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9 de nov. de 2016

Encontro de Reabilitação busca soluções para promover inclusão







A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a Rede de Reabilitação Lucy Montoro, promove a partir desta sexta-feira dia 11/11, às 8 horas, o Encontro de Reabilitação da Rede Lucy Montoro.




O evento acontece até 13/11, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo (SP) com palestras, cursos e debates entre profissionais de saúde com o objetivo de promover maior a qualidade de vida às pessoas com deficiência no processo de reabilitação.




Avanços científicos calcados em pesquisa sobre áreas relativas à saúde e reabilitação da pessoa com deficiência, como amputados, dor incapacitante, esporte adaptado, lesão medular, órteses e próteses, planejamento terapêutico baseado em metas funcionais, prescrição em cadeira de rodas e termografia serão debatidos por profissionais especializados ao longo do evento.




Durante os três dias de evento acontece o TOM São Paulo 2016, que propõe a elaboração de projetos/protótipos capazes de aperfeiçoar ajudas técnicas já existentes ou de criar novas soluções, viáveis e replicáveis, para as pessoas com deficiência. 


A iniciativa reunirá engenheiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, designers, profissionais de TI, arquitetos, entre outros, além do próprio público-alvo do projeto, as pessoas com deficiência, na discussão da viabilidade de implantação dessas propostas. 


Entre os convidados, estarão especialistas de diversas instituições de ensino e pesquisa do Estado, de diferentes áreas de atuação








  



5 de ago. de 2016

Google premia projetos de pesquisa voltado para pessoas com deficiência




O Google anunciou os 24 projetos acadêmicos vencedores do programa de Bolsas de Pesquisa Google para a América Latina. 


Foram contempladas pesquisas da Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Brasil, que concentra a maior parte dos vencedores, 17, sendo que três dos projetos tem o intuído de facilitar a vida de pessoas com deficiência, veja:


  • Modelos de Ruídos para Melhorar Técnicas de Digitação Ininterrupta com os Olhos, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo – São Paulo

Objetivo: A pesquisa espera melhorar as ferramentas de entrada de texto baseadas no olhar usados por pessoas com deficiências motoras como a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) para se comunicar ao modelar seus ruídos característicos, para alcançar taxas de entrada mais altas e reduzir a fadiga ocular devido a erros de digitação.


Professor e estudante:
Maria da Graça Campos Pimentel; Raíza T. S. Hanada


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  • Eliminando obstáculos: incluindo pessoas com deficiência visual em modelos de cooperativa, da Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo

Objetivo: Desenvolver e testar um modelo de software para ajudar na inclusão de pessoas com deficiência visual em cursos relacionados à matemática, computação e engenharia, bem como no mercado de trabalho.
 

Professor e estudante: Anarosa Alves Franco Brandão; Leandro Luque


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  • Domótica Assistiva Multimodal com Sistema de Comunicação Aumentativa e Alternativa, da Universidade Federal do Espírito Santo – Espírito Santo

Objetivo: desenvolver um novo sistema de assistência para ser utilizado por pessoas com deficiência motora severa. Através dele, a pessoa com deficiência poderá controlar os diversos dispositivos eletroeletrônicos de sua residência, tais como lâmpada, ventilador e rádio, além de poder se comunicar por meio de sinais biológicos capturados dos músculos ou olhos.

 
Professor e estudante: Teodiano Freire Bastos-Filho; Alexandre Bissoli


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17 de jul. de 2016

Laramara organiza Treino Solidário





Em 25 anos, a Laramara está entre as mais atuantes instituições especializadas no atendimento e inclusão das pessoas com deficiência visual na América Latina. 


Um ato de solidariedade aliado a uma disputa pela histórica Estrada Velha de Santos reunirá atletas para um treino de corrida e caminhada em prol da Laramara Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual


A largada acontecerá no dia 23/07  às 7h


Com o apoio da agência Wings Esportes e a coordenação da professora de educação física e psicóloga da instituição Angela Paiva, o início do Treino Solidário acontecerá em frente ao Sindicato dos Borracheiros, altura do km 35, onde os participantes ganharão água, alimentos leves e receberão orientações técnicas do local do percurso. 


