24 de set de 2015

Ministério do Trabalho promove mobilização para incluir trabalhadores com deficiência no RJ

 


O Ministério do Trabalho e Emprego, de forma integrada à Agenda do Trabalho Decente e ao Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Viver sem Limite), promoverá no dia 25 de setembro, sexta-feira, o “DIA D” – Dia Nacional de Inclusão Social e Profissional das Pessoas com Deficiência e dos Reabilitados do INSS, em todo o Brasil. 


O objetivo é potencializar as ações voltadas para a inclusão social da pessoa com deficiência, especialmente no mercado de trabalho.


No Rio de Janeiro, o evento será realizado de 10 às 16 horas, no Centro Integrado de Atenção à Pessoa com Deficiência (CIAD), 3º andar, com palestras, apresentações e cadastramento de pessoas interessadas nas ofertas de vagas de emprego. O CIAD fica na Av. Presidente Vargas, 1.997, Centro.


A iniciativa é uma parceria do MTE com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o Ministério das Cidades, o Ministério do Turismo, o Ministério da Previdência Social, o Ministério da Saúde, a Casa Civil da Presidência da República, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (SESI).


Para mais informações sobre o Dia D, acesse o portal do MTE.

 
Fonte: INES / Vida Mais Livre  



Acompanhante de pessoa com deficiência tem direito a desconto de 80% em passagens aéreas

 


O acompanhante de pessoas com deficiência em viagens aéreas tem direito a um desconto mínimo de 80% no valor da passagem. 


A norma é da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), e o benefício é estendido a todos os passageiros que não possam realizar sozinhos os procedimentos de segurança em caso de emergência.


É bom deixar claro: o desconto é válido apenas para o acompanhante e em voos nacionais. A pessoa com deficiência deve pagar o valor integral da passagem. Para ter esse direito respeitado, porém, há alguns procedimentos necessários:


1. O passageiro deve informar à companhia aérea, com antecedência de ao menos 72 horas antes de fazer a reserva das passagens, que se trata de pessoa com deficiência e que necessita de assistência especial (o acompanhante);


2. É preciso verificar se a empresa exige o preenchimento do formulário de informação médica (Medif), que, com um laudo médico, funciona como um atestado comprovando a necessidade do acompanhante;


3. Se for o caso, o funcionário deve encaminhar o formulário ao passageiro e informar como o documento deve ser encaminhado;


4. Após o envio, o passageiro deve contatar a companhia aérea para saber qual o procedimento para a emissão das passagens, lembrando o funcionário de que seu acompanhante tem direito ao desconto.


De acordo com a resolução nº 280/2013 da Anac, as empresas aéreas não podem limitar o número de passageiros que necessitam de assistência, e o acompanhante deve ficar em assento ao lado da pessoa com deficiência.


No caso de pessoas cegas, o transporte de cães-guia é gratuito, e o animal deve viajar na cabine, próximo a seu dono. Cadeiras de rodas e muletas também devem ser transportadas gratuitamente.


Fonte: Bonde  /  Vida Mais Livre  


 

22 de set de 2015

Cirurgia é utilizada para combater sequelas do AVC





Pesquisadores da Neurocirurgia e da Neurologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), realizaram uma intervenção cirúrgica inédita para amenizar as sequelas do Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCi) da região do cerebelo, responsável pela coordenação dos movimentos e da marcha. 


Trata-se da estimulação cerebral elétrica por intermédio de eletrodos implantáveis sobre a região afetada após o AVCi. 


Os resultados do estudo são descritos em artigo publicado na revista científica Parkinsonism and Related Disorders.


“Uma paciente de 52 anos de idade, submetida ao procedimento em abril de 2014, apresenta melhora significativa na marcha, escrita e manipulação de objetos”, explica o titular da Neurocirurgia, Manoel Jacobsen Teixeira. 


Na cirurgia, um cabo-eletrodo, constituído de fios condutores com eletrodos em suas pontas, foi implantado no cérebro da paciente. 


Uma extensão, conectada ao cabo-eletrodo, passou sob a pele desde a cabeça, pescoço até a parte superior do peito, onde foi implantado o neuroestimulador, que produz os pulsos elétricos necessários à estimulação.


