito das vagas de estacionamento para idosos e deficientes. Um deles prevê a obrigatoriedade de sinalização adequada das vagas nos estabelecimentos comerciais.


Para o vereador, poder contar com o apoio do Poder Executivo para debater o projeto é um grande avanço nas políticas públicas. “Queremos implantar a quatro mãos as melhorias para o município. 


É gratificante ver que uma lei está saindo do papel e fazendo a diferença na vida das pessoas”, disse. Uma próxima reunião deve ocorrer para dar continuidade às discussões.


A votação do projeto na Câmara dos Vereadores foi adiada para 20 de outubro.



 Fontes: Rede Saci




26 de fev. de 2015

Japão desenvolve robô capaz de erguer idosos de cadeira de rodas



Um instituto japonês desenvolveu o robô ‘Robear’, que tem força suficiente para erguer e transferir uma pessoa frágil, que não consegue se locomover, de uma cadeira de rodas para uma cama ou uma banheira.


A máquina de olhos grandes tem características de um urso polar, mas é delicada com seus pacientes.


‘Robear’ foi desenvolvido para facilitar a transferência de idosos. Estudos mostram que a taxa de natalidade baixa e a crescente expectativa de vida no país significam que a população de idosos está crescendo no Japão.


Fonte: G1


12 de jan. de 2015

Idosos e pessoas com deficiência terão espaço reservado em bares e restaurantes do Rio

Foto de símbolos da inclusão
No Rio de Janeiro, os idosos e pessoas com deficiência terão um espaço reservado em bares e restaurantes, garantido por lei estadual.


Quem tem mais de 60 anos tem mesa garantida nos restaurantes do Rio de Janeiro. 


A lei estadual obriga todos os restaurantes a reservar 5% dos lugares para idosos, gestantes e pessoas com deficiência.


“Acho que vale a pena porque para a idade nossa, de 70 e poucos anos, seria ótimo”, conta uma senhora. “A gente não pode esquecer que estas pessoas têm, vamos dizer assim, necessidades especiais ou estão em situações especiais, melhor dizendo, eu acho isso legítimo”, diz um homem.


O Sindicato dos Restaurantes do Rio de Janeiro foi pego de surpresa e os empresários do ramo estão cheios de dúvidas sobre como se adaptar.


“No caso, por exemplo, de chegar um idoso com um grupo de 10 pessoas é tudo muito novo. Eu acho que se a gente tivesse trabalhado isso junto, talvez a gente tivesse conseguido uma lei mais eficiente”, acredita Pedro de Lamare, presidente do Sindirio (Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro).


Segundo a lei, os lugares não são exclusivos. Assim como nos ônibus e filas de bancos e supermercados, as mesas de restaurante também são de uso preferencial dos idosos.


Quem sentar numa mesa reservada, corre o risco de ter que levantar no meio da refeição. “É como lugar no ônibus, que o cara finge que está dormindo, não dá para fingir que está dormindo quando está comendo”, diz um homem.


A lei também vale para as praças de alimentação de shopping centers. Os lugares reservados para idosos, gestantes e pessoas com deficiência têm que ser identificados.


Edilene adorou saber da novidade. Cadeirante, ela sofre para conseguir um lugar de fácil acesso quando a praça de alimentação está cheia.


“A gente necessita deste tipo de lei não é porque a gente quer, nem que a gente goste, nem queira privilégios. É porque há realmente uma necessidade de acessibilidade e locomoção”, afirma Edilene Pereira.


Para o seu Edmundo, de 79 anos, estava mais do que na hora do respeito ser posto na mesa. “Eu dei já muita prioridade, dei muito lugar, inclusive em ônibus para senhoras. Agora é a minha vez de pedir uma mesa para sentar”, diz Edmundo da Silva.


Fonte: G1


23 de nov. de 2014

Conheça o Guia de Ongs para pessoas com deficiência, idosas e mobilidade reduzida da cidade de São Paulo



Instituto Mara Gabrilli em parceria com o Governo de São Paulo, por meio da SABESP
 criaram o  Guia de ONGs da cidade de São Paulo.


