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24 de jul. de 2015

Como Usar uma Cadeira de Rodas


 

01 - Coloque a cadeira de rodas manual em uma superfície plana e nivelada antes de tentar entrar ou sair dela. Essa precaução irá estabilizá-la e fazer a entrada e saída da cadeira mais fácil e mais segura.



02 - Coloque a cadeira de rodas manual na posição travada. Para fazer isso, você precisará localizar o freio de mão. Deve ser logo acima de uma das rodas traseiras. Dependendo da cadeira de rodas manual que estiver usando, você terá que puxar ou empurrar o freio de mão a fim de travar a cadeira no lugar.


03 - Verifique sempre se o pneu está cheio, quanto mais murcho, mais difícil de se empurrar.

  
04 - Entre em uma cadeira de rodas manual. Quando está sentado na cadeira, você vai querer estar sentado ereto, com as costas firmemente contra o encosto. Uma vez que você está na posição, coloque os pés contra os dois apoios para os pés na parte inferior da cadeira de rodas. 
 
05 - Solte o freio de mão.

06 - Pegue o suporte para as mãos ou as rodas traseiras da cadeira de rodas manual se não houver o suporte. O suporte são as peças de plástico que se conectam nas rodas traseiras da cadeira de rodas manual. Dependendo do fabricante, a sua cadeira de rodas manual pode ter bordas ou apenas ter as rodas traseiras. Seus polegares devem repousar sobre a base do suporte ou rodas. Esta é considerada sempre a posição de partida.


07 - Impulsione-se para a frente com os braços. Quando fizer isso, estique os braços para frente e para baixo a fim de mover as rodas da cadeira para a frente. Depois de ter totalmente estendido seus braços, você precisa posicionar as mãos de volta para a posição inicial (descrito na etapa anterior). Continue esse movimento a fim de ir para a frente.


08 - Puxe os aros ou as rodas de trás da cadeira de rodas manual a fim de ir para trás. Seus braços devem dobrar como se você estivesse puxando para trás, semelhante a um movimento de remo. Puxe para trás tanto quanto você pode confortavelmente e, em seguida, coloque as mãos de volta para a posição inicial. Continue fazendo este movimento até que tenha atingido o seu destino desejado.

09 - Para executar um giro de 90 graus em sua cadeira de rodas manual, segure uma roda e empurre ou puxe a roda oposta. Para ir para a frente e para a esquerda, segure a roda esquerda e, em seguida, gire a roda direita para a frente. Inverta essas direções para ir para a frente e para a direita. Ao virar para trás, você terá que puxar em uma das rodas, mantendo a outra roda no lugar (dependendo da caminho que deseja virar). Lembre-se de girar a roda apropriada lentamente a fim de ter o controle de seu turno. Pratique essa manobra até que você se acostume a fazer voltas na cadeira de rodas
 
 
10 - Nunca coloque as mãos no meio dos raios.
 
 
 
Fonte: eHow



14 de jan. de 2015

Algumas dicas para o atendimento ao público com deficiência visual



Geralmente, a pessoa com deficiência visual chega até uma determinada loja à procura de um produto específico, já que ela não vai ser atraída para lá pela placa fluorescente que promete a promoção mais tentadora do milênio, a menos que ela esteja acompanhada por alguém que enxerga e que seja tão consumista quanto ela. 


Muitas lojas (é comum nas de sapatos, bijuterias, celulares, roupas, papelarias, etc.) guardam seus produtos em vitrines ou balcões fechados. E nessa situação, o cego ficou cego duas vezes, porque não pode tatear os produtos para escolher aquele que melhor lhe agrade.


Sendo assim, não é o atendente quem tem que decidir o que deve ou não mostrar. Num primeiro momento, descrever as características das peças seria a decisão mais acertada, assim como fornecer detalhes de valores e de possíveis promoções ou descontos é uma maneira para investigar o que o cliente está procurando, para depois mostrar as peças e deixar que a pessoa cega tateie-as. 


