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24 de nov. de 2016

Atores com autismo estreiam peça teatral



O espetáculo Aut 3, é formado por elenco de atores com espectro autista, estreia no próximo sábado, 26 de novembro, em São Paulo. 


A peça faz parte da edição do Festival de Projetos Sociais da Oficina dos Menestréis. Com direção de Deto Montenegro, terá como repertório diversos espetáculos que integram a programação de teatro inclusivo por meio da arte.


Nela, o elenco interpreta cenas de diversas peças do repertório da Oficina dos Menestréis apresentadas como se fossem uma programação de rádio para ser assistida no teatro. 


O enredo traz dois locutores que narram de maneira irreverente a programação da “Rádio ZYBem Bom” com uma saudação divertida e inclusiva.


Além desse, há outros projetos formados por menestréis com Síndrome de Down, cadeirantes, pessoas com deficiência visual e da terceira idade. 


Ao longo do ano, os projetos sociais dirigidos por Deto Montenegro são oferecidos gratuitamente, por meio do curso de teatro musical inclusivo. 


Desde 2009, estes Projetos Sociais recebem o apoio institucional do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo Fiscal, a Rouanet.

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AUT 3
 

Quando: sábado, 26/11, às 16h
 
Onde: Teatro Extra Itaim
 
Endereço: Rua João Cachoeira, 899 – Vila Nova Conceição
 
Quanto:  R$70,00 (inteira), R$35,00 (meia) e R$30,00 (promocional)
 
Obs.: A programação completa está disponível na página do evento
 

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 Fonte: Vida Mais Livre

 

 

 

23 de nov. de 2016

Musical infantil tem interpretação simultânea em Libras





As aventuras de dois irmãos, que transformam um quarto em cenário para a imaginação, cantam e dançam enquanto mergulham na criatividade. Tudo ganha vida, inclusive brinquedos.


O espetáculo Coração de Herói – O Musical’ está em cartaz em São Paulo com uma proposta que vai além do incentivo ao imaginário infantil. Canções e texto são interpretados em Libras (Língua Brasileira de Sinais) pelos próprios atores, de forma simultânea, garantindo a inclusão genuína.






Com direção e dramaturgia de Liliane Zimermann, o musical tem canções originais em parceria com Danielle Andrade, com letras que divertem e educam. A direção musical é de Sandro Sabbas, com orquestração de Marcelo Bueno.

“Aprendi Libras no curso de pedagogia. Como já era atriz, comecei a reparar mais na acessibilidade das peças e a me perguntar como poderia unir minhas duas formações, fazendo do teatro uma ferramenta efetiva de educação. O teatro infantil é uma ótima porta de entrada para esse tema. Não queria o entreter por entreter, mas, fazer arte com um propósito de passar a mensagem de acessibilidade e igualdade para os públicos ouvintes e não ouvintes”, afirma Liliane.




Um dos principais pontos da peça é a expressão corporal do elenco e também a questão espacial da cena, garantindo ao público ver a interpretação em Libras e em português. 


“Nos laboratórios os atores entraram no mundo da surdez e da Libras. Isso também nos possibilitou experimentar bastante”, diz Liliane.


‘Coração de Herói’ fica em São Paulo até o dia 27 de novembro. Depois viaja para Guarulhos, Sorocaba, Jundiaí e Guaratinguetá.





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CORAÇÃO DE HERÓI – O MUSICAL (Espetáculo apresentado em português e Libras)

 


Quando: Sábado (26/11) e domingo (27/11)

Horário: às 15 horas

Onde: Teatro Viradalata  

Endereço: Rua Apinajés, 1387 – Perdizes – São Paulo/SP

Ingressos: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia-entrada)

Capacidade: 270 lugares (acesso para portadores de necessidades especiais)

Serviço de Vallet: R$ 20,00

Informações pelo telefone: (11) 3868-2535 ou acesse o site http://viradalata.com.br

Dramaturgia e Direção: Liliane Zimermann

Assistente de Direção: Franciely Comunello

Elenco: Caroline Martins, Jeferson Kucioyada, Katiuscia Pinheiro, Mirian Caxilé e Renan Souza

