23 de dez. de 2013

Acessibilidade em condominio

 

Quando ouvimos a palavra “acessibilidade” logo pensamos em um cadeirante ou em um pessoa que não pode se mover, mas que precisa, nesse caso, entrar e sair de seu apartamento.  A questão é que possibilitar o acesso vai muito além desse grupo.


Somente na cidade de São Paulo existem cerca de 3 milhões de pessoas com a mobilidade reduzida. São cadeirantes, pessoas que precisam de outros equipamentos para se movimentar, como bengalas e andadores, idosos, mães com crianças de colo entre muitos outros.


Além disso, há também as pessoas que estão temporariamente com a mobilidade reduzida, por terem alguma fratura ou por conta de alguma cirurgia. Ou seja, criar a possibilidade de todos se movimentarem não é somente uma questão legal, mas de cidadania.


O objetivo dessa reportagem é ajudar o síndico a descobrir porque, onde e como fazer as adaptações, além de conscientizar todos os moradores quanto a essa necessidade legal e social.

Por isso, forneça essa reportagem aos condôminos do seu prédio e incentive a discussão do tema.


LEGISLAÇÃO


Segundo o advogado especializado em condomínios Márcio Rachkorsky são inúmeras as leis que regem e legitimam a acessibilidade, além das municias e estaduais. 


Mas, a principal delas, é a Constituição, que garante a todo cidadão seus direitos sociais (entre eles o de ir e vir livremente) e garantias fundamentais para a pessoa humana, que incluem todos os indivíduos independentemente de suas condições físicas ou mentais.


A principal lei brasileira que rege essa questão é a Lei de Acessibilidade – Decreto de lei nº 5296, de 2 de dezembro de 2004. Por ser federal, ela vale em todos os estados do país, mas, estados e municípios ainda possuem legislações locais próprias que tratam da acessibilidade.


Na cidade de São Paulo, por exemplo, existe a CPA - Comissão Permanente de Acessibilidade que cria normas regulatórias. 


Em sua resolução CPA/SMPED-G/015/2008, de 14 de novembro de 2008, a instituição define normas e controle que garantam a acessibilidade para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida a edificações, vias públicas, espaços, meios de comunicação, transportes, mobiliário e equipamentos urbanos.


Essas regulamentações podem servir como base para possíveis definições técnicas para qualquer estado ou condomínio, que poderá utilizá-lo como base, desde que oficialize sua fonte e que essas normas não estejam de encontro com normas locais.


Além das normas brasileiras que todos os condomínios devem seguir, há também normas internacionais que garantem que todas as pessoas devem ter o direito de acessar os locais que desejam e que suas limitações motoras não devem impossibilitar essas necessidades.


Confira aqui a Norma NBR 9050 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que regulam questões de acessibilidade.



APROVAÇÃO DAS OBRAS


Por se tratar de uma questão legal, não há a necessidade da Assembleia aprovar a realização de obras que garantam a acessibilidade do condomínio, orienta Dr. Márcio Rachkorsky, afinal, trata-se de uma determinação da legislação e não de uma obra de embelezamento ou de manutenção.


Entretanto, ele orienta que os síndicos devem sim convocar a uma Assembleia para explicar as necessidades legais e sociais e resolver questões como o orçamento da obra.


Votos contras
 

Uma recomendação importante: se um síndico se deparar com um caso de um morador pedindo obra de acessibilidade ou se ele resolver adequar o prédio e, na Assembleia, encontrar algum morador se dizendo contra, o síndico deve anotar o nome completo e o RG desse morador e fazer constar na ata que esse condômino é contra as obras mesmo sabendo que existem leis determinando a obrigatoriedade dela. Isso deixa claro que o síndico é a favor e o morador é contra.


CONDOMÍNIOS NOVOS


Todo condomínio novo deve ser construído já garantindo a acessibilidade de seus moradores e visitantes. Mas, caso a construtora não realize as obras de acessibilidade em conjunto com a construção do condomínio o síndico do prédio pode entrar em contato com a construtora e e exigir que as obras sejam realizadas. Caso isso não ocorra, o condomínio poderá processar a construtora para que ela faça as obras.


CONDOMÍNIOS ANTIGOS


Condomínios um pouco mais antigos não possuem, em geral, instalações que garantam a acessibilidade. 


Para fazer as adaptações, no entanto, é importante que a realização de uma análise técnica no condomínio para  que se conheça quais as obras viáveis  e que não irão atingir a estrutura do prédio.


Uma boa dica é consultar empresas de engenharia especializadas em acessibilidade. Uma análise desses profissionais pode indicar o que é possível fazer com mais rapidez (veja abaixo, no final da matéria) e ainda detectar pontos mais críticos – como elevadores pequenos, por exemplo.