Esses pulsos elétricos, de baixa intensidade, são transportados para a região alvo do cerebelo, com ajustes feitos pelo médico. 


A estimulação dessa região por pulsos elétricos bloqueia os sinais que causam os sintomas motores incapacitantes da doença e o paciente consegue ter maior controle sobre seus movimentos corporais e coordenação, com melhora na qualidade de vida.

 

Tratamento


O AVC, conhecido popularmente como derrame, é uma das principais causas de morte e de incapacidade no mundo e no Brasil, o que gera grande impacto econômico e social. 


A técnica cirúrgica adotada pelos neurocirurgiões do Hospital das Clínicas deverá revolucionar o tratamento que ainda está longe de ser satisfatório. 


“Ele inclui medicamentos e reabilitação física”, aponta o médico.


A cirurgia consistiu na inserção de um microeletrodo na região do cerebelo da paciente. Por intermédio de um programador externo, o médico neurologista consegue controlar a energia elétrica liberada e, consequentemente, os sintomas. 


Conhecido como estimulação cerebral profunda, a cirurgia é semelhante ao procedimento realizado na doença de Parkinson, porem a estimulação é feita em local diferente.


“Enquanto que no Parkinson é estimulado o núcleo subtalâmico, estrutura do cérebro envolvida no programa motor e na velocidade dos movimentos, no AVC é estimulado o núcleo denteado, estrutura envolvida na coordenação dos movimentos, bastante afetada no paciente”, salienta o neurocirurgião. 


O estudo, descrito no  artigo publicado, determinou o desenvolvimento de um novo projeto que irá testar a segurança e eficácia do método em novos pacientes que apresentam ataxias cerebelares secundárias ao acidente vascular cerebral e incluir também outros tipos de ataxias no estudo.




  

Japão usa simplicidade e mostra respeito aos cidadãos com deficiência

Homem cego caminha guiando-se com sua bengala pelo piso tátil


O Jornal Nacional mostrou, nesta semana, várias dificuldades para os brasileiros que têm algum tipo de deficiência. 


No último sábado (19), na última reportagem da série mostrou que a solução pode vir de ideias bem simples. É o que ensina um país conhecido pela tecnologia de ponta.


Sinal de trânsito sonoro para ajudar na travessia de deficientes visuais muita gente já conhece. 


Mas em Tóquio, o barulhinho também dá outra informação para quem se orienta andando pela cidade. 


O som de cuco indica que está se seguindo na direção norte-sul. Já o piu do passarinho, mostra que é leste-oeste. É um detalhe, mas provoca no Roberto uma declaração daquelas. 


“O Japão é um país ótimo para uma pessoa deficiente ter liberdade”, diz.

Roberto Sasaki ficou cego há nove anos, depois de um acidente de carro. Ser livre pra ele é poder circular a vontade pelo país que ele escolheu para viver.


A capital japonesa é acessível para pessoas com qualquer deficiência. Piso tátil por toda parte. Informações em braile também. Nos locais públicos, como parques, há sempre um banheiro adaptado. Para os cadeirantes, calçadas planas, sem buracos e com rampas suaves para atravessar a rua.


O japonês é famoso por resolver seus problemas com tecnologia de ponta. Mas o que a gente percebe é que na questão da acessibilidade contam muito respeito, boa vontade e, muitas vezes, medidas simples.


Para alguém numa cadeira de rodas, chamar um elevador pode ser difícil. O botão fica muito alto. Por isso, um pouco mais baixo, tem um outro botão. Só para cadeirantes. Yuriko Oda começou a sentir os efeitos da distrofia muscular há 12 anos. E a cidade adaptada a ajudou a enfrentar o medo. Ela diz que numa cadeira de rodas a gente fica mais baixo que as outras pessoas. E encarar uma rua movimentada, no começo, assusta.


Pode ser de madeira ou de um material mais resistente. Rampas simples permitem o acesso aos ônibus, todos baixos, sem degraus. E por isso sem necessidade de elevador hidráulico, maquinário, para levantar uma cadeira de rodas. O motorista prepara tudo rapidinho. E está feito o embarque.



