26 de nov. de 2015
25 de nov. de 2015
Você sabe o que é insuficiência renal?
Insuficiência renal é a condição na qual os rins perdem a capacidade de efetuar suas funções básicas, entre elas a de filtrar o sangue para eliminar substâncias nocivas ao organismo e a manutenção do equilíbrio de eletrólitos no corpo.
Calcula-se que a doença renal crônica atinja 10% da população mundial, atingindo pessoas de todas as idades, mas principalmente os idosos.
A estimativa é que a enfermidade afete um em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres com idade entre 65 e 74 anos, sendo que metade da população com 75 anos ou mais sofre algum grau da doença.
A insuficiência renal pode ser aguda,
quando ocorre súbita e rápida perda da função renal; ou crônica, quando a
perda é lenta, progressiva e irreversível.
A maioria das pessoas não apresenta sintomas graves até que a insuficiência renal esteja avançada.
A maioria das pessoas não apresenta sintomas graves até que a insuficiência renal esteja avançada.
A seguir alguns sintomas relacionados com a insuficiência renal:
- falta de apetite;
- cansaço;
- palidez cutânea;
- inchaços nas pernas e tornozelos;
- aumento da pressão arterial;
- inchaço ao redor dos olhos (especialmente pela manhã);
- pele seca e irritada;
- alteração dos hábitos urinários como urinar mais à noite;
- urina com sangue ou espumosa
O policial aposentado Sócrates Rosa, de 48 anos, sentiu alguns sintomas, mas quando foi diagnosticado já havia ocorrido à falência renal.
“Estava na ativa, trabalhando como policial, e comecei a ter algumas intercorrências como sangramento nasal, aumento na pressão e dor de cabeça. Comecei a investigar e achei que era hipertensão arterial, mas eu já devia ter algum tipo de perda no rim. Pouco tempo depois tive uma falência renal. Passei 15 anos fazendo hemodiálise. Eu vivia em função da hemodiálise. Acordava para ir para a clínica e dormia pensando em voltar lá pela manhã. Não tinha tônus muscular, disposição. Não conseguia caminhar até o portão da minha casa. Se eu fosse da porta até o portão, precisava parar para descansar. Eu não vivia, eu sobrevivia”, conta Sócrates.
O tratamento para problemas renais pode
ser realizado por meio de dieta e medicamentos, indicados por
profissionais de saúde, visando conservar a função dos rins que já têm
perda crônica e irreversível, tentando evitar, o máximo possível, o
início da diálise - tratamento realizado para substituir algumas das
funções dos rins, ou seja, retirar as toxinas e o excesso de água e sais
minerais do organismo.
Dados da Sociedade Brasileira de
Nefrologia indicam que 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil.
Os
números mostram ainda que 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a
doença tardiamente. A taxa de mortalidade para quem enfrenta o
tratamento é 15%.
Outra forma de tratamento é o
transplante renal em que, por meio de uma cirurgia, o paciente recebe um
rim de um doador.
Neste tratamento o paciente tem que fazer uso de
medicações que inibem a reação do organismo contra organismos estranhos,
neste caso, o rim de outra pessoa, para evitar a "rejeição do novo
rim”. O paciente necessita de acompanhamento médico contínuo.
Foi o transplante que mudou a vida de
Sócrates. Em dezembro de 2014 o policial fez o transplante de rim no
Instituto do Coração do Distrito Federal, que possui uma parceria
publico privada com o Sistema Único de Saúde.
“Eu nasci de novo neste dia 04 de dezembro. Foi um transplante muito bem assistido. Fiquei surpreso com o atendimento, fui muito bem tratado. Eu já tinha desistido de viver e o transplante me deu a vida de volta. Não sei nem o que dizer para a família que doou os órgãos. O sentimento de gratidão é tão grande, que falta palavras”, disse o policial aposentado.
Atendimento
Desde abril de 2014, a Secretaria de Atenção à Saúde autorizou a
inclusão de novas ações na tabela de procedimentos do Sistema Único de
Saúde (SUS) referentes a procedimentos ligados ao cuidado da pessoa com a
doença renal crônica.
O SUS passou a cobrir as dosagens de hemoglobina
glicosilada, de sódio, de 25 hidroxi vitamina D, de hormônio
tireoestimulante e de tiroxina.
