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18 de dez. de 2015

Abaixo-assinado online luta pela educação inclusiva e contra ação da Confenem

 



Foi lançado, na internet, o abaixo-assinado "Todos A Favor de Uma Educação Inclusiva e Contra a Ação Discriminatória  da Confenem".
 

O objetivo da ação é manifestar a indignação da sociedade contra a Ação de Inconstitucionalidade ajuizada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenem) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).
 

A entidade alega a inconstitucionalidade da Lei Brasileira de Inclusão, que garante a educação inclusiva e impede a cobrança de taxas extras para matrícula de crianças e jovens com deficiência em escolas particulares.
 

Para conhecer e assinar a petição, acesse:  
www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR86238
 


7 de jul. de 2015

Assinem a petição que tem como objetivo fazer com que o tratamento adequado a mulheres com Câncer de Mama Metastático seja oferecido pelo Sistema Único de Saúde - SUS

 


Realizada por Femama, Instituto Oncoguia e Roche, a campanha Por Mais Tempo visa a mostrar à sociedade a realidade enfrentada pelas mulheres com câncer de mama metastático. 


De forma inédita e colaborativa, unimos nossas forças – ONGs, médicos e indústria – em prol de uma causa legítima e urgente.


A campanha traz uma série de iniciativas que procuram gerar reflexão da população brasileira sobre o câncer de mama metastático, seus tratamentos e também a importância e o significado de ter mais tempo de vida.

A campanha conta ainda com uma série de ações online, como minidocumentários que mostram a vida e os desafios de mulheres que enfrentam o câncer de mama metastático. 


Traz também uma petição que visa a garantir às pacientes o direito de receber os tratamentos mais adequados para sua doença. E com isso ajudar as mulheres diagnosticadas com câncer de mama metastático a conquistar o direito de viver mais.


Já existem tratamentos que praticamente mudaram a história do câncer de mama metastático. A equipe médica, que antes falava em meses, pode agora considerar anos a mais de vida para as pacientes, graças ao desenvolvimento de novos medicamentos. Mas esses avanços não são para todos.


Tão importante quanto ter novos medicamentos é torná-los disponíveis aos que mais precisam. 


As mulheres diagnosticadas com câncer de mama metastático precisam receber tratamento adequado e as terapias específicas para seu tipo de tumor. Essas terapias aumentam a chance de a mulher viver mais e com qualidade de vida.


O câncer de mama representa 22% dos novos casos de câncer a cada ano1. No mundo, a cada hora, seis novos casos são diagnosticados. 


Cerca de um quarto das mulheres diagnosticadas têm menos de 50 anos2. Só no Brasil são esperados 57 mil novos casos de câncer de mama em 2015, segundo dados do INCA.


Especificamente sobre o câncer de mama metastático não há estatísticas que demonstrem a dimensão real da doença. Estima-se que cerca de 50% dos casos de câncer de mama sejam diagnosticados já em estágio metastático avançado (estágios 3 e 4) no SUS3. Aproximadamente 30% dos casos evoluem para o estágio metastático4.


Câncer de mama metastático, estágio IV da doença, é a fase em que o tumor atingiu outros órgãos do corpo e os mais frequentemente atingidos são: ossos, pulmões, fígado e cérebro.


Algumas mulheres já são diagnosticadas com câncer de mama metastático, no entanto, o mais comum é que a metástase ocorra meses ou anos após a paciente identificar e tratar o câncer de mama inicial. 



  • 2Estimativas da instituição Susan G. Komen for the Cure




Os novos tratamentos para enfrentar o câncer de mama metastático são específicos contra o tumor, como a chave para uma fechadura. 


As terapias-alvo, foco do que hoje é conhecido como medicina personalizada, atacam prioritariamente as células cancerosas, resguardando as saudáveis, e, com isso, minimizando os efeitos colaterais. 


Chamamos esses avanços de medicina personalizada, pois levam em conta o tipo de câncer de cada paciente para definir o melhor tratamento. Hoje, podemos oferecer cada vez mais o tratamento certo para cada paciente.


Por sua alta especificidade, essas terapias têm mais eficácia e segurança, proporcionando às pacientes mais tempo de vida com mais qualidade.


Por isso gostaria de pedir para todos vocês assinarem no site oficial da campanha a petição que tem como objetivo fazer com que esse tratamento seja oferecido pelo Sistema Único de Saúde - SUS a todas mulheres diagnosticadas com o Câncer de Mama Metastático. 




Fonte: Por Mais Tempo



24 de abr. de 2015

Fanático por Kiss aos 11 anos, menino com Down realiza sonho após campanha

Montagem de quatro fotos de Gabriel com os integrantes da banda Kiss
Aos 11 anos, Gabriel Mudesto ficou encantado ao conhecer seus ídolos da banda Kiss, após campanha divulgada pelo pai e o tio. 


O garoto com síndrome de Down é apaixonado pela banda - toca bateria, coleciona toda a vasta linha de merchandising e sabe as músicas de cor.


Ver uma apresentação exclusiva para fãs na primeira fila, tirar fotos, falar com os ídolos, e mais tarde assistir ao grande show, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba na terça-feira (21), foi o final feliz da campanha #GabrielMeetKiss


O movimento foi criado pai, Ronaldo Mudesto, e o tio, Rodrigo Toninato.


