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18 de out. de 2016

Casal de oftalmologistas promove ação para doar óculos



O casal de oftalmologistas Rosana e Marcelo Cunha reunirão cerca de 100 amigos do Bem, na próxima quinta-feira, dia 20/10, para ajudar o projeto Novo Olhar, da Fundação Oftalmológica Dr. Rubem Cunha.


Oferecido pelo Restaurante Rubaiyat, em São Paulo, essa será a 6ª edição de uma noite cultural enogastronômica, com palestra do Prof. Leandro Karnal. Além da palestra, o evento contará com um leilão de experiências e itens exclusivos


O Projeto Novo Olhar presta assistência oftalmológica, com um consultório exclusivo dentro da APAE-SP.  


O evento, tem como objetivo arrecadar recursos que possibilitam o exame oftalmológico, mais a doação dos óculos para 1.000 crianças com deficiência intelectual

Entre os nomes confirmados, a apresentadora Ana Hickmann, a empresária Luiza Trajano, a primeira-dama do estado de São Paulo Lu Alckmin e a estilista Martha Medeiros.


 

Homem tetraplégico sente toque em mão robótica após implante cerebral






Um homem tetraplégico nos Estados Unidos conseguiu sentir o toque em uma mão robótica através de eletrodos implantados no seu cérebro.


Nathan Copeland, de 27 anos, sofreu um acidente de carro há cerca de dez anos. O impacto afetou sua espinha dorsal, deixando-o paralisado do peito para baixo. Apesar de conseguir levantar seus pulsos, Copeland perdeu a maior parte da sensação do tato.


Mas agora, cientistas do Centro Médico da Universidade de Pittsburgh anunciaram que obtiveram sucesso ao implantar quatro chips no cérebro de Copeland, dando a habilidade de controlar um braço robótico com sua mente e sentir quando alguém tocasse os dedos da prótese.


Segundo os pesquisadores, trata-se da primeira vez que um implante neural permitiu que uma pessoa pudesse ter a sensação do toque através de uma prótese ao estimular diretamente seu cérebro. 


Em vídeo publicado pela universidade, Copeland descreve a sensação. “Eu senti como se tivesse meus dedos tocados ou empurrados”.


A pesquisa foi publicada no jornal Science Translational Medicine. Os cientistas implantaram dois chips na região cerebral responsável por controlar os movimentos, o chamado córtex motor. 


Isso permitiu a Copeland controlar o braço robótico simplesmente ao pensar sobre isso. 


Vale ressaltar que o braço robótico não é incorporado ao seu corpo e sim a uma área externa localizada no laboratório. Outros dois chips adicionais foram implantados na parte do cérebro responsável pela sensação, o chamado córtex sensorial.
 

Os eletrodos, então, são ligados a um computador externo por meio de cabos conectados a uma espécie de “tomada” instalada no crânio de Copeland. 


O computador foi conectado, por sua vez, a sensores no braço robótico. Quando alguém toca alguns dos dedos robóticos, os sensores retransmitem a informação ao computador, que depois dizem aos eletrodos para ativarem o córtex sensorial.


A pesquisa anuncia um grande passo para a recuperação de movimentos em pessoas com deficiência motora no futuro. No entanto, ainda levará tempo para que pacientes possam usufruir dela no dia a dia. 


Da mesma forma que exoesqueletos que não recorrem a sistemas tão invasivos, os cientistas de Pittsburgh precisam desenvolver uma forma de tornar a tecnologia acessível para uso além do laboratório. Por enquanto, a prótese robótica exige uma quantidade enorme de cabos e o sistema exige computadores robustos.


Os resultados da recente pesquisa somam-se a outros bem-sucedidos na área, como a pesquisa do projeto Andar de Novo, comandada pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis.


O artigo científico reflete os resultados dos primeiros doze meses da pesquisa clínica do Andar de Novo. 