Preparação de elenco: Silvio Messias

Direção Musical: Sandro Sabbas

Música Original: Danielle Andrade

Trilha Sonora Instrumental: Marcelo Bueno

Operadora de Luz: Gabriela Araujo

Produção artística: Rhode TM

Produção Executiva/Administração: Luciane Ortiz

Assistente de Produção: Patricia Teixeira

Figurino: Allan Ferc

Cenografia: Thiago Martins

Iluminação: Rogério França

Sonorização: Marcelo Bueno

Realização: Bethel Projetos Socioculturais

Gênero: Musical infantil

Duração: 50 minutos

Classificação etária: Livre


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30 de set. de 2016

Teatro dos Sentidos: Em “Feliz Ano Novo, de novo” no Teatro Maria Clara Machado



O espetáculo Feliz Ano Novo, de novo integra o Circuito Cultural Rio, idealizado pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Prefeitura do Rio, para a programação cultural dos períodos Olímpico e Paralímpico, que vai de maio a setembro de 2016″.


Paula Wenke apresenta o espetáculo Feliz Ano Novo, de novo nos moldes do Teatro dos Sentidos, vivenciando sua forma de encenação, experimentando aromas, sons, sabores, toques e texturas.


Desde a sua primeira montagem em 2002, a personagem feminina por ser  autobiográfica, sofre várias mudanças de valores. Por consequência, de visão de mundo. 


O texto deste ano foi adaptado a representar esta nova mulher, que não deposita no outro sua condição para a felicidade, mas sim em suas próprias conquistas.  


Na modernidade líquida, segundo o filósofo Zygmunt Bauman, tudo é fluido e nada estático, portanto os textos teatrais tendem a se comportar da mesma maneira, em face de tantas mudanças velozes e significativas de comportamento da sociedade.

 

O Teatro dos Sentidos  

 

É uma técnica de encenação teatral criada pela carioca Paula Wenke, ou simplificando, um jeito diferente de fazer teatro idealizado inicialmente para uma plateia de cegos, que pela deficiência perdem no teatro, TV e cinema: as ações físicas, expressões faciais ou simplesmente informações visuais.  


Já o público que enxerga usa vendas durante as apresentações, ficando em iguais condições e descobrindo a infinidade de prazeres ao se aguçar os sentidos mais adormecidos.


O Teatro dos Sentidos é caracterizado  pela utilização de textos originais ou particularmente adaptados para que haja total compreensão da história, e a máxima estimulação dos sentidos remanescentes (audição, olfato, paladar e tato), suprimindo a visão.


Paula Wenke  começou as suas pesquisas, em 1997, com seus alunos da Casa da Gávea, Rio de Janeiro.  


A Intravisão é estimulada pelos outros sentidos e por textos ricos em ação, múltiplos cenários sugeridos, comicidade, romance e reflexão, dando dinamismo à história representada. 


O público  cria suas próprias imagens a partir da memória consciente e inconsciente, gerando uma enorme gama de emoções profundas e intensas. Para tanto, temos atores chamados atores/provocadores que são devidamente treinados para executarem tais estímulos geradores desta enorme riqueza de sensações.


A crítica nacional e internacional considerou o Teatro dos Sentidos como das criações mais relevantes em termos de encenação dos últimos tempos. 


Além da busca pela qualidade dramatúrgica criada pela diretora multimídia e poetisa, o grupo proporciona inclusão cultural, permitindo que o cego entenda totalmente uma obra encenada; inclusão social porque emprega atores também deficientes, justo porque neste tipo de encenação não há limitações físicas para a escalação do elenco; e por último, e talvez a mais importante: a inclusão atitudinal gerada na plateia de enxergantes, especialmente: ao se colocar no lugar de alguém, sentindo o que este sente é possível fazer nascer o sentimento de solidariedade, o que nos caracteriza humanos, o que motiva a mudança de atitude com relação ao outro, no caso, o deficiente.


