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17 de nov. de 2016

Soluções tecnológicas de baixo custo para pessoas com deficiência



“Tecnologia é ferramenta fundamental para possibilitar às pessoas com deficiência acesso a todos os bens, produtos e serviços, e também para permitir ou facilitar a execução das atividades do dia a dia”.


É com essa proposta que o ‘TOM São Paulo 2016’ reúniu, entre os dias 11 e 13 de novembro, no Centro de Convenções Rebouças, 120 convidados entre engenheiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, designers, profissionais de TI, arquitetos, pessoas com e sem deficiência para elaboração de projetos e protótipos que aperfeiçoem técnicas já existentes ou que criem novas soluções, viáveis e replicáveis. 



O Brasil recebeu o evento pela terceira vez, inspirado no ‘TOM Israel’.






Serão apresentados projetos desenvolvidos pelo Centro Paula Souza, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), entre outras instituições. Neste ano haverá espaço ainda para soluções digitais acessíveis.


Na lista de apresentações estão: 


  • Eye-Tracking (Controle de Cadeira de Rodas Motorizada pelo Olhar); 
  • Exoesqueleto para Reabilitação de Membros Superiores;
  • Controle de Ambientes (Hands Free World Control);
  • Programa Mão 3D (Três Soluções em Próteses para Crianças);
  • Cadeira de Rodas Motorizada Infantil de Baixo Custo;
  • Dispositivo para Fotografia Autônoma;
  • Display Braile Inovador; 
  • soluções para Games Acessíveis e de Realidade Virtual;
  • Interface Labial para Controle de Celular e Tablet
  • Interação com Computador pelo Olhar.









 

12 de ago. de 2016

1ª Mostra Estadual de Recursos e Serviços de Tecnologia Assistiva



Durante a XII Semana Estadual da Pessoa com Deficiência, organizada pela FADERS, nós da Assistiva Tecnologia e Educação farão evento gratuito, em 3 edições


Trata-se da I Mostra Estadual de Recursos e Serviços de Tecnologia Assistiva.


O evento tem por objetivo: Difundir informações e conhecimentos sobre o tema da Tecnologia Assistiva: O que é; qual a legislação vigente e que direito/deveres ela determina; como se dá o acesso aos recursos e serviços de TA; conhecer recursos de TA que serão expostos na Mostra e que visam a promoção de maior autonomia e independência na comunicação, no acesso ao conhecimento, no desempenho de atividades do cotidiano, atividades escolares e laborais; contribuir com a formulação de sugestões para promoção de um maior desenvolvimento no campo da TA em nosso estado e país.

Veja as datas e os locais:


Data: 22/08/16

Local: Santa Maria - Campus da UFSM

Horários da Apresentação sobre Tecnologia Assistiva: 14h30 ou 19h30

Horário de visitação da Mostra de TA: das 14h30 às 21h30 2ª edição:


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Data: 24/08/ 2016

Local: Bagé - IFSUL

Horários da Apresentação sobre Tecnologia Assistiva: 9h30 ou 14h30

Horário de visitação da Mostra de TA: das 9h30 às 19h30 3ª edição:


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Data: 26/08/2016

Local: Porto Alegre – Auditório Centro Administrativo do Estado do RS

Horários da Apresentação sobre Tecnologia Assistiva: Palestra inserida na
programação do Evento Avanços e Desafios na Educação Inclusiva. XXIII Semana da Pessoa com deficiência FADERS.

Horário do evento: das 9h às 17h30

Horário de visitação da Mostra de TA: das 9h às 17h30


***


O evento é gratuito, as vagas limitadas e as inscrições já estão abertas no site da Assistiva Tecnologia e educação em: www.assistiva.com.br


 
Fonte: Revista Incluir


21 de jun. de 2016

Produtos de tecnologia assistiva para necessidades especiais dos pacientes



Quando se fala em prótese para membros, logo se imagina algo robótico, altamente tecnológico e caro, muito caro. 


Porém, a própria tecnologia foi desenvolvida para criar soluções mais simples e mais baratas, como é o caso das impressoras 3D. Utilizadas para a fabricação de artefatos a partir de camadas sobrepostas de resina de plástico, seu trabalho vem sendo direcionado cada vez mais para a área da saúde, devido ao seu baixo custo de produção. 