A conclusão é que após uma espécie de treinamento cerebral”, com uso de um exoesqueleto artificial, conectado a um sistema não invasivo que liga o cérebro humano a um computador e ainda sessões de realidade virtual, os pacientes conseguiram recuperação neurológica parcial, ou seja, retomaram parcialmente a habilidade motora, a sensação tátil, além de funções viscerais.





 

Ibiraçu ganha instituição de apoio à pessoa com deficiência




O município de Ibiraçu, no Norte do Espírito Santo, vai contar com mais uma instituição de assistência e apoio à pessoa com deficiência. 


O Ministério da Saúde credenciou a Associação Amigos da Justiça Cidadania, Educação e Arte, no Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD).



A organização poderá ampliar a prestação de serviços médico-assistenciais, o apoio a formação, o treinamento e o aperfeiçoamento de trabalhadores e a realização de pesquisas clínicas, epidemiológicas e experimentais no estado.



O novo projeto será acompanhado pelo Ministério da Saúde, que irá definir as áreas prioritárias para execução das ações e serviços, deliberar sobre os projetos aprovados, definir parâmetros para aprovação, acompanhar a prestação de contas, avaliar os resultados da execução das ações e, ainda, definir a sistemática de monitoramento e avaliação.



Caso a execução seja de má qualidade ou de inexecução dos projetos, o Ministério da Saúde poderá inabilitar, por até três anos, a instituição, além de outras responsabilizações cabíveis.



Além da Associação Amigos da Justiça Cidadania, Educação e Arte, foram credenciadas mais 23 instituições em todo o país. Com isso, essas organizações podem arrecadar recursos e abater os valores do imposto de renda.



O ministro da Saúde, Ricardo Barros, vê com entusiasmo a chegada dessas novas instituições. 


“Serão mais recursos, mais parceiros que irão nos auxiliar a chegar ao acesso à saúde dessa população e, também, a desenvolver ações de prevenção, de promoção à saúde e de habilitação/reabilitação da pessoa com deficiência”, disse.


O programa

 


O PRONAS/PCD foi instituído pela Lei nº 12.715/2012 e normatizado pela Portaria GM/MS nº 1.550/2014, com alterações dadas pelas Portarias nº 1.575/2014 e 275/2016.



O programa do Ministério da Saúde incentiva ações e serviços desenvolvidos por entidades, associações e fundações privadas sem fins lucrativos, na área da pessoa com deficiência. 


Pessoas físicas e jurídicas que contribuírem com doações para projetos nessas duas áreas poderão se beneficiar de deduções fiscais no Imposto de Renda (até 1% do IR total devido).



Para participar, as instituições interessadas precisam se credenciar junto ao Ministério da Saúde, entre 1º de janeiro à 31 de julho de cada ano, e apresentar suas propostas com a identificação do que será executado.



Cada um deverá conter informações como capacidade técnico-operativa da instituição para execução do projeto, ações e serviços a serem utilizados, estimativa de recursos financeiros e físicos que vão ser empregados, o período de execução, entre outros itens.


Fontes: G1 / Vida Mais Livre


11 de out. de 2016

Rede Lucy Montoro promove piquenique para incentivar consumo de frutas




No dia 14/10, das 9h às 16h, a unidade Morumbi da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, localizada na Rua Jandiatuba em São Paulo (SP), vai incentivar os pacientes do ambulatório infantil ao consumo de frutas por meio de brincadeiras e atividades educativas


De forma lúdica, crianças de até 7 anos, acompanhadas de seus familiares, experimentarão algumas frutas e montarão espetinhos em formato geométrico. 


Além de nutricionistas, a atividade contará com terapeutas ocupacionais, para auxiliar na manipulação das frutas; fisioterapeutas, para garantir cuidados posturais durante a atividade; fonoaudiólogas, para auxiliar no processo de deglutição dos alimentos e psicólogos e assistentes sociais para estimular as crianças a interagirem com seus colegas com outras deficiências.


Segundo a coordenadora do Serviço de Nutrição da Rede Lucy Montoro, Fernanda Simões, é recomendável que crianças consumam de 3 a 5 porções de frutas por dia. 