Com o Teatro dos Sentidos percebemos o que é Ética e, principalmente, que não basta falar em ética para ser ético, temos que por em prática. 


Há que haver uma sintonia entre pensar/falar e agir. Exemplo disto é que contamos com a participação de artistas plásticos, que assistirão aos ensaios vendados como toda a plateia de enxergantes, e criarão obras que depois serão expostas no próprio espaço cênico do Teatro dos Sentidos. 


A plateia poderá apreciar a interpretação de cada um deles depois de tirarem as vendas, ao fim da peça. Os cegos poderão sentir a obra de uma outra maneira a ser pesquisada e proposta por estes artistas, que têm por premissa criar uma obra acessível a todos.


SINOPSE:


Gabriel é filho adolescente de Roberto, Comandante da Marinha e viúvo. O rapaz encontra um livro de Vinicius de Moraes com uma dedicatória romântica de uma mulher misteriosa que assina “Dama do Mar”, e pergunta ao pai sobre ela. 


O Comandante acaba por relembrar o único encontro dos dois em uma noite de Réveillon, baile de máscaras e fantasia. Gabriel, também apaixonado por uma coleguinha de escola, pode mudar o rumo da história romântica de seu PAI que nunca mais viu esta mulher que o marcou tanto.


(*O Iosono projetafocos” e “planos” de som. Os focos podem parecer estarem vindo do céu acima, de apenas alguns centímetros do espectador ou de qualquer posição no espaço. As paredes podem, entre outras aplicações, simular a sensação de som ambiente de outro local. Batizada de Iosono, o novo sistema de som espacial e imersivo foi criado pela equipe do cientista alemão Karlheinz Brandenburg).


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Espetáculo: Feliz Ano Novo de novo.



Local: Teatro Maria Clara Machado.

Endereço: Av. Padre Leonel Franca, 240 - Gávea, Rio de Janeiro - RJ, 22451-000.

Telefone: 2274-7722.

Classificação etária: 12 anos.

Temporada: 30 de Setembro a 09 de outubro de 2016.

Horários: de sexta á domingo, as 20:30h.

Duração: 50 minutos.

Ingressos: R$40,00 (Inteira) R$20,00 (meia).


*Deficientes físicos têm ingresso gratuito e acompanhantes pagam meia entrada.*


Ficha Técnica



Concepção, texto e direção: Paula Wenke.

Elenco: Paula Wenke, Ana Felipe, Oscar Capucho (ator cego vindo de Belo Horizonte), e grande elenco.

Trilha sonora: Paula Wenke e Gê Brandão.

Diretor de Produção: Luiz Prado.

Realização: Wenke Produções Artísticas Ltda Me.



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Fonte: Sopa Cultural


 

27 de set. de 2016

Superprodução inclusiva leva Dom Quixote aos palcos





Pioneiro no Brasil no trabalho educacional voltado à pessoas com deficiência, o Instituto Ser apresenta uma superprodução do clássico literário de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de La Mancha, no Theatro Municipal de Paulínia. 


Adaptação musical, com base na metodologia pedagógica do Instituto Ser, a transdisciplinaridade, o espetáculo levará ao palco 60 pessoas com deficiência, com idades entre 5 e 45 anos e, entre eles, bailarinos profissionais, atores e músicos, totalizando mais de 150 pessoas.


A apresentação de Dom Quixote acontece nos próximos dias 26/09 e 27/09, no Theatro Municipal de Paulínia, sendo que o primeiro dia será voltado exclusivamente a alunos de escolas das redes pública e particular da região, em uma iniciativa inédita e admirável de conscientização. 


De acordo com Cláudia Dubard, diretora do Instituto Ser, o musical é uma forma de mostrar o melhor de cada uma das pessoas envolvidas no espetáculo. 


“É de extrema importância essa interação social através da fala, da dança e da música, e o quanto tudo isso agrega ao tratamento para as pessoas com TEA Transtorno do Espectro do Autismo. Somamos ações que contemplam o tratamento”, comenta.
  