A previsão para o final deste evento será às 10h.


De acordo com Angela Paiva, a iniciativa é uma oportunidade para reverberar a solidariedade. 


“A sociedade tem um papel importante na luta pelos direitos e pela inclusão das pessoas com deficiência. Iremos promover um Treino Solidário que irá transformar vidas de crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão assistidos pelos projetos da Laramara”.


Inscrições serão realizadas pelo site da instituição www.laramara.org.br ou pelo telefone (11) 3660—6412, no valor de R$40,00, que será revertido em projetos socioassistenciais promovidos pela ONG.

 
 


29 de jun. de 2016

Bibliotecas de SP vão receber equipamentos de tecnologia

 



O governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, fornecerá para 62 bibliotecas municipais equipamentos de tecnologia assistiva para que pessoas com deficiência visual tenham acesso à leitura. A expectativa é que os equipamentos sejam entregues em 90 dias.


As bibliotecas que serão beneficiadas participaram do Concurso Acessibilidade em Bibliotecas, cujos interessados elaboraram um projeto de como pretendem ampliar a frequência de usuários com deficiência em sua unidade e forneceram informações sobre o funcionamento da unidade. Os projetos foram selecionados por uma comissão julgadora.


De acordo com o projeto enviado, as bibliotecas irão receber equipamentos do Kit Tipo 1 (computador, ampliador automático, scanner leitor de mesa, teclado ampliado, mouse estacionário, software de voz sintetizada para atuação com o software leitor de tela NVDA e computador) ou do Kit Tipo 2 (que conta ainda com display e impressora em braile).


As bibliotecas beneficiadas deverão efetuar pesquisa de satisfação junto aos usuários dos equipamentos, apresentar relatório semestral sobre o número de usuários e as ações desenvolvidas com base nos equipamentos disponibilizados


Além de assegurar ao longo do tempo a assistência e manutenção após a entrega dos equipamentos, as bibliotecas precisarão indicar dois servidores para participar de um workshop de capacitação para a utilização dos equipamentos ministrado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

 
Fonte: Revista Incluir


4 de dez. de 2015

Senado aprova adesão ao Tratado de Marraqueche




O Senado Federal aprovou no último dia (24/11), em dois turnos, a adesão do Brasil ao Tratado de Marraqueche, que visa facilitar o acesso de pessoas com deficiência visual a obras literárias. 


Agora, a matéria será promulgada e uma carta de ratificação assinada pela presidenta Dilma Rousseff será encaminhada à Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).
 
 
As nações que aderirem ao acordo se comprometem a criar dispositivos na legislação nacional para que obras, tais como livros e outros materiais em formato de texto e ilustrações correlatas, possam ser reproduzidas e distribuídas em formatos acessíveis, como o Braille, Daisy ou mesmo em audiolivro, sem a necessidade de autorização do titular de direitos autorais.
 

A perspectiva é que, com o tratado em vigor, mais de 300 milhões de pessoas com deficiência visual sejam beneficiadas nos países que ratificarem o tratado. 


De acordo com o último Censo, realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, há mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo 582 mil cegas e seis milhões com baixa visão ou outras deficiências visuais. 

 
Em 2008, havia, no Brasil, uma média de dois mil títulos disponíveis de obras literárias editadas em formato acessível para cegos. 


O Tratado poderá ampliar esse acervo com a previsão do trânsito transfronteiriço (os países poderão compartilhar obras que já foram transformadas em formato acessível).

 
O Ministro Juca Ferreira salientou que o Tratado resultou de uma proposta do MinC, que depois de acatada pelo Governo brasileiro, foi apresentada à OMPI junto com outros países.


"Desde 2008 esse assunto era discutido dentro do MinC.A primeira proposta apresentada pelo Brasil sobre o tema das limitações e exceções ocorreu em 2008. Posteriormente encampamos a proposta de Tratado apresentada pela União Mundial dos Cegos (WBU na sigla em inglês). Todo o trabalho técnico e negociador foi desenvolvido pela Diretoria de Direitos Intelectuais do MinC, em conjunto com o Itamaraty".