Em restaurantes, o ideal seria ter disponível um cardápio em Braille e também outro com caracteres ampliados.


Dicas para o comércio e para o dia a dia:


- Apresente-se para a pessoa com deficiência visual. Diga seu nome e o que faz ali, se cuida de um setor específico. Ela precisa conhecer sua voz, evitando que o confunda com outros vendedores do local.


- Descreva os produtos da loja ou daquele setor, cuidando para encaminhar o cliente para a sessão que procura, caso não seja a sua.


- Se for guiar a pessoa cega, deixe-a segurar em seu cotovelo, ombro ou punho. Não a empurre nem a puxe. Mantenha-se sempre meio passo à frente dela.


- Em passagens estreitas, flexione seu braço para trás. Assim, a pessoa cega alinhará o corpo atrás de você.


- Avise-a sobre escadas rolante e obstáculos nos corredores do estabelecimento. Também informe-a sobre prateleiras com produtos mais frágeis, que possam quebrar ao cair no chão.


- Posicione-a sempre de frente para a vitrine ou para a arara, informando verbalmente onde está e quais são os produtos dali. Leve a mão dela até algum produto ou informe que irá colocar alguma peça nas mãos dela.


- Para sentar-se, coloque a mão da pessoa cega no encosto da cadeira. Caso não houver, informe-a sobre essa condição e coloque as mãos dela no acento, para que perceba a direção e decida como deseja fazer.


- Sem preguiça, mostre os produtos, retirando-os da vitrine, das prateleiras ou das araras, deixando que a pessoa cega explore-os pelo tato. Descreva e aponte alguns detalhes, como cor, desenho ou alguma característica relevante. Deixe seu cliente à vontade!


- Ofereça outros produtos, descrevendo-os ou deixando que a pessoa cega os sinta, pois ela não terá a visão de tudo que possui no estabelecimento.


- Investigue sempre. Não ofereça espelho, você será os olhos da pessoa cega, emitindo opinião sem induzi-la à compra.


- Diga quais são as promoções e formas de pagamento.


- Pode ser que a pessoa cega precise de ajuda para identificar uma nota ou um cartão. Ao devolver-lhe troco, informe quais as notas e como estão dispostas.


- Sempre entregue objetos, papel ou qualquer outra coisa nas mãos da pessoa cega, evitando que a mão dela fique estendida no ar.


- Caso a pessoa cega precise assinar, pergunte a ela se assina e como faz. Algumas pessoas com deficiência visual carregam seu próprio assinador, um cartão com orifício vazado em que cabe uma assinatura. Caso não possua, coloque uma régua sobre a linha e oriente a respeito do início e o final do espaço destinado à assinatura. A régua pode ser substituída por algum outro cartão, pedaço de papel mais grosso, etc.


- Durante o atendimento à pessoa com deficiência visual, informe-a quando afastar-se dela para que não fique falando sozinha. É comum que ela faça perguntas. Também comunique sobre sua chegada.


- Se o atendimento exigir uma senha, informe para a pessoa com deficiência visual qual é a senha dela. A cada nova chamada, verbalize o número que receberá o atendimento, para que ela não perca a vez.


O cliente, seja ele pessoa com deficiência ou não, precisa estar satisfeito mais com o atendimento que ele recebe do que com o produto que ele pretenda adquirir. Sempre que houver dúvida, o atendente deve perguntar qual a melhor maneira de ajudar.


Não insista demasiadamente para não ganhar o rótulo de “chiclete”. Seja cuidadoso, investigue e execute bem seu papel de vendedor. 


Afinal, a pessoa com deficiência não precisa “portar” uma carteirinha dizendo que possui essa ou aquela deficiência ou que necessita de atendimento específico. O bom senso faz parte da qualidade de qualquer serviço oferecido ao público em geral. 


A acessibilidade é a condição ímpar que deve reinar de verdade nos 365 dias, representando o maior lucro entre consumidor e lojista.