O clássico narra a história de um fidalgo sonhador que resolve ser um cavaleiro andante e se transforma no famoso Dom Quixote de La Mancha. É um protagonista que faz rir, sorrir e possui o dom  de colocar em sintonia duas dimensões da vida, o sonho e a realidade.


A idealização do espetáculo oferece aos envolvidos nos processos de preparação, entre crianças, jovens e adultos, a oportunidade de mostrarem suas habilidades artísticas por meio da dança, música e teatro e nesse sentido, a arte contribui com o tratamento da saúde mental. 


“A superprodução nos envolve e leva a refletir sobre a real arte de incluir”, diz Cláudia.

Para cenografia e adereços, o Instituto Ser contou com o envolvimento e participação do artista plástico campineiro Jucan Cândido e do famoso cenógrafo Jésus Sêda, além da participação de Emerson Mosca nos figurinos. 


“Para a inclusão, mostramos o melhor de nossas ações e a interação com elas nos mostram resultados extraordinários”, conclui Cláudia.


O Dom Quixote para o Instituto Ser possibilitou uma releitura da obra, nos seus conceitos sobre relacionamentos e valores humanos.


“Eles trabalharam a literatura, estudaram sobre Miguel de Cervantes, os costumes, vestimentas, valores da época e atualidade. Há um processo de envolvimento e comparação para, então, darmos início à produção do espetáculo em si. Só aí trabalhamos como será a composição da peça, cenário e figurino. Eles têm participação ativa em todos os processos”, declara Cláudia.


Além do espetáculo, o público também poderá conferir uma exposição com trabalhos artísticos desenvolvidos pelos educandos em diferentes momentos do estudo e atividade sobre a obra Dom Quixote. 


São quadros, esculturas e objetos de autoria e expressão dos educandos sobre o personagem, sendo que o resultado dessas oficinas representa o que conseguiram reter do processo.



O valor do ingresso varia de R$ 30,00 a R$ 60 reais.


Para mais informações, ligue (19) 3272-2520 ou acesse: www.institutoser.com.br





 

4 de fev. de 2016

Circo Vox trás 3 espetáculos com audiodescrição e interpretação de libras



Ministério da Cultura e Tom Brasil apresentam: CIRCO VOX em 3 espetáculos, no dia 07 de fevereiro, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS. 


Espetáculo Se CHOVE não MOLHA

1º Espetáculo: SE CHOVER NÃO MOLHA 



Um espetáculo divertidíssimo com uma família de palhaços e suas trapalhadas.


Data: 07 de fevereiro.


Horário: 11:00 horas. 

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2º Espetáculo: CARAVANA 



Mistura de canto, dança e teatro com os números circenses habituais. 


Data: 07 de fevereiro. 


Horário: 16:00 horas. 


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3º Espetáculo: NOSTALGIA 



Um espetáculo que resgata a magia dos primeiros circos que se apresentaram no Brasil, quando os artistas circenses eram ainda as estrelas da televisão. 


Data: 07 de fevereiro. 


Horário: 19:00 horas. 


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Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 (próximo à Av. das Nações Unidas).  


Informações:www.tombrasil.com.br 


Patrocínio Cultural: Vivo. Apoio: Estanplaza Hotels e Estrella Galícia. 


Realização: Ministério da Cultura, Governo Federal, Ministério da Cultura Transportadoras Aéreas Oficiais: Delta e Gol. 


Ingressos: 


  • CORTESIA  PARA  PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL ACOMPANHANTES
  • CAD ALTA PARCIAL - a partir de R$25,00 
  • CAMAROTE - a partir de R$50,00
  • FRISAS - a partir de R$40,00  
  • SETOR 01 - a partir de R$40,00 
  • SETOR 02 - a partir de R$25,00  
  • SETOR VIP - a partir de R$50,00



21 de out. de 2015

Atores surdos protagonizam Alice no País das Maravilhas


Brena Artigas está caracterizada como Alice e interage com o cenário


Um dos maiores clássicos da literatura, "Alice no País das Maravilhas" comemora 150 anos de publicação em 2015 e ganha uma adaptação teatral rara. 


