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2 de fev. de 2016

Primeiro parque para crianças com deficiência de São Paulo é inaugurado

Mãe brinca com filho cadeirante em parque inclusivo


Em abril de 2012, o executivo Rudi Fischer largou uma bem-sucedida carreira no Banco Itaú para trabalhar em casa e ficar mais próximo da primeira filha, Anna Laura, então com três anos de idade. Um mês depois, no entanto, a menina morreu tragicamente em um acidente de carro.


A dor da perda seria parcialmente aplacada naquele mesmo ano, durante uma viagem a Israel, quando Fischer fez uma espécie de imersão nos preceitos do judaísmo. 


“Aprendi que deveria realizar algo positivo em nome dela para ajudar a elevar sua alma”, lembra. 


Faltava o formato para implementar o plano, que foi encontrado em Jaffa, a 50 quilômetros de Jerusalém, quando ele conheceu um escorregador adaptado para crianças com deficiência(possuía uma rampa em vez de escada).


Nasceu ali a ideia de construir o primeiro parquinho infantil acessível da cidade de São Paulo, que foi inaugurado no dia 25 de janeiro em uma unidade da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), no Parque da Mooca, na Zona Leste.


Batizada de Anna Laura Parques para Todos, a iniciativa conta com a colaboração da própria AACD, que disponibilizou terapeutas para ajudar a projetar os brinquedos, ao lado de engenheiros e arquitetos voluntários. 


Ao todo são quinze peças no local, como balanços para crianças com dificuldades motoras e equipamentos com recursos para o uso por cadeirantes.


O investimento total foi de 120 mil reais, bancados integralmente por Fischer, hoje aposentado do mercado financeiro. 


A ação será levada adiante com a inauguração de mais espaços semelhantes, o próximo no Parque do Cordeiro, em Santo Amaro, ainda neste ano. Outros devem ser implantados em cidades como Recife e Porto Alegre. 


“É emocionante poder ajudar o próximo por meio de uma homenagem à minha filha”, diz. 


Ele ainda pretende lançar um livro com a história da menina nos próximos meses e fundar uma ONG de auxílio a pais em luto.



 


17 de abr. de 2015

Games brasileiros integraram projeto indicado ao International Digital Emmy Awards

 Resultado de imagem para International Digital Emmy Awards


Foi realizada na segunda-feira dia (13/04/20215) em Cannes, na França, a cerimônia da 10ª edição do International Digital Emmy® Awards, que premiou as melhores produções multimídia produzidas fora dos Estados Unidos.


Em 2015, o Brasil foi representado na categoria Digital Program: Children & Young People (Programa Digital: Crianças e Adolescentes, em inglês) pelo projeto transmídia “Vila Sésamo - Incluir Brincando”, que concorre com programas da Alemanha, Reino Unido e Malásia. 


A campanha veiculada pela TV Cultura, com apoio da Metlife Foundation e do UNICEF, foi exibida entre os meses de março e setembro de 2014 e procurou conscientizar o público sobre o direito de toda criança de brincar de forma segura e inclusiva.


Entre as diversas plataformas utilizadas no projeto estão os jogos digitais Brinquedaria, Quente ou Frio e Peteleco. Desenvolvidos pelo estúdio paulista Virgo Game Studios, os jogos digitais, que estão disponíveis no site da série, têm foco em proporcionar experiências criativas, explorativas, sensoriais e inclusivas, acessíveis a crianças de diversas idades.


Ainda é possível encontrar no site recursos de acessibilidade, como os vídeos protagonizados pelos personagens da Vila Sésamo interagindo com artistas e atletas, que incluem interpretação em libras, recurso de audiodescrição e closed caption e o jogo Quente ou Frio, desenvolvido em parceria com a Associação Laramara, especialmente voltado para pessoas com deficiência visual.


Fontes:  Rede Saci  / Administradores



11 de fev. de 2015

Conheça 19 filmes que trazem o Autismo e o Asperger

 


Filmes são sempre uma boa pedida e, consequente, uma boa dica. Estão prontos para nossa lista com 19 filmes sobre Autismo? Alguns são mais antigos e abordam o tema da relação com os pais, outros relatam algumas outras relações valiosas, como com animais e com esportes. 

