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3 de dez de 2016

FCMSCSP promove Projeto Saúde em Libras para o Surdo



A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), cuja mantenedora é a Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, promove na próxima quarta-feira dia 07/12 a edição do Projeto Saúde em Libras para o Surdo (SALIS).


Cerca de 30 pessoas, entre professores e alunos dos cursos de Fonoaudiologia, Medicina e Enfermagem, realizarão o atendimento todo em Libras.


Para realizar o atendimento, foram selecionados estudantes de Libras que tenham estudado o idioma durante a graduação e que participaram de cursos de intensificação com o objetivo de melhor aplicá-lo durante o ambulatório.


Na edição deste ano, serão realizados dez procedimentos entre anamnese, exame físico, antropometria, aferição da pressão arterial, teste glicêmico, verificação de próteses auditivas e audiometria tonal.


 
 
 
 
 

23 de nov de 2016

Musical infantil tem interpretação simultânea em Libras





As aventuras de dois irmãos, que transformam um quarto em cenário para a imaginação, cantam e dançam enquanto mergulham na criatividade. Tudo ganha vida, inclusive brinquedos.


O espetáculo Coração de Herói – O Musical’ está em cartaz em São Paulo com uma proposta que vai além do incentivo ao imaginário infantil. Canções e texto são interpretados em Libras (Língua Brasileira de Sinais) pelos próprios atores, de forma simultânea, garantindo a inclusão genuína.






Com direção e dramaturgia de Liliane Zimermann, o musical tem canções originais em parceria com Danielle Andrade, com letras que divertem e educam. A direção musical é de Sandro Sabbas, com orquestração de Marcelo Bueno.

“Aprendi Libras no curso de pedagogia. Como já era atriz, comecei a reparar mais na acessibilidade das peças e a me perguntar como poderia unir minhas duas formações, fazendo do teatro uma ferramenta efetiva de educação. O teatro infantil é uma ótima porta de entrada para esse tema. Não queria o entreter por entreter, mas, fazer arte com um propósito de passar a mensagem de acessibilidade e igualdade para os públicos ouvintes e não ouvintes”, afirma Liliane.




Um dos principais pontos da peça é a expressão corporal do elenco e também a questão espacial da cena, garantindo ao público ver a interpretação em Libras e em português. 


“Nos laboratórios os atores entraram no mundo da surdez e da Libras. Isso também nos possibilitou experimentar bastante”, diz Liliane.


‘Coração de Herói’ fica em São Paulo até o dia 27 de novembro. Depois viaja para Guarulhos, Sorocaba, Jundiaí e Guaratinguetá.





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CORAÇÃO DE HERÓI – O MUSICAL (Espetáculo apresentado em português e Libras)

 


Quando: Sábado (26/11) e domingo (27/11)

Horário: às 15 horas

Onde: Teatro Viradalata  

Endereço: Rua Apinajés, 1387 – Perdizes – São Paulo/SP

Ingressos: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia-entrada)

Capacidade: 270 lugares (acesso para portadores de necessidades especiais)

Serviço de Vallet: R$ 20,00

Informações pelo telefone: (11) 3868-2535 ou acesse o site http://viradalata.com.br

Dramaturgia e Direção: Liliane Zimermann

Assistente de Direção: Franciely Comunello

Elenco: Caroline Martins, Jeferson Kucioyada, Katiuscia Pinheiro, Mirian Caxilé e Renan Souza

Preparação de elenco: Silvio Messias

Direção Musical: Sandro Sabbas

Música Original: Danielle Andrade

Trilha Sonora Instrumental: Marcelo Bueno

Operadora de Luz: Gabriela Araujo

Produção artística: Rhode TM

Produção Executiva/Administração: Luciane Ortiz

Assistente de Produção: Patricia Teixeira

Figurino: Allan Ferc

Cenografia: Thiago Martins

Iluminação: Rogério França

Sonorização: Marcelo Bueno

Realização: Bethel Projetos Socioculturais

Gênero: Musical infantil

Duração: 50 minutos

Classificação etária: Livre


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30 de set de 2016

Cinemas devem oferecer condições para cegos e surdos



Agência Nacional de Cinema (ANCINE) anunciou, no dia 17/9, a instrução normativa que obriga as salas comercias de cinema do país a oferecer, num prazo de dois anos, condições para que pessoas com deficiência visual e auditiva possam ver um filme na mesma sessão de outros espectadores.


