26 de jul de 2016

SRFis Unisc lança nova proposta de reabilitação a amputados




O Serviço de Reabilitação Física Unisc (SRFis) lançou uma proposta inovadora para ser aplicada a amputados de membros superiores, por meio dos atendimentos de Terapia Ocupacional disponibilizados via Sistema Único de Saúde (SUS). 


Através desse projeto-piloto, todos os amputados de membro superior que receberam próteses serão chamados para uma reavaliação e para a proposição dessa atividade de reabilitação funcional pós-protetização


Esse trabalho está sendo realizado pela terapeuta ocupacional do SRFis Unisc, Cristina Fank.


Conforme a coordenadora do SRFis Unisc, Angela Cristina Ferreira da Silva, o SUS, via tabela, somente dispensa próteses de membro superior funcional, excluindo as mioelétricas que, por natureza, são mais aprimoradas no quesito função. 


“Dessa forma, o SRFis entende que a prótese mecânica funcional precisa ser bem adaptada e ter aderência do usuário ao processo de desenvolvimento de suas habilidades com a referida prótese, para então atender às necessidades específicas de cada sujeito em suas funções básicas da vida diária e laboral”, salientou.





Autismo é tema de debate online na próxima quarta-feira


 


De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU) estima-se que 70 milhões de pessoas tenham autismo, cerca de 1% da população mundial


Crianças e adultos com essa síndrome geralmente apresentam dificuldades na comunicação verbal e não verbal, interação social e lazer e atividades lúdicas


Com isso, este tema é bastante discutido entre os educadores e familiares envolvidas na temática da pessoa com deficiência. 


Diante desse cenário, na próxima quarta-feira, dia 27/07, às 17h, o site do projeto Diversidade na Rua, da Mercur realizará um debate online com o tema Minha experiência com o Autismo” com a psicopedagoga e criadora do blog Mundo da Mi, Fausta Cristina.


Cristina falará sobre o processo de aceitação do diagnóstico e as mudanças que precisam ser feitas para ajudar as pessoas com autismo. 


As questões que envolvem a vida das famílias e das pessoas que em geral têm suas vidas tocadas pelo autismo também serão abordadas durante o debate. 


“Se tem uma coisa que aprendi é que o autismo é diferente de pessoa para pessoa, não existe receita que funcione igual para todos e ninguém ainda pode afirmar verdades”, declara a psicopedagoga.

 
Por ser aberto ao público, qualquer pessoa que tenha interesse no tema pode participar do debate, basta acessar o site (www.diversidadenarua.cc/debate)
O formato é como o de um fórum: as questões são lançadas pelos participantes e todas as respostas podem ser replicadas. Para interagir é preciso fazer um cadastro rápido e simples.


25 de jul de 2016

Jovem protesta contra a falta de legenda nos cinemas e gera grande repercussão

A imagem está no formato retangular na vertical. Nela contém uma jovem protestando em frente ao cinema Cinepólis, segurando cartazes com os dizeres: Este cinema não respeita surdos, legenda pra quem não ouve é lei, pessoas com deficiência existem, lei 13.146 acessibilidade é um direito, mais legenda menos exclusão, e se fosse com você?, quero assistir A Era do Gelo e Procurando Dory, cadê a legenda? surdos existem


 A catarinense Danille Kraus Machado, tem uma perda auditiva bilateral moderada, e no último domingo 24/07 promoveu um propesto em São José do Rio Preto(SC) defendo a acessibilidade para as pessoas com deficiência nos cinemas.


Na tentativa de assistir o filme com legenda, Danielle recorreu ao gerente do cinema Cinepólis no Continente Shopping, que se recusou a providenciar uma solução para o pedido da jovem.


Após o epsódio, Danielle, decidiu fazer uma publicação em seu perfil do Facebook, contando o acontecido. 


Confira a Publicação de Danielle Kraus Machado em seu perfil do facebook


"Hoje fui no Continente Shopping - São José, onde o cinema é da empresa Cinépolis. 
Queria assistir A Era do Gelo ou Procurando Dory. Porém tenho perda auditiva bilateral moderada, e mesmo com aparelhos auditivos preciso de legenda. 
Só que não tinha.
Depois de esperar um tempão pelo gerente, ele vem e só fica falando "Você que procure seus direitos então, eu não posso fazer nada, quem decide se é legendado ou dublado é a distribuidora." 