“Cumprir essa recomendação é mais difícil quando a criança possui algum comprometimento no desenvolvimento neuropsicomotor devido a fatores de restrições alimentares, baixa aceitação e alterações sensoriais”, explica a especialista.


A Rede de Reabilitação Lucy Montoro oferece reabilitação às pessoas com deficiência física. 


Atualmente, com 16 unidades em funcionamento, oferece programas de reabilitação global que incluem o fornecimento de ajudas técnicas, como órteses, próteses e cadeiras de rodas.


O atendimento é realizado por equipe multiprofissional composta por quase mil profissionais de saúde especializados em reabilitação, entre médicos fisiatras, profissionais de enfermagem, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, fonoaudiólogos e educadores físicos.



 Fonte: Revista Incluir


 
 

Testes de acuidade visual gratuitos no Dia Mundial da Visão em SP




Em comemoração ao Dia Mundial da Visão e, também, para chamar a atenção da população brasileira quanto à importância dos cuidados com a visão, a Fundação Abióptica levará a Ação Olho Vivo a sete capitais brasileiras no próximo dia 13/10, Dia Mundial da Visão


São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Goiânia, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte recebem simultaneamente a iniciativa, que consiste na realização de testes de acuidade visual gratuitos, que têm como objetivo principal identificar possíveis problemas visuais e a consequente necessidade da visita a um oftalmologista.


Em São Paulo a ação acontecerá no Conjunto Nacional, que fica na Avenida Paulista, 2073, entre 11 e 18 horas. 



 Fonte: Revista Incluir
 
 
 

Cadastro Único de Nascimento de Pessoas com Deficiência pode se tornar lei




Tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei nº 371/2016, de autoria do deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), o Nininho, com a finalidade de criar o Cadastro Único de Nascimento de Pessoas com Deficiência


Este cadastro tem como objetivo facilitar o estudo e a aplicação de políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência.


Para o autor do projeto, este cadastro será um passo importante para o estado, e também, uma forma de proporcionar às pessoas com deficiência maior qualidade de vida com igualdade de condições com as demais pessoas.


“Este cadastro do recém nascido diagnosticado com deficiência irá direcionar melhor a elaboração de políticas públicas voltadas para eles. Tendo o controle real do número dessas crianças, o governo poderá desenvolver melhor os projetos de inclusão”, explicou Nininho.


No âmbito nacional, existe a Lei Brasileira de Inclusão de Pessoa com Deficiência (LBI), Lei nº 13.146/2015, que fomenta a realização de diversas políticas públicas que atendem os deficientes, da criança ao adulto. 


Todo o trabalho desenvolvido por meio dessas políticas é feito por uma equipe multidisciplinar, por exemplo, na área da educação a lei criou uma didática específica para cada deficiência


A médica especialista em Neonatologia e UTI Pediátrica de Rondonópolis, Vanessa Siano destaca que, o Projeto de Lei é uma iniciativa importante, principalmente no que diz respeito ao melhor atendimento e acompanhamento desde o nascimento das pessoas com deficiência.


“Esse cadastro facilitará o tratamento como, por exemplo, as terapias para desenvolver a capacidade desses pequenos, o suporte para toda a família e os cuidados multidisciplinares”, concluiu a pediatra.


Dados - De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 6,2% da população brasileira tem algum tipo de deficiência entre as quatro consideradas pela Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) – auditiva, visual, física e intelectual. 


Atualmente, o índice nacional corresponde a 12,8 milhões de brasileiros, enquanto em Mato Grosso são 205,3 mil.







4 de out. de 2016

Mulheres com deficiência participam da Campanha Outubro Rosa





Todo ano mais pessoas integram o movimento Outubro Rosa, campanha mundial de prevenção do câncer de mama. 


O mês se tornou referência para as mulheres intensificarem os cuidados e buscarem orientação médica para realização dos exames preventivos da doença, que é a segunda maior causa de morte entre as brasileiras.