Yuriko adora passear sozinha. Ela reúne as descobertas que faz sobre acessibilidade em um blog na internet. No metrô, já sabe que o atendimento é especial. Ela diz onde vai saltar e o funcionário liga para a estação de destino. Vai ter alguém esperando.


Na plataforma para entrar no vagão, a rampinha também é usada. Ou nem isso. Há casos em que praticamente não há vão – buraco entre o trem e a plataforma. Para desembarcar, lá está o outro funcionário a postos com a rampa.


Muita tecnologia ou pouca tecnologia. O mais importante está no que o Roberto diz: 
“Não adianta você ter uma sinalização no chão ou um sinal sonoro, se as pessoas não te respeitam. O começo de tudo é a educação da população. Em questão de querer ajudar o próximo. E não querer atrapalhar ou tirar proveito”.
 Fonte: G1 / Vida Mais Livre  

21 de set de 2015

Confira eventos com tradução em Libras, legendas e audiodescrição




Em setembro, além do Dia Nacional do Surdo (26), o país também comemora o Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Deficiência (21)


Para traçar um panorama dos eventos culturais acessíveis na capital, o Guia Folha preparou um roteiro com atrações que oferecem recursos de tradução em Libras (língua brasileira de sinais), legendas, audiodescrição e braille.


A ideia é dar opções de atividades permanentes ou eventuais para que os deficientes auditivos e visuais também possam aproveitar a cidade. 


De acordo com os últimos dados do IBGE (2010), na capital paulista há cerca de 500 mil deficientes auditivos (aproximadamente 30 mil são surdos). Os deficientes visuais passam de 2,2 milhões (em torno de 53 mil cegos).


Viviane Sarraf, especialista em acessibilidade cultural, avalia que as ações inclusivas vêm crescendo, mas que o número ainda é pequeno. 


"Esses eventos são mais comuns em festivais e datas comemorativas", diz a pesquisadora, que faz uma palestra na quinta (24), no Itaú Cultural.


A reportagem conta, ainda, com depoimentos de surdos e cegos sobre suas necessidades e dificuldades em um universo cultural que parece, muitas vezes, deixá-los de lado. [Colaboraram Gabriela Valdanha e Rafael Gregorio]
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LIBRAS

 
É a língua brasileira de sinais, que permite a comunicação com os surdos. É uma língua com estrutura gramatical própria —a usada no Brasil, por exemplo, é diferente da usada em Portugal e em outros países.


AUDIODESCRIÇÃO
 

No caso de filmes, peças ou shows, o recurso serve para descrever aos cegos detalhes não percebidos nos diálogos e nas frases ditas em cena, como tipo de cenários e de figurinos e as expressões faciais.


LEGENDAS


Não são todos os surdos que entendem a língua brasileira de sinais. Por isso, é importante para o bom entendimento que as atrações também forneçam legendas com o que é dito durante as atividades.


BRAILLE



Usado por pessoas cegas ou com baixa visão, o sistema de leitura —baseado em símbolos representados em alto relevo— permite que as palavras e as frases sejam entendidas apenas com o toque das mãos.

  • As salas de espetáculo não são obrigadas a oferecer recursos inclusivos para surdos e cegos. Mas, a partir de janeiro, os cinemas terão 48 meses para disponibilizar legendas e audiodescrição em todas as sessões.
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AGENDA E PROGRAMAÇÃO

TRIBOS



Uma das sessões acessíveis da peça "Tribos", que estreou há dois anos, chegou a contar com 500 deficientes auditivos na plateia. 

"Eles se identificam muito com o personagem", diz Bruno Fagundes, que interpreta um surdo cuja família não compreende suas limitações.


Na comédia, que acaba de reestrear no Tuca, ele divide o palco com seu pai, Antonio Fagundes. 


Desde o começo eles se propuseram a realizar apresentações com tradução em Libras, legendas e audiodescrição —que são realizadas no último sábado de cada mês (nesta temporada serão em 26/9, 31/10, 28/11 e em 12/12, já que a peça sai de cartaz em 13/12). Quem quiser, deve garantir logo os ingressos, que costumam acabar.


"No começo, a gente teve um trabalho grande pra organizar isso, mas toda comunicação requer um esforço, é preciso que você tenha essa disponibilidade, e nós a temos", diz Fagundes, o pai.
  
