25 de jun. de 2014

Cães ajudam no desenvolvimento de crianças com deficiência em escola de Porto Alegre



Fifa vai ajudar a implantar projetos de audiodescrição

Logotipo da Copa

 
A Fifa vai intermediar as negociações para que as transmissões audiodescritivas possam seguir fazendo parte do dia a dia dos estádios brasileiros após a Copa do Mundo.


“Muita gente passou a pensar em vir aos estádios depois que soube do projeto”, afirmou Anderson Dias, presidente da Urece, uma ONG voltada para projetos especiais para cegos e pessoas com baixa visão. 


Para começar, os equipamentos que estão sendo usados nas transmissões no Rio, Belo Horizonte, São Paulo e Brasília vão ficar no país. 


“Se for para ficar trancado em uma sala, vamos doá-los às ONGs”, disse Federico Addiechi, responsável da Fifa pelo projeto.


Federico contou o quanto foi difícil fazer o projeto andar. “Conseguir uma frequência de rádio para as transmissões foi quase impossível”, lembrou, dizendo que as licenças saíram quase na última hora. 


“E só saíram porque era para a Copa do Mundo”, lembrou. Anderson Dias já foi atleta do futebol paraolímpico brasileiro e lembra que nunca houve vontade no país para que um projeto desse tipo fosse adiante. “Queria que o governo se interesse a levar o projeto adiante”, afirmou.


Por enquanto, só quem compra ingresso e vai ao estádio tem acesso ao serviço, mas Anderson espera que alguma rádio, no futuro, possa se interessar em tocar o projeto e fazer com que pessoas com deficiência visual possam ouvir aos jogos de futebol ou outras transmissões esportivas de suas casas.


“O equipamento que a Fifa disponibiliza só permite a emissão por aqui. Para ampliar seria necessário outra autorização da Anatel, mais antenas.


Vamos tentar negociar para que isso seja realidade um dia”, afirmou Federico, que vai intermediar negociações com as concessionárias do Maracanã, Mineirão, Mané Garrincha e Arena São Paulo para que isso seja possível.
 
A intenção da Fifa é fazer com que o projeto de narração com audiodescrição seja uma realidade também na Copa do Mundo de 2018 na Rússia. 


“Quando um projeto dá certo, temos que ampliá-lo e leva-lo a outros lugares”, confirmou o dirigente. Joyce Cook, da ONG europeia CAFÉ, que desenvolveu o projeto para a Fifa no Brasil e treinou os 16 voluntários que participam da narração, quer que o modelo se multiplique no país. “Queremos que os que foram treinados, se tornem treinadores de outros interessados”, disse.



Ingressos polêmicos


A Fifa disponibilizou uma cota de cerca de 700 ingressos em média para pessoas com deficiências e muitos desses ingressos ainda não foram vendidos. 


A entidade afirma que está tentando evitar que os ingressos sejam usados por pessoas sem deficiência. 


“Temos critérios estabelecidos por experiências internacionais e temos mecanismos para evitar fraudes”, disse Federico Addiechi.


Uma das polêmicas ficou em torno dos ingressos para obesos, já que o Brasil tem uma grande parcela da população acima do peso e que poderia se beneficiar disso para conseguir entradas. 


“Seguimos as normas da Organização Mundial de Saúde que é de beneficiar a quem IMC acima de 30”, se limitou a dizer Federico. O fato é que para alguns jogos ainda restam entradas para categorias especiais e a Fifa não pensa em transformar essas entradas em ingressos para pessoas sem deficiência. “Achamos que vai vender”, disse.


Para Joyce Cook é triste que pessoas com deficiências ainda não tenham conhecimento de seus direitos. 


“Isso é triste. É uma Copa do Mundo e queremos que essas pessoas venham e participem”, disse. Federico Addiechi disse que é complicado saber até que ponto se pode ser rígido sem deixar de ser justo.






24 de jun. de 2014

Inclusão escolar ainda é ponto polêmico no Plano Nacional de Educação

Lousa
A meta 4 do novo PNE (Plano Nacional de Educação) estabelece as formas para garantir a inclusão de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades nas escolas. Em termos gerais, ela consolida a universalização do atendimento escolar a esses estudantes.


