Mostrando postagens com marcador Pessoas com Síndrome de Down. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pessoas com Síndrome de Down. Mostrar todas as postagens

30 de set. de 2016

Seis jovens com Síndrome de Down abrem empresa de pizzas que é o maior sucesso




Pessoas com Síndrome de Down têm muita dificuldade para entrar no mercado de trabalho.


As empresas ainda acham que a Síndrome de Down é uma doença e que por isso as pessoas com Down não conseguiriam desempenhar bem a função para a qual foram contratadas.


Mas, quando as oportunidades não são dadas, elas são criadas. Foi isso o que fez um grupos de 06 jovens com Síndrome de Down, em San Isidro, na Argentina. Eles fundaram uma empresa de pizzas chamada “Los Perejiles”.


Os jovens abriram o negócio em 2014 e, dois meses após a divulgação, eles já tinham fechado 24 eventos. Eles recebem o apoio de dois profissionais de um trailer chamado “Sumando”, que trabalha com pessoas com Síndrome de Down.


Los Perejiles começou a nascer quando expomos para as mães desses meninos as dificuldade do trabalho, porque os meninos estavam indo para um colégio especial onde os formam supostamente para o mercado de trabalho, mas logo eles acabam parando por ali mesmo”, explica o professor Telam Lopez.

Foi trabalhando nesse trailer que os jovens conseguiram desenvolver suas habilidades, dentro e fora de casa. 


“Aqui temos crianças que não sabiam fazer nem um sanduíche para sua merenda, cruzar a rua ou fazer os afazeres domésticos; alguns tiveram aos 20 anos uma chave de casa”, complementa Kevin Degirmernci, o outro professor dessa iniciativa maravilhosa.


A organização é uma das qualidades que mais chamam a atenção no trabalho dos Perejiles


Eles chegam a todos os eventos onde trabalham com seus próprios utensílios e ingredientes. As tarefas são divididas entre eles e os cozinheiros e garçons oficiais. 


Os jovens também respeitados pelos convidados, que não fazem perguntas preconceituosas e nem desmerecem o seu trabalho.





 

28 de jul. de 2016

Jovem com Down é o empreendedor mais novo de sua cidade

        Blake, garoto de 20 anos, parado em frente ao seu truck de raspadinhas. Ele sorri.


A pequena cidade de Sanger, no Texas, tem cerca de sete mil habitantes. Em maio deste ano, muitos deles se deslocaram para celebrar um novo negócio: o Blake’s Snow Shack, que comercializa raspadinhas.


Porém, procurar um refresco perfeito para os dias quentes não é o único motivo da visita em massa. 


O líder do empreendimento, Blake Pyron, tornou-se oempreendedor mais jovem da cidade, com 20 anos de idade. Além disso, também é o único dono de negócio com Síndrome de Down em toda a cidade.


História



Quando Blake nasceu, sua mãe ouviu algo que muitas mães de filhos com Síndrome de Down costumam ouvir: que ele não poderia fazer coisas que as outras crianças faziam, como andar e falar.


“Quando você recebe uma criança com necessidades especiais, a sociedade fala para não esperar muito dela, conta Mary Ann Pyron à rede televisiva ABC e ao programa The Texas Bucket List. Nós decidimos ir além, dizendo para nós mesmos que tudo ficaria bem e que Blake ficaria bem. Que nós iríamos nos assegurar disso.”


Blake levava uma vida comum: cursava o colegial e trabalhava em um restaurante de churrasco. Sua inspiração empreendedora surgiu pouco após se graduar no ensino médio - um mês depois de pegar seu diploma, o local onde trabalhava fechou.


“Ele sentia muita falta dos clientes que atendia e queria um trabalho”, continua a mãe de Blake. Em nossa pequena cidade, os trabalhos são limitados – especialmente para pessoas com necessidades especiais.”


Então, a família Pyron começou a pensar nas coisas que mais interessavam ao jovem e chegou a uma ideia de negócio: raspadinhas. 


 “Blake ama raspadinhas, então ele simplesmente apostou nisso”, diz Mary Ann.


Empreendedorismo e superação



Em maio deste ano, a ideia finalmente saiu do papel: o Blake’s Snow Shack, como é conhecido o truck de raspadinhas, foi inaugurado. 


Além de dono, a principal função de Blake no negócio é cuidar do atendimento ao cliente – seu ponto forte, segundo a mãe. 


Mesmo que conte com ajuda ao fazer as raspadinhas, o jovem é quem as entrega para os clientes, sempre com um sorriso.

Blake na janela do truck segurando uma raspadinha vermelha.


Assim que Blake decidiu que queria abrir um truck de raspadinhas, a cidade de Sanger se mobilizou. Seu irmão criou opções de sabores divertidas, como “ataque dos tubarões” (azul) e “Hulk” (verde). 