Os pacientes também tem direito a
hemocultura (que pesquisa bactérias no sangue), exame de caracteres
físicos com contagem global e especifica de células, gasometria, entre
outros.
Para hemodiálise pediátrica, a criança com problema renal tem
direito a ultrassonografia do aparelho urinário e eletrocardiograma.
Nos
casos de pacientes no estágio pré diálise, dosagens de cálcio,
creatinina, fósforo, proteínas, potássio, ferro sérico, ureia, entre
outros, também estão incluídas na tabela.
A política também garante
ao doente renal crônico o direito à informação, sendo assegurado aos
conselhos de saúde e às associações ou comissões de pacientes o acesso
aos estabelecimentos de saúde que prestam atendimento.
Fonte: Blog da Saúde
Brasília terá a 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos em abril
O governo convocou, para abril de 2016, cinco conferências nacionais em
Brasília, para discutir temas relacionados aos direitos das crianças,
dos idosos, Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, das
pessoas com deficiência e, ao final, um grande evento sobre Direitos
Humanos.
O Decreto que estabelece convocação desses debates está
presente no Diário Oficial da União do dia (18), assinado
pela presidenta Dilma Rousseff e pela ministra das Mulheres, da
Igualdade Racial e dos Direitos Humanos a serem realizadas em Brasília,
Distrito Federal, Nilma Lino Gomes.
Foram convocadas:
- A 10ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, com o tema "Política e Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes – Fortalecendo os Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente";
- A 4ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, com o tema "Protagonismo e Empoderamento da Pessoa Idosa – Por um Brasil de Todas as Idades";
- A 3ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT, com o tema "Por um Brasil que Criminalize a Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT";
- A 4ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência , com o tema "Os Desafios na Implementação da Política da Pessoa com Deficiência: a Transversalidade como Radicalidade dos Direitos Humanos";
- A 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, com o tema "Direitos Humanos para Todas e Todos: Democracia, Justiça e Igualdade".
***
12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos
Quando: 27 a 29 de abril de 2016. As demais conferências serão
realizadas entre 25 e 27 de abril de 2016,
Onde: todas em Brasília.
***
Fonte: Portal Brasil / Vida Mais Livre
Especialistas cobram utilização de Libras e audiodescrição em filmes nacionais
Especialistas reivindicaram que a legislação sobre acessibilidade
comunicacional seja realmente cumprida, em audiência sobre o tema na
Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara
dos Deputados.
Apesar de já previstos em lei e regulamentados desde 2004
pelo Decreto 5.296/04, mecanismos como audiodescrição, legendas
descritivas e janela para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) ainda
alcançam uma parcela muito pequena das produções audiovisuais.
A audiência pública foi requerida pela deputada Rosângela Curado
(PDT-MA).
Um exemplo disso são as produtoras de filmes nacionais, que só
passaram a se preocupar com a acessibilidade para pessoas com
deficiência depois que a Agência Nacional do Cinema (Ancine) publicou a
Instrução 116/14, que obriga as produções financiadas com recursos
públicos federais geridos pela agência a oferecer legendagem descritiva,
audiodescrição e Libras.
Audiodescrição
A professora da Universidade Federal do Ceará (UFC) Soraya Ferreira,
que é doutora em formação de audiodescritores, exemplificou como os
mecanismos de acessibilidade podem ampliar a comunicação e também
atender pessoas sem deficiência.
Ela realizou a audiodescrição de uma
ópera e disse que, no meio do espetáculo, as pessoas que não eram cegas
passaram a acompanhar a ópera com a sua descrição.
“Muitas pessoas que enxergavam não tinham conhecimento desse gênero e não estavam entendendo a dinâmica da ópera. Com a audiodescrição, elas passaram a ouvir e compreender tudo com mais detalhes”, disse ela.
Soraya Ferreira apresentou um guia orientador sobre uso de
audiodescrição, legendagem e janela para Libras em produções
audiovisuais, trabalho que foi feito em conjunto com os demais
palestrantes.
“Hoje não podemos mais usar a desculpa que não há parâmetros e que os profissionais não sabem como fazer. Há muitas pesquisas sendo feitas nas universidades”, disse Soraya, ponderando, no entanto, que é preciso buscar esses profissionais habilitados já que o uso inadequado dos recursos de acessibilidade podem confundir em vez de esclarecer o conteúdo.