O temor de parcela dos empresários sobre o custo dessa adequação é irreal, de acordo com Lívia, professora doutora em Linguística Avançada que realiza eventos culturais com audiodescrição. 


“(O custo) será muito pequeno se consideramos o tamanho desse público”, enfatiza, ao destacar que 25% da população brasileira têm algum tipo de deficiência.O público é enorme, se considerarmos que, além de pessoas com deficiência visual e auditiva, há ainda aqueles com deficiência intelectual e idosos, que também irão se beneficiar dos recursos”, registra Lívia, que ajudou a implantar o primeiro curso de especialização em audiodescrição do Brasil, na Universidade Federal de Juiz de Fora.


Para Lívia, a questão da acessibilidade não tem mais volta”, comemorando a importante vitória conquistada com a publicação da instrução normativa 128/2016. 


“Os produtores que já realizaram eventos para esse público sabem de seu potencial e sempre querem repetir a experiência”, afirma a professora, que recentemente fez o trabalho de audiodescrição para o DVD do filme “Meu Amigo Hindu”.

Inclusão


A vitória, endossa Lívia, é sobre um sistema que impedia, por exemplo, pessoas a assistirem a um filme que acabou de ser lançado nas telonas. 


“A gente sabe como a arte pode ser transformadora e inspiradora. Era muito triste ver uma pessoa morta de vontade de ver um filme aguardado e não poder ir, excluído de um produto que tanto quer ir”.


Quando promove seus eventos culturais, a produtora, que é mineira de Itajubá, gosta de ficar num canto escuro da sala, observando as reações da plateia. 


“Elas são iguais aos outros, com risadas, lágrimas, surpresa e espanto. É muito emocionante e nos faz pensar quantos detalhes deixam de apreender por falta de recursos de acessibilidade”, descreve.


Em 14 meses, metade das salas de cada grupo exibidor deverá oferecer recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais


A grande dúvida sobre a adequação das salas de cinema para abrigar recursos de acessibilidade, como legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras), é a tecnologia que será usada. Uma câmara técnica está sendo montada pela Ancine para definir o padrão.


“A medida é muito bem-vinda, porque, além de inclusiva, ela representa a possibilidade de agregar novos consumidores ao mercado. Mas também é complexa, exigindo um pacto entre produtores, distribuidores e exibidores”, afirma Adhemar Oliveira, proprietário da sala Belas Artes.

 

Aplicativo

 

Em vários países, o recurso mais utilizado é um aplicativo que o espectador baixa em seu celular, que, sincronizado com a projeção, apresenta os vários recursos. 


No caso de surdos, há ainda a possibilidade de uso de um óculos especial, em que o sistema de Libras é mostrado num canto da lente.


Adhemar, que tem uma rede de cinemas no país, deixa um ponto de interrogação em relação aos filmes de arte, distribuídos por empresas pequenas e que têm menor retorno financeiro. 


Ele salienta que esse tipo de custo é diluído na quantidade de cópias.O custo pode ficar pesado para eles, por isso a câmara técnica deve pensar em soluções que custem menos.Se um filme é lançado em mil posições (salas), um valor hipotético de R$ 15 mil não é nada. Mas se lançado em apenas seis posições, é muita coisa. Se é uma medida inclusiva, ela não pode excluir o pequeno distribuidor”, pondera.


Lívia Motta registra que há um número considerável de profissionais para atender a demanda. 


“Um profissional preparado traduz a imagem em palavra, sem filtragens, diferentemente de uma pessoa que fica ao seu lado contando o que está acontecendo, filtrando a percepção”, compara a especialista.