 
O tratado só entrará em vigor depois de ratificado em 20 países. Atualmente, outros 11 já estão nesta condição: Argentina, Coreia do Sul, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Índia, Mali, México, Mongólia, Paraguai, Cingapura e Uruguai. 

 
Para o presidente da Organização Nacional de Cegos do Brasil, Moisés Bauer, a votação de hoje no Congresso Nacional é histórica. 


"A entrada em vigor do que prevê o Tratado de Marraqueche irá aumentar a abrangência dos beneficiários que, com a legislação atual, não têm direito aos livros acessíveis como os tetraplégicos, por exemplo. E Poderá haver ainda intercâmbio (venda e compra de livros) entre países que ratificaram o tratado. Hoje, eles não podem fazer isso por questão de restrições de direitos autorais"afirma.

Histórico



Lançado em 2009, como proposta do Brasil junto com Equador e Paraguai, o tratado foi concluído em 28 de junho 2013, no âmbito da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), em Marraqueche (Marrocos). 


O objetivo dele é compensar a escassez de obras publicadas em formato acessível a pessoas com deficiência visual, que deixam de ter acesso à leitura, à educação, ao desenvolvimento pessoal e ao trabalho em igualdade de oportunidades.

 
A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) teve participação ativa na aprovação do Tratado. 


Então ministra da Cultura, Marta chefiou a delegação do Brasil que negociou o tratado na Conferência Diplomática em junho de 2013 e, agora, na tramitação no Senado Federal, foi a relatora na Comissão de Relações Exteriores, tendo tido atuação ativa para aprovação da matéria.

 
O Diretor de Direitos Intelectuais do MinC, Marcos Souza, afirmou estar emocionado com o resultado do trabalho da DDI. 


"Isso mostra que a perseverança e o planejamento de longo prazo da Diretoria gera resultados que, neste caso, propiciarão possibilidades concretas de melhoria de oportunidades para as pessoas com deficiências visual e outras deficiências que impedem o acesso a obras impressas. Marcos Souza afirmou ainda que já estamos trabalhando para ampliar o número de ratificações junto a outros países, bem como na implementação do Tratado".


Tramitação



Tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos seguem uma tramitação equivalente à de emendas constitucionais no Brasil. 


Isso quer dizer que, em cada Casa do Congresso Nacional, o assunto é votado em dois turnos em plenário, com aprovação de pelo menos três quintos dos votos dos respectivos membros.
 

O tratado foi transformado no Projeto de Decreto Legislativo 57/2015, que passou pelas seguintes comissões da Câmara dos Deputados: Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ir a plenário da Câmara. 


No Senado, ele foi aprovado na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).


25 de mai. de 2015

Após percorrer 8 mil Km a pé, 'Zé do Pedal' chega a Petrópolis, no RJ

Foto de Zé do Pedal e sua cadeira de rodas
Depois de percorrer 8 mil quilômetros, dos 10.700 que fará a pé e empurrando uma cadeira de rodas, já está em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, o fotógrafo mineiro José Geraldo de Souza, de 57 anos, mais conhecido como 'Zé do Pedal'. 


Ele chegou na noite desta sexta-feira (22) no distrito de Itaipava, mas sua “Cruzada pela Acessibilidade” começou em fevereiro do ano passado, em Uiramutá, em Roraima.


Desde então ele percorre os extremos do país com o intuito de chamar a atenção para a acessibilidade. Mas a viagem desse ativista de Viçosa, na Zona da Mata de Minas Gerais, ainda está longe de seu destino final, no Chuí, no RS.


Acompanhado somente da cadeira, que ganhou uma adaptação para carregar seus pertences, ele vai visitar 327 cidades de 20 estados. 


Zé já passou por 14 deles, além do Distrito Federal, e nesta semana chegou ao 15ª, no Rio de Janeiro. Na última quarta-feira (20) ele saiu de Juiz de Fora, em Minas Gerais, e antes de chegar à Itaipava fez paradas em Comendador Levy Gasparian e Três Rios, incluindo mais 110 quilômetros de percurso. De Petrópolis, ele segue para a capital carioca e depois São Paulo, levando a bandeira da acessibilidade para pessoas com deficiência.


