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30 de jun. de 2015

USP Oferece Curso Gratuito de Braille





A Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) oferece gratuitamente um curso online de Braille – código de leitura tátil e de escrita, usado por cegos.

As aulas são voltadas a pessoas que não possuam deficiência visual de qualquer idade. 


O sistema Braille é composto por 63 símbolos formados pela combinação de seis pontos em uma célula.

 

 Mais Informações




10 de jun. de 2015

Secretaria de Gestão Estratégica e Ministério da Saúde oferecem minicursos a gestores de saúde no norte e nordeste





A Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS) vai oferecer aos gestores municipais de Saúde minicursos com temas ligados à gestão do SUS. 


A atividade integra a programação do III Congresso Regional Norte Nordeste, Saúde e a 1ª Mostra Norte/Nordeste de Experiências na Atenção Básica, que acontecerão simultaneamente no Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha Lima, em João Pessoa (PB), no período de 9 a 12 de junho de 2015.


Nos minicursos, a SGEP vai esclarecer dúvidas e abordar como cada uma das unidades que compõem a sua estrutura atua para o fortalecimento da Gestão Estratégica e Participativa no SUS. 


Os temas abordados serão: ‘Como utilizar o SARGSUS e o SISPACTO e Planejamento Regional’; ‘A importância da Auditoria para qualificar a gestão’; ‘Ouvidoria: A mudança a partir do cidadão’; ‘Qualificar a Gestão Estratégica e Participativa (Monitoramento e Avaliação)’ e ‘Como implantar Políticas da Promoção da Equidade’.


COMO UTILIZAR O SARGSUS E O SISPACTO E PLANEJAMENTO REGIONAL – O objetivo deste minicurso é discutir o processo de pactuação de diretrizes, objetivos, metas e indicadores no contexto da região de saúde, isto é, no âmbito da Comissão Intergestores Regional (CIR), bem como a avaliação dos resultados obtidos por meio do relatório de gestão. Simultaneamente, serão apresentadas as telas dos sistemas SISPACTO e SARGSUS, utilizados para registro das metas pactuadas e avaliação dos resultados, respectivamente. A palestra vai acontecer na sala 13, das 9 às 11 horas do dia 10 de junho, pelos técnicos da SGEP, Ana Cassia Cople, Dorian Chim Smarzaro e Lívio Oliveira Adelino de Lima.


A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA PARA QUALIFICAR A GESTÃO – Sensibilizar os gestores para a importância da auditoria como uma potente ferramenta de controle interno para apoiar a gestão. Este é o objetivo do minicurso, que será ministrado pela diretora interina do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), Adelina Feijão. A meta é mostrar como a auditoria pode auxiliar os gestores na tomada de decisões, aperfeiçoar políticas públicas de saúde, redirecionar ações e serviços, e corrigir falhas, dando mais transparência à aplicação dos recursos públicos. A atividade vai acontecer na sala 13, das 14 as 16 horas do dia 10 de junho.


OUVIDORIA: A MUDANÇA A PARTIR DO CIDADÃO – O objetivo é o diálogo entre gestores e especialistas, bem como a aproximação dos cidadãos com seus governantes construindo consensos para a prática diária. Como um instrumento disponível ao cidadão, o minicurso de Ouvidoria visa dialogar e influir na construção de políticas públicas eficazes. O minicurso acontece também no dia 10, das 16 as 18 horas, na sala 13, e conta com os seguintes facilitadores: Eliana Pinto – Ouvidora Geral do SUS; Jorge Magalhães Toledo – Ouvidor da Agencia Nacional de Saúde Suplementar; Monica Rocha Rodrigues Alves – Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa; Antônio Jácome Filho – Ouvidor Geral do Município de João Pessoa; Rubens Pinto Lyra – Doutor, Professor e Fundador da Associação Brasileira dos Ouvidores e o Fórum Nacional das Ouvidorias Universitárias.


QUALIFICAR A GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA (MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO) – O objetivo é fortalecer os processos de monitoramento e avaliação que apoiem a tomada de decisão gestora. O minicurso vai apresentar instrumentos e formas de alinhar as informações dos componentes da gestão estratégica e participativa (Auditoria, Ouvidoria, RAG, SISPACTO, Controle Social) para apoiar um processo de planejamento do ente e regional. O instrutor será o assessor do Gabinete da SGEP, Sandro Terabe, e vai acontecer no dia 11 de junho, das 14 as 16 horas, na sala 13.


