5 de nov de 2015

Planos de saúde terão de cobrir 21 novos procedimentos em 2016

 





Os brasileiros que são beneficiários de planos de saúde individuais e coletivos terão direito a mais 21 procedimentos a partir de janeiro de 2016. 


A ampliação do atendimento envolve exames laboratoriais, mais um medicamento oral para tratamento de câncer em casa e aumento do número de consultas com fonoaudiólogo, nutricionistas, fisioterapeutas e psicoterapeutas. 


As mudanças foram anunciadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nesta quarta-feira (28).


Segundo a ANS, as medidas vão beneficiar 50,3 milhões de pessoas atendidas por planos de assistência médica e outros 21,9 milhões de beneficiários com planos exclusivamente odontológicos.


Entre as novidades do novo Rol de Procedimentos estão: o implante de Monitor de Eventos (Looper) utilizado pra diagnosticar perda da consciência por causas indeterminadas; implante de cardiodesfibrilador multissítio, que ajuda a prevenir morte súbita; implante de prótese auditiva ancorada no osso para o tratamento das deficiências auditivas; e a inclusão do Enzalutamida medicamento oral para tratamento do câncer de próstata, entre outros procedimentos.


 “A saúde é um processo em franca evolução. Temos sempre novas tecnologias em constante avaliação. Por isso, a inclusão de novos procedimentos no Rol da ANS é uma conquista da sociedade. Esse Rol é estudado, acompanhado e revisado a cada dois anos”, disse o diretor-presidente da ANS, José Carlos de Souza Abrahão.


A ANS também expandiu o uso de outros procedimentos que já eram ofertados. Ficou estabelecida, por exemplo, a ampliação do tratamento imunobiológico subcutâneo para artrite psoriásica e a ampliação do uso de medicamentos para tratamento da dor como efeito adverso ao uso de antineoplásicos.


Também houve aumento do numero de sessões com fonoaudiólogo, de 24 para 48 ao ano para pacientes com gagueira e idade superior a sete anos e transtornos da fala e da linguagem; de 48 para 96, para quadros de transtornos globais do desenvolvimento e autismo; e 96 sessões, para pacientes que se submeteram ao implante de prótese auditiva ancorada no osso.



Novas regras

 
Com as mudanças, foi ampliado também o número de consultas em nutrição, de seis para 12 sessões, para gestantes e mulheres em amamentação, além da ampliação das sessões de psicoterapia de 12 para 18 sessões.


A revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde contou com maciça participação dos consumidores. 


As sugestões foram colhidas em consulta pública realizada entre junho e agosto, com um total de 6.338 contribuições online. Do total, 66% foram manifestações de consumidores, 12% de prestadores de serviços e 9% de operadoras de planos de saúde.


A Resolução Normativa editada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre o novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde será publicada nesta quinta-feira (29) no Diário Oficial da União. 


A medida é válida para consumidores com planos de saúde de assistência médica contratados após 1º de janeiro de 1999 no País e também para os beneficiários de planos adaptados à Lei nº 9.656/98.



Fonte: Agência Brasil (com informações da ANS


Novembro Azul alerta para prevenção do câncer de próstata



Por ano, são feitos no Brasil cerca de 69 mil diagnósticos de câncer de próstata. 


Para conscientizar homens sobre a importância da prevenção e diagnóstico desse tipo de câncer, entidades médicas em todo o mundo iniciam neste mês campanha chamada Novembro Azul


No Brasil, a campanha será lançada oficialmente neste domingo (1º), durante o 35º Congresso Brasileiro de Urologia, no Rio de Janeiro.


O movimento surgiu na Austrália, em 2003, durante o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, em 17 de novembro.


De acordo com o médico Alfredo Canalini, membro da Comissão de Comunicação da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), o foco da campanha é:


"conscientizar os homens para que façam o exame de próstata, principalmente aos 50 anos, e mais ainda para aqueles que são do fator de risco, que envolve história familiar forte para câncer de próstata e homens afrodescendentes. A gente lamenta que alguns desses casos [câncer de próstata] não são feitos no momento em que a doença é inicial. Por isso, a gente enfatiza muito o aspecto do exame rotineiro do homem.”
O urologista explicou que a doença não apresenta sintomas na fase inicial. Quando o câncer de próstata começa a dar sintomas, a doença já está avançada. O câncer de próstata é o mais frequente entre os homens.


Alfredo Canalini destacou que com o aumento da longevidade, a incidência da doença aumentou. 


“Mais da metade dos tumores malignos de próstata aparece nos homens acima de 65 anos de idade”.


Durante o mês de novembro, especialistas da SBU farão palestras em todo o país para informar e orientar a população masculina a respeito da próstata e também as mulheres. 


"Elas são as grandes agentes de saúde. São elas que conversam com os maridos e os levam para o médico”, ressaltou Canalini.

