3 de out. de 2013

Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) organiza competição internacional de tiro

Foto destaca a mira de uma pistola de competição


O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) organiza no Rio de Janeiro, a partir desta quinta-feira, 3, até domingo, 6, uma competição inédita no país. 


Pela primeira vez, estarão reunidos 77 atiradores de sete países das Américas (Brasil, Argentina, Canadá, Colômbia, Uruguai, Estados Unidos e Venezuela) para a disputa do Campeonato Aberto Internacional de Tiro Paradesportivo, que será no Centro Nacional de Tiro Esportivo (CNTE), em Deodoro, na Zona Oeste, mesmo local onde ocorrerão as provas nos Jogos Rio-2016.


O Brasil conta com 60 atletas, entre eles Geraldo von Rosenthal, único brasileiro a conquistar um ouro em uma etapa de Copa do Mundo, e Carlos Garletti, que esteve presente nos dois últimos Jogos Paralímpicos. 


O Campeonato Aberto Internacional de Tiro Paradesportivo é custeado por um convênio do Comitê Paralímpico Brasileiro com o Ministério do Esporte. A modalidade também tem o patrocínio da Loterias Caixa.


A iniciativa do CPB de realizar o evento vai ao encontro da política Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês), de promover a modalidade em diversos continentes. 


Em Londres-2012 foram distribuídos 12 ouros no tiro paradesportivo, mas nenhum atleta das Américas subiu ao pódio, e apenas cinco representantes do continente participaram da competição.


“A ideia é que mais pessoas tomem conhecimento do modalidade no país. Fizemos algo semelhante em 2011 com a esgrima em cadeira de rodas e o resultado foi o melhor possível, com uma inédita medalha de ouro, além da adesão de mais atletas ao esporte. Se tivermos o mesmo êxito com o tiro paradesportivo, nosso objetivo terá sido alcançado novamente”, afirmou Andrew Parsons, citando o gaúcho Jovane Guissone, campeão na esgrima em cadeira de rodas em Londres-2012. 


O CPB promoveu um Aberto Internacional de esgrima em cadeira de rodas, em São Paulo, um ano antes de Londres, o que ajudou na preparação do brasileiro no caminho rumo à conquista nos Jogos-2012.


O tiro paradesportivo – assim como a esgrima em cadeira de rodas –, não faz parte do programa dos Jogos Parapan-Americano, cuja próxima edição será em Toronto-2015. Portanto, esta é a melhor oportunidade dos atiradores do continente de aferirem o nível técnico das Américas.


Entre os estrangeiros que competirão no Brasil, quatro deles participaram de Jogos Paralímpicos e miram o ouro no Rio de Janeiro nesta semana. Destaque para o norte-americano John Joss que promete fazer um bom duelo contra Carlos Garletti na carabina deitado. Os canadenses Christos Trifonidis, Mike Larochelle e Doug Blessing, e o argentino Osvaldo Gentili completam a lista dos mais tarimbados.


Para os brasileiros na disputa, a competição também serve como base para o ranking nacional-2013. Ele é composto por duas etapas da Copa Brasil, já disputadas em Curitiba, e, agora, o Aberto Internacional.


O paulista Garletti tem duas participações em Jogos Paralímpicos, Pequim-2008 e Londres-2012, e é o único do país a participar do evento. Ele é heptacampeão na carabina e competirá em quatro modalidades na capital fluminense (carabina de ar em pé, carabina de ar deitado, carabina de bala 3 x 40 e carabina de bala deitado).


Confiante com a medalha de ouro conquistada em agosto, na prova de Pistola Sport, na etapa da Copa do Mundo de Bangkok, na Tailândia, o gaúcho Geraldo von Rosenthal está no tiro esportivo há mais de dez anos e lidera o atual ranking brasileiro nas provas de pistola.

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Campeonato Aberto Internacional de Tiro Paradesportivo
 
Data e horário: De 3 a 6 de outubro das 10h às 17h45  
Local: Centro Nacional de Tiro Esportivo (CNTE)  
Endereço: Avenida Brasil, 27.195 – Gericinó


Aposentadoria de servidores públicos com deficiência pode ser beneficiada com projeto de lei

Logotipo da Previdência Social
Entre os mais de 130 projetos com propostas de mudanças nas regras de aposentadorias e pensões que tramitam no Congresso, oito preocupam de fato o governo tanto pelo custo como pela chance de aprovação.