Para dar continuidade ao projeto iniciado em 2015, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e o Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (CMPD-SP) lançam no dia 08/10, na Câmara Municipal de São Paulo, a edição do Outubro Rosa para Mulheres com Deficiência - Reconstruindo a vida, que irá oferecer palestra informativa sobre a prevenção do câncer de mama, entrega de vouchers às mulheres com deficiência e cuidadoras previamente cadastradas que ainda não fizeram a mamografia, além do retorno das pacientes que participaram da edição passada.


Em 2015, 58 mulheres participaram da ação e puderam realizar a mamografia em equipamentos com acessibilidade no Hospital Municipal do Campo Limpo. 


Todos os atendimentos e encaminhamentos foram realizados por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).Este ano, os exames serão realizados nos dias 15/10 e 22/10 no mesmo local.


Em 2016, o objetivo da edição do Outubro Rosa para Mulheres com Deficiência - Reconstruindo a vida, além de facilitar o acesso de mais mulheres com deficiência e cuidadoras ao exame de mamografia, é também garantir o retorno das participantes da edição do ano passado para dar continuidade à ação de prevenção da doença.


O cadastro para participação da campanha foi disponibilizado para cuidadoras e mulheres com deficiência a partir dos 40 anos durante a Plenária do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (CMPD-SP) realizada no dia 03/09, quando participaram entidades sociais, pessoas com deficiência e membros da sociedade civil.


O evento de lançamento da campanha contará com recursos de acessibilidade como intérpretes de Libras, audiodescrição e material em Braille.


A secretária municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marianne Pinotti, que é médica mastologista, ressalta a importância desta iniciativa e dos exames de prevenção: 


“O câncer de mama tem possibilidade de cura de 90% quando é feito um diagnóstico precoce. Por isso é extremamente necessário iniciativas que facilitem o acesso de mulheres. Queremos que pessoas com deficiência e cuidadoras tenham os exames de mamografia em dia para evitar futuras doenças em estágios mais avançados”, afirma a secretária.


O movimento Outubro Rosa alerta às mulheres para o risco do câncer de mama e a importância dos exames de rotina para a detecção precoce da doença. 


O câncer de mama é o tipo que mais atinge as mulheres no Brasil e exige cuidados. A previsão do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que ocorram cerca de 58 mil novos casos em 2016.




 
 
 

28 de set. de 2016

Menina de 12 anos cria app para ajudar avó com Alzheimer



Começaram com telefones e endereços, partiram para aniversários e idades – a avó não se lembrou do aniversário do filho nem da idade da neta – até chegarem aos rostos dos parentes. Foi aí que a menina decidiu agir.


Filha de uma matemática e de um engenheiro de software, ela investiu no desenvolvimento de um aplicativo que pudesse ajudar a avó. E criou o Timeless – ou Eterno, em português.


O app é uma espécie de rede social para pessoas com demência. É possível convidar amigos e parentes a se juntarem ao grupo.


Uma das seções criadas pela menina é a "Quem É Você". Basta fotografar o rosto de uma pessoa para que a app identifique quem é ela e qual a relação com o paciente.


Para os casos em que o paciente esquece quem é ele próprio, o que acontece quando as doença chega a estágios avançados, Emma desenvolveu a seção "Eu". Ela traz nome, idade, telefone, endereço e foto.


Há ainda uma área com hora, data, previsão do tempo e eventos. Quem inclui as tarefas é o cuidador.


E, se a pessoa com demência tentar telefonar para alguém com quem já falou nos últimos cinco minutos, o Timeless pergunta: "Quer mesmo fazer essa ligação?".


Para acessar o aplicativo, não é necessário login e senha. Basta usar os dedos – o ingresso é feito por impressão digital.


O desenvolvimento do Timeless foi feito com a ajuda de um médico. Agora Emma está na fase de testes.