Gabriel mora em Ribeirão PretoSite externo., e viajou para Curitiba em uma aventura: o pai e o tio não tinham certeza que haveria o encontro. 


Alguns dias antes do show, eles e os amigos começaram a espalhar mensagens nas redes sobre a vontade de Gabriel de chegar perto dos músicos.


Eles conseguiram contatos com pessoas do fã-clube e produtores, que indicaram o caminho: Curitiba, onde haveria show exclusivo da banda. Lá a missão seria mais possível, pois o encontro com fãs era menos concorrido que em outros locais, especialmente SP. A banda ainda vai a BH (23), Brasília (24) e SP (26).


Ao chegar ao "meet and greet" (encontro pago com fãs), eles conseguiram convencer os produtores. O próprio pai ficou de fora, enquanto o tio, que tinha comprado entrada, levou o menino (em outras ocasiões, crianças são barradas no "meet and greet", mas os responsáveis abriram espaço para Gabriel).


"A banda e os outros fãs tiveram muito carinho com Gabriel. Deixaram ele ficar na frente, falaram com ele, e ficaram surpresos com sua animação", conta o tio. "Fiquei impressionado com a recepção e o profissionalismo de uma banda veterana com um garoto brasileiro", elogia o pai. 


Mais tarde, Gabriel, "extasiado" (como descreve o pai), cantou todos os hits no meio do público em Curitiba.


Ilustração
 
 
 
 
 
 
 

8 de nov. de 2012

Governo cede terreno na zona leste da capital para a Associação de Amigos do Autista


Logotipo da Associação de Amigos do Autista
Um decreto assinado nesta terça, dia 30, pelo governador Geraldo Alckmin, cede área de 2.532 m2 na Vila Ré, zona leste de São Paulo, à Associação de Amigos do Autista (AMA). Segundo Alckmin, a entidade completa no ano que vem "30 anos de bons serviços prestados à causa da saúde, à causa social, cuidando dos autistas e apoiando as famílias". Com a doação do terreno, a AMA fará sua quinta unidade de atendimento aos autistas.

O imóvel cedido servirá como espaço para atendimento aos jovens e adultos com autismo. A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, que prestigiou a assinatura feita no Palácio dos Bandeirantes, declarou: "é importante para a sociedade entender que juntos vamos descobrindo caminhos e alternativas, sejam elas científicas ou sociais, para que possamos incluir, integrar, assistir e cuidar das pessoas com autismo e os seus familiares".

Conheça a AMA

A história da AME começa em 1983, quando a síndrome do autismo, que hoje muitos tratam com familiaridade, era totalmente desconhecida. A palavra autismo, definida em 1943/44 por Leo Kanner e Hans Asperger, constava apenas do vocabulário de alguns psicólogos e psiquiatras, e ainda assim só os especializados.

Em 1983, o médico Raymond Rosenberg tinha alguns clientes que viviam um momento de angústia: eles tinham filhos de 3 anos em média e há pouco tinham sido diagnosticados com autismo. Essa era toda a informação que esses pais tinham: o nome da síndrome. Não havia qualquer pesquisa ou tratamento na cidade, no estado ou no país que pudesse ser utilizado para ajudar aquelas crianças. Os atendimentos para crianças excepcionais não eram adequados e nem mesmo aceitavam pessoas com autismo.

Foi então que esses pais decidiram se reunir para, juntos, construir um futuro que amparasse seus filhos, e proporcionasse a eles maior independência e produtividade. Fundaram a AMA - Associação de Amigos do Autista, a primeira associação de autismo no país, e antes de completar um ano de fundação, a AMA já tinha uma escola, que funcionava no quintal de uma igreja batista. Este espaço era cedido pelo pastor Manuel de Jesus Thé, pai de César, que tinha a Síndrome de Asperger.

A partir de então, começou uma luta sem igual. Por sua natureza de pesquisa na área do autismo e por haver uma população carente para ser atendida, a instituição - beneficente e sem fins lucrativos - lutava e luta até hoje para manter-se financeiramente. Na época da fundação da AMA, sendo o autismo ainda pouco conhecido, tornava-se muito difícil conseguir ajudas e arrecadar fundos. Fez-se necessária uma campanha na televisão com o conhecido ator Antonio Fagundes, para que as pessoas em geral pudessem familiarizar-se com a palavra autismo e não continuassem confundindo a AMA com Associação de Amigos do Artista, ou Alpinista como frequentemente acontecia.

Atualmente, a AMA pode oferecer atendimento 100% gratuito graças a dois importantes convênios com as Secretarias de Estado de Educação e da Saúde. Hoje, palavra autismo não é mais aquele mistério. Muitas pessoas se envolveram com a causa e fundaram associações semelhantes, para a educação de pessoas com autismo por todo o Brasil. Outros países se envolveram com a causa, como a Suécia que durante mais de 10 anos contribuiu financeira e tecnicamente com a AMA. Já foram realizados encontros regionais e nacionais, cursos e congressos.

Ao longo de sua jornada, a AMA conquistou reconhecimento como instituição de utilidade pública (Utilidades Públicas: Municipal - Decreto n°. 23.103 - 20/11/86, Estadual - Decreto n°. 26.189 - 06/11/86 e Federal - D.O.U.24/06/91). Recebeu, da sociedade, prêmios pelo trabalho realizado, como o "Prêmio Bem