Um amigo da família, de 15 anos de idade, foi contratado para ser um dos funcionários de Blake.


Para a mãe de Blake, o filho conseguiu tudo isso justamente porque os conselhos recebidos assim que ele nasceu foram ignorados. 


“Você não nos conhece, e não conhece nosso filho. Então, não coloque uma etiqueta nele. Nós não colocamos, e ele se saiu muito bem.”


Mary Ann também espera que sua história inspire as mães de outras crianças com necessidades especiais a nunca colocar limites no que seus filhos podem fazer. 


“Eu quero pessoalmente desafiar essas mães a acreditarem nas suas crianças - não ligue para o que a sociedade lhe diz.”





23 de jul. de 2016

USP abre inscrições para curso voltado para o cuidado com a Síndrome de Down






Universidade de São Paulo (USP) abriu inscrições, até o dia 26/08, para o curso a distância de atualização profissional para o cuidado da Síndrome de Down



As aulas são gratuitas e começam em 05/09 . A universidade disponibiliza 150 vagas.



Através da Escola de Educação Permanente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina, a iniciativa é uma parceria da USP com o apoio do Instituto Alana.



O curso tem como objetivo fortalecer políticas públicas nacionais relacionadas ao Programa Viver sem Limites, dedicado à qualificação do cuidado de pessoas com deficiência, e também de projetos internacionais como o Relatório mundial sobre deficiência, da Organização Mundial de Saúde, e a Convenção dos direitos das pessoas com deficiência.



Temas do conteúdo programático são: 



  • O caminho da inclusão

  • A competência profissional no cuidado à saúde integral e compartilhada da pessoa com síndrome de Down;
  
  • O uso de recursos pessoais e da comunidade;

  •  entre outros temas. 


Também haverá módulos específicos para cada área da saúde, que abrange os temas de estimulação global, desenvolvimento infantil, adolescentes e os desafios da vida adulta e do envelhecimento na síndrome.


Para mais informações 



Ligue (11) 2661-7025 / (11) 2661-2309.

OU mande um e-mail para: cursosmedicos.eep@hc.fm.usp.br


***
  
 
 
 
 

18 de fev. de 2016

Caminhada pelo Dia Internacional da Síndrome de Down



Em 2015, encabeçada por uma mãe de uma menina com síndrome de Down, aconteceu no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o primeiro CaminhaDown


No parque, mais de 1.000 pessoas se reuniram para celebrar as conquistas com a inclusão e para dialogarem por propostas inovadoras para as entidades, familiares e amigos que lutam pelos direitos das pessoas com deficiências. 


"Naquele momento, eu imaginei que seríamos apenas algumas famílias. Não imaginava que tantas pessoas queriam ter a oportunidade de dialogarem pela inclusão de forma tão inspiradora", conta Rosana Bignami, idealizadora do evento e atual coordenadora das ações a serem realizadas na Semana da Diversidade.

Esse ano, inspirada no sucesso do ano anterior, o 2º CaminhaDown conquista mais espaço e conta com inúmeras parcerias que irão realizar, no próximo dia 20 de março, no Parque do Ibirapuera, dezenas de ações e atividades em comemoração ao Dia Internacional da síndrome de Down. 


Em função do sucesso da iniciativa, foi criado o Projeto Simbiose (www.projetosimbiose.com.br) que reúne a oferta voluntária de serviços para entidades e grupos que lutam pelas causas sociais. 


"Nós queremos dar visibilidade para as ações que viabilizam momentos de descontração, de lazer, de cultura, de diálogo para as inúmeras entidades e ONGs que trabalham em favor de causas sociais, nossa experiência é na formação de redes e na comunicação, como forma de obter impacto social”, conta Rosana Bignami.


Em 2016, o 2º CaminhaDown tem novamente a parceria do Instituto Movimentarte, que, além de organizar a caminhada, participou da idealização da Semana da Diversidade, e também promove a sua organização. 


O Instituto Movimentarte é uma ONG que tem o intuito de divulgar através de aulas de dança, palestras, eventos e workshops a importância da dança e da arte no desenvolvimento das pessoas (www.movimentarte.com). Flora Bitancourt é diretora do Movimentarte. 


Ela conta que com a dança os alunos com deficiência intelectual conseguem ampliar a consciência corporal e expressar sentimentos de forma muito mais ampla e criativa.


O 2º CaminhaDown, neste ano, tem como tema central a celebração da Lei Brasileira da Inclusão e a promoção do debate a respeito da inclusão escolar, da qualidade de vida, da prevenção em saúde e da importância da diversidade em benefício de todos. 


O 2º CaminhaDown 2016 faz parte de um evento mais amplo, denominado Semana da Diversidade, cujo foco é o de ampliar as ações com vistas à promoção dos direitos humanos e da cidadania. 


