Mostrando postagens com marcador Voluntariado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Voluntariado. Mostrar todas as postagens

1 de jun. de 2016

Menino com autismo combate seus medos lendo pra animais de abrigo

À esquerda da foto, Jacob lê para um cachorro que está dentro de uma gaiola.


Crianças com autismo costumam ter dificuldades de socialização e não se adaptam facilmente a ambientes com muito barulho ou estímulos visuais. 


Porém, o convívio com animais pode ser bastante benéfico para os pequenos que convivem com o transtorno – é o que diz um estudo da Universidade de Missouri citado em matéria da Veja


Mais do que apenas pesquisas, a experiência também mostra que essa fórmula dá certo, como no caso do menino autista Jacob Tumalan, de seis anos.


Toda a quinta-feira, Jacob visita o abrigo de animais Carson, em Gardena, nos Estados Unidos, com um propósito sério: o pequeno aproveita o tempo depois da escola para ler para os animais que vivem no abrigo. 


O ritual é repetido há seis meses e começou com um empurrãozinho da tia de Jacob, Lisa Dekowski-Ferranti, que trabalha com o resgate de animais.


A experiência de voluntariado do menino o ajuda a ter um senso de propósito e melhorou muito suas capacidades linguísticas. 


Os animais também se beneficiam da iniciativa, que os ajuda a se socializar enquanto se preparam para encontrar um novo lar. 


A ação faz parte do projeto Rescue Readers, em que crianças são voluntárias para ler para os animais do abrigo.


Um vídeo sobre o caso está disponível na página original da reportagem para acessa-lo  clique aqui


Fontes: Hypeness / Vida Mais Livre


 

8 de jul. de 2015

Lar que cuida de crianças e adultos com deficiência procura voluntários

Foto de moradores do lar se abraçando sorrindo

 
Um abrigo que cuida de crianças e adultos com deficiência em Salvador está a procura de médico neurologista voluntário há mais de um mês. 


Eles foram encaminhados para o abrigo pelo juizado da infância e juventude. Todos têm alguma necessidade especial. 


O nome do local significa Valorização Individual do Deficiente Anônimo (VIDA) e depende da ajuda e ação de voluntários. 


"Eles nos orientam, tem alguns que fazem o papel de psicólogos, porque às vezes estamos em uma situação e a gente desabafa com eles. Tem certo afeto também", disse Felipe dos Santos, de 20 anos. Para ajudar a instituição, basta acessar o portal Lar Vida.


Cristina Caldas foi quem fundou o abrigo em abril de 1985. "Eu quis disponibilizar o que eu aprendi com meus filhos, ser mãe. E tem muita gente que quer muito ter uma mãe e que não tem por situações que a gente não avalia", conta.


A presidente do Lar Vida procurou ajuda de voluntários para abraçar a causa. Maria Lúcia de Freitas é uma das cozinheiras do abrigo. "Adoro ficar aqui. É uma coisa maravilhosa. 


O tempo passa que eu nem sinto. E eu não quero receber nada, só carinho, amor. É gratificante a gente ver essas crianças aqui", relata.


O médico Manoel Góes é outro voluntário. Ele já operou dois jovens do Lar Vida e deve operar mais duas pessoas em breve. Sempre que há necessidade, ele está disposto a ajudar. 


"Eu sendo cirurgião não tenho como fugir dessa obrigação. Acabei trazendo essa responsabilidade para mim também", conta o angiologista.


Mas o abrigo precisa com urgência de um neurologista voluntário. Há um mês o Lar Vida está sem o auxílio desse tipo de especialista. Um profissional que é indispensável para o acompanhamento desses pacientes. 


"Eu preciso muito de um neurologista. Eu preciso de pessoas que mantenham, porque esses menininhos têm a vida super frágil", alerta Cristina Caldas.


"A gente tem 40 a 50 crianças acamadas, com deficiência e com alteração neurológica, algumas. Essas alterações neurológicas causam convulsão e essas convulsões precisam ser tratadas com medicamento. E esses medicamentos precisam ser prescritos e acompanhados por um neurologista", explica Manoel Góes.


Enquanto a ajuda de um neurologista não chega, o remédio que não falta na casa é o amor. O sentimento contagia os voluntários como seu Valdevir Morello. 


Ele conheceu o Lar Vida em 2001. Ele se afastou por dois anos, mas não aguentou de saudade e voltou. "Parece que isso aí é realmente, a gente tem uma dívida aqui porque realmente é do coração", conclui.


 
Fontes: G1 / Vida Mais Livre

  

23 de abr. de 2015

Associação para pessoas com deficiência pede por voluntários em Araçatuba, SP

 Resultado de imagem para precisa-se de voluntários


Uma associação de Araçatuba (SP) que oferece tratamento de graça a pessoas com deficiência física precisa de voluntários para ajudar no atendimento. 


