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16 de jun. de 2016

Sesc SP tem oficinas de hortas urbanas com tradução em Libras




O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc realiza a oficina Hortas Urbanas: saúde e bem-estar para as cidades. 


As aulas acontecerão entre os dias 30 de junho e 1º de julho no prédio do centro de pesquisa de São Paulo, e possuem opção de tradução em Libras.


A atividade aborda as hortas urbanas sob as perspectivas da saúde e do bem estar, partindo da contextualização histórica em São Paulo e no mundo e de um retrato atual dos movimentos e de suas repercussões diretas. 


A oficina também prevê vivências sensoriais com espécies de ervas e temperos plantados nessas hortas e uma visita à Horta das Corujas, com roda de conversa com uma das idealizadoras do grupo Hortelões Urbanos.


O curso conta com a participação de Sabrina Jeha (geógrafa e herborista do viveiro Sabor de Fazenda Ervas e Temperos), Silvia Jeha (nutricionaista, Herborista e especialista em cultivo orgânico de ervas e temperos da Sabor de Fazenda Ervas e Temperos) e Claudia Visoni (jornalista, agricultora urbana, criadora do grupo Hortelões Urbanos e voluntária na Horta das Corujas e Horta dos Ciclistas).


Importante: quem quiser tradução em Libras deve fazer a solicitação no ato da inscrição, com no mínimo 2 dias de antecedência da atividade.


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Hortas Urbanas: saúde e bem estar para as cidades


Data: 30 de junho e 1 de julho de
 
Horário: 10h às 13h.
 
Recomendação etária: 16 anos.
 
Número de vagas: 30.

Investimento: R$ 50 (inteira);  R$ 25 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública); R$ 15 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).

Informações e inscrições pelo site ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo clicando aqui.

 
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4 de fev. de 2016

Circo Vox trás 3 espetáculos com audiodescrição e interpretação de libras



Ministério da Cultura e Tom Brasil apresentam: CIRCO VOX em 3 espetáculos, no dia 07 de fevereiro, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS. 


Espetáculo Se CHOVE não MOLHA

1º Espetáculo: SE CHOVER NÃO MOLHA 



Um espetáculo divertidíssimo com uma família de palhaços e suas trapalhadas.


Data: 07 de fevereiro.


Horário: 11:00 horas. 

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2º Espetáculo: CARAVANA 



Mistura de canto, dança e teatro com os números circenses habituais. 


Data: 07 de fevereiro. 


Horário: 16:00 horas. 


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3º Espetáculo: NOSTALGIA 



Um espetáculo que resgata a magia dos primeiros circos que se apresentaram no Brasil, quando os artistas circenses eram ainda as estrelas da televisão. 


Data: 07 de fevereiro. 


Horário: 19:00 horas. 


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Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 (próximo à Av. das Nações Unidas).  


Informações:www.tombrasil.com.br 


Patrocínio Cultural: Vivo. Apoio: Estanplaza Hotels e Estrella Galícia. 


Realização: Ministério da Cultura, Governo Federal, Ministério da Cultura Transportadoras Aéreas Oficiais: Delta e Gol. 


Ingressos: 


  • CORTESIA  PARA  PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL ACOMPANHANTES
  • CAD ALTA PARCIAL - a partir de R$25,00 
  • CAMAROTE - a partir de R$50,00
  • FRISAS - a partir de R$40,00  
  • SETOR 01 - a partir de R$40,00 
  • SETOR 02 - a partir de R$25,00  
  • SETOR VIP - a partir de R$50,00



5 de dez. de 2015

Intérpretes proporcionam experiência do teatro para pessoas com deficiência auditiva



O teatro está lotado. As luzes se apagam, as cortinas se abrem e os atores entram em cena. 


Com eles, também se posiciona no palco Tatiana Elizabeth, tradutora intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras)


Tatiana, então, inicia o seu trabalho: transmitir as emoções do que é encenado àqueles que não escutam.


O público presente se mistura entre ouvintes e pessoas com deficiência auditiva, que agora frequentam as salas de teatro do Distrito Federal por oferecerem, além de diversão e cultura, acessibilidade, ou seja, por disponibilizarem intérpretes durante todo o espetáculo.


Tatiana explica que o número de pessoas com deficiência auditiva que procuram eventos culturais acessíveis têm crescido na capital. 