 

27 de set. de 2016

Startup apresenta serviço inédito de análise genética para autismo



Idealizada por cientistas brasileiros, a TISMOO chega ao mercado para revolucionar o diagnóstico e tratamento de doenças genéticas.  


Dedicada exclusivamente a análises genéticas com foco em perspectivas terapêuticas personalizadas para o Transtorno do Espectro do Autismo e outros transtornos neurológicos de origem genética.


A startup de biotecnologia oferece a possibilidade de uma medicina cada vez mais personalizada, alimentando as pesquisas e buscando melhorar as formas de tratamento. 


Para isso, combinam tecnologias de genômica, células-tronco e edição genética, aliadas a soluções de tecnologia baseada em nuvem. 


A ideia é que, em um futuro não tão distante, as pessoas tenham acesso a informações genéticas que possibilitem abordagens clínicas com mais precisão, possibilitando que os médicos atuem nos pontos específicos do problema.


Assim, pretende, por meio da modelagem celular e edição genética, criar uma nova plataforma para a análise funcional das alterações dos genes e, desta forma, desenvolver e testar novos medicamentos em mini-cérebros derivados diretamente dos próprios pacientes e produzidos em laboratório, auxiliando a clínica.


O projeto é desafiador e ambicioso, pois a ideia é trazer técnicas e estudos de ponta, restritos a universidades, e colocá-los em prática hoje para o benefício clínico dos indivíduos afetados. 


Além do Transtorno do Espectro do Autismo, a TISMOO também se dedica a estudar outros transtornos neurológicos de origem genética, como a Síndrome de Rett, Síndrome de Timothy, Síndrome Frágil X, Síndrome de Angelman e a Síndrome de Phelan-McDermid.


Para mais informações, ligue (11) 3251-1964 (Falar com Priscylla) ou acesse:www.tismoo.com.br







24 de set. de 2016

Rios D'Or promove evento para Dia Mundial de Conscientização da Doença de Alzheimer




Na próxima terça-feira, dia 27/09, o Grupo de Apoio a Familiares de Pacientes com Alzheimer, que acontece mensalmente no Hospital Rios D’Or, em Jacarepaguá, irá promover um evento especial,das 14 às 16h, em comemoração ao Dia Mundial de Conscientização da Doença de Alzheimer.


Temas como o direito e benefícios sociais de pacientes idosos, arteterapia como atividades de amparo de assistência domiciliar ao idoso com a doença e o que motiva o cuidador, serão abordados pelos profissionais que conduzirão o evento visando colaborar com a melhoria da qualidade de vida de pacientes com o diagnóstico e seus familiares.

"A conscientização sobre a doença é fundamental para encará-la da melhor forma possível. O Grupo, que existe há seis anos, incentiva que pacientes e familiares ampliem sua rede de apoio, buscando sempre por informações. Reforçamos a importância do suporte ao cuidador, pois o equilíbrio emocional é fundamental para que eles estejam preparados para oferecer assistência de qualidade à pessoa com esse diagnóstico", explicou a psicóloga Mariana Guedes, responsável pelo Grupo.


O encontro será realizado no auditório da unidade (Estrada dos Três Rios, 1366 – Freguesia/Jacarepaguá). 


Programação:




A entrada é franca e os interessados devem se inscrever pelo e-mail marketing@riosdor.com.br



Vagas limitadas.



 



23 de set. de 2016

A luta de um grupo de crianças e de um hospital contra as doenças mais raras do mundo


Fotos e histórias de 11 crianças que enfrentam algumas das mais raras doenças do mundo foram parar nas ruas da segunda maior cidade da Inglaterra.  


A iniciativa faz parte de uma exposição organizada pelo Hospital Infantil de Birmingham para angariar fundos e criar o primeiro centro de pesquisas e tratamento de doenças raras no Reino Unido. 


O hospital já conseguiu levantar 1,5 milhão de libras esterlinas (aproximadamente R$ 6,7 milhões). O objetivo é atingir a cifra de 3,65 milhões de libras.