Com o objetivo de fornecer infomações sobre organizações que atendem pessoas com deficiência, idosos e com mobilidade reduzida.


O guia está dividido por regiões (Norte,Sul,Leste,Oeste e Central) da cidade de São Paulo, fazendo com que  você encontrare, de forma simples e objetiva, informações, orientação e encaminhamento, em diferentes áreas de serviço: saúde, educação, cultura, lazer, assistência social, entre outros. 

Para baixar o guia em PDF acesse o link abaixo 




13 de ago. de 2014

Saiba como obter cartão que garante vagas para idosos e pessoas com deficiência em Salvador (BA)

Foto de cartões especiais de estacionamento
 

Pessoas idosas ou com deficiência devem apresentar cartão municipal que informam sobre a idade ou condição para ter direito à reserva de vagas em estacionamentos em Salvador.


De acordo com a Superintendência de Trânsito e Transporte da cidade (Transalvador), o cartão de identificação é indispensável em todos os casos e identifica os carros que transportem, como condutor ou passageiro, pessoas idosas, com deficiência ou mobilidade reduzida, que residam em Salvador.


O motorista que parar em vaga especial sem ter cartão pode ser multado em R$ 53,20, mesmo dentro dos estacionamentos dos shoppings. O condutor leva três pontos na carteira e pode ter o carro guinchado. 


Não há taxa para a emissão da credencial. A sinalização deve ser colocada no painel ou outro local visível.


Para tirar a credencial, basta preencher formulário no site da Transalvador, levando a carteira de identidade e comprovante de residência. Pessoas com deficiência física têm que apresentar um laudo médico.


Fonte: G1


8 de jan. de 2014

Em Teresina (PI), secretaria concede gratuidade no transporte para pessoas com deficiência

ônibus com acessibilidade

Os idosos e pessoas com deficiência de Teresina (PI) têm seus direitos garantidos através da atuação da Secretaria Municipal do Trabalho, Cidadania e de Assistencial Social (SEMTCAS), vinculada a Prefeitura de Teresina. 


Dentre os benefícios garantidos está a concessão de passe livre no sistema urbano de transporte coletivo da cidade. 


Outra gratuidade que também beneficia a população é a referente ao convênio firmado entre a Secretaria e cartórios civis, com a emissão de certidão de nascimento.


Para adquirir o benefício do passe livre, inicialmente o usuário deve se direcionar ao Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) mais próximo de sua residência, onde é feito um cadastro, que em seguida é encaminhado para Semtcas, que agenda data do comparecimento do beneficiário na secretaria para expedição imediata. 


Já a certidão de nascimento é emitida na própria maternidade. A Secretaria conta com 17 CRAS, distribuídos nas diversas regiões de Teresina.


Para ser beneficiado com o cartão de gratuidade, é necessário que o idoso tenha idade mínima de 65 anos, apresentarem cópia da identidade, CPF e comprovante de residência. 


Para Passe Livre para pessoa com deficiência é necessário a cópia do laudo médico que ateste a deficiência, além da cópia da identidade, CPF e comprovante de residência. 


Já para adquirir a certidão de nascimento, é necessário, certidão de casamento, declaração de nascido vivo, e caso os pais não sejam casados, a identidade de ambos.


A Semtcas já expediu no período que compreende de janeiro a novembro de 2013, o total de 1.333 Passe Livre para pessoas com deficiência; já para idosos foram contabilizados 8.076 Passe Livre Idoso e segunda via, 459. 


Através de convênio entre a Secretaria e cartórios civis, foram emitidas 2.372 certidões de nascimento, beneficiando mais de 11 mil pessoas com gratuidades.


Segundo a aposentada Maria do Socorro Silva, de 69 anos, que mora no bairro São Pedro, o cartão Passe Livre é indispensável. 