COMO IMPLANTAR POLÍTICAS DA PROMOÇÃO DA EQUIDADE – O tema será debatido das 16 as 18 horas do dia 11 de junho. O Ministério da Saúde e as demais esferas de gestão do SUS vêm implementando as políticas de promoção da equidade para diminuir as vulnerabilidades a que certos grupos populacionais estão mais expostos, e que são determinantes sociais da saúde. Exemplos disso são os níveis de escolaridade e de renda, as condições de habitação, acesso à água e saneamento, à segurança alimentar e nutricional, a participação da política local, os conflitos interculturais e preconceitos com o racismo, homofobia e o machismo, entre outros.


O EVENTO – Com o tema 'Equidade na Gestão do SUS para a redução das desigualdades regionais', o 3º Congresso Norte e Nordeste de Secretarias Municipais de Saúde, em conjunto com a 1ª Mostra Norte/Nordeste de Experiências na Atenção Básica, será um espaço de debate com a finalidade de ampliar o entendimento das equipes gestoras do SUS sobre as políticas públicas, com foco no enfrentamento das desigualdades regionais, e defender vigorosamente os princípios basilares dessa política inscritos na Constituição Federal, mostrando a saúde como direito de cidadania.


  

9 de jun. de 2015

Ministério da Saúde e UNA-SUS lançarão curso a distância sobre 'Saúde das populações do Campo, Floresta e Águas'

 


O Ministério da Saúde  e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) lançam às 11h30 desta quarta-feira (10), o curso a distância “Saúde das Populações do Campo, da Floresta e das Águas”. 


As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas a partir de 10 de junho no site da UNA-SUS. 


No total serão disponibilizadas mais de 10 mil vagas para todo o Brasil.


O lançamento do curso ocorre durante o 3º Congresso Norte e Nordeste de Secretarias Municipais de Saúde e 1ª Mostra Norte/Nordeste de Experiências na Atenção Básica, que acontece em João Pessoa (PB), de 9 a 12 de junho. 


O curso será apresentado aos participantes do evento no dia 10, logo após a Mesa ‘Saúde Pública de Qualidade para Cuidar Bem das Pessoas’ (Tema central da 15ª Conferência Nacional de Saúde).


Ofertado na modalidade de ensino a distância, o curso é voltado para profissionais de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente os que atuam na Atenção Básica, mas também está aberto a qualquer pessoa interessada no tema, independente da área de formação, incluindo gestores do SUS, conselheiros de saúde e lideranças e ativistas ligados à temática do campo, da floresta e das águas.


O objetivo do curso é contribuir para que profissionais de saúde, em especial, reflitam sobre como processos de trabalho e modos de vida das Populações do Campo, da Floresta e das Águas podem interferir nos processos de saúde-doença, transformado assim práticas de cuidado e melhorando o acesso aos serviços de saúde para essas populações.


Segundo o IBGE 15,6% da população brasileira reside em localidades rurais. Além disso, diversos estudos apontam que as condições de saúde das pessoas que vivem ou trabalham no campo são mais precárias se comparadas com aquelas da população urbana, especialmente no que ser refere às limitações de acesso aos serviços de saúde e às deficiências na área de saneamento ambiental. 


Isso também ocorre com outas populações que têm seus modos de vida e produção relacionados com a terra, como extrativistas, ribeirinhos, pescadores e raizeiros.


SOBRE O CURSO – O curso foi desenvolvido de forma intersetorial e participativa, a partir de uma parceria entre as Secretarias de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) e de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde e a Universidade Federal do Ceará (UFC), que integra a Rede de Instituições Ensino Superior da UNA-SUS, e contou também com a colaboração do Grupo da Terra.


O Grupo da Terra é um espaço consultivo de participação social do Ministério da Saúde que conta com a representação de outros órgãos do governo e movimentos sociais ligados à temática do campo, da floresta e das águas, os quais contribuíram, a partir de suas vivencias e realidades, com a validação dos conteúdos do curso.