13 de set de 2016

Menino australiano aprende libras para ajudar colega com deficiência auditiva



Ross Kelly, um garoto australiano de 11 anos, aprendeu língua de sinas para ajudar um colega de classe, que tem deficiência auditiva, se sentir mais à vontade na escola.

 
Isam Gurung é surdo e tímido, e quando chegou a escola Amaroo Primary School,  em Canberra, há quase um ano, mal participava das aulas. Mas Ross fez de tudo para enturmar o colega.


Os dois garotos, começaram a trocar bilhetes entre si, mas Ross logo percebeu que o método não era lá muito eficiente “por causa dos atrasos“, explicou o garotinho ao jornal ABC News.


Foi quando, Ross decidiu a aprender Auslan, a língua australiana de sinais, para que a comunicação com Isam melhorasse.  


O gesto rendeu a Ross o Prêmio Fred Hollows, uma importante celebração. Como parte do prêmio, ele pode escolher uma instituição de caridade para receber uma doação de 5 000 dólares australianos em seu nome.


“Ross usou seu conhecimento para ‘traduzir’ tudo o que acontecia na escola”, contou a professora Sara Jayn Middleton.


Apesar de o colégio disponibilizar intérpretes para alunos com alguma deficiência, ter um amigo que fale a mesma língua foi fundamental para que Isam fosse acolhido de verdade na escola. 



Fonte: Revista Incluir

 

 

 



30 de jul de 2016

VÍDEOS DA FUNARTE AGORA TÊM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS



A poucos dias dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, quando o Brasil espera receber milhares de turistas estrangeiros, a Fundação Nacional de ArtesFunarte, por meio de seu Centro de Programas Integrados, disponibiliza no portal da instituição novas versões de 46 vídeos do projeto Brasil Memória das Artes. 


O conteúdo digitalizado sobre artes cênicas, música e outras linguagens artísticas com a temática Personagens das artes brasileiras foram traduzidos para três idiomas: inglês, francês e espanhol, facilitando assim o acesso de internautas de outros países ao acervo da Fundação. 


Outra novidade é que as pessoas com deficiência também poderão assistir aos vídeos, que ganharam versões com legendas Closed Caption em português e em Libras (Língua Brasileira de Sinais), ambas destinadas aos surdos; e com audiodescrição recurso acessível aos cegos, através da narração do que se vê nas cenas


As versões legendadas e acessíveis dos vídeos foram produzidas pelo Canal Virtual – setor responsável pela difusão da memória a partir do vasto acervo do Centro de Documentação e Informação (Cedoc) da instituição. 


A disponibilização destas versões não apenas amplia o acesso ao projeto Brasil Memória das Artes – Personagens das Artes Brasileiras, como reafirma o compromisso da Funarte com a acessibilidade. 


Depoimento do compositor Hermínio Bello de Carvalho sobre o Projeto Pixinguinha Produzidos entre 2010 e 2014, os vídeos relembram a trajetória de grandes personagens das artes brasileiras, como a atriz Dulcina de Moraes, os dramaturgos Nelson Rodrigues e Augusto Boal e o compositor Sidney Miller, além de iniciativas históricas da Funarte, como o Projeto Pixinguinha – criado em 1977 com a proposta de fazer circular pelo país shows de música brasileira a preços acessíveis. 


Clique aqui para acessar os vídeos do Projeto Memória das Artes – Personagens das Artes Brasileiras, da Funarte, com recursos de acessibilidade e legendas em línguas estrangeiras. 



Fonte: Funarte


 

7 de jul de 2016

Cinema Acessível: os filmes nacionais "Contrato Vitalício' e "Mais Forte que o Mundo" tem recursos para pessoas com deficiencia visual e auditiva em todas as sessões

 



O primeiro longa-metragem do grupo Porta dos Fundos, ‘Contrato Vitalício’, que está em cartaz desde semana passada em todo o País, tem recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual ou auditiva em todas as sessões. 