Com um elenco composto por atores surdos, a peça será apresentada em Língua Brasileira de Sinais (Libras) pelo Signatores - único grupo profissional de atores surdos na região sul do país. 


O espetáculo fica em cartaz no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Independência, 75), em Porto Alegre, até o dia 25 de outubro, sempre às 20h, e tem entrada franca (com distribuição de senhas uma hora antes da peça).


A montagem é destinada a todos os públicos – até mesmo aqueles que não sabem Libras – pois haverá o acompanhamento de dois atores, que farão a narração dos acontecimentos e das falas. 


Não se trata de uma dublagem, com sincronia do movimento labial e a substituição de um idioma por outro. Trata-se de uma adaptação que torna a cena completa para aqueles que precisam dela. 


“Queremos promover uma peça de teatro onde as duas línguas dividem o mesmo espaço, pois temos na plateia os dois públicos: surdos e ouvintes”, explica a diretora Adriana de Moura Somacal.


"Alice no País das Maravilhas" inverte a lógica de montagens para ouvintes com acessibilidade para surdos. 


Desta vez, o espetáculo é feito para surdos, com acessibilidade para ouvintes, criando um espaço de plateia compartilhada, onde a inclusão deixa de ser um conceito teórico para se transformar em prática.


O objetivo é mostrar a Língua Brasileira de Sinais e torná-la visível. 


“E junto com esse movimento, estamos aqui para proporcionar ao público surdo uma das poucas situações onde o protagonista é surdo, onde ele está em evidência e, quem sabe, fazer com que ele, da plateia, consiga perceber a própria força e potencial”, completa Adriana.


A peça transita por um universo fantástico, em que os personagens saltam das páginas dos livros para o palco. 


Os cenários e figurinos são compostos por gigantescas dobraduras de papel (origamis) que se transformam constantemente diante do público.


Quem dá vida a Alice é a atriz negra Brenda Artigas. 


“Apresentamos uma nova Alice, sem a reprodução de um imaginário Disney ou até mesmo das ilustrações originais do Tenniel, que transformou a menina Alice de cabelos curtos e castanhos em uma personagem de cabelos compridos e loiros. Queremos promover um reencontro da plateia com o imaginário do País das Maravilhas. E provocar o público a pensar que existem muitas ‘Alices’, e que dentro de cada um de nós, somos todos "Alice", adianta a diretora.



 

19 de out. de 2015

ONG Escola de Gente inicia circuito de palestras e oficinas de teatro acessível


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A partir desta segunda-feira, dia 19 de outubro, a ONG Escola de Gente – Comunicação em Inclusão dá início a uma série de palestras e Oficinas de Teatro Acessível por municípios do Rio de Janeiro. 


O circuito integra o projeto Campanha Teatro Acessível – Arte, Prazer e Direitos, da Escola de Gente. 


A iniciativa pretende sensibilizar mais de 10 mil pessoas até o final do ano, em um percurso gratuito e acessível, focado em disseminar o conceito de cultura inclusiva entre estudantes, professores/as, gestores/as e agentes culturais.


Nesta segunda (19), a partir das 11h, o projeto teve início com uma palestra sobre inclusão, direitos humanos e acessibilidade dada pela fundadora da Escola de Gente, Claudia Werneck, no Instituto Helena Antipoff (R. Mata Machado, 15 – Maracanã), da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. 


Jornalista e escritora, Claudia Werneck é pioneira na disseminação do conceito de sociedade inclusiva no Brasil e nos demais países da América Latina desde 1992 e autora de 14 livros sobre direitos humanos, diversidade e inclusão.


Até o fim do ano, serão 13 oficinas de teatro acessível gratuitas para estudantes, agentes culturais e professores/as da rede pública de ensino, além de quatro palestras de Claudia Werneck, em 12 cidades do estado do Rio.
 

Oficinas de Teatro Acessível



Desde 2009, a Escola de Gente já realizou mais de 60 Oficinas em todas as regiões do Brasil. 