A AADEFA já foi uma referência em atendimento, oferecia vários tipos de tratamento e hoje trabalha apenas com a fisioterapia. 


O problema é a falta de voluntários, já que a associação sobrevive de doações e do trabalho de pessoas dispostas a ajudar.


Luciano Alexandre de Carvalho ficou tetraplégico depois de cair de uma carroça . Ele conta que o atendimento da Aadefa  foi fundamental para conseguir viver com mais independência. 


“Ganhei transferência para a cama, para a cadeira, fazer minha higiene sozinho também", diz Carvalho. Flávio Andrade sofreu um acidente de trabalho há 12 anos e ficou paraplégico. 


Ele faz fisioterapia na entidade duas vezes por semana . Para ele, o trabalho dos voluntários é fundamental para quem precisa de tratamento. “Se eu tivesse parado, teria me atrofiado. Para mim só tem benfeitoria”, conta Andrade.


A Associação de Atendimentos aos Deficientes Físicos de Araçatuba existe há 30 anos e oferece atendimento gratuito de fisioterapia para 80 deficientes físicos da região, mas poderia atender o dobro se contasse com o trabalho de mais pessoas. 


Hoje, só existem voluntários na diretoria da associação. Como a entidade sobrevive de doações, o orçamento é sempre apertado. Só há uma fisioterapeuta contratada e ninguém mais para ajudar. 


"No momento eu atendo sozinha e não posso aumentar o número de atendimentos por falta de voluntários. Poderíamos estar ampliando os atendimentos, temos a estrutura”, conta a fisioterapeuta Carla Fernanda Martineli.


A piscina que deveria ser usada para hidroterapia no período na manhã está parada. Na cozinha da associação, a situação não é diferente. As refeições pararam de ser servidas há 1 ano. Tudo por causa da falta de voluntários. 


"A instituição não tem a mínima condição de contratar nenhum tipo de serviço. Por exemplo, precisamos de um serviço social, de uma psicóloga. Hoje nós oferecemos aos deficientes apenas o serviço de fisioterapia, mas gostaríamos muito de oferecer outras atividades", diz a secretária e voluntária da diretoria Bernadete Rodrigues Inácio.


Outro projeto que está parado por falta de voluntários é o curso de informática. A associação ganhou 20 computadores, mas faltam professores para ensinar os deficientes. Enquanto isso, os equipamentos ficam empilhados na sala. 


"Nós precisamos de um técnico de informática pois ganhamos tudo para montar um curso de informática. Ninguém aparece com interesse”, explica Bernadete.


Quem quiser ajudar a Aadefa seja com voluntariado ou doações pode entrar em contato pelo telefone (18) 3117-7430.



 
 
 

17 de abr. de 2015

Projeto Cão-Guia de Cegos do DF precisa de voluntários

Foto de um cão-guia
O projeto Cão-Guia de cegos do Distrito Federal precisa de voluntários. Atuando desde 2001, o projeto visa a reintegração da pessoa com deficiência visual à sociedade, proporcionando-lhe 


segurança, mobilidade, qualidade de vida e inclusão social por meio do cão-guia. Desde a sua criação, a instituição entregou 43 cães para pessoas com diversos tipos de deficiências visuais em todo o Brasil.


 
De acordo com a entidade, a única ajuda do governo é o treinamento dos animais, que são concedido pelo Corpo Militar de Bombeiros do DF. 


O restante da equipe é formado por voluntários, que atuam no cuidado dos cães, na manutenção da sede e na busca de recursos para o projeto continuar funcionando.


Atualmente existem cinco perfis de voluntariado: Voluntário-dia, família de acolhimento, família hospedeira, voluntário especialista e voluntário topa tudo. 


As inscrições devem ser feitas através do e-mail caoguia.voluntariado@gmail.com. No e-mail, o candidato deve informar seu nome completo, idade, e área pretendida. 


O projeto também está aberto a pessoas que queiram dar sugestões e possam ajudar com o que puderem.


Conheça os tipos de voluntariado

 

Voluntários-dia: são aqueles que gostam de cães e têm disponibilidade de tempo. Atualmente, o projeto tem 19 voluntários nesse perfil. É um trabalho de extrema importância para garantir o bem-estar e qualidade de vida aos cães em treinamento, aposentados ou desligados. 


As atividades incluem caminhadas com os animais, escovação, banho, e, principalmente dar amor e carinho a cada um deles. 


O voluntário também pode participar de outras ações, como limpeza, organização do Centro de Treinamento, participação nos eventos, atividades administrativas e divulgação das atividades do projeto. 


Pra esse perfil, é necessário o candidato a voluntário ter idade mínima de 18 anos e disponibilidade mínima de uma hora por semana, o trabalho é feito na sede do Projeto entre segunda à sexta-feira das 9h às 12h ou 14h às 16h.
 

