2 de set de 2015

Mais de 16,5 mil alunos estão à espera de uma máquina Braille no Brasil



A máquina de escrever em Braille é considerada a principal ferramenta para alfabetização de pessoas com deficiência visual. 


Mesmo tão importante, mais de 16,5 mil alunos nessas condições, matriculados em escolas públicas e instituições de diversas regiões do Brasil, estão sem acesso ao equipamento por falta de recurso.


Para aprender a ler, escrever e ter domínio do método Braille, a pessoa com deficiência visual precisa desembolsar um valor alto, cerca de R$ 4.500,00, por um produto importado. 


No entanto, existe no mercado nacional de tecnologia assistiva uma opção mais acessível fabricada pela Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, por meio de uma parceria com escolas SENAI, que pode ser encontrada por uma diferença de 40%.


A solução para os estudantes que não têm condições financeiras para comprar a Máquina Braille é se cadastrar em um banco de dados da instituição, onde aguardam numa fila de espera para adquirir o equipamento gratuitamente, distribuído por meio de projetos sociais, campanhas e parcerias. 


Para ter uma ideia, desde 2004, quando o equipamento começou a ser produzido no Brasil pela associação, mais de 7.000 crianças e jovens com deficiência visual já foram beneficiados.


“A Laramara é uma associação sem fins lucrativos, fundada há mais de duas décadas, que conhece as dificuldades dessa importante parcela da população. Como muitas dessas pessoas são de baixa renda, a parceria com os órgãos públicos e o patrocínio das empresas e pessoas físicas é primordial para viabilizar as doações do recurso e permitir o acesso à educação”, explica Cristiano Gomes, gestor de projetos e parcerias da Laramara.

 

Sobre a Laramara:



A Laramara é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina no desenvolvimento e na pesquisa na área da deficiência visual. 


Fundada em 1991, realiza atendimento especializado nas áreas socioassistencial e socioeducativa com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e ao desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas. 


As atividades são realizadas em grupos e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade. 


Disponibiliza recursos humanos para apoio à inclusão social, colabora para o aperfeiçoamento e a capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil, por meio de recursos instrucionais produzidos por sua equipe, como livros, manuais e DVDs. 


A Laramara também trouxe para o Brasil a fabricação da máquina Braille e da bengala longa, indispensáveis para a educação e a autonomia da pessoa cega. 


Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto socioeducativo em 1996 realizando atendimento a essa população.


 


 

Conheça o Site Sobre Serviços Oferecidos pelo Governo Federal

1 de set de 2015

Ministério da Saúde lança aplicativo digital do Cartão SUS



O Ministério da Saúde lançou nessa quinta-feira (27) a versão digital do Cartão SUS – identidade do cidadão no Sistema Único de Saúde (SUS). 


O aplicativo já está disponível e disponibiliza ferramentas importantes como a aferição de pressão e medição de glicemia, é essencial para quem tem diabetes e hipertensão.


Ao preencher as informações, a ferramenta mostra, com auxílio de gráficos, os últimos registros de pressão máxima e mínima, bem como a evolução das taxas de glicemia. 


O aplicativo já está disponível para smartphones com sistema Android e a previsão é de que em novembro ele já esteja disponível na Apple Store.


Com o aplicativo, os usuários  podem indicar se possuem alguma alergia, informar se fazem uso contínuo de medicamentos, adicionar contatos de emergência e compartilhar as informações com médicos por quem estejam sendo acompanhados, o que permite traçar o diagnóstico e ofertar o tratamento mais adequado ao histórico do paciente.


Segundo a pesquisa Mobile Report, da Nielsen Ibope, 68,4 milhões de pessoas utilizam a internet pelo celular no Brasil. A ideia é que essas pessoas possam utilizar o aplicativo e, com isso, trazer economia aos cofres públicos. 


Isso porque, apenas em 2014, o Ministério da Saúde destinou R$ 4 milhões para a compra de mais de 13 milhões de mídias plásticas do cartão.


O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lembra que o acesso ao cartão por meio digital trará muitos ganhos à população. 


“Vamos aperfeiçoar cada vez mais o aplicativo de modo que seja possível ampliar a oferta de serviços disponíveis por meio da ferramenta, como a busca de serviços de saúde com auxílio de mapas, alerta de consultas marcadas na rede pública e até solicitar marcação de consultas pelo aplicativo”, explicou.

 

Cartão SUS 

 

Possibilita a identificação única dos usuários do SUS e, com isso, é possível reunir o conjunto de atendimentos realizados, onde quer que aconteçam. 


Hoje, todo brasileiro com CPF válido possui o número do Cartão Nacional de Saúde, como consequência da integração da base de dados do cartão (CadSUS Web) com a Receita Federal.