Segundo a médica Larissa Kerecuk, responsável pelo departamento de doenças raras do Hospital Infantil de Birmingham, a meta "é dar mais qualidade de vida e oferecer uma estrutura para ajudar pacientes e seus familiares a lidar com essas doenças, em vez de deixar a doença dominá-los".


Kerecuk é uma pediatra brasileira que há 30 anos vive no Reino Unido. Ela conta que a ideia de fazer fotos dos pacientes veio de uma das mães e o hospital abraçou o projeto, inspirado numa iniciativa similar de Nova York.

 

"As crianças adoraram as fotos, e foi muito bom para as pessoas saberem que Birmingham já é uma referência. Tem muito estigma e, ao mesmo tempo, é muito difícil de lidar. Às vezes (as doenças) não têm cura e muitos dos pacientes morrem antes de chegar à idade adulta", diz, emendando que gostaria de estender a iniciativa ao Brasil.Se eu pudesse fazer algo para também ajudar pacientes no Brasil seria ótimo", diz a médica que nasceu em São Paulo e morou em Curitiba, antes de se mudar para a Inglaterra.





Kerecuk conta que, por ano, o hospital onde trabalha atende 9 mil crianças com doenças raras e outras 5 mil que ainda esperam um diagnóstico. 


Doenças raras agrupam as que colocam em risco ou debilitam cronicamente até cinco pessoas num grupo de 10 mil e que requerem esforços especiais de tratamento.


Veja alguns dos retratos, feitos pelo fotógrafo britânico Kris Askey, e conheça as histórias de cinco dessas estrelas que lutam todo dia para viver. 

Kadie-Leigh ainda espera por um diagnóstico

 



Kadie-Leigh Hamilton, de 2 anos, tem uma doença tão rara que permanece sem diagnóstico.


Sua família tem conhecimento de apenas outras três crianças no mundo com o mesmo problema, que afeta os rins e bexiga.


Antes mesmo de a garota nascer, a mãe dela ouviu de especialistas que Kadie-Leigh não iria sobreviver. Depois de passar as primeiras 11 semanas de vida no hospital, Kadie-Leigh se tranformou no que a própria mãe chama de "pequeno milagre".


Kadie-Leigh é suscetível a infecções urinárias e é submetida a consultas regulares no hospital infantil Birmingham para monitorar sua condição renal. 


Apesar da saúde frágil, Kadie-Leigh tenta ter uma infância o mais próximo possível do normal. Gosta de se vestir de princesa e de brincar de faz de conta com seus amigos na creche.

Thomas aguarda transplante de rim

 



Thomas Davies, de 4 anos, é falante e adora assistir filmes repetidamente - os musicais Mamma Mia e Les Misérables são os seus favoritos.


Seus rins não se desenvolveram como deveriam - um não funciona o outro tem apenas 4% da capacidade de um rim normal. 


Por causa da rara condição renal, ele corre sério risco de morte e aguarda um transplante. Ele também segue uma rígida dieta. 


Durante os últimos três anos, Thomas tem sido submetido a sessões de quatro horas de diálise quatro vezes por semana. Estava no hospital no dia de seu aniversário de 4 anos.


Os pais e os três irmãos do garoto vivem a ansiedade diária de quem espera por um doador compatível, capaz de dar uma vida nova ao garoto.


Skye fez sete cirurgias e tem futuro incerto

 





Quando Skye Gardner, 8, nasceu, os médicos acreditavam que ela não viveria nem 24 horas.


Ela é portadora de uma doença genética conhecida como Síndrome de Williams, caracterizada por atrasos de desenvolvimento, como dificuldade moderada de aprendizagem, problemas cardíacos e renais.


Skye foi diagnosticada quando tinha três anos de idade e nunca conheceu outra pessoa com a mesma síndrome.


A família diz que há pouquíssima informação sobre essa doença e um grande número de incógnitas sobre como será o futuro da garota.


Skye já foi submetida a sete cirurgias, uma delas no coração. Apesar de tudo, é sociável, sorridente e adora o cantor britânico Olly Murs.