A coordenadora de Gestão Estratégica da Secretaria do Audiovisual do
Ministério da Cultura, Sylvia Bahiense Naves, explicou que esse guia foi
feito de forma voluntária é um trabalho científico que foi amplamente
testado.
“A obrigação de oferecer acessibilidade causou um espanto na classe cinematográfica e eles não sabiam como fazer. As primeiras amostras de curtas acessíveis eram hilárias. Então vimos que era preciso esclarecer quais eram os parâmetros”, destacou a coordenadora, explicando que convidou os especialistas presentes na audiência para elaborar o guia orientador.
A primeira vice-presidente da comissão, deputada Zenaide Maia (PR-RN)
elogiou a iniciativa de produzir o manual e defendeu o cumprimento da
legislação.
"Vocês estão mostrando que a acessibilidade comunicacional é possível. Nós temos uma lei moderníssima, mas é preciso executar. Vocês estão dando o exemplo aqui", ressaltou.
A deputada ressaltou a importância de se garantir o acesso ao guia
elaborado pela universidade cearense ao maior número de pessoas
possível.
" Eu já me comprometi de conversar com Sylvia [Naves, do MinC] para saber se existe interesse e se é importante a gente reproduzir o guia, com autorização de vocês, e distribuir às instituições interessadas", afirmou.
Produção audiovisual
O professor de Libras Saulo Machado usou a linguagem durante sua
explanação para criticar a falta de filmes brasileiros com recursos de
acessibilidade, embora a obrigatoriedade já esteja prevista na
legislação.
“Legendas e a janela de Libras são recursos importantes para que os surdos ampliem o seu vocabulário. As empresas de audiovisual e os cineastas precisam trabalhar nisso.É um direito que os surdos têm”, disse Machado.
Saulo Machado, que atualmente cursa mestrado sobre linguagem
cinematográfica na Universidade de Brasília (UnB), destacouainda que o
Festival de Brasília do Cinema de Brasileiro foi pioneiro em oferecer
recursos de acessibilidade comunicacional, o que levou ao aumento do
número de pessoas com deficiência que frequentam o festival.
Para a professora da Universidade Estadual do Ceará (Uece) Vera Lúcia
Araújo, colocar legendas para surdos e ensurdecidos é um trabalho que
vai além da legendagem comum no cinema.
Segundo ela, é necessário
harmonizar a legenda com o conteúdo do filme.
“A legenda para surdos precisa dizer quem está falando quando a imagem não diz isso. Quando soa uma sirene, o surdo precisa saber por que as pessoas parecem assustadas”, disse ela, que tem 13 anos de experiência com legendagem.
Professora de Libras e doutoranda em Linguística pela UnB, Patrícia
Tuxi destacou que a pessoa surda tem o direito de escolher qual
modalidade linguística – a legenda ou a janela de Libras – é a mais
adequada para acessar os conteúdos audiovisuais.
“É uma necessidade de que as duas formas estejam à disposição. A partir do nível linguístico individual, é fundamental que a pessoa exerça sua cidadania e escolha o que é melhor para si”, ressaltou a professora.
Na opinião da coordenadora da ONG Mais Diferença, Carla Mauch, é
preciso haver uma punição para os responsáveis pelos filmes que não
cumprem as normas sobre acessibilidade comunicacional.
Ela lembrou que a
lei de cotas no mercado de trabalho para pessoas com deficiência (art.
93 da Lei 8.213//91) só saiu do papel quando as multas começaram a ser
aplicadas.
“Os marcos legais avançaram muito nos últimos 15 anos mas eles não significaram, ainda, a conquista de direitos já que equiparação de oportunidades não é uma realidade quando falamos de acesso à informação”, disse ela.
Carla comemorou a presença de estudantes da UnB acompanhando a
audiência.
“É muito bom vê-los aqui, pois as obras que serão produzidas por vocês precisam estar acessíveis. As pessoas têm direito a conhecer o que se produz no Pais”, disse Carla Mauch.
Ela destacou também que os
recursos de acessibilidade podem introduzir novas possibilidades
estéticas de se pensar o cinema.
Fonte: Jornal do Brasil / Vida Mais Livre
Curso ensina pais a serem terapeutas de crianças com deficiência, em Belém
Um curso realizado em Belém pela primeira vez ensina pais a serem
terapeutas de crianças com deficiência.