 
Porém já descobri que quem decide isso é o pedido do cinema, ou seja, dele mesmo. 
 
 
Ok, ele "não pode fazer nada", mas eu posso. Vai ter processo, vai ter exposição e por mim teria boicote também. 
 
Vai ter resistência. 
Vai ter cartaz.
Vai ter denúncia.
Vai ter luta.
 
 

Semana que vem tem mais, quem conhecer alguém que tenha interesse em ir junto, só avisar.(Será em outros cinemas que também não cumprem a lei
 


Essa luta é por todas as pessoas com deficiência. 
 


Se você não diz à uma pessoa com deficiência física, cadeirante:
  
 "Se essa rua não tem rampa é só passar em outra, ué, que frescura, quer andar em todas as ruas, igual todo mundo "

Então não diga à uma pessoa com deficiência auditiva:
"Se esse filme não tem legenda é só ver outro, ué, que frescura, quer ver todos os filmes, igual todo mundo ". 

Deu pra notar a descriminação ??

Obs: Já tentei assistir dublado. Mal entendi 3 frases. Não adianta eu querer fingir que não tenho deficiência auditiva.

 
‪#‎descriçãoparacegover‬: mulher segurando cartazes, em frente ao cinema, com os dizeres: Este cinema não respeita surdos, legenda pra quem não ouve é lei, pessoas com deficiência existem, lei 13.146 acessibilidade é um direito, mais legenda menos exclusão, e se fosse com você?, quero assistir A Era do Gelo e Procurando Dory, cadê a legenda? surdos existem."



Fonte: Revista Incluir


UNESP oferece workshop sobre farmácia inclusiva

A imagem está no formato quadricular. Nela contém um fundo azul e branco, um símbolo do curso de farmácia, desenho de pessoas e desenhos de mãos fazendo linguagens de sinais. Fim da descrição 


Entre os dias 11 e 12/8, acontece em Araraquara (SP) o I Workshop Internacional de Farmácia Inclusiva, realizado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), com o objetivo de estabelecer ações sobre o tema, em parcerias com outros setores como educação, comunicação, direitos humanos, buscando dessa forma uma melhoria da qualidade de vida e saúde das pessoas com deficiência.


O objetivo do evento é garantir o acesso das pessoas com deficiência a todos os bens, produtos e serviços existentes na sociedade, incluindo acessibilidade às farmácias. 


O encontro visa tratar o tema de modo multidisciplinar, buscando propostas e resultados práticos que melhorem a qualidade de vida da pessoa com deficiência.


As informações sobre o evento, a programação e inscrições podem ser verificadas no site oficial do workshop: http://www.fcfar.unesp.br/eventos/winfin2016/.
 
 

 
 
 

Peça relata preconceitos vividos por um jovem com paralisia cerebral no RJ


Na última quarta-feira 20/07, estreou no Teatro 2 do Fashion Mall no Rio de Janeiro (RJ) A peça Paradinha Cerebral, que aborda o tema de inclusão.


A dramaturgia do espetáculo foi construída por Iuri Saraiva, jovem e ator premiado que também experimenta a escrita dramatúrgica e a direção teatral com inegável talento.


A construção das cenas tomou como base elementos do cotidiano, experiências inusitadas e reflexões de Cassiano Fernandez, além dos diálogos mantidos com a cantora lírica Mirna Rubim, que o acompanha também no canto e piano. 


Cassiano Fernandez é um jornalista e aluno de canto lírico de Mirna Rubim. Ele tem paralisia cerebral. Cantora lírica é a principal preparadora vocal dos espetáculos musicais do Rio de Janeiro


Durante a apresentação, os atores falam de maneira aberta de temas como: 

 

  • Preconceito;
  • Trabalho; 
  • Sexo;
  • Inclusão; 
  •  Relacionamento entre as pessoas. 


A proposta da peça é mostrar toda espontaneidade e inteligência de um jovem e, quebrando preconceitos, transformar a paralisia cerebral em um mero detalhe. 

 “A peça não terá um ator que interpreta uma pessoa com paralisia cerebral. Terá um ator que tem paralisia e que vai abordar questões que enfrenta no seu cotidiano. Isso é importante para que as pessoas da plateia percam o preconceito” diz a produtora Lara Pozzobon, acrescentando que Paradinha Cerebral é um espetáculo no qual a arte transcenderá a condição de cada indivíduo.
  

