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15 de out. de 2015

Aplicativo promete revolucionar a maneira de se pesar




Auxiliar as pessoas que não conseguem se deslocar até uma balança: esse foi o ponto de partida para a criação de um aplicativo que mede massa corporal sem ser necessário se pesar, idealizado por Rodrigo Vertulo, estudante de Engenharia Eletrônica, e Victor Vieira, estudante de Engenharia de Computação, ambos do Centro Universitário Fundação Santo André.
 

Os dois alunos desenvolveram o ChiloApp, um aplicativo para sistemas Android e iOS, cuja proposta inovadora é a de permitir que seus usuários obtenham uma estimativa de suas massas corporais (peso) utilizando-se apenas de uma fita métrica e seus dispositivos móveis - Tablets ou Celulares, dispensando o uso de balanças tradicionais.



“ChiloApp é um aplicativo cuja aplicabilidade não se restringe apenas àqueles que desejam realizar um controle mais frequente do peso, mas é de especial interesse às pessoas que são impossibilitadas de utilizarem balanças tradicionais, por conta de dificuldades físicas, como cadeirantes e pessoas acamadas”, relata Rodrigo, que, por ser cadeirante, teve como motivação para criar o aplicativo seu próprio histórico de tentativas de pesagem.

 

Como funciona



O usuário mede seu tríceps, abdômen e panturrilha. Preenche as medidas no campo indicado e o aplicativo apresenta o peso atual.




 



Baseado em estudos acadêmicos da área nutricional encontrados na literatura científica, seu princípio de funcionamento é fundamentado no fato de que existe uma relação entre as medidas e proporções de algumas partes do corpo humano com a massa corporal de cada indivíduo.


“Com constantes pesagens, o aplicativo vai gerando um gráfico, que permite ao usuário saber se engordou, emagreceu ou se está mantendo o peso. Além de pessoas com mobilidade reduzida, o aplicativo pode auxiliar também aqueles que estão fazendo dieta ou controle de peso, mas não têm uma balança por perto”, relata Victor.


Para baixar o aplicativo e conhecer mais, acesse chiloapp.com e escolha seu dispositivo.






25 de mai. de 2015

SUS distribuirá medicamento de alto custo para tratar esclerose múltipla



A portaria do Ministério da Saúde incorporou o Fingolimode na rede pública de saúde após o relatório favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Novas Tecnologias (Conitec), segundo informações divulgadas no site da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem).


O Fingolimode é uma nova classe de medicamento que atua no sistema imune, indicado para reduzir a progressão da doença. Tem preço estimado em mais de R$ 5 mil por mês.

 
A inclusão do remédio no protocolo, no entanto, não garante o livre acesso. A Abem esclarece que para ter direito ao programa de alto custo o paciente interessado deverá apresentar falha terapêutica no uso da Betainterferona, do Glatirâmere, e do Natalizumabe, além de não ter contraindicação para o uso do Fingolimode


Segundo a associação, no caso de indicação não prevista pelas instruções normativas, o interessado poderá tentar o acesso ao medicamento por via judicial.

 
A esclerose múltipla é uma doença autoimune que afeta as habilidades motoras, sensoriais e cognitivas. Atinge aproximadamente 24 mil pessoas no Brasil, principalmente entre os 18 e 55 anos, segundo estimativas recentes do Ministério da Saúde.

 
O site da Abem traz informações sobre como dar entrada no pedido.







17 de abr. de 2015

Invenção: roda com suspensão para cadeira de rodas



A empresa Loopwheels traz um sistema de suspensão, muito bem construído nas próprias rodas.


As rodas Loopwheels são equipadas com três molas de carbono que atuam como amortecedores, sem a necessidade de um quadro tradicional montado com a suspensão. 


São rodas de absorção de choque com suspensão integral, foram projetadas para ajudar a empurrar um cadeirante em ruas irregulares, trilhas ásperas, grama e cascalho, com menos esforço. As fontes de carbono dão-lhe o poder de torque extra nos freios.


Loopwheels são mais confortáveis do que as rodas padrão: elas absorvem a vibração, bem como colisões e choques. 


Elas são extremamente fortes e duráveis, precisando de pouca ou nenhuma manutenção.


O valor estimado do produto será em torno de £695.