O aposentado Laurindo da Silva Carneiro, de 73 anos, morador no Rio de Janeiro, faz questão de seguir à risca as recomendações. 


Graças aos exames e às consultas periódicas ao urologista, ele detectou um tumor na próstata em etapa inicial e foi operado. 


“Não precisei fazer quimioterapia, nem nada, porque vi a tempo [a doença]. Eu vinha sempre acompanhando, todo ano, também. Foi um sucesso total", disse.

Laurindo Carneiro contou que o filho, de 47 anos, segue seu exemplo. Ao ver que a taxa de PSA (Antígeno Prostático-Específico) no sangue estava alta, fez exames que constataram que a próstata estava inchada. 


O filho do aposentado passou por uma cirurgia há cerca de um mês e passa bem. 


“Não dá nenhum aviso, não dói [câncer de próstata]. Então, a pessoa tem que estar sempre de olho. Quanto mais cedo, melhor”, recomendou.


Fonte: Agência Brasil


4 de nov de 2015

LED pode tratar lesão que gera câncer de colo do útero



As lesões que causam o câncer de colo do útero — ou câncer cervical — podem ser tratadas de forma não invasiva, através da Terapia Fotodinâmica (TFD), na qual é utilizado um creme e um sistema (portátil e versátil) que integra duas ponteiras com LED’s — uma emitindo no azul e outra no vermelho. 


O protocolo clínico inovador refere-se a uma pesquisa que teve início em 2011, sob a coordenação do professor Vanderlei Bagnato, do Grupo de Óptica do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP.


Considerada uma das doenças que mais matam mulheres no mundo, sendo que no Brasil é o segundo tipo de câncer mais prevalente no sexo feminino , o câncer de colo do útero é uma doença que se desenvolve a partir da Neoplasia Intraepitelial Cervical (NIC), lesão que é causada pela infecção do vírus HPV (a sigla em inglês para papilomavírus humano). 


A infecção ocorre predominantemente pela via sexual e a manifestação dos sinais e sintomas depende do sistema imunológico do portador, bem como de outros fatores de risco, tais como o início precoce da vida sexual, múltiplos parceiros(as) sexuais e tabagismo.


Existem mais de 150 tipos de HPV descritos na literatura, sendo que eles são divididos em dois grupos: de baixo e alto risco, que depende da capacidade do vírus em desenvolver lesões benignas, como o condiloma; ou, se for um tipo viral oncogênico, pode desenvolver principalmente o câncer de colo de útero. 


Estes vírus agem de forma lenta e silenciosa no organismo humano, por isso a importância das mulheres em realizar o exame do Papanicolaou anualmente, pois é por intermédio dele que se pode detectar esse tipo de alteração no colo do útero, aumentando as chances do diagnóstico da doença antes mesmo dela evoluir para o câncer no local.


Neste estudo, até este momento, os pesquisadores aplicaram em 70 pacientes com NICs de baixo e alto grau, o creme que contém a substância designada aminolevulinato de metila (MAL), que é precursora de outra molécula, a protoporfirina IX (ou PpIX), substância que, após ter sido excitada pelo LED vermelho, produziu um oxigênio reativo e tóxico para as lesões, eliminando-as com apenas 20 minutos de iluminação em contato com o colo do útero.


Tratamento não invasivo



A pesquisadora Natalia Inada, que integra este time de pesquisadores e atua nesta linha de investigação desde 2008, diz que a técnica é muito vantajosa, porque, ao contrário do procedimento comumente realizado, a TFD trata as lesões de forma não invasiva, preservando o colo do útero das pacientes. 


Além disso, segundo a pesquisadora do IFSC, basta uma sessão para que uma paciente seja tratada sem anestesia, dor e ambulatório. 


Na técnica convencional, sendo diagnosticado o NIC de alto grau, é realizado um procedimento cirúrgico (CAF ou Cirurgia de Alta Frequência), onde, geralmente, mais de 2 centímetros (cm) de profundidade e 3 cm de extensão do colo do útero são removidos. 


Os efeitos colaterais da CAF comumente incluem hemorragia e, por vezes, o estreitamento do colo do útero, o que é chamado de estenose do colo do útero. “Isso pode diminuir a fertilidade”, explica Natália.


De acordo com a pesquisadora, o citado creme já foi testado em mais de 600 pacientes com câncer de pele no departamento de dermatologia do Hospital Amaral Carvalho, em Jaú, no interior de São Paulo, estando em fase de aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que deverá emitir ainda este ano a aprovação para que uma indústria farmacêutica brasileira possa produzir e comercializar o medicamento no Brasil, diminuindo os custos da TFD para o Sistema Público de Saúde.


