Mostrando postagens com marcador Qualidade de Vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Qualidade de Vida. Mostrar todas as postagens

16 de jul. de 2015

Ação da Organização Sorriso devolve sorriso a crianças com deficiência

Foto de duas crianças com os lábios pintados sorrindo
 

Poucas coisas na vida são tão belas e espontâneas como o sorriso de uma criança. Mas e quando o ato de sorrir é inibido por uma deficiência física?
Algumas pessoas nascem com uma má formação congênita que a medicina chama de lábio leporino


Trata-se de uma abertura na região labial, fator que naturalmente causa constrangimento para quem a detém.


Pensando em ajudar crianças com esse problema, a organização mundial "Operação Sorriso" criou uma ação para que pequenos meninos e meninas de Bangkok voltem a sorrir sem nenhum pudor.


Eles tiveram os lábios pintados com figuras como jacarés, sapos e outros personagens que os ajudavam a apresentar uma emocionante peça infantil, com as luzes do teatro apenas sobre a parte inferior de seus rostos.


A ideia colocou literalmente o problema sob o holofote do público, mas não de uma maneira chocante, e sim doce e divertida.


De quebra, a ação criada pela agência BBDO de Bangkok conseguiu fazer com que a organização levantasse fundos necessários para operar mais de mil garotos e garotas com lábio leporino.


Confira abaixo o vídeo da ação:

 

 

 

Fontes:  ExameVida Mais Livre

 

 

2 de jul. de 2014

Sancionada lei que reserva mesas a idosos e gestantes


 Foto: Sancionada lei que reserva mesas a idosos e gestantes

A nova lei de nº 10.875, sancionada pelo prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB), obriga shoppings e galerias a destinar e identificar, de forma por avisos ou características, 5% de cadeiras e mesas de uso compartilhado para idosos, gestantes e deficientes físicos. A lei, de autoria do vereador Fernando Dini, também decreta que bares, restaurante e similares devem prestar atendimento preferencial a essas pessoas. Os estabelecimentos têm 180 dias para se adequar à nova lei. Do contrário, serão advertidos, na primeira autuação, e multados em R$ 1 mil após 30 dias. R$ 10 mil após 60 dias e R$ 20 mil por mês em caso de nova reincidência até o momento em que houver a regularização da situação.

Os bares, restaurantes e simulares também deverão, segundo a lei, dispor de espaço de espera adequado protegido do sol e da chuva, assentos e condições necessárias para o conforto da pessoa com deficiência física, gestante ou idosa. Da mesma forma, esses lugares terão de adaptar-se criando acessos para que usuários de cadeiras de roda possam chegar até as mesas reservadas.

Os estabelecimentos que não puderem se enquadrar, de forma total ou parcial, à nova Lei devem providenciar um laudo técnico firmado por profissional habilitado, comprovando a impossibilidade de adaptar-se a mesma.

De acordo com o vereador autor da proposta, o objetivo da lei é garantir a acessibilidade e inclusão àqueles que realmente necessitam, bem como trazer mais conforto para essas pessoas tenham ânimo e vontade de sair de casa em busca de diversão e lazer.

Os beneficiários

Os que serão beneficiados com a nova lei municipal, ouvidos em pelo Cruzeiro, acreditam, em sua maioria, que a lei é algo digno de louvor, como afirmou a operadora de caixa Gisele Silva, 34. Ela que está grávida de nove meses contou que sempre que vai à lugares como shoppings e restaurantes tem dificuldades para conseguir um lugar, quando esses estabelecimento estão lotados. "É muito complicado, falta muita educação em algumas pessoas. Mas isso não é apenas em lugares como esses. É em ônibus, em filas, enfim em muitos locais", comentou. "Acredito que com essa nova regra as coisas melhorem."

A mãe de Gisele, a aposentada Lina Alves Silva, 65, compartilha da opinião da filha. "Falta muita coisa para melhorar. O idoso é deixado de lado, as pessoas não se colocam em nossos lugares. É louvável essa nova lei, espero que com ela as coisas melhorem, afinal já não era sem tempo", afirmou.

O aposentado Pascoal Notar, 73, acredita que a lei vai ajudar a melhor a situação dos beneficiados, mas afirma que é uma lei que não deveria existir se as pessoas tivessem consciência de que pessoas idosas, com algum tipo de deficiência ou gestantes devem receber atendimento preferencial. "É como a Lei da Ficha Limpa que diz que todos os políticos devem ser honestos. É claro que devem ser honestos. Esses tipos de leis só refletem a situação que está a nossa sociedade", declarou.

Adaptação

O presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Sorocaba (Sinhores-Sorocaba), Antonio Francisco Gonçalves, o Botafogo, a nova lei "é uma ação social e humanitária. Todos os estabelecimentos de Sorocaba irão, sem duvida, se enquadram à nova lei. É algo importante para a sociedade. Temos um prazo de 180 dias, o que é suficiente para qualquer proprietário realizar as mudanças necessárias", informou. Ainda segundo ele, o sindicato acompanhará e esclarecerá quaisquer dúvidas dos proprietários em relação à nova lei. 

Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/555967/sancionada-lei-que-reserva-mesas-a-idosos-e-gestantes
A nova lei de nº 10.875, sancionada pelo prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB), obriga shoppings e galerias a destinar e identificar, de forma por avisos ou características, 5% de cadeiras e mesas de uso compartilhado para idosos, gestantes e deficientes físicos.