A iniciativa já foi lançada nas redes sociais, com uma página no Facebook que lidera a divulgação do evento como um todo. 


Em breve, serão disponibilizados também o site da caminhada e da Semana da Diversidade, bem como serão divulgadas as mais de 50 horas de atividades a respeito de inclusão e diversidade.



Para saber mais sobre o 2º CaminhaDown:



Coordenação: www.projetosimbiose.com.br
 
Organização: www.movimentarte.com
 
Contato: Rosana Bignami:diretoriasimbiose.com.br

              Flora Bitancourt: contato@movimentarte.com








22 de mai. de 2015

Garota com Síndrome de Down inspira internet com sonho de se tornar modelo

Foto de Madeline em uma sessão de fotos


Com apenas 18 anos, Madeline Stuart já exibe uma história incrivelmente inspiradora. Nascida em Brisbane, na Australia, ela quer mudar a maneira como a sociedade entende o termo “beleza”: porque sim, ela tem Síndrome de Down. E sim, quer ser uma modelo — e por que não?


Em uma constante batalha com seu peso desde pequena, Madeline perdeu recentemente 18 quilos graças a atividades como dança e natação. 


De acordo com a mãe da garota, Rosanne, sua mudança de estilo de vida lhe deu energia e confiança. Madeline, segundo ela, quer usar essa nova atitude para persistir no seu sonho de ser modelo — e então usar a carreira no mundo da moda como ferramenta de conscientização.


“Modelar ajudará a mudar a forma como a sociedade vê as pessoas com Síndrome de Down. Exposição irá ajudar a criar aceitação“, a garota escreveu em sua página no Facebook. “É tempo de entenderem que pessoas com Síndrome de Down podem ser sexys, bonitas e deveriam ser celebradas“, a mãe de Madeline contou ao Buzzfeed.


“Os médicos me disseram que ela não conquistaria nada“, Rosanne desabafou. “Mas as coisas estão mudando todos os dias e as pessoas aceitam o que eles ainda não entendem“, ela acrescenta. 


“As pessoas precisam ver como ela brilha, como a sua personalidade simplesmente se destaca. Pessoas com Síndrome de Down podem fazer qualquer coisa. Eles só precisam de seu próprio espaço“.





14 de abr. de 2015

Cientistas conseguem "desligar" cromossomo da síndrome de Down

 


Cientistas da Universidade de Massachusetts conseguiram silenciar o cromossomo extra da trissomia 21, também conhecida como síndrome de Down. 


Os cientistas fizeram o estudo em células, mas acreditam que a descoberta pode pavimentar o caminho para estabelecer terapias potenciais contra o mal. O estudo foi divulgado na revista Nature.


A síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21, ao invés de dois, como normalmente ocorre. 


A anomalia causa problemas cognitivos, desenvolvimento precoce de Alzheimer, grande risco de leucemia na infância, defeitos cardíacos e disfunções dos sistemas endócrino e imunológico. 


Ao contrário de desordens causadas por genes individuais, corrigir síndromes causadas por um cromossomo inteiro se mostrou um desafio para cientistas. Mas esse tipo de pesquisa teve passos importantes nos últimos anos.


"A última década teve grandes avanços nos esforços de corrigir desordens de gene único, começando com células in vitro e, em muitos casos, avançando para tratamentos in vivo e clínicos", diz Jeanne B. Lawrence, líder do estudo e professor da universidade. 


"Em contraste, correção genética de centenas de genes em um cromossomo extra inteiro tem permanecido fora do campo das possibilidades. Nossa esperança para aqueles que vivem com síndrome de Down é que essa prova de um princípio abra muitas animadoras novas avenidas para estudar a desordem agora e trazer para o campo das considerações o conceito da 'terapia cromossômica' no futuro."


Para chegar a esse resultado, os pesquisadores usaram um gene do RNA chamado de XIST, que é encontrado em fêmeas de mamíferos e é capaz de silenciar um dos dois cromossomos X, impedindo que ele processe proteínas. Com o uso de células-tronco, eles conseguiram fazer com que esse gene "desligasse" o cromossomo extra da trissomia 21.


O próximo passo é avançar dos testes em células para as cobaias. Os cientistas pretendem estudar se essa "terapia cromossômica" é capaz de corrigir patologias em ratos com a síndrome de Down.


Fontes:  Notícias Terra  /  Rede Saci



21 de mar. de 2014

Companhia de dança muda vida de jovem com síndrome de Down na BA

Lais faz pose ao lado de sua mãe, Olga
“Quando a minha filha nasceu, os médicos disseram que não andaria, não falaria. Fiquei muito triste, mas não convencida. Saí do luto e fui para a luta”. 