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Peça Teatral - Paradinha Cerebral 



Onde:Teatro II - Shopping Fashion Mall

Endereço: Estrada da Gávea, 899 - São Conrado - Rio de Janeiro – RJ
Quando: 20/07 até 29/09 (quartas e quintas-feiras)

Horário: às 21h30 

Ingressos: INTEIRA: R$ 60,00
                 ESTUDANTE: R$ 30,00
                 SÊNIOR: R$ 30,00
 

Acessibilidade: para pessoas com deficiência visual e auditiva



Para mais informações acesse http://fashionmall.com.br/teatro.php?novidade_id=8096 ou  entre em contato: (21) 2422-9800


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São José do Rio Preto sedia congresso de reabilitação

A imagem está no formato retangular na horizontal. Nela contém um banner do décimo quinto congresso brasileiro de medicina física e reabilitação, em um fundo preto com desenho de um corpo humano na lateral esquerda e ao lado informações sobre o evento. Fim da descrição.  

São José do Rio Preto (SP) sedia o XXV Congresso Brasileiro de Medicina Física e Reabilitação, nos dias De 25 a 27/08, realizado pela Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação, com apoio institucional da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo


O Congresso tem como tema principal Reabilitação, tecnologia e cidadania: desafio do século XXI”.


Visa reunir estudantes e profissionais da área que buscam a troca de informações sobre Reabilitação e Fisiatria.


Serão discutidos tópicos como: 


  • Dor Crônica;
  • Envelhecimento e Deficiência;
  • Espasticidade;
  • Esporte e Deficiência;
  • Lesão Encefálica Adquirida;
  • Lesão Medular;
  • Robótica em Reabilitação.

O evento reúne cinco tópicos centrais: 



  • Encontro de Educadores Físicos e Deficiência;
  • Encontro das Ligas de Medicina das Faculdades do Oeste-Paulista;
  • Jornada de Terapia Ocupacional Focada em Robótica;
  • Jornada de Fisioterapia voltada para Pessoas com Deficiência; 
  • Jornada de Enfermagem em Reabilitação.

 
As inscrições já estão abertas e devem ser efetuadas somente pelo site oficial do Congresso http://www.cenacon.com.br/eventos/2016/medicina-fisica/index.php  até o dia 12/08. 
 
 
 

Após esta data, somente no local do evento.

 

 
 
 

UNG tem 21 vagas em cursos gratuitos a distância para mães de crianças com doenças raras



A Universidade UNG tem 21 vagas, exclusivas para mães de crianças com doenças raras, em cursos gratuitos de graduação e especialização educação a distância (EAD) – nas áreas de:


  • Engenharia Mecânica;
  • Engenharia de Produção; 
  •  Engenharia Elétrica; 
  • Engenharia Civil;
  • Ciências Contábeis; 
  • Administração; 
  • Marketing; 
  • Gestão de Qualidade;
  • Gestão de Recursos Humanos;
  • Gestão Financeira; 
  • Gestão em Processos Gerenciais; 
  • Análise e Desenvolvimento de Sistemas; 
  • Logística;
  • Letras/Português ou Inglês;
  • Pedagogia;
  • Nutrição; 
  • Gastronomia;
  • Gestão Ambiental;
  • Gestão Pública;
  • Gestão Ambiental;
  • Gestão Hospitalar;
  • Ciências Aeronáuticas.


A ação faz parte do projeto ‘Mães Produtivas’, da Aliança de Mães e Famílias Raras (AMAR) e do Grupo Ser Educacional, que identificou nessas mulheres uma grande dificuldade na continuidade ou mesmo no início de estudos, além de destacar um problema social.


“Mães de crianças com doenças raras, em sua maioria, são cuidadoras em tempo integral dos próprios filhos. Muitas são chefes de família. No Brasil, 5 milhões de crianças não têm o nome do pai no registro de identificação. E 70% das mulheres que têm filhos com deficiência são abandonadas pelos maridos (tornam-se cuidadoras de alguém), em um processo exaustivo que se desdobra em doenças secundárias para a mãe, como depressão e síndrome do pânico”, diz Daniela Rorato, vice-presidente da AMAR.


Para fazer inscrição é necessário entrar contato com a Aliança de Mães e Famílias Raras  pelo e-mail amareagir@gmail.com ou pelos telefones (81) 3132-0650 e (81) 9-8448-8710.


O prazo para efetuar a inscrição vai até dia 30 de julho.