“Quando bem divulgado, onde tem peça, um público de 20 a 30 surdos estão presentes. São pessoas muito boas de trabalhar porque o feedback vem na hora, eles interagem com a gente”, disse.


A iniciativa de sucesso no teatro de Brasília vai ao encontro de leis federais e políticas públicas de inclusão de deficientes. 


Nesta quinta (3), Dia da Pessoa com Deficiência, a Secretaria de Direitos Humanos lança vídeos da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência em Língua Brasileira de Sinais (Libras)


É a primeira vez que o governo brasileiro realiza a tradução de uma legislação em vigor para portadores de deficiência auditiva.


Inclusão para todos



Patrocinada pelo Fundo de Apoio à Cultura (Fac), a peça Encontro às Escuras, do diretor Guilherme Monteiro, teve a presença, em toda a temporada, de um intérprete de libras. 


Guilherme conta que, ao inscrever o projeto para o Fac, destacou que seria fundamental que houvesse acessibilidade. 


“Eu também sou professor, então sempre penso na inclusão e acessibilidade para meus alunos, com todos os tipos de deficiência”, explica.


Ao final de cada apresentação, o diretor e os atores se reúnem com o público para conhecerem suas impressões. Segundo Guilherme, o retorno tem sido melhor do que o esperado. 


“Vários surdos que moram perto do teatro tinham curiosidade de ver alguma peça, mas nunca tinham ido por falta de acessibilidade. Agora, com essa oportunidade, eles não só vão uma vez, como várias vezes”.


William Tomaz, intérprete de libras que divide o palco com Tatiana na peça Encontro às Escuras, explica a importância do seu trabalho para a cultura acessível. 


“A maioria da nossa sociedade é ouvinte, então, raramente pensa em acessibilidade em língua de sinais, e participar do processo de criação de espetáculos com libras tem um sentimento diferente, é muito especial”.

 

Lei de Acessibilidade



De acordo com o Decreto 5.296/2004 que regulamenta as Leis nº 10.048 e nº 10.098, ambas de 2000, é necessário que haja em lugares públicos serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva, como pessoas capacitadas em Língua Brasileira de Sinais (Libras)  ou intérpretes, para aquelas que não se comuniquem em libras, e para pessoas surdocegas, prestados por guias-intérpretes ou pessoas capacitadas nesse tipo de atendimento.






21 de set. de 2015

Confira eventos com tradução em Libras, legendas e audiodescrição




Em setembro, além do Dia Nacional do Surdo (26), o país também comemora o Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Deficiência (21)


Para traçar um panorama dos eventos culturais acessíveis na capital, o Guia Folha preparou um roteiro com atrações que oferecem recursos de tradução em Libras (língua brasileira de sinais), legendas, audiodescrição e braille.


A ideia é dar opções de atividades permanentes ou eventuais para que os deficientes auditivos e visuais também possam aproveitar a cidade. 


De acordo com os últimos dados do IBGE (2010), na capital paulista há cerca de 500 mil deficientes auditivos (aproximadamente 30 mil são surdos). Os deficientes visuais passam de 2,2 milhões (em torno de 53 mil cegos).


Viviane Sarraf, especialista em acessibilidade cultural, avalia que as ações inclusivas vêm crescendo, mas que o número ainda é pequeno. 


"Esses eventos são mais comuns em festivais e datas comemorativas", diz a pesquisadora, que faz uma palestra na quinta (24), no Itaú Cultural.


A reportagem conta, ainda, com depoimentos de surdos e cegos sobre suas necessidades e dificuldades em um universo cultural que parece, muitas vezes, deixá-los de lado. [Colaboraram Gabriela Valdanha e Rafael Gregorio]
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LIBRAS

 
É a língua brasileira de sinais, que permite a comunicação com os surdos. É uma língua com estrutura gramatical própria —a usada no Brasil, por exemplo, é diferente da usada em Portugal e em outros países.


AUDIODESCRIÇÃO
 

No caso de filmes, peças ou shows, o recurso serve para descrever aos cegos detalhes não percebidos nos diálogos e nas frases ditas em cena, como tipo de cenários e de figurinos e as expressões faciais.


LEGENDAS


Não são todos os surdos que entendem a língua brasileira de sinais. Por isso, é importante para o bom entendimento que as atrações também forneçam legendas com o que é dito durante as atividades.


