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25 de mai. de 2015

SUS distribuirá medicamento de alto custo para tratar esclerose múltipla



A portaria do Ministério da Saúde incorporou o Fingolimode na rede pública de saúde após o relatório favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Novas Tecnologias (Conitec), segundo informações divulgadas no site da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem).


O Fingolimode é uma nova classe de medicamento que atua no sistema imune, indicado para reduzir a progressão da doença. Tem preço estimado em mais de R$ 5 mil por mês.

 
A inclusão do remédio no protocolo, no entanto, não garante o livre acesso. A Abem esclarece que para ter direito ao programa de alto custo o paciente interessado deverá apresentar falha terapêutica no uso da Betainterferona, do Glatirâmere, e do Natalizumabe, além de não ter contraindicação para o uso do Fingolimode. 


Segundo a associação, no caso de indicação não prevista pelas instruções normativas, o interessado poderá tentar o acesso ao medicamento por via judicial.

 
A esclerose múltipla é uma doença autoimune que afeta as habilidades motoras, sensoriais e cognitivas. Atinge aproximadamente 24 mil pessoas no Brasil, principalmente entre os 18 e 55 anos, segundo estimativas recentes do Ministério da Saúde.

 
O site da Abem traz informações sobre como dar entrada no pedido.







24 de mar. de 2015

Saiba Mais Sobre o Virus Chikungunya

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A febre chicungunha é uma doença viral parecida com a dengue, transmitida por um mosquito comum em algumas regiões da África.  


Nos últimos anos, inúmeros casos da doença foram registrados em países da Ásia e da Europa. Recentemente, o vírus CHIKV foi identificado em ilhas do Caribe e na Guiana Francesa, país latino-americano que faz fronteira com o estado do Amapá.

 
O certo é que o chikungunya está migrando e chegou às Américas. No Brasil, a preocupação é que o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, mosquitos transmissores da dengue e da febre amarela, têm todas as condições de espalhar esse novo vírus pelo País. Seu ciclo de transmissão é mais rápido do que o da dengue. 


Em no máximo sete dias a contar do momento em que foi infectado, o mosquito começa a transmitir o CHIKV para uma população que não possui anticorpos contra ele. Por isso, o objetivo é estar atento para bloquear a transmissão tão logo apareçam os primeiros casos.

 
Sintomas

 
Embora os vírus da febre chikungunya e os da dengue tenham características distintas, os sintomas das duas doenças são semelhantes.
 

Na fase aguda da chikungunya, a febre é alta, aparece de repente e vem acompanhada de dor de cabeça, mialgia (dor muscular), exantema (erupção na pele), conjuntivite e dor nas articulações (poliartrite). 


Esse é o sintoma mais característico da enfermidade: dor forte nas articulações, tão forte que chega a impedir os movimentos e pode perdurar por meses depois que a febre vai embora.

 
Ao contrário do que acontece com a dengue (que provoca dor no corpo todo), não existe uma forma hemorrágica da doença e é raro surgirem complicações graves, embora a artrite possa continuar ativa por muito tempo.

 
 Qual a principal diferença entre o Aedes aegypti e o Aedes albopictus?
 

Apesar de necessitarem dos mesmos meios para o desenvolvimento, o A. aegypti, tem maior preferência de pôr seus ovos em criadouros artificiais, já que se adaptou muito bem ao ambiente urbano. 


No Brasil, o A. albopictus é mais exofílico: escolhe lugares com maior cobertura vegetal para viver e se reproduzir, como matas. Seus hábitos são mais silvestres e, por isso, é mais encontrado em áreas rurais e suburbanas.


Diferentemente do A. aegypti, o A. albopictus não tem preferência tão assídua pelo sangue humano e se alimenta com certa freqüência em outros animais vertebrados, como cachorros, gatos e bois.

 
Diagnóstico


 

O diagnóstico depende de uma avaliação clínica cuidadosa e do resultado de alguns exames laboratoriais. As amostras de sangue para análise devem ser enviadas para os laboratórios de referência nacional.

 

Casos suspeitos de infecção pelo CHIKV devem ser notificados em até 24 horas para os órgãos oficiais dos serviços de saúde.



 

Tratamento
 

Na fase aguda, o tratamento contra a febre chikungunya é sintomático. Analgésicos e antitérmicos são indicados para aliviar os sintomas. Manter o doente bem hidratado é medida essencial para a recuperação.



Quando a febre desaparece, mas a dor nas articulações persiste, podem ser introduzidos medicamentos anti-inflamatórios e  fisioterapia.