Sinopse Miguel (Gregório Duvivier) e Rodrigo (Fábio Porchat) são dois amigos que costumam realizar filmes juntos. Um de seus trabalhos ganha um prêmio internacional. 


Animados, ele saem para comemorar e Rodrigo assina, em um guardanapo de bar, um contrato vitalício que garante que ele estaria em todos os filmes de Miguel dali para frente. 


No entanto, Miguel desaparece e só retorna dez anos depois. Quando reaparece, ele leva para Rodrigo, agora um ator consagrado, a proposta de um filme insano que pode destruir sua carreira.


Ficha técnica 


Direção: Ian SBF

Roteiro: Fábio Porchat e Gabriel Esteves

Elenco: Gregório Duvivier, Fábio Porchat, Antonio Tabet, João Vicente de Castro, Luis Lobianco, Thati Lopes, Marcos Veras, Júlia Rabello e outras participações.  

Duração: 100m

Gênero: comédia

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade



Veja a seguir o Trailer Porta dos Fundos:Contrato Vitalício’

 

 

Ficha técnica 


Direção: Ian SBF

Roteiro: Fábio Porchat e Gabriel Esteves

Elenco: Gregório Duvivier, Fábio Porchat, Antonio Tabet, João Vicente de Castro, Luis Lobianco, Thati Lopes, Marcos Veras, Júlia Rabello e outras participações.  

Duração: 100m

Gênero: comédia

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade


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O filme ‘Mais Forte que o Mundo – A história de José Aldo', conta a história de José Aldo, campeão da categoria peso-pena do UFC, é o líder do ranking peso-por-peso da organização.


 
Sinopse: Nascido e criado em Manaus, José Aldo (José Loreto) precisa lidar com a truculência do pai, Seu José (Jackson Antunes), que além de se embebedar constantemente ainda por cima bate na esposa, Rocilene (Cláudia Ohana), com frequência. 
 
 
Enfrentando constantemente seus demônios internos, Aldo encontra na luta sua válvula de escape. 
 
 
Acreditando em seu futuro como lutador, ele aceita se mudar para o Rio de Janeiro e morar de favor no pequeno alojamento de uma academia. 
 
 
Lá ele recebe o apoio do amigo Marcos Loro (Rafinha Bastos) e conhece Vivi (Cleo Pires), uma jovem que vai constantemente à academia. 
 
 
Precisando ralar um bocado para se manter, Aldo enfim consegue um voto de confiança do treinador Dedé Pederneiras (Milhem Cortaz), iniciando assim sua carreira no mundo do MMA.
 

Veja a seguir o trailer do filme "Mais Forte que o Mundo – A história de José Aldo"

 

 
 
 

Ficha Técnica

 
Direção: Afonso Poyart
 
Elenco: José Loreto, Cleo Pires, Rômulo Arantes Neto, Jackson Antunes, Claudia Ohana, Milhem Cortaz, Paloma Bernardi, Rafinha Bastos, Thaila Ayala, Felipe Titto, Robson Nunes, José Trassi, Georgina Castro, Marjorie Gerardi

Gênero: Ação
 
Duração: 124 min.
 
Distribuidora: Paris Filmes
 
Classificação: 14 Anos
  
Os dois filmes possuem recursos de  Audiodescrição, legendas e tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), que foram produzidos pela Iguale e são liberados por meio do MovieReading (clique aqui para fazer o download).


Para usar o MovieReading, basta baixar o aplicativo, o arquivo referente ao recurso que a pessoa necessita e sincronizar equipamento para assistir, em tempo real, ao filme exibido na tela do cinema. Já para a audiodescrição é preciso conectar um fone de ouvido. 


O app sincroniza os arquivos com o som do filme por meio do reconhecimento de áudio e por isso não necessita de rede WIFI ou equipamentos específicos nas salas de cinema.

 



 Fonte: Blog Vencer Limite
 
 
 

6 de jun de 2016

Em Libras, alunas da UFSCar falam sobre a situação do Brasil




A inclusão está, também, nos pequenos gestos. Três alunas da Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, campus São Carlos, gravaram um vídeo no qual contam, em Língua Brasileira de Sinais – Libras, a atual situação da universidade e também do Brasil.


