26 de dez. de 2014

Banco terá que indenizar mãe de filho com deficiência barrada em agência de Jundiaí, SP

Foto de símbolos da acessibilidade


O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou um banco a pagar indenização de R$ 20 mil por danos morais a uma mulher e ao filho dela, que tem paralisia cerebral e é cadeirante. 


A mãe processou a instituição financeira depois que ela e o menino foram impedidos de entrar em uma agência bancária em Jundiaí (SP).


De acordo com os autos, a mulher foi até o banco para pagar uma conta e levou a criança. Um funcionário da agência revistou o menino e informou que o atendimento só poderia ser feito do lado de fora. Eles esperaram por cerca de uma hora e a entrada só foi permitida depois da chegada de um policial militar.


Em defesa, o banco alegou que não houve prova de conduta abusiva e que não impediu a entrada da dupla. 


O relator Fernando Antonio Maia de Cunha discorda e diz que o dano moral é evidente e que o tratamento recebido pelos dois foi ofensivo.


“A prova testemunhal é idônea e suficiente para comprovar que os autores demoraram entre 30 e 50 minutos para conseguir entrar na agência, e que a entrada só foi possível com a chegada da Polícia Militar. A falta de respeito, na presença de vários outros clientes, ultrapassa o desconforto e o transtorno do cotidiano, e caracteriza dano moral indenizável, tanto para a mãe quanto para o filho”, afirma.


Fonte: G1


Lei de cotas para pessoas com deficiência é desrespeitada por falta de fiscalização

Foto de carteiras de trabalho
Com apenas 0,73% dos empregos com carteira assinada no Brasil, as pessoas com deficiência física têm a Lei 8.213/1991 a seu favor, mas parece que ela vale muito pouco.


O não cumprimento da lei é uma regra geral, afirma Açucena Calixto Bonanato, presidente do Instituto Pró-Cidadania, o IPC, órgão sem fins lucrativos que capacita pessoas com deficiência para o mercado de trabalho e dá consultoria a empresas que querem contratar essa força de trabalho. O motivo: falta de fiscalização.


Procurado em 10 de dezembro, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) assumiu que as cotas estabelecidas pela lei de 1991 não são cumpridas em conversa pelo telefone, mas informou que não poderia responder a solicitação porque o funcionário que cuida do tema (e tem os dados sobre pessoas com deficiência) está em férias e não há outro especialista no assunto.


Segundo Açucena, somente 60% das empresas no Brasil contratam pessoas com deficiência. 


“Mas elas não cumprem a cota, tem um ou outro funcionário. Isso [cumprimento da cota] só ocorre em setores após fiscalização e multa. Então, as empresas se adequam, cumprem o que manda a lei para se regularizar e depois, pela rotatividade natural, passam a descumprir. É um ciclo de multa-contratação-rotatividade”, explica Açucena.


O artigo 93 da lei obriga empresas com 100 ou mais funcionários a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com pessoas reabilitadas, ou com deficiência, na seguinte proporção: até 200 funcionários (2%); de 201 a 500 funcionários (3%); de 501 a 1000 funcionários (4%); acima de 1001 funcionários (5%).
 

Valor menor é equívoco


Para ela, o problema é uma questão de educação, de encarar a pessoa com deficiência com todas as suas capacidades. 


“Muitas vezes será preciso adaptações do ambiente de trabalho, o que também é lei. Mas o que leva a essa situação, que reflete o descaso com esse grupo da população, é o fato de pensarem que essas pessoas têm um valor menor. Isso é um grande equívoco. A pessoa com deficiência é capaz de trabalhar em todos os setores.”


Marcio Bindandi, de 42 anos, teve poliomielite na infância e confirma o que diz Açucena. 


"Quando vejo anúncio de vaga para deficientes, são sempre 'vaguinhas'. Nunca vejo uma vaga boa de fato, que me interesse. Somos subestimados, nos oferecem cargos de baixo escalão, sempre de auxiliar", desabafa o contador que trabalha em uma empresa da construção civil.


Segundo Bindandi, que utiliza muletas para se locomover e tem um carro adaptado, a doença deixou sequelas na perna direita (na qual usa uma prótese), na perna esquerda (menos afetada) e no braço esquerdo. Ele trabalha desde os 16 anos. 


"Sempre me esforecei muito para trabalhar normalmente, mesmo com meu pai me incentivando a ir para o lado acadêmico. Mas eu sempre quis me integrar ao mercado de trabalho e consegui. Tem de ter muita força de vontade, mas dá para fazer de tudo."


O contador diz que trabalhou durante dois anos em uma grande rede de supermercados que não dava condições nem dignidade a ele. 