Prevenção


  •  Usar repelentes que contenha a substancia icarina (para crianças de 2 até os 12 anos) , dietiltoluamida (para pessoas com mais de12 anos) ou hiperedina (pode ser usado por crianças em casos especificos)

  • Usar roupas brancas ( o mosquito prefere locais escuros)

  •    Fazer aplicação de óleo de citronela  dentro de casa

  • Seja homogêneo: passe por todo o corpo, incluindo nariz, orelha, nuca, tornozelo - áreas que são áreas geralmente esquecidas

  • Não use em mucosas, como boca, olhos e dentro do nariz, pois pode causar irritação

  • Repasse o repelente conforme a necessidade, principalmente se estiver suando muito ou tiver se banhado

  • O repelente deve ser o último a ser colocado na pele. Passe primeiro o protetor solar e depois o repelente

  • Se possível, pulverize a face externa da roupa com repelente. Isso também ajuda a evitar picadas de mosquito.

  • Quando for visitar um lugar repleto de mosquitos, é recomendado o uso de roupas leves e claras

  • Mesmo em lugares quentes, use calça e blusa com manga comprida, que podem ou não estar impregnadas com repelentes

  • Não use perfume, pois o cheiro adocicado pode atrair mais mosquitos

  • Prefira desodorantes sem perfume, sabonetes neutros e xampus sem cheiro

  • Se possível, fique em ambientes fechados com tela e com uso de inseticida

  • Se for dormir ao ar livre, use mosquiteiros impregnados de repelentes para se proteger

  • Evite sair nos horários de maior atividade dos mosquitos, como o amanhecer e anoitecer no caso da malária.
     
  • A maneira mais simples de prevenir a chikungunya é a eliminação dos mosquitos, a mesma da dengue, não deixar água parada em recipientes para evitar a proliferação do mosquito. 

 prevenção da chikungunya




Observação importante:



  • Crianças menores de 2 anos não devem fazer uso de repelentes 
 
  •  Gestantes e pessoas alérgicas aos componentes dos repelentes também devem evitar o uso. 

  •  Não aplicar o óleo de Cintronela na pele. Para pessoas alérgicas e menores de 2 anos  o óleo de citronela pode ser perigoso, e você pode desencadear um processo de alergia, uma dermatite, ou mesmo um processo alérgico respiratório”.


3 de mar. de 2015

Saiba Mais Sobre Esclerose Multipla

 


Esclerose múltipla é uma doença inflamatória crônica, provavelmente autoimune. Por motivos genéticos ou ambientais, na esclerose múltipla, o sistema imunológico começa a agredir a bainha de mielina (capa que envolve todos os axônios) que recobre os neurônios e isso compromete a função do sistema nervoso. A característica mais importante da esclerose múltipla é a imprevisibilidade dos surtos.


Em geral, a doença acomete pessoas jovens, entre 20 e 30 anos, e provoca dificuldades motoras e sensitivas.


Não se conhecem ainda as causas da doença. Sabe-se, porém, que a evolução difere de uma pessoa para outra e que é mais comum nas mulheres e nos indivíduos de pele branca que vivem em zonas temperadas.


O diagnóstico é basicamente clínico, complementado por exames de imagem, por exemplo, a ressonância magnética.

Sintomas


A fase inicial da esclerose múltipla é bastante sutil. Os sintomas são transitórios, podem ocorrer a qualquer momento e duram aproximadamente uma semana.


Tais características fazem com que o paciente não dê importância às primeiras manifestações da doença que é remitente-recorrente, ou seja, os sintomas vão e voltam independentemente do tratamento.


A pessoa pode passar dois ou três anos apresentando pequenos sintomas sensitivos, pequenas turvações da visão ou pequenas alterações no controle da urina sem dar importância a esses sinais, porque, depois de alguns dias eles desaparecem. 


Com a evolução do quadro, aparecem sintomas sensitivos, motores e cerebelares de maior magnitude representados por fraqueza, entorpecimento ou formigamento nas pernas ou de um lado do corpo, diplopia (visão dupla) ou perda visual prolongada, desequilíbrio, tremor e descontrole dos esfíncteres.

 

Tratamento


Uma vez confirmado o diagnóstico de esclerose múltipla, uma doença inflamatória desmielizante, com manifestação remitente-recorrente, o tratamento tem dois objetivos principais: abreviar a fase aguda e tentar aumentar o intervalo entre um surto e outro. 


No primeiro caso, os corticosteroides são drogas úteis para reduzir a intensidade dos surtos. 


No segundo, os imunossupressores e imunomoduladores ajudam a espaçar os episódios de recorrência e o impacto negativo que provocam na vida dos portadores de esclerose múltipla, já que é quase impossível eliminá-los com os tratamentos atuais.