Com metodologia e supervisão da Escola de Gente, as Oficinas de Teatro Acessível têm o objetivo de sensibilizar o público para praticar inclusão todos os dias, propondo situações lúdicas e desafiadoras nas quais todas as pessoas se exercitam e praticam a inclusão. 


“Tudo é muito instigante, provocador, ousado e faz com que o público exercite diferentes modos de se comunicar. Nas Oficinas é possível testar os limites daquilo que se pensa, no dia a dia, ser inclusão,” comenta Claudia Werneck. 


Com três horas de duração, as Oficinas de Teatro Acessível contam com intérprete de Libras e audiodescrição. 


Cada participante receberá uma camiseta da campanha “Teatro Acessível. Arte, Prazer e Direitos” e um exemplar do livro “Um amigo diferente?”, de Claudia Werneck, impresso em tinta e com outros formatos acessíveis. 


Publicado pela WVA em 1994, o livro foi traduzido para o espanhol e o inglês e integra o acervo de bibliotecas e escolas públicas de todo o Brasil.
 

A Escola de Gente – Comunicação em Inclusão



Fundada pela jornalista Claudia Werneck em 2002, a ONG Escola de Gente já sensibilizou mais de 400 mil pessoas de 16 países das Américas, África, Oceania e Europa, além de contar com parceiros/as da sociedade civil, governos, Ministério Público da União, conselhos de direitos, cooperação internacional e empresas. 


Por sua atuação, a ONG recebeu 41 reconhecimentos nacionais e internacionais, dentre elas duas da Presidência da República: o “Prêmio Direitos Humanos 2011” na categoria “Direitos de Pessoas com Deficiência”, a mais alta condecoração do Estado brasileiro na área dos Direitos Humanos; e a Ordem de Mérito Cultural 2014, por usa contribuição ao país na categoria “Artes Integradas”.


A Escola de Gente trabalha para que as políticas públicas se tornem inclusivas, ou seja, que garantam direitos humanos também para quem tem deficiência e vive na pobreza, especialmente crianças, adolescentes e jovens. 


A participação em conselhos, produção e disseminação de marcos teóricos e metodologias próprias, formação de juventudes em mídias acessíveis em universidades, comunidades e favelas, criação de indicadores, consultorias e distintas ações na área da cultura são papéis desempenhados pela Escola de Gente.


 



27 de abr. de 2015

Mostra de teatro em Campinas traz a peça “Ausência”, com o ator Luis Melo



A temporada em Campinas da Mostra de Teatro-Panorama Petrobras Distribuidora de Cultura, uma parceria entre a Petrobras e o Ministério da Cultura, tem sequência com o espetáculo “Ausência”, da companhia franco-brasileira Dos à Deux, com interpretação do ator Luis Melo, na próxima quarta (29) e quinta-feira (30), às 21h, no teatro Amil. 


Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).


Em uma Nova York decadente e arrasada pela radioatividade, pelo racionamento de energia elétrica e, sobretudo, pela falta de água, o protagonista vive confinado no último andar de um arranha-céu. Sua única companhia é um adorado peixe vermelho que vive em um aquário redondo.


Neste contexto caótico, sob a constante invasão de ratos que tomaram a cidade e do ar irrespirável que exige o uso da máscara de oxigênio até para abrir a janela, o homem vive recluso em seu mundo particular, incapaz de enfrentar o horror das ruas.


Diante da situação extrema de clausura, escassez e solidão em que vive, o homem alterna momentos de crueldade – quando caça e tortura os ratos que invadem seu espaço – com ternura, dedicada ao peixe, e loucura, ao imaginar uma figura feminina a partir das formas dos objetos ao seu redor.


A montagem tem concepção, direção e dramaturgia de André Curti e Arthur Luanda Ribeiro.


As sessões terão tradutores para linguagem de sinais (libras) na sessão de quinta-feira e audiodescrição na sexta.