Bruno conta que aprendeu muito com essa iniciativa. "Eu entendi a função social do teatro e o sentido principal do nosso trabalho, que é a comunicação e a troca."

Teatro Tuca - r. Monte. Alegre, 1.024, Perdizes, tel. 3670-8455. Dias com acessibilidade: 26/9, 31/10, 28/11 e 12/12. Sex. e sáb.: 21h30. Dom.: 18h. Até 13/12. Valor.: R$ 50 (sex.), R$ 70 (dom.) e R$ 80 (sáb.). Para adquirir ingresso ligue: 4003-1212 ou ingressorapido.com.br.
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THEATRO NET

 
O teatro paulistano começa agora, em setembro, a oferecer eventos acessíveis: os espetáculos realizados no último fim de semana de cada mês terão tradução em Libras, audiodescrição, legendas e programas em braille.


A estreia será com o musical "Raia 30", de Claudia Raia, nos dias 26 e 27/9.


A ideia, segundo a organização, é estender esses recursos a todas as apresentações, tanto em São Paulo quanto no Rio —lá, essas ações eventuais acontecem desde março.


Shopping Vila Olímpia - r. Olimpíadas, 360, 5º andar, Vila Olímpia, região oeste, tel. 4003-1212. "Raia 30" - Dia 26: 18h30 e 21h30. Dia 27: 18h. Ingressos: 50 a R$ 200.
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ITAÚ CULTURAL



Neste mês, o local -que já costuma realizar atividades acessíveis- terá todas as sessões do projeto Terça Tem Teatro com tradução em Libras: "BadeRna" (22/9) e "Madame Satã" (29/9). Além disso, haverá outras ações:



Quinta (24)
 
8h30 às 13h - palestra sobre acessibilidade com Viviane Panelli Sarraf, especialista em acessibilidade cultural


Av. Paulista, 149, Bela Vista, região central, tel. 2168-1776. Grátis.

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CCSP


O Centro Cultural São Paulo possui a Biblioteca de Culturas Surdas, para quem se comunica por Libras, e a Biblioteca Louis Braille, com mais de 6.000 audiolivros e livros em braille —e digitalização de textos. 


Em 26 e 27/9, haverá espetáculo com a Cia. Mapinguary, e, neste sábado (19), das 10h às 12h30, palestra sobre o livro "O Cortiço", de Aluísio Azevedo (ambos em Libras).


Centro Cultural São Paulo - r. Vergueiro, 1.000, Liberdade, região central, tel. 3397-4002.

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CAIXA CULTURAL



O espaço realiza, na terça (22) e na quarta-feira (24), uma contação de história sobre a Lenda do Uratau, que fala de um pássaro de hábitos noturnos -os textos são narrados em português e em Libras. 


No dia 29/9, às 14h, haverá oficina teatral para surdos.


Onde: Praça da Sé, 111, Sé, região central, tel. 3321-4400. Inscrições: supervisao.sp@gentearteira.com. Grátis.

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SÉRGIO CARDOSO



O teatro realiza sessões acessíveis —e esporádicas— desde 2013. Os próximos eventos com Libras e audiodescrição serão os espetáculos "Pulsões" (26/9), com Fernanda de Freitas, e "Orpheus" (25/10), com a Studio3 Cia. de Dança —nos dois casos, os ingressos custam R$ 60 cada.


Onde: R. Rui Barbosa, 153, Bela Vista, região central, tel. 3288-0136. 144 lugares.

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THEATRO SÃO PEDRO



A ópera "O Homem dos Crocodilos + Édipo Rei" estreia em 18/11, mas já há três sessões marcadas com audiodescrição e Libras: nos dias 25, 27 e 29/11.

 
O conteúdo é transmitido pelo aplicativo WhatsCine, por meio do uso de smartphones e tablets.


Onde: R. Dr. Albuquerque Lins, 207, Santa Cecília, região central, tel. 3661-6600. 636 lugares.

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CIA. BALLET DE CEGOS



No projeto de Fernanda Bianchini, os deficientes visuais interpretam balé clássico. 


