28 de fev. de 2014

João Pessoa (PB) disponibiliza camarote para que pessoas com deficiência participem do carnaval


O Programa de Inclusão e Cidadania para Pessoas com Deficiência da Prefeitura Municipal de João Pessoa instalou um camarote especial na Via Folia para garantir o acesso de todos aos eventos públicos. 


O espaço, que tem capacidade para até 40 ocupantes, fica localizado em frente ao supermercado Pão de Açúcar, na avenida Epitácio Pessoa.
 

O acesso ao camarote é simples. Basta que a pessoa se identifique para o guarda municipal, que estará na entrada do local, informou o assessor técnico do programa, Thiago Diniz. 


“A ação de inclusão social das pessoas com deficiência teve início na festa de São João da Prefeitura, no ano passado, e deu muito certo. O que a Prefeitura pretende com essa iniciativa é garantir o direito de todos”, afirmou.
 
O espaço é estruturado com rampas de acesso, banheiros adaptados para a pessoa com deficiência, que poderá prestigiar o evento levando um acompanhante. 


A coordenação do programa de inclusão da PMJP se preocupou também em disponibilizar 10 vagas de estacionamento para pessoas com qualquer tipo de deficiência. Estas ficam ao lado da igreja Nossa Senhora de Fátima, em Miramar.


“O turista que tiver qualquer tipo de deficiência também poderá subir no camarote para assistir a passagem dos blocos. Basta, para isso, apresentar a carteira com foto”, acrescentou Thiago Diniz.






Sambódromo não é totalmente acessível para a pessoa com deficiência

Vista aérea do Sambódromo do Rio


Com uma festa acessível, a pessoa com deficiência tem a garantia do direito de igualdade e cidadania plena. Mas não é isso o que vem acontecendo no Carnaval do Rio, dentro da Avenida, apesar das obras de remodelação do Sambódromo em 2012, e fora da Avenida, mesmo após as promessas do prefeito Eduardo Paes para acessibilidade nas ruas.
 
Apenas os setores pares e algumas frisas do setor 13, reservadas para pessoas com deficiência com direito a um acompanhante, são acessíveis, mas todos os setores do Sambódromo deveriam estar adaptados, como determina a Lei Municipal 273/81. 


Essa lei não é respeitada, e, mesmo nas áreas destinadas às pessoas com deficiência, a estrutura não é totalmente adequada. “Devemos insistir para que todo o Sambódromo seja acessível e para que todas as pessoas com deficiência possam assistir ao Carnaval de onde quiserem, com quem quiserem” afirma Teresa Amaral, Superintendente do IBDD.
 
Apesar das obras de remodelação da Sapucaí, concluídas em 2012, as promessas do prefeito Eduardo Paes não foram concretizadas, o que contradiz declaração no site da Prefeitura.


"Em 2012, terminou a reforma para adequar o Sambódromo às exigências do maior evento esportivo do planeta – nos Jogos Paralímpicos, o local receberá as provas de tiro com arco. As novas instalações foram equipadas com banheiros adaptados, elevadores e áreas destinadas a pessoas com cadeira de rodas, obesos, cegos e com mobilidade reduzida. Se antes o acesso de pessoas com deficiências era restrito à Praça da Apoteose, agora há lugares em todos os setores”, descreve erroneamente o texto.
 
Fora da Apoteose, obstáculos como calçadas quebradas, sem rampa e repletas de lixo também dificultam a participação das pessoas com deficiência nos blocos de rua. 


“Em Copacabana, Botafogo, Ipanema, Leblon, ainda tem outro problema: as pedras portuguesas, que apesar de serem lindíssimas, vivem soltando das calçadas, gerando buracos, que mais parecem crateras lunares e vivem sendo um tormento para os deficientes físicos. No carnaval vou ficar em casa assistindo tudo do meu sofá. Prefiro a lidar com o tormento. Vida de pedestre não é fácil no Rio, ainda mais para deficientes físicos e visuais. Acessibilidade não faz parte do cotidiano, vou passar o carnaval em casa por isso" reclama o cadeirante Pablo Cabral Júnior.
 

“Sou contra a o Setor 13, um setor exclusivo para pessoas com deficiência. Sou contra qualquer tipo de segregação, a do Sambódromo é ainda mais ofensiva porque acontece no carnaval carioca, uma imensa festa de alegria e congraçamento” completa Teresa Amaral.



Fonte: IBDD



Dica de ‪#‎BLOCOSINCLUSIVOS‬ para os ‪#‎FOLIÕESCARIOCAS‬


27 de fev. de 2014

Belém (PA) promove o carnaval da Inclusão para pessoas com deficiência

Desenho de máscara de carnaval



A Prefeitura de Belém realiza nesta sexta-feira, 28, o I Crie Folia, evento que vai reunir crianças, jovens e idosos com deficiência atendidos pela rede municipal em um arrastão de Carnaval nas ruas do centro de Belém. 