 

Recomendações


* Embora não altere a evolução da doença, é importante manter a prática de exercícios físicos;

* Quando os movimentos estão comprometidos, a fisioterapia ajuda a reformular o ato motor, dando ênfase à contração dos músculos ainda preservados;

* O tratamento fisioterápico associado a determinados remédios ajuda também a reeducar o controle dos esfíncteres;

* Nas crises agudas da doença, é aconselhável o paciente permanecer em repouso.






Saiba Mais Sobre : AVC (Acidente Vascular Cerebral) ou Derrame

 


O acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame cerebral, pode ser de dois tipos:


a) Acidente Vascular Isquêmico – falta de circulação numa área do cérebro provocada por obstrução de uma ou mais artérias por ateromas, trombose ou embolia. Ocorre, em geral, em pessoas mais velhas, com diabetes, colesterol elevado, hipertensão arterial, problemas vasculares e fumantes.


b) Acidente Vascular Hemorrágico – sangramento cerebral provocado pelo rompimento de uma artéria ou vaso sanguíneo, em virtude de hipertensão arterial, problemas na coagulação do sangue, traumatismos. Pode ocorrer em pessoas mais jovens e a evolução é mais grave.

Sintomas do AVC

 

a) Acidente Vascular Isquêmico


* Perda repentina da força muscular e/ou da visão;

* Dormência na face, braço ou perna;

* Dificuldade de comunicação oral (fala arrastada) e de  compreensão;

* Tonturas;

* Formigamento num dos lados do corpo;

* Alterações da memória.


Algumas vezes, esses sintomas podem ser transitórios – ataque isquêmico transitório (AIT). Nem por isso deixam de exigir cuidados médicos imediatos.


b) Acidente Vascular Hemorrágico


* Dor de cabeça repentina;

* Edema cerebral;

* Aumento da pressão intracraniana;

* Náuseas e vômitos;

* Déficits neurológicos semelhantes aos provocados pelo acidente vascular isquêmico.


Fatores de risco


Os fatores de risco para AVC são os mesmos que provocam ataques cardíacos:


* Hipertensão arterial;

* Colesterol elevado;

* Fumo;

* Diabetes;

* Histórico familiar;

* Ingestão de álcool;

* Vida sedentária;

* Excesso de peso;

* Estresse.

 

Tratamento


Acidente vascular cerebral é uma emergência médica. O paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar. Trombolíticos e anticoagulantes podem diminuir a extensão dos danos. 


A cirurgia pode ser indicada para retirar o coágulo ou êmbolo (endarterectomia), aliviar a pressão cerebral ou revascularizar veias ou artérias comprometidas.


Infelizmente, células cerebrais não se regeneram nem há tratamento que possa recuperá-las. No entanto, existem recursos terapêuticos capazes de ajudar a restaurar funções, movimentos e fala. Quanto antes forem aplicados, melhores serão os resultados.

 

Recomendações


* Controle a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue. Hipertensos e diabéticos exigem tratamento e precisam de acompanhamento médico permanente. Pessoas com pressão e glicemia normais raramente têm derrames;

* Procure manter abaixo de 200 o índice do colesterol total. Às vezes, só se consegue esse equilíbrio com medicamentos. Não os tome nem deixe de tomá-los por conta própria. Ouça sempre a orientação de um médico;

* Adote uma dieta equilibrada, reduzindo a quantidade de açúcar, gordura, sal e bebidas alcoólicas;

* Não fume. Está provado que o cigarro é um fator de alto risco para acidentes vasculares;

* Estabeleça um programa regular de exercícios físicos. Faça caminhadas de 30 minutos diariamente;

* Informe seu médico se em sua família houver casos doenças cardíacas e neurológicas como o AVC;

* Procure distrair-se para reduzir o nível de estresse. Encontre os amigos, participe de atividades culturais, comunitárias, etc.




29 de dez. de 2014

Dicas para um verão saudável


 

 

PELE: tempo de exposição ao sol tem limites


Aí está o verão. E não importa onde você decidiu pegar sol – no quintal de casa, na praia, na fazenda ou na estrada – há uma série de precauções a serem tomadas para evitar que seu tempo de lazer seja interrompido por algum problema de saúde.

 
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, cerca de 90% das lesões, que causam o câncer de pele, localizam-se nas áreas que ficam expostas ao sol, o que mostra a importância da proteção nos dias mais ensolarados. 


No Brasil, sem contar as incidências não divulgadas, são registrados mais de 100 mil casos de câncer de pele a cada ano.
 

Além do uso de protetores solares, recomenda-se também, a exposição adequada ao sol, ou seja, antes das 10h e depois das 15h. 