Fonte: O Lorenense


25 de nov. de 2014

Dica de Relacionamento: Como lidar com as pessoas com deficiência


Apresentamos a seguir algumas orientações que as pessoas podem seguir nos seus contatos com as pessoas com deficiência. 


Não são regras, mas esclarecimentos resultantes da experiência de diferentes pessoas que atuam na área e que apontam para as especificidades dos diferentes tipos de deficiências.


Como chamar


  • Prefira usar o termo hoje mundialmente aceito: “pessoa com deficiência (física, auditiva, visual ou intelectual)”, em vez de “portador de deficiência”, “pessoa com necessidades especiais” ou “portador de necessidades especiais”;
  • Os termos ”cego” e “surdo” podem ser utilizados;
  • Jamais utilizar termos pejorativos ou depreciativos como “deficiente”, “aleijado”, “inválido”, “mongol”, “excepcional”, “retardado”, “incapaz”, “defeituoso” etc.

 

Pessoas com deficiência física

  • É importante perceber que para uma pessoa sentada é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.
  • A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Apoiar-se na cadeira de rodas é tão desagradável como fazê-lo numa cadeira comum onde uma pessoa está sentada.
  • Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater naqueles que caminham à frente. Se parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
  • Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa com deficiência.
  • Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceita, pergunte como deve proceder. As pessoas têm suas técnicas individuais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até atrapalhar. Outras vezes, o auxílio é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.
  • Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça-se imediatamente para auxiliá-la. Mas nunca aja sem antes perguntar se e como deve ajudá-la.
  • Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.
  • Não se acanhe em usar termos como “andar” e “correr”. As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.

 

Pessoas com deficiência visual

  • É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio.
  • Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
  • É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.
  • Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível; de preferência, indique as distâncias em metros (“uns vinte metros à nossa frente”, por exemplo). Quando for afastar-se, avise sempre.
  • Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
  • Não se deve brincar com um cão-guia, pois ele tem a responsabilidade de guiar o dono que não enxerga e não deve ser distraído dessa função.
  • As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração dispensados às demais pessoas. No convívio social ou profissional, não as exclua das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
  • Fique à vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”, pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.

 

Pessoas com paralisia cerebral

  • A paralisia cerebral é fruto da lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. A pessoa com paralisia cerebral não é uma criança, nem é portador de doença grave ou contagiosa.
  • Trate a pessoa com paralisia cerebral com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.
  • Quando encontrar uma pessoa com paralisia cerebral, lembre-se que ela tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais, e pode ter dificuldades para andar, fazer movimentos involuntários com pernas e braços e apresentar expressões estranhas no rosto.
  • Não se intimide, trate-a com naturalidade e respeite o seu ritmo, porque em geral essas pessoas são mais lentas. Tenha paciência ao ouvi-la, pois a maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e o ritmo lento com deficiência intelectual.

Pessoas com deficiência auditiva



  • Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Algumas fazem a leitura labial, outras não.
  • Ao falar com uma pessoa surda, acene para ela ou toque levemente em seu braço, para que ela volte sua atenção para você. Posicione-se de frente para ela, deixando a boca visível de forma a possibilitar a leitura labial. Evite fazer gestos bruscos ou segurar objetos em frente à boca. Fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exagero. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.
  • Ao falar com uma pessoa surda, procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado.
  • Seja expressivo, pois as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, e as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo são excelentes indicações do que você quer dizer.
  • Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contato visual. Se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
  • Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, elas não se incomodam em repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas. Se for necessário, comunique-se por meio de bilhetes. O importante é se comunicar.
  • Mesmo que pessoa surda esteja acompanhada de um intérprete, dirija-se a ela, e não ao intérprete.
  • Algumas pessoas surdas preferem a comunicação escrita, outras usam língua de sinais e outras ainda preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Você pode tentar se comunicar usando perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Se possível, ajude a pessoa surda a encontrar a palavra certa, de forma que ela não precise de tanto esforço para transmitir sua mensagem. Não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.