Uma prótese eletrônica custa, em média, 150 mil reais; enquanto que uma prótese feita de resina varia em torno de 3 a 5 mil reais, além de ser mais leve e confortável de manusear.


No Brasil, há diversas empresas especializadas em próteses 3D. Porém, apenas uma com um grande diferencial. 


A 3D Protos voltou o seu trabalho também para às necessidades individuais distintas de cada pessoa e cria soluções em polipropileno ainda incomuns no mercado, como produtos desenvolvidos especificamente para a conveniência de cada um. 


Desde auxiliares para amarrar os cadarços, colocar cinto de segurança, comer com talheres, escrever, abrir zíperes, colocar botões a até mesmo um suporte para cartas de baralho. Todos com preços bem acessíveis.


Empresa criada por Eloísa Gonzaga, Vinícius Amantéa e Fernando Flores, começaram como uma startup durante a XV Maratona de Empreendorismo da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) em 2014, e ganharam o primeiro lugar com a ideia. 


“A impressão 3D exige muita atenção nas diversas etapas que o processo requer. Com parcerias com hospitais, oferecemos os testes para alguns pacientes. A partir desse acordo, é realizado um estudo completo baseado na pessoa, com pesquisas a respeito de interface, posicionamento e a modelagem 3D, isso tudo tendo como objetivo suprir a necessidade específica de cada paciente. Dessa forma, depois do período de testes os produtos precisam ser certificados e só depois irão para o mercado”, conta Flores, diretor da 3D Protos.

 A ideia surgiu da vontade de realmente tornar o paciente o mais independente possível, que até mesmo utilizando as adaptações, ainda pode encontrar algumas dificuldades para tarefas mais específicas. 


 “Estamos observando que existe essa lacuna aberta para esse serviço, pois o índice de abandono de algumas próteses e órteses pode chegar a até 70%, como nos casos de tratamento para membros superiores. Assim, com esse projeto, pretendemos desenvolver produtos de tecnologia assistiva impressos em três dimensões realmente ajustados ao paciente, para que eles se adaptem da melhor maneira possível e tenham uma melhor qualidade de vida”, conclui o diretor.


Fonte: Diversidade na Rua


 

11 de set. de 2015

Livros e pesquisas sobre Tecnologia Assistiva e Educação Inclusiva para download gratuito



O professor e Membro do Comitê de Ajudas Técnicas da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Teófilo Alves Galvão Filho, possui um site em que disponibiliza artigos, textos e livros sobre Educação inclusiva e Tecnologia Assistiva para download gratuito.


Confira, abaixo, alguns títulos:

 


"O PROFESSOR E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: FORMAÇÃO, PRÁTICAS E LUGARES" 

MIRANDA, T. G.; GALVÃO FILHO, T. A. (Org.) O professor e a educação inclusiva: formação, práticas e lugares. Salvador: EDUFBA, 491 p., 2012.


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"PESQUISA NACIONAL DE TECNOLOGIA ASSISTIVA" 
GALVÃO FILHO, T. A., GARCIA, J. C. D. Pesquisa nacional de Tecnologia Assistiva. São Paulo: Instituto de Tecnologia Social - ITS BRASIL e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI/SECIS, 68 p., 2012.


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"AS TECNOLOGIAS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS"
 
OMOTE, S.; GIROTO, C. R. M.; POKER, R. B. (Org.). As tecnologias nas práticas pedagógicas inclusivas. Marília/SP: Cultura Acadêmica, 238 p., 2012.


***

 
"EDUCAÇÃO INCLUSIVA, DEFICIÊNCIA E CONTEXTO SOCIAL: QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS"
 
GALVÃO, N. C. S. S.; MIRANDA, T. G.; BORDAS, M. A.; DIAZ, F (Org.). Educação Inclusiva, deficiência e contexto social: questões contemporâneas. Salvador: EDUFBA, 354 p., 2009.


***


"ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR"
 

PIMENTEL, S. C. (Org.). Estudantes com deficiência no ensino superior: construindo caminhos para desconstrução de barreiras. Cruz das Almas-Ba: NUPI/PROGRAD/UFRB, 2013.