Listamos dos mais antigos aos mais recentes:


1. Rain Man (1988)


O insensível Charlie Babbitt espera receber uma grande herança após a morte de seu pai, a quem ele não vê há anos. Mas Raymond (Dustin Hoffman), seu irmão mais velho, internado em uma instituição médica, alguém cuja existência Charlie ignorava até então, é quem recebe toda a fortuna. Raymond é um “autista sábio” com habilidades mentais seriamente limitadas em algumas áreas, mas com capacidade de gênio em outras. Quando Charlie rapta Raymond, a longa e maluca viagem atravessando o país, rumo a Los Angeles, ensina a ambos algumas lições sobre a vida


2. Gilbert Grape: Aprendiz de Um Sonhador (1993)


Na pequena cidade de Endora, Gilbert cuida de seu irmão autista Arnie e de sua mãe extremamente obesa. A cidade é calma e a vida segue seu rumo, até que Becky aparece, e Gilbert se apaixona por ela. Agora ele terá que lidar com a problemática família ao mesmo tempo em que quer aprender os segredos da moça.


3.Testemunha do Silêncio (1994)


Não há pistas, nem motivos, nem suspeitos. E a única testemunha ocular sabe que nem tudo poderá ser dito. Ele é uma criança autista de nove anos cujas memórias do brutal massacre de seus pais estão seladas dentro dele, a não ser que um determinado e carinhoso psicólogo infantil possa acessá-las.


4. À Sombra do Piano (1996)


Franny luta por mais de trinta anos para dar apoio e respeito a Rosetta, sua irmã mais nova, que é autista. Ela acredita que Rosetta tenha uma intensa vida emocional e intelectual escondida sob o seu rosto impassível. O principal obstáculo é a mãe, Regina, uma cantora lírica que abandonou a carreira para se dedicar à família e agora, amarga e ressentida, é obcecada por controle e carente de adulação.


5. Código Para o Inferno (1998)


Art Jeffries (Bruce Willis), um renegado agente do FBI, combate inescrupulosos agentes federais para proteger Simon, um garoto autista de 9 anos, que desvendou um “indecifrável” código secreto. Ele consegue ler o Mercury, um avançado código criptográfico do governo americano, tão facilmente, quanto outros garotos lêem inglês. Essa habilidade, torna vulnerável esse código de 1 bilhão de dólares, especialmente se os inimigos do governo descobrirem Simon e o capturarem. Nick Kudrow (Alec Baldwin), chefe do projeto Mercury, ordena que a “ameaça” seja eliminada, sem imaginar que Jeffries está envolvido.


6. Ressurreição (1998)


Conta a história de uma jovem mulher (Loretta), que vive em Chicago com sua mãe e dois filhos, uma delas (Tracy) tem autismo. Por insistência da mãe, Loretta vai passar o verão com as filhas em uma cidadezinhade interior, onde vivem seu tio e sua tia (que têm alzheimer). Durante sua estadia, aprende a lidar melhor com os problemas dos filhos e os seus próprios.


7. Experimentando a Vida (1999)


Elisabeth Shue interpreta Molly, uma jovem autista que sai do período de internação e fica sob os cuidados de seu irmão, Buck (Aaron Eckhart). Ele permite que a irmã inicie um tratamento experimental. Molly se transforma em um gênio, com inteligência superior, para a surpresa de Buck. Mas esse progresso acaba sendo relativo, já que Molly não se livra completamente da sua extrema concentração autista. Buck e sua irmã enfrentam agora outro grande desafio.


8. Uma Viagem Inesperada (2004)


Quando Corrine descobre que seus dois filhos gêmeos são autistas, ela fica inconformada, mas acaba aceitando o veredito. Ela então conta ao marido sobre o fato, e ele lhe diz que não quer lidar com o problema do autismo. Por isso, Corrine o abandona, e passa a criar os meninos sozinha. Ela os coloca numa escola e não informa sobre problema dos meninos. Mas a atitude estranha das crianças faz com que os professores a acusem de maus tratos e, quando Corrine conta a verdade, eles a mandam procurar outra escola.


9. Loucos de Amor (2005)


Donald Morton (Josh Hartnett) e Isabelle Sorenson (Radha Mitchell) sofrem da síndrome de asperger, uma espécie de autismo que provoca disfunções emocionais. Donald trabalha como motorista de táxi, adora os pássaros e tem uma incomum habilidade em lidar com números. Ele gosta e precisa seguir um padrão em sua vida, para que possa levá-la de forma normal. Entretanto, ao conhecer Isabelle em seu grupo de ajuda tudo muda em sua vida.