 

Pessoas com deficiência intelectual

  • Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência intelectual.
  • Trate-a com respeito e consideração. Se for uma criança, trate-a como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente, e se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.
  • Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, como faria com qualquer pessoa.
  • Dê-lhe atenção, converse e verá como pode ser divertido. Seja natural, diga palavras amistosas.
  • Não superproteja a pessoa com deficiência intelectual. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário.
  • Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.


Fonte:  Câmara dos Deputados


14 de abr. de 2014

DICA DE FILME- DANÇA DAS CADEIRAS (Musical Chairs)

 


O filme "DANÇA DAS CADEIRAS (Musical Chairs)" é um conto romântico de dois nova-iorquinos, Armando Ortiz e Mia Franklin, e seu encontro improvável. A história conta como os dois se unem através de seu amor pela dança de salão.

 
Mia é uma dançarina profissional bela e vivaz. Armando trabalha no estúdio de dança de Manhattan em troca de lições e fantasia de um momento em que ele vai dançar com Mia.
 

Mas um trágico acidente muda para sempre a vida de Mia. Após um acidente de carro, a dançarina acaba hospitalizada e perde os movimentos das pernas. Ao vê-la devastada e sem perspectivas, o aspirante a dançarino Armando tenta convencê-la a participar de uma competição de dança de cadeiras de rodas.




Veja o Trailler:



6 de out. de 2013

13 dicas para falar com um deficiente auditivo

 


1. Fale devagar, sempre. Mas com naturalidade. Não adianta falar separando as sílabas ou articulando demais. Além de você acabar fazendo careta o tempo todo – que certamente o surdo terá que se segurar pra não rir – além de provocar dores no maxilar, periga você acabar se perdendo na linha de pensamento. Devagar, sim. Em 33 rotações, só se seu objetivo for matar o interlocutor de tédio.


2. Fale de frente pra ele. Se passar uma linda deusa na sua frente e você precisar virar o rosto, faça uma pausa. Cada virada de rosto é uma sílaba ou palavra perdida que poderiam alterar completamente o sentido da conversa. Jogos de adivinhação são supimpa, mas podem causar um grande mal entendido desnecessário.

3. O volume da voz deve ser de acordo com a perda de audição da pessoa. Claro que você não precisa ser adivinho. Comece falando com o tom de voz habitual. Se necessário, a pessoa te avisa que precisa que você fale um pouquinho mais alto, mais baixo ou mantenha do jeito que está. Além do mais, se a pessoa tem surdez quase total, não adianta gritar. Se você gritar ou falar sem voz dá na mesma. Ela apenas lê seus lábios.

4. Surdo sinalizado geralmente lê os lábios pelo menos um pouquinho. Se você perceber ou souber que o surdo é usuário exclusivo da Libras e realmente precisar falar com ele, fale de maneira simplificada. Ele provavelmente irá te entender e responder como puder (falando oralmente, por sinais ou até escrevendo). Ficar com medo de falar com ele, faz com que ele ache que você tem medo DELE. Surdos não mordem (a não ser que você peça).


5. Surdos oralizados falam oralmente, tal como diz o nome. Achar que todo surdo fala libras também é uma gafe feia. Chegar achando que está abafando porque aprendeu alguns sinais pode ser indecoroso. Muitos não apenas não falam a língua de sinais, como não tem interesse de aprender. Com eles, você pode falar normalmente. Se não entender, ele avisa, claro. A voz dele pode soar estranha pra quem não está acostumado com ela, mas ele sabe disso, fique tranqüilo. Apenas tenha um pouquinho de boa vontade e fique a vontade pra pedir pra ele repetir, caso você não entenda alguma coisa…

6. Não tenha medo de cometer gafes com figuras de linguagem. “Você está me ouvindo” “Nossa, você já tinha ouvido falar nisso?” “Ei, ouve essa..” não fazem um surdo te odiar.