Para evitar o câncer de pele e as lesões pré-cancerosas, alguns cuidados são imprescindíveis: mesmo em dias nublados, o filtro deve ser usado e a proteção deve ser complementada com bonés, chapéus, roupas claras e óculos escuros. 


O filtro solar deve fazer parte da rotina de todos e quando houver exposição ao sol, precisa ser aplicado a cada hora.


Crianças e adultos



Os efeitos da irradiação ultravioleta, principal agente causador da doença, só se manifestam com o passar do tempo. Na maioria dos casos, as lesões começam a aparecer por volta dos 30 anos de idade. 


Os efeitos do sol são cumulativos e 80% da radiação solar recebida durante a vida ocorre até dezoito anos. É por isso que o trabalho de esclarecimento e de conscientização é muito importante em crianças e adolescentes.


Para manter a pele saudável no verão, siga algumas recomendações como: beber muito líquido para hidratar o corpo e a pele e, principalmente, a utilização do filtro solar, nunca com fator de proteção abaixo de 15. 


Quanto ao tempo de exposição ao sol, sem que se inicie o processo de queimadura da pele, chamado eritema, varia de pessoa para pessoa, conforme a cor da pele. 


Portanto, conheça o estudo realizado recentemente pela Sociedade Brasileira de Dermatologia em parceria com a Universidade do Rio de Janeiro, relativo ao tempo de exposição ao sol permitido de acordo com a cor de sua pele. 


A pesquisa considerou as seguintes condições: céu claro, sem nuvens e névoas; e sem proteção adequada.

  • PELE CLARÍSSIMA – pessoas com olhos azuis, sardentas, que sempre se queimam e nunca se bronzeiam: 15 min.
  • PELE MUITO CLARA – pessoas com olhos verdes ou castanhos-claros e cabelo loiro ou ruivo, que sempre se queimam e, às vezes, se bronzeiam: 18 min.
  • PELE CLARA – Média das pessoas brancas que se queimam moderadamente e bronzeiam-se de modo uniforme: 24 min.
  • PELE MORENO-CLARA – Pessoas com cabelo castanho-escuro e olhos escuros que se queimam muito pouco e bronzeiam-se muito: 31 min.
  • PELE MORENA – Pessoas que raramente se queimam e se bronzeiam muito: 48 min.
  • PELE NEGRA – Pessoas que nunca se queimam e são profundamente pigmentadas: 66 min.

 

Doenças de pele mais comuns no verão:

 

MICOSES


As micoses são doenças causadas por fungos e podem ser divididas em superficiais e profundas. 


Superficiais são aquelas em que o fungo se localiza sobre a pele ou ao redor dos pêlo, ou ainda se os fungos penetram apenas na camada externa da epiderme, (a camada córnea), ou nas raízes dos pêlos e das unhas.


Já nas micoses profundas, os parasitas podem infectar a pele e os órgãos internos como pulmões, intestinos, ossos, sistema nercoso e outros. Ao penetrar no organismo o fungo se dissemina, por via linfátiva ou sanguínea.


As micoses profundas são obviamente muito mais graves que as superficiais e apresentam aspectos de incidência particulares. Alguns tipos sãoencontrados em todas as partes do mundo e há outras formas, como 


Blastomicose, com mais frequência de aparecimento na América do Sul. As micoses superficiais são divididas em 2 grupos:


Aquele que se localiza na superfície da pele e pêlos: os fungos retiram sua alimentação de restos epiteleiais ou de secreções; outro grupo é constituído por doenças denominadas Dermatomicoses e Dermatofitoses. 


As Dermatomicoses são causadas por fungos específicos dotados de uma enzima especial que pode transformar a queratina em alimento. 


A queratina é a principal substância constituinte da camada córnea da epiderme, dos pêlos e unhas. Já as Dermatofitoses são causadas por fungos Dermatófitos, classificados em 3 gêneros: Tricófitos, Microsporos e Epidermófitos.


A micose de COURO CABELUDO apresenta-se como uma área arredondada com menos cabelos, descamação e coceira. Compromete mais as crianças, é contagiosa e se manifesta em ambientes comunitários. O tratamento é sistêmico, via oral, feito por médico especialista.


A micose de PÉ é bastante comum, causando lesões como bolhas, descamação e intertrigo. A frieira é a forma clínica de pé-de-atleta, ou dermatofitose. As lesões de frieira localizam-se entre os artelhos, sendo pruriginosas, podendo ser provocadas por Dermatófitos do gênero Trichophyton ou pela Candica albicans.


A micose de UNHA é de difícil e longo tratamento, porque o fungo se adapta muito bem às unhas dos pés, provocando o engrossamento, amarelamento e descamação das unhas.