"Não tinha banheiro no andar onde trabalhava e para ir almoçar no refeitório eu tinha de subir três lances de escadas. A empresa me desrespeitou tanto que hoje não passo nem na porta dos supermercados deles."


Na análise de Açucena, esse grupo da população brasileira pode ser considerado o quarto setor da economia brasileira. 


“Somos os excluídos dentro dos excluídos [terceiro setor]. As causas apoiam projetos de inclusão de crianças com deficiência, nunca do jovem que precisa entrar no mercado de trabalho. Você não vê campanhas para esse público, só para o infantil. 


As empresas e pessoas não têm planejamento, esquecem que a criança que ajudam hoje, com projetos sociais, vai virar um adulto e precisar se manter, ganhar a vida. É preciso pensar a inclusão muito além da fase infantil.”


Para ela, já houve muito avanço desde 1991, data da lei de cotas. 


"Temos a melhor lei do mundo, segundo a análise da ONU, mas as empresas têm de acreditar no potencial e mudar o pensamentos. Não faltam pessoas qualificadas, falta consciência. Precisamos de campanhas de informação com qualidade”, alerta Açucena que preside o instituto que funciona desde 1989 e tem o maior cadastro de trabalhadores com deficiência do Brasil.


O IPC é procurado frequentemente pelo MTE em busca de seus cadastros de pessoas com deficiência. O instituto tem 130 mil trabalhadores cadastrados, mais de 35 mil pessoas colocadas atualmente, 240 mil multiplicadores da inclusão de pessoas com deficiência no Brasil, um grupo com mais de 300 voluntários e parcerias escolas de todo o País.


Fonte: IG


Novos métodos transformam ensino de matemática para alunos com deficiência



Os desafios do ensino de matemática para pessoas com deficiência é um dos temas que permeiam as pesquisas realizadas pela professora Edna Zuffi no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos.


Abordagem personalizada, sensibilização e mobilização da família são palavras-chaves nesse contexto, segundo a professora, que colabora em dois laboratórios no Instituto: o de Ensino de Matemática (LEM) e o de Educação Matemática (LEMa), coordenados pela professora Miriam Utsumi.


De acordo com a legislação vigente no País, são consideradas pessoas com deficiência aquelas que possuem um distúrbio de caráter permanente. Encaixam-se nessa definição as pessoas com Síndrome de Down e com deficiências físicas como cegueira, surdez, paralisia cerebral, paraplegia, entre outras.


Há, ainda, os alunos superdotados (com altas habilidades) e os portadores de Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), que afetam as habilidades de socialização, de comunicação e de interpretação do outro, como, por exemplo, os autistas, que demandam atenção especial.


Para aprimorar o ensino destinado a esse público-alvo, a professora do ICMC destaca que o primeiro passo é garantir o acesso à informação: 


“O professor deve conhecer o que a lei garante, o que o governo oferece e onde conseguir materiais, como recursos computacionais, softwares, materiais em braile, com cores diferenciadas, transcrições em áudio, etc.”
 

Legislação


Em 2001, o Conselho Nacional de Educação (CNE) estabeleceu uma resolução que obriga as escolas de ensino regular a aceitarem alunos, independentemente de serem pessoas com deficiência.


Desde então, aumentou a demanda por professores qualificados para atender essa nova realidade. 


Edna explica que, como a lei é recente, a grande maioria dos professores ainda estão despreparados e falta infraestrutura (como recursos, salas apropriadas e profissionais de apoio) na maior parte das instituições de ensino.


A professora destaca que há treinamento sendo oferecido pelo Ministério da Educação, mas que seu alcance ainda precisa ser ampliado.
 

Da abordagem à sensibilização


Desde 2012, os alunos do ICMC, do curso de Licenciatura em Matemática, podem se matricular em uma disciplina optativa focada em preparar o futuro professor para desenvolver o conteúdo escolar de matemática com os alunos com deficiência. 


A disciplina 'Ensino de Matemática para Alunos com Necessidades Especiais' busca ensinar algumas ferramentas específicas.


“O futuro professor de matemática que optar por cursar essa disciplina não será um especialista, porém terá noção e visão da inclusão do ensino de matemática para esses alunos com necessidades especiais”, esclarece Edna.


Ao cursar a disciplina, os futuros professores têm a oportunidade de examinar a literatura e legislação disponíveis sobre a temática da inclusão escolar e relacioná-la a questões específicas do ensino e aprendizagem de matemática nos níveis fundamental e médio.


Métodos


Entre os assuntos abordados está a necessidade de que o professor desenvolva a habilidade de agir de acordo com as características individuais desses alunos. 


“O método de ensino que será utilizado pelo professor dependerá da forma como o aluno consegue interagir e o trabalho pode se tornar mais difícil quando falamos de pessoas com mais de um transtorno”, pontua a professora.