PRIORIDADES


Nem todo condomínio está preparado para fazer obras de adaptação em suas instalações imediatamente, por isso, a avaliação das obras que são mais simples e importantes é fundamental.


Substituir escadas por rampas – ou criar rampas - de acesso a espaços da área comum como piscinas, salões de festa e jogos ou da entrada do condomínio são obras prioritárias e que podem ser feitas rapidamente e sem custos muito altos, por exemplo.


Uma boa razão para adotar planos de acessibilidade é a valorização do imóvel perante outros que não tenham essas condições.


VAGA NA GARAGEM


Uma questão que deve ser sempre discutida trata das necessidades especiais de pessoas com limitações motoras no condomínio. Independente das obras de acessibilidade, muitas exceções devem existir para facilitar a vida dessas pessoas.


Uma dessas questões trata da vaga da garagem. Quem tem dificuldades para se movimentar ou usa a cadeira de rodas, por exemplo, precisa de espaço para fazer as transições da cadeira para o carro e do carro para a cadeira, por exemplo.


Para que isso seja possível, o espaço da vaga deve ser maior, de acordo com as normas técnicas e segundo artigo 25 da Lei de Acessibilidade – Decreto de lei nº 5296, de 2 de dezembro de 2004.


-- Art. 25. Nos estacionamentos externos ou internos das edificações de uso público ou de uso coletivo, ou naqueles localizados nas vias públicas, serão reservados, pelo menos, dois por cento do total de vagas para veículos que transportem pessoa portadora de deficiência física ou visual definidas neste Decreto, sendo assegurada, no mínimo, uma vaga, em locais próximos à entrada principal ou ao elevador, de fácil acesso à circulação de pedestres, com especificações técnicas de desenho e traçado conforme o estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT.

§ 1o Os veículos estacionados nas vagas reservadas deverão portar identificação a ser colocada em local de ampla visibilidade, confeccionado e fornecido pelos órgãos de trânsito, que disciplinarão sobre suas características e condições de uso, observando o disposto na Lei no 7.405, de 1985. § 2o Os casos de inobservância do disposto no § 1o estarão sujeitos às sanções estabelecidas pelos órgãos competentes. § 3o Aplica-se o disposto no caput aos estacionamentos localizados em áreas públicas e de uso coletivo. § 4o A utilização das vagas reservadas por veículos que não estejam transportando as pessoas citadas no caput constitui infração ao art. 181, inciso XVII, da Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997.



A vaga desse morador também precisa estar o mais próxima possível do elevador, para facilitar sua entrada.


GRUPO DE DISCUSSÃO
 


 

EMPRESAS


Sites de Arquitetos especializados em Projetos de Acessibilidade
 


São Paulo
 

Rio de Janeiro:
 


Fonte: Sindico Net

20 de dez. de 2013

PROGRAMA QUALIFICAR PARA INCLUIR


Programa Qualificar para Incluir é um projeto do CPqD (o maior centro de referência de tecnologia da américa latina) em parceria com a SQi (Skill Quality Intelligence). 


O nosso objetivo é capacitar pessoas com deficiência, visando à sua contratação de acordo com a disponibilidade de vagas no CPqD. O curso é 100% gratuito, incluindo Materiais didático, transporte, infra-estrutura adequada e professores qualificados.


 As pessoas capacitadas e não contratadas estarão aptas a disputar vagas no mercado de trabalho, em áreas da Tecnologia da Informação e Comunicação. O CPqD encaminhará os currículos desses alunos para entidades correlacionadas.

 
O curso do PQi tem uma duração de 13 Meses e meio. Os horários de cursos  são: de segunda e quarta ou de terça e quinta, das 9 às 12 horas ou das 14  às 17 horas. 
 
 
Mais informações de como se inscrever no programa podem ser obtidas  através do e-mail  alinenunes.sqi@gmail.com e do telefone: (19) 3705-4225 ou  3705-6585.
 
 

Fonte: CPqD-Centro de referencia e tecnologia Skill Quality Intelligenc

Garanta sua vaga no Projeto Guri 2014 para cursos gratuitos de música em todo o Estado

 

O Governo do Estado de São Paulo vai abrir inscrições para novos alunos nos cursos de música dos polos do Projeto Guri em todo o Estado no início do próximo ano. 


Na capital, o período de matrículas vai de 21 de janeiro a 18 de fevereiro, enquanto que nos polos do interior e litoral as inscrições poderão ser feitas de 3 de fevereiro a 7 de março de 2014.

 
Os cursos são gratuitos e se destinam a crianças e adolescentes com idades entre 6 e 18 anos. Para participar, não é preciso ter conhecimento prévio de música nem realizar testes seletivos, é necessário estar matriculado em qualquer instituição de ensino da rede pública ou particular.