Para evitar a contaminação você precisa:


  • Manter o corpo limpo e seco, especialmente pés, mãos e reentrâncias.
  • Evite andar descalço em áreas de uso comum, como clubes e academias.
  • Usar semanalmente talcos e loções secativas contendo agentes antisépticos, como Triclosan, Triclorocarban, Carpriloil glicina, Óleo essencial de Melaleuca e Timol.
  • Evitar compartilhar objetos de uso pessoal, como alicates de unha, escovas e pentes, buchas e esponjas de banho.

 

CONJUNTIVITE

 

Conjuntitivte á a inflamação da membrana (conjuntiva) que cobre o olho e a superfície interna das pálpebras. As três principais causas de conjuntitive são:

  1. Contaminação do olho com bactérias ou vírus. Eles podem ser transmitidos pelas mãos (principalmente), por toalhas, cosméticos (particulamente maquilagem para os olhos) ou uso prolongado de lentes de contato. Os dois tipos de infecção são contagiosos.
  2. Irritação é outra causa de conjuntivite. Os causadores podem ser a poluição do ar, fumaça (cigarro), sabão, sabonetes, sprays, maquilagens, cloro, produtos de limpeza  etc.
  3. Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazibal), devido a alergia à pólens.

 Quais são os sintomas?



Várias combinações dos seguinters sintomas podem estar presentes: coceira, olhos vermelhos, fotofobia (sensibilidade à luz), inchaço das pálpepras e secreção nos olhos. A secreção pode ser desde aquosa até purulenta, dependendo da causa da conjuntivite.


Duração:



Na maioria dos casos dura de poucos dias a duas semanas. Conjuntivite alérgica dura enquanto o alergeno estiver presente.


Tratamento:
 


O tratamento varia dependendo da causa. Medicações (pomadas ou colírios) podem ser recomendadas para acabar com a infecção, aliviar os sintomas da alergia e/ou diminuir o desconforto.


Cuidados:


  • Lave suas mãos com frequência
  • Não coloque as mãos nos olhos para evitar recontaminação
  • Evite coçar os olhos para diminuir a irritação da área
  • Lave as mãos antes e depois do uso de colírios ou da pomada no olho
  • Evite a exposição à agentes irritantes (fumaça) e/ou alegenos (pólen), que podem causar a conjuntivite
  • Não use lentes de contato enquanto estiver com conjuntivite
  • Não use lentes de contato se estiver usando colírios ou pomadas


Pode-se previnir as conjuntivites?
 


É difícil previnir-se das conjuntivites, mas algumas medidas podem diminuir o risco de você adquirir uma conjuntitivite, que são:

  • Não use maquiagem de outras pessoas (e nem empreste as suas)
  • Evite compartilhar toalhas de rosto
  • Lave as mãos com frequência e não coloque-as nos olhos
  • Use óculos de mergulho para nadar, ou óculos de proteção se você trabalha com produtos químicos
  • Não use medicamentos (pomadas, colírios) sem prescrição (ou indicados para outra pessoa)
  • Evite nadar em piscinas sem cloro, ou em lagos

Atenção!  


Se ocorrer algum destes problemas, contate seu médico:


  • Alterações visuais
  • Dor ocular intensa
  • Dor ao movimentar os olhos
  • Febre
  • Não melhoria com a medicação
  • Secreção contínua após o término da medicação
  • Aumento da sensibilidade à luz

 

BROTOEJAS


A brotoeja – chamada pelos médicos de miliária – é uma erupção cutânea que afeta bebês e crianças pequenas. 


É causada pelo suor profuso, aliado à glândulas sudoríparas obstruídas e inflamadas. Devido à obstrução e a inflamação, o suor não chega à superfície da pele, ficando retido e causando irritação,frequentemente com coceira. 


A brotoeja é comum após a queimadura do sol, num dia quente e úmido, com febre ou como resultado de calor excessivo proveniente do excesso de roupas ou um ambiente superaquecido.


A erupção cutânea é caracterizada por áreas vermelhas, com pequenas vesículas no centro. Essa erupção cutânea pode aparecer no rosto, pescoço, ombro, barriga ou peito. Pode coçar e “pinicar”.


Tratamento convencional:



O tratamento de brotoeja objetiva o conforto, principalmente ao refrescar e secar a área afetada. Banhos, roupas frescas e a prevenção de condições que provavelmente causem suor são as principais recomendações para a criança com brotoeja. 


Um ambiente com ar-condicionado é muitas vezes útil. Aplicar um creme esteróide, de uso tópico, na área afetada, pode oferecer algum alívio, mas não é tão eficaz para resolver o problema quanto trocar as roupas do seu filho e/ou mudar seu ambiente.