Um deles prevê a regulamentação da aposentadoria especial para servidores públicos com deficiência.


Se for aprovada essa proposta, funcionários públicos de qualquer esfera com deficiência mental, físico-motora, visual, auditiva ou múltipla poderão se aposentar voluntariamente desde que tenham trabalhado 15 anos, sendo cinco no cargo em que vão encerrar a carreira, e tenham contribuído por 25 anos para a Previdência Social, independentemente da idade.


Outro projeto pede a regulamentação do benefício para os servidores públicos que exercem atividades de risco (a definição é vaga).


Além das aposentadorias especiais, atraem a atenção do governo o projeto que extingue o fator previdenciário --criado para desestimular a aposentadoria precoce no país-- e formula um novo fator, o 85/95, que associaria a idade e o tempo de contribuição para dar direito ao recebimento do benefício. 


Na relação de propostas polêmicas estão ainda a criação do auxílio-transitório para mulheres em situação de violência doméstica e a instituição da "desaposentação".


Neste último caso, o contribuinte que continuar trabalhando poderá renunciar a atual aposentadoria para requisitar um benefício mais vantajoso no futuro.


Outros projetos vistos com receio pelo Palácio do Planalto são os que vinculam a concessão do benefício a um número de salários mínimos; e a extinção da contribuição previdenciária de servidores públicos aposentados.


São Pedro do Piauí e região receberam 535 equipamentos do Ceir Móvel

Prótese de perna, abaixo do joelho
A população das cidades de São Pedro do Piauí, Angical, Santo Antônio dos Milagres, Palmeirais e São Gonçalo do Piauí recebeu, nesta terça-feira (1º), 535 meios auxiliares de locomoção entregues pelo Centro Integrado de Reabilitação (Ceir)


Os produtos foram solicitados através do Projeto Ceir Móvel, que leva às cidades do interior do Piauí parte dos atendimentos realizados pelo centro em Teresina.


O secretário estadual para Inclusão da Pessoa com Deficiência, Hélder Jacobina, representou o governador Wilson Martins durante a solenidade e destacou que o Piauí é atualmente o primeiro Estado do Nordeste e o quinto do Brasil em políticas públicas na área da pessoa com deficiência.


“Estamos aqui para reafirmar o compromisso do Governo do Estado em dar continuidade e ampliar ao trabalho que vem sendo desenvolvido na área da política voltada à pessoa com deficiência. Exemplo disso é que o Ceir já realizou mais de 500 mil atendimentos em cinco anos e o Ceir Móvel entregou mais de 20 mil equipamentos em dois anos”, ressaltou.


O deputado estadual e ouvidor geral do Estado, João Madison, também participou da entrega e destacou a ampliação desse e de outros serviços à população por meio do Governo do Estado. 


“É importantíssimo que os governos possam dar continuidade ao trabalho que vem dando certo e foi isso que o governador fez em relação ao Ceir e à Seid. Entre outras ações também vamos ampliar o hospital de São Pedro do Piauí, calçar e asfaltar ruas, além de adquirirmos mais uma ambulância”, informou.


Fonte: 180 graus

Tratamento experimental do nanismo recupera crescimento ósseo de cobaias

Fita Métrica


Um tratamento experimental promissor permitiu restabelecer um crescimento ósseo normal em camundongos afetados pela forma mais frequente de nanismo e evitar complicações associadas à doença, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira.
 
'O tratamento evitou, sobretudo, as complicações mais severas (do nanismo, como problemas respiratórios, paralisia, etc) e reduziu a mortalidade', destacou Elvire Gouze, do Inserm (Centro Mediterrâneo de Medicina Molecular, em Nice, sul da França), principal autora do trabalho, publicado na revista americana Science Translational Medicine.
 
Os camundongos com nanismo receberam, durante três semanas, duas injeções por semana do tratamento, desenvolvido a partir de um fator de crescimento. Os animais cresceram normalmente e alcançaram o tamanho de um adulto normal. Cerca de oito meses depois da suspensão da terapia, nenhum sinal de toxicidade foi detectada.
 