A lei, de autoria do vereador Fernando Dini, também decreta que bares, restaurante e similares devem prestar atendimento preferencial a essas pessoas. 


Os estabelecimentos têm 180 dias para se adequar à nova lei. Do contrário, serão advertidos, na primeira autuação, e multados em R$ 1 mil após 30 dias. R$ 10 mil após 60 dias e R$ 20 mil por mês em caso de nova reincidência até o momento em que houver a regularização da situação.

 
Os bares, restaurantes e simulares também deverão, segundo a lei, dispor de espaço de espera adequado protegido do sol e da chuva, assentos e condições necessárias para o conforto da pessoa com deficiência física, gestante ou idosa. 


Da mesma forma, esses lugares terão de adaptar-se criando acessos para que usuários de cadeiras de roda possam chegar até as mesas reservadas.

 
Os estabelecimentos que não puderem se enquadrar, de forma total ou parcial, à nova Lei devem providenciar um laudo técnico firmado por profissional habilitado, comprovando a impossibilidade de adaptar-se a mesma.

 
De acordo com o vereador autor da proposta, o objetivo da lei é garantir a acessibilidade e inclusão àqueles que realmente necessitam, bem como trazer mais conforto para essas pessoas tenham ânimo e vontade de sair de casa em busca de diversão e lazer.

 
Os beneficiários
 

Os que serão beneficiados com a nova lei municipal, ouvidos em pelo Cruzeiro, acreditam, em sua maioria, que a lei é algo digno de louvor, como afirmou a operadora de caixa Gisele Silva, 34. 


Ela que está grávida de nove meses contou que sempre que vai à lugares como shoppings e restaurantes tem dificuldades para conseguir um lugar, quando esses estabelecimento estão lotados. 


"É muito complicado, falta muita educação em algumas pessoas. Mas isso não é apenas em lugares como esses. É em ônibus, em filas, enfim em muitos locais", comentou. "Acredito que com essa nova regra as coisas melhorem."

 
A mãe de Gisele, a aposentada Lina Alves Silva, 65, compartilha da opinião da filha. "Falta muita coisa para melhorar. O idoso é deixado de lado, as pessoas não se colocam em nossos lugares. É louvável essa nova lei, espero que com ela as coisas melhorem, afinal já não era sem tempo", afirmou.

 
O aposentado Pascoal Notar, 73, acredita que a lei vai ajudar a melhor a situação dos beneficiados, mas afirma que é uma lei que não deveria existir se as pessoas tivessem consciência de que pessoas idosas, com algum tipo de deficiência ou gestantes devem receber atendimento preferencial. 


"É como a Lei da Ficha Limpa que diz que todos os políticos devem ser honestos. É claro que devem ser honestos. Esses tipos de leis só refletem a situação que está a nossa sociedade", declarou.

 
Adaptação

 
O presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Sorocaba (Sinhores-Sorocaba), Antonio Francisco Gonçalves, o Botafogo, a nova lei:


"É uma ação social e humanitária. Todos os estabelecimentos de Sorocaba irão, sem duvida, se enquadram à nova lei. É algo importante para a sociedade. Temos um prazo de 180 dias, o que é suficiente para qualquer proprietário realizar as mudanças necessárias", informou. 


Ainda segundo ele, o sindicato acompanhará e esclarecerá quaisquer dúvidas dos proprietários em relação à nova lei.

 


14 de ago. de 2012

Chegada de um animal de estimação em casa melhora comportamento de crianças autistas

Cachorro da raça boxer
Uma pesquisa publicada no começo de agosto, no periódico PLoS One, mostrou que o contato com animais de estimação pode ter um efeito positivo no comportamento de crianças autistas. Segundo especialistas do Centro de Pesquisa do Hospital de Brest, na França, pessoas com a síndrome que passam a ter um cão ou um gato, por exemplo, depois dos cinco anos de idade podem apresentar um melhor relacionamento com outras pessoas do que os indivíduos que já nascem em lares com a presença algum bicho ou que passam a vida sem conviver com um.

No artigo, os autores explicam que, embora a terapia envolvendo contato com animais já venha sendo recomendada a crianças com autismo há algum tempo, os resultados concretos dessa abordagem nunca haviam sido estudados.

Participaram da pesquisa 260 indivíduos de seis a 34 anos que tinham a síndrome. As pessoas que passaram a ter algum animal de estimação a partir dos cinco anos de idade apresentaram melhora em alguns aspectos específicos do comportamento social: elas se sentiam mais confortáveis e se mostravam mais solidárias quando se relacionavam com outras pessoas do que pacientes que nunca tiveram um animal. Os participantes que já nasceram em casas com a presença de animais também mostraram uma melhor relação social, embora menos intensa do que o outro grupo. Para os autores do estudo, esses resultados devem incentivar outras pesquisas que aprofundem os mecanismos envolvidos na relação entre pessoas com autismo e animais.

CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Does Pet Arrival Trigger Prosocial Behaviors in Individuals with Autism?
Onde foi divulgada: periódico PLoS One
Quem fez: Marine Grandgeorge, Sylvie Tordjman, Alain Lazartigues, Eric Lemonnier, Michel Deleau e Martine Hausberger
Instituição: Hospital de Brest, França
Dados de amostragem: 260 pessoas com autismo
Resultado: Pessoas com autismo que passaram a ter animais de estimação a partir dos cinco anos de idade se relacionam melhor socialmente do que quem nunca conviveu com algum bicho de estimação. Embora de forma menos intensa, quem nasce em lares com animais também apresentam melhora

Fonte: Veja