O próximo espetáculo será em comemoração aos 20 anos da iniciativa, dia 1º/11, no Auditório Ibirapuera —com recurso de audiodescrição.


Parque Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 2, região sul, tel. 3629-1075.

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TOM BRASIL

  

É comum a casa de espetáculos realizar sessões acessíveis. As duas próximas com audiodescrição e interpretação de Libras serão as peças "Onde Mora o Amor?" (20/9; R$ 50 a R$ 100) e "Mais que Dilmais" (8/11; R$ 50 a R$ 120).


Onde: Rua Bragança Paulista, 1.281, Santo Amaro, região sul, tel. 4003-1212. 1.800 pessoas.
 
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BIBLIOTECA DE SÃO PAULO



O local possui aparelhos que digitalizam e convertem o texto escrito em áudio —o recurso é imediato, e o visitante pode levar o audiolivro para casa (basta ter algum tipo de mídia para armazená-lo).


O deficiente visual Aroldo Uchoa, por exemplo, cursa direito e psicologia e visita a biblioteca toda semana -já ouviu mais de 200 livros de lá. 


Todas as terças-feiras, das 15h às 16h, são realizados os Jogos Sensoriais, com brincadeiras para pessoas com ou sem deficiência —a experiência estimula as habilidades sensoriais.


Já aos sábados, das 11h às 13h, dá para brincar no Tabuleiro de Jogos, uma oficina ministrada por Carlos Oliveira na qual os deficientes visuais dispõem de tabuleiros adaptados —e podem aprender táticas do xadrez e participar de partidas.


Parque da Juventude - av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Canindé, região norte, tel. 2089-0800. Grátis.

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AUTÓDROMO DE INTERLAGOS

 

Neste sábado (19) e no domingo (20), o autódromo vai receber várias atividades gratuitas e inclusivas, com esportes, shows e dança. As atrações incluem a banda Música do Silêncio, formada por pessoas com e sem deficiência auditiva, e o DJ Anderson Farias, que tem deficiência visual.
 

Programação
 

Sábado (19)

 
11h - abertura oficial

 
12h - capoeira adaptada (Grupo de Mães de Jovens Especiais do Tendal da Lapa)
 

13h e 16h - skate adaptado (Grupo Carverize)
 

14h - projeto Judô para Todos Brasil
 

15h - dança (Apae São Paulo)
 

17h - banda Música do Silêncio
 

9h às 18h - DJ Anderson Farias
 

9h às 18h - Galera do Click
 

Domingo (20)
 

9h às 18h - DJ Anderson Farias, CATe Móvel e skate adaptado com Grupo Carverize


Onde: Av. Senador Teotônio Vilela, 261, Interlagos. Sáb. (19) e dom. (20): 9h às 18h. Grátis.

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DIÁLOGO NO ESCURO

 

Guarde todos os seus pertences no armário, principalmente os que emitem luz: relógio, celular e até seu brinco (se ele for muito brilhante). 


"Mas e os meus óculos? Pode guardar também, você não vai precisar deles."

A conversa é comum entre participantes e instrutores da exibição multissensorial "Diálogo no Escuro", em cartaz até fevereiro no Unibes Cultural. 


Durante a experiência, um grupo de até oito visitantes entra em um espaço em completo breu. A segurança vem de uma bengala e da voz dos guias —que são cegos ou possuem baixa visão.


"Sinta com os dedos, o que você acha que é isso?". 


Entre tropeços, os visitantes são obrigados a estimular outros sentidos, principalmente o tato e a audição, para descobrir onde estão: em uma floresta, uma feira, uma rua ou um bar. 


"As pessoas saem daqui achando que somos super-heróis", diz Sony Pólito, um dos guias. Não é para menos.

Onde: Unibes Cultural - r. Oscar Freire, 2.500, Pinheiros, região oeste, tel. 3065-4333. Seg. a sáb.: 11h às 17h30. Até 20/2/2016. Livre. Ingressos: R$ 24 (seg. a qui.) e R$ 30 (sex. e sáb.). É necessário fazer agendamento p/ 2122-4070 ou compreingressos.com.
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FESTIVAL "ASSIM VIVEMOS"


A sétima edição do evento exibe 33 filmes de 20 países, de quarta (23) a 5/10 —em comum, eles discutem a possibilidade de uma vida independente, e muitos são protagonizados por atores com algum tipo de deficiência.