Menor cadeira de rodas do mundo para crianças com deficiência

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Tanner Jensen tem três anos de idade. Seu irmão, Skyler, tem 20 meses de vida. 


Ambos nasceram com uma condição genética rara conhecida como Atrofia Muscular Espinhal, o que significa que eles não conseguem andar, rastejar, controlar a cabeça, e nem mesmo levantar os braços. 


Mas a vida dos jovens irmãos em breve vai melhorar bastante, graças a estudantes da Brigham Young University que criaram uma cadeira de rodas elétrica, pequena e barata.


Cadeiras elétricas motorizadas para crianças pequenas já existem, mas eles podem custar até US$ 15.000, uma quantia que poucas famílias conseguem desembolsar. 


Para os Jensen, a coisa é pior, já que eles precisam de duas. E frequentemente essas cadeiras são grandes demais e as casas precisam de modificações para recebê-las.


Então cinco estudantes de engenharia mecânica da universidade se desafiaram a criar a menor cadeira de rodas elétrica do mundo para os irmãos Jensen. 


Após um ano de designs e testes, eles aperfeiçoaram uma cadeira feita com armação de canos PVC que pesa cerca de 10kg e aguenta crianças com até 25kg.


E o preço final, incluindo baterias, rodas, motores, os eletrônicos necessários para o controle e ainda o assento é de US$ 495. Talvez esse seja o maior feito atingido pelos estudantes. 


E como eles estão postando o projeto da cadeira de rodas em um site chamado The Open Wheelchair Project, qualquer família com uma criança que necessite pode comprar e montar uma dessas cadeiras. [Brigham Young University].





Projeto Cão-Guia de Cegos do DF precisa de voluntários

Foto de um cão-guia
O projeto Cão-Guia de cegos do Distrito Federal precisa de voluntários. Atuando desde 2001, o projeto visa a reintegração da pessoa com deficiência visual à sociedade, proporcionando-lhe 


segurança, mobilidade, qualidade de vida e inclusão social por meio do cão-guia. Desde a sua criação, a instituição entregou 43 cães para pessoas com diversos tipos de deficiências visuais em todo o Brasil.


 
De acordo com a entidade, a única ajuda do governo é o treinamento dos animais, que são concedido pelo Corpo Militar de Bombeiros do DF. 


O restante da equipe é formado por voluntários, que atuam no cuidado dos cães, na manutenção da sede e na busca de recursos para o projeto continuar funcionando.


Atualmente existem cinco perfis de voluntariado: Voluntário-dia, família de acolhimento, família hospedeira, voluntário especialista e voluntário topa tudo. 


As inscrições devem ser feitas através do e-mail caoguia.voluntariado@gmail.com. No e-mail, o candidato deve informar seu nome completo, idade, e área pretendida. 


O projeto também está aberto a pessoas que queiram dar sugestões e possam ajudar com o que puderem.


Conheça os tipos de voluntariado

 

Voluntários-dia: são aqueles que gostam de cães e têm disponibilidade de tempo. Atualmente, o projeto tem 19 voluntários nesse perfil. É um trabalho de extrema importância para garantir o bem-estar e qualidade de vida aos cães em treinamento, aposentados ou desligados. 


As atividades incluem caminhadas com os animais, escovação, banho, e, principalmente dar amor e carinho a cada um deles. 


O voluntário também pode participar de outras ações, como limpeza, organização do Centro de Treinamento, participação nos eventos, atividades administrativas e divulgação das atividades do projeto. 


Pra esse perfil, é necessário o candidato a voluntário ter idade mínima de 18 anos e disponibilidade mínima de uma hora por semana, o trabalho é feito na sede do Projeto entre segunda à sexta-feira das 9h às 12h ou 14h às 16h.
 

Família de acolhimento: é aquela que tem interesse em cuidar de um cão adulto reprodutor ou matriz. São cães que podem ter uma vida normal em uma casa de família, mas precisam de atenção e cuidados diários. 


As atividades incluem dar toda atenção necessária para o animal, não permitir que o cão cruze e levá-lo ao canil sempre que houver necessidade de reprodução ou no momento de nascimento do filhotes. 


O candidato deve ter no mínimo 18 anos, morar em casa com ambiente apropriado para criação de um cachorro de grande porte e ter disponibilidade para colaborar e aprender.
 

