Mostrando postagens com marcador Educação a Distância. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação a Distância. Mostrar todas as postagens

25 de jul. de 2016

UNG tem 21 vagas em cursos gratuitos a distância para mães de crianças com doenças raras



A Universidade UNG tem 21 vagas, exclusivas para mães de crianças com doenças raras, em cursos gratuitos de graduação e especialização – educação a distância (EAD) – nas áreas de:


  • Engenharia Mecânica;
  • Engenharia de Produção; 
  •  Engenharia Elétrica; 
  • Engenharia Civil;
  • Ciências Contábeis; 
  • Administração; 
  • Marketing; 
  • Gestão de Qualidade;
  • Gestão de Recursos Humanos;
  • Gestão Financeira; 
  • Gestão em Processos Gerenciais; 
  • Análise e Desenvolvimento de Sistemas; 
  • Logística;
  • Letras/Português ou Inglês;
  • Pedagogia;
  • Nutrição; 
  • Gastronomia;
  • Gestão Ambiental;
  • Gestão Pública;
  • Gestão Ambiental;
  • Gestão Hospitalar;
  • Ciências Aeronáuticas.


A ação faz parte do projeto ‘Mães Produtivas’, da Aliança de Mães e Famílias Raras (AMAR) e do Grupo Ser Educacional, que identificou nessas mulheres uma grande dificuldade na continuidade ou mesmo no início de estudos, além de destacar um problema social.


“Mães de crianças com doenças raras, em sua maioria, são cuidadoras em tempo integral dos próprios filhos. Muitas são chefes de família. No Brasil, 5 milhões de crianças não têm o nome do pai no registro de identificação. E 70% das mulheres que têm filhos com deficiência são abandonadas pelos maridos (tornam-se cuidadoras de alguém), em um processo exaustivo que se desdobra em doenças secundárias para a mãe, como depressão e síndrome do pânico”, diz Daniela Rorato, vice-presidente da AMAR.


Para fazer inscrição é necessário entrar contato com a Aliança de Mães e Famílias Raras  pelo e-mail amareagir@gmail.com ou pelos telefones (81) 3132-0650 e (81) 9-8448-8710.


O prazo para efetuar a inscrição vai até dia 30 de julho.


 
 
 

4 de mar. de 2016

Senac oferece curso on-line e gratuito para aprender Libras



O Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) oferece o curso LIBRAS Básico  - Língua Brasileira de Sinais, dentro do PSG (Programa Senac de Gratuidade). 


As aulas são totalmente gratuitas e atendem à necessidade de promover o processo de inclusão por meio da comunicação entre pessoas ouvintes e pessoas surdas.


A aprendizagem é feita totalmente on-line, na plataforma do Senac. A ideia mínima é 15 anos e ensino fundamental completo. Para emitir o certificado, o aluno deve ter competência desenvolvida em todas as unidades curriculares.


O curso é voltado para profissionais em geral, interessados em entender sinais básicos e comunicar-se com o surdo em situações de atendimentos simples que envolvam o processo de conversação em LIBRAS.  


Podem se inscrever aqueles cuja renda familiar mensal por pessoa não ultrapasse dois salários mínimos. 


É preciso preencher uma ficha com informações pessoais e assinar uma declaração de renda, após clicar em seu curso de interesse.


Clique aqui e comece agora!



Fonte: Catraca Livre 


18 de set. de 2013

Instituto APAE DE SÃO PAULO abre inscrições para novo curso online


 

O Instituto APAE DE SÃO PAULO promove na área educacional atividades destinadas à qualificação, atualização e aprimoramento dos profissionais das áreas da Saúde e Educação, contribuindo para disseminar os conhecimentos reunidos na Organização para todos os segmentos da sociedade. 


Como forma de facilitar o acesso de pessoas de outras cidades e estados do Brasil às aulas, desde agosto deste ano o Instituto promove cursos de educação à distância com iniciativas próprias e em parceria com instituições de ensino e de pesquisa.
 
O novo curso “Deficiência Intelectual e longevidade: atualidades, perspectivas e desafios” já está com as inscrições abertas e traz conhecimento teórico e prático que facilite a avaliação dos sinais de envelhecimento na pessoa com Deficiência Intelectual para atender, de maneira efetiva, essa população. 