A pesquisadora do ICMC relata que, muitas vezes, por não saber lidar com a pessoa com deficiência, o professor acaba não desenvolvendo a atividade pedagógica que deveria ser realizada e deixa esse aluno apenas cumprindo uma tarefa de forma não direcionada como, por exemplo, pintar ou desenhar sem um propósito.


Além disso, ela destaca que é preciso desenvolver a capacidade de sensibilização dos professores: “Trabalhar apenas com conteúdo matemático, muitas vezes não é o melhor caminho. O professor deve ser sensível para analisar as condições intelectuais de cada estudante, independentemente da sua idade, para compreender o que é possível ser realizado  e ampliar os ganhos no desenvolvimento da autonomia do aluno”.

 
Apoio familiar


Outro fator importante na hora de ensinar matemática às pessoas com deficiência é a participação da família. 


“A família deve acompanhar e participar do desenvolvimento da criança porque, isoladamente, o professor não consegue identificar a necessidade do estudante”, reforça a pesquisadora.


Ainda segundo a professora, umas das grandes dificuldades do profissional é que, às vezes, nem o núcleo familiar tem o diagnóstico exato do distúrbio que afeta o aluno.


Nesses casos, é ainda mais difícil para o professor realizar seu trabalho e a relação estreita com esse núcleo se torna mais fundamental, para que seja dada continuidade ao trabalho de desenvolvimento da criança ou adolescente, também fora da sala de aula.




Pessoas com deficiência receberão fraldas de graça, em Porto Velho, RO



A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de Porto Velho vai distribuir gratuitamente, a partir de agora, fraldas a pessoas com deficiência ou com alguma limitação que interfira no controle total e parcial das funções fisiológicas. 


Anteriormente, a distribuição era realizada somente mediante pedido judicial. Cerca de 200 pessoas serão beneficiadas.


Segundo o secretário de Saúde, Domingos Sávio, a decisão de distribuir as fraldas de graça foi tomada com o objetivo de reduzir os custos das famílias que necessitam do material. 


"A responsabilidade por este atendimento não é definida pelo Ministério da Saúde, até então pairava a dúvida se deveria ser atribuída ao município ou ao estado, mas depois de uma série de discussões, nós resolvemos adotar esta prática", explicou.


O fornecimento das fraldas será feito conforme os pedidos e apresentação de laudos médicos à Divisão de Serviço Social da Semusa. 


A cada solicitação, se comprovada a necessidade, será entregue uma quantidade suficiente para atender o período de 3 meses.


Toda a distribuição das fraldas será custeada com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (69) 3901-2953.


Fonte: G1


Homem com deficiência recebe braços robóticos e volta a movimentar objetos após 40 anos

Foto de Les com seus braços robóticos


Parece ficção científica, mas não é. O vídeo abaixo mostra Les Baugh, com deficiência física, do Colorado, nos Estados Unidos, que perdeu os dois braços (na altura dos ombros) há cerca de 40 anos em um acidente envolvendo eletricidade. 


Agora, cirurgiões do Hospital Universitário Johns Hopkins deram a ele uma segunda chance na vida: um implante de próteses, que funcionam por meio dos impulsos cerebrais do próprio paciente.


“É um novo procedimento cirúrgico que permite os nervos se conectarem novamente aos braços e mãos”, disse Albert Chi, especialista em trauma. A tecnologia foi fornecida pelo Laboratório de Física Aplicada da universidade (APL).


Depois de ser submetido ao procedimento, o paciente conseguiu mudar alguns objetos de uma prateleira para a outra.


Veja o vídeo abaixo:




 
Fonte: GQ


24 de dez. de 2014

Praia Para Todos retoma atividades nas praias do Rio

Foto do logotipo do projeto


O Programa Praia Para Todos, organizado pelo Instituto Novo Ser, retomou as atividades no ultimo dia, 20/12 (sábado), nas praias da Barra da Tijuca e de Copacabana.
 
A edição 2014 é a sétima e oferece algumas novidades como Desafio de Vôlei Sentado e de Beach Soccer. 


Além disso, os participantes irão contar com as atividades tradicionais de esporte adaptado e lazer e, ainda, poderão aproveitar as ações especiais como “Dia da Cultura”, “Bloquinho do Praia Para Todos”, "Dia Zen" e o inédito “Luau Praia Para Todo”.
 
Todas as atividades oferecidas no projeto são gratuitas e ministradas por profissionais capacitados das áreas de educação física, fisioterapia e terapia ocupacional, além de estagiários e voluntários do Instituto. Ao todo, serão 25 pessoas envolvidas por dia.
 
A intenção do Instituto Novo Ser é consolidar e expandir a ação para que a acessibilidade se torne uma realidade em todas as praias cariocas. 