Além disso, os cientistas constataram que o aumento do tamanho da bacia permitiu às fêmeas tratadas ter um número de filhotes comparável ao de ratos sem a doença.
 
Contudo, preveniu a cientista, 'será preciso ainda de três a cinco anos de trabalhos complementares com outros animais (primatas) para melhor compreender a toxicidade do princípio ativo antes de considerar um primeiro teste com humanos'.
 
O tratamento experimental, que não é voltado para os adultos mas apenas aos mais jovens, é administrado por injeção subcutânea. A vantagem frente a outros tratamentos em estudo é que a durabilidade no organismo é longa o suficiente para não demandar aplicações diárias, observou.
 
A forma mais comum de nanismo, a acondroplasia, afeta um a cada 15.000 bebês.
 
Esta doença genética rara se caracteriza por um desenvolvimento ósseo anormal dos ossos longos dos braços e das pernas, assim como de outros ossos do crânio. Na idade adulta, a altura dos indivíduos afetados é de 1,35 metro, em média.
 
Nos casos mais severos, deformações no crânio e nas vértebras podem levar a complicações neurológicas e/ou ortopédicas (escoliose) que necessitam de cirurgia, por exemplo para aumentar o canal vertebral para evitar a compressão da medula espinhal.
 
Os cientistas usaram o princípio ativo - os receptores FGFR3 humanos solúveis funcionais - como artifício para restabelecer o equilíbrio necessário entre a ativação e a inibição do crescimento ósseo.
 
Na origem desta patologia está uma mutação do gene FGFR3 (fator de crescimento do fibroblasto receptor 3). A proteína originária deste gene é um receptor conhecido por seu papel na regulação do crescimento ósseo. Nessa forma de nanismo, a perturbação desse tipo de sistema chave-fechadura impede o crescimento dos ossos.
 
'É uma etapa, avançamos pouco a pouco, (mas) isto nos dá esperança', comentou Patrick Petit-Jean, '62 anos, 1,40 metro', vice-presidente da Associação de Pessoas de Pequeno Porte (APPT, na sigla em francês), ele mesmo com acondroplasia. Por isso, 'não é um milagre', acrescentou placidamente este defensor da diversidade, enquanto aguarda desenvolvimentos futuros.
 
O hormônio do crescimento neste tipo de nanismo não funciona, explicou Gouze. E, afirmou, o tratamento experimental não altera a hereditariedade, ou seja, a possibilidade de transmitir esta deficiência genética.


Fonte: G1 Mundo

2 de out. de 2013

Distrito Federal agora conta com Disque-acessibilidade

Símbolo de acessibilidade



A Secretaria de Justiça do Distrito Federal, em parceria com a Agefis, o Detran e o DFTrans, inaugurou na segunda-feira (30) o serviço “disque-acessibilidade”, para receber denúncias sobre falta de acessibilidade a pessoas com deficiência. A inauguração aconteceu às 15h, na Praça do Cidadão, na estação 114 Sul do Metrô-DF.


O serviço vai funcionar das 8h às 17h pelos telefones 2104-1173 / 2104-1174 / 2104-1175. Segundo o subsecretário de Defesa das Pessoas com Deficiência do DF, César Pessoa, o disque-acessibilidade vai permitir que as medidas contra transtornos aos deficientes sejam tomadas de forma mais ágil.


“Temos, por exemplo, uma parceria com a Agefis, que é nosso órgão fiscalizador e que pode embargar obras ou não conceder alvarás em construções com problemas de acessibilidade. 


O serviço vai agilizar na busca de soluções das reclamações. Antes [a secretaria] recebia a denúncia e tinha que oficializar”, afirma.


O serviço vai receber denúncias sobre respeito a vagas para deficientes, espaços não adaptados, discriminação e maus tratos às pessoas. Além da Agefis, participam o Detran e o DFTrans.


O lançamento do programa aconteceu na Praça do Cidadão, na estação 114 Sul do Metrô-DF porque o espaço é utilizado diariamente para atendimento à pessoa com deficiência. 


