3 de jan. de 2014

A arte acessível para pessoas com deficiência

Visitantes manuseiam esculturas
O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Belo Horizonte criou um atendimento para pessoas com deficiências visual e auditiva. 


Com a inauguração da Estação Sensorial, o visitante tem uma aula sobre história da arte a partir da história da escultura. 


O participante é convidado a manusear réplicas de importantes esculturas que representam períodos fundamentais da arte, como a Idade Média, períodos clássicos, e outros. Além disso, recebe informações sobre a importância dessas obras manuseadas.


Outra novidade apresentada pelo CCBB é o atendimento a pessoas com deficiência auditiva, disponibilizando um educador em libras.


Segundo a coordenadora do centro cultural, Adriana Xerez, o projeto foi totalmente pensado para auxiliar pessoas com deficiência que desejam ter acesso a obras de arte. “O projeto mostra que o centro cultural é um espaço de todos. 


A intenção é trazer um panorama da história das esculturas para que os visitantes que tenham a limitação da visão possam perceber, através do tato, como foram as transições das esculturas ao longo do tempo”, explica.


Matheus Rocha, um dos educadores responsáveis por conduzir as visitas às obras, conta como tem sido a experiência. 


“É gratificante. Como o participante não pode ver a arte, ele já chega aqui no centro cultural com muita vontade de aprender, de entender sobre a obra. Assim, todas as informações passada a eles são bem-recebidas”, disse.


O CCBB-BH fecha hoje e amanhã e reabre na quinta-feira.

Agenda:

Estação Sensorial do CCBB-BH


Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (Circuito Cultural Praça da Liberdade, 3431-9400)
Quando: Diariamente, das 9h às 21h, exceto terça-feira. 
Quanto: Entrada franca


IMPORTANTE:

Os serviços com professores de libras para deficientes auditivos acontece apenas pela manhã

Fonte: O Tempo


Pessoas com deficiência podem ter cota em candidaturas ao Legislativo

Cadeirantes acompanham uma sessão do Senado


Projeto que reserva para pessoas com deficiência pelo menos 5% do número de candidatos apresentados por partido ou coligação a vagas de vereador e de deputado federal, distrital e estadual pode ser votado Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa em 2014.


 De autoria do senador Pedro Taques (PDT-MT), o PLS 553/2013 aguarda recebimento de emendas e, depois de votado na CDH, seguirá para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), para votação em decisão terminativa.


O senador lembrou que a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da qual o Brasil é signatário, determina que seja assegurada às pessoas com deficiência a participação plena na vida política, por meio da candidatura e ocupação de cargos eletivos. Para ele, a aprovação da proposta fará com que ações relevantes para as pessoas com deficiência ganhem espaço na agenda política nacional.


– Vale aqui o mesmo argumento que fundamenta a reserva de candidaturas por sexo: a agenda relevante para pessoas com deficiência só ganhará espaço na agenda política nacional por meio da voz e das ações das próprias pessoas com deficiência, na condição de candidatos primeiro e de legisladores eleitos num segundo momento – argumentou.


Pedro Taques destacou que a expansão, no Brasil, de políticas que concedem benefícios a grupos desprivilegiados responde ao reconhecimento crescente da importância de a igualdade de oportunidades atingir a totalidade dos cidadãos. 


Para ele, ainda existe uma lacuna significativa na legislação brasileira, já que ainda não é previsto um percentual de candidaturas, de todos os partidos e coligações, reservado para as pessoas com deficiência.
 
 
 
 

Saúde bucal e deficiência de desenvolvimento; veja quais os cuidados




Cerca de 52 milhões de americanos sofrem de algum tipo de deficiência de desenvolvimento, como autismo, paralisia cerebral, retardamento mental, lesão medular, deficiência visual e auditiva, distrofia muscular, depressão e convulsões.


Há também 25 milhões de americanos com deficiência grave. A maioria destes indivíduos recebe tratamento odontológico em hospitais, estabelecimentos públicos e lares para idosos, mas, no mercado de hoje, podem também procurar a ajuda de cirurgiões dentistas particulares.


Ao prestar assistência odontológica às pessoas com deficiências de desenvolvimento, o dentista deve comunicar-se de maneira efetiva tanto com os pacientes como com as pessoas que cuidam deles.


Deve também estar ciente das limitações causadas pela doença, saber como tratar esses pacientes e procurar tornar o tratamento uma experiência positiva para eles.


A legislação define como deficiente a:


-   pessoa portadora de deficiência física ou mental que limita uma ou mais atividades fundamentais.


-   pessoa com histórico de deficiência.

-   pessoa considerada como portadora de deficiência.


Essas deficiências são causadas por problemas ocorridos durante os estágios de desenvolvimento, que vão desde o nascimento aos 18 anos.


Esses problemas podem ocorrer antes, durante ou após o nascimento e podem compreender anomalias cromossômicas, paralisia cerebral, autismo e epilepsia.


As deficiências adquiridas provêm de problemas ocorridos após os estágios de desenvolvimento, como, por exemplo, traumatismo craniano, lesão espinhal, esclerose múltipla e artrite.



O consultório

 

É importante compreender as implicações da deficiência e, em seguida, discuti-la com o dentista com o objetivo de identificar o que precisa ser feito desde a chegada do paciente ao consultório.


Deve-se avaliar o tratamento para saber se trata-se de uma consulta para exame clínico, profilaxia, restaurações ou extração e se o procedimento pode ser feito no consultório ou terá que ser feito em hospital.



Os procedimentos devem ser discutidos com o paciente, bem como com a pessoa que cuida dele, para instruí-los sobre as formas corretas de, em casa, limpar e remover a placa bacteriana e resíduos alimentares. 


Os dentes devem ser escovados duas vezes ao dia, com um creme dental com flúor que contenha ingrediente antibacteriano. 


A limpeza interdental deve ser feita pelo menos uma vez por dia para manter a placa bacteriana sob controle e evitar a gengivite. 


Dependendo da necessidade do paciente, pode-se recomendar um enxaguante bucal com flúor para reduzir a placa bacteriana e a gengivite, assim como a cárie. 


Após a consulta, a pessoa responsável pelo paciente deve discutir essas informações com o dentista e sua equipe.

Fonte: Portal Terra

 

DICA DO DIA - BEBA ÁGUA NO HORÁRIO CERTO


2 de jan. de 2014

Para possibilitar uso por pessoas cegas, projeto premiará quem hackear novo sistema do iPhone


 Reprodução

Desde o lançamento do iPhone, em 2007, grupos de hackers criaram maneiras de desbloquear o aparelho para possibilitar personalização em suas configurações. O desbloqueio ficou conhecido como jailbreak.



Mas um usuário está mais ansioso para desbloquear o iOS 7 do que os outros. Chris Maury foi diagnosticado com uma doença degenerativa que faz ele perder a visão aos poucos. 


E as ferramentas de acessibilidade que ele utiliza estão disponíveis apenas nas versões desbloqueadas do iPhone. Elas são perdidas quando o sistema é atualizado.


Para acelerar o processo de “hack do bem”, ele criou um fundo de financiamento colaborativo chamado Threshold para encorajar desenvolvedores a desbloquear o novo sistema da Apple. O incentivo: US$ 7,300 dólares em premiação.


Fonte: Fast Company.

Planos de saúde são obrigados a partir desta quinta a cobrir 87 novos procedimentos




Planos de saúde são obrigados a partir desta quinta a cobrir 87 procedimentos, cobertura abrange 37 remédios contra câncer, cirurgias e tratamentos. Medida da ANS e Ministério da Saúde foi divulgada em outubro passado.

 

 Fonte: G1