E os problemas apontados na causa do ativista são notados e vividos no próprio trajeto, mas que para ele são válidos pelo objetivo do projeto.


“É uma experiência maravilhosa. Os momentos mais pesados são nos lugares que não têm acostamento e quando está chovendo, que aumenta a tensão, pois quando chove não escutamos o barulho dos carros. Mas fico muito feliz de saber que as pessoas estão reconhecendo esse trabalho que tem a intenção de fomentar a discussão saudável sobre a acessibilidade, a falta dela para essas pessoas”, pontuou.


Solidariedade


Nessa caminhada solitária, o mineiro vem contando com ajuda de muitas pessoas que aprovam a iniciativa. Nas paradas de descanso, ele monta sua barraca de dormir em postos de gasolina e debaixo de pontes, quando não consegue hospedagem gratuita em hotéis. 


Por dia, Zé caminha uma média de 50 quilômetros, o que dá cerca de 12 horas só percorrendo "as ruas desse mundão", como costuma dizer.


“Eu procuro não caminhar mais que isso até para não ter um desgaste físico. Mas quando o corpo aguenta posso fazer mais, como já cheguei a fazer 70 quilômetros. Mas é uma viagem de solidariedade. Onde paro, muitas pessoas me ajudam e aprovam o projeto”, explica o ativista que já ganhou duas homenagens  - em Aracajú e Maceió.

 

Atenção às pessoas com deficiência



A ação do ativista tem como principal objetivo, além de chamar a atenção para a questão da acessibilidade, de propor a criação do Conselho da Pessoa com Deficiência nas cidades que ainda não têm, assim como uma proposta de projeto de Lei para ser aplicado nos municípios com normas de acessibilidade.


“Esse é meu foco, fazer as pessoas enxergarem a questão da acessibilidade no nosso país e as pessoas estão aderindo ao projeto, levantando essa bandeira que é muito importante. Onde passo vou às Câmaras de Vereadores e Prefeituras propor a criação do Conselho, que é muito importante”, comentou Zé do Pedal.



Como nasceu o projeto




A ideia de cruzar o país empurrando a cadeira de rodas nasceu em 2008, quando ele estava em outro projeto na Europa e viu a dificuldade de uma criança ao subir um degrau com sua cadeira de rodas.


“Eu fazia outro trabalho, para mostrar como crianças da África do Sul estão expostas à doenças como catarata e glaucoma, que afetam a visão, e me deparei com uma menina na cadeira de rodas que não conseguia subir um degrau de cinco centímetros. Isso me despertou e comecei a ver a dificuldade de acessibilidade no meu país, na minha rua e até mesmo na minha própria casa”, explicou.


A “Cruzada da Acessibilidade” começou exatamente no dia 10 de fevereiro de 2014 e a previsão é que Zé do Pedal chegue no Chuí no dia 23 de setembro, quando é comemorado o Dia da Pessoa com Deficiência.



Fonte: G1 / Vida Mais Livre



4 de mai. de 2015

Um projeto que antes parecia um anúncio miraculoso, hoje cria forma

 Resultado de imagem para curar cegueira


Pesquisadoras do Centro de Referência de Oftalmologia (Cerof) da Universidade Federal de Goiás (UFG), juntamente com a Universidade de Harvard, desenvolveram um tratamento que pode curar a cegueira.



O desafio é a obtenção de uma célula que se desenvolva dentro do olho e faça a reparação dos tecidos lesados. 


“Para recuperar a visão é feita uma microcirurgia para implantar células-tronco embaixo da retina degenerada. Depois de implantada, esse tipo célula consegue se proliferar e fazer uma espécie de simbiose com aquelas que estão danificadas. A partir daí se cria um novo conjunto de células que faz com que a pessoa volte a enxergar”, explica o pesquisador e professor titular de oftalmologia da UFG, Marcos Ávila. 