Segundo o subsecretário, cerca de 500 pacientes passam pelo local diariamente. Neste lugar, estão instalados órgãos que oferecem acesso a diversos serviços públicos ao deficiente.


Festival Assim Vivemos traz filmes sobre deficiência para o CCBB São Paulo

Logo do Festival Assim Vivemos
 

Em 2013, o “Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” chega à sua 6ª edição com a exibição de 28 filmes de 17 países diferentes. O festival oferece acesso para cadeirantes e pessoas com deficiência visual e auditiva em todas as sessões. O evento, que já passou pelo Rio de Janeiro, em agosto, acontece na sede do Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo de 2 a 12 de outubro.


Com uma programação de filmes que ultrapassam barreiras e desmontam preconceitos, o festival reúne produções nacionais e internacionais sobre o tema deficiência, sob a ótica da inclusão e com o objetivo de mostrar as capacidades das pessoas e sua inserção na sociedade.


“A seleção dos filmes visa a mostrar como as pessoas com deficiência se inserem nas suas sociedades, e como são abordadas as questões cruciais em cada país retratado. Nesta edição, temos histórias encantadoras, relatos surpreendentes e exemplos inspiradores”, diz Lara Pozzobon, curadora do evento.


O festival, que é bienal, comemora 10 anos de existência (a primeira mostra de filmes foi realizada no ano de 2003) e segue mantendo a tradição que o legitimou como a maior celebração da inclusão cultural do Brasil. 


O foco está em filmes que tenham a pessoa com deficiência como protagonista. Além disso, o festival também garante acessibilidade ao público, tanto para pessoas com deficiência visual (com audiodescrição em todas as sessões e catálogos em Braille) e auditiva (com legendas Closed Caption nos filmes e interpretação em LIBRAS nos debates).


Inédita, a programação traz novas abordagens sobre o tema do autismo e seu amplo espectro, sobre o tema da surdez e os posicionamentos conflitantes entre oralização e sinalização, sobre as moradias assistidas para pessoas com deficiência e as complexidades da institucionalização, entre outros temas relevantes. 


Como de costume, os filmes do festival trazem personagens que mostram suas vidas e experiências de inclusão de maneira positiva, com ênfase nas vitórias de cada um, mas sem fugir das complexidades e dos conflitos comuns a todo o ser humano.


O festival contará ainda com uma exibição especial do longa “As Sessões” (Fox Filmes), que servirá de tema para um dos quatro debates organizados sobre temas específicos, congregando pessoas com deficiência, profissionais especializados e realizadores. 


O filme trata da vida afetiva e sexual de Mark O´Brien, personagem real que já foi retratado em um documentário exibido na primeira edição do evento: “Lições de Respiração: a vida e a obra de Mark O´Brien”. Os temas dos outros debates serão “Autismo e seus desafios”, “Surdez e comunicação” e “Institucionalização das pessoas com deficiência”.


“Não podemos deixar de mencionar que nunca recebemos tantas inscrições de filmes brasileiros quanto neste ano. E o mais importante não é apenas a quantidade, mas a qualidade da maior parte da produção. Para nós, é uma grande satisfação poder anunciar que, este ano, temos uma grande safra de filmes nacionais”, diz Gustavo Acioli, curador do festival.


Todas as sessões terão entrada franca e os filmes exibidos são majoritariamente documentários. A lista dos filmes selecionados segue abaixo e a programação completa está disponível no site: www.assimvivemos.com.br
 

Filmes concorrentes


  • Um dia especial. Dir. Yuri Amorim. Brasil, 90’

  • Eu sinalizo, eu vivo. Dir. Anja Hiddinga, Jascha Blume. Holanda, 80’

  •  Missão Para Lars. Dir. James Moore and William Spicer. Reino Unido, 74’

  • Meu olhar diferente sobre as coisas. Dir. Gilca Maria Motta da Silveira. Brasil, 68’

  • Cromossomo cinco. Dir. María Ripoll & Lisa Pram. Espanha, 62’

  • Bruscamente Interrompido. Dir. Benjamin & Susie Jones. Austrália, 56

  • Proteja a todos que eu amo. Dir. Franziska Schönenberger, Anne Mona Hilliges. Alemanha, 52’