Educadores têm opiniões divergentes quanto ao formato de uma educação inclusiva que seja eficiente para o desenvolvimento social e cognitivo do aluno com deficiência.
 
Alguns especialistas defendem que os alunos com deficiência devam ser educados em salas regulares, junto a alunos sem deficiências. Mas há também aqueles que avaliam ser melhor que estudantes com deficiência tenham uma educação diferenciada, à parte dos demais alunos.


Este debate se refletiu nas discussões sobre a meta no Congresso Federal. Enquanto a redação do texto da Câmara dos Deputados acentuou a inclusão de alunos com deficiências em salas regulares, o texto revisado durante a tramitação no Senado Federal, em 2012, incluiu a possibilidade de a educação desses alunos ser feita de maneira separada.

Impasse mantido


O atual texto, sancionado pela presidente Dilma Rousseff, mantém ambígua a base ideológica e pedagógica que define a forma de inclusão de alunos especiais nas escolas brasileiras nos próximos dez anos, período de vigência do PNE.


Para Luiz Araújo, professor do Departamento de Planejamento e Administração da Unb (Universidade de Brasília) e doutor em educação pela USP (Universidade de São Paulo), a aparente confusão tem relação com lobby das Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais).


Segundo o professor, a associação teria influenciado parlamentares quanto ao ensino de alunos com necessidades especiais fora das salas regulares.


— Não há um consenso sobre o tema.


Rodrigo Mendes, fundador do Instituto Rodrigo Mendes, organização que desenvolve programas de educação inclusiva, também destaca a existência de impasse sobre o tema e a atenta para as consequências disso.


— Há de se apontar uma involução conceitual decorrente da alteração do texto original, apresentado pelo MEC em 2010. 


Segundo ele, a educação especial deveria ser uma modalidade complementar à escolarização no ensino regular, e não substitutiva. Contrariando essa diretriz, o atual texto autoriza também as escolas especiais a desempenharem o papel da sala de aula regular.


Mendes afirma que, como consequência, o Brasil estará em dissonância com a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da qual o Brasil é signatário.


— E desperdiçaremos a oportunidade de investirmos em uma pedagogia não homogeneizadora, que estimula o desenvolvimento de competências para o convívio com as diferenças.


Fonte: R7 Notícias


CAE deverá votar obrigatoriedade de cardápios em braile

Foto de uma página em braile


A obrigatoriedade de restaurantes, bares e lanchonetes colocarem à disposição da sua clientela cardápio em braile é um dos temas à espera de deliberação dos senadores que integram a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE)


Braile, ou anagliptografia, é o sistema de escrita inventado pelo francês Louis Braille (1809-1852) para permitir aos cegos ler utilizando o tato.


O projeto (PLC 48/2011) já foi aprovado, em decisão terminativa, pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), mas um recurso apresentado por vários senadores o levou ao exame do Plenário. 


Requerimento do senador Cyro Miranda (PSDB-GO), aprovado pelo Plenário, determinou a remessa da proposição à CAE.


No recurso para votação em Plenário, os autores do requerimento argumentam que o projeto é inexequível, porque "lanchonetes e similares de pequeno e médio porte ficam sujeitas a penalidades desproporcionais aos benefícios" da medida.


Para quem não respeitar a exigência do cardápio em braile, o texto determina a aplicação de multa de R$ 100, reajustada com base no índice de correção dos tributos federais. Além disso, a cada reincidência será cobrado o dobro da multa anterior.


A autora da proposta é a deputada Luiza Erundina (PSB-SP). Ela lembra que a Constituição garante a todos o direito à informação e, para que o acesso universal seja possível, “é necessário legislar sobre questões simples e ao mesmo tempo tão fundamentais para a vida diária das pessoas com deficiência”.


Em seu relatório sobre a matéria na CDH, a senadora Ana Rita (PT-ES) defendeu a aprovação da proposta, destacando que o texto atende à Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e complementa o Código de Defesa do Consumidor.