 
Os interessados poderão se inscrever em cursos de canto, violão, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, clarinete, saxofone, trompete, trompa, trombone, tuba, eufônio e percussão. 


Para efetuar a matrícula basta ir diretamente ao polo em que desejam estudar, acompanhados por pais ou responsáveis, levando RG (ou certidão de nascimento) comprovante de residência e de matrícula escolar.

 
Os cursos estão divididos em duas categorias. A primeira, de iniciação, é destinada a crianças de 6 a 9 anos, com duração de dois anos e duas aulas semanais. 


Conhecer, tocar e construir instrumentos, cantar canções brasileiras e de outros países, ampliar a percepção auditiva e desenvolvimento rítmico-motor são alguns dos temas trabalhados com os alunos.

 
Já para as crianças e adolescentes de 10 a 18 anos, o Guri oferece os cursos sequenciais, com até quatro aulas coletivas semanais ao longo de oito semestres. Além de estudar instrumentos específicos, neste programa os alunos têm aulas de canto coral, teoria musical e prática de conjunto.

 
O Projeto Guri é gerido pela Santa Marcelina Cultura na capital e pela Associação dos Amigos do Projeto Guri na capital, Organizações Sociais (OSs) qualificadas pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.

 
Sobre o Projeto Guri
 

Criado em 1995, o Projeto Guri é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo que desenvolve o ensino musical e a inclusão sociocultural. É administrado por duas organizações sociais ligadas à Secretaria de Estado da Cultura.

 
Na capital e Região Metropolitana o projeto é gerido pela Santa Marcelina Cultura desde 2008. A OS é responsável pela administração de 46 polos com aproximadamente 14 mil Guris.

 
Os mais de 370 polos distribuídos pelo interior e litoral do Estado, com aproximadamente 35 mil guris, são dirigidos pela Associação de Amigos do Projeto Guri (AAPG).

 
A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural.

 
Período de matrículas 2014


Capital
 

Matrículas de 21/1 a 18/2
Organização Social: Santa Marcelina Cultura
Diretor Artístico-Pedagógico: Paulo Zuben
Sede: Largo General Osório, 147 - Luz - São Paulo - SP
Fone: (11) 3585-9888

 
Interior e litoral
 

 Matrículas de 3/2 a 7/3
Organização Social: Associação dos Amigos do Projeto Guri ¬ AAPG
Diretora Executiva: Alessandra Costa
Sede: Avenida Francisco Matarazzo, 682 - Água Branca - São Paulo - SP
Fone: (11) 3874 - 3355
 




Fonte:Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo





Praia Grande ganha centro de reabilitação especializado

Sala de reabilita��o


Praia Grande (SP) passará a contar com um novo e importante equipamento no tratamento de pessoas com deficiência


Em visita a Baixada Santista no último sábado, o Ministro da Saúde Alexandre Padilha anunciou a liberação de R$ 2,5 milhões para a implantação de um Centro Especializado de Reabilitação (CER), que será construído no Bairro Mirim. 


Além disso, outro anúncio feito pelo ministro foi a liberação de R$ 3 milhões para investimentos no Hospital Irmã Dulce, que poderá ser usado para reforma, ampliação no número de leitos de UTI e compra de equipamentos, além de R$ 1,2 milhões para custeio da unidade.


Sobre o CER, Alexandre Padilha explicou que faz parte do projetoViver Sem Limite, que visa melhorar a atenção à saúde, assistência social e educação para pessoas com deficiência. 


“Será um local especializado, que contará com fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, enfermeiro, psicólogo e médicos para cuidar de crianças e adolescentes com deficiência física, intelectual, visual e auditiva”.


 Além do recurso para a construção do CER, Padilha afirmou que depois de implantado, a unidade ainda receberá verba anual de R$ 1 milhão para sua manutenção.


Ainda de acordo com o Ministro de Saúde, o Hospital Irmã Dulce está fazendo parte do Plano de Urgência e Emergência para a Baixada Santista. Com a verba, dentre as ações que poderão ser tomadas está a ampliação da quantidade de leitos.




19 de dez. de 2013

Cão-guia salta trilhos do metrô de NY para salvar vida do dono

Orlando salvou a vida de Williams, que é cego, depois que ele desmaiou e caiu nos trilhos do metrô



O cão-guia Orlando, um labrador retriever de quase 11 anos de idade, arriscou a própria vida ao saltar nos trilhos do metrô em uma estação de Manhattan, em Nova York (EUA), na última terça-feira (17). Tudo o que ele queria era salvar seu dono cego, que havia desmaiado e caído da plataforma.