A declaração é da aposentada Olga Cerqueira, que, aos 61 anos, celebra mais um dia Dia Internacional da Síndrome de Down nesta sexta-feira (21) com a certeza de que “qualquer pessoa com deficiência intelectual pode chegar longe se tiver oportunidade e estímulo”.


Olga chegou a esta conclusão acompanhando o progresso da filha Laís Cerqueira, 23 anos, que nasceu com diagnóstico de síndrome de Down e prognóstico de deficiência intelectual. Na época, a notícia foi impactante para os familiares, que pouco conheciam a síndrome e não tinham exemplos de pessoas com a deficiência entre os parentes.

 
“Quinze dias depois do nascimento, fui para a luta. Comecei a ler livros de medicina para saber como poderia ajudar. Apesar das previsões médicas, tenho orgulho de dizer que, aos noves meses de idade, minha filha já estava caminhando”, relata a aposentada, que investiu tempo para estimular a filha a desenvolver as atividades comuns a todas as crianças.
 
Ainda na infância, Laís foi alvo de um ato de preconceito que a mãe não esquece. Olga conta que a filha estava na praia quando outra criança se aproximou dela para brincar. “Ao ver as duas juntas, a mãe da outra menina levantou da cadeira e disse: 'amorzinho, não brinque com ela, porque ela é doentinha'”, lembra, ainda revoltada.
 
A fim de proporcionar a Laís novas possibilidades de socialização, Olga decidiu matricular a filha aos nove anos na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), espaço filantrópico que presta assistência às pessoas com deficiência intelectual. Foi na unidade da associação, localizada no bairro da Pituba, que a menina pôde desenvolver talentos que até a ocasião ainda estavam guardados.
 
Olga conta que a professora de ginástica rítmica logo percebeu que a menina tinha excelente desenvoltura e facilidade para decorar as coreografias. E ela tinha razão. 


No ano de 2007, em competição realizada em Minas Gerais, que contou com 22 participantes com deficiência intelectual, Laís Cerqueira recebeu o título de Campeã Brasileira de Ginástica Rítmica. 


"Foi um dia incrível. Quando anunciaram que ela havia ficado na primeira colocação, saí pulando por cima de mesa até chegar perto dela e abraçá-la".
 
Conquistas
 


Ao completar 16 anos, Laís Cerqueira deixou a unidade da Apae da Pituba e foi transferida para a sede do bairro do Comércio, que é responsável por promover a iniciação, qualificação e inserção profissional das pessoas que passam pela instituição. 


No local, a jovem foi integrada à Companhia Opaxorô de Dança e Percussão, grupo que promove a profissionalização artística dos integrantes, a partir de apresentações no Brasil e até mesmo fora do país.
 
"Aqui, ela teve uma alavancagem incrível. Deixou um trabalho mais individual para um trabalho coletivo. Laís passou a ter compromisso diário com a dança. Com isso, conquistou noções de rotina, de espaço, de temporalidade. Fiquei felicíssima, já que estas características são socializadoras", relata a mãe.
 
Em conversa com G1, Laís Cerqueira disse que se sente completa no espaço. "Fico feliz aqui. Gosto muito de balé. [No Opoxorô], gosto de me apresentar no 'Malandro' ", citou participação em espetáculo promovido pela companhia que é inspirado na obra "Ópera do Malandro", de Chico Buarque.
 
Ao ver o progresso da filha e todas as dificuldades que enfrentou durante a educação dela, Olga se emociona. "Todas estas conquistas me fazem perseverar. Você não imagina a felicidade que sinto de ter ajudado a minha menina, que já foi apontada como inútil, conquistar respeito por méritos próprios", relata.
 
Na companhia, além de atrair a admiração de professores e colegas, principalmente pela habilidade com a dança contemporânea, Laís ainda arrumou tempo para conquistar um namorado. O nome dele é Daniel Santos do Carmo, 23 anos, que também integra o grupo artístico. "Ele é meu noivo e vamos nos casar", concluiu a menina.
 
Opaxorô
 

A Companhia Opaxorô conta com a atuação de quatro profissionais técnicos, que auxiliam 11 integrantes de um grupo de dança - composta por pessoas com deficiência e moradores da comunidade -, além de 15 pessoas de um grupo de percussão, em que todos os componentes têm algum nível de deficiência intelectual.

 
Há 16 anos na Apae, a coreógrafa da companhia, Janiere Almeida, 43 anos, diz que não consegue mais identificar as deficiências que as pessoas procuram nos alunos. "Para mim não há diferenças. Cobro a todos da mesma forma e todos [alunos da comunidade e da própria instituição] me trazem os resultados semelhantes. A arte possibilita o desenvolvimento das pessoas", defende.
 