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"TECNOLOGIA ASSISTIVA"
 
COMITÊ DE AJUDAS TÉCNICAS/SDH/PR. Tecnologia Assistiva. Brasília: CAT/SDH/PR, 138 p., 2009.


***

 
"TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA UMA ESCOLA INCLUSIVA: APROPRIAÇÃO, DEMANDAS E PERSPECTIVAS"
 
GALVÃO FILHO, T. A. Tecnologia Assistiva para uma escola inclusiva: apropriação, demandas e perspectivas. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 346 p., 2009.

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Para ter acesso a esses livros, clique aqui (disponível neste link: http://bit.ly/1NZAF3U)






10 de set. de 2015

SMPED oferece download de software que auxilia pessoas com deficiência a navegarem com mais facilidade na web

Logotipo da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida e essential acessibility 




A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, em parceria com a eSSENTIAL Acessibility, oferece gratuitamente o download deste software de tecnologia assistiva que auxilia pessoas com deficiência a navegarem mais facilmente na web


O eSSENTIAL Acessibility™ é uma tecnologia assistiva inovadora que ajuda as pessoas com deficiência a acessarem sites da internet com maior facilidade. 


A empresa canadense, desenvolvedora dessa ferramenta, disponibilizou gratuitamente esse recurso para a cidade de São Paulo; sendo a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) a primeira do Brasil a oferecer o download desse software por meio de seu site.


Uma vez feito o download em um computador, o software pode ser usado sem custo em qualquer outro site. O dispositivo auxilia os usuários com dificuldades de controlar o mouse e de leitura.

 

O que oferece a eSSENTIAL Accessibility™:


- Teclado na tela

- Alternativas para o mouse

- Zoom em texto e imagem

- Auxiliar de clique” visual

- Comando de voz (este recurso apenas para Windows 8)




Para ter acesso ao manual de uso e ao video tutoreal de como instalar e configurar o software e o contrato de licença de usuário final do eSSENTIAL Accessibility  clique aqui 


Conheça e baixe também leitores de tela gratuitos pelos links:


NVDA0 – Versão para Windows




 


Orca para Linux


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2 de set. de 2015

Mais de 16,5 mil alunos estão à espera de uma máquina Braille no Brasil



A máquina de escrever em Braille é considerada a principal ferramenta para alfabetização de pessoas com deficiência visual. 


Mesmo tão importante, mais de 16,5 mil alunos nessas condições, matriculados em escolas públicas e instituições de diversas regiões do Brasil, estão sem acesso ao equipamento por falta de recurso.


Para aprender a ler, escrever e ter domínio do método Braille, a pessoa com deficiência visual precisa desembolsar um valor alto, cerca de R$ 4.500,00, por um produto importado. 


No entanto, existe no mercado nacional de tecnologia assistiva uma opção mais acessível fabricada pela Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, por meio de uma parceria com escolas SENAI, que pode ser encontrada por uma diferença de 40%.


A solução para os estudantes que não têm condições financeiras para comprar a Máquina Braille é se cadastrar em um banco de dados da instituição, onde aguardam numa fila de espera para adquirir o equipamento gratuitamente, distribuído por meio de projetos sociais, campanhas e parcerias. 


Para ter uma ideia, desde 2004, quando o equipamento começou a ser produzido no Brasil pela associação, mais de 7.000 crianças e jovens com deficiência visual já foram beneficiados.


“A Laramara é uma associação sem fins lucrativos, fundada há mais de duas décadas, que conhece as dificuldades dessa importante parcela da população. Como muitas dessas pessoas são de baixa renda, a parceria com os órgãos públicos e o patrocínio das empresas e pessoas físicas é primordial para viabilizar as doações do recurso e permitir o acesso à educação”, explica Cristiano Gomes, gestor de projetos e parcerias da Laramara.

 

Sobre a Laramara:



A Laramara é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina no desenvolvimento e na pesquisa na área da deficiência visual. 


Fundada em 1991, realiza atendimento especializado nas áreas socioassistencial e socioeducativa com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e ao desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas. 


As atividades são realizadas em grupos e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade. 


Disponibiliza recursos humanos para apoio à inclusão social, colabora para o aperfeiçoamento e a capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil, por meio de recursos instrucionais produzidos por sua equipe, como livros, manuais e DVDs. 