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Mostra de Teatro-Panorama Petrobras – peça “ Ausência
 


Local: Teatro Amil. Parque Dom Pedro Shopping. Avenida Guilherme Campos, 500, Jardim Santa Genebra – Campinas. (19) 3756-9890
 
Data: 29 e 30 de abril
 
Horário: 21h
 
Ingresso: R$ 20 (inteira - setor único) e R$ 10 (meia)
 
Classificação: 14 anos

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13 de nov. de 2014

Musical infantil com temática inclusiva tem entrada gratuita no Rio

Foto do elenco da peça


Baseado no livro homônimo da jornalista Cláudia Werneck, fundadora da Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, o espetáculo infantil "Um Amigo Diferente?" fica em cartaz com entrada gratuita no Teatro Ipanema, RJ, até o mês de dezembro. 


Com temática inclusiva, o musical oferece todos os recursos de acessibilidade na comunicação para pessoas com deficiência.


A peça conta com banda ao vivo e as letras das músicas foram escritas pelo diretor do espetáculo Marcos Nauer, a atriz Tatá Werneck, Moira Braga, Fábio Nunes e André Vieri. A história reforça valores morais como amizade e fortalecimento das diferenças.


O espetáculo é o símbolo e um dos pilares da campanhaTeatro Acessível: Arte, Prazer e Direitos, parceria da Escola de Gente com o Ministério da Cultura. 


A sessões contam com intérprete de Libras, legenda eletrônica, audiodescrição, visita guiada ao cenário, reserva de assentos para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, atendimento prioritário e folder em braile, letra ampliada e digital.


A peça fica em cartaz até 14 de dezembro, com sessões aos sábados e domingo, às 16h. No feriado de 20 de novembro, haverá apresentações extras às 10h e às 14h30. Senhas são distribuídas com uma hora de antecedência.





26 de set. de 2014

Projeto leva espetáculos para pessoas com deficiência na Bahia

Foto do espetáculo do Bando de Teatro Olodum


Para marcar a passagem do Dia Nacional dos Surdos, estreia nesta sexta-feira, 26, o projeto Teatro para Sentir, na Bahia


A primeira atração é o espetáculo "Relato de uma guerra que (não) acabou", do Bando de Teatro Olodum, que segue em cartaz até domingo, 28, no Teatro Vila Velha. A programação é aberta ao público e tem ingressos gratuitos para pessoas com deficiência.


Ao todo, são 10 sessões de duas montagens adultas e uma infantil, que contam com o recurso de audiodescrição e tradução na Linguagem Brasileira de Sinais (Libras)


 Além de assistir às apresentações, os interessados podem realizar visitas guiadas para conhecer o palco, o cenário e os personagens. Quem não possuir deficiência auditiva ou visual também pode participar com os olhos vendados.


Além da peça de estreia, também serão encenadas a remontagem "A mulher como campo de batalha", com texto do romeno Matéi Visniec e direção de Márcio Meirelles, e "Bonde dos ratinhos", infantil escrito pelo baiano Isac Tufi com direção de Zeca de Abreu.


A programação segue até 19 de outubro. Confira abaixo os horários e dias das sessões:

Relato de uma guerra que (não) acabou - Bando de Teatro Olodum
 
A montagem é baseada em vivências de violência no cotidiano de moradores da periferia da capital baiana durante greves das polícias da Bahia.
 
Dias:26, 27 e 28 de setembro 

Horários: sexta e sábado às 20h e domingo às 19h


A mulher como campo de batalha - Universidade Livre de Teatro Vila Velha
 
Duas mulheres se encontram depois de conflito na Bósnia. Uma médica norte-americana e uma mulher violentada tentam contar suas histórias e encontrar forças para continuar suas trajetórias. 

Dias: 07, 08 e 09 de outubro 

Horário: às 20h


Bonde dos ratinhos - Universidade Livre de Teatro Vila Velha
 
Três ratinhos em busca de diversão decidem ir ao shopping. O que a princípio parecia um simples passeio se transforma numa grande aventura.
 
Dias: 11, 12, 18 e 19 de outubro 

Horários: sábados, às 16h, e domingos, às 11h