Para ampliar e facilitar o acesso, o curso é gratuito e utiliza a estratégia de ensino a distância (EaD), em plataforma online, ofertada dentro do Sistema UNA-SUS. 


A estrutura do curso é autoinstrucional e interativa, utilizando momentos de reflexão, vídeos e infográficos.


O curso é dividido em três unidades de aprendizagem. A primeira aborda os modos de vida e a situação de saúde das populações do Campo, da Floresta e das Águas. 


A segunda unidade trata dos aspectos de vigilância e da promoção da saúde. E a terceira e última unidade discute atenção à saúde e práticas de cuidado.


QUEM PODE PARTICIPAR? - O curso é aberto a todas as pessoas que se interessem no tema, especialmente profissionais de saúde que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS). 


O curso também faz parte dos materiais educacionais do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (PROVAB), estando aberto também aos profissionais do Programa Mais Médicos.


CARGA HORÁRIA - O curso tem carga horária de 45 horas e as inscrições p
odem ser realizadas diretamente no site da UNA-SUS/UFC.


A POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DAS POPULAÇÕES DO CAMPO, DA FLORESTA E DAS ÁGUAS (PNSIPCF) - Instituída pela Portaria nº 2.866/2011, a PNSIPCF é um marco no reconhecimento de como as condições de vida e trabalho das Populações do Campo, da Floresta e das Águas incidem no processo saúde doença desses grupos. 


Sendo o objetivo da Política Nacional de Saúde das Populações do Campo, da Floresta e das Águas promover a saúde dessas populações, por meio de ações e iniciativas que reconheçam as suas especificidades no acesso aos serviços de saúde e melhorem os indicadores de saúde.


Por se tratar de uma política transversal, a PNSIPCF incide em outras políticas de saúde. Por isso, além da iniciativa de elaboração do curso sobre saúde das Populações do Campo, da Floresta e das Águas, outras ações relacionadas ao tema já estão sendo desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. 


Entre elas o financiamento para construção de Unidades Básicas de Saúde Fluviais para os municípios da Amazônia Legal e Pantanal Sul Mato-grossense e a implantação de oito Centros de Referência de Saúde do Trabalhador Rural (CERESTS), em seis estados (RR, MT, RO, MS, MT e GO).


Em parceria com entidades do movimento social - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento de Luta pela Terra (MLT), o Departamento de Apoio à Gestão Participativa (DAGEP/SGEP/MS) tem apoiado a formação de cerca de 3 mil lideranças para atuarem no monitoramento da Política Nacional de Saúde das Populações do Campo, da Floresta e das Águas.


Para mais informações sobre o curso, acesse a página da Secretaria Executiva da UNA-SUS.

 


 

8 de jun. de 2015

Profissionais das vilas olímpicas do Rio recebem curso de capacitação

Foto do símbolo dos Jogos Olímpicos de 2016
A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer iniciou dia 02/06 a capacitação e aperfeiçoamento de profissionais das vilas olímpicas para atividades paradesportivas - exercícios adaptados para pessoas com deficiência. 


Para Sandra Peres, gerente de pesquisa e normatização da secretaria, levantamentos mostraram que há uma necessidade de capacitação desses profissionais.


“Todos os profissionais das vilas olímpicas possuem especialização na área, mas ninguém sabe tudo. Então o projeto enriquece esses técnicos, porque encontra uma diversidade muito grande de deficiências, trazendo mais experiência,” disse.


O professor Alberto Martins da Costa, coordenador-geral da Academia Paralímpica e do Comitê Paralímpico Brasileiro, reforçou que  “é uma ótima oportunidade para discutirmos sobre as atividades físicas para as pessoas com deficiência, assim como os problemas que existem para o acesso dos deficientes no esporte. A gente espera que em curto ou médio prazo essa iniciativa possa dar bons frutos”.


O classificador funcional dos comitês paralímpicos Internacional e Brasileiro, João Paulo Castelleti, alerta para outro ponto importante. 


“Os maiores Jogos Paralímpicos do mundo serão na nossa casa. Todo mundo que está envolvido tem que ser muito bem capacitado”.