7. Às vezes, as pessoas acham que surdos/deficientes auditivos são, na verdade, pessoas antipáticas. Porque falam com elas e elas não respondem, já que a deficiência não é visível. Se, por ventura, você se deparar com uma pessoa que não responde quando você fala com ela estando virado, existe alguma chance dela não ter boa audição. Na dúvida, pergunte.


8. Para chamar um surdo, você precisa de algum sinal visual ou tátil. Você pode abanar as mãos, acender e apagar uma luz ou até tocar o ombro dele de leve. Mas, jamais dê um cutucão com força ou um tapa agressivo.
9. Surdo não casa apenas entre si. Se você tem curiosidade de saber se o(a) namorado(a)/cônjuge dele(a) é surdo também, pergunte. Chegar falando com a outra pessoa como se ela também fosse surda, é uma gafe perigosa.

10. Uma das piores gafes que os ouvintes infelizmente cometem, é achar que a deficiência auditiva afeta o intelecto (alias, qualquer deficiência, convenhamos). A menos que o surdo não tenha recebido educação adequada – o que acontece sim, mas é uma infelicidade não tão comum – ele tem a inteligência de uma pessoa normal. Não se preocupe em achar que ele não é bem informado ou que não vai entender alguma coisa. Como qualquer pessoa, ele pode ou não estar informado sobre determinado assunto (como música, por exemplo), pode ou não entender determinada coisa, mas isso, ele te fala.


11. Não fale mastigando. Além de não ser educado, a mastigação é um ruído terrível na leitura labial (ruído no sentido semiótico de atrapalhar a comunicação) tornando os lábios ilegíveis. Não adianta insistir. Termine de mastigar e, só aí, conclua a conversa.


12. A iluminação é um dos principais fatores do qual depende a leitura labial. Se a iluminação ambiente não for adqueada, vale qualquer improvisação: isqueiro, lanterna e até a luz do celular.


13. Espelho é um grande aliado nessas horas. Se você estiver no banco da frente de um carro, por exemplo, e quiser falar com um surdo oralizado ou deficiente auditivo no banco de trás, posicione o espelho retrovisor de modo que ele visualize sua boca.


Fonte: Rede Saci

22 de fev. de 2013

Longa-metragem Colegas entra em cartaz em março

Cartaz do dia de lançamento do filme Colegas
O aguardado longa-metragem Colegas vai estrear nos cinemas do Brasil em 1º de março. O filme foi considerado como um dos 13 filmes imperdíveis de 2013.

Segundo blog oficial da equipe do filme, em meados de fevereiro, o plano de exibição estará finalizado e eles divulgarão a relação de cidades e salas de cinema onde será possível assistir ao filme. 

Trajetória de sucesso

O longa-metragem dirigido por Marcelo Galvão vem conquistando as plateias por onde passa no país e exterior.  No cenário internacional, Colegas venceu o prêmio de público do 27º Festival del Cinema Latino Americano di Trieste na Itália. Também levou o prêmio de Melhor Filme no festival de cinema International Disability Film Festival Breaking Down Barriers em Moscou (Rússia), além de ter sido exibido no Red Rock Film Festival (Utah, EUA).

No Brasil, venceu o prêmio de Melhor Longa-Metragem Brasileiro no Festival de Gramado 2012 e foi eleito pelo público da Mostra internacional de Cinema de São Paulo como Melhor Filme Brasileiro, levando também o Troféu Juventude (votação do público estudante). Colegas foi aclamado no Festival do Rio (categoria hors concours) e foi o longa-metragem que abriu o Amazonas Film Festival.

24 de set. de 2012

Novo blog aborda temas sobre Síndrome de Down

Gil Pena, médico patologista e pai, dedica-se a estudos na área da educação, dentro da linha do Projeto Roma.

Neste Blog, reune mensagens, a maioria distribuída em grupos de discussão pela Internet, abordando temas relacionados a Síndrome de Down, educação e inclusão.

Para conhecer o trabalho, clique no link http://pedagogiadoconhecer.wordpress.com/