Dentre os dias 26 e 27 de março, os interessadas em acompanhar os trabalhos da companhia poderão assisitir a espetáculos de música e dança promovidos pelos integrantes da Apae, no Centro de Cultura de Alagoinhas, a 124 quilômetros de Salvador. Até o fim do ano, o grupo também deve se apresentar nas cidades de Jequié, Ilhéus, Itabuna e Salvador.
 

À frente da Companhia Opaxorô desde 2008, o diretor teatral Antônio Marques informa que, até o fim deste ano, a instituição deve lançar DVD com participações de Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Saulo, Tuca Fernandes, Lazzo Matumbi, Nara Costa e Márcia Short. 


A gravação do DVD deve ser realizada no estúdio do cantor Durval Lélys, vocalista do Asa de Águia, que é padrinho do projeto. Em 2012, a Companhia Opaxorô chegou a participar do Festival Olímpico, realizado nas Paralimpídas de Londres, na Inglaterra.



Foto: Henrique Mendes/ G1
 
Fonte: G1 Bahia


Após nascimento de filha com síndrome de Down, Romário diz que se tornou uma pessoa 'muito melhor'

Romário faz pose com sua filha Ivy e outra menina
Na véspera do Dia Internacional da síndrome de Down, os avanços das políticas públicas e os desafios das pessoas com a síndrome foram lembrados em uma sessão solene desta quinta-feira (20) no Senado


Pai de Ivy Bittencourt, de nove anos de idade, que tem a síndrome, o deputado Romário (PSB-RJ) avaliou que o Brasil tem avançado na atenção às pessoas com a síndrome.
 

— Há nove anos não existia nada. Hoje, por mais que nós estejamos longe do ideal, [o que temos]  já é um alento.
 

Ao contar que depois do nascimento de Ivy se tornou uma pessoa “muito melhor”, Romário destacou que parte da população ainda está mal informada sobre a capacidade das pessoas com a síndrome de Down, que praticam esportes e participam cada vez mais da vida em sociedade. Para o parlamentar, em breve, elas ocuparão cargos, que hoje são considerados inviáveis.


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) lembrou que no final do ano passado a Casa aprovou o PNE (Plano Nacional de Educação), que agora está tramitando na Câmara dos Deputados. A Meta 4 do PNE prevê a garantia de acesso à educação básica para os estudantes com deficiência.
 

Pela proposta, o ensino deverá ser, preferencialmente, na rede regular, mas as escolas especiais serão mantidas para complementar a educação dos estudantes com deficiência. Atualmente, o Senado analisa uma proposta de lei, de autoria da senadora 


Vanessa Grazziotin (PcdoB- AM), que prevê a dedução em dobro da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Física de encargo por dependente acometido de uma série de problemas genéticos, como a síndrome de Down.






20 de mar. de 2014

Eventos celebram o Dia Internacional da Síndrome de Down 2014



O Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em todo o mundo em 21 de março,  chama a atenção da sociedade para a luta por direitos iguais, bem-estar e inclusão das pessoas que nasceram com a síndrome. 


A data 21/03, ou 3/21 na grafia americana, faz referência aos três cromossomos número 21 que caracterizam esta ocorrência genética e foi ideia do geneticista Stylianos E. Antonarakis, da Universidade de Genebra. Em 2012, por iniciativa do Brasil, a celebração entrou para o calendário oficial da ONU.
 
Veja abaixo os eventos comemorativos em todo o Brasil:
 
AMAZONAS
 

- Audiência Pública em comemoração pelo Dia Internacional da Síndrome de Down
Data: 21/03/2014
Local: Assembléia Legislativa do Amazonas, Plenário Ruy Araújo.
Mais informações: (92) 8123-6060.


BAHIA
 

- Exposição Ser Down
Data: a partir de 15/03/2014
Local: Shopping Barra, Salvador – BA.
Mais informações, clique aqui.

 
- Seminário sobre Saúde e Bem-Estar: Acesso e Igualdade para todos na Síndrome de Down e Doenças Genéticas Raras
Data: 21/03/2014
Local: CEEBA – Centro de Educação Especial da Bahia, Salvador – BA.
Mais informações, clique aqui.

 
- Sessão Especial em Homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down
Data: 21/03/2014
Local: Plenário da Câmara Municipal de Vereadores de Camaçari - BA.
Mais informações, clique aqui.

 
- Manhã Recreativa
Data: 21/03/2014
Local: CEAME, Porto Seguro – BA.
Mais informações, clique aqui.

 
- Cidadão Down com Vida Saudável, Fazendo Escolhas, Concretizando Metas
Data: 21/03/2014
Local: Universidade Estadual de Santa Cruz, Itabuna - BA.
Mais informações, clique aqui.