Diretrizes alimentares:
 

Enquanto seu filho tiver essa erupção cutânea, elimine doces e alimentos gordurosos. Esses podem aumentar o calor interno e agravar a erupção cutânea.


Recomendações gerais:
 

Dê, em seu filho, banhos de aveia para refrescar a pele e aliviar a coceira. Seque a pele com tapinhas suaves, e não com esfregões vigorosos. 


Não aplique qualquer loção ou pomada perfumada na pele. Podem piorar a situação. Vista seu filho com roupas frescas, de fibra natural e arejadas.


Prevenção:
 


Evite que seu filho saia com muita roupa, principalmente em dias quentes. Se ele for propenso à brotoejas, experimente mantê-lo o mais fresco possível, principalmente no verão. Sempre que possível, faça com que evite atividades que façam suar muito.


Fonte:Labormed 

 

19 de nov. de 2014

Problemas oculares na infância e na adolescência são muito comuns.

 


Problemas oculares na infância e na adolescência são muito comuns. Dados do Ministério da Saúde revelam que 30% das crianças em idade escolar apresentam algum problema de vista. 


O que muita gente não sabe é que cerca de 90% do desenvolvimento da visão ocorrem até os dois anos de idade. Quando a alteração ocular não é corrigida na infância, acarreta prejuízos para o resto da vida. 


As duas principais causas de cegueira evitável no Brasil são a catarata e falta de óculos. Oito em cada 10 casos de perda de visão poderiam ser evitados se detectados precocemente.


De acordo com o oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, o ideal é que a primeira consulta oftalmológica ocorra com um ano de idade. 


“Quanto antes diagnosticado o problema, maiores serão as chances de tratamento eficaz porque a visão ainda não está totalmente desenvolvida”, afirma o médico, lembrando que na França, por exemplo, toda criança passa pela primeira consulta com um ano de idade e, em decorrência disso, o país possui um dos menores índices de problemas de visão.


Na consulta, são realizados exames que avaliam a integridade anatômica e funcional das diversas partes do olho, dando ênfase ao diagnóstico de vícios de refração - miopia, hipermetropia e astigmatismo.


 A criança também deve ser submetida a exames de fundo de olho. O procedimento pode identificar doenças sérias como tumores e problemas vasculares.


Um dos problemas mais comuns encontrados em crianças é a hipermetropia: um erro de focalização da imagem no olho, fazendo com que a imagem seja formada após a retina. 


“A doença provoca dores de cabeça e desconforto para ler de perto, assistir à TV ou JOGAR videogame. Em função do cristalino da criança ser mais flexível, o erro de refração pode ser compensado com maior facilidade”, explica Hilton Medeiros.


Já a miopia e o astigmatismo provêm de alterações na estrutura do olho, mas um exame nos anos iniciais pode detectar até casos mais delicados, resultantes de acidentes ou de malformação genética.


Outro problema muito comum em crianças é a ambliopia. Também conhecida como visão preguiçosa, é de fácil tratamento quando diagnosticado cedo. 


No entanto, se não for tratada pode levar à cegueira. Ela ocorre quando há privação da boa qualidade de imagem em um dos olhos. 


O cérebro, então, elege o olho saudável e o desenvolvimento neurológico acaba desequilibrado, porque a visão afetada não é estimulada, tampouco estimula o nervo ótico, que está conectado à atividade cerebral. 


“O tratamento é feito tapando o olho bom, mas, se for realizado após os sete anos de idade, o prejuízo para a visão será irreversível”, comenta o especialista.


O estrabismo também é frequente e de fácil tratamento na infância.“Quando um dos olhos fica estrábico, duas imagens diferentes são enviadas para o cérebro. Nas crianças com pouca idade, o cérebro aprende a ignorar a imagem do olho desviado, passando a receber somente a imagem do olho não desviado ou de melhor visão. Ou seja, o estrabismo provoca a perda da visão tridimensional na criança”, explica o médico. Quando tratado nos primeiros anos de vida, apresenta um bom resultado. Caso contrário, a baixa visual poderá ser definitiva.


O glaucoma congênito, a catarata congênita, a retinopatia da prematuridade e o retinoblasta também são doenças frequentes em bebês e crianças. Já o ceratocone é mais comum entre os 13 e 18 anos, fase em que o corpo passa por mudanças e impulsos de crescimento.


Já os recém-nascidos devem ser submetidos ao teste do reflexo vermelho ou do olhinho. Este exame, de suma importância, identifica a catarata infantil, responsável por 20% dos casos de cegueira de brasileiros até 15 anos, segundo a Organização Mundial de Saúde. Apesar de curável, a falta de informação e o diagnóstico tardio do mal são os principais vilões dos pequenos.