O objetivo é aumentar a integração da pessoa com deficiência com a natureza e o esporte, promover mais sociabilidade e, despertar a atenção da opinião pública que não oferece estrutura adequada em uma cidade que sediará os próximos Jogos Paralímpicos.
 
O Programa atende às necessidades de cerca de 50 pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida por dia, em cada praia. Desde o início foram beneficiadas em torno de 10.000 pessoas direta e indiretamente.
 
Atividades:
  • Banho de mar com as cadeiras anfíbias – de fácil deslocamento pela areia e que ainda flutuam na água;
 
  • Vôlei sentado e surf adaptado – somente na Barra da Tijuca;
 
  • Stand up paddle e handbike – somente em Copacabana;
 
  • Frescobol, jogos recreativos e piscininha infantil;
 
  • Esteira para passagem de cadeiras de rodas;
 
  • Vagas de estacionamento reservadas, rampas de acesso à areia e sinalização sonora.


Projeto Verão - Praia Para Todos  
Quando: Sábados e domingos, 

Horário: das 9h às 14h.  
Onde: Copacabana – Entre os Postos 5 e 6 (em frente à Rua Francisco Sá)
              Barra da Tijuca – Posto 3
 
Período: 20 de dezembro de 2014 a 17 de Maio de 2015
 
Fonte: Segs



Parque Villa-Lobos, em São Paulo, ganha biblioteca acessível

Foto da biblioteca do Parque Villa-Lobos


Foi inaugurada no último sábado, 20, a Biblioteca Parque Villa-Lobos. Localizada dentro do parque, ao lado do Orquidário Ruth Cardoso, na zona oeste de São Paulo, o espaço funcionará de terça a domingo, das 10 às 19 horas, segue o modelo e a experiência já adquirida na Biblioteca de São Paulo (BSP), instalada no Parque da Juventude.


"A cidade de São Paulo, a região metropolitana, ganha hoje uma das mais modernas bibliotecas do país, com total acessibilidade. É uma biblioteca moderna, interativa, com local para as crianças, as famílias, tem monitores", destacou o governador Geraldo Alckmin. 


O projeto é uma parceria das secretarias da Cultura e do Meio Ambiente e tem investimento total de R$ 9,2 milhões. O foco do acervo, que hoje já conta com mais de 15 mil títulos, é em literatura, atualidades e meio ambiente. 


O novo equipamento tem como principal objetivo promover a literatura e estimular a leitura, oferecendo um ambiente aconchegante, convidativo, que conta com programação cultural intensa e informação em várias mídias - incluindo jogos eletrônicos - como estratégia para atrair o público.


"É uma biblioteca maravilhosa dentro do Parque Vila-Lobos, que hoje recebe um milhão de pessoas por mês. Quadruplicou o número de usuários da estação Villa-lobos, aqui da CPTM, muita gente vindo de outras cidades; é um parque muito agradável e bonito", disse Alckmin.


Na biblioteca, o sócio terá acesso a duas horas de uso do computador por dia para navegar na internet, ouvir música ou assistir filmes do acervo. O espaço também oferecerá wi-fi de graça para os visitantes. 


Além do acesso à internet gratuita, o público encontrará equipamentos modernos, como os livros eletrônicos e acervo atualizado, com lançamentos do mercado editorial brasileiro, best-sellers e livros para todas as faixas etárias. 


onstam no catálogo DVDs de filmes e musicais, histórias em quadrinhos (HQs), além de jornais e revistas. Obras sobre Heitor Villa-Lobos e Cândido Portinari, patronos do parque, também estão à disposição.


O espaço vai contar ainda com jogos de tabuleiro, games para computador, RPG e brinquedos. 


O acervo da BVL será circulante, ou seja, oferecerá serviço contínuo de empréstimo de livros, site com catálogo on-line, reserva de títulos presencial e on-line, serviço de sugestão e indicação de novos títulos efetuados pelos sócios. O crescimento do acervo será de três mil unidades por ano.


A Biblioteca Parque Villa-Lobos oferecerá, em seus programas permanentes, atividades culturais como oficinas, cursos, saraus, contação de histórias e clube de leitura, voltados para todos os públicos. E mais: vai promover palestras, debates, exposições, apresentações musicais e teatrais, e atividades para divulgar as expressões artísticas da comunidade local.


Pessoas com deficiência também terão acesso integral a todos os ambientes e ao acervo, com auxílio de equipamentos especializados e funcionários treinados. 


Entre os aparelhos de tecnologia assistiva estão folheador de páginas, mesa ergonômica, leitora autônoma, reprodutor de áudio, régua braile, teclado e mouse adaptados, computador com leitor de tela e ampliador de caracteres. Já as pessoas com deficiência visual vão ter acesso ao acervo em braile, livros falados e audiolivros.