São esperados mais de duzentos alunos das escolas municipais Francisco Nunes (Guamá), Almerindo Trindade (Pedreira), Palmira Carvalho (Marambaia), Ida de Oliveira (Val-de-Cães) e Ernestina Rodrigues (São Brás).
 
O evento terá apoio da Guarda Municipal de Belém e da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém – SeMOB


É a primeira vez que o Município realiza uma programação carnavalesca voltada para a inclusão de pessoas com deficiência. 


No I Crie Folia haverá participação da bateria escola de samba Crias do Curro Velho e alunos do projeto trupe da inclusão com fantasias épicas.
 

O evento será a partir das 10 horas da manhã com a saída do cortejo da frente da sede do Crie, na Avenida Gentil Bittencourt, Nº 694 e percorrerá a Travessa Quintino Bocaiúva, a Avenida Conselheiro Furtado, a Travessa Rui Barbosa e retornará até a sede do Crie.
 

O Crie é o Centro de Referência em Inclusão Educacional da Secretaria Municipal de Educação e atende alunos com deficiência da rede municipal de ensino com serviços especializados dirigidos especificamente para esse público.





SEAD fiscaliza acessibilidade no Galo da Madrugada

Boneco em forma de galo, que simboliza o Galo da madrugada


Às vésperas do carnaval, Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência -SEAD, órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos intensificou o calendário de fiscalizações em parceria com o CREA-PE (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Pernambuco) e aos demais órgãos que integram o Grupo da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI).


Até sexta-feira (28), estão previstas mais duas vistorias com foco no Galo da Madrugada. Na quinta-feira (27), foram vistoriadas as arquibancadas instaladas na Praça do Diário e na sexta-feira (28), será a vez de trios elétricos e carros de apoio. Essa fiscalização irá ocorrer no Cais de Santa Rita.


No último dia 20, foram verificadas as condições de segurança das estruturas montadas que servirão de arquibancadas e camarotes na Avenida Sul e na rua Imperial, importantes corredores de circulação de pessoas durante o desfile do bloco que tradicionalmente leva milhares de foliões para o centro do Recife no Sábado de Zé Pereira.


Durante a fiscalização, a equipe da SEAD, coordenada pela secretaria executiva de Justiça e Direitos Humanos, se deparou com uma série de irregularidades como calçadas sem rampas, muitos buracos e diversos obstáculos que impedem a acessibilidade de foliões com deficiência


Os coordenadores de Acessibilidade, Lúcia Gomes, e Articulação e Saúde, Edmilson Silva, deram orientações para corrigir as irregularidades. Até o dia do desfile, outras fiscalizações serão realizadas a fim de garantir a folia acessível para todos.


Ao longo do mês, o FPI já vistoriou o Centro de Convenções, o Clube Internacional, o Clube Português, a Orla de Olinda e as ruas dos bairros do Engenho do Meio e Cordeiro. Também integram o grupo de fiscalização o Ministério Público, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar, a Vigilância Sanitária, a Compesa, a Celpe, a Secretaria Executiva de Defesa Civil (Sedec).






'No Brasil, as pessoas não se acostumam nunca com um cadeirante', diz a estilista Michele Simões

Michele Simões está em uma cadeira de rodas



As últimas imagens registradas na mente da estilista Michele Simões, 31 anos, antes do acidente que sofreu em 2006, são de uma noite divertida na balada, ao lado da irmã. 


Na hora de ir embora, Michele deitou no banco de trás do carro e dormiu. Um breve piscar de olhos que mudou completamente a vida da jovem, na época com 24 anos, recém-formada na faculdade e que há dois meses tentava a vida em São Paulo. 


“Não conseguia ver muita coisa, acho que por causa da pancada. Perguntei para a minha irmã o que tinha acontecido, pois não conseguia levantar, nem mexer as pernas. Ela pediu para eu ficar calma, que havíamos batido o carro. Fiquei desesperada porque já sabia que havia ficado paraplégica”.
 

A lesão na coluna de Michele não só impede os movimentos das pernas como afeta a parte torácica e compromete o equilíbrio de tronco. Nem por isso ela desistiu de realizar um de seus sonhos, interrompido na época do acidente: no final de 2013 ficou três meses nos Estados Unidos vivendo como intercambista. E de sua experiência fora do país nasceu o blog “Guia do Viajante Cadeirante, uma das únicas páginas da web dedicadas ao tema: 


“como não achei nada na web que pudesse me ajudar, resolvi compartilhar tudo que vivi de bom e de ruim para facilitar a vida de outros cadeirantes”, explica. Durante a conversa, Michele falou de suas descobertas e surpresas durante a viagem, o relacionamento com o namorado, seus próximos projetos e desejos para as mulheres cadeirantes:


 

Marie Claire: Como se sentiu quando recebeu a notícia de que realmente estava paraplégica?