Famílias hospedeiras: são os responsáveis pela socialização dos filhotes do projeto. 


O voluntário fica com os filhotes entre o período de dois meses a um ano e meio de idade, e é responsável pela primeira etapa de formação de um cão-guia, fazendo a socialização do filhote. 


Isso significa que o voluntário precisa educar e acostumar o cão ao maior número de experiências possíveis, frequentando diversos lugares, como shoppings, restaurantes, locais de trabalho e estabelecimentos comerciais. 


Para participar do processo de seleção, o interessado deverá residir em Brasília-DF, ter idade igual ou superior a 18 anos, morar em casa, ter disponibilidade de tempo para sair com o cão para atividades externas, devendo, no geral, proporcionar o maior número de experiências possíveis para o cão. 


É importante que toda família esteja de acordo com a hospedagem do animal. Atualmente, o Projeto não conta com novos filhotes, os candidatos interessados em se tornar uma família hospedeira ficam com o nome em um cadastro e são chamados quando houver o nascimento de novos cães.
 

Voluntário especialista: é aquele que quer ajudar dentro da sua área de competência profissional. A pessoa poderá desenvolver suas habilidades profissionais, aumentar sua experiência e ainda exercer sua cidadania ajudando uma causa social.


Juliana Jobim é formada em Desenho Industrial e Publicidade e Propaganda, e atua como voluntária especialista do projeto desde o final de 2011. “Eu conheci o projeto em 2010, quando fiz uma matéria com o Silvo, um dos primeiros deficientes visuais a receber um cão-guia. Ele frequentou algumas aulas com o animal dele na época, o Zircon. 


O cão sempre ficava deitado do lado dele, quietinho, um dia no final da aula um dos alunos perguntou se poderia fazer carinho no animal, e ele falou que precisava tirar o arreio. 


Quando ele tirou, o cachorro se transformou totalmente e saiu rodando a sala toda, cheirando todo mundo, brincando e lambendo. Fiquei totalmente encantada com esse comportamento.”, conta a designer, que começou no projeto fazendo carteirinhas, banners e camisetas. 


“Comecei ajudando na minha área de atuação e em eventos que o projeto participa, hoje me envolvo bastante e ajudo em tudo que posso”, completa.


Hoje esse é o perfil de voluntariado que o projeto mais precisa, algumas áreas de atividade são de Publicidade, Veterinária, Design, Assessoria de Imprensa, Mídias Sociais, Fotografia, Contabilidade, Administração, Arquitetura, Direito e outros. 


Atualmente a maior lacuna é a designer gráfico, que trabalhará no desenvolvimento de conceito e criação de peças gráficas para o dia a dia do projeto. 


Para tornar-se um voluntário especialista é necessário disponibilidade de duas a dez horas semanais, com trabalho em remoto e, esporadicamente, na sede do Projeto.


Voluntário topa tudo: é aquele que tem interesse em ajudar o projeto de alguma forma, mesmo que não seja em uma área de atuação especifica. Eles podem ajudar em inúmeras atividades que podem ser feitas presencialmente, nas ruas ou de casa. 


São atividades como captação de recursos, realizando, organizando ou prospectando eventos e ações; elaboração de projetos de patrocínio; busca de patrocínios e parceiras; venda de produtos; mutirões de limpeza; organização de confraternização e outros. 


O voluntário precisa ter de duas a dez horas de disponibilidade semanal, com trabalho em remoto e, esporadicamente, no local. 


Atualmente nesse perfil, as maiores lacunas são a de captação de recurso, e a do descritor de imagens, que tem o objetivo de tornar o facebook do projeto mais acessível para pessoas com deficiência visual.


Outras formas de ajudar



Quem tiver interesse, pode contribuir com o Projeto Cão-Guia de Cegos DF doando qualquer valor, por depósito ou transferência bancária, depositando na conta abaixo:


Associação Amigos do Cão-Guia – AACG / Banco do Brasil, Agência 3604-8, Conta Corrente 11.882-6, CNPJ 18.080.324/0001-24






Erro faz menina com escoliose aguardar 7 anos por cirurgia

Foto de Laura sorrindo em sua cadeira de rodas

A mãe de uma menina com escoliose, deformidade que deixa a coluna em forma de “S”, entrou em contato com o âncora da Rádio BandNews FM, Ricardo Boechat, para contar o caso da filha. 