Jordan deu os primeiros passos aos 3 anos de idade

 

 


Jordan Haywood tem 15 anos de idade, mas sua mãe conta que ele tem desenvolvimento mental equivalente ao de uma criança de 5 anos. 


Ele adora brincar com carrinhos e aviões, mas precisa de ajuda constante para comer, tomar banho e se vestir.


Quando tinha seis semanas de idade, foi diagnosticado com a Síndrome de Klinefelter - em que meninos nascem com cromossomo "X" extra. No caso de Jordan, ele tem três ou quatro cromossomos X extras.


Ele também nasceu com três furos no coração e tem distúrbios de fala, muscular e sensorial, além de epilepsia, asma, ansiedade e problemas gastrointestinais - e apenas um rim funciona normalmente.


Médicos disseram aos pais de Jordan que ele jamais andaria. Mas, aos três anos, desafiou todas as expectativas e deu seus primeiros passos.


A maior preocupação da família de Jordan é saber quem vai cuidar do garoto na ausência dos pais. 

Sophia, o bebê que fez uma cirurgia de cinco horas no cérebro

 



Sophia tem 13 meses e nasceu no País de Gales com uma deformação rara no crânio, conhecida como "cranioestenose Mercedes Benz". 


A garota teve uma fusão prematura das suturas cranianas na parte de trás da cabeça, na forma do conhecido logotipo da montadora Mercedes Benz, que causa uma imensa pressão em seu cérebro.


Para prevenir danos cerebrais, ela teve que ser submetida a uma cirurgia. Ficou na mesa de operação por aproximadamente cinco horas e meia.


Desde então, Sophia e os pais dividem o tempo entre Birmingham e sua casa no País de Gales. Ela precisa estar sob acompanhamento médico periódico. 



Fonte: BBC BRASIL


 

14 de set. de 2016

Instituto Viver Hoje lança portal de saúde acessível para pessoas com deficiência




Em julho, o Instituto Viver Hoje lançou o Portal Viver Hoje , um veículo de comunicação completo e interativo para quem deseja receber informações confiáveis e estudos recentes sobre os universos da saúde e do bem-estar.


Neste espaço, há  divulgação de matérias, pesquisas e entrevistas exclusivas sobre nutrição, sexualidade, saúde, bem-estar, qualidade de vida, cuidados paliativos, atividades físicas e muito mais


Além disso, pacientes podem deixar seus depoimentos e baixar as cartilhas da série Viver Hoje, com informações sobre prevenção e dicas para passar de maneira mais confortável pelo processo de superação de doenças.


Um dos diferenciais do Portal Viver Hoje é a preocupação com acessibilidade.


Confira as ferramentas:


  • Para pessoas com pouca visão: todos os artigos contam com um recurso para aumentar ou diminuir o tamanho do texto.
  • Para pessoas cegas: o portal Viver Hoje, tem código otimizado para leitores de tela.
  • Para pessoas surdas: em parceria com a ProDeaf, oportal conta com o recurso de tradução de texto e voz na língua portuguesa para Libras - a língua brasileira de sinais, com o objetivo de realizar a comunicação entre surdos e ouvintes. Procure pelo ícone na lateral do site e siga as instruções na tela para ativar o plugin.
  • Para pessoas com dificuldade de locomoção: o portal Viver Hoje, disponibiliza código e layout otimizados para navegação via teclado. É possível, também, ativar o teclado na sua tela, caso seus sistema operacional permita.

Além disso, o portal Viver Hoje é uma das únicas ONGs do Brasil a ter uma parceria com a ReadSpeaker, que habilita o recurso "OUVIR". 


Com esse recurso, o computador lê em voz alta o texto contido na página. Uma ajuda necessária caso tenha dificuldade em ler um texto online. 


Desta forma, o site torna-se muito mais acessível e agradável de visitar. Você não precisa baixar nada para utilizar esse recurso.


Fonte: Revista Incluir