Família de acolhimento: é aquela que tem interesse em cuidar de um cão adulto reprodutor ou matriz. São cães que podem ter uma vida normal em uma casa de família, mas precisam de atenção e cuidados diários. 


As atividades incluem dar toda atenção necessária para o animal, não permitir que o cão cruze e levá-lo ao canil sempre que houver necessidade de reprodução ou no momento de nascimento do filhotes. 


O candidato deve ter no mínimo 18 anos, morar em casa com ambiente apropriado para criação de um cachorro de grande porte e ter disponibilidade para colaborar e aprender.
 

Famílias hospedeiras: são os responsáveis pela socialização dos filhotes do projeto. 


O voluntário fica com os filhotes entre o período de dois meses a um ano e meio de idade, e é responsável pela primeira etapa de formação de um cão-guia, fazendo a socialização do filhote. 


Isso significa que o voluntário precisa educar e acostumar o cão ao maior número de experiências possíveis, frequentando diversos lugares, como shoppings, restaurantes, locais de trabalho e estabelecimentos comerciais. 


Para participar do processo de seleção, o interessado deverá residir em Brasília-DF, ter idade igual ou superior a 18 anos, morar em casa, ter disponibilidade de tempo para sair com o cão para atividades externas, devendo, no geral, proporcionar o maior número de experiências possíveis para o cão. 


É importante que toda família esteja de acordo com a hospedagem do animal. Atualmente, o Projeto não conta com novos filhotes, os candidatos interessados em se tornar uma família hospedeira ficam com o nome em um cadastro e são chamados quando houver o nascimento de novos cães.
 

Voluntário especialista: é aquele que quer ajudar dentro da sua área de competência profissional. A pessoa poderá desenvolver suas habilidades profissionais, aumentar sua experiência e ainda exercer sua cidadania ajudando uma causa social.


Juliana Jobim é formada em Desenho Industrial e Publicidade e Propaganda, e atua como voluntária especialista do projeto desde o final de 2011. “Eu conheci o projeto em 2010, quando fiz uma matéria com o Silvo, um dos primeiros deficientes visuais a receber um cão-guia. Ele frequentou algumas aulas com o animal dele na época, o Zircon. 


O cão sempre ficava deitado do lado dele, quietinho, um dia no final da aula um dos alunos perguntou se poderia fazer carinho no animal, e ele falou que precisava tirar o arreio. 


Quando ele tirou, o cachorro se transformou totalmente e saiu rodando a sala toda, cheirando todo mundo, brincando e lambendo. Fiquei totalmente encantada com esse comportamento.”, conta a designer, que começou no projeto fazendo carteirinhas, banners e camisetas. 


“Comecei ajudando na minha área de atuação e em eventos que o projeto participa, hoje me envolvo bastante e ajudo em tudo que posso”, completa.


Hoje esse é o perfil de voluntariado que o projeto mais precisa, algumas áreas de atividade são de Publicidade, Veterinária, Design, Assessoria de Imprensa, Mídias Sociais, Fotografia, Contabilidade, Administração, Arquitetura, Direito e outros. 


Atualmente a maior lacuna é a designer gráfico, que trabalhará no desenvolvimento de conceito e criação de peças gráficas para o dia a dia do projeto. 


Para tornar-se um voluntário especialista é necessário disponibilidade de duas a dez horas semanais, com trabalho em remoto e, esporadicamente, na sede do Projeto.


Voluntário topa tudo: é aquele que tem interesse em ajudar o projeto de alguma forma, mesmo que não seja em uma área de atuação especifica. Eles podem ajudar em inúmeras atividades que podem ser feitas presencialmente, nas ruas ou de casa. 


São atividades como captação de recursos, realizando, organizando ou prospectando eventos e ações; elaboração de projetos de patrocínio; busca de patrocínios e parceiras; venda de produtos; mutirões de limpeza; organização de confraternização e outros. 


O voluntário precisa ter de duas a dez horas de disponibilidade semanal, com trabalho em remoto e, esporadicamente, no local. 


Atualmente nesse perfil, as maiores lacunas são a de captação de recurso, e a do descritor de imagens, que tem o objetivo de tornar o facebook do projeto mais acessível para pessoas com deficiência visual.


Outras formas de ajudar



Quem tiver interesse, pode contribuir com o Projeto Cão-Guia de Cegos DF doando qualquer valor, por depósito ou transferência bancária, depositando na conta abaixo:


Associação Amigos do Cão-Guia – AACG / Banco do Brasil, Agência 3604-8, Conta Corrente 11.882-6, CNPJ 18.080.324/0001-24






19 de fev. de 2013

Voluntários adaptam bicicletas para pessoas com deficiência no RS

Adolescente em cima de uma bicicleta adaptada

Restos de bicicletas, partes de churrasqueiras e outros materiais reciclados são transformados em bicicletas adaptadas para serem usadas por pessoas que têm algum tipo de deficiência na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS)

Ainda em fase de testes, o projeto nasceu da parceria entre uma ONG e um comerciante, dono de uma oficina de bicicletas na cidade de Alvorada.

