6 de out de 2015

Legenda e língua de sinais podem ser obrigatórios em programa eleitoral

 


A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou proposta que determina a utilização, pelas propagandas eleitorais obrigatórias e os pronunciamentos oficiais transmitidos pelas emissoras de televisão, simultaneamente, de legenda oculta, janela com intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e audiodescrição. 


A proposta também determina que os debates eleitorais transmitidos pelas emissoras utilizem esses recursos.


O texto aprovado é o substitutivo do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG) ao Projeto de Lei 4537/12, da ex-deputada Rosinha da Adefal, que previa a inclusão simultânea da linguagem de sinais e de legendas.


Barbosa acrescentou a audiodescrição como um dos recursos visuais obrigatórios. O texto altera a Lei 9.504/97, que estabelece normas para as eleições.


Acesso à informação


 
Inicialmente, o projeto recebeu parecer contrário do deputado Paulo Foletto (PSB-ES), que considera inviável a operacionalização da medida, dada a ausência de intérpretes em quantidade suficiente. Esse parecer foi rejeitado pela comissão, e Eduardo Barbosa foi nomeado relator do vencedor.


“Para que exista uma real compreensão por parte da pessoa com deficiência auditiva, é necessário que o conteúdo verbal das propagandas eleitorais e dos debates seja simultaneamente interpretado em libras e transcrito em legendas. O acesso à informação eleitoral é premissa para o exercício da cidadania, o que exige que nos esforcemos em reduzir as barreiras existentes para que as pessoas com deficiência auditiva compreendam o meio político”, argumenta Barbosa.
 

Regras atuais



O deputado ressalta que a concomitância de recursos visuais para auxílio ao deficiente auditivo já é uma obrigatoriedade estabelecida na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI – 13.146/15).


De acordo com essa norma, o Poder Público deve garantir que os pronunciamentos oficiais, a propaganda eleitoral obrigatória e os debates transmitidos pelas emissoras de televisão possuam, pelo menos, subtitulação por meio de legenda oculta, janela com intérprete da Libras e audiodescrição.


E lembra ainda que a Resolução 23.404/14 do Tribunal Superior Eleitoral fixou a obrigatoriedade do uso da Libras ou de legenda não só na propaganda gratuita, mas também nos debates veiculados em televisão.


“Na esteira do que já fez o TSE no que diz respeito à campanha eleitoral passada, bem como reforçando previsão já constante da LBI, damos mais um passo no sentido da inclusão da pessoa com deficiência auditiva à sociedade e à política”, afirma.


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 9,7 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência auditiva, o que representa mais de 5% da população nacional.


Tramitação



A proposta será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.

 


 

Maracanã terá narração para pessoas com deficiência

 







A partir deste mês, os jogos do Brasileirão disputados no Maracanã terão narração audiodescritiva para pessoas com deficiência visual. 



O sistema foi usado na Copa do Mundo, quando o estádio contou com o equipamento de narração.


Com o fim do Mundial, a Fifa doou os equipamentos de transmissão de rádio para a ONG Esporte e Cultura para Cegos (Urece) e firmou um acordo de apoio à instituição. 


A intenção é que, posteriormente, a medida seja levada para os demais estádios do Brasil.


“É um projeto piloto, que nós esperamos levar a outros estádios no Brasil. Mas o simples fato de que estamos transformando isso em uma parte do cotidiano do Maracanã já é bem mais do que imaginamos”, afirmou Mauana Simas, coordenadora do projeto da Urece.


Segundo comunicou a Fifa, funcionários estão recebendo treinamento para realizar as transmissões, que devem proporcionar, aos torcedores com deficiência visual, descrições precisas e explicações capazes de mudar a percepção de alguém que não pode ver um jogo de futebol.


“Este é o tipo de resultado que buscamos quando falamos em deixar um legado duradouro para o país que recebe uma competição da Fifa”, disse o diretor de sustentabilidade da entidade, Federico Addiechi.