Com início em 25 de setembro, alunos de qualquer cidade do país poderão assistir às aulas que serão exclusivamente online e terão como público-alvo profissionais da Saúde, Assistência Social e cuidadores. 


A duração é de cinco semanas (40 horas) e traz metodologia que privilegia o diálogo, colaboração, interação, autonomia, autoria e coautoria dos alunos. 


A avaliação será multidimensional (diagnóstica, formativa e somativa), ocorrendo durante todo o período do curso. Como recursos didáticos serão utilizados textos, vídeos, áudios, fóruns de discussão, biblioteca e outras interfaces de colaboração.



 


As aulas serão ministradas pela professora Claudia Lopes, graduada em Fonoaudiologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, com especialização em Neurolinguística pela USP, aprimoramento em Gerontologia e MBA em Gestão Estratégica da Saúde. Claudia Lopes possui também experiência em humanização em saúde pelo programa de acolhimento da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e atualmente trabalha como Fonoaudióloga no atendimento de pessoas com Deficiência Intelectual em processo de envelhecimento no Serviço de Apoio ao Envelhecimento da APAE DE SÃO PAULO.
 



Para aqueles que tiverem interesse, é necessário fazer a inscrição por meio do link http://bit.ly/inscricaoEAD. O valor do curso é R0,00 e vai de 25 de setembro a 30 de outubro. Para mais informações sobre as aulas, acesso o site instituto@apaesp.org.br ou ligue para (11) 5080-7186 / 5080-7007.
 
 

Curso online “Deficiência Intelectual e longevidade: atualidades, perspectivas e desafios” 
 
Período: 25/09/13 a 30/10/13
Duração: 5 semanas
Carga horária: 40 horas
Público-alvo: profissionais da área da saúde, da assistência social e cuidadores.

 


Inscrições:
 

Preencha a ficha de inscrição

 


INFORMAÇÕES:
   
instituto@apaesp.org.br
 

(11) 5080-7186 ou 5080-7007
 



Sobre a APAE DE SÃO PAULO
 

A APAE DE SÃO PAULO é uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, cuja missão é promover a prevenção e a inclusão da pessoa com Deficiência Intelectual. Há 52 anos, atua em todas as fases da vida, da infância ao processo de envelhecimento.


Pioneira em introduzir o Teste do Pezinho no Brasil, promove também a inclusão social, estimulando o desenvolvimento de habilidades e potencialidades que favoreçam a escolaridade e a vida produtiva laboral, bem como oferecendo atendimento jurídico, inclusive aos seus familiares, acerca dos direitos e deveres da pessoa com deficiência. 


Por meio do seu Instituto, investe na geração de conhecimento sobre Deficiência Intelectual através de fomento à pesquisa e produção científica como também desenvolve programas de educação continuada como forma de garantir a disseminação do conhecimento gerado na Organização. 


Para conhecer mais sobre a APAE DE SÃO PAULO, acesse http://www.apaesp.org.br ou entre em contato pelo e-mail atendimento@apaesp.org.br; ou no telefone (11) 5080-7000.


Fonte: Apae


10 de set. de 2013

Ter diploma é muito gratificante, diz mineira tetraplégica que fez ensino a distância

Diploma em forma de canudo
A pedagoga Luciana de Lima Santana, 32 anos, não poderia imaginar que nove anos depois de um grave acidente de carro que a deixou tetraplégica, ela estaria trabalhando como educadora e cuidando pessoalmente dos detalhes da formação da filha, de 12 anos.


A tragédia alterou radicalmente a vida de Luciana, mas a mudança mais importante, classificada por ela, foi conquista do curso superior a distância pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em 2011.


"Eu me sinto muito realizada. Ter um diploma da faculdade foi muito gratificante para mim e para minha família. Eu gosto de me ver como um exemplo de superação. Não vejo com heroísmo, mas como exemplo. Na vida, se algo ruim acontece, a gente deve buscar outros caminhos", afirma.


Ela conheceu o ensino a distância por meio de uma reportagem em uma TV regional e ficou interessada nos cursos oferecidos pela UFJF. Antes do acidente, havia concluído o ensino médio, um curso técnico em meio ambiente e iniciado o técnico em enfermagem. 


No entanto, uma paixão da adolescência – a pedagogia – falou mais forte e influenciou a escolha no vestibular. 