No vídeo, Anne Iriarte, Juliana Sena e Bruna Duarte explicam que a UFSCar está paralisada devido ao momento político por que passa País. 


Segundo as universitárias, os alunos decidiram fechar os prédios de aulas teóricas para incentivar o debate entre alunos, professores e funcionários sobre a atual conjuntura política.


Em seguida, elas dão um panorama geral do que está havendo na política brasileira e como está a situação do nosso país após a chegada de Michel Temer ao poder.

"Fizemos esse vídeo para mostrar à comunidade surda o que está acontecendo no Brasil e na nossa universidade”.


Até a publicação deste texto, o vídeo já havia sido visualizado mais de 22 mil vezes e teve 417 compartilhamento.



Para assistir ao vídeo clique aqui (necessário ter conta no facebook)


 
Fonte: Vida Mais Livre

17 de mai de 2016

Cursinho em Libras prepara alunos surdos para os vestibulares




Alunos com deficiência auditiva que moram na capital paulista têm mais uma oportunidade para se preparar para os vestibulares do final do ano. 


A Escola Estadual Dom João Maria Ogno, na zona leste, recebe, até o dia 11 de junho, inscrições para o cursinho preparatório em Libras. As aulas começam dia 30 do mesmo mês.


As aulas acontecerão aos sábados, das 9h às 15h, e serão ministradas por um professor interlocutor da Língua Brasileira de Sinais para passar os conteúdos. 


Os estudantes aprenderão a interpretar os enunciados de questões propostas no Enem e na Fuvest. Para este ano, serão abertas 50 vagas.


O cronograma do curso também prevê a participação dos alunos em simulados para testar os conhecimentos e verificar quais disciplinas precisam revisar, além de visitas em feiras de profissões como o evento organizado pela USP, por exemplo.


“Mais uma vez abrimos as portas do Programa Escola da Família para atender esses alunos e auxiliá-los nos estudos para as provas do final do ano. Em 2015, tivemos a participação de 27 jovens e esperamos receber ainda mais procura devido ao sucesso do curso e a sua repercussão na comunidade”, comenta o professor interlocutor da escola, Rafael Dias Silva.



Confira o calendário de atividades: Cursinho Pré-Vestibular em Libras

 

Onde: Escola Estadual Dom João Maria Ogno

Endereço: Rua Maria Carlota, 400 – Vila Esperança.
 
Inscrições: até 11 de junho
 
Início das aulas: 30 de julho
 
Término das aula: 7 de dezembro



Fonte: Vida Mais Livre

 


19 de abr de 2016

Pernambuco promove 3ª edição do Festival Verouvindo





O Festival Verouvindo chega à edição e acontece de 20 a 24 de abril, com entrada gratuita, nos cinemas do Museu de Recife e São Luiz, em Pernambuco. 


Dentre as seleção de filmes, estão “Baile Perfumado”, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, “Tatuagem”, de Hilton Lacerda e “Boa Noite, solidão”, de Geneton Moraes Neto, todos com recursos de acessibilidade.


Incentivado pelo Funcultura e realizado pela Com Acessibilidade Comunicacional, a mostra destaca-se por promover o serviço de audiodescrição e da Libras no audiovisual e pela formação do público com deficiência visual ou auditiva.


Tal recurso no cinema é voltado para pessoas cegas e de baixa visão que descreve o ambiente, os personagens, o figurino e os demais elementos imagéticos e sonoros contidos em uma cena.


Já a tradução em Libras reproduz e interpreta os diálogos, narrativas e sons na língua de sinais.


O VerOuvindo, idealizado e produzido pela audiodescritora Liliana Tavares, não só leva para as grandes telas curtas e longas-metragens compreensíveis para todos os públicos, como possui uma Mostra Competitiva e premia em dinheiro audiodescritores. Além disso, visa ampliar o debate em torno da acessibilidade no audiovisual.