O projeto é supervisionado por Anderson Dias, presidente da Urece e medalhista de ouro paralímpico no futebol de cinco em Atenas, em 2004.


 
Fonte: Band Vida Mais Livre


 

Jovem cria carrinho de bebê adaptado para mães com deficiência física

Alden sentado em cadeira de rodas segurando carrinho de bebê acoplado


Paraplégica desde a infância, a americana Sharina Jones, de 35 anos, sempre usou uma cadeira de rodas para fazer suas atividades diárias. 


No entanto, após descobrir que estava grávida, a mulher começou a questionar como faria para se movimentar, de forma independente, com o bebê.


A solução para Sharina, que também irá ajudar muitas outras pessoas, foi uma adaptação feita pelo estudante Alden Kane, de 16 anos. 


O morador de Michigan (EUA) desenvolveu um jeito de acoplar uma cadeirinha de bebê em uma base feita de tubos de metal, que tem a estrutura semelhante a um carrinho de bebê. 


O 'carrinho' pode ser acoplado à cadeira de rodas, e permite que pessoas com algum problema de mobilidade levem crianças para passear.


"Ele foi projetado especificamente para anexar a uma cadeira de rodas. Em certo sentido, é um carrinho de criança, mas em vez de ter ma pessoa o empurrando, terá uma cadeira de rodas", explica Alden.


A ideia de Alden surgiu após o estudante conhecer Sharina e o marido dela, Grover Jones II. 


"Eu estava pensando no futuro, porque você sempre tem de pensar lá na frente. Após a consulta com o médico, nós começamos a nos perguntar: como nós vamos fazer isso? e aquilo?", contou Sharina entrevista ao Today, programa da TV norte-americana.


Sharina soube da parceria entre duas universidades de Detroit, que pretendiam criar projetos para ajudar no cotidiano de pessoas com deficiências físicas, e resolveu expor seu caso.


Alden era um dos estudantes inscritos no programa. Ele ficou responsável pelo projeto e trabalhou em um protótipo durante seis meses.


Atualmente na 10ª semana de gestação, Sharina sente que ficará mais livre e poderá sair com o filho, sem precisar de ajuda, após o nascimento dele. 


"Eu amei. Facilita tanto as coisas", disse ela ao Today.


Recompensado pela felicidade de Sharina, a meta de Alden, agora, é trabalhar para tornar o produto acessível para outras pessoas.


Um vídeo publicado no YouTube, em julho deste ano, mostra uma demonstração do item:





 
Fonte: RedeTV  /  Vida Mais Livre



 

2 de out de 2015

Mulher com deficiência consegue emprego após 20 anos de espera


A autônoma Maridalva Castro, de 42 anos, que é deficiente física, conquistou uma oportunidade de emprego na última sexta-feira (25), após uma espera de quase 20 anos, segundo ela. 


A cadeirante é uma das cerca de 100 pessoas com deficiência que foram cadastradas para vagas de empregos no “Dia D de Inclusão”, evento promovido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). 


“Esperei anos para ter uma chance”, falou.

Maridalva disse que a falta de ofertas de emprego destinada à pessoa com deficiência dificultou sua inserção no mercado de trabalho. 


Segundo ela, a maioria das empresas no estado não têm acessibilidade o que se torna um obstáculo para a contratação de funcionários com necessidades especiais.


“Por muito tempo não consigo um emprego formal porque no Amapá praticamente não existe essa oferta para pessoas com deficiência. Nossas dificuldades são grandes, especialmente pela falta de acessibilidade, tanto na estrutura das empresas, quanto nas oportunidades oferecidas. Mas estou confiante porque consegui me cadastrar na vaga e sei que tudo dará certo”, falou.

A audiência coletiva nesta sexta-feira reuniu cerca de 50 empresas, para fazer a seleção dos candidatos. 
 

No total, 50 vagas de contratação imediata foram oferecidas. Além da oferta de empregos, o “Dia D” ofereceu cursos de capacitação para os candidatos com deficiência.


O autônomo Marcos Maciel, de 43 anos, utiliza cadeiras de rodas para se locomover há aproximadamente 14 anos. Ele disse que procurou o atendimento para se inscrever em um curso de capacitação, para conseguir inserção no mercado.


“Esta ação nos dá oportunidade não de somente encontrar emprego, mas também se qualificar para concorrer no mercado, que, infelizmente, não nos acolhe pela falta de acesso. Fiz o cadastro e vou fazer cursos até que uma boa oportunidade apareça”, disse.

O gerente de recursos humanos José Azevedo representou uma das empresas convocadas pelo MPT para o preenchimento de cota mínima de contratação de pessoa com deficiência. Ele disse que as adaptações serão providenciadas.


“Apesar de nossa empresa já cumprir a cota mínima, pois nosso quadro tem 25 funcionários com deficiência, vamos elaborar para que as adaptações na acessibilidade dos locais de trabalho sejam feitas nos prédios construídos anteriormente”, prometeu Azevedo.


O procurador do Trabalho Rafael Mondego disse que além da determinação para o cumprimento do percentual de contratação, as empresas foram orientadas a oferecer ambientes em condições físicas e sociais para que as pessoas com deficiência exerçam as funções. 


Segundo o MPT, as empresas têm um prazo de 30 dias para realizar a contratação.


A Lei Federal nº 8.213/91, nomeada como Lei de Cotas, obriga as empresas com mais de 100 funcionários a incluírem pessoas com deficiência (PCD) ou beneficiário reabilitado no seu quadro de efetivos.

 
***
 



Jovem com Down se casa e pai escreve carta tocante

Jillian vestida de noiva e sorrindo, segurando um bouquet de flores


Um pai escreveu uma carta emocionante a sua filha duas horas antes dela se casar. 


Enquanto Jillian se arrumava para dizer “eu aceito”, seu pai, Paul Daugherty, colunista esportivo do jornal Cincinnati Enquirer, escrevia para a filha de 25 anos detalhando como ele costumava chorar ao pensar que ela não seria aceita por ter síndrome de Down. 


Um medo, ele acrescenta, que se mostrou sem sentido. As informações são do Daily Mail.


“Em duas horas, você fará a caminhada da sua vida, uma caminhada que se torna ainda mais memorável por tudo que já alcançou até hoje”, ele escreveu na carta publicada pelo site The Mighty. 


“Eu não sei quais foram as dificuldades para uma mulher com síndrome de Down se casar com o amor de sua vida. Só sei que você superou todos elas”.


Jillian trabalha no departamento de esportes da Universidade do Norte de Kentucky e após 10 anos de namoro, casou-se com o namorado Ryan Mavriplis no dia 27 de julho. 


Os dois se conheceram em um campo de futebol há 11 anos. O pai do jovem treinava um time de pessoas com deficiência e após o jogo, Ryan convidou Jillian para um baile no colégio.


Na mensagem, Paul, autor do livro An Uncomplicated Life ("Uma Vida Descomplicada", em tradução livre), que fala sobre como foi criar Jillian, conta como ele e a esposa se preocupavam da filha não ter amigos.


“O que não poderíamos fazer era outras crianças gostarem de você. Aceitarem você, serem suas amigas, ficarem ao seu lado na área vital que é a social. Pensamos ‘o que é a vida de uma criança se não for recheada de festas do pijama e aniversários ou de encontros para ir ao baile?”, o pai indaga na carta.


Ele lembra como “chorou por dentro” quando ela tinha 12 anos e disse a ele que não tinha nenhum amigo.


Porém, “há uma década, quando um jovem rapaz entrou em nossa casa vestindo um terno e trazendo um corsage feito de orquídeas cymbidium disse vim levar sua filha ao baile, senhor’, qualquer medo que eu tinha sobre sua vida ser incompleta desapareceu”.


Paul também comenta que Jillian fez tudo aquilo que sempre disseram que ela não poderia fazer, incluindo se casar.


O pai explicou em seu blog que o casal “já viveu junto por quase dois anos, então independência não é um problema”. 


Segundo ele, “tudo o que tivemos que fazer era preparar os dois: alugar um guarda-chuva e duas cadeiras, avisá-los sobre o transporte gratuito que o hotel oferecia para atrações locais, lembra-los que protetor solar não era opcional”.


“Em muitos sentidos, eles já são como um velho casal casado. Em outros, eles ainda não são. Desde o dia do casamento, Jillian e Ryan parecem ter renovado o que um representa para o outro”.

Confira a tradução completa da carta:

 
Querida Jillian,


É a tarde do seu casamento. 27 de junho de 2015. Em duas horas você fará a caminhada da sua vida, uma caminhada que se torna ainda mais memorável por tudo que já alcançou até hoje. 


Eu não sei quais foram as dificuldades para uma mulher com síndrome de Down se casar com o amor de sua vida. Só sei que você superou todos eles.


Você está no andar de cima agora, terminando de se preparar com sua mãe e damas de honra. Seu cabelo está perfeitamente enrolado acima do seu pescoço esguio. Seu vestido todo enfeitado com pedras – “meu brilho”, como você chama – atrai todo raio de sol de um final de tarde. 


Sua maquiagem – com batom vermelho! – de algum jeito parece te deixar ainda mais bonita, uma beleza que só cresce desde o dia que você nasceu. 


Seu sorriso está florescendo e é para sempre.
 

Estou aqui fora, embaixo da janela, olhando para cima. Vivemos para presenciar momentos como esse, quando a esperança e os sonhos se encontram em um doce momento do tempo. 


Quando tudo que sempre imaginamos chega e se torna claro. Felicidade é possível. Agora eu sei, enquanto espero aqui embaixo da janela.
 

Eu tenho muita coisa e nada para te contar. Quando você nasceu e com o decorrer dos anos, não me preocupei com o que você alcançaria academicamente. Sua mãe e eu te ajudaríamos. 


Iríamos mudar a lei se precisássemos. Poderíamos fazer professores te ensinarem e sabíamos que ganharia o respeito de seus colegas.
 

O que não poderíamos fazer era outras crianças gostarem de você. Aceitarem você, serem suas amigas, ficarem ao seu lado nessa área vital que é a social. 


Pensamos “o que é a vida de uma criança se não for recheada de festas do pijama e aniversários ou de encontros para ir ao baile?”
 

Nós nos preocupamos tanto com você. Eu chorei por dentro na noite que você, com 12 anos, desceu as escadas e declarou “eu não tenho nenhum amigo”.


Todos nós desejamos as mesmas coisas para nossas crianças. Saúde, felicidade e uma habilidade para aproveitar o mundo, não só para crianças típicas. 


Essa busca é um direito inato de cada criança. Eu me preocupava com você, Jillian.
 

Eu não deveria. Porque você é natural quando o assunto é se socializar. Eles te chamavam de prefeita no Ensino Fundamental por sua habilidade de se comunicar com todo mundo. 


Você participou do grupo de dança no Ensino Médio. Você passou quatro anos indo às aulas na faculdade e deixou impressões profundas em todos que conheceu.


Você lembra de todas as coisas que disseram que não poderia fazer, Jills? 


Não poderia andar em veículos com duas rodas ou fazer esportes. Não poderia ir para a faculdade. Com certeza não poderia se casar... E agora, olhe para você.
 

Você é a pessoa mais legal que conheço. Alguém que consegue viver uma vida de empatia e compaixão, sem maldade, é alguém que todos nós queremos conhecer. 


As coisas funcionaram para você por ser quem é.
Eu poderia dizer para entregar seu coração ao Ryan, todo seu coração, mas isso seria óbvio demais. 


Eu poderia te dizer para ser gentil e boa com ele, e ele bom com você. Mas os dois já fazem isso muito bem, com todos que conhecem. 


Poderia desejar uma vida de amizade e respeito mútuo, mas vocês já estão juntos há uma década, então o respeito e amizade já são aparentes.


Há uma década, quando um jovem rapaz entrou em nossa casa vestindo um terno e trazendo um corsage feito de orquídeas cymbidium disse “vim levar sua filha ao baile, senhor”, qualquer medo que eu tinha sobre sua vida ser incompleta desapareceu.


Agora, você e o Ryan estão embarcando em uma jornada juntos. É um novo desafio, mas não é mais assustadora para você do que para qualquer outra pessoa. 


Por ser quem é, pode ser até menos assustadora. A felicidade vem fácil para você. Assim com a habilidade que tem de deixar os outros felizes.
Estou te vendo. 


Os preparativos terminaram, a porta está se abrindo. Minha garotinha, toda de branco, cruzando um caminho para outro sonho conquistado. 


Estou de pé, sem ar e totalmente paralisado pelo momento. “Você está linda” é o melhor que consigo dizer.
 

Jillian me agradece. 


Sempre serei sua garotinha”, diz em seguida.


“Sim, sempre será”, respondo. Digo que é hora de ir. Temos uma caminhada a fazer.
 
   

***




1 de out de 2015

Série de encontros debate a inclusão de pessoas com deficiência



Abordar o tema inclusão a partir de diferentes óticas é a proposta do ciclo de palestras e fóruns promovido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo entre os dias 06 e 09 de novembro.


Serão três frentes, tecnologia e inclusão, moda inclusiva e informação sobre deficiência, distribuídas em eventos distintos. 


Entre eles, o 7º Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação; Fórum Internacional de Moda Inclusiva e Sustentabilidade; Desfile de Moda Inclusiva e a Mesa Redonda "Estudos sobre Deficiência".


  • No 7º Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação, por exemplo, o centro das discussões será a acessibilidade digital. 

  • Já o Concurso Moda Inclusiva, criado em 2009, convida estudantes de cursos técnicos e universitários e profissionais da área a produzirem looks para pessoas com deficiência. 

Os melhores trabalhos inscritos são apoiados com tecido para a confecção das roupas.

 
***

Série de encontros debate a inclusão de pessoas com deficiência

 
Data: de 06 a 09 de novembro de 2015
 
Local: Hotel Mercure - Espaço Immensità- Santana
 
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 392 - Santana - SP - Junto ao Complexo Hoteleiro Mercure Nortel
 
Entrada: Gratuíta





Nova lei assegura vagas em escolas para pessoas com deficiência em Teresina



Alunos teresinenses com deficiência locomotora agora possuem vagas asseguradas nas escolas municipais mais próximas de sua residência. 


A Lei nº 4.789 foi sancionada pelo prefeito Firmino Filho e é de autoria do vereador Edilberto Borges, o Dudu (PT), e da vereadora Cida Santiago (PHS).


De acordo com a Lei, que foi sancionada no último dia 19, no ato da matrícula o aluno com deficiência locomotora deve apresentar documento comprovando sua residência. 


Caso o aluno não possa comparecer na realização da matrícula, além do comprovante, a escola pode solicitar também um atestado médico, comprovando a deficiência alegada.


As escolas, além de assegurem a matrícula dos alunos com deficiência locomotora, também devem adequar seus espaços físicos para o devido acolhimento do aluno.


Segundo o vereador Dudu, a Lei tem o objetivo de assegurar os princípios da dignidade humana e o direito à escola para todos os cidadãos teresinenses. 


“Na maioria das vezes, os pais acabam recorrendo a escolas distantes por falta de vagas. Com esta lei evitaremos esses transtornos enfrentados pelos pais que tentam matricular seus filhos em escolas próximas de casa, facilitando o acesso à educação”, explica Dudu.