10. Um Certo Olhar (2006)


Alex Hughes, um ex-presidiário, está viajando para Winnipeg para ver um velho amigo. Ao longo do caminho, ele encontra o chato, mas vivaz, Vivienne Freeman que consegue pegar uma carona com ele, mas o veículo de Alex sofre um sério acidente, que mata Vivienne. Alex decide então falar com a mãe de Vivienne e vai até sua casa. Lá, ele descobre que a mãe, Linda, é uma mulher autista de alta funcionalidade. Ela o convence a ficar mais tempo, após o funeral e, naqueles dias, Alex descobre novas amizades e aprende mais sobre a singularidade de Linda mesmo enquanto ele se esforça para lidar com sua própria dor.


11. O Nome dela é Sabine (2007)


A atriz Sandrine Bonnaire narra a história da irmã Sabine, que é autista, através de imagens filmadas ao longo de 25 anos. Sandrine testemunha o momento atual de Sabine, que depois de uma estadia infeliz em um hospital psiquiátrico, passa a viver em uma estrutura adaptada a ela. E, dessa forma, numa casa na região de Charente, na França, reencontra a felicidade. A partir desse episódio, o documentário mostra a penúria e o despreparo de algumas instituições especializadas e as dramáticas conseqüências que podem causar aos doentes.


12. Ben X: A Fase Final (2007)


Ben é um jovem que sofre da síndrome de asperger e que se isola em sua própria realidade no mundo de Archlord, um jogo virtual. Seu modo de vida causa estranheza em seus colegas de classe, que o julgam e não o aceitam.


13. Sei Que Vou Te Amar (2008)


Thomas Mollison é um jovem de 16 anos que quer apenas ter uma vida normal. Seu irmão mais velho, Charlie, tem autismo e TDAH e o funcionamento de toda sua família gira em torno de lhe oferecer um ambiente de vida seguro. Ao se mudar para uma nova casa e uma nova escola, Thomas conhece Jackie Masters e começa a se apaixonar por ela. Quando sua mãe fica confinada na cama devido à gravidez, Thomas então deve assumir a responsabilidade de cuidar de seu irmão, o que pode custar a sua relação com Jackie, especialmente quando isso desencadeia um violento confronto na família em sua festa de aniversário.


14. Mary e Max: Uma Amizade Diferente (2009)


Uma história de amizade entre duas pessoas muito diferentes: Mary Dinkle, uma menina gordinha e solitária, de oito anos, que vive nos subúrbios de Melbourne, e Max Horovitz, um homem de 44 anos, obeso e judeu que vive com síndrome de asperger no caos de Nova York. Alcançando 20 anos e 2 continentes, a amizade de Mary e Max sobrevive muito além dos altos e baixos da vida. Mary e Max é exploram a amizade, o autismo, o alcoolismo, de onde vêm os bebês, a obesidade, a cleptomania, a diferença sexual, a confiança, diferenças religiosas e muito mais.


15. O Menino e o Cavalo (2009)


O jornalista britânico Rupert Isaacson se apaixonou pela americana Kristin Neff, professora de psicologia, quando viajava pela Índia. Sete anos depois, em 2001, nasceu seu filho Rowan. O mundo parecia perfeito até o menino ser diagnosticado com autismo. Tendo recorrido a todo tipo de terapia, sem sucesso, Rupert decide apostar numa jornada espiritual. Percebendo o amor do filho por cavalos, ele pesquisa como conciliar este fato com a busca por uma técnica de cura ancestral. A família parte assim para a Mongólia, onde, cavalgando por milhas, irão atrás do xamã mais poderoso da região.


16. A Mother’s Courage: Talking Back to Autism (2009)


Narrado por Kate Winslet, este inspirado filme mostra a busca de uma mulher para desbloquear a mente de seu filho autista. Margret encontra os principais especialistas e advogados no assunto e se conecta com várias outras famílias tocadas pelo autismo. À medida em que se depara com terapias inovadoras, Margret encontra a esperança de que seu filho possa ser capaz de se expressar em um nível que nunca pensou ser possível.


17. Adam (2009)


Adam, um rapaz com síndrome de asperger, é apaixonado por astronomia, e passa a morar sozinho após a morte do pai. Tem um único amigo para apoiá-lo, Harlan. O filme trata do seu relacionamento com uma nova vizinha, a professora Beth. Foi escrito e dirigido por Max Mayer, que teve a ideia quando ouviu uma entrevista de um homem que sofria da doença. Foi premiado no Sundance Film Festival e no Method Fest Independent Film Festival do ano seguinte.