O concurso foi realizado em casa, em um período em que Luciana ainda ficava deitada se recuperando do acidente. Um professor aplicou a prova oral para a candidata, que conseguiu aprovação.


Luciana mora em Ilicínea, cidade que fica a cerca de 300 quilômetros de Belo Horizonte (MG). No município há um polo da UAB, no qual a estudante se matriculou com apoio de um irmão e das coordenadoras da unidade. 


Durante quatro anos teve que aprender a sentar, firmar os braços e a digitar para participar das atividades online da graduação.


"Tive uma grande evolução, pois não tinha coordenação nos braços e na mão. Com o tempo consegui teclar sozinha. Antes eu lia textos e precisava de alguém para digitar os trabalhos. Hoje faço sozinha. Foi uma evolução psicológica, física e social", conta Luciana. Quem antes ficava em casa, respeitando limitações físicas, fez amigos nos encontros e atividades presenciais com a turma de pedagogia.


Atualmente, Luciana dá aulas particulares de todas as matérias para alunos do ensino fundamental e está terminando a pós-graduação a distância em Educação Empreendedora pela  Universidade Federal de São João Del-Rei (UFJS). 


"Conheci um mundo que estou apaixonada", comenta Luciana sobre a pedagogia. O maior orgulho dela é acompanhar de perto a educação da filha de 12 anos, podendo aplicar o que estudou na teoria da graduação.

Outras histórias


A segunda graduação de Marlene Simões, 48, foi de pedagogia. E a distância. Moradora de Guapé, um pequeno município mineiro a cerca de 300 km de Belo Horizonte, ela optou pelo ensino a distância) com a intenção de suavizar a rotina de estudante. 


O polo de Ilicínea, em que ela fazia algumas aulas e as provas, fica a 30 km da sua cidade. E o seu diploma é da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que reúne atualmente 3.700 alunos na modalidade a distância.


A expectativa é grande para a colação de grau que deve acontecer em fevereiro de 2014. O operador de máquinas do  Departamento Municipal de Limpeza Urbana (Demlurb) de Juiz de Fora, Luiz Carlos Figueiredo, 33, está quase se formando em Administração Pública, graduação cursada pelo ensino a distância na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).


Fonte: UOL

29 de jul. de 2013

Alunos cegos e surdos podem fazer curso de online gratuito de inglês em São Paulo

Diploma está sobre teclado de notebook
Estudantes cegos e surdos que cursam o ensino médio na rede pública de ensino do Estado de São Paulo poderão estudar a língua inglesa pela internet a partir de agosto. 

A Secretaria da Educação do Estado disponibiliza a inscrição para os interessados até o dia 30 de julho. 

São oferecidas quatro mil vagas, número que atende a todos os estudantes da rede pública com esses tipos de deficiência.


A coordenadora da Escola Virtual, Ana Carolina Nunes Lafenina, conta que adaptar a plataforma do inglês online para o acesso de alunos cegos e surdos foi algo muito complexo, por isso a equipe toda vibra com o resultado.


— Brincamos que o projeto é um filho. A gente esta super feliz com o resultado. Foi construída uma nova plataforma, baseada na anterior. 

O espaço é muito lúdico, como um cenário de vídeo-game. Os vídeos ganharam audiodescrição, legendas e janelas de explicação em libras (língua brasileira de sinais).


Aqueles que não tiverem acesso a internet em casa podem utilizar a sala de computação das escolas públicas, que estão preparadas com estagiários para auxiliar os estudantes, de acordo com informações da Secretaria.


A demanda irá atender especificamente pessoas com baixa visão, cegas, surdos e alunos com deficiência auditiva em geral. 

A carga horária do curso é de 80 horas, dividida em oito módulos com dez horas cada. As aulas começam em agosto e vão até o dia 3 de dezembro.


Os alunos do programa têm um professor tutor, com quem podem se comunicar por e-mail e bate-papo em tempo real.  Há também tutores itinerantes, que vão presencialmente até a escola do estudante.


O inglês online foi lançado em 2012 para auxiliar no vestibular e oferecer um diferencial no currículo dos alunos que estão terminando o ensino médio e entrando para o mercado de trabalho.  

O módulo com recursos de acessibilidade foi desenvolvido com exclusividade para atender à demanda e garantir a participação dos alunos.


Fonte: R7 Notícias