Ana Paula explicou que há sete anos, Laura, de 11 anos, estava na fila para fazer uma cirurgia na AACD


Quando finalmente foi chamada, foi constatado que ela estava na fila errada durante todo esse tempo.
 
Após entrar com um processo junto à Defensoria Pública, os pais de Laura conseguiram uma liminar para a realização da cirurgia no Hospital das Clínicas.
 

Mesmo assim, hoje ela está na posição 220 da fila e deve levar mais sete anos para ser atendida.

 
Procurada, a AACD ainda não se manifestou sobre o caso.






16 de abr. de 2015

Jundiaí garante a primeira sede para Amigos do Autista

 


A tarde da quarta-feira (8) foi marcada por uma conquista decisiva pela Associação de Amigos do Autista de Jundiaí (AMA). 


Idealizada na cidade em setembro de 2013 com objetivo de atender autistas da cidade e região, a AMA não contava com uma sede. 


Agora, recebeu autorização legal assinada pelo prefeito Pedro Bigardi para fazer uso do mesmo espaço físico utilizado pela Associação dos Amigos de Bairro do Caxambu, na esquina entre as avenidas Comendador Antônio Borin e Humberto Cereser.


“Fico feliz pela maneira como a AMA foi recebida pela Associação dos Amigos de Bairro, que usa o espaço apenas uma vez por mês. A AMA é mais que bem-vinda na cidade pela importância do trabalho que desenvolve e pode contar com a ajuda da Prefeitura para começar a atuar”, garantiu Pedro Bigardi, acompanhado pela filha Patrícia.


Enquanto conhecia as dependências do imóvel, que passa por obras de reforma e ampliação justamente para receber a AMA, o prefeito anunciou ainda que a Prefeitura vai ajudar na aceleração do processo, cedendo o projeto, uma parte do material de construção e mão de obra. 


A iniciativa envolve as secretarias de Planejamento e Meio Ambiente e de Serviços Públicos.


Com pouco mais de dez voluntários, a AMA prevê reunir, em um mesmo espaço, o atendimento de profissionais especializados, como o terapeuta ocupacional, psicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos, entre outros. 


“O autista precisa de um atendimento integrado, que envolva vários profissionais que dialoguem entre eles sobre as características de cada caso. Quando há uma convergência de especialidades, os resultados são bastante positivos”, explicou Antônio Godoy, que assumiu a tarefa de presidir a iniciativa em Jundiaí desde os primeiros dias.


Ajudar



Movido pelo filho Matheus, de 6 anos, diagnosticado com autismo aos dois, Antônio sentiu que precisava fazer algo para ajudar não apenas Matheus, mas um universo maior de crianças enquadradas nesse espectro. 


Mudou de vida em prol da causa. Hoje, trabalha à noite como preparador de máquinas para atuar à frente da AMA durante o dia. O esforço, desabafa, tem valido a pena.


“Já temos entre 50 a 60 crianças inscritas para serem atendidas no programa. Nem eu imaginava que a demanda seria grande assim.” 


A meta, segundo ele, é dar início aos atendimentos ainda no segundo semestre de 2015. “A ajuda que a Prefeitura está nos dando é muito valiosa e vai colaborar demais com a nossa causa”, confirmou.


A AMA Jundiaí vai atender crianças com até 12 anos. Hoje, conta com o apoio de parceiros que permite, por exemplo, custear o início das obras no imóvel - estimadas em R$ 30 mil.


A cerimônia de assinatura contou com a participação do chefe de gabinete, Alan Picollo, e do responsável pela Coordenadoria da Pessoa com Deficiência, Reinaldo Fernandes, além de apoiadores da causa e voluntários.
 

Segundo os últimos dados do censo demográfico realizado em 2010 pelo IBGE, em Jundiaí existem 670 pessoas com algum tipo de severidade cognitiva.
 

Texto: Thiago Secco


 Fontes:  G1  /   Rede Saci



13 de abr. de 2015

Doença de Parkinson afeta mais de 200 mil brasileiros, mas há tratamento para redução dos sintomas


 


No dia 11 deste mês é celebrado o Dia Mundial do Parkinson, para lembrarmos da importância do diagnóstico e tratamento precoce desta doença neurodegenerativa e incapacitante que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), acomete cerca de 100 a 200 pessoas por 100 mil habitantes acima de 40 anos, ou aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos. Só no Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sejam portadoras da Doença de Parkinson.