BRAILLE



Usado por pessoas cegas ou com baixa visão, o sistema de leitura —baseado em símbolos representados em alto relevo— permite que as palavras e as frases sejam entendidas apenas com o toque das mãos.

  • As salas de espetáculo não são obrigadas a oferecer recursos inclusivos para surdos e cegos. Mas, a partir de janeiro, os cinemas terão 48 meses para disponibilizar legendas e audiodescrição em todas as sessões.
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AGENDA E PROGRAMAÇÃO

TRIBOS



Uma das sessões acessíveis da peça "Tribos", que estreou há dois anos, chegou a contar com 500 deficientes auditivos na plateia. 

"Eles se identificam muito com o personagem", diz Bruno Fagundes, que interpreta um surdo cuja família não compreende suas limitações.


Na comédia, que acaba de reestrear no Tuca, ele divide o palco com seu pai, Antonio Fagundes. 


Desde o começo eles se propuseram a realizar apresentações com tradução em Libras, legendas e audiodescrição —que são realizadas no último sábado de cada mês (nesta temporada serão em 26/9, 31/10, 28/11 e em 12/12, já que a peça sai de cartaz em 13/12). Quem quiser, deve garantir logo os ingressos, que costumam acabar.


"No começo, a gente teve um trabalho grande pra organizar isso, mas toda comunicação requer um esforço, é preciso que você tenha essa disponibilidade, e nós a temos", diz Fagundes, o pai.
  
Bruno conta que aprendeu muito com essa iniciativa. "Eu entendi a função social do teatro e o sentido principal do nosso trabalho, que é a comunicação e a troca."

Teatro Tuca - r. Monte. Alegre, 1.024, Perdizes, tel. 3670-8455. Dias com acessibilidade: 26/9, 31/10, 28/11 e 12/12. Sex. e sáb.: 21h30. Dom.: 18h. Até 13/12. Valor.: R$ 50 (sex.), R$ 70 (dom.) e R$ 80 (sáb.). Para adquirir ingresso ligue: 4003-1212 ou ingressorapido.com.br.
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THEATRO NET

 
O teatro paulistano começa agora, em setembro, a oferecer eventos acessíveis: os espetáculos realizados no último fim de semana de cada mês terão tradução em Libras, audiodescrição, legendas e programas em braille.


A estreia será com o musical "Raia 30", de Claudia Raia, nos dias 26 e 27/9.


A ideia, segundo a organização, é estender esses recursos a todas as apresentações, tanto em São Paulo quanto no Rio —lá, essas ações eventuais acontecem desde março.


Shopping Vila Olímpia - r. Olimpíadas, 360, 5º andar, Vila Olímpia, região oeste, tel. 4003-1212. "Raia 30" - Dia 26: 18h30 e 21h30. Dia 27: 18h. Ingressos: 50 a R$ 200.
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ITAÚ CULTURAL



Neste mês, o local -que já costuma realizar atividades acessíveis- terá todas as sessões do projeto Terça Tem Teatro com tradução em Libras: "BadeRna" (22/9) e "Madame Satã" (29/9). Além disso, haverá outras ações:



Quinta (24)
 
8h30 às 13h - palestra sobre acessibilidade com Viviane Panelli Sarraf, especialista em acessibilidade cultural


Av. Paulista, 149, Bela Vista, região central, tel. 2168-1776. Grátis.

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CCSP


O Centro Cultural São Paulo possui a Biblioteca de Culturas Surdas, para quem se comunica por Libras, e a Biblioteca Louis Braille, com mais de 6.000 audiolivros e livros em braille —e digitalização de textos. 


Em 26 e 27/9, haverá espetáculo com a Cia. Mapinguary, e, neste sábado (19), das 10h às 12h30, palestra sobre o livro "O Cortiço", de Aluísio Azevedo (ambos em Libras).


Centro Cultural São Paulo - r. Vergueiro, 1.000, Liberdade, região central, tel. 3397-4002.

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CAIXA CULTURAL



O espaço realiza, na terça (22) e na quarta-feira (24), uma contação de história sobre a Lenda do Uratau, que fala de um pássaro de hábitos noturnos -os textos são narrados em português e em Libras. 


No dia 29/9, às 14h, haverá oficina teatral para surdos.


Onde: Praça da Sé, 111, Sé, região central, tel. 3321-4400. Inscrições: supervisao.sp@gentearteira.com. Grátis.