A Laramara também trouxe para o Brasil a fabricação da máquina Braille e da bengala longa, indispensáveis para a educação e a autonomia da pessoa cega. 


Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto socioeducativo em 1996 realizando atendimento a essa população.


 


 

21 de ago. de 2015

Pesquisas geram 1,5 mil produtos para pessoas com deficiência

Resultado de imagem para produtos para pessoas com deficiência


Financiamentos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) promoveram, nos últimos anos, a produção de cerca de 1,5 mil produtos voltados a dar mais independência e qualidade de vida a pessoas com deficiência. 


Esses produtos são resultados de pesquisas em tecnologia assistiva, termo designado para definir os recursos, serviços, equipamentos e estratégias que contribuem para dar ou ampliar habilidades a esse público.


De acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis/MCTI), Eron Bezerra, atualmente há 70 grupos de pesquisa desenvolvidos em tecnologia assistiva. 


Os produtos são usados para tratamentos clínicos, cuidados pessoas, atividades domésticas, manuseio de objetos e atividades recreativas. 


São muitas vezes dispositivos simples, mas que facilitam o dia a dia de quem tem a deficiência, familiares e cuidadores, como colheres, barras para pratos, banheiras.


Os produtos estão disponíveis na página http://assistiva.mct.gov.br/ , relacionados no catálogo. 


Os interessados podem pesquisar tanto por tipo de produto, como para que tipo de público: deficiente visual, deficiente auditivo, deficiência intelectual, física, múltipla ou idoso. Também é possível conhecer as empresas, fabricantes e importadores.


Edital prevê investimentos de R$ 25 milhões



Segundo Eron, para estimular ainda mais os investimentos no setor, deverá ser publicado, nos próximos meses, edital com foco no desenvolvimento de produtos de tecnologia assistiva, com valor previsto de R$ 25 milhões. 


"Vai ter peso maior na seleção do projeto aquele que oferecer a possiblidade de produtos a serem desenvolvidos", afirmou.


Cerca de R$ 2,7 milhões do total de recursos previstos no edital serão destinados à regulamentação das cadeiras de rodas no Brasil, reprovadas por testes de segurança e qualidade do Inmetro, em 2013. 


"Todas foram reprovadas pelos testes do Inmetro, então o governo encomendou ao MCTI, junto a outros parceiros, regulamentar essa política de adequação da eficiência das cadeiras de rodas", disse.


O governo federal também já aprovou e selecionou 45 instituições de ensino e pesquisa no Brasil, que vão receber 210 bolsas de mestrado e doutorado para desenvolver pesquisa em tecnologia assistiva, num valor de aproximadamente R$ 20,5 milhões.


São parceiros no MCTi no financiamento das pesquisas, o Ministério da Educação (MEC), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR).

Proteção


Em julho foi instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.


"A política de tecnologia assistiva se destina a atender aproximadamente 40 milhões de brasileiros e brasileiras que tenham algum tipo de necessidade especial. Vai desde o surdo-mudo, cego, cadeirante, ao idoso, que exigem determinadas políticas de tecnologia assistiva", afirmou Eron Bezerra.

 

Comitê

O Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva é coordenado pela Secis. Fazem parte do comitê a SDH-PR e os ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Educação, da Fazenda, do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Saúde. Em novembro, a Secis pretende realizar um seminário, em Brasília, que irá mostrar toda a tecnologia assistiva já desenvolvida no País.



Fonte: Portal BrasilVida Mais Livre

2 de ago. de 2015

Celulares acessíveis para pessoas com deficiência visual

 

Você sabe quais celulares são acessíveis para pessoas com deficiência visual? Observamos que muitas pessoas têm dúvidas referente a essa questão, por isso procuramos informações em sites, blogs e discussões em grupos no facebook sobre o tema. Encontramos matérias e opiniões bem legais de serem compartilhadas: 


Site Global Accessibility Reporting Initiative - GARI (http://www.gari.info/findphones-results.cfm

 
Esse site visa ajudar as pessoas a identificar características de acessibilidade em telefones celulares e outros dispositivos capazes de ajudá-los com suas necessidades específicas relacionadas à visão, audição, fala, destreza ou cognição.