  •  Improvisação Livre. Dir. Doron Djerassi. Israel, 50’


  • Liberte a Borboleta. Dir. Joanna Frydrych. Polônia, 45’

  • Imagine só. Dir. Peter Hegedus. Austrália, 31’ 

  •  O Preço da Não Liberdade . Dir. Miglena Atanasova. Bulgária, 28’

  • A criança que sussurra. Dir. Heidi Sundby. Noruega, 28’

  • De arteiro a artista. Dir. Rodrigo Paglieri. Brasil, 28’
 
  • Different theater. In search of happiness. Dir. Kate Makhova. Bielorússia, 27’

  • Ataque de Emoção. Dir. Sarah Barton. Austrália, 26’

  • Rótulos - Dir. Olga Arlauskas. Rússia, 26’

  • Diário do não ver. Dir. Cristina Maure e Joana Oliveira. Brasil, 22’

  • Estrangeiros. Dir. Sonia Machado Lima. Brasil, 20’

  •  Gigantes da Alegria. Dir. Ricardo Rodrigues e Vitor Gracciano. Brasil, 12’

  • Jimmy. Dir. Martin Smith. Escócia, 12’
   
  • Andar com um Guia. Dir. Maciej Cendrowski. Polônia, 10’

  •  Mal de Huntington. Dir. Jean-Baptiste Pinette, Johnny Pinette. Canadá, 8’

  •  Seja Meu Irmão. Dir. Genevieve Clay. Austrália, 9’

  • Filhos de Surdos - Dir. Marie-Eve Nadeau. França, 52'

  • Terra Fria Dir.: Shahriar Pourseyedian. Irã, 20'

  • Filme convidado: As Sessões. Dir.Ben Lewin. EUA, 98'
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6º edição do festival “Assim Vivemos”
 

Quando: São Paulo: 2 a 12 de outubro
 
Onde: CCBB – São Paulo
 
Rua Álvares Penteado, 112 - Centro - SP - Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô.  

Entrada gratuita
 
Informações: (11) 3113-3651 / 3113-3652  
SAC 0800 729 0722 / ouvidoria BB 0800 7295678
 
Deficiente Auditivo ou de Fala 0800 729 0088
 
Distribuição de senha 01 hora antes do evento.
 
Classificação etária:Todos os filmes Livre, exceto “As Sessões”: 16 anos
 
Capacidade da sala – 70 lugares
 
Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228 – Ed. Zarvos (R$ 15,00), com transporte gratuito até as proximidades do CCBB
 
Outras informações: www.assimvivemos.com.br

Porto Alegre testa sistema para transporte de deficientes visuais

Transmissor do Sistema DPS 2000 está sobre painel do ônibus
Começa nesta segunda-feira (30) o treinamento para o uso de um equipamento que vai facilitar a rotina de pessoas com deficiência visual que usam o transporte público em Porto Alegre (RS)


É o sistema DPS 2000, um aparelho transmissor desenvolvido para possibilitar o acesso aos serviços de transporte de forma autônoma e segura.
 
O projeto, que funcionará por um mês em modo piloto, será testado por um grupo de deficientes visuais que utiliza a linha de ônibus Auxiliadora (510). 


O aparelho funciona de maneira simples: quando acionado no ponto de ônibus, um sinal de rádio com a solicitação passa a ser continuamente transmitida para o coletivo até a sua chegada ao terminal, para que o motorista saiba que deve realizar a parada. 


O sistema funciona por meio de dois módulos, um transmissor e um receptor. O primeiro será utilizado pelos passageiros e o segundo é fixo, instalado nos veículos da linha.
 
Todos os horários programados na tabela horária da linha Auxiliadora estão equipados com a tecnologia. Para a fase piloto, foram selecionados grupos de passageiros, previamente treinados, que serão beneficiados pelo sistema de forma rotativa. 


Os motoristas da linha também receberão qualificação. Os usuários são associados das entidades União de Cegos do RS (Ucergs), Associação de Cegos do RS (Acergs) e Associação de Cegos Louis Braille (Acelb), e devem apresentar um relatório ao final do processo.