O registro do conjunto de informações por meio da identificação do usuário é extremamente importante porque, a partir das informações reunidas, será possível acompanhar melhor a saúde dos pacientes e garantir uma atenção ainda mais adequada aos brasileiros que utilizam a rede pública de saúde. 


Além disso, será possível organizar ainda mais a rede de atendimento e a oferta dos serviços de saúde em todo o País.


As unidades da rede pública de saúde devem prestar atendimento à população independentemente da apresentação do cartão. 


Caso o paciente não tenha o cartão (digital ou em mídia plástica) ou mesmo o número, o registro pode ser feito no momento do atendimento. Isso vale tanto para as unidades públicas como privadas.


Para descobrir o número do Cartão, o cidadão pode entrar no aplicativo, informando seu número de CPF e data de nascimento. 


Para quem ainda não possuir, o Cartão SUS é emitido pelas unidades de saúde pública que prestam atendimento ao cidadão nos estados e municípios. 


Desta forma, basta se dirigir a Unidade Básica de Saúde mais próxima da casa do cidadão para efetuar o cadastro. 


É necessário informar o nome do usuário do SUS, o nome da mãe, o sexo, raça e etnia, o município de naturalidade, a data de nascimento e o endereço.





Falta de acessibilidade em avenida de Belém prejudica pessoas com deficiência



 A população que possui algum tipo de deficiência física reclama que as rampas de acesso para cadeirantes, na avenida Perimetral, em Belém, terminam onde não devem  e os pisos para os deficientes visuais possuem postes no meio do caminho. 


Segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), a rede Celpa já foi notificada sobre os postes nas calçadas e, os antigos, estão sendo remanejados.


“Um país como o nosso devia ter acesso melhorado para as pessoas com deficiência e nós não temos todo esse acesso”, desabafa o universitário Ernani Alex, que é cadeirante e se locomove com dificuldade pelas rampas da Perimetral.


A tia do universitário, Jacira Mendonça, afirma que faz o que pode pelo sobrinho, mas fica desgastada pelas dificuldades. 


“Quando chega o final do dia, eu fico cansada. Não é nem por empurrá-lo e sim por causa de dificuldade que a gente encontra para se locomover. É muito difícil”, explica.


Já o piso tátil feito para os cegos se guiarem acaba no poste de iluminação, que fica no centro da passagem de pedestres. 


“O poste chegou primeiro e depois eles colocaram o piso. Não têm condições para um deficiente andar por essa calçada”, diz o comerciante Júnior Aragão.


Ainda de acordo com a Sedop, de 90 postes que existem nas calçadas, cerca de 62 já foram substituídos . 


A rede Celpa informou que já foi notificada e que o trabalho de remanejamento dos postes ocorre dentro do cronograma da obra de duplicação da avenida


Obras na Perimetral



A avenida Perimetral está passando por obras de duplicação desde 2014. A via deve ficar pronta em 2016. Segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), por causa disso nem tudo está perfeito


Faltam as entidades representativas e legítimas do segmento serem ouvidas  e consultadas porque só nós sabemos das nossas dificuldades e necessidades, mas as obras são construídas de cima para baixo sem ouvir a população. 


"Nós nos incluímos no meio da população, pois não somos consultados e nem ouvidos. Quando as obras saem são bonitas, mas inacessíveis”, explica o assistente social da Associação Paraense de Pessoas com Deficiência, Jordeci Santa Brígida.


“Isso daqui é horrível e não dá para passar cadeirante por aqui. Um dia desse eu vi um senhor de bengala passando por aqui, com risco de uma bicicleta bater nele. Isso aqui ainda não está concluído direito”, conta a dona de casa Carmem Martins.


 
 
 

Saiba como obter o benefício assistencial ao idoso e à pessoa com deficiência




É a garantia de um salário mínimo mensal ao idoso acima de 65 anos ou ao cidadão com deficiência física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo, que o impossibilite de participar de forma plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais pessoas.


Para ter direito, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja menor que 1/4 do salário-mínimo vigente. 


Esta renda é avaliada considerando o salário do beneficiário, do esposo(a) ou companheiro(a), dos pais, da madrasta ou do padrasto, dos irmãos solteiros, dos filhos e enteados solteiros e os menores tutelados, desde que residam na mesma casa.


Por se tratar de um benefício assistencial, não é necessário ter contribuído para o INSS para ter direito a ele. No entanto, este benefício não paga 13º salário e não deixa pensão por morte.