 
É possível fazer uma análise crítica de cada modelo de celular. Por exemplo, o modelo da Samsung - SM G850 – tem uma funcionalidade que é o menu de voz, ou seja, o aparelho fala as opções do menu em voz alta, permitindo que você acesse algumas funções mesmo que não possa olhar para a tela. 

 
Além disso, o site possibilita que o usuário faça um comparativo de até três modelos de celulares. Isso ajuda a escolher um celular que mais atenda às suas necessidades.


SAMSUNG



Todos os celulares da Samsung com sistema operacional Android possuem o aplicativo Talk Back que é um serviço de acessibilidade que ajuda o usuário invisual ou com problemas de visão a interagir com o dispositivo. Mais informações você pode obter nesse link: http://www.samsung.com/br/accessibility/


 
Em 2014 o Samsung lançou dois acessórios para ajudar deficientes visuais.

 

- O acessório Optical Scan Stand “suporte de digitalização Ótica” é uma pequena mesa onde você coloca o seu smartphone e ele lê tudo o que está na parte debaixo, todo o texto é digitalizado e o próprio telefone começa a lê o texto em voz alta para o usuário.

 
- O Ultrasonic Cover é uma tampa ultrassônica que ajuda os deficientes visuais a detectar pessoas e outros objetos em sua frente em um raio de alcance de até 2 metros, para avisar o usuário de objetos em seu caminho o aparelho pode vibrar ou soltar um aviso falado que está se aproximando de algo ou alguém.


IMPORTANTE: Em alguns grupos de discussões no facebook sobre esse tema, há bons comentários dos celulares da Samsung. Os modelos citados foram: Samsung Galaxy S4 e S5, Samsung Galaxy Note 3.


IPHONE



O aparelho da Apple permite selecionar blocos de texto (em sites, por exemplo) e faz a leitura para o usuário. A opção está disponível na área Acessibilidade em Ajustes > Geral. 


No item Falar Seleção, ative a função e, se achar necessário, regule Velocidade da Fala. Feito isso, basta ir ao texto que deseja ouvir e tocar e segurar a tela até que apareça uma lupa e marcadores em azul. Toque e arraste esses pontos para definir a área a ser lida e toque na opção Falar.

 

O smartphone também tem um recurso muito interessante para os deficientes visuais, o VoiceOver. Ele também lê e transforma em áudio o que aparece na tela do aparelho. 


O recurso vai além da ferramenta Falar Seleção, pois descreve tudo o que o usuário toca na tela. Assim, mesmo quem não enxerga consegue utilizar o aparelho. 


Para ativar o recurso, na área Ajustes, abra o item Geral e vá até Acessibilidade. Nela, habilite VoiceOver e o recurso. A partir daí, ele lerá tudo o que for tocado na tela.

 

Recentemente, foi lançada a plataforma Be My Eyes (http://www.bemyeyes.org/), um aplicativo gratuito desenvolvido em Copenhague, disponível para iOS (sistema operacional da Apple).

 
Um inovador aplicativo de celular bastante simples que permite que qualquer pessoa possa “emprestar” sua visão por alguns segundos. 

 
Ao entrar no aplicativo, você escolhe se é um voluntário ou um deficiente visual – no segundo caso, o app oferece toda a acessibilidade necessária para se conectar à outra pessoa – e aguarda até que um pedido de ajuda seja enviado. 


As orientações do voluntário são feitas por escrito e o aplicativo consegue lê-las em voz alta para a pessoa com deficiência visual. “O aplicativo foi muito bem recebido pela comunidade de deficientes visuais. 


O app permite obter ajuda em momentos que pode ser inconveniente pedir ajuda a vizinhos ou a um amigo e você não precisa pedir mil desculpas para solicitar ajuda“, explica Wilberg.



FonteDiversidade na Rua



24 de jul. de 2015

F123 Access - novo software que irá facilitar o acesso de pessoas com deficiência visual a diversos sites




Será lançado em breve,  um novo software, o F123 Access. Ele facilita o acesso de pessoas cegas ou com baixa visão a diversos sites, desde os mais famosos, como o Facebook, o YouTube e a versão do Whatsapp para computadores, até outros menos populares.

Desenvolvido para melhorar a experiência da pessoa com deficiência visual na internet, o F123 Access funciona com o Firefox para quem usa leitores de tela como Jaws, NVDA, Orca, VoiceOver e Window Eyes.