18. Temple Grandin (2010)


É baseado no livro Uma Menina Estranha, da própria Temple, uma mulher com autismo que acabou se tornando uma das maiores especialistas do mundo em manejo de gado e planejamento de currais e matadouros


19. Um Time Especial (2011)


Baseado no livro The Legend of Mickey Tussler, o filme conta a história de um técnico de uma liga juvenil de beisebol que chama um garoto com autismo para ser seu lançador. Os dois terão que vencer preconceitos e a rejeição de alguns jogadores do time para seguir em frente.


Texto Original: Deficiente Ciente

Fonte: Rede Saci

26 de nov. de 2014

Catavento Cultural integra a programação da Virada Inclusiva

 


O Catavento Cultural e Educacional, museu de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, participa da 5ª Virada Inclusiva, promovendo visitas guias para pessoas com deficiência física, visual ou intelectual, nos dias 6 e 7 de dezembro (sábado e domingo). A entrada custa R$ 6, mas vale lembrar que aos sábados é Catraca Livre.



Programação tem entrada Catraca Livre


O evento é idealizado e coordenado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, para marcar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado em 3 de dezembro.


A programação do Catavento seguirá a abordagem já praticada pelo museu em seu roteiro Catavento Acessível, disponível para grupos agendados. 


Durante a Virada Inclusiva, os visitantes com deficiências poderão participar das visitas sem necessidade de agendamento. 


O conteúdo a ser abordado é adaptado às necessidades desses visitantes, sempre com ênfase na associação do teor científico das instalações do Catavento com o dia a dia do visitante, de forma lúdica e pautada por exemplos práticos, explorando o lado sensorial para estimular a interatividade do grupo com as atividades propostas.


“A ideia é que as pessoas com deficiência recebam atenção de acordo com as circunstâncias, para que possam fazer parte do todo. Queremos inseri-las no contexto do Catavento e possibilitar que elas usufruam de todas as possibilidades que o espaço oferece”, esclarece Aline Campana, gerente de visitação do Catavento.


As visitas guiadas da Virada Inclusiva ocorrerão no andar térreo do Catavento. A capacidade de atendimento para cada sessão é de 20 pessoas.

Virada Inclusiva



Quando: 06 e 07/12

Quanto: Entrada gratuita.

Onde Catavento Cultural 

Horário: das 10:30 às 14:30

Endereço: Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/nº - Palácio das Indústrias Brás - Centro - São Paulo -  Ver no mapa

Telefone: (11)3315-0051

Informações: http://www.cataventocultural.org.br

10 de out. de 2014

Cia. Ballet de Cegos Fernanda Bianchini fará espetáculo em homenagem ao Dia das Crianças

Foto do grupo de alunos da Associação em apresentação


Para comemorar o Dia das Crianças, a Cia. Ballet de Cegos Fernanda Bianchini fará uma apresentação diferente. 


Com ingressos a R$ 10, a única companhia profissional de bailarinos cegos do mundo se apresentará no Teatro Ítalo Brasileiro, em São Paulo, no dia 12 de outubro, às 18h.


Com algumas coreografias novas dos espetáculos já consagrados como ‘Corsário’ e ‘Paquitas’, a apresentação também contará com outras coreografias livres.


Os ingressos poderão ser adquiridos a partir da semana que vem na Associação de Balé e Artes para Cegos Fernanda Bianchini ou na bilheteria do teatro somente no dia da apresentação.


Os bailarinos da companhia são, em sua maioria, cegos; outros apresentam algum tipo de deficiência, e uma minoria não tem deficiência alguma. Essa interação Fernanda Bianchini, idealizadora da cia. de Ballet para Cegos, chama de inclusão às avessas.


“Este espetáculo vai encantar crianças e adultos. E será mais emocionante para nós por ser no Dia das Crianças. Muitos bailarinos são crianças deficientes que mostram que tudo é possível”, afirma Fernanda.


Há mais de 18 anos ensinando e inserindo pessoas com deficiência visual na prática de ballet clássico, entre outros estilos de dança, Fernanda, especializada em distúrbios do desenvolvimento, dedica-se a tornar a vida de seus estudantes ainda melhor e mostrar o quanto são capazes.


 Fonte: Vida Mais Livre 


5 de set. de 2014

Russian State Ballet chega ao Brasil com intenção de popularizar o ballet russo no País

Foto do espetáculo de balé


Na lista das companhias de dança russas mais conceituadas, a "Russian State Ballet" apresenta o espetáculo "Sleeping Beauty". 