O equipamento foi desenvolvido, desde 2008, a partir de uma forte colaboração estabelecida com o ginecologista e pesquisador Welington Lombardi, do Ambulatório de Saúde da Mulher, em Araraquara. 


Neste ano, os pesquisadores também iniciaram uma parceria com Renata Belotto, do Hospital Pérola Byington – Centro de Referência em Saúde da Mulher, em São Paulo. 


“Graças a estas colaborações e à dedicação intensa da pós-doutoranda Fernanda Carbinatto, do IFSC, desde o ano passado, estamos alcançando ótimos resultados com o potencial de indicar futuramente esta como a técnica de escolha para tratamento das NICs”, afirma Natalia.
 
 
O Grupo de Óptica consolidou uma colaboração com um pesquisador da Johns Hopkins University (Estados Unidos), bem como com duas empresas nacionais. 
 
 
Através destas cooperações e do financiamento público da Financiadora de Estudos e Pesquisa (FINEP) e do Ministério da Saúde, o sistema, que recebeu o nome de CERCa (de “Cervical Cancer”), já foi aprovado por especialistas e está em fase final das certificações para o início de sua produção.
 
 
 
 
 
 

Evento no CCBB propõe roda de conversa sobre mediação para pessoas com deficiência

 


Debater e trocar experiências sobre atividades, práticas e conteúdos desenvolvidos no programa educativo do Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB entre a equipe, professores de escolas e educadores de instituições culturais é o cerne do Práticas e Reflexões. 


O encontro atende ao propósito de trocar experiências e construir uma parceria entre a realidade das escolas e a prática dos museus. 


Os interessados em participar devem retirar senha a partir das 9h, no balcão de informações do CCBB.


Nesta esta edição, o Práticas e Reflexões vai abordar a mediação para pessoas com deficiência. Por isso, o tema proposto para o debate será a acessibilidade estética e as estratégias pedagógicas na educação do deficiente. 


Camila Alves, educadora cega do CCBB educativo do Rio de Janeiro, trará sua experiência e pesquisa com ênfase na acessibilidade estética para pessoas com deficiência em exposições de artes.


O trabalho realizado pela educadora conta com diversas ações acessíveis, como recursos sonoros e táteis que ambientam o público e trazem conceitos explorados nas exposições. 


A ideia é promover um intercâmbio de vivências e métodos utilizados nos setores educativos de instituições culturais e suas ações ao público com deficiência.


O público participante é convidado para uma roda de conversa, que traz como tema principal uma discussão sobre acessibilidade estética, seu fazer e suas possibilidades de interação.


Além da acessibilidade estética serão debatidas as ações elaboradas pelo CCBB Educativo e seus possíveis desdobramentos em sala de aula. 


O encontro será apresentado pelos coordenadores das ações educativas do CCBB e pela convidada Camila Alves.

 
***

Práticas e Reflexões


Data: 7/11, das 10h às 12h  
Local: Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB Brasília  
Retirada de senha: a partir das 9h no balcão de informações


*** 


FonteVida Mais Livre


 

3 de nov de 2015

Roraima sanciona lei que institui Semana Estadual da Pessoa com Deficiência

 
 
A governadora Suely Campos sancionou a Lei 1.017 que institui, entre os dias 21 a 27 de setembro, a Semana da Pessoa com Deficiência em todo o Estado de Roraima. 
 
 
A proposição, de autoria do deputado Oleno Matos (PDT), teve publicação no Diário Oficial do Estado no último dia 21 de outubro.
 
 
Segundo Oleno, colocar no calendário oficial do Estado a Semana da Pessoa com Deficiência é um fator decisivo, por servir de marco de referência para divulgar as lutas pela promoção social, o pleno exercício dos direitos das pessoas com deficiência e cobrá-los, bem como comemorar conquistas e avanços.
 
 
Com a Lei, a sociedade em geral e as pessoas com deficiências terão atividades temáticas, promoção social, educação especial, geração de oportunidades de trabalho, esporte, lazer, divulgação de avanços técnico-científicos e ações de saúde.
 
 
O parlamentar explica que a ideia é “caminhar em sintonia com outros Estados”. 
 
 
Ele ressaltou que a efetivação da Semana Estadual é um trabalho do Poder Executivo, em consonância com os Poderes Legislativo e Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da Sociedade Civil organizada.
 
 
“O dia 21 é uma data memorável para a abertura oficial da Semana da Pessoa com Deficiência no âmbito estadual, porque será a oportunidade para debater com a sociedade sobre promoção social e a garantia de seus direitos”, disse o deputado.


FonteVida Mais Livre

Governo do MS inclui anões na lista de isenção do ICMS na compra de veículos




O Governo do Estado do Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz), inclui pessoas com nanismo na lista de beneficiários com isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) na compra de veículo 0 km. 