O técnico em informática Cleverton Luis de Barros, 30 anos, que mora em Curitiba e tem baixa visão, já testou o novo software.

“Estou usando o F123 Access em meu trabalho, e o resultado tem sido muito bom. Estou conseguindo identificar elementos que antes tinha dificuldade e que são necessários na minha atividade. 


Antes estava com dificuldades para usar uma nova ferramenta que engloba WhatsApp, sms e Twitter, mas agora já estou conseguindo usar 80% dela.”


“Há muito tempo, o Facebook deixou de ser um site de mero entretenimento para se tornar uma verdadeira rede de trabalho. Muitos dos meus clientes são captados por pessoas que me conhecem das redes sociais ou por elas foram indicados”, afirma o advogado paulistano Murillo Bolonhini Cita, 29 anos.


“O F123 Access veio facilitar essa interação, oferecendo melhor uso do Facebook, proporcionando atalhos de teclado bastante úteis, com uma formatação mais inteligente das páginas”, avalia.


Para Antonio Domingues da Silva, 49 anos, o ponto forte do programa é a autonomia. “Ele proporciona mais independência na internet [à pessoa com deficiência visual].”


Ficou curioso? Se você tem alguma deficiência visual, pode participar desta etapa de testes e contribuir para o aperfeiçoamento da ferramenta. Basta mandar um e-mail para acessoF123@F123.org.



FonteDiversidade na Rua



6 de jun. de 2015

Conheça 3 ferramentas gratuitas para estudantes com problema de visão



A qualidade da educação depende de vários fatores que estão além da sala de aula. 


O baixo rendimento escolar muitas vezes está relacionado a algum problema de visão e o estudante, pais e professores nem se dão conta disso. E, quanto menor a idade desse aluno, maior é a dificuldade para identificar essa deficiência porque a criança não sabe avaliar que enxerga mal.


Detectar e corrigir esse problema já na fase pré-escolar pode ser crucial já que é nessa faixa etária, em geral até os 7 anos, que os nossos olhos permanecem em desenvolvimento. Por isso, cabe aos pais e professores ficarem atentos aos sintomas que a criança pode apresentar.


Segue lista de ferramentas gratuitas que podem servir de apoio no processo de aprendizagem de estudantes com deficiência visual.


Readability



Extensão para estudantes com problemas de visão pois além de promover e facilitar a leitura de conteúdo ao permitir guardar coisas para revisar depois, eliminando os elementos visuais que sobrarem (anúncios, vídeos, botões, etc.) e deixando só o texto, inclui opções para aumentar ou diminuir o tamanho da letra, a cor de fundo e a tipografia. Agora, para quem sofre com problemas de leitura por distrações, também pode ser de enorme ajuda.


Para acessar Clique Aqui


Announcify

 

Com um simples clique você pode converter a página em um texto legível tanto para a voz da intérprete, disponível em vários idiomas também, como para o estudante com problemas de leitura: O texto fica em tamanho maior, o que estiver em desuso aparece opaco, assim como vai sendo eliminado o que já tiver sido lido.


Para acessar Clique Aqui


Chrome Speak



Ferramenta para quem tem problemas de visão e dificuldades na leitura: apenas selecionando um fragmento de texto em qualquer site, clicando com o botão direito do mouse e em seguida em “Leia o texto selecionado”, que tal fragmento será lido em voz alta. 


A interpretação é extremamente fluída, especialmente porque está vinculada à tecnologia do Google Translate. O botão da extensão permite trocar os idiomas ou ingressar uma palavra própria para que seja lida.


Para acessar Clique Aqui 






23 de mai. de 2015

Tetraplégico levanta copo com braço robótico controlado por chip no cérebro






Um homem conseguiu controlar um braço robótico por meio de um chip implantado em seu cérebro.


O chip permitiu que Erik Sorto, da Califórnia, bebesse um gole de uma bebida, sem ajuda, pela primeira vez em dez anos.


 

Os detalhes, publicados na revista científica Science, revelam como sinais elétricos complexos de seu cérebro puderam ser interpretados em comandos para o braço.
 

Controle da mente


Dois pequenos sensores foram implantados em seu cérebro para monitorar a atividade de cerca de cem neurônios.