Fonte: Ler Para Ver


14 de nov. de 2014

Hanseníase você sabe o que é?


O que é Hanseníase?


É uma doença infecciosa causada por uma bactéria que atinge a pele e os nervos. Pode acarretar incapacidades fisícas que evoluem para deformidades.


Quais são os sintomas iniciais da Haneníase? 

  • Uma ou mais manchas na pele,de cor variada (esbranquiçada, avermelhada ou acastanhada); 
  • Manchas com perda de sensibilidade, pele seca e queda de pelos;
  • Dor, sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e pernas;
  • Nódulos (caroços) no corpo, avermelhados e doloroso;
  • Diminuição da força muscular das mãos,pés ou da face.


 CASO APRESENTE UM DESTES SNTOMAS, PROCURE UM POSTO DE SAÚDE


Como é transmitida?


Por meio das vias respiratórias (fala,espirro ou tosse), durante o convivio frequente e prolongado com um doente não tratado. 


Ao tratar, o doente não transmite mais a doença para outas pessoas. Em casa ou no trabalho não é necessário separar objetos como roupas, pratos, talheres ou copos. Os objetos devem permanecer arejados e ventilados.


Qual é o tratamento para a doença?


O tratamento é supervisionado, isto é o  paciente toma a medicação diariamente e deve ir uma vez por mês ao Posto de Saúde.


O medicamento é fornecido gratuitamente e o tratamento tem duração de 06 a 12 meses, dependendo da gravidade da doença. Quando tratada no início, a Hanseníase não causa incapacidades e nem deformidades.


Como se prevenir? 

  
Pessoas que tiveram convívio frequente e prolongado com o doente devem procurar um Posto de Saúde para serem examinadas e também receber esclarecimentos sobre os sintomas e sinais da doença.



 

6 de nov. de 2014

Ministério da Saúde realiza campanha de vacinação contra o sarampo e a paralisia infantil

Para manter a erradicação da poliomielite e garantir a eliminação do sarampo no Brasil, o Ministério da Saúde lança na última quinta-feira (28/10) a Campanha Nacional de Vacinação, que terá início no dia 8 de novembro. 


A expectativa do Ministério da Saúde é de que mais de 11 milhões de crianças sejam vacinadas até o dia 28 de novembro.


 Neste ano, o Dia D de Mobilização Nacional será realizado em dois momentos: no primeiro dia da campanha, 8 de novembro, e no dia 22.  A meta é atingir a cobertura vacinal de 95% do público-alvo.

 
A vacinação contra a poliomielite – responsável pela paralisia infantil – terá como população-alvo  crianças de seis meses até menores de cinco anos. 


A expectativa é vacinar mais de 12,7 milhões de crianças em todo o país. O Ministério da Saúde distribuirá cerca de 17,8 milhões de doses da vacina oral poliomielite (VOP) – vacina em gotas – que será utilizada prioritariamente. 


No entanto, é recomendada às Coordenações Estaduais de Imunizações a disponibilização da vacina inativada poliomielite (VIP), que é injetável, para as crianças acima de seis meses que estão com esquema vacinal atrasado.


Já a vacina tríplice viral, destinada à vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola, será aplicada em crianças de um ano a menores de cinco anos. 


A estimativa é promover a vacinação de 10,9 milhões de crianças. O Ministério da Saúde distribuirá cerca de 12,5 milhões de doses da vacina.


A campanha de seguimento contra o sarampo será realizada em todos estados e no Distrito Federal. 


No estado do Ceará e em alguns municípios de Pernambuco a vacinação foi antecipada para interromper a cadeia de transmissão do vírus devido ao registro de casos da doença em 2013 e 2014.

 
A vacina oral poliomielite (VOP) é segura e são raras as reações associadas ao seu uso nas duas primeiras doses do esquema básico. 


Com a introdução da vacina inativada poliomielite (VIP) em 2012 substituindo estas duas primeiras doses, o risco é considerado baixíssimo. Quanto à vacina tríplice viral, são poucas as reações como febre ou dor no local da administração, sendo geralmente bem toleradas.

 
Para a realização da campanha, estarão disponíveis mais de 100 mil postos espalhados por todo o país, 350 mil profissionais de saúde e 42 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais). 


Para que sejam cumpridas todas as fases da imunização, as vacinas contra a poliomielite, o sarampo, rubéola e caxumba continuam disponíveis durante todo o ano nos postos de saúde do Sistema Único de Saúde.

 
POLIOMIELITE NO BRASIL - O Brasil está livre da poliomielite desde 1990. Desde então, não houve novos casos registrados e, em 1994, o país recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território.