O secretário municipal de Esportes e Lazer, Marcos Braz, assegura que o projeto é fundamental para a qualificação e implantação de outras ações focadas nas pessoas com deficiência nas vilas olímpicas do Rio.


Segundo o secretário, contar com membros gabaritados como dos comitês Paralímpico Brasileiro e Internacional faz a diferença no projeto. 


“As pessoas com deficiência necessitam de cuidados específicos. Por exemplo, um professor recém-formado em educação física não está necessariamente apto ao tratamento com deficientes. Então, esses profissionais fazem com que o projeto seja de grande qualificação para todos aqueles que atendem essa demanda”.



Fonte: EBC / Vida Mais Livre



25 de mai. de 2015

Estão abertas as inscrições para o Curso de Português para Surdos em São Paulo.

 



 Curso de Português para Surdos em São Paulo.

 
A maioria dos surdos, por utilizar LIBRAS como língua materna, têm dificuldades em entender e utilizar o português.

 
Por isso o IOS oferece o Curso de Português para Surdos que, além de preparar o surdo para escrever e se comunicar em Português, ainda aprende sobre negócios, que o auxiliará a buscar mais oportunidades no mercado de trabalho.


Cursos de segundas e quartas e terças e quintas, sempre no período noturno, de 19h às 22h!


 
A partir do dia 1º de Junho




7 de mai. de 2015

Estão abertas as inscrições para o Programa APRENDER COM CULTURA E EXTENSÃO

 

Finalidade e Objetivos


A finalidade do Programa é fomentar as ações de cultura e extensão por meio da interação das atividades de pesquisa do corpo discente da graduação, em projetos, de forma a contribuir para a sua formação. 


Propõe se, assim, a apoiar projetos desta natureza, em temáticas voltadas para os desafios da realidade intra e extra-universidade.


Os projetos deverão apontar as suas relações com as finalidades acadêmicas dos cursos aos quais os alunos se encontram vinculados e com as metas das Unidades para o desenvolvimento da cultura e extensão universitária, na sua articulação com o ensino e a pesquisa.

 

Informações

  

Os alunos interessados em atuar nos projetos, respeitando os prazos previamente estabelecidos, devem, obrigatoriamente, se inscrever no Programa por meio do Sistema Corporativo JupiterWeb (https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/) escolhendo até 2 (dois) projetos homologados. 


Cabe ressaltar que, para se inscrever em projetos homologados,o aluno deve, também obrigatoriamente, se inscrever no Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE), junto à Superintendência de Assistência Social (SAS), pelo mesmo Sistema Corporativo, realizando todos os procedimentos necessários, inclusive entrega de documentos que sejam solicitados e, desse modo, obter do Programa da SAS a pontuação socioeconômica referente ao ano de início das bolsas da presente edição. 

 
No caso de não preenchimento de todas as bolsas do Programa, alunos ainda não selecionados poderão atuar em outros projetos, seguindo as normas já estabelecidas.


Critérios

 
  • Ser aluno de graduação regular-mente matriculado;
  • Não possuir período igual ou superior a 24 (vinte e quatro) meses de bolsas ou estágios custeados pela USP;
  • Quando do início no projeto, não estar vinculado à outra bolsa ou estágio
(USP, FAPESP, CNPq e outros);
  •  Passar, obrigatoriamente, pela classificação socioeconômica da SAS.


inscrição:  Até 15/5/2015


  •  Cada candidato pode se inscrever em até dois projetos do Programa Aprender com Cultura e Extensão e no PAPFE – Jupiterweb

Atenção: auxílios do PAPFE (moradia, livros, alimentação, transporte) não são considerados como bolsa.


Consulte o edital do programa na página eletrônica:  prceu.usp.br/aprender

 

Informações: 


(11) 3091-2093


***

Fonte:Rede Saci



29 de abr. de 2015

Maceió sedia Curso de Acessibilidade e Desenho Universal





O II Curso de Acessibilidade Arquitetônica e Desenho Universal, promovido pelo Escritório Acessibilidade Arquitetônica, será realizado no dia 25 de maio, em auditório situado na Rua Sá e Albuquerque, 157, Jaraguá, das 18h às 21h30. 