Para a Dra. Lorena Broseghini Barcelos, neurologista especialista em Distúrbios do Movimento do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, poucas pessoas sabem que a doença tem um tratamento eficaz para diminuição dos sintomas, como os conhecidos tremores e a rigidez do corpo.


Com maior prevalência a partir dos 65 anos, quando o envelhecimento dos neurônios torna-se mais acentuado, a Doença de Parkinson ocorre em consequência de uma deficiência na produção de dopamina cerebral, neurotransmissor produzido pela região do cérebro chamada “substância negra”, responsável principalmente pelo controle dos movimentos do corpo, humor, emoções, cognição, sono e memória.


Essa doença neurodegenerativa é caracterizada clinicamente pela presença de tremor, rigidez, lentidão dos movimentos e alteração do equilíbrio postural. A doença acomete no início um lado do corpo, geralmente braços e pernas que, posteriormente, progride para o outro lado. 


Também é bastante comum a presença de sintomas não motores, como a redução do olfato, alterações urinárias, distúrbios do sono, depressão, ansiedade, fadiga, constipação e dificuldade de concentração e memória. “Que estão entre as outras características da Doença de Parkinson”, explica a Dra. Lorena.


Embora a maioria dos casos seja de causa desconhecida, existe o Parkinson de origem genética com crescentes evidências e descobertas de novos genes, particularmente quando a idade de início dos sintomas é menor do que 50 anos. 


As exposições a algumas substâncias químicas, como os agrotóxicos, estão entre os fatores de risco para a doença.


O diagnóstico é essencialmente clínico, por meio de avaliação de um neurologista. Inicialmente, o tratamento se dá com medicamentos para controle dos sintomas motores e não motores, associado à realização de atividade física e fisioterapia motora.


Em alguns casos, informa a especialista em Distúrbios do Movimento, a cirurgia de estimulação cerebral profunda pode ser indicada. 


Essa opção terapêutica é recomendada, em geral, após cinco anos do início da doença em pacientes que não respondem ao tratamento com medicamentos e que não apresentam alterações cognitivas e psiquiátricas. 


Neste procedimento, o neurocirurgião realiza o implante de um eletrodo na região responsável pelo circuito cerebral que controla o tremor, rigidez e lentidão dos movimentos. 


No pós-operatório, após algumas semanas, o neurologista acompanha o paciente ambulatorialmente, programando o eletrodo implantado e ajustando o tratamento com medicamentos, explica a Dra. Lorena.


Sobre o Hospital 9 de Julho: 



Fundado em 1955, em São Paulo, o Hospital 9 de Julho tornou-se referência em medicina de alta complexidade e tem focado seus investimentos no atendimento a traumas (incluindo médicos especializados em queimados) e nos Centros de Referência: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional; Rim e Diabetes; Oncologia; Gastroenterologia; Controle de Peso, Cirurgia Metabólica e Bariátrica; Trauma ; Infusão, Medicina do Exercício e do Esporte; Reabilitação; Clínica da Mulher e Longevidade.


Com cerca de dois mil colaboradores e quatro mil médicos cadastrados, o complexo hospitalar possui 318 leitos, sendo 78 leitos nas Unidades de Terapia Intensiva, especialistas em procedimentos de alta complexidade, além de um Centro Cirúrgico com capacidade para até 14 cirurgias simultâneas.



Fonte:  Comunique-se  /  Rede Saci



2 de abr. de 2015

ONU quer mais empregos para pessoas com autismo


O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, quer que as empresas criem mais empregos para as pessoas com autismo. 


A declaração foi feita para marcar o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, esta quinta-feira 2 de abril.


O tema da campanha deste ano é "Emprego: A Vantagem do Autismo". Ban disse que está encorajado com o aumento do conhecimento público geral sobre o problema.

Tratamentos e Integração


Segundo o chefe da ONU, a data especial não só fornece maior compreensão sobre o assunto, mas também empodera os pais na busca de tratamentos e terapias precoces como busca maior integração das pessoas com autismo na sociedade.