O festival, que ocorre no CCBB e celebra a inclusão cultural no Brasil, terá audiodescrição em todas as sessões, catálogos em braille e legendas "closed caption". Nos debates, haverá tradução em Libras.


Um dos destaques é o filme alemão "Carmina - Viva a Diferença", que mostra mais de 300 pessoas (com ou sem deficiência) dançando "Carmina Burana", sucesso de Carl Orff. Abaixo, a programação dos dois primeiros dias. Para ver a agenda completa, acesse o site oficial.


PROGRAMAÇÃO

Quarta (23)

 
13h - "Carmina - Viva a Diferença"
 
15h - "Record Mundial"
 
17h - "O Coração Partido e a Beleza" + "O Mar me Faz Lembrar" + "E Agora José, Maria e João?"
 
19h - "A Criança e o Golfinho" + "Soluções Promissoras"
 

Quinta (24)
 

13h - "Como nos Filmes" + "Prima Madenn"
 
15h - "A Viagem de Maria" + Alcançando as Nuvens!"
 
17h - "Teatro do Coração Aberto" + "Complexo de Canguru"
 
18h30 - Debate sobre autismo


Onde: Centro Cultural Banco do Brasil - Rua Álvares Penteado, 112, centro, tel. 3113-3651. 70 lugares. De 23/9 a 5/10. Grátis.
 
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MIS


A exposição "Truffaut - Um Cineasta Apaixonado", em cartaz no Museu da Imagem e do Som, conta com um audioguia com detalhes sobre as obras que homenageiam o cineasta francês. 


O recurso é ativado via celular, a partir do aplicativo do museu. Em outras mostras, ao atender pessoas com deficiência visual, as orientadoras realizam ações descritivas do espaço expositivo. 


Também mantém o projeto Acessa MIS, com atividades culturais para pessoas com deficiência, e o MIS +60, destinado a idosos.


Onde: Av. Europa, 158, Jardim Europa, tel. 2117-4777. "Truffaut" - Ter. a sáb.: 12h às 20h. Dom.: 11h às 19h. Até 18/10. Ingr.: R$ 10 e R$ 16 (terça: grátis).
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MAM



O Museu de Arte Moderna, premiado por suas ações de acessibilidade —sob a coordenação de Daina Leyton—, disponibiliza audioguia e videoguia em todas as exposições, além de contar com o educador surdo Leonardo Castilho para visitas mediadas.


Veja as próximas atrações do local:

 


Terça (22)
 

10h - visita mediada em Libras
 
14h30 - narração de história em português e em Libras
 

Quinta (24)
 

14h - Slam do Corpo (batalha de poesia em português e em Libras)


Onde: Parque Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, tel. 5085-1300. Ter. a dom.: 10h às 18h. Ingr.: R$ 6 (grátis aos dom.).

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PINACOTECA



O museu oferece catálogos em braille e com CD de áudio, visitas com especialistas em Libras e videoguia para os surdos. 


Também abriga a Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras do acervo que podem ser tocadas.


Onde: Praça da Luz, 2, Bom Retiro, tel. 3324-1000. Ter. a dom.: 10h às 17h30.


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MUSEU DA IMIGRAÇÃO



Realiza atividades para deficientes visuais, intelectuais e auditivos. O conteúdo das exposições de longa duração possui legendas e audioguia —em cartaz: "Migrar: Experiências, Memórias e Identidades".


Onde: R. Visc. de Parnaíba, 1.316, Mooca, região leste, tel. 2692-1866. Ter. a sáb.: 9h às 17h. Dom.: 10h às 17h.

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MUSEU AFRO BRASIL



Com o aplicativo do museu, o visitante tem acesso a um audioguia com detalhes do acervo fixo e de algumas exposições em cartaz. 



O local conta com maquetes táteis legendadas em braille.


Onde: Parque do Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, tel. 3320-8900. Ter. a dom.: 10h às 17h.

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MUSEU DO FUTEBOL


Oferece audioguia para cegos, com informações sobre o trajeto, descrição das salas e exploração do conteúdo do museu. Realiza, ainda, o Projeto Deficiente Residente, cujo objetivo é melhorar o atendimento prestado pela equipe.