A ideia é ajudar no
desenvolvimento dos filhos. Isaías, por exemplo, é tímido, mas é só
dizer para ele que vai encontrar os amigos que ele se anima. Portador da
síndrome de down, até pouco tempo era motivo de preocupação. Essa
realidade mudou.
"Ele não tinha atenção. Hoje em dia já tem e me ajuda bastante em casa", afirmou a dona de casa e mãe do jovem, Ildene Carneiro.
Ele frequenta um centro de reabilitação para pessoas com problemas
neurológicos na capital paraense. Pacientes participam de atividades que
ajudam a desenvolver todas as áreas do cérebro.
"Tem as partes do sistema nervoso que são responsáveis pela parte cognitiva que é de você conversar com as outras pessoas, tem a parte do aprendizado", afirmou a fisioterapeuta Carla Dias.
Pessoas com algum tipo de lesão cerebral podem ter uma vida ativa, mas
precisam, além de acompanhamento médica, dos pais também envolvidos com o
seu desenvolvimento dentro de casa.
Por esse motivo, o Instituto para o
Desenvolvimento do Potencial Humano da Filadélfia veio até o Pará
capacitar pais para que eles sejam os terapeutas dos filhos.
Esta é a
primeira vez que a instituição ministra o curso no Brasil. Cinquenta e
nove pais de vários estados brasileiros participam da experiência.
Dona Sandra sempre acompanha a filha Taíse na terapia e fica atenta às
técnicas.
"É importante fazer esse trabalho em casa com eles que eles se aprimoram mais. Ela tem amigos, tem mais amigos do que eu", brinca.
Fonte: G1 / Vida Mais Livre
24 de nov. de 2015
Optar por escolas inclusivas pode definir a pessoa que seu filho irá se tornar
Em época de “matrículas abertas” na
fachada das escolas vale refletir sobre as escolhas de onde matricular
os filhos.
Optar por escolas inclusivas mesmo que seu filho não tenha
nenhuma deficiência é extremamente recomendável para o adulto que ele
vai se tornar.
Para Carolina Freire de Carvalho, coordenadora geral da
Fundação Síndrome de Down, a convivência com as diferenças faz a pessoa
se tornar um adulto mais flexível.
“Uma pessoa que conviveu ao longo de sua vida cotidiana com as diferenças, tende a ser um adulto com pensamento mais flexível, tem acesso a modelos sociais mais amplos, e, portanto, estará melhor preparado para viver numa sociedade diversificada”, ressalta.
Recentemente a entidade realizou um
levantamento junto aos usuários em idade escolar (entre 6 meses e 18
anos) que revelou que 62% estão matriculados em escolas públicas
enquanto 38% frequentam escolas privadas.
O número não surpreende quem convive com
esta realidade: muitas escolas privadas relutam em receber alunos com
alguma deficiência, principalmente a intelectual.
Isso acontece,
principalmente, porque todas as escolas devem, desde 2008, seguir a
Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação
Inclusiva, mas as escolas públicas costumam estar mais adequadas a esta
Política.
As instituições particulares que fecham as portas não sabem,
no entanto, os benefícios que aceitar crianças com deficiência podem
trazer para os demais alunos da escola e para a própria instituição.
“A escola inclusiva proporciona uma convivência e desenvolvimento humanos em um espaço de diferenças, que considera cada um em sua singularidade no processo de ensino-aprendizagem e de convívio social, desenvolvendo respeito mútuo e uma postura inclusiva perante a vida”, explica Carolina.
De acordo com Daniel Nascimento,
pedagogo e coordenador de processos da Fundação, o principal relato das
mães de pessoas com deficiência intelectual ainda é negar a matrícula.
“Dentre as reclamações que ouvimos de pais de pessoas com deficiência intelectual, a principal é a negativa de matrícula. Ainda que há anos já tenhamos legislação proibindo este tipo de discriminação, são incontáveis os relatos que temos de escolas que negaram a matrícula ao saberem que o estudante tinha deficiência intelectual. Outra reclamação que ouvimos sistematicamente diz respeito à qualidade da educação oferecida.Muitos pais, corretamente, questionam os métodos e apoios oferecidos por suas escolas, exigindo que sigam exatamente a legislação vigente. Querem, com isso, que seus filhos de fato sejam incluídos em todos os processos relativos à vida escolar sem serem excluídos de algumas disciplinas ou conteúdos”, relata.