“É um avanço para a medicina. Convivemos diariamente com pacientes que sofrem desse mal e como ser humano fico muito contente de poder contribuir para esse processo”, completa.



O estudo começou em 2011 a pedido da Shepens Eye Research Institute, que integra a Universidade de Harvard em Boston, nos Estados Unidos. Os cientistas queriam testes em um lugar com clima tropical e escolheram a UFG para desenvolver a parceria. 


Os testes foram efetuados primeiramente em animais. “Fizemos o procedimento em porcos. Os olhos foram analisados em microscópios de alta resolução em vários métodos e o resultado é bastante animador”, conta Àvila.



Tão animador que o estudo foi levado para o Food and Drug Administration (FDA), uma espécie de Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dos EUA. 


A UFG espera agora o aval da FDA para realizar um outro projeto de pesquisa, mas agora em humanos. “Esperamos que essa autorização ocorra nos próximos quatro meses”, relata o pesquisador.



No entanto, o pesquisador da UFG Marcos Ávila acredita que o processo de cura para alguns tipos de cegueira pode demorar um pouco mais. 


“Acreditamos que nas doenças hereditárias a aceitação será mais rápida, mas em um patamar pouco acima das demais”, pontua.



Tipos de cegueira



Dois tipos de cegueira poderão ser beneficiados pelo tratamento.



A primeira é aquela causada por doenças hereditárias, quando as pessoas nascem com o gene da cegueira. Em 2012 cientistas dos Estados Unidos conseguiram identificar o gene que pode levar à cegueira definitiva.



Outro tipo comum da cegueira, denominada degeneração macular, relacionada à idade, também será o alvo do estudo.







9 de mar. de 2015

Câmara debate criação de centro para tratamento de doenças raras no DF



A Câmara Legislativa do Distrito Federal recebe na manhã desta segunda-feira (9) uma audiência pública para debater a criação do Centro de Excelência para Tratamento de Doenças Raras. 


A sessão contará com a presença do senador Romário (PSB/RJ), senadora Ana Amélia (PP/RS) e a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB/SP).


Entre as doenças consideradas raras estão hemofilias, mucopolissacaridose, osteogênese imperfeita e hemocromatose, além de diversas síndromes e deficiências. 


O acesso a informação, o atendimento na rede pública e o cuidado com os pacientes também serão discutidos na ocasião.


O governador Rodrigo Rollemberg e o secretário de Saúde, João Batista de Sousa, foram convidados a participar. A atividade começa às 9h e será realizada pela presidente da Casa, Celina Leão (PDT) a pedido da Associação Maria Vitória.


A entidade foi fundada em 26 de março de 2011 por Rogério Lima Barbosa, que, depois de receber o diagnóstico de que a filha bebê tinha neurofibromatose, encontrou dificuldades para conseguir informações sobre a doença e tratamento. Desde então, a organização tem lutado por políticas públicas para a área.


Fonte: Rede Saci 


24 de nov. de 2014

Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo Convida a todos paraparticipar do "PROJETO TOM" São Paulo!


 

Entre os dias 28 e 30 de novembro, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo promove o evento TOM São Paulo, nas dependências do Departamento de Engenharia de Produção da Poli/USP.

 
O objetivo da iniciativa é reunir, em um único espaço, cerca de 70 convidados, especialistas com e sem deficiência de diferentes áreas de atuação, como engenheiros, médicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, designers, profissionais de TI e arquitetos, entre outros, para elaboração de projetos/protótipos que aperfeiçoem ajudas técnicas já existentes ou que criem novas soluções, viáveis e replicáveis.

 
Institutos especializados em tecnologias para pessoas com deficiência, como Rede Lucy Montoro, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Laramara, Senai, CTI Renato Archer, entre outros, participam das equipes multidisciplinares responsáveis pelo desenvolvimento das soluções para os seis desafios apresentados e selecionados com base em levantamento feito com entidades, pessoas com deficiência, profissionais e especialistas.
 

A ideia é que as equipes projetem e construam as soluções durante os três dias de evento. Para tanto, durante as atividades, serão utilizados equipamentos como notebooks, impressoras 3D e ferramentas em geral.