Na CAE, o relator, senador Waldemir Moka (PMDB-MS), apresentou voto pela aprovação da matéria. 


Segundo ele, a questão deve ser colocada em termos mais amplos do que sob a ótica do impacto nos custos dos estabelecimentos. 


Está em jogo a construção de uma mentalidade mais inclusiva, "alinhada com os valores civilizatórios das democracias mais avançadas", como observou o parlamentar.


Moka lembrou que a proposta "não representa inovação", porque há leis análogas de âmbito municipal ou estadual, e que o projeto visa dar alcance nacional à matéria. Após o parecer da CAE, o projeto deverá ser votado pelo Plenário do Senado.




Jovem que usou exoesqueleto na abertura da Copa do Brasil pensou em desistir

Foto de Juliano com o exoesqueleto


Depois de ter feito algo semelhante aos mais impensáveis filmes de ficção cientifica, o atleta paraolímpico que foi protagonista de um experimento na abertura da Copa do Mundo do Brasil ainda tenta se adaptar à rotina na pequena cidade de Gália (SP) após ter sido escolhido para usar o exoesqueleto desenvolvido por um consórcio de pesquisadores, liderado pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis.


Segundo Juliano Alves Pinto, de 29 anos, depois de um turbilhão de emoções e dúvidas de ter participado de um projeto além muito além do tempo exibido na abertura do Mundial na Arena Corinthians, os moradores do município com pouco mais de 7 mil habitantes o receberam na sexta-feira (13) com aplausos e com direito à carreata. 


“Quando eu cheguei em Gália foi uma festa. Muita gente veio me dar parabéns nas ruas e dizer que estava orgulhoso. Tirei muitas fotos e participei até de uma carreata. A reação deles era exatamente o que eu esperava: de orgulho e apoio”, relembra o jovem.


Na última quinta-feira (12), Juliano deu um “chute simbólico” na Brazuca, a bola do Mundial, vestindo o equipamento criado pelo projeto “Walk Again” ou “Andar de Novo”. 


Segundo os cientistas, a máquina transforma o pensamento em controles mecânicos, recuperando movimentos do corpo que foram paralisados por lesão medular.


Em entrevista ao G1 neste domingo (15), por telefone, o jovem conta que treinava para vestir o exoesqueleto há pelo menos sete meses, apesar de ter sido informado que seria o escolhido Julianopara realizar o experimento poucos dias antes do evento.


Paciente da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) desde 2007, em São Paulo, quando perdeu o movimento das pernas em um acidente de carro, Juliano afirma que soube da seleção por uma das médicas do projeto. 


No começo do ano, ele recebeu um convite para participar da seleção do projeto. Dez candidatos participaram do processo e três restaram como finalista. Depois de uma análise de peso, altura e grau de deficiência, o jovem de Gália foi escolhido entre os participantes.


“Fui informado que tinha sido escolhido poucos dias antes do evento ser realizado. A minha médica que também faz parte do projeto me contou na reunião e foi um momento que eu não sei explicar em palavras. A minha felicidade era saber que eu representaria toda a minha classe de deficientes físicos em um experimento com que pode revolucionar a nossa condição”, relembra Juliano que deixou a profissão de vendedor após o acidente.
 

Dúvidas e medo


Juliano sofreu um acidente de carro em 2006 quando saia de uma festa em Avaí (SP) acompanhado do irmão. Segundo informações da polícia na época, o veículo onde ele estava capotou na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294) perto da entrada da cidade. Com o impacto, ele sofreu uma grave lesão medular, perdeu o movimento das pernas e o irmão que tinha 27 anos.


De acordo com o atleta, os médicos foram enfáticos ao afirmar que ele não voltaria mais a andar, por isso, considera extraordinária a possibilidade de voltar a ficar em pé através de uma máquina.


“São sete anos e meio de lesão medular, não tendo o movimento dos membros inferiores. O exoesqueleto fez isso de novo para a gente, trazendo os movimentos que perdemos.”, explica o voluntário.


No entanto, por ter ficado tanto tempo sem dar um único passo, Juliano lembra que sentiu dúvidas se conseguiria realizar o procedimento com sucesso. 