Com 33 anos de história, a companhia é liderada pelo coreógrafo Viatcheslav Gordeev, seu criador, diretor artístico e diretor geral. 


Com seus quarenta solistas, a meta principal do grupo é preservar a herança da coreografia russa e da Europa ocidental, paralelamente à busca de novas formas de dança.


No Brasil, a iniciativa de trazer o grupo ficou a cargo do produtor brasileiro Augusto Stevanovich com apoio do ministro da cultura da Rússia, Sr. Vladimir Medinski, com a intenção de popularizar o Ballet Russo em todo o Brasil.
 

Linguagens
 

Os 40 solistas da companhia são os responsáveis pelo encontro entre o erudito e o moderno. 


"Todos sabemos que o artista que recebe treinamento somente em dança contemporânea não pode bailar os clássicos. Quem é preparado em dança clássica pode assimilar qualquer outro tipo de linguagem. É muito útil que o bailarino se expresse de uma forma a outra", explica o coreógrafo do Bolshoi, Viatcheslav Gordeev, que dirige a companhia.


A concepção de um novo espetáculo leva de um a dois meses. Nesse período, a rotina de ensaios é árdua: pela manhã, os bailarinos ensaiam por uma hora e 15 minutos em média. 


Após ligeiro descanso, são cinco horas de treinos sem parar. Em dias de apresentação, ainda há um período de relaxamento antes de fazer a maquiagem e vestir o figurino.


Àqueles que desejam integrar o casting do Russian State Ballet, a paixão pela dança é o pré-requisito fundamental. 


"É preciso estar bem preparado fisicamente, ter o porte necessário para um bailarino e querer trabalhar no teatro russo, ciente da orientação da companhia. Os aspirantes a bailarinos devem amar a profissão, ser disciplinados e se dedicar ao trabalho", explica Gordeev.  


Entre suas joias estarão no Brasil uma seleção de solistas medalhista em festivais de dança na Rússia como solistas do Bolshoi de Moscou, kirov e do teatro de Moscou, entre eles, pela primeira vez no Brasil, as bailarinas do Japão Fukuda Shiori e da Itália Spiller Elena e a participação especial do solista do Bolshoi Andrey Evdokimov.


Adicionar toques de modernidade ao clássico, sem que a essência se perca no meio do caminho, é um desafio. 


"É um processo complexo. Temos que pensar, ao mesmo tempo, em questões diferentes, como financiamento, seleção dos artistas, onde estudar e ensaiar, preparação do figurino, técnicos etc.. Assim como a vida, os problemas são resolvidos um de cada vez. Os desafios são permanentes e somente encarando-os conseguimos elevar o nível do trabalho. Porém, temos em mente que é uma tarefa permanente. Devemos trabalhar sem descanso para manter o nível alcançado e superá-lo, na medida do possível", explica Gordeev.
 

Libras
 

Desde 2012 o Grupo Tom Brasil transmite suas peças de teatro em LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Por meio de dois telões, o público com deficiência auditiva acompanha as duas intérpretes que reproduzem as cenas no palco. Todos poderão se divertir e se emocionar com a história, compreendendo tudo com qualidade técnica e visual.
 
 
Audiodescrição
 
 
O Grupo Tom Brasil segue com suas transmissões em Audiodescrição nos espetáculos de teatro feitos na casa dirigidas às pessoas com deficiência visual presentes na plateia. Haverá uma cabine de tradução simultânea com duas profissionais reproduzindo com riqueza de detalhes as cenas, movimentos, cenários, figurinos e todos os elementos visuais interpretados pelos atores/dançarinos no palco, por meio de receptores de áudio.

 

Russian Stat Ballet - Sleeping Beauty - A Bela Adormecida



Onde - HSBC BRASIL

Endereço - Rua Bragança Paulista, 1281 - Chácara Santo Antônio
 
Dias e horários - 7 de setembro às 19h
 

Criador, diretor artístico e diretor geral - Viatcheslav Gordeev
 

Produção - Creative Force Brasil e AS Entertainment
 

Produtor brasileiro - Augusto Stevanovich
 

Censura: a partir dos 5 anos
 

Preço: de R$50,00 a R$200 (Inteira)
 

Duração: 120 minutos + 20 minutos de intervalo


Fonte: DCI

29 de ago. de 2014

Sertanejo Solidário AACD

 


A AACD Santana e a Villa Country, promovem a primeira edição do Sertanejo Solidário, que acontece no dia 2 de setembro, às 20h. 