Tentativas anteriores de robótica controladas pelo cérebro haviam se concentrado no córtex motor - a região responsável pela ação individual dos músculos.

 

Mas a equipe americana implantou o chip no córtex parietal posterior - a parte do cérebro que cuida da intenção inicial.

 

É a diferença entre decidir pegar uma caneca e enviar a mensagem para a sua mão se mover em direção a ela.

 

A equipe espera que essa abordagem seja mais intuitiva.

 

"A primeira vez que experimentou o braço robótico, ele conseguiu repetir o gesto de um estudante que estendeu a mão para cumprimentá-lo, como se estivessem apertando as mãos. Para ele, foi uma grande emoção", disse um dos pesquisadores, Richard Andersen, da Caltech.

 

Com treinamento, ele melhorou o controle até poder levantar o copo levando-o até sua boca e também controlar o cursor em uma tela de computador.

 

"Brinquei com os caras que eu queria beber cerveja sozinho, para poder fazê-lo no meu próprio ritmo quando quiser tomar um gole da minha cerveja e não ter que pedir a alguém para me dar", disse Sorto.

 

"Eu realmente sinto falta dessa independência. Acho que se eu fosse seguro, eu gostaria me de arrumar sozinho - fazer a barba, escovar meus dentes. Isso seria fantástico."


Progresso


Pesquisas sobre aproveitar um cérebro saudável para superar as deficiência de um corpo danificado estão avançando rapidamente, principalmente nos Estados Unidos.

 

Cathy Hutchinson usou um braço robótico para se servir um drink pela primeira vez desde um derrame há 15 anos.

 

Jan Scheuermann foi capaz de segurar e mover diversos objetos com precisão, como com um braço normal.

 

Mas os avanços ainda estão restritos aos laboratórios.

 

O procedimento requer um implante com fios que saem do cérebro, o que pode representar risco de infecção.

 

Cientistas também querem monitorar ainda mais células para melhorar o controle.

 

Em um comentário sobre a pesquisa, os pesquisadores Andrew Pruszynski e Jorn Diedrichsen afirmaram: "Os resultados representam mais um passo em direção a fazer o cérebro controlar um membro robótico uma realidade."

 

"Mas, apesar dos passos impressionantes dados nos últimos 15 anos, essas próteses ligadas a neurônios ainda têm um caminho significativo a percorrer antes de intervenções terapêuticas práticas."


Fonte:  BBC


5 de mai. de 2015

Chega ao Brasil televisor Panasonic com acessibilidade para cegos



A funcionalidade de voice guidance para televisores da Panasonic tem pontos para melhorar, mas é uma ajuda para quem tem problemas de visão. Permite operar com os comandos do menu e ler textos no browser de Net.

 

Panasonic Voice Guidance

 

Disponível em português e muitas outras línguas, a voice guidance da Panasonic descreve as possibilidades do menu e indica a selecionada no momento. 


Permite ainda a leitura de textos a partir do browser da Net. Está incluída nos televisores mais recentes, de 2012 e 2013, da Panasonic, nas séries WT60, ZT60, WT50, VT60, VT50, DT60, GT60, GT50, ET60, ET50, ET5, ST60, ST50, E6, FT60.


Além de vocalizar as opções do menu, a voice guidance também explica como navegar: indica teclas cursoras para selecionar opção e a tecla OK para selecionar, por exemplo.


Esta funcionalidade também é interessante para ler textos no browser de Net. Só tem de mover o cursor (sem clicar) para a zona do parágrafo a ler. 


O cursor pode ser controlado pelas teclas do comando remoto ou pelo touchpad. O parágrafo é marcado com um contorno colorido e a leitura inicia-se.


Ao contrário das funcionalidades de vocalização de texto existentes, a vocalização de texto da Panasonic em português é claramente percetível e não tão artificial como é comum nestes sistemas, embora existam problemas em alguns termos.

 

Leitura em modo estático



Após a primeira utilização do televisor, durante o processo de instalação automática, há uma descrição vocal de algumas funcionalidades, como as possibilidades da plataforma “Smart TV” e as diferentes telas iniciais. Mas, depois disso, a voice guidance é desativada. Se quiser usá-la, tem de ativá-la no menu.