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SÉRGIO CARDOSO



O teatro realiza sessões acessíveis —e esporádicas— desde 2013. Os próximos eventos com Libras e audiodescrição serão os espetáculos "Pulsões" (26/9), com Fernanda de Freitas, e "Orpheus" (25/10), com a Studio3 Cia. de Dança —nos dois casos, os ingressos custam R$ 60 cada.


Onde: R. Rui Barbosa, 153, Bela Vista, região central, tel. 3288-0136. 144 lugares.

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THEATRO SÃO PEDRO



A ópera "O Homem dos Crocodilos + Édipo Rei" estreia em 18/11, mas já há três sessões marcadas com audiodescrição e Libras: nos dias 25, 27 e 29/11.

 
O conteúdo é transmitido pelo aplicativo WhatsCine, por meio do uso de smartphones e tablets.


Onde: R. Dr. Albuquerque Lins, 207, Santa Cecília, região central, tel. 3661-6600. 636 lugares.

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CIA. BALLET DE CEGOS



No projeto de Fernanda Bianchini, os deficientes visuais interpretam balé clássico. 


O próximo espetáculo será em comemoração aos 20 anos da iniciativa, dia 1º/11, no Auditório Ibirapuera —com recurso de audiodescrição.


Parque Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 2, região sul, tel. 3629-1075.

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TOM BRASIL

  

É comum a casa de espetáculos realizar sessões acessíveis. As duas próximas com audiodescrição e interpretação de Libras serão as peças "Onde Mora o Amor?" (20/9; R$ 50 a R$ 100) e "Mais que Dilmais" (8/11; R$ 50 a R$ 120).


Onde: Rua Bragança Paulista, 1.281, Santo Amaro, região sul, tel. 4003-1212. 1.800 pessoas.
 
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BIBLIOTECA DE SÃO PAULO



O local possui aparelhos que digitalizam e convertem o texto escrito em áudio —o recurso é imediato, e o visitante pode levar o audiolivro para casa (basta ter algum tipo de mídia para armazená-lo).


O deficiente visual Aroldo Uchoa, por exemplo, cursa direito e psicologia e visita a biblioteca toda semana -já ouviu mais de 200 livros de lá. 


Todas as terças-feiras, das 15h às 16h, são realizados os Jogos Sensoriais, com brincadeiras para pessoas com ou sem deficiência —a experiência estimula as habilidades sensoriais.


Já aos sábados, das 11h às 13h, dá para brincar no Tabuleiro de Jogos, uma oficina ministrada por Carlos Oliveira na qual os deficientes visuais dispõem de tabuleiros adaptados —e podem aprender táticas do xadrez e participar de partidas.


Parque da Juventude - av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Canindé, região norte, tel. 2089-0800. Grátis.

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AUTÓDROMO DE INTERLAGOS

 

Neste sábado (19) e no domingo (20), o autódromo vai receber várias atividades gratuitas e inclusivas, com esportes, shows e dança. As atrações incluem a banda Música do Silêncio, formada por pessoas com e sem deficiência auditiva, e o DJ Anderson Farias, que tem deficiência visual.
 

Programação
 

Sábado (19)

 
11h - abertura oficial

 
12h - capoeira adaptada (Grupo de Mães de Jovens Especiais do Tendal da Lapa)
 

13h e 16h - skate adaptado (Grupo Carverize)
 

14h - projeto Judô para Todos Brasil
 

15h - dança (Apae São Paulo)
 

17h - banda Música do Silêncio
 

9h às 18h - DJ Anderson Farias
 

9h às 18h - Galera do Click
 

Domingo (20)
 

9h às 18h - DJ Anderson Farias, CATe Móvel e skate adaptado com Grupo Carverize


Onde: Av. Senador Teotônio Vilela, 261, Interlagos. Sáb. (19) e dom. (20): 9h às 18h. Grátis.

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DIÁLOGO NO ESCURO

 

Guarde todos os seus pertences no armário, principalmente os que emitem luz: relógio, celular e até seu brinco (se ele for muito brilhante). 


"Mas e os meus óculos? Pode guardar também, você não vai precisar deles."

A conversa é comum entre participantes e instrutores da exibição multissensorial "Diálogo no Escuro", em cartaz até fevereiro no Unibes Cultural. 