Pensando em unir diversão com boa ação, as duplas Mateus & Cristiano e Edsonn & Enrique garantem agitar o público com o melhor da música sertaneja. 


O evento conta com o apoio do Rotary Club de São Paulo, localizado na Vila Maria e que está fortemente engajado nas vendas dos ingressos, onde parte da renda será revertida para o atendimento dos pacientes da instituição.
 

Referência em reabilitação de pessoas com deficiência física, a AACD realizou, em 2013, mais de um 1,5 milhão de atendimentos com as atividades desenvolvidas em suas 14 unidades no Brasil. Apenas na Unidade Santana foram mais de 14 mil atendimentos.
 

A dupla Mateus & Cristiano, que foi destaque no quadro “Pistolão” do programa Domingão do Faustão, prometem despertar o coração dos apaixonados ao som da música “Se é pra falar de amor”, um dos temas da novela brasileira “A Favorita”. 


Já Edsonn & Enrique, irão agitar todos os convidados com muita alegria e alto astral, cantando músicas próprias e sucessos do momento de outros artistas.

Os ingressos custam R$ 50 e podem ser comprados no portal Ticket 360°, na Villa Country ou direto na AACD Santana (Avenida Zaki Narchi, 357. 


O Rotary Club de São Paulo Nordeste Vila Maria apoia o evento e está engajado na venda dos ingressos. Parte da renda será revertida para o atendimento dos pacientes da Instituição.


26 de ago. de 2014

Empresa lança jogo para pessoas com deficiência visual

Foto da capa do jogo


Buscando uma relação inclusão dos cegos no mundo dos games, Nordine Ghachi criou o A Bling Legend (Na tradução, "Uma Lenda Cega"), jogo que propõe um mundo totalmente auditivo e provando que apenas o áudio pode ser suficiente para uma experiência onde não há nenhuma imagem.


A história gira em torno de Edward Blake, um cavaleiro que perdeu a visão quando sua esposa foi sequestrada e agora precisa atravessar o reino e lidar com vários obstáculos no caminho. Sua filha, Louise, é a voz que guia o protagonista.


Para jogar, basta ter um aparelho móvel, fones de ouvido e prestar muita atenção. A técnica de gravação usada foi a microfonação binaural, que propõe para o jogador uma sensação de áudio 3D, onde várias dimensões do plano podem ser percebidas pelo som.


O touch screen do aparelho seria o Joystick. Movimentos marcados na tela indicam alguma ação no jogo.


“Nós queríamos colocar os gamers cegos e com deficiência no mesmo patamar de qualidade dos gamers com visão. Esse era nosso maior desafio”, explicou Ghachi em entrevista à BBC.


O jogo francês foi lançado recentemente após conseguir arrecadar o dinheiro necessário por um financiamento coletivo, o crowdfunding, e já recebeu o apoio de instituições voltadas para pessoas com deficiência, como a Valetin Haüy.


A Blind Legend será disponibilizado para download gratuito em francês e inglês no Itunes no ano que vem.




31 de jul. de 2014

Pessoas com deficiência física contam como superam limites para jogar videogame

Foto de Paulo Machado jogando videogame


“Escolha o nível de dificuldade: Fácil, Médio ou Avançado”. Um dos elementos fundamentais em qualquer game é o desafio. Ser difícil, literalmente, faz parte do jogo. 


Mas num país com 45,6 milhões de pessoas com deficiência, segundo dados do Censo 2010, do IBGE, para certas pessoas há obstáculos extras a superar na hora de jogar videogame.


O UOL Jogos ouviu algumas pessoas com deficiência física, que vão dos efeitos da paralisia infantil à cegueira. Todos são fãs de videogame e falam sobre suas experiências, no mínimo inspiradoras, com os jogos eletrônicos:
 

“Os games me dão acesso a mundos onde gostaria de estar e não posso”
 

Vivo em uma UTI do Hospital das Clínicas desde os dois anos de idade por causa da poliomielite, a paralisia infantil. Comecei a jogar videogame em meados da década de 80, com o Telejogo Philco. 


Foi uma descoberta: pela primeira vez podia fazer coisas que não tinha condições de fazer, como jogar tênis. Depois veio o Atari e, desde então, não parei mais.