“Senti dúvidas por minha causa. Pensei várias vezes em desistir por medo de não conseguir fazer o pontapé com sucesso. Já faz anos que eu estou na cadeira de rodas, então pensei que não ia conseguir acompanhar os meus colegas. Mas resolvi intensificar o treino e dar o melhor de mim. Graças a Deus deu certo”, conta o jovem que viajava mais de cinco horas de Gália até São Paulo para treinar uma vez por semana, durante várias horas no dia.


tempo para um trabalho em equipe

 
Devido ao experimento exigir uma concentração muito grande, Juliano lembra que controlar a tensão foi um fator determinante para que o experimento fosse realizado com sucesso. 


“Estar na abertura já era algo grande por si só, imagine então ter que fazer algo extremamente complicado aos olhos do mundo todo. Quando eu consegui foi algo incrível. Na hora foi muito difícil manter o controle e achei que a tensão fosse me derrubar, mas consegui manter a calma foi só sucesso”, relembra.


Segundo o jovem, que hoje é paratleta e se dedica à modalidade de corrida de cadeira de rodas na Associação Mariliense de Esportes Inclusivos (Amei), em Marília, cidade vizinha a Gália, todos os candidatos que participaram da seleção e são pacientes da AACD estavam presentes na abertura. 


“Não é porque eu fui escolhido que eles não teriam que estar lá. A gente se ajudou durante todo esse tempo. A vitória de um era a vitória de todos. Eles me apoiaram do começo ao fim, foi indescritível”, relembra.


Só quem carrega a cadeira sabe a importância de “sair desse corpo” e dar um simples chute, quanto mais andar. É marvilhoso."
 

Juliano Pinto
 

Para Juliano, apesar do pouquíssimo tempo de exibição na TV, a importância do projeto não tem hora determinada, e sim um começo. 


“Creio que a cadeira é uma extensão do corpo daqueles que passam por essa deficiência. Para muitas pessoas, dar um passo é uma coisa natural e imperceptível.  Só quem carrega a cadeira sabe a importância de “sair desse corpo” e dar um simples chute, quanto mais andar. Esse projeto é além do tempo. É maravilhoso e sem preço”, diz.


O atleta diz ainda que não sabe dizer o que aconteceu para que o tempo de exibição fosse tão reduzido pela organização do Mundial, mas afirma que gostaria de mais tempo para divulgar a tecnologia brasileira e que trocaria a cadeira pelo sonho de voltar a andar pelo projeto de Nicolelis.  


“O projeto não acabou e o que fizemos na Copa foi, literalmente, o passo inicial. O exoesqueleto vai passar por diversos aperfeiçoamentos até ser colocado realmente em teste ou até mesmo disponibilizado para os portadores de deficiência física. Mas sim, sem dúvida nenhuma, eu trocaria a cadeira por ela. imagina voltar a andar é o nosso maior sonho”, finaliza.


Fonte: Tribuna Hoje


Sem elevador, pessoa com deficiência reclama de acessibilidade no Mineirão (MG)

Foto do estádio do Mineirão


Pouco antes da Copa das Confederações, no ano passado, o Mineirão chegou a ser ameaçado de interdição pelo Ministério Público por problemas de acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida. 


Apesar disso, a Justiça liberou o estádio, palco de seis jogos da Copa do Mundo deste ano. Mesmo assim, na primeira partida em Belo Horizonte, entre Colômbia e Grécia, houve relatos desse mesmo problema.


Luciana Louzeiro, 40 anos, disse à reportagem do Terra, que, ao chegar no estádio, voluntários afirmaram que os elevadores estavam quebrados e que ela teria que “dar um jeito” de chegar ao seu assento.


“Tive problemas desde o início, apesar de ter ganho credencial pra parar o carro no estacionamento. A partir daí, após passar pelo detector de metal, tive que andar quase 100 metros pra pegar um carrinho e chegar a um portão, que ainda não era o meu. Depois disso tive que andar mais 100 metros para chegar ao meu portão, que era o C”, contou Luciana, que anda com ajuda de duas muletas após um acidente em que fraturou sua coluna há 14 anos.