Durante a experiência, um grupo de até oito visitantes entra em um espaço em completo breu. A segurança vem de uma bengala e da voz dos guias —que são cegos ou possuem baixa visão.


"Sinta com os dedos, o que você acha que é isso?". 


Entre tropeços, os visitantes são obrigados a estimular outros sentidos, principalmente o tato e a audição, para descobrir onde estão: em uma floresta, uma feira, uma rua ou um bar. 


"As pessoas saem daqui achando que somos super-heróis", diz Sony Pólito, um dos guias. Não é para menos.

Onde: Unibes Cultural - r. Oscar Freire, 2.500, Pinheiros, região oeste, tel. 3065-4333. Seg. a sáb.: 11h às 17h30. Até 20/2/2016. Livre. Ingressos: R$ 24 (seg. a qui.) e R$ 30 (sex. e sáb.). É necessário fazer agendamento p/ 2122-4070 ou compreingressos.com.
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FESTIVAL "ASSIM VIVEMOS"


A sétima edição do evento exibe 33 filmes de 20 países, de quarta (23) a 5/10 —em comum, eles discutem a possibilidade de uma vida independente, e muitos são protagonizados por atores com algum tipo de deficiência.


O festival, que ocorre no CCBB e celebra a inclusão cultural no Brasil, terá audiodescrição em todas as sessões, catálogos em braille e legendas "closed caption". Nos debates, haverá tradução em Libras.


Um dos destaques é o filme alemão "Carmina - Viva a Diferença", que mostra mais de 300 pessoas (com ou sem deficiência) dançando "Carmina Burana", sucesso de Carl Orff. Abaixo, a programação dos dois primeiros dias. Para ver a agenda completa, acesse o site oficial.


PROGRAMAÇÃO

Quarta (23)

 
13h - "Carmina - Viva a Diferença"
 
15h - "Record Mundial"
 
17h - "O Coração Partido e a Beleza" + "O Mar me Faz Lembrar" + "E Agora José, Maria e João?"
 
19h - "A Criança e o Golfinho" + "Soluções Promissoras"
 

Quinta (24)
 

13h - "Como nos Filmes" + "Prima Madenn"
 
15h - "A Viagem de Maria" + Alcançando as Nuvens!"
 
17h - "Teatro do Coração Aberto" + "Complexo de Canguru"
 
18h30 - Debate sobre autismo


Onde: Centro Cultural Banco do Brasil - Rua Álvares Penteado, 112, centro, tel. 3113-3651. 70 lugares. De 23/9 a 5/10. Grátis.
 
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MIS


A exposição "Truffaut - Um Cineasta Apaixonado", em cartaz no Museu da Imagem e do Som, conta com um audioguia com detalhes sobre as obras que homenageiam o cineasta francês. 


O recurso é ativado via celular, a partir do aplicativo do museu. Em outras mostras, ao atender pessoas com deficiência visual, as orientadoras realizam ações descritivas do espaço expositivo. 


Também mantém o projeto Acessa MIS, com atividades culturais para pessoas com deficiência, e o MIS +60, destinado a idosos.


Onde: Av. Europa, 158, Jardim Europa, tel. 2117-4777. "Truffaut" - Ter. a sáb.: 12h às 20h. Dom.: 11h às 19h. Até 18/10. Ingr.: R$ 10 e R$ 16 (terça: grátis).
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MAM



O Museu de Arte Moderna, premiado por suas ações de acessibilidade —sob a coordenação de Daina Leyton—, disponibiliza audioguia e videoguia em todas as exposições, além de contar com o educador surdo Leonardo Castilho para visitas mediadas.


Veja as próximas atrações do local:

 


Terça (22)
 

10h - visita mediada em Libras
 
14h30 - narração de história em português e em Libras
 

Quinta (24)
 

14h - Slam do Corpo (batalha de poesia em português e em Libras)


Onde: Parque Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, tel. 5085-1300. Ter. a dom.: 10h às 18h. Ingr.: R$ 6 (grátis aos dom.).

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PINACOTECA



O museu oferece catálogos em braille e com CD de áudio, visitas com especialistas em Libras e videoguia para os surdos. 


Também abriga a Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras do acervo que podem ser tocadas.


Onde: Praça da Luz, 2, Bom Retiro, tel. 3324-1000. Ter. a dom.: 10h às 17h30.