Na época dividia quarto com o Pedro, que também tinha poliomielite e era meu companheiro de jogo – chegou a fazer um milhão de pontos no “River Raid”. 


Um ajudava o outro quando empacávamos em uma fase. Queria ter os videogames que o Pedro pudesse jogar, pois ele tinha um problema no braço. Em 1992 o Pedro pegou uma infecção – nossa traqueia é muito exposta a esse tipo de contaminação – e faleceu.


Perdi meu companheiro de jogo, mas vieram os modos online, que me dão acesso a mundos onde gostaria de estar e não posso. Posso me transferir fisicamente para o corpo de um personagem e isso é demais. Amo jogos de mundo aberto, como “World of Warcraft”. 


Não quero só “matar” inimigos, e sim explorar cada lugar, voar em um dragão e encontrar um castelo. “WoW” me oferece isso. Também adoro “Assassin’s Creed”: lembro quando joguei o primeiro e achava delicioso: ao invés de correr, caminhava devagar, só pra passear.


Os videogames me dão a oportunidade de desafiar a mim mesmo, de não desistir e seguir em frente. Minha movimentação melhor é com as mãos, o braço não tem sustentação, então não consigo jogar Kinect e mesmo o Wii é difícil. 


Fiquei aliviado quando mostraram o controle do PlayStation 4 pela primeira vez e eu vi que poderia continuar jogando. Estou me divertindo bastante com “Battlefield 4”. Consigo ganhar vários rounds. Só me preocupo com a evolução da pólio: hoje ainda tenho condições de jogar, mas e quanto ao futuro?


- Paulo Machado, 47 anos, de São Paulo
 

“Não me deixavam participar de campeonatos por eu não enxergar”
 

Perdi a visão quando era bem novo, por causa de um erro médico. Quando eu tinha quatro anos de idade, meu irmão ganhou um Mega Drive e um jogo chamou a minha atenção só pelo som: “Mortal Kombat”.


Comecei a jogar e a descobrir, por conta própria, golpes, sequências e poderes de cada personagem. Demorou um pouco até eu dominar a técnica, mas depois passou a ser algo natural.


Comecei a jogar outros jogos de luta, me guiando não apenas pela trilha sonora, mas também pela vibração do controle. É mais fácil encaixar uma sequência de golpes quando o adversário não me atinge.


Tentei participar de vários campeonatos, mas ouvia sempre a mesma coisa: “Você não pode jogar porque não enxerga”. Ficava frustrado.


No ano passado, enfim, um torneio aceitou a minha inscrição. Meus adversários ficavam quietos, não falavam muito. Joguei “Tekken” no PlayStation 3 e fiquei em 2º lugar. Acho que consegui o respeito de todo mundo.


- Gabriel Neves, 23 anos, de São Paulo
 

“Qualquer deficiente físico é capaz de jogar”
 

Estava soltando pipa, que ficou presa na fiação elétrica. Fui tentar tirá-la de lá utilizando um trilho de cortina para alcançar o fio quando sofri a descarga. Tinha apenas sete anos e no acidente perdi braços e pernas.


Sempre gostei de videogames e isso não mudou com as minhas restrições físicas. Nem mesmo cheguei a procurar joysticks especiais ou coisa do tipo, pois consigo manusear todos sem qualquer problema.


De vez em quando me deparo com alguma dificuldade, como quando a música no “Guitar Hero” envolve três combinações alternadas. Aí fica tenso!


Meu game favorito é “World of Warcraft”, mas também jogo “Watch Dogs”, “Counter-Strike”, “Pro Evolution Soccer 2014” e até mesmo “King of Fighters 2002” no fliperama. 


Não acho que a indústria de games negligencie este público, pois para mim qualquer deficiente físico é capaz de jogar.


- Paulo Henrique Palmeira, o “Kotoko”, 27 anos, de São Gonçalo (RJ)
 

“Acho que a indústria não me vê como potencial cliente”
 

Perdi o antebraço esquerdo há dois anos em uma máquina injetora na empresa onde trabalhava. Uso prótese, mas prefiro jogar sem, utilizando o coto [parte redonda que fica após a perda da mão] para me movimentar com a alavanca analógica.


Por essa razão prefiro jogos que utilizam a alavanca esquerda para movimentação, mas fico frustrado, pois as opções são limitadíssimas para jogar na minha condição.


Curto games de futebol, mas mesmo assim só consigo jogar em um nível básico: com a mão direita uso os botões de chute e passe, mas sem poder driblar, tabelar e fazer outras firulas que o jogo possibilita.