 
O acompanhamento das ações referentes ao TOM São Paulo pode ser realizado pela página www.facebook.com/groups/TOM.SP/.

O Brasil será o segundo país a realizar o TOM. Entre os dias 29 de junho e 01 de julho deste ano, o evento aconteceu em Israel, na cidade de Nazaré. 


O vídeo com imagens dessa primeira edição pode ser conferido no site da versão nacional: http://tom-sp.org

 
O nome TOM – Tikkun Olam Make-A-Thon vem de Tikkun Olam, usado no Mishná (obras do Judaísmo Rabínico) no século 2 dC, e se refere à legislação social pública que protegia as pessoas que estavam potencialmente em desvantagem.


Em seu contexto moderno, Tikkun Olam é associado com o trabalho de justiça social; é uma frase hebraica que significa "reparar o mundo".

 
Acompanhe os preparativos para o TOM São Paulo pelo grupo do facebook: www.facebook.com/groups/TOM.SP/.




12 de nov. de 2014

Nova tecnologia terapêutica - REALING: plataforma online de treino para pessoas com perturbações de linguagem

realing REALING REALING - plataforma online de treino para pessoas com perturbações de leitura realing


Muitas pessoas sofrem de dificuldades na fala que consequentemente acarreta dificuldades durante a leitura. Essas 2 dificuldades são também conhecidas como "Pertubações da linguagem".

Essas "Perubações da linguagem"  podem ser causado por vários motivos como por exemplo: Afasia, Alzheimer, entre outros. E quando é encaminhado pelo médico realiza um tratamento completar com um "terapêuta da fala"


Um projeto que tem como objetivo auxiliar no tratamento da terapia da fala promovido por  Rosa Henriques com o nome de REALING  teve o  inicio em Novembro de 2013. 


REALING é uma plataforma online que disponibiliza exercícios de treino para crianças ou adultos com perturbações de leitura (Perturbação da linguagem, Afasia, Alzheimer, entre outros), desde que prescritos pelo Terapeuta da Fala.


O projeto contou com a ajuda de vários apoiantes através do sistema de crowdfunding (financiamento colectivo que consiste na obtenção de capital, em troca de recompensas, para iniciativas de interesse colectivo através da agregação de múltiplas fontes de financiamento, em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa, como por exemplo o PPL – http://ppl.com.pt ).conseguiu ser financiado através de um site de crowdfunding português 


A primeira versão da plataforma foi lançada no dia 6 de Outubro de 2014.





O REALING permite que o Terapêuta da Fala possa organizar a sua agenda de sessões de terapia, interagir com os seus pacientes, comunicar com eles, ter acesso a um conjunto de ferramentas que complementem o seu trabalho, realizar exercícios nas sessões de terapia, prescrever exercícios para os pacientes realizarem em casa, monitorar e analisar os progressos dos pacientes e os resultados dos exercícios, através de dados e gráficos.


Um dos objetivos é disponibilizar novas funcionalidades, uma das quais o acompanhamento e apoio ao paciente em sessões realizadas em via online (conforme regulamentação em vigor).



Para saber como nasceu esta ideia e como foi inicialmente financiada:
http://ppl.com.pt/pt/prj/realing


Para acompanhar este projeto através do facebook:
https://www.facebook.com/realing.pt


 


13 de out. de 2014

Projeto em MG incentiva uso de brinquedos educativos para crianças com deficiência

Foto do logo do Projeto Infância


O Dia das Crianças é uma data marcada por intenso consumo de brinquedos no comércio. Celebrada por meninos e meninas de diferentes faixas etárias, a data é uma oportunidade para estimular a criatividade dessa época da vida. 


Em Uberlândia, MG, um projeto infantil atenta a população para a inclusão até mesmo na forma de brincar. O "Projeto Infância" vende brinquedos educativos para pessoas com deficiência e é uma saída para esse público, que nem sempre é contemplado pelo mercado.


Criado em 2011, o projeto surgiu a partir de uma clínica montada por uma psicóloga infantil e uma fonoaudióloga para atender crianças com dificuldade no aprendizado, tanto para pessoas com deficiência como para pessoas sem.