Ban disse ainda que com apoio adequado, os autistas podem e devem frequentar escolas em suas comunidades.


De São Paulo, em entrevista à Rádio ONU, a coordenadora pedagógica da Associação de Amigos do Autista, Carolina Ferreira, falou sobre a dificuldade de se encontrar um emprego para as pessoas nessa condição.


"Nós já tentamos empregos para muitos deles que têm um autismo mais leve, e nós percebemos a grande dificuldade. O Brasil tem a cota para (pessoas) especiais mas não está preparado para receber pessoas com autismo e muitos não conseguem emprego."


A coordenadora pedagógica falou ainda sobre os tipos de trabalho mais apropriados para as pessoas com autismo.


"Olha, as pessoas com autismo executam atividades que sejam mais (ligadas) em linha de montagem, algumas têm facilidade em computação. Eu acho que as profissões ou serviços que lidam muito com pessoas, com o público, são mais difíceis para eles."

 

 Desempregados


Falando sobre emprego, o secretário-geral da ONU convidou as empresas a assumirem um compromisso concreto para contratar pessoas com autismo.


Segundo Ban, 80% dos adultos com autismo estão desempregados. Ele afirmou que essas pessoas têm um potencial enorme, a maioria tem notáveis habilidades visuais, artísticas ou acadêmicas.


Graças ao uso da tecnologia, pessoas que sofrem dessa condição e não conseguem falar podem se comunicar e compartilhar seus conhecimentos e capacidades.


O chefe da ONU pediu a todos que no Dia Mundial da Conscientização do Autismo unam forças para criar as melhores condições possíveis para que essas pessoas possam fazer sua própria contribuição para um futuro mais justo e sustentável.



Fontes:  EBC  /  Rede Saci


Desenvolvimento de autistas depende de cuidados especiais

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Estima-se que pelo menos dois milhões de pessoas tenham o transtorno do espectro do autismo apenas no Brasil. No mundo, são mais de 70 milhões. Na Bahia, não há dados sobre o número de pessoas com o distúrbio.


Em crianças, é mais comum que a Aids, o câncer e o diabetes. Não é tão conhecida nem mata como as doenças citadas, mas compromete a comunicação, a socialização e o comportamento do indivíduo. O que significa que não é nada fácil sobreviver ao transtorno.


Não à toa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu 2 de abril como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Em Salvador, algumas ações educativas serão realizadas em alusão ao movimento mundial associado à data.

 

Fatores


O autismo normalmente se desenvolve a partir dos 3 anos de idade e pode interferir negativamente em diversas áreas. Entretanto, a situação pode ser agravada diante de três fatores: falta de informação, incompreensão e preconceito.


"O autismo é um transtorno neurológico que dificulta as relações sociais e interfere no comportamento. Esse indivíduo precisa muito de ajuda para se desenvolver e superar suas limitações", explica Rogério Silveira, coordenador do Centro Pestalozzi de Reabilitação. O centro abriga a Clínica de Estudo e Tratamento do Autismo, vinculado à Fundação José Silveira. 

 
Para ajudar uma pessoa com o distúrbio, é preciso entender algo muito simples: o autista não deve ser tratado como um doente mental.


Basta compreender suas dificuldades, como a inabilidade para interagir socialmente, problemas para se comunicar e, também, o padrão de comportamento repetitivo - o que, além de compreensão, ainda exige paciência, principalmente nos casos mais severos.


"A maneira como essas características interferem na vida da pessoa, em que grau e associado a quais atitudes é algo que varia muito. A única coisa certa é que compreensão, paciência e amor são fundamentais", diz a coordenadora da Associação de Amigos do Autista da Bahia (AMA-BA), Rita Valéria Brasil, com o conhecimento que lhe cabe como mãe de um jovem autista de 22 anos.


A verdade é que o quadro do distúrbio pode ser mais leve, quando a fala e a inteligência se desenvolvem sem perdas significativas, até apresentar níveis mais graves em que a criança fica incapaz de estabelecer qualquer contato interpessoal.


Independentemente da situação, os especialistas na área reforçam que o autista precisa ser respeitado, incluído no meio social e estimulado a acreditar no próprio potencial.