Não são
raros os pais com filhos na Fundação e com condições de pagar por
escolas particulares, mas que optaram pelas públicas por entenderem que
teriam acesso à uma educação de melhor qualidade com essa mudança.
Diversos Corpos Dançantes & Novo Circo Cia de Dança
Os Diversos Corpos Dançantes (DCD)
surgiu em abril de 2014, como projeto de extensão do Curso em
Licenciatura em Dança da UFRGS, coordenado pela artista-docente Carla
Vendramin.
O DCD é um grupo de habilidades mistas, formado por pessoas
com e sem deficiências de variadas idades. Em 2014 o grupo realizou
apresentações na travessa cataventos da CCMQ, na Praça da Alfândega, na
Semana Municipal da Pessoa com Deficiência na Usina do Gasômetro, na
ESEFID-UFRGS e no no Teatro Carlos Carvalho/CCMQ.
Acompanhe as atividades do grupo pela página do Diversos Corpos Dançantes.
O grupo este ano apresenta o espetáculo
em colaboração com a banda Novo Circo Companhia de Dança.
O espetáculo
com dança, música e números circenses conta com a participação de
artistas convidados para dialogar e trocar experiências no palco com
este grupo incrível, são eles: a artista internacional convidada
Mickella Dantas(Lisboa) e os artistas locais convidados Ana Medeiros,
Daniela Cezar, Marco Fillipin, Robson Duarte, Thais Petzhold, Roberta
Spader e Verinha Carvalho.
Novo Circo Companhia de Dança é uma “banda de malabaristas”.
No repertório, músicas autorais compõem a trilha dos números artísticos
apresentados, entre técnicas circenses e dança.
O coletivo da banda é
formado por artistas das Artes Cênicas e lança para a cena um estilo
despojado dando espaço para a comédia, para a ironia e o improviso.
***
DIVERSOS CORPOS DANÇANTES & NOVO CIRCO COMPANHIA DE DANÇA
Data: 08 de dezembro de 2015/ terça-feira
Horário: 20h
Local: Theatro São Pedro
Ingressos: na bilheteria ou pelo site: www.compreingressos.com
Plateia/cadeira extra – R$ 40,00 / Camarote Central – R$ 30,00 /
Camarote Lateral – R$ 20,00 / Galeria – R$ 10,00 / com 50% de desconto
para titular e acompanhante do Clube ZH.
Direção: Carla Vendramin
Coreografia: Carla Vendramin em colaboração com o grupo, a banda e os artistas convidados.
Elenco Grupo DCD: Adronilda da Conceição, André
Olmos, Carla Vendramin, Cleonice Conceição Ferreira, Ferhi Mahmood,
Gessi Lopes, Gustavo L. Pires, Guaraci O. da Silva, Julia Favero, Katie
Niedermeir, Leila Mylius, Maíra de Oliveira, Maria Helena Magnus, Marta
Scheider, Miriam Niedermeir, Rogério Per França, Rosane Favero, Rosaura
Severo, Tatiana M. Lima.
Monitores bolsistas (Prorext): Maíra de Oliveira e Marco Chagas
Professores: André Olmos, Carla Vendramin, Daniel Elizeu, Guaraci O. da Silva (Brother), Luciana Hoppe, Maira de Oliveira e Marco Chagas.
Elenco Novo Circo: Gabriel Grillo, Guilherme Guinalli, Mauro Pogorelsky, Paula Finn e Paulo Zé Barcellos.
Artistas convidados: Ana Medeiros, Daniela Cezar, Marco Fillipin, Mickaella Dantas , Robson Duarte, Roberta Spader, Thais Petzhold, e Vera Carvalho.
Figurino: Vanessa Berg – Estúdio Hybrido
Estranhos Vestíveis: peças da coleção da artista Lisi Rabello ( Carla Vendramin veste "Tacones Lehanos" e Rogério Per França veste "Paixão")
Iluminação: Bathista Freire e Kyrie Isnardi
Produção: Íris Produções – Viviane Falkembach - viviane@irisproducoes.com
Divulgação: Eduardo Severino – (51) 96892621
Fotografia: Jorge Diehl
Produção de vídeo: Maurício Pflug
Contato: carlavendramin@gmail.com / (51) 8052 - 0223
Promoção: Clube do Assinante ZH
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Fonte: Diversidade na Rua
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