Informe-se no CRAS: o cidadão pode procurar o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo da sua residência para esclarecer dúvidas sobre os critérios do benefício e sobre sua renda familiar, além de receber orientação sobre o preenchimento dos formulários necessários.

 

Principais requisitos


  • Possuir renda familiar de até 1/4 do salário mínimo em vigor, por pessoa do grupo familiar (incluindo o próprio requerente)
  • Para o idoso: idade superior a 65 anos, para homem ou mulher;
  • Para a pessoa com deficiência: ser pessoa com deficiência física, mental, intelectual ou sensorial que impossibilite o titular de participar de forma plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais pessoas que não possuam tal impedimento;
  • Possuir nacionalidade brasileira;
  • Possuir residência fixa no país;
  • Não estar recebendo benefícios da Previdência Social.

 

Documentos e formulários necessários


Para ser atendido nas agências do INSS você deve apresentar um documento de identificação com foto e o número do CPF, além da documentação dos componentes do seu grupo familiar.


Veja a relação completa de documentos e formulários que devem ser apresentados aqui.

 

Outras informações


  • Comprovação da deficiência: a deficiência é analisada pelo Serviço Social e pela Perícia Médica do INSS.
  • Idoso em asilo: a condição de acolhimento em instituições de longa permanência, assim entendido como hospital, abrigo ou instituição congênere não prejudica o direito do idoso ao recebimento do benefício.
  • Renda da família do idoso: o Benefício Assistencial ao Idoso já concedido a um membro da família não entrará no cálculo da renda familiar em caso de solicitação de um novo benefício de Amparo Assistencial para outro idoso da mesma família.
  • Concessão ao recluso: o recluso não tem direito a este tipo de benefício, uma vez que a sua manutenção já está sendo provida pelo Estado.
  • Concessão ao português: o português pode ter direito ao benefício, desde que comprove residência e domicílio permanentes no Brasil.
  • Deficiente contratado como aprendiz: a pessoa com deficiência contratada na condição de aprendiz poderá acumular o BPC/LOAS e a remuneração do contrato de aprendiz com deficiência, e terá seu benefício suspenso somente após o período de dois anos de recebimento concomitante da remuneração e do benefício.
  • Trabalho da pessoa com deficiência: a pessoa com deficiência que retornar a trabalhar terá seu benefício suspenso.
  • Requerimento por terceiros: caso não possa comparecer ao INSS, o cidadão tem a opção de nomear um procurador para fazer o requerimento em seu lugar. Consulte também informações sobre representação legal. No entanto, o requerente deve estar presente para a avaliação social e a perícia médica.

 

Ficou alguma dúvida?


Em caso de dúvidas, ligue para a Central de Atendimento do INSS pelo telefone 135.
 

O serviço está disponível de segunda a sábado das 7h às 22h (horário de Brasília).


 



Programa rastreia hipertensão em países emergentes




A pesquisadora brasileira Eugênia Velludo Veiga, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, e sua colega canadense Lyne Cloutier, da Université du Québec à Trois-Rivières (UQTR), trabalham no projeto Rastreamento da hipertensão arterial em países emergentes para reduzir os problemas cardiovasculares no Brasil, Haiti e Camarões. 


No Brasil, o objetivo é construir um banco de dados nacional que reflita de fato os valores da pressão arterial na população brasileira. 


Para isso, os pesquisadores já iniciaram os trabalhos com a fase preliminar do projeto que ocorreu em abril deste ano, junto à Campanha Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, comemorada no dia 26 de abril.


Durante essa Campanha Nacional, colocaram em prática projetos elaborados especificamente para três cidades brasileiras: Ribeirão Preto, Franca e São Paulo. 


Antes de colocá-los em prática, a pesquisadora informou que realizaram treinamentos por videoconferência, principalmente para atualizar os profissionais que medem a pressão arterial, em especial quanto aos fatores de risco para doenças cardiovasculares. 


Também lembraram de cuidados extras que se deve ter, como a calibração dos aparelhos.


Somente nessa primeira ação, em abril, das 204 pessoas avaliadas 35% apresentaram pressão arterial elevada no momento da medida e, destas, 25% desconheciam a presença da hipertensão. 


Os trabalhos, realizados nas três cidades paulistas, mobilizaram alunos de graduação e pós-graduação e profissionais de instituições de saúde, que chegaram à população em parques e terminais rodoviários, esclarecendo sobre a doença silenciosa e medindo a pressão arterial dos populares.