O evento tem como objetivo orientar e capacitar estudantes e profissionais da área de arquitetura, design e engenharia sobre Normas de acessibilidade e métodos de adaptação de espaços além da aplicação dos Princípios do Desenho Universal.


Na capacitação, serão contempladas informações sobre a adequação de ambientes e a eliminação de barreiras físicas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, estratégias de acessibilidade em diversos segmentos, como hotéis, auditórios, escolas, entre outros. 


Além disso, serão debatidos conteúdos sobre a legislação envolvendo as Normas de acessibilidade arquitetônica para pessoas em geral.


O evento será ministrado pela arquiteta e urbanista especializada em consultoria e projetos de acessibilidade, Diva Carolina. A palestrante explica a importância dos profissionais do segmento em se especializarem e trabalharem as necessidades de uma parte da população que precisa de atenção especial.


“É importante que nós, profissionais da arquitetura, tenhamos o conhecimento necessário para atender as necessidades e demandas da população, visando sempre a possibilidade de diminuir as dificuldades que as pessoas com deficiência enfrentam diariamente”, ressalta.


Diva Carolina destaca, ainda, que o problema de mobilidade envolve um grande número de pessoas, incluindo não só pessoas com deficiências físicas ou sensoriais. 


“O problema de acessibilidade envolve não apenas cadeirantes ou pessoas cegas, mas, também, idosos, pessoas com obesidade, com mobilidade reduzida, temporária ou não, como com um membro engessado, mulheres grávidas, mães com carrinhos de bebê, entre outros. Então, a demanda é enorme e uma capacitação adequada é muito importante”, conclui a arquiteta.


As inscrições para participar são feitas através do site www.acessibilidadearquitetonica.com . 


O valor do curso estará em preço promocional até o dia 15 de maio. Estudantes não graduados terão desconto de 20% no valor da inscrição. Para mais informações, entre em contato com o e-mail divacarolina.arq@gmail.com ou pelo telefone (82) 9912-6252.


fontes:  Tribuna Hoje  / Rede Saci



Projeto capacita agentes de promoção de acessibilidade em comunidades





Aulas de libras (linguagem de sinais), audiodescrição, livro falado e outras técnicas de comunicação acessível são o foco de um curso que está capacitando cerca de 60 jovens da Vila Kennedy, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, no Projeto Agentes de Promoção da Acessibilidade da Escola de Gente, voltado para jovens de comunidades de baixa renda em conteúdos de inclusão e acessibilidade.


Criado há 13 anos, na Vila Kennedy, o projeto tem apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT), que dá aulas sobre direito trabalhista e meios de eliminar a discriminação no mercado de trabalho. Ao todo, serão ofertadas oito turmas para cerca de 20 alunos em diferentes comunidades da cidade.


O coordenador de Projetos Culturais do Escola de Gente, Hércules Soares, explica que o curso dura cerca de dois meses e meio e busca formar agentes de promoção de acessibilidade em suas comunidades e no mercado de trabalho, de forma a fortalecer o diálogo entre pessoas com e sem deficiência, fomentar a inclusão e erradicar o preconceito. 


“Esse jovens, interagindo com jovens com e sem deficiência no espaço onde eles atuam e moram, podem defender o direito à comunicação dessas pessoas com deficiência, que são muito excluídas da sociedade.”


Além das técnicas de comunicação acessível, as seis oficinas trabalham questões como diversidade, discriminação e inclusão. 


“O curso ajuda também a que esses jovens tenham um currículo diferenciado no mercado de trabalho. Empresas e organismos governamentais cada vez buscam mais profissionais com essa expertise”, informa Hércules.


Uma das alunas, Alessandra Gualberto, 30 anos, é jornalista e não tem deficiência. Ela buscou o curso para ajudá-la na produção da monografia sobre a inclusão do deficiente visual no jornalismo. 


“Temos visão de integração, mas não de inclusão, que é ter uma sociedade preparada para todos, por isso me interessei”, afirma. 


“Aprendi a me comunicar melhor com as pessoas sem ser de forma discriminatória, passei a lidar com isso de uma maneira mais natural.”


A próxima turma começa no início de maio, na sede do Centro de Promoção da Saúde. Para participar, é preciso ter entre 16 e 29 anos, com ou sem deficiência.