Com o projeto, a estudante Katrielle Arruda Silveira realizou o sonho de andar de bicicleta aos 16 anos. 

Ela não pode usar os pés devido a uma paralisia que lhe tirou os movimentos das pernas e a obriga a andar de muletas.

 No veículo adaptado, ela usa as mãos. "É um sonho, nunca andei, agora é uma experiência nova poder andar de bicicleta e acompanhar minha irmã", disse. "É uma luta. Ela sempre teve o sonho de andar de bicicleta e nunca conseguiu. Agora apareceu a oportunidade e ela está muito feliz", acrescentou a mãe, emocionada.

Com deficiência visual, a adolescente Vanessa Rodrigues, de 17 anos, também foi beneficiada com uma bicicleta adaptada. O veículo reúne duas bicicletas, e uma delas é pedalada por outra pessoa. "A sensação de andar de bicicleta é muito boa", resumiu.

O objetivo dos idealizadores do projeto, agora, é conseguir ajuda e patrocínio. Josué Aguiar, coordenador da ONG Embrião, também pede que pessoas que têm bicicletas velhas, sem uso, procurem a ONG para doações. "Para nós, esse material terá essa utilidade social, que é beneficiar outras pessoas", ressaltou.

O comerciante Adalberto Fortes diz que o projeto foi pensado para proporcionar a essas pessoas a realização de uma atividade física. Por isso os equipamentos não são elétricos, eles exigem a participação de quem usa. "Eles têm que se locomover. Então desenvolvi essa bicicleta que dá tanto para um como para outro participar de um passeio ciclístico", explicou.
 
Fonte: G1

7 de jan. de 2013

Voluntários constroem casa adaptada para jovem com deficiência

Mão está segurando casa

Voluntários de uma associação de Agudos (SP) se juntaram para construir uma casa e doar a pessoas pobres que têm deficientes na família.

Em 2012, quem ganhou o presente foi o Robinho, um jovem que luta para vencer as limitações. Quando criança, ele se engasgou com uma jabuticaba. 

A falta de oxigênio no cérebro fez surgir as deficiências. Desde então, a vida dos pais é lutar. Batalhar todos os dias para oferecer, na medida do possível, qualidade de vida para o filho, que hoje tem 22 anos.
"Eu trabalhava, larguei serviço de mão e fui cuidar dele. Antigamente ele ia na Apae e não tinha perua. Eu levava no colo, em carrinho de mão, essas carriolas de pedreiro, do jeito que dava, porque ele já estava grande”, conta a faxineira Irene de Oliveira Bento.

Mais difícil do que levar Robinho à escola é lidar com a falta de acessibilidade na própria casa. A construção antiga não tem nenhum cômodo adaptado. Irene teve de tirar alguns móveis para aumentar o espaço, mas tudo mudou com a ajuda dos voluntários. A dedicação da família da Irene rendeu um presentão de natal. 

A casa improvisada e sem conforto vai ficar apenas na lembrança. A moradia agora foi construída especialmente para atender às necessidades de Robinho e trazer tranquilidade aos pais.

Eles foram escolhidos pelo Projeto Transformação, da Associação do Coração Misericordioso de Jesus, de Agudos. Todos os anos, 18 voluntários trabalham para construir uma casa nova, adaptada e doam às pessoas que tem deficientes na família. 

O projeto foi uma ideia da presidente da associação, Elza Guerreiro, que também tem um filho deficiente.

"Cada dia, nós vivemos o espírito de Natal. Com aquele sonho, que realmente, antes do natal de 2012 nós iríamos entregar essa morada. E nós não estamos fazendo caridade. 

Nós estamos fazendo Justiça. Porque essas mães de filhos com deficiência, elas que são pobres, realmente elas precisam da nossa ajuda e principalmente do nosso amor", afirma.
Amor que alegrou a família ao entrar na casa nova pela primeira vez. Robinho era só felicidade na cama nova. Sem dúvida nenhuma, a felicidade da família ganhou plenitude neste natal. "A união sempre existiu e com essa transformação, essa união vai se achegar mais ainda e vai acontecer”, completa o pai de Robinho, Otávio Bento.

A casa foi toda construída com ajuda de pessoas que não pediram nada em troca. 

A mão de obra é cedida pela Prefeitura. Já os materiais de construção foram doados por moradores e empresários da cidade. Este ano, a Associação do Coração Misericordioso de Jesus pretende construir três casas para pessoas pobres que têm deficientes na família.