A ação de abril contou com a colaboração dos professores Luiz Aparecido Bortolotto, da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e diretor da Unidade de Hipertensão Arterial do Instituto do Coração (INCOR) da USP, Maria Claudia Irigoyen, da FMUSP e Presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), Leila Maria Marchi Alves e Simone Godoy, ambas da EERP, Evandro Cesarino, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, Cynthia Bachur, da Universidade de Franca (UNIFRAN), Frida Plavnik (SBH), Carlos Alberto Machado, Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), alunos de graduação e pós graduação e profissionais de instituições de saúde.

 

Rastreamento



Antecipa a pesquisadora que o “foco do rastreamento está tanto na comunidade quanto na atualização dos profissionais que estão envolvidos” e que essas ações devem ser estendidas para outros estados brasileiros em breve. 


Elegerão, para isso, datas comemorativas, relacionadas a doenças cardiovasculares, junto com as sociedades especialistas, como por exemplo: sociedades brasileiras de cardiologia, de hipertensão e a estadual de nefrologia (que promove do Dia do Rim)”.


O projeto de rastreamento da hipertensão arterial é financiado pela Agência Universitária da Francofonia (AUF), associação fundada no Canadá que financia projetos universitários de ensino e pesquisa. 


Ele integra um projeto maior do grupo internacional de pesquisadores e especialistas em hipertensão arterial — o Blood Pressure Screening Programs Groups, liderado pelo também canadense professor Norm Campbell, da Universidade de Calgary.


O grupo foi criado em 2013 pela Liga Mundial de Hipertensão – World Hyperthension League (WHL), com sede nos EUA. As representantes do Brasil e Canadá, respectivamente, nesse grupo de especialistas em hipertensão, são as professoras Eugênia e Lyne. 


O objetivo do grupo é aplicar, em outros países, a experiência canadense bem sucedida em rastreamento da hipertensão arterial.


Segundo a professora brasileira, o Canadá “foi bem sucedido porque identificaram muitas pessoas com pressão arterial elevada; aumentaram a taxa de controle da pressão e, consequentemente, reduziram as taxas de mortalidade cardiovascular a custo baixo”. 


Perseguindo o mesmo objetivo para a população brasileira, diz a pesquisadora que querem “identificar o valor alterado da hipertensão e mandar tratar”. 


Ela adianta que já participam do projeto nacional várias universidades brasileiras, com um Comitê Consultivo Brasileiro vinculado à Liga Mundial de Hipertensão.


Em junho último, a professora Eugênia e a pesquisadora da EERP, Ana Carolina Queiroz Godoy Daniel (aluna de doutorado da EERP), estiveram na Universidade du Québec, juntamente com a professora Lyne, atuando no projeto de rastreamento da hipertensão. 


A cooperação entre a EERP e a UQTR, afirmam as pesquisadoras brasileiras, “está rendendo bons frutos”, com estágios de alunos da USP de Ribeirão na Universidade canadense.







A importância do ambiente escolar inclusivo





De acordo com texto publicado em março deste ano pelo Portal Brasil, do Governo Federal, o número de matrículas de pessoas com deficiência na educação básica regular aumentou expressivamente. O que é uma ótima notícia porque, ainda segundo o texto mencionado: 


O direito das pessoas com deficiência à matrícula em classes comuns do ensino regular é amparado no artigo 205 da Constituição Federal, que prevê “a educação como direito de todos, dever do Estado e da família, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.


A inclusão escolar é um grande aprendizado para que as crianças conheçam e convivam naturalmente com as diferenças. Cada uma sob seu ponto de vista, conhecendo desde cedo os valores de amizade e adquirindo o entendimento de que todos são diferentemente iguais.


E isso significa que estes ambientes têm se modificado, para se adaptarem às necessidades e características de cada aluno. 


O espaço das salas de aula e as atividades exercidas podem sempre dispor de brinquedos, jogos e situações que possibilitem o envolvimento mútuo de crianças com alguma necessidade especial e crianças com desenvolvimento típico.


Outro texto recente, este publicado pelo portal IG; fala sobre um estudo norte-americano feito por Lori Erbrederis Meyer no qual ela pesquisou a criação de amizades no ambiente escolar infantil pelo ângulo de um currículo de sensibilização para a deficiência. 


Meyer – que é professora-assistente de Educação Infantil Especial da Universidade de Vermont, enfatizou a importância de um melhor amigo dentro das salas de aula; para ‘mediar’ o entendimento de uma criança com necessidade especial pelos colegas de classe.


E reforçou que, para estes laços de amizade se fortalecerem, é importante a individualização dos programas de inclusão e também o trabalho em grupo, com objetivos em comum que não estejam focados na deficiência.


E que a inclusão esteja cada vez mais presente no ambiente escolar e na vida. E que possamos aprender a vivenciá-la cada vez mais. Aliás, que possamos sempre aprender! Dentro e fora da escola.