A audiodescrição é a técnica de descrever de forma falada o ambiente visto, o que possibilita a inclusão de pessoas com deficiência visual em cinema, teatro e programas de televisão. 


O livro falado é a gravação do conteúdo de um livro lido em voz alta, para garantir acessibilidade a pessoas com deficiência visual.


Fontes:  EBC /  Rede Saci

  

22 de abr. de 2015

Udesc oferece curso gratuito para intérpretes de Libras



A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) abriu inscrições para o curso de intérpretes educacionais de Libras. 


Com carga horária de 40 horas, o curso é gratuito e será realizado na modalidade a distância, pelo ambiente virtual de aprendizagem Moodle. As aulas iniciarão em 4 de maio e prosseguirão até 28 de junho.


O curso tem como público-alvo intérpretes e profissionais da educação para surdos. 


Serão abordados temas como a atual forma de contratação dos intérpretes educacionais no Estado de Santa Catarina; o intérprete educacional no contexto inclusivo e bilíngue; profissionais envolvidos na educação de surdos; pesquisas em interpretação educacional; e considerações para atuação dos intérpretes no contexto escolar.


Cinquenta vagas estão disponíveis. Interessados podem se inscrever até 24 de abril no site eventos.virtual.udesc.br .



Fontes:  Click RBS  /   Rede Saci



2 de abr. de 2015

Curso de braile é oferecido em biblioteca pública de Uberlândia - MG

 


A Biblioteca Pública Municipal Juscelino Kubitschek de Oliveira, em Uberlândia, oferece na Sala Braille “Inhazinha Vilela”, um curso de alfabetização para deficientes visuais. Atualmente, cerca de 15 pessoas participam destas e de outras formações disponíveis no local. 


Os interessados no aprendizado, devem procurar o local e realizar a inscrição. Os cursos são gratuitos.


A formação ensina a utilização do processo de escrita e leitura baseado em 64 símbolos em alto relevo, resultantes da combinação de seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada. 


O método permite representação de letras, algarismos e sinais de pontuação com leitura feita ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo.


A informática também é ensinada com recursos como um software que permite que pessoas com a deficiência utilizem computadores no desempenho de uma série de tarefas, adquirindo mais independência nos estudos e trabalhos.


Os usuários da Sala Inhazinha Vilela podem ainda utilizar os serviços de empréstimos de livros e periódicos especializados, leituras a viva-voz, apoios pedagógicos em conteúdos escolares, desenvolvimento tátil e cursos de alfabetização para pessoas com baixa visão com o uso de letras grandes.

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Curso de Braile


Onde: Sala Braille Inhazinha Vilela
 
Local: Biblioteca Pública Municipal Juscelino Kubitschek de Oliveira, praça Cícero Macedo, s/n, bairro Fundinho, (34) 3234-1600
 
Horário de atendimento: Segunda à sexta-feira, exceto feriados, 8h15 às 18h45, e sábados, das 8h15 às 11h45, exceto feriados

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 Fontes: G1  /   Rede Saci


27 de mar. de 2015

Curso de informática básica para deficientes visuais

 Resultado de imagem para Curso de informática básica para deficientes visuais


Estão abertas as inscrições para o curso de informática básica para crianças, adolescentes e adultos com cegueira ou deficiência visual, que será oferecido pelo Programa de Educação Especial - PROESP, da Universidade Cruzeiro do Sul.


Inscrições: terças e quintas-feiras das 14h às 17h 


Onde: Av. Dr. Ussiel Cirilo, 225 - Vila Jacuí - São Miguel Paulista, bloco C - sala 510. São Paulo - SP


Telefones para contato: 2037-5700




25 de mar. de 2015

Curso de cuidadores para pessoas com deficiência está com as inscrições abertas

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O Centro de Tecnologia e Inclusão do Parque Estadual Fontes do Ipiranga (Pefi), localizado na zona sul da capital, está com inscrições abertas para o curso de cuidadores para pessoas com deficiência. 


A iniciativa visa orientar cuidadores não profissionais e interessados em geral quanto as atividades de vida diária e prática, identificando suas necessidades e expectativas em relação a vários aspectos da vida cotidiana.