DISTRITO FEDERAL
 

- Sessão Especial pelo Dia Internacional da Síndrome de Down
Data: 20/03/2014, 12h
Local: Plenário do Senado Federal

 
- Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH)
Data: 20/03/2014, 8:30h
Local: Senado Federal, CDH

 
- Exposição do artista plástico  Lucio Piantino, De Arteiro a Artista
Data: 10 a 21/03/2014
Local: Expoarte – SRTV/Sul 701 – Ed. Centro Empresarial Brasília, Loja 50/54  - Térreo
Data: 17 a 21/03/2014
Senado Federal, Salão Branco

 
- Sessão Solene na Câmara Legislativa
Data: 21/03/2014, às 19:00hs
Local: Câmara Legislativa, Brasília – DF

 
- Caminhada Down
Data: 23/03/2014, a partir das 10:00hs
Local: Parque da Cidade, junto à Administração, Brasília – DF.

 

ESPÍRITO SANTO
 

- Saúde e Bem-estar: Acesso e Igualdade para Todos
Data: a partir de 21/03/2014
Local: Plenária da Assembléia Legislativa, Vitória – ES.
Mais informações, clique aqui.

 

GOIÁS
 

- Picnic do Dia Internacional da Síndrome de Down da Associação Mais 21
Data: 23/03/2014
Local: Parque Flamboyant, Jardim Goiás, Goiânia – Go
Mais informações: maisvinteum@hotmail.com.

 

MARANHÃO
 

- Missa em Ação de Graças pelo Dia Internacional da Síndrome de Down
Data: 21/03/2014
Local: Igreja Nossa Senhora de Nazaré, São Luiz – MA
Mais informações, clique aqui.

 

MATO GROSSO DO SUL
 

- Caminhada do Dia Internacional da Síndrome de Down
Data: 21/03/2014
Local: Praça Ary Coelho, Campo Grande – MS
Mais informações, clique aqui.

 

MINAS GERAIS
 

- Meu filho é Down, e daí? APAE de Juiz de Fora
Data: 30/03/2014
Local: Assembléia Legislativa do Amazonas, Plenário Ruy Araújo.
Mais informações, clique aqui.

 
- Projeto ‘Vamos Juntos’ da Associação Olhar Down
Data: 22/03/2014
Local: IFET Barbacena – MG
Mais informações, clique aqui.

 
- Caminhada Up and Down do Projeto Mano Down e Grupo Minas Down
Data: 23/03/2014
Local: Barragem Santa Lúcia, Belo Horizonte – MG
Mais informações: 31 9513-9566 e gontijo.leonardo@gmail.com

 

PARANÁ
 

- Alterações Cromossômicas do Par 21 e o Direito de Ser e Pertencer
Data: 21/03/2014
Local: Colégio Estadual Igléas Grollmann, Cianorte – PR
Mais informações, clique aqui.

 
- Dia Internacional da Síndrome de Down da Associação Reviver Down
Data: 21/03/2014
Local: Praça Osorio, Centro, Curitiba – SP
Mais informações, clique aqui.

 

RIO DE JANEIRO
 

- Caminhadown do Grupo RJDOWN
Data: 23/03/2014
Local: Praia do Arpoador, Rio de Janeiro – RJ
Mais informações, clique aqui.

 
- Encontro na Quinta da Boa Vista do Grupo Amadinhos Downs
Data: 22/03/2014
Local: Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro – RJ
Mais informações, clique aqui.

 
- Apresentação de dança do Grupo ‘Quem dança é mais feliz’
Data: 25/03/2014
Local: Teatro do Tijuca Tênis Clube, Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Mais informações, clique aqui.

 
- Primeira Mostra de Habilidades Especiais de Pessoas com Síndrome de Down
Data: 20/03/2014
Local: Instituto Anne Sullivan, Rio de Janeiro – RJ
Mais informações, clique aqui.

 
- Rolezinho Down da Associação Síndrome de Down – ASSIND
Data: 21/03/2014
Local: Calçada da Fama, Teresópolis – RJ
Mais informações: assindteresopolis@gmail.com e (21) 36428081.

 
- Culto em Ação de Graças pelo Dia Internacional da Síndrome de Down
Data: 29/03/2014
Local: Igreja Anglicana na Union Church, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Mais informações: rosileniblanco@yahoo.com.br

 

RIO GRANDE DO NORTE
 

- Caminhada Pela Inclusão
Data: 23/03/2014
Local: Centro de Convenções na Via Costeira, Natal - RS
Mais informações: glaucianesantana@yahoo.com.br

 
- Lançamento do Calendário da Associação Síndrome de Down do RN
Data: 23/03/2014
Local: Parque das Dunas, Tirol  - RS
Mais informações: glaucianesantana@yahoo.com.br

 

RIO GRANDE DO SUL
 

- Café da Manhã AIDD
Data: 22/03/2014
Local: Rua Marechal Deodoro, 70. Centro – Bento Gonçalves – RS
Mais informações, clique aqui.