Aposentada, ela conta que perguntou aos voluntários se havia uma cadeira de rodas para poder se locomover com mais facilidade, já que o Mineirão tem diversas escadas. 


“Me falaram que a cadeira só era usada para um caso de emergência. Para eles aquilo não era emergência. Depois disso peguei uma fila grande com pessoas que não tinham deficiência”, lembrou.


Ao se deparar com quatro lances de escada, Luciana pediu ao seu irmão que procurasse um elevador. 


“Chegando lá os voluntários falaram que o elevador estava desligado ou com defeito e que eu tinha que arrumar um jeito. Meu irmão falou com a polícia e eles pediram para que os policiais subissem para me ajudar a descer”, contou.  Os policiais então a carregaram e levaram ao assento descrito no ingresso.


“Quando meu irmão desceu pra perguntar porque não tinha elevador, eles alegaram que meu ingresso não era pra deficiente com dificuldade de locomoção, mas sim pra idoso ou obeso. Eles falaram isso e não resolveram o assunto. Se não fosse a polícia eu ainda estaria lá”, desabafou Luciana.


Ao ir embora, ela afirmou ter passado pelos mesmos problemas, tendo que pedir novamente ajuda aos policiais. 


“Fiquei revoltada. Sou tranquila com essa situação e às vezes até entendo, mas não entendo porque não fazem as coisas da maneira certa. As pessoas passavam e ficavam indignadas com a falta do elevador. Fiquei revoltada e triste, por saber paguei caro e chega na hora não tem padrão Fifa, como dizem. Na Europa ou outro lugar não aconteceria isso”, disse.


Luciana terá mais dois jogos pela frente no Mineirão nesta Copa do Mundo. Ela comprou ingressos para as oitavas de final, jogo que poderá ter a Seleção Brasileira na capital mineira caso se classifique em primeiro do Grupo A, e para semifinal. Porém, ela disse que tentará trocar os ingressos para um assento mais apropriado.


“Minha preocupação é tentar trocar os ingressos. Explicar que não tem como chegar a esse local, mas se não tiver jeito eu vou porque pode ser que seja o jogo do Brasil. A euforia vai ser maior. Vou tentar ir. Espero que esteja melhor”, completou.


A reportagem do Terra tentou entrar em contato com a Fifa, responsável pelo evento. Porém, até a publicação dessa matéria, o órgão não respondeu.


Fonte: Terra


23 de jun. de 2014

Emprega SP abre 103 vagas para pessoas com deficiência em Marília

Foto de carteiras de trabalho


 A região de Marília (SP) 103 vagas de trabalho abertas pelo Programa Emprega SP. As oportunidades são voltadas para pessoas com deficiência


Em Marília, estão abertas 10 vagas para auxiliar de enfermagem e uma para operador de empilhadeira em Tarumã.


Para ter acesso às vagas basta acessar o site do programa, criar login, senha e informar os dados solicitados. Outra opção é comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) com RG, CPF, PIS e Carteira de Trabalho.


A agência de empregos, pública e gratuita, gerenciada pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT), em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) exige itens de escolaridade e experiência que variam de acordo com a área de atuação e com a empresa, para o preenchimento das vagas.


Para disponibilizar vagas através do sistema, é necessária a apresentação do CNPJ da empresa, razão social, endereço e o nome do solicitante.


Os interessados devem procurar o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) que está localizado na Rua Carlos Marques, nº 137, e atende das 7h30 às 12h, e das 13h às 16h30.
 

Confira outras vagas de emprego:
 

Atendente de lanchonete
 
Auxiliar de cozinha
 
Auxiliar de enfermagem do trabalho
 
Auxiliar jurídico
 
Açougueiro
 
Cortador de roupa
 
Costureiro na confecção em série
 
empregado doméstico faxineiro
 
Encanador
 
Engenheiro de segurança do trabalho
 
Motociclista
 
Médico do trabalho
 
Padeiro
 
Promotor de vendas
 
Representante comercial autônomo
 
Salgadeiro
 
Vendedor porta a porta
 
Vendedor pracista


Fonte: G1