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MUSEU DA IMIGRAÇÃO



Realiza atividades para deficientes visuais, intelectuais e auditivos. O conteúdo das exposições de longa duração possui legendas e audioguia —em cartaz: "Migrar: Experiências, Memórias e Identidades".


Onde: R. Visc. de Parnaíba, 1.316, Mooca, região leste, tel. 2692-1866. Ter. a sáb.: 9h às 17h. Dom.: 10h às 17h.

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MUSEU AFRO BRASIL



Com o aplicativo do museu, o visitante tem acesso a um audioguia com detalhes do acervo fixo e de algumas exposições em cartaz. 



O local conta com maquetes táteis legendadas em braille.


Onde: Parque do Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, tel. 3320-8900. Ter. a dom.: 10h às 17h.

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MUSEU DO FUTEBOL


Oferece audioguia para cegos, com informações sobre o trajeto, descrição das salas e exploração do conteúdo do museu. Realiza, ainda, o Projeto Deficiente Residente, cujo objetivo é melhorar o atendimento prestado pela equipe.


Onde: Estádio do Pacaembu - Praça Charles Miller, s/nº, tel. 3664-3848. Ter. a dom.: 9h às 17h


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MUSEU DE ARTE SACRA



Os visitantes têm acesso a tradução em libras, audiodescrição e maquetes táteis com legendas em braille. 


Além disso, mantém o Programa de Acessibilidade, com ações regulares para pessoas com deficiência, crianças e idosos.


Onde: Av. Tiradentes, 676, Luz, tel. 3326-3336. Qua. a sex.: 9h às 17h. Sáb. e dom.: 10h às 18h.

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CASA GUILHERME DE ALMEIDA


Instalado na casa onde o poeta viveu, o museu implementou sinalização tátil no chão e realiza visitas com educadores que se comunicam em Libras. 


Também se adaptou para receber deficientes físicos, com banheiro adequado e elevador, que dá acesso ao piso superior.


Onde: Rua Macapá, 187, Sumaré, região oeste, tel. 3672-1391. Ter. a dom.: 10h às 18h.

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CATAVENTO


O museu possui descrição em braille em suas principais instalações, além de atividades interativas que estimulam o lado sensorial. 


O Catavento Acessível é um roteiro criado para atendimento a pessoas com deficiências (físicas, intelectuais, visuais e auditivas).



Onde: Pça. Cívica Ulisses Guimarães, s/nº, Brás, tel. 3315-0051. Ter. a dom.: 9h às 16h.

 

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4 de ago. de 2015

Peça infantil "É Proibido Miar" incorpora audiodescrição e língua de sinais




Um movimento crescente tem levado artistas do palco a utilizar recursos de acessibilidade, como audiodescrição (relato do que se passa em cena para espectadores com deficiência visual) e interpretação em Libras (a língua de sinais para entendimento dos espectadores surdos). 


Mas os criadores da peça infantil É Proibido Miar resolveram radicalizar: incorporaram esses recursos na própria dramaturgia. 


São os atores que descrevem o que se passa em cena e realizam a interpretação em Libras, tudo isso enquanto atuam.


A motivação vem do tema do respeito à diferença tratado no espetáculo, uma adaptação do livro de Pedro Bandeira de mesmo título dirigida por Denis Gosch. 


É a história do cachorrinho Bingo (vivido por Joana Amaral), que faz amizade com um gato. No momento solene do primeiro latido, Bingo surpreende a família com um miado. 


Após a rejeição, tem início sua desventura: ele é levado pela carrocinha e segue sofrendo preconceito de outros cachorros.
 

Também integram o elenco Dani Dutra, Douglas Dias e Juliana Kersting, que teve a ideia da adaptação porque ainda guarda na memória a emoção da primeira leitura do livro de Bandeira, quando tinha oito anos:

 
– Eu me identifiquei. Tinha um irmão mais velho que era especial, então talvez tenha a ver com essa relação. 


A leitura ecoou essa minha experiência de lidar com a diferença desde que me entendo por gente. Lá por 2012 ou 2013, mostrei o livro para o Denis com a ideia de montar o espetáculo.

 
Esta é a primeira produção da MA Companhia – Teatro, Dança e Assemelhados (lê-se “má companhia”), que reúne artistas que já trabalharam juntos em coletivos como Sarcáustico, Muovere Macarenando, entre outros. 