“Nós atendemos todo o tipo de público, inclusive crianças com deficiência motora e intelectual. Percebemos uma dificuldade de acesso dos pais a brinquedos pedagógicos na cidade, então abrimos uma loja junto à clínica para revendermos produtos com esse propósito”, explicou uma das sócias, Sandra Barbosa.


A loja tem produtos para diferentes idades, desde bebês até adolescentes de 14 anos. Os itens, com preço entre R$ 14 e R$ 100, são formados por materiais que estimulam as habilidades das crianças.


“A maioria dos pais prefere jogos que estimulam a leitura, a escrita e a matemática. A nossa recomendação é estimular a criança a jogar com irmãos e colegas para trabalhar habilidades conjuntas. Outra recomendação aos pais é não deixar a criança em frente ao computador ou à televisão somente passando o tempo”, orientou.


Apesar de o foco do projeto ser o atendimento clínico, os brinquedos funcionam como um estímulo a mais para as crianças. A utilização dos brinquedos depende do grau de deficiência. 


“O que tentamos fazer é incentivá-las a brincar com algo que desenvolva as habilidades, mas que ao mesmo tempo seja prazeroso. Hoje temos diversos brinquedos e até softwares educativos que são utilizados para estimular as meninas e os meninos”, afirmou.


Para além do projeto, o mercado de brinquedos convencionais pode ser adaptado para atender às crianças com deficiência.


Com 14 anos de trabalho em uma loja da cidade, a gerente Kênia Alves disse que é comum a procura por brinquedos para crianças com deficiência, principalmente em datas como o Dia das Crianças e o Natal. 


“Nesses casos, sempre procuramos indicar produtos que estimulem os sentidos da criança. Por exemplo, para uma criança com deficiência visual, recomendamos brinquedos com som e com formas diferentes para estimular a imaginação da criança em outros sentidos que não apenas a visão”, explicou.


A gerente conta que a recomendação é adequar o brinquedo à dificuldade da criança. “Teve um ano que vendemos um carrinho de controle remoto para uma criança com deficiência visual. 


Ele veio até a loja e estava muito empolgado com o brinquedo. A equipe foi para o fundo da loja, em um local mais silencioso, e ligou o aparelho. Ele sabia onde o carrinho estava pelo barulho do motor. Foi emocionante”, recordou.


Luciana Aparecida de Abreu é mãe de Gabriel, de 11 anos, que tem Síndrome de Down. “A procura por brinquedos na cidade é tranquila. 


Acredito que a utilização desses recursos é importante e que o estímulo desde pequeno é necessário para um bom cenário. Os brinquedos estimulam a criatividade, a imaginação e até a aprendizagem, na área de matemática, por exemplo”, afirmou.


Jogos de computador e de videogame estão entre as preferências de Gabriel, mas a mãe procura variedade. 


“Só temos cuidado na escolha dos jogos, que geralmente são de esporte. Jogos de memória, de matemática, tudo estimula o raciocínio. Muitas vezes estudar é cansativo, então por meio dos jogos o processo se torna mais divertido, mais criativo”, destacou.


Fonte: G1


28 de ago. de 2014

Participe da Minuta Inclusiva e Ajude na elaboração do Plano Municipal de ações voltadas para pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida


 

Foto: Até o dia 31/08 você pode opinar sobre qualquer uma das 70 ações do Plano Municipal #SãoPauloMaisInclusiva. Listamos três que integram o Eixo Acessibilidade. Qual a sua opinião? Tem algo a nos dizer sobre elas? Acesse  www.saopaulomaisinclusiva.prefeitura.sp.gov.br e nos ajude a fazer uma São Paulo Mais Inclusiva. Participe!!


Até o dia 31/08 você pode opinar sobre qualquer uma das 70 ações do Plano Municipal #SãoPauloMaisInclusiva


Listamos duas que integram o Eixo Atenção à Saúde. Qual a sua opinião? Tem algo a nos dizer sobre elas? 




e nos ajude a fazer uma São Paulo Mais Inclusiva. Participe!!