“Promovemos também atividades formativas como mesa redonda, estudo de roteiro e debate com os diretores, profissionais da acessibilidade e o público”, pontua Liliana.


Sessão Memória



Criada este ano, a Sessão Memória exibirá filmes importantes da história de Pernambuco com audiodescrição e Libras. No dia 23 de abril, o longa-metragem 


Baile Perfumado”, lançado há 20 anos, estará nas telas do Verouvindo disponível para todos. 


A sessão será às 17h, no cinema São Luiz e na sequência, ocorre show de música com  a cantora e compositora Luiza Caspary.


Formação                        



Uma das ações do Verouvindo é fomentar a discussão sobre a inserção da acessibilidade comunicacional no audiovisual. 


Deste modo, na abertura do evento, sempre há uma mesa-redonda para debater as técnicas de inclusão cultural.


A difusão da audiodescrição” será o tema abordado este ano pelas produtoras, Lara Pozzobon e Rachel Ellis e mediada pela audiodescritora Liliana Tavares. 


A mesa acontecerá no dia 20 de abril, às 17h, na Fundaj na sala Caloutre Gulbenkiean, Av. 17 de Agosto, 2187.


Nesta edição, haverá ainda, um estudo de roteiro de audiodescrição, com audiodescritora e locutora gaúcha Márcia Caspary. 


A aula acontecerá no dia 24 de abril, às 15h, no cinema São Luiz e será aberta a todos.


Para conferir a programação completa e mais detalhes, acesse o site do Festival.


10 de mar de 2016

Ação Educativa: Libras Arruar




Arruar significa dividir, distribuir em ruas, passear a pé. 


Nesta ação, educadores em Libras-Português convidarão pedestres, em frente à CAIXA Cultural, para participar de experiências rápidas.


Quando 

 

 

  Quartas - Feiras


16, 23 e 30 de março de 2016



Horário 


A partir das 14h



Local

 


Caixa Cultural São Paulo




Praça da Sé, 111 - Centro - São Paulo - SP


Inscrições

 



 

Entrada Franca

 

Classificação Livre 


18 de fev de 2016

Aplicativo gratuito ensina Libras de maneira fácil

Robô verde símbolo da marca Android erguendo o braço



Para quem quer ou precisa aprender Libras,  o site Canal do Ensino divulgou um aplicativo gratuito que ensina de maneira fácil, prática e objetiva.


O Librazuka também pode ajudar professores no trabalho com alunos com necessidades educacionais específicas. 


Além disso, melhora a comunicação entre familiares e amigos de pessoas com deficiência.
 
A didática é feita por módulos teóricos (alfabeto, números e gramática) e jogos que auxiliam na fixação do conteúdo. 


Conta também  conta com dois dicionários (Ordem alfabética e Configuração de Mão) e opção com realidade aumentadaao posicionar a câmera do celular sobre uma imagem pré - determinada, uma animação 3D é exibida demonstrando o sinal em Libras para aquela palavra. 


O Librazuka está disponível gratuitamente para Android. 


Como foi criado o aplicativo

 
 
Um grupo de estudantes do curso de Ciência da Computação da Universidade São Judas Tadeu, em São Paulo, desenvolveu o aplicativo durante o Trabalho de Conclusão de Curso. 
 
 
O intuito dos estudantes Alex Vieira Bastos, Amanda Botelho de Souza e Henrique Erico de França, era ensinar a Língua Brasileira de Sinais de maneira simplificada e facilitar a comunicação de surdos e pessoas com deficiência na fala.

 
A partir de algumas pesquisas, eles perceberam que mesmo sendo a segunda língua oficial do Brasil, Libras ainda é desconhecida para a maioria dos brasileiros. Somado a essa necessidade, também havia espaço no mercado que impulsionasse a iniciativa.
 
 
Com a ideia planejada, surgiu o desafio de aprender a linguagem. Para isso, os alunos se matricularam no curso de Libras, inclusive e desenvolveram o aplicativo com validações e experiências próprias realizadas durante as aulas.