Quando isso ocorre, sonhar com formação profissional, casamento, filhos, ou ser alguém independente e livre de rótulos, torna-se mais fácil. Melhor, torna-se possível, mesmo diante das limitações.


"Não podemos dizer que temos inúmeros exemplos de pessoas que levam uma vida completamente normal. Esses exemplos são mais raros, mas é possível, principalmente quando o diagnóstico é realizado precocemente", diz Rogério Gomes, do Centro Pestalozzi.


Os poucos exemplos existentes, no entanto, são bem animadores. Os físicos Isaac Newton e Albert Einstein, o pintor italiano Michelangelo e o craque do futebol Lionel Messi foram algumas das personalidades diagnosticados como portadores da chamada síndrome de Asperger, um transtorno que pertence ao espectro do autismo.


Embora muitos não saibam, os autistas podem apresentar excelente desempenho em determinadas áreas do conhecimento e acabam tornando-se gênios naquilo que se propõem a realizar.

  

Diagnóstico

 
Identificar o distúrbio não é fácil. Sabe-se muito pouco sobre a sua origem. Especula-se que possam existir múltiplas causas. Entre elas, fatores genéticos e biológicos, mas nada comprovado cientificamente ainda.


Talvez venha daí a dificuldade de encontrar a cura para a síndrome. Também não existem exames que possam detectar a condição.
 

"O diagnóstico é essencialmente clínico", diz Rita Valéria Brasil, da AMA, acrescentando que o acompanhamento com equipe multidisciplinar é fundamental para o desenvolvimento.

***

Atendimento em Salvador

 

Centro Pestalozzi de Reabilitação
 
Local: Rua Porto dos Tainheiros, 74, Ribeira.
 
Telefone: 71 3310-5300

 ***

Associação de Amigos do Autista da Bahia (AMA-Bahia)
 
Local:Rua Macedo de Aguiar, 98, Pituaçu.
 
Telefone: 71 3363-4463

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Centros de Atendimento Psicossocial (Caps)
 

local: Liberdade e Rio Vermelho

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Fontes:  Rede Saci   /   A Tarde



Praia Grande reinicia Programa Praia Acessível

 


Nesta sexta-feira (3), a partir das 9 horas (e até as 17 horas), no Quiosque da Praia do Bairro Guilhermina (Avenida Presidente Castelo Branco esquina com a Rua Leblon, em frente ao número 1.898), a Secretaria de Esporte e Lazer (SEEL) de Praia Grande reinicia as atividades do Programa Praia Acessível, iniciativa que oferece equipamentos (cadeiras anfíbias e esteiras adaptadas) para auxiliar as pessoas com deficiência na praia e no banho de mar com segurança.


As atividades serão oferecidas gratuitamente aos munícipes e turistas todos os sábados, domingos e feriados. Lançado em 2010, o Programa tem parceria com a Secretaria Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência. 


Há apoio das Secretarias de Saúde Pública (Sesap), Serviços Urbanos (Sesurb) e de Governo (SEG); Sub-Secretaria de Ação e Cidadania, Guarda Civil Municipal (GCM) e Corpo de Bombeiros.


“Vamos contar também com auxílio de entidades do terceiro setor voltadas a acessibilidade e aos direitos do deficiente”, informou o secretário executivo da SEEL Sérgio Pontes. “Epas, ADPG, APAE, INGEDERF e Ação em Combate a Neuropatologias são grupos que se colocaram à disposição do poder público para ajudar com voluntários e atividades”.

Dados


No Quiosque do Bairro Guilhermina, há rampa de acesso à praia e a SEEL manterá um professor, um auxiliar de enfermagem e um estagiário administrativo (para ajudar no preenchimento de ficha cadastral) no local. 


As atividades ocorrem com sol ou chuva fraca. A Secretaria Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência foi responsável pela compra de 10 cadeiras feitas com um tipo de pneu especial, que permite superar a dificuldade de locomoção na areia, e também não afundam na água.


Na primeira fase do Programa (realizada de 06 de janeiro a 18 de fevereiro), participaram 87 pessoas (algumas mais de uma vez, totalizando 139 atendimentos). Dessas, 39 eram mulheres e 48 homens. No total, 43 são moradores da Cidade e 44 visitantes. A maioria é portadora de deficiência motora (46).


Fontes:  Diário do Litoral  /   Rede Saci