Com carga horária de 16 horas, o curso será ministrado presencialmente no Centro de Tecnologia e Inclusão, no Parque Fontes do Ipiranga por equipe multidisciplinar, composta por médico, psicólogo, nutricionista, educador físico, enfermeiro, assistente social, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. 


O curso é dividido em quatro encontros, às terças e sextas-feiras, com duração de quatro horas por dia.


Entre os assuntos abordados estão: principais patologias que levam à incapacidade, papel do cuidador, família e intervenções sociais, enfermagem, locomoção e mobilidade, cuidado com o cuidador, tecnologia assistiva, segurança e acessibilidade domiciliar e cuidados nutricionais. Os participantes que tiverem frequência mínima de 75% nas aulas receberão certificado.


No momento, os interessados podem se inscrever para cursos nos meses de março a junho. 


As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no Centro de Tecnologia e Inclusão localizado no Km 11,5 da Rodovia dos Imigrantes, no bairro Jabaquara, pelo telefone (11) 5021-6663 ou e-mail sau@ctipfi.spdm.org.br. Os interessados deverão apresentar RG, CPF e comprovante de residência.


Inaugurado em 2013, o Centro de Tecnologia e Inclusão é uma iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência que tem o objetivo de incluir pessoas com e sem deficiência na sociedade. 


O espaço conta com profissionais como professor de educação física, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta e psicólogo e presta serviços qualificados de atenção profissional.





23 de mar. de 2015

AL capacita professores da rede pública que atuam com deficientes

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O Centro de Educação Especial de Alagoas Profª Wandette Gomes de Castro iniciou, nesta quarta-feira (18), mais uma turma do curso de capacitação de professores e profissionais da rede pública que atuam com alunos deficientes.


De acordo com a coordenadora do núcleo de formação de professores do Centro, Joelina Cerqueira, cerca de 50 pessoas estão participando. 


"O curso oferecido desta vez pretende formar professores da rede pública capacitados a trabalhar com deficientes através de recursos multifuncionais", explica.


Ainda segundo ela, o projeto acontece de forma continuada, com aulas até o mês de dezembro. O Centro já existe há 19 anos e há 10 oferece, uma vez por ano, capacitação específica a professores da rede estadual. Se sobrarem vagas, o Centro as disponibiliza para a rede municipal.


A estagiária de serviço social do Centro, Sônia do Nascimento, aproveitou a oportunidade para adquirir mais conhecimento sobre o assunto. "O curso dá uma chance de aprender a lidar melhor com os alunos especiais, inclusive os autistas, que é o público com quem venho trabalhando", afirma.


O Centro de Educação Especial está localizado dentro do prédio da antiga Escola Estadual Benício de Barros Dantas, no bairro do Poço, e atende a cerca de 200 alunos com diversos tipos de deficiência. 


No local, são oferecidos projetos educacionais que promovem interação social e desenvolvem habilidades entre os atendidos.



Fontes: Rede Saci  / G1


20 de mar. de 2015

Projeto torna obrigatória capacitação de professores em Libras no Piauí



O deputado Evaldo Gomes (PTC) apresentou Projeto de Lei que torna obrigatória a capacitação de profissionais da Educação da rede estadual de ensino na Língua Brasileira de Sinais (Libras). 


O deputado destacou o alto índice de desemprego entre pessoas com deficiência devido à pouca formação dessas pessoas, o que dificulta a entrada no mercado de trabalho.


Ele destaca que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2010, 4.730 dos piauienses não conseguiam ouvir de algum modo, 37.474 tinham grande dificuldade e 143.771 tinham alguma dificuldade de ouvir. 


Além disso, foi apontado que o Piauí possuía um dos mais altos índices de pessoas com deficiência do país. 


“Esses números são de cinco anos atrás. Hoje ele deve ser bem maior. É preciso garantir não apenas a formação, mas a inclusão desses jovens nas escolas e nas universidades. Isso só pode ser feito com a qualificação de educadores e de um ambiente adequado para o atendimento aos alunos. A inclusão do deficiente auditivo deve ser integral”, ressalta Evaldo.