Michele Simões: eu já tinha certeza da minha situação dentro do carro, pois não conseguia mexer as pernas. Foi um acidente bem grave, fiquei três meses internada. Quando confirmaram a notícia, fiquei desesperada, é claro, mas nunca pensei que minha vida tinha acabado ali. Sempre fui muito à luta, naquele momento não seria diferente. Sempre acreditei e ainda acredito que posso voltar a andar. Não sou muito conformada com o que as pessoas dizem, o que posso ser ou não. E isso ajuda muito.
 
M.C.: Nessa época já namorava?
 
 M.S.: não. Na verdade, já conhecia o Thiago, meu atual namorado. Nós havíamos saído algumas vezes antes do acidente, mas tínhamos decidido que o melhor era ficar só na amizade mesmo. Ele era amigo do namorado da minha irmã na época e, assim que rolou o acidente, foi correndo para o hospital. Foi a primeira pessoa a ficar comigo lá, me acalmou. Durante os três meses que fiquei internada, não deixou de me ver uma vez. Aí, um dia, ele aproveitou que não tinha ninguém no quarto para se declarar. Perguntou se eu achava mesmo que não íamos dar certo, que ele queria namorar porque estava apaixonado. A minha cabeça estava um turbilhão com tudo que estava vivendo. Eu gostava dele, mas não sabia como seria a minha vida e ficava encanada com corpo, vaidade. Mas resolvi seguir o conselho da minha mãe e tentar. Estamos juntos até hoje, a gente é muito parceiro, ele está sempre do meu lado. Até decidiu ir comigo no intercâmbio! (risos)
 

M.C.: Quando decidiu fazer a viagem?
 
M.S.: era uma vontade antiga. Quando me mudei de Rio Claro para São Paulo, antes do acidente, a ideia era ganhar experiência na minha profissão e juntar dinheiro para morar fora. Depois que tudo aconteceu, tive que adiar. Procurei uma agência no ano passado e eles me informaram que Boston, nos Estados Unidos, era uma cidade com muita acessibilidade. Lá havia uma escola que tinha convênio com um hotel e que eles topavam ser responsáveis por minha estadia, já que não tinha conseguido nenhuma casa de família para me receber. Decidi arriscar e foi ótimo! Embarquei em agosto e deu tudo certo. A cidade, apesar de ter uma arquitetura muito antiga, permite que os cadeirantes sejam muito independentes. Eu ia sozinha para todos os lugares, desde escola e lavanderia até prédios históricos. Lá eu me sentia parte da sociedade de novo.

M.C. E o blog, nasceu quando?
 

M.S.: sempre foi muito difícil encontrar referências na internet. Em 2006, tudo era muito mais aterrorizante, as informações eram raras. Era aquela coisa: você está na cadeira, não vai conseguir fazer nada. Pesquisei muito e só achei um blog de uma cadeirante que havia morado fora do país. Entrei em contato com ela, que nunca me respondeu. Decidi então criar a minha própria página na web para contar tudo que vivia de bom e de ruim e, desta forma, ajudar um próximo cadeirante que desejasse viajar. Lá tem de tudo: desde usar o banheiro do avião, até transportar a cadeira e transitar pela cidade.
 

M.C.: Qual foi sua maior dificuldade durante a temporada fora de casa?
 

M.S.: meu medo era o principal obstáculo. Fiquei sete anos aprisionada, sem sair ou fazer nada sozinha. Por isso, quando meu namorado decidiu ir junto eu avisei que queria ter essa experiência para ver se eu era capaz de me virar. No primeiro dia de aula, fui sozinha, peguei metrô, estava tremendo. Parecia uma criança indo pela primeira vez para a escola (risos). Só pensava “e se eu cair?”. Mas depois tomei gosto pela experiência e vi que era capaz. As inseguranças acabaram. A ideia era ficar só dois meses, mas me maravilhei tanto com a independência que tinha na cidade, que estiquei a estadia por mais um mês. Por meio do blog, conheci uma brasileira, também cadeirante, que mora em Boston e ela me ofereceu para ficar na casa dela. Ela tem quatro filhos e por conta das responsabilidades do dia a dia, não sai muito de casa. Então, resolvi apresentar a vida em Boston para ela (risos). Ensinei a pegar metrô, coisa que ela nunca tinha feito, fomos ao médico juntas. Foi uma aventura!
 

M.C.: O que mais te surpreendeu?
 