Adorava jogar "Black" e outros games de tiro na época do PlayStation 2, mas agora é impossível - para olhar pra cima, por exemplo, é necessário mover o analógico com agilidade, o que para mim é impossível.


Acho que a indústria não me enxerga como potencial cliente, pois não vejo joysticks para quem joga apenas com uma mão. Já joguei Wii e Kinect, mas são bem cansativos; é difícil jogar mais que 30 minutos.


Com o joystick, antes do acidente, chegava a ficar mais de cinco horas no videogame.


- Alexandre de Aquino Ribeiro, 37 anos, de Poá (SP)


Fonte: UOL


14 de jul. de 2014

Festa Interação Acessivel




Foto: Unidos somos muito mais fortes e podemos conquistar muito mais. Participe conosco da festa da interação.

Esse projeto visa através da amizade e a união entre todos independete de terem alguma deficiência ou não, levar informação e apoio para tantos quantos
tenham uma deficiência e também aos seus familiares.

Percebo que por mais que pareça pequeno o investimento feito na busca pela cura de várias doenças, acho que o investimento para atender uma pessoa que
acabou de descobrir que tem uma deficiência, é muito menor.

Temos um número assustador de pessoas com alguma deficiência no Brasil. Não fui muito a fundo, mais ouvi dizer que é algo que gira em torno de 23 porcento.

Considerando o fato de que a deficiência não só atinge quem a possui, mais também atinge os familiares, podemos assim dizer que o número de pessoas que
acabam sofrendo direta ou indiretamente, é muito maior.

Penso que não precisamos esperar pelas autoridades para ver a realidade da pessoa com deficiência mudar de fato no Brasil.

Através do site:

http://www.espacoeficiente.com.br/

você tem mais informações e no grupo oficial do nosso evento que é: A festa!.

Entre em contato:

WhatSapp:
(21) 98218-1810

Skype:
site.espacoeficiente

E-mail:
espacoeficiente@gmail.com

A festa!
"A união, a amizade e o respeito, são a base do nosso projeto".  



Unidos somos muito mais fortes e podemos conquistar muito mais. Participe conosco da festa da interação.

 
Esse projeto visa através da amizade e a união entre todos independete de terem alguma deficiência ou não, levar informação e apoio para tantos quantos tenham uma deficiência e também aos seus familiares.

 
Percebo que por mais que pareça pequeno o investimento feito na busca pela cura de várias doenças, acho que o investimento para atender uma pessoa que acabou de descobrir que tem uma deficiência, é muito menor.

 
Temos um número assustador de pessoas com alguma deficiência no Brasil. Não fui muito a fundo, mais ouvi dizer que é algo que gira em torno de 23 porcento.

 
Considerando o fato de que a deficiência não só atinge quem a possui, mais também atinge os familiares, podemos assim dizer que o número de pessoas que acabam sofrendo direta ou indiretamente, é muito maior.

 
Penso que não precisamos esperar pelas autoridades para ver a realidade da pessoa com deficiência mudar de fato no Brasil.

 

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29 de jan. de 2014

Festival de Verão Salvador tem estrutura para pessoas com deficiência

Logotipo do Festival de Verão Salvador


O Festival de Verão Salvador desenvolve ações voltadas para facilitar o acesso de pessoas com deficiência ao Parque de Exposições, em Salvador (BA).
 
Rampas de acesso e sinalizações aéreas são instaladas por todo o parque, da entrada principal até a saída, para que cadeirantes possam ter autonomia ao curtir a festa, facilitando o acesso às boates, camarotes e arenas dos shows do Festival de Verão.
 
Sanitários químicos especiais também são instalados na área do Festival para receber da melhor forma as pessoas com deficiência física, que contam ainda com vagas especiais no estacionamento e balcões mais baixos na praça de alimentação, a fim de facilitar o acesso e o atendimento de todos.
 
Os camarotes Iguatemi e Fiori/Fiat também trazem mirantes, pontos centrais e mais elevados que permitem a melhor visualização dos shows.


“O nosso objetivo é atender a todos e fazer com que esse público possa circular por todo o parque com autonomia, aproveitando todos os shows e serviços que o festival oferece”, pontua Giuseppe Mazzoni, arquiteto responsável pela estrutura do Festival de Verão.
 
O Festival de Verão Salvador acontece no Parque de Exposições de Salvador, localizado na Avenida Paralela, de quarta-feira (29) até o sábado (31).