Sobre os próximos projetos, Gosch explica:

  

Agora, estamos com esse desfio da acessibilidade. Ainda tenho vontade de experimentar muitas coisas com Libras. Me encanta o gestual. Como eu tenho uma relação com a dança, tenho vontade de desenvolvê-lo coreograficamente.


Meia hora antes de cada sessão, os atores receberão o público para um “tour tátil”, uma oportunidade para tocar no cenário e nos figurinos, propositalmente criados com diferentes texturas.



É PROIBIDO MIAR



A temporada vai até o dia 9 de agosto e acontece todos os Sábados e domingos, às 16h. 

 
Local: Sala Álvaro Moreyra (Erico Verissimo, 307), fone (51) 3289-8000, em Porto Alegre.

 
Ingressos: R$ 30 à venda no local, uma hora antes de cada sessão. Desconto de 50% para estudantes, idosos, classe artística, pessoas com deficiência e para grupos acima de 10 pessoas através de agendamento pelo telefone (51) 9958-0519 ou pelo e-mail producao@fioprodutoracultural.com.br.


Venda antecipada, a R$ 20, na Livraria Bamboletras (Lima e Silva, 776) e na Del Puerto Cia. e Escola de Flamenco (Cristóvão Colombo, 752).


Fonte: Diversidade na Rua



1 de jun. de 2015

Inaugurada central para atender pessoas com deficiência auditiva em Niterói, RJ

Foto do logo da Central de Interpretação de Libras


Os moradores de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, com deficiência auditiva, contarão com um serviço que vai facilitar a vida em situações comuns do dia a dia. 


O prefeito Rodrigo Neves e o ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Pepe Vargas, inauguraram no último dia 29 a Central de Interpretação de Libras.


A partir do dia 1° de Junho, essas pessoas poderão ser acompanhadas de intérpretes ou tradutores de libras no atendimento de serviços públicos ou privados na cidade. 


Entre esses atendimentos estão a marcação de consultas médicas e a solicitação de emissão de documentos como CPF, Carteira de Identidade, Carteira de Trabalho e passaporte.


Os intérpretes podem ajudar também no cadastramento em programas sociais do governo e na consulta de benefícios ao trabalhador, incluindo o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o seguro-desemprego e as vagas de emprego no Sistema Nacional de Empregos (Sine).


A Central de Interpretação de Libras, que foi equipada com computadores, impressoras e material de escritório, vai ter ainda um carro para o deslocamento dos intérpretes e dos usuários. 


Para ter o serviço de acompanhamento dos profissionais, é preciso fazer o agendamento com 24 horas de antecedência e os atendimentos podem ser feitos também por meio de webcam, usando a internet, com a utilização da linguagem de sinais.


Para o ministro Pepe Vargas, essa é uma ação muito simples, mas importante por garantir acesso universal a serviços públicos a uma parcela importante da população. 


“Nós temos cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil com surdez bastante grave, se contarmos com perdas auditivas nem tão graves esse número aumenta”.


A Central vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h. Na avaliação do prefeito Rodrigo Neves, o projeto representa a inclusão social de pessoas que muitas vezes não conseguem, por exemplo, acessar um atendimento de saúde.


“Porque não têm alguém na família em condições de fazer a interpretação e o diálogo com um profissional. A Central de Libras dá autonomia a essas pessoas. Serão cerca de seis mil pessoas, que  de alguma forma, serão assistidas por este equipamento. É um singelo equipamento , mas que tem uma relevância social extraordinária”, destacou.


Antes do agendamento, no entanto, é preciso fazer o cadastro na central que vai funcionar na sede da Coordenadoria de Acessibilidade, na Praça Fonseca Ramos, sem número, 5º andar, centro, no prédio da Rodoviária de Niterói. 


Os usuários terão que levar o CPF e Carteira de Identidade originais ou certidão de nascimento também original. Se for menor de idade; apresentar comprovante de residência no próprio nome ou do responsável, uma foto 3x4 colorida atual e laudo médico/audiometria. 


No caso do representante ou responsável legal, é necessária a apresentação de Carteira de Identidade original e comprovante de residência.


Os serviços podem ser solicitados pelo telefone 2717-6974, email (cilniteroi@gmail.com), por Skype com webcam por meio do usuário cilniteroi, por SMS, por Whatsapp e por Facebook.



Fonte: EBCVida Mais Livre