A voice guidance não funciona no menu de configuração, o que era desejável, para ajustes de rede ou de parâmetros do som, entre outros.


A leitura de textos do browser também apresenta limitações: quando a leitura se inicia, tem de deixar o cursor parado, pois, se este sair da área assinalada, a leitura é interrompida imediatamente. Caso volte a colocar o cursor no local, ouvirá de novo o parágrafo em causa desde o início, o que pode ser irritante em parágrafos longos.


Os parágrafos com links podem tornar-se igualmente incomodativos. Se o cursor se posicionar num deles, a leitura é interrompida imediatamente, para dizer o nome do link, e retomando depois no início do parágrafo.



 
 
 

Instabilidade do dólar inibe o mercado de tecnologia assistiva no Brasil



A supervalorização da moeda americana deve afetar os preços dos produtos de tecnologia assistiva comercializados no Brasil e pode pesar ainda mais no bolso dos brasileiros com deficiência. 


Como a maioria dos recursos são fabricados no exterior, os preços podem ficar até 100% mais caros, prejudicando a inclusão dessas pessoas em diversas áreas, como educação, trabalho, cultura e saúde.


“Os artigos de tecnologia assistiva vendidos no país já são extremamente caros devido à carga tributária. Com a desvalorização do real, o acesso a esses equipamentos ficará ainda mais difícil e levará a uma retração no setor”, comenta Robert Mortimer, especialista em tecnologia assistiva da Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual. 


Isso porque as pessoas com deficiência, que já estão com o poder de compra menor devido ao aumento das tarifas de água, energia e combustíveis, terão que enfrentar altas significativas como a do leitor de livros digitais que atualmente custa cerca de R$ 800,00 e pode chegar a R$ 2,4 mil, e até nos itens de fabricação nacional, pois são utilizados insumos importados.


De acordo com a ABRIDEFAssociação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência, o mercado de tecnologia assistiva movimenta cerca de R$ 5 bilhões por ano no país e grande parte das empresas do setor importa os equipamentos de diversos países da Europa e dos Estados Unidos.


Segundo dados do IBGE, existem mais de 45 milhões de pessoas com deficiência, sendo que 6,5 milhões são deficientes visuais. 


“A instabilidade econômica afeta de forma direta os brasileiros com deficiência que dependem de tais recursos para terem uma vida mais autônoma, digna e com mais qualidade”, comenta Mortimer.


Atualmente, um dos poucos itens comercializados no Brasil acessíveis e indispensáveis para as pessoas com deficiência visual, por exemplo, é a máquina Braille, vendida pela Laramara por R$ 2,5 mil e que também é distribuída gratuitamente, por meio de parceiras com empresas privadas.



 
 
 

26 de mar. de 2015

Brasileiro cria aplicativo que expressa emoções de pessoas com deficiência

 

Inspirado em sua filha que sofre paralisia cerebral, um pai brasileiro desenvolveu um aplicativo que permite que pessoas com deficiências motoras, auditivas e visuais expressem suas emoções através da tela de dispositivos móveis.


Carlos Edmar Pereira explicou à Agência EFE que seu objetivo era melhorar a comunicação com sua filha Clara, de 7 anos. Para isso, criou catálogos de palavras que são reproduzidas em voz alta quando alguém as seleciona, reunindo-as no aplicativo batizado como Livox.


"Existem métodos alternativos para as pessoas que não podem se comunicar e que costumam ser feitos com cartazes. Eu os transformei em um software", afirmou o criador do aplicativo.


Os algoritmos do sistema permitem que o programa, disponível para Android, se adapte à deficiência da pessoa que o utiliza.


Além disso, há vários tipos de licença de uso. O usuário pode assinar o aplicativo por um ou dois anos, em caso de um problema temporário, ou, se necessário, tem a opção de adquirir uma licença vitalícia.


O Livox, que também ajuda na aprendizagem de idiomas e matemática, ganhou recentemente o prêmio como um dos melhores aplicativos do mundo em inclusão social, concedido pela Organização das Nações Unidas (ONU).


Um reconhecimento que, defende Pereira, "pode desmitificar a visão mundial de que o Brasil não produz tecnologia, apesar de o programa não ter recebido nenhum apoio ou investimento do governo".

 
Fontes: G1  /   Rede Saci