Cecil Williams, 61, começou a se sentir mal na estação, no caminho para o dentista. “Ele tentou me segurar”, disse Williams à agência de notícias Associated Press de sua cama no hospital, onde se recupera de ferimentos na cabeça após ter sido atropelado pelo trem.


Testemunhas disseram que Orlando latia freneticamente e tentou evitar que Williams caísse, sem sucesso. Quando o dono caiu, o cão-guia saltou para os trilhos e, mesmo com o trem se aproximando, tentou levantar Williams a todo custo.


“Ele o lambia, tentando fazer com que se movesse”, disse Matthew Martin, uma das testemunhas, ao jornal “New York Post”.


Passageiros que estavam na estação, então, começaram a fazer sinais e pedir ajuda, e o maquinista desacelerou. Embora não tenha sido possível parar o trem a tempo, Willians e Orlando deitaram no vão que existe entre os trilhos e foram salvos –o labrador não se feriu.


“O cão salvou minha vida”, disse Williams. “Me sinto maravilhado. Sinto que Deus, uma força maior, tem algo reservado para mim. Não morri dessa vez. Estou aqui por uma razão”, completou.


Williams, que é cego desde 1995, agora se recupera dos ferimentos no hospital, onde pode ter a companhia de Orlando.


O labrador, que completará 11 anos de idade em janeiro, será aposentado, e Williams terá um novo cão-guia custeado pelo governo. Mas, como as despesas do aposentado Orlando não poderão ser custeadas, Williams está a procura de um novo lar para seu companheiro. 


“Eu com certeza gostaria de ficar com ele”, disse, explicando que não tinha dinheiro para isso.


Fonte: Tribuna Hoje

 

Descoberta francesa pode ajudar no tratamento da epilepsia

   - Portal Inclusão Brasil - Ações sociais e inclusivas

O gene encontrado é o DEPDC5, localizado no cromossomo 22. A esperança é encontrar um medicamento que cure a doença e não que trate apenas dos sintomas. A epilepsia é uma doença que atinge 50 milhões de pessoas no mundo, ou seja, menos de 1% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde, com dados de 2009. 

 
No Brasil, essa taxa é de 1,8%, sendo mais comum na infância. A epilepsia pode ser tratada em 70% dos casos, mas três quartos das pessoas atingidas estão em países em desenvolvimento e não têm acesso a tratamento.
 
A epilepsia é uma doença que atinge 50 milhões de pessoas no mundo, ou seja, menos de 1% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde, com dados de 2009. No Brasil, essa taxa é de 1,8%, sendo mais comum na infância. A epilepsia pode ser tratada em 70% dos casos, mas três quartos das pessoas atingidas estão em países em desenvolvimento e não têm acesso a tratamento.
 
A professora doutora Soniza Leon, chefe do Centro de Epilepsia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e pesquisadora do CNPQ, fala sobre a doença e sobre como agir para ajudar pessoas em crise. Temos também o depoimento de Clélia, de Santa Catarina, que conta sobre seu filho, que começou a ter crises epilépticas aos 8 anos.


Fonte:  RFI Português


Shoppings montam esquema especial para crianças autistas visitarem o Papai Noel






Sentar na cadeira do Papai Noel, entregar a cartinha e ganhar um beijo do Bom Velhinho parece um programa calmo? Só entrar em um shopping, na tarde de um domingo, para descobrir que o momento pode ser bastante agitado. A fila é enorme, há muito barulho e os flashes das câmeras incomodam. Não é à toa que seu filho chora nesse momento.


Para as crianças com autismo, em geral, o tumulto é ainda mais incômodo. Damiana Ramos, 28 anos, tenta levar seu filho Gabriel para visitar o Papai Noel desde que ele tem 2 anos. Hoje, aos 6, ele novamente encontrou o personagem em uma festa. A reação é sempre a mesma: diante dos ruídos, o menino se atira no chão, chora e sai correndo. 


“Eu continuo tentando. Porque mãe de criança autista precisa insistir até que o filho aceite as situações”, diz Damiana.


Para evitar esse tipo de situação e garantir que todas as crianças conheçam o Papai Noel, shoppings do Canadá e dos Estados Unidos desenvolveram um esquema com visitas especiais voltadas para quem tem o transtorno. 

O ambiente é reservado e silencioso, sem aquela gritaria ou aglomeração de pessoas. Em um dos estabelecimentos, o personagem não faz um “HO HO HO”, mas um “ho ho ho”, em tom baixo. Se a criança não quiser conversar com o velhinho ou sentar no colo dele, não tem problema. 


“Eu ficaria muito feliz se existisse esse projeto no Brasil. Meu filho tem 6 anos e não pude, até hoje, tirar uma foto dele com o Papai Noel. Queria ter essa lembrança”, diz Damiana.


Fonte: Deficiente Ciente