 
 - Dia Internacional da Síndrome de Down
Data: 21/03/2014
Local: Escola Estadual de Educação Olavo Bilac, Santa Maria - RS
Mais informações, clique aqui.

 

SANTA CATARINA
 

- Lançamento do livro Amor Down
Data: 21/03/2014, 11:45h
Local: Assembleia Legislativa, Florianópolis – SC
 

- Semana Down Um Abraço da APAE de Jaraguá do Sul
Data: 21/03/2014
Local: Jaguará do Sul – SC
Mais informações, clique aqui.


SÃO PAULO
 


- 4º Simpósio Internacional da Síndrome de Down – coordenação: Dr Zan Mustachi
Data: 21 e 22/03/2014
Local: Sede da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, São Paulo – SP
Mais informações, clique aqui.

 


- Dia Internacional da Síndrome de Down da Fundação Síndrome de Down
Data: 22/03/2014
Local: Feira da Cultura e Arte da Praça do Coco, Campinas – SP
Mais informações, clique aqui.

 


- III Caminhada pela Inclusão CEESD
Data: 23/03/2014
Local: Portão 6 (Kartódromo) da Lagoa do Taquaral – Campinas – SP
Mais informações, clique aqui.

 



- Caminhada Conviva Down
Data: 23/03/2014
Local: Instituto Conviva Down de Araraquara – SP
Mais informações, clique aqui.

 



- Picnic e Caminhada VIP Ser Down é Tão Normal Quanto Você
Data: 23/03/2014
Local: Parque Ibirapuera, São Paulo – SP
Mais informações, clique aqui.

 



- Seminário ‘O Processo de Inclusão Educacional das Pessoas com Síndrome de Down’
Data: 21/03/2014
Local: Faculdade de Guararapes, Jaboatão dos Guararapes - SP
Mais informações, clique aqui.

 


- Comemoração do Dia Internacional da Síndrome de Down – Felicidade Down
Data: 23/03/2014
Local: Rua Carlos Eugênio Siqueira Salermo, Sorocaba – SP
Mais informações, clique aqui.

 


- Síndrome de Down – Perspectivas em Foco (Evento científico)
Data: 20/03/2014
Local: Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, São Paulo - SP
Mais informações, clique aqui.

 


- A Pessoa com Síndrome de Down: Desafios e Perspectivas na Atualidade
Data: 21/03/2014
Local: Câmara Municipal de São Paulo, São Paulo - SP
Mais informações, clique aqui.

 


-  Comemoração ao Dia Internacional da síndrome de Down da OAB de Ribeirão Preto
Data: 22/03/2014
Local: Câmara Municipal de São Paulo, São Paulo - SP
Mais informações, clique aqui.

 


9 de ago. de 2013

Professora com síndrome de Down lança livro de fábulas sobre inclusão

Debora Seabra faz pose. Em montagem, com a capa de seu livro
Débora Araújo Seabra de Moura, de 32 anos, a primeira professora com síndrome de Down do Brasil, acaba de lançar um livro com fábulas infantis que têm a inclusão como pano de fundo. 


O livro traz contos que se passam em uma fazenda e têm os animais como protagonistas. 


Eles lidam com problemas humanos como preconceito e rejeição, caso do sapo deficiente que não conseguia nadar, da galinha excluída do grupo por ser surda e do passarinho de asa quebrada que precisou ganhar a confiança dos outros bichos para poder voar com eles.


Com 32 páginas, a obra "Débora conta histórias" (Araguaia Infantil, R$ 34,90) estará à venda nas livrarias a partir desta segunda-feira (5). As ilustrações são de Bruna Assis Brasil.

 
A professora também usa os bichos para abordar a importância da tolerância, respeito e amizade. Uma das fábulas é sobre a discriminação que o pato sofria por não querer namorar outras patas, e sim, patos.
 
Em outra, Débora conta a história de amizade entre um cachorro e um papagaio. Alguns contos foram escritos baseados em situações vividas por ela. O texto da contracapa é do escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, João Ubaldo Ribeiro.
 
"Usei os animais, mas as histórias se encaixam aos humanos. É preciso respeitar e incluir todo mundo, aceitar as diferenças de cada um. Ainda existe preconceito", afirma Débora.
 

O livro nasceu em 2010, quando a jovem resolveu escrevê-lo para dar presente de Natal aos pais, o médico psiquiatra José Robério e a advogada Margarida Seabra. "Queria fazer uma surpresa, e eles ficaram felizes, adoraram a ideia."
 
Margarida lembra que a filha passou alguns meses dedicada a escrever a obra escondida no quarto, quando a mãe entrava de surpresa ela tratava logo de proteger o presente.