Onde: Estádio do Pacaembu - Praça Charles Miller, s/nº, tel. 3664-3848. Ter. a dom.: 9h às 17h


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MUSEU DE ARTE SACRA



Os visitantes têm acesso a tradução em libras, audiodescrição e maquetes táteis com legendas em braille. 


Além disso, mantém o Programa de Acessibilidade, com ações regulares para pessoas com deficiência, crianças e idosos.


Onde: Av. Tiradentes, 676, Luz, tel. 3326-3336. Qua. a sex.: 9h às 17h. Sáb. e dom.: 10h às 18h.

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CASA GUILHERME DE ALMEIDA


Instalado na casa onde o poeta viveu, o museu implementou sinalização tátil no chão e realiza visitas com educadores que se comunicam em Libras. 


Também se adaptou para receber deficientes físicos, com banheiro adequado e elevador, que dá acesso ao piso superior.


Onde: Rua Macapá, 187, Sumaré, região oeste, tel. 3672-1391. Ter. a dom.: 10h às 18h.

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CATAVENTO


O museu possui descrição em braille em suas principais instalações, além de atividades interativas que estimulam o lado sensorial. 


O Catavento Acessível é um roteiro criado para atendimento a pessoas com deficiências (físicas, intelectuais, visuais e auditivas).



Onde: Pça. Cívica Ulisses Guimarães, s/nº, Brás, tel. 3315-0051. Ter. a dom.: 9h às 16h.

 

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Google Brasil promove programa de recrutamento de pessoas com deficiência

Cinco integrantes do Comitê de Pessoas com Deficiência do Google


O Google Brasil anunciou seu primeiro programa de recrutamento de pessoas com deficiência. 


Por meio do projeto, a empresa oferece canal dedicado a pessoas com deficiência que demonstrem interesse em trabalhar nos escritórios de São Paulo e Belo Horizonte e que queiram dividir com a companhia um pouco mais sobre seu perfil profissional.


“Tornar sua força de trabalho reflexo fiel da população dos países nos quais estão inseridas é um desafio para empresas no mundo todo. No Google, nós acreditamos que isso não só nos deixa mais preparados para entender as diferentes perspectivas dos nossos usuários, como também é a coisa certa a fazer. Por isso, estamos sempre buscando maneiras de nos tornarmos uma companhia mais diversa e inclusiva”, afirmou o especialista em línguística do Google Brasil e líder do Comitê de Pessoas com Deficiência, Pablo Pacca.


A iniciativa lançada na quinta-feira, 17, ajudará a equipe de recrutamento da gigante das buscas a identificar mais pessoas com deficiência que se encaixem em vagas abertas hoje e no futuro. 


Podem participar candidatos com ensino superior completo (ou com conclusão prevista até 2016) e fluência na língua inglesa – utilizada nos processos de seleção e na comunicação dentro da empresa.


Segundo publicado no blog da companhia, não existem vagas exclusivas e todos os candidatos serão avaliados pelos mesmos critérios. 


“Buscamos profissionais com histórias que demonstrem liderança, capacidade de resolução de problemas e identificação com os valores e a cultura do Google - o que chamamos de Googleyness”, informam os responsáveis pelo programa.


O recrutamento de pessoas especiais se soma aos esforços da companhia para transformar seus escritórios em ambientes em que, cada vez mais, todas as pessoas realizem seu potencial pleno. 
  
 
“Tenho paralisia cerebral e, como líder do Comitê de Pessoas com Deficiência, sou árduo defensor de medidas para evitar a exclusão de todas as minorias, dentro e fora do Google. Remover barreiras é parte do caminho para que um dia todos possam construir a própria prosperidade”, declara Pacca.

 


 

19 de set de 2015

Conheça os principais sintomas do paciente que Desenvolve Coágulo Sanguinio



 Pequenos cuidados podem prevenir a trombose tanto no período pós-cirurgia como no cotidiano. 

Por isso, é fundamental manter-se em movimento, se possível, fazendo atividades físicas rotineiramente. 

Além de ingerir bastante líquido.