M.S.: A minha visão sobre mim. Voltei me sentindo muito mais segura e com muito mais vontade de melhorar as coisas. Durante o tempo que fiquei lá e até hoje recebo muitos e-mails, de gente que também é cadeirante e percebe que a vida não acabou. Percebi que posso ajudar.
 

M.C.: Qual foi a principal diferença da vida nos Estados Unidos e aqui no Brasil?
 


M.S.: lá fora não tinha tanto esse olhar de piedade, de te enxergar como como um total incapacitado. As crianças só vão para escolas especiais em última instância, então estão todos acostumados com o diferente. Aqui no Brasil acontece o contrário. Na volta de Boston, no aeroporto mesmo, notei que já tinha muita gente me olhando. Tinha esquecido disso. Brinco com meu namorado às vezes: olha lá, vai cair uma lágrima daqui cinco minutos (risos). Não é uma coisa que atrapalha, mas quando entrei nesse universo, me sentia constrangida. Logo depois que sofri o acidente, fui ao shopping e virei o centro das atenções. As pessoas não se acostumam nunca com um cadeirante, é incrível. Outra coisa: nos Estados Unidos tinha uma vida normal, foi uma libertação. Eu me sentia parte da sociedade porque tudo é muito acessível. Fui para Nova York sozinha de trem, sem nenhum problema. Aqui não consigo sair na minha rua, tudo tenho que fazer de carro, ligar antes para saber se há acessibilidade para deficientes e pedir para alguém me carregar.
 

M.C.: O que pretende fazer com o blog agora que voltou?
 
M.S.: vou dar continuidade, com dicas de passeios e lugares interessantes que tenham acesso aos cadeirantes em São Paulo. Já aprendi a nadar e velejar, tudo de graça. Quero incentivar as pessoas nessa área do esporte porque é onde a gente liberta o nosso corpo. Estou procurando parcerias, mas o que dá para eu fazer, eu faço. Já está encaminhado um projeto com uma escola de mergulho, devo fazer o curso e depois o mergulho adaptado nos próximos meses. Também fui atrás do paraquedismo para cadeirantes, mas ouvi coisas absurdas como “não tenho interesse nessa sua ideia porque é muito complicado”. É a vida, estou indo à luta. Minha proposta é procurar caminhos, provar que é possível mudar e mostrar que é possível sair de casa.
 

M.C.: No dia 8 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. O que você acha que precisa mudar no mundo para que ele seja um lugar melhor para as mulheres?
 
M.S.: precisamos aceitar melhor a diversidade e ter consciência que são elas que nos completam. Temos que parar de dividir o lado A do lado B. Como cadeirante, percebo que a a sociedade brasileira não está preparada para lidar com os deficientes. As pessoas nos enxergam como seres de outro mundo. É claro que temos nossas limitações, mas nem por isso somos menos. Essa visão deveria mudar.



Fonte: Marie Claire



Secretaria comemora dois anos e abre inscrições do Selo Empresa Inclusiva

Símbolo de acessibilidade
Ao comemorar dois anos de atividades, a secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Idoso de Caraguá (SP) abre inscrição para o Programa “Selo Empresa Inclusiva, que visa reconhecer iniciativas de empresas privadas que adotem padrões de acessibilidade no espaço físico e que possibilitem a empregabilidade de pessoas com deficiência.
 
Podem se inscrever, a partir do dia 6/3/2014 até o dia 6/5/2014, empresas de Comércio e Serviços de Caraguá nas seguintes categorias: microempresa (até nove funcionários); pequeno porte (10 a 49 funcionários); empresa de médio porte (50 a 99 funcionários); e grande porte (acima de 99 funcionários).


Os interessados em concorrer podem usufruir de consultoria especializada, gratuita, oferecida pela secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Idoso.


O primeiro lugar nas categorias empresa de grande e médio porte receberá R$ 10.000,00 (dez mil reais) e troféu. O primeiro lugar nas categorias pequena e microempresa receberá R$ 8.000,00 (oito mil reais) e troféu. O selo poderá ser utilizado nas veiculações publicitárias para promover serviços e produtos da empresa. Os vencedores também terão publicidade nos eventos da secretaria.


O “Selo Empresa Inclusiva” de Caraguatatuba será atribuído anualmente, no dia 3 de dezembro, data que se comemora o “Dia Internacional da Pessoa com Deficiência”, e fará parte da programação do Fórum Inclusivo da Pessoa com Deficiência.
 

Comemoração - No último sábado (22), a secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Idoso completou dois anos de atividades. Nesse período, foram implantados projetos e programas, ministrados cursos e firmadas parcerias com entidades locais, além de premiações conquistadas em níveis estadual e federal.
 

Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Idoso
 

Avenida Rio de Janeiro, 860 – Indaiá – Tel. 3897-7043/7023 ou 0800-774-7055