“Sempre preciso ir ao centro resolver alguns problemas, até mesmo consultas médicas. Pela minha idade tenho ido sempre fazer exames de rotinas, e o Passe Livre é super importante, pois como nos ônibus não aceitam só a identidade e quando estava sem o cartão eletrônico tinha que pagar a passagem, com medo de passar por algum constrangimento, tirava esse dinheirinho da alimentação dos meus netos, mas agora com o passe livre em mãos as coisas mudam, tenho acesso gratuito garantido”, afirma Maria do Socorro, que ganha um salário mínimo e cria dois netos sozinha.


“Atualmente, com o cartão eletrônico Passe Livre, as pessoas idosas e com deficiências já podem ocupar os assentos da parte traseira do transporte coletivo, garantindo mais conforto aos beneficiários”, afirmou a gerente de Proteção Social Básica, Janaína Carvalho.


Fonte: 180 graus

Sancionada passagem gratuita para idosos e pessoas com deficiência em ônibus intermunicipais

ônibus em rodoviária
Pessoas com mais de 65 anos ou com deficiência poderão viajar em ônibus intermunicipais, em todo o Estado de Minas Gerais, sem pagar passagem. 


A Lei 21.121/14 foi sancionada pelo governador Antonio Anastasia e publicada no Diário Oficial no sábado (4).


A partir de 1º de março, a legislação garante o benefício para idosos e pessoas com algum tipo de deficiência que recebam até dois salários mínimos. Cada ônibus deve ter dois assentos por viagem reservados para este público. 


Para ter acesso à gratuidade é preciso se cadastrar e comunicar a empresa com, no mínimo, 12 horas de antecedência. O cadastro também não será cobrado.


O governador vetou o artigo 9º da lei aprovada pela Assembleia, que extinguia o transporte gratuito para agente fiscal do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG), ainda que a serviço. 


Para Anastasia, a cobrança impediria a efetiva fiscalização do serviço. O veto pode ser mantido ou derrubado pelos deputados.


Fonte: Notícias R7

1 de out. de 2013

Conheça o Programa Viaja Mais Melhor Idade do Governo Federal e Ministério do Turismo

O programa  Viaja Mais Melhor Idade é uma iniciativa do Ministério do Turismo que visa promover a inclusão social de pessoas a partir de 60 anos, de aposentados e de pensionistas, proporcionando-lhes oportunidades de viajar e de usufruir os benefícios da atividade turística, como forma de fortalecimento do setor de turismo no Brasil. 
 
 


Como participar

 

Por meio do portal www.viajamais.gov.br, o turista poderá verificar uma lista permanentemente atualizada de descontos e vantagens oferecidos pelas empresas cadastradas. Escolhida a oferta ou as ofertas desejadas, o cliente tem à sua disposição os links das empresas ofertantes para que ele próprio possa fazer sua compra e viajar pelo Brasil. O portal é uma vitrine de ofertas, ele não intermedia nenhuma compra, ficando o cliente livre para negociar com o vendedor da maneira que preferir. 





Vantagens

Turista e Acompanhante


A segunda edição do Viaja Mais Melhor Idade foi preparada para oferecer descontos e vantagens exclusivas às pessoas a partir de 60 anos, os aposentados e os pensionistas. 


Os descontos são ofertados a partir de 20% e as vantagens são tão variadas quanto as possibilidades existentes, englobando diárias extras, entradas e passeios gratuitos, dentre outros. Inicialmente, os turistas terão a possibilidade de comprar pacotes turísticos, oferecidos por operadoras e agências de viagem, já que este será o primeiro módulo a entrar em operação. 


Mas a segunda edição do Viaja Mais Melhor Idade não contará apenas com pacotes, estando previstas, nos próximos módulos, também ofertas em serviços avulsos: meios de hospedagem, passagens, locação de veículos, atrações turísticas e muito mais.
 
Acompanhantes Também Poderão se Beneficiar.
 

Cada turista beneficiário poderá estender o seu desconto e/ou vantagem a pelo menos um acompanhante que não tenha esse perfil. Contudo, poderá haver ofertas que envolvem mais de um acompanhante.