 
A continuidade das campanhas de vacinação é fundamental para evitar a reintrodução da doença no país, uma vez que dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstram que entre 2013 e 2014, 10 países registraram casos da doença e três deles são considerados endêmicos (Paquistão, Nigéria e Afeganistão).

 
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.

 
SARAMPO - Os últimos casos de contágio autóctone de sarampo no Brasil ocorreram em 2000 e, desde então, os casos registrados foram importados ou relacionados à importação. Em 2013 e 2014, foram registrados casos importados no país, com concentração em Pernambuco e Ceará. No mundo, em 2014, foram registrados 160 mil casos da doença e com o fluxo de turismo e comércio entre os países o risco de contaminação se eleva.

 
O sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. 


As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade. A única forma de prevenção é por meio da vacina.


CAMPANHA- A campanha publicitária que começara a ser veiculada na primeira semana de novembro trará o personagem Zé Gotinha com referências de personagens conhecidos do público infantil como a Peppa Pig e os Minions, além de se inspirar também nos mangás, histórias em quadrinhos de origem japonesa. 


A campanha será veiculada em rádio, televisão, internet, cartazes e também em Digital Out Of Home (DOOH - vídeos utilizados em elevadores, aeroportos e ônibus).

 
O Ministério da Saúde acaba de atualizar o aplicativo Vacinação em Dia para tablets e smartphones lançado em 2013. 


A ferramenta é uma forma fácil, moderna e ágil de acompanhar o calendário vacinal. Na nova versão estão disponíveis todas as vacinas ofertadas pelo SUS e o usuário poderá cadastrar até 10 carteiras de vacinação. 


A partir da inserção da primeira vacina no calendário, o aplicativo calcula quando o usuário deve comparecer novamente para uma nova imunização e envia um lembrete por mensagem. 


A atualização no Android, versão 2.2.3 ou superior, já está disponível no Google Play e no IOS, versão 7 ou superior, a partir de novembro.




4 de nov. de 2014

PARTICIPE DA CAMPANHA "NOVEMBRO AZUL" - CONTRA O CÂNCER DE PRÓSTATA

 

Homens de plantão agora o assunto é sério!!!

Assim como as mulheres precisam fazer 1 vez por ano exames de prevenção (mamografia e papanicolau) contra o Câncer de Mama e Colo do Útero os homens também precisam se cuidar.

Por isso provem que são Machos !!Deixem a Frescura e o Preconceito de lado e participe da campanha 


 "NOVEMBRO AZUl" CONTRA o CÂNCER DE PRÓSTATA.


Vá ao posto de saúde mais próximo ou médico de sua confiança é faça o Exame do Toque ele é rápido, indolor e pode salvar sua vida


9 de set. de 2014

II ENCONTRO DE MULHERES COM DEFICIÊNCIA DE FORTALEZA

 



DIA: 12 DE SETEMBRO 2014
HORÁRIO: 08:00 ÀS 13:30hs

LOCAL: ESPAÇO BOOKAFÉ - RUA: LAURO MAIA, 1196 - BAIRRO DE FÁTIMA.  FORTALEZA-CE.

PROGRAMAÇÃO:

 

08:00hs - CREDENCIAMENTO.
08:30hs - SERVIÇOS DE AFERIÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL e TESTE DE GLICEMIA. VISITAS AOS STANDS.
09:00hs - MOMENTO DE SOCIALIZAÇÃO ENTRE PARTICIPANTES.
09:15hs - COQUETEL DE BOAS VINDAS
09:30hs - APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS.
09:45hs - DESFILE CATEGORIA DEF.INTELECTUAL e DOWN
10:00hs - .PALESTRA: "ABORDAGEM INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER."

PALESTRANTES: Dra. Léa Dias Pimenta, Dra. Janete Romão dos Santos e Dra. Vanessa Soldatelli ambas SMS.


10:45hs - DESFILE CATEGORIA MULHERES MASTECTOMIZADAS.
11:10hs. .- MOMENTOS DE SUPERAÇÕES DAS MULHERES COM DEFICIÊNCIA.
11:30hs. - DESFILE CATEGORIA DEF.VISUAL.
11:40hs. - DESFILE CATEGORIA DEF.FÍSICA: MULETANTES.
11:55hs. PALESTRA: OS CUIDADOS E ÀS CONSEQUÊNCIAS DA DIABETES.
 
PALESTRANTE: Dra. Helena Rocha. ACDH.


12:10hs. - DESFILE CATEGORIA DEF. AUDITIVA
12:15hs. - DESFILE CATEGORIA DEF. FÍSICA: CADEIRANTES.
12:50hs. - RESULTADOS DAS VENCEDORAS e PREMIAÇÕES.
13:00hs. - ENCERRAMENTO.