"A gente não imaginava, achávamos que fosse um diário." Os contos não foram escritos com a expectativa de se tornar livro, mas como o resultado agradou a todos, Margarida se rendeu aos conselhos e pedidos dos amigos e da família e foi em busca de uma editora. Antes, cogitou publicá-lo de forma independente, mas não foi preciso.
 
Não foi a primeira vez que a professora testou o lado escritora. Antes do livro de fábulas, escreveu a própria história que depois de ter as folhas impressas e presas por um espiral, foi dada aos pais. 


"Toda a família leu, guardamos como lembrança, mas achei que era comum. Já com as fábulas fiquei muito emocionada. As pessoas se surpreenderam pela delicadeza das histórias", diz Margarida.


 A obra "Débora conta histórias" será lançada oficialmente no mês de setembro em um evento para convidados, em Natal. Ainda não há data definida.
 
Escolas regulares
 
 
A autora da obra nasceu em Natal (RN) e há nove anos trabalha como professora assistente em um colégio particular tradicional da cidade, a Escola Doméstica. Débora sempre estudou em escolas da rede regular de ensino e se formou no curso de magistério, de nível médio, em 2005.
 
Quando começou a frequentar a escola, pouco se sabia sobre a síndrome de Down. Débora contou com o apoio da família que contrariou a tendência de matricular a filha uma escola especial, assim como fazia os pais naquela época. "Nunca cogitei uma escola especial porque Débora era uma criança comum.


A escola especial era discriminatória e ela precisava de desafios. Não sabia muito bem como seria, mas estava aberta para ajudar minha filha a encarar qualquer coisa", diz Margarida.
 
Nem sempre foi fácil. Débora já foi vítima de preconceito. Ainda na educação infantil, lembra de ter sido chamada de 'mongol' por um garoto. 


Ela chorou, ficou magoada, mas encontrou na professora uma aliada que explicou à classe que 'mongóis' eram os habitantes da Mongólia e ainda ensinou as crianças o que era a síndrome de Down.
 
Por conta de sua experiência com professora, Débora já foi convidada para palestrar em várias partes do país e até fora dele, como Argentina e Portugal. Sempre que pode participa de iniciativas para ajudar a combater o preconceito, como apresentações teatrais - mais uma de suas paixões.


31 de jul. de 2013

Toma posse primeira vereadora espanhola com Síndrome de Down

Ángela Bachiller 
 
 
Ángela Bachiller se tornou nesta segunda-feira (29) a primeira vereadora com síndrome de Down da Espanha, na cidade de Valladolid, de 311 mil habitantes.
 
 
Ángela tomou posse no meio de uma grande expectativa e admiração dos vallisoletanos por sua "coragem" e seus anos de luta pela normalização e integração de pessoas com deficiências, como ela.


A jovem auxiliar administrativa, sentada hoje nas cadeiras do Partido Popular (PP), de centro-direita, com sua medalha de vereadora ao pescoço, é a imagem da igualdade, e vai ser uma vereadora mais "preparada", "educada", "discreta", como a definiu sua mãe Isabel Guerra.


Ángela jurou lealdade ao rei Juan Carlos 1º e a cumprir a Constituição diante dos flashes de muitos membros da imprensa interessados em registrar o momento inédito.


Ángela Bachiller se candidatou às últimas eleições municipais de Valladolid, que aconteceram em maio de 2011, na lista do PP, e após a renúncia do vereador Jesus García Galván, acusado de corrupção urbanística, se apresentou para ocupar a vaga.


"Obrigado por tudo, por terem confiado em mim", disse ao término da sessão plenária, em entrevista coletiva, acompanhada do prefeito de Valladolid, Javier León de la Riva, tão emocionada que não conseguiu dizer mais nada.


León de la Riva disse que o caso de Ángela é um exemplo da política da prefeitura a favor da integração das pessoas deficiência, e lembrou que na última legislatura teve o primeiro cadeirante da Espanha.


Sua família "lutou desde o minuto em que nasceu", disse à imprensa a mãe da nova vereadora.


Isabel Guerra, enfermeira de profissão, se mostrou orgulhosa da filha, por sua "coragem" e por "não jogar a toalha", embora reconheça que nunca tenha imaginado que pudesse chegar a ser vereadora.


A receita para alcançar essa posição na vida foi "muito amor, muita disciplina, muito trabalho e uma vida normal em tudo", disse a mãe de Bachiller. 


E o conselho materno é para que Ángela aprenda e desfrute desta experiência como vereadora para que o passo dado "deixe de ser visto como extraordinário e passe a ser normal".


Neste dia tão especial, Ángela Bachiller esteve cercada pelos pais, sua irmã Lara, seus avôs Juani e Ángel, que mesmo aos 86 anos não abriram mão de ver este momento, e seus companheiros da Associação Síndrome de Down.