Ainda de acordo com o Instituto, em 2010, a população ocupada com pelo menos uma das deficiências investigadas representava 23,6% (20,3 milhões) dos totais ocupadas (86,3 milhões). 


Das 44 milhões de pessoas com deficiência em idade ativa (com 10 anos ou mais de deficiência), a maioria, 53,8% (23,7 milhões) estavam desocupadas ou não eram economicamente ativas.


Quando se observa o nível de instrução, a diferença é mais acentuada. A Universidade está mais distante para pessoas que possuem alguma deficiência. 


Para se ter ideia, apenas 6,7% das pessoas com mais de 15 anos com deficiência têm diploma de faculdade. Além disso, 61,1% da população de 15 anos ou mais com deficiência não tinha instrução ou tinha apenas o fundamental incompleto, proporção que caía quase à metade, para 38,2%, para as pessoas dessa faixa etária que declararam não ter nenhuma das deficiências investigadas. 


“Não restam dúvidas que a formação é essencial para a entrada no mercado de trabalho. Se está difícil para as pessoas ditas 'normais', imagina para os deficientes? É por isso que precisamos garantir as condições dessas pessoas terem mais oportunidades”, explica o deputado.


Depois de apresentado, o projeto segue para a análise das comissões e posterior votação no Plenário. Aprovado, o Projeto vai para a sanção do executivo estadual.




 

19 de mar. de 2015

inscrições para cursos de técnico nível II em atletismo, natação e halterofilismo

Foto do logo da Academia Paralímpica


 
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), por meio da Academia Paralímpica Brasileira (APB), abriu inscrições para o curso de técnico nível II de atletismo, natação e halterofilismo. 


As aulas serão ministradas durante a etapa Centro-Leste do Circuito Caixa Loterias, em Uberlândia (MG). Os cursos de atletismo e natação serão realizados de 26 a 29 de maio e o de halterofilismo de 27 a 29 de maio.


As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 10 de abril de 2015. Os interessados precisam enviar as informações listadas abaixo para o e-mail geral da Academia Paralímpica Brasileira (apb@cpb.org.br) com o nome da modalidade no assunto e os dados pessoais no corpo do e-mail.


- Nome completo;
 
- Telefone;
 
- E-mail;
 
- Registro profissional;
 
- CPF.


Vale lembrar que o curso de técnico nível II está disponível apenas para os profissionais que completaram o curso de nível I e receberam o certificado emitido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. 


Além disso, a Academia Paralímpica também ressalta que os custos com passagem, alimentação, transporte interno e hospedagem para a participação do curso ficará a cargo do interessado.


Fonte: CPB  /  Vida Mais Livre 

16 de mar. de 2015

USP legal promove cursos na área dos direitos das pessoas com deficiência




Além da parte institucional, a USP legal promove cursos e eventos na área dos direitos da pessoa com deficiência. 




O primeiro tinha como público alvo os servidores da USP na área da tecnologia da informação e o objetivo promover a formação de agentes de acessibilidade digital em todas as Unidades da USP, dotando-os de conhecimentos gerais sobre deficiência e normais de comunicação acessível. 


O segundo tinha um público alvo geral e foi mais uma discussão a fim de conscientizar o público sobre questões relacionadas à deficiência e desconstruir certos pré-conceitos.
 
Em 2015, já foram realizados dois cursos. O primeiro, Práticas de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência: Acessibilidade no Espaço Físico, ocorreu em janeiro. 


O objetivo era promover a formação de agentes, principalmente dentro da própria USP, capazes de identificar barreiras ao uso de espaço pelas Pessoas com Deficiência.




Seu objetivo era informar e capacitar servidores públicos e terceirizados a respeito dos direitos das pessoas com deficiência e praticar o trato das mesmas.


Para 2015, já estão marcados mais dois cursos, ambos no mês de abril. O primeiro é Práticas de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência: Preparação de Material Didático Acessível (dias 09 e 10 de abril) e o segundo Práticas de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência: Acessibilidade em Eventos (dia 17 de abril).


Todas as informações sobre os cursos podem ser encontradas no site do programa USP Legal, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária. Os materiais didáticos dos cursos também estão disponíveis para download nos links dos cursos.


Fonte: Rede Saci