A medida incorpora à legislação tributária estadual as regras do Convênio ICMS 68/15, celebrado na 244ª reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).


Por meio do decreto nº 14.283, de 21 de outubro de 2015, os anões são incluídos na lista que antes concedia a isenção do ICMS nas saídas de veículos destinados a pessoas com deficiência física, visual, mental e autistas.


A isenção entra em vigor na data de sua publicação e produz efeitos a partir de 1° de setembro de 2015. 


A medida beneficia ainda o representante legal ou assistente da pessoa com deficiência, que também terá direito a isenção. 


O valor do veículo, incluídos os tributos, não pode ser superior a R$ 70 mil. A Sefaz destaca ainda que o comprador não pode possuir débitos para com a Fazenda Pública Estadual.



 

Espasticidade - Conheça algumas formas de tratamento

 



A espasticidade é caracterizada pela hipertonia muscular, ou seja, aumento do tônus muscular, uma alteração motora frequente nas lesões do sistema nervoso central, como por exemplo nos casos de AVC, lesão medular, paralisia cerebral, esclerose lateral amiotrófica, esclerose múltipla, entre outros, afetando milhões de pessoas em todo o mundo.


Em outras palavras a espasticidade faz com que ocorra uma rigidez do músculo, alterando seu padrão normal de contração e alongamento, que são necessários para que ocorra o movimento ou a manutenção de uma postura adequada. 


Desta forma, os movimentos das articulações tornam-se limitados e a capacidade de produzir força também é reduzida, limitando a capacidade funcional das pessoas na realização de suas atividades, como por exemplo a locomoção, alimentação e atividades de cuidados e higiene pessoal, comenta Régis Severo, fisioterapeuta da Mercur.


As pessoas com espasticidade costumam descrevê-la como: 


“sensação de peso ou aperto nas pernas ou braços, como se tivessem vários quilos presos a seus membros“ 


Por isso torna-se difícil elevar os seus pés e pernas do chão ao caminhar. Algumas pessoas tem a sensação de que suas mãos estão “duras”, tendem a fechá-las e não podem abri-las.


Além da dificuldade de movimento, caracterizada principalmente pela redução da amplitude de movimento das articulações, a espasticidade pode gerar dores e desconfortos musculares, e quando não tratada pode evoluir para encurtamentos musculares, levando a deformidades posturais graves e favorecendo o risco de luxações.


As manifestações motoras e limitações funcionais decorrentes da espasticidade podem variar muito de pessoa para pessoa, e neste sentido o tratamento também deve ser pensado de acordo com as necessidades de cada um. 


De maneira geral, o tratamento visa a manutenção da funcionalidade e postura corporal e a redução do desconforto e da dor, permitindo que a pessoa possa estar inserida nas suas atividades diárias.


De acordo com Régis, o tratamento através da fisioterapia visa a prevenção de incapacidades funcionais e a melhora do padrão motor e do movimento. Além disso, desconfortos e dores também são tratados, promovendo maior bem-estar. 


Diversas técnicas podem ser utilizadas, como alongamentos, mobilizações articulares, eletroterapia e ainda a prescrição de órteses de posicionamento para prevenção de derformidades ou órteses funcionais, para auxiliar nas atividades diárias.


A Terapia Ocupacional também contribui para o tratamento da espasticidade. O profissional desta área trabalha com o paciente em atividades que promovam a manutenção da sua qualidade de vida e a independência funcional na sua rotina diária. 


“Para maximizar a independência e a autonomia, a terapia ocupacional pode utilizar a tecnologia assistiva, incluindo o uso de adaptações e órteses, a estimulação cognitiva e a integração sensorial”, afirma Cristina Fank, terapeuta ocupacional da Mercur.  


Atividades artísticas, expressivas, de coordenação motora e de rotina auxiliam não só na melhora física do indivíduo, mas também na sua estruturação emocional. 


O terapeuta ocupacional pensa na rotina deste paciente e ajuda a torná-la simples e prática, através da análise dos ambientes de sua casa, realizando modificações quando necessárias.


Tratamento para espasticidade



No dia a dia, as pessoas que apresentam espasticidade podem realizar alguns movimentos e alongamentos simples, para melhorar a mobilidade e aliviar a dor. 


O uso da termoterapia através da aplicação de calor também pode ajudar no relaxamento dos músculos, aliviando a dor e facilitando o movimento. Isto pode ser feito com o auxílio de bolsas térmicas, comenta o fisioterapeuta.


Além do uso de alguns recursos de tecnologia assistiva, como engrossadores, por exemplo, podem auxiliar para a realização de algumas atividades, facilitando o movimento e proporcionando maior independência.


Como a espasticidade pode se apresentar de maneiras diferentes em cada pessoa, é importante sempre buscar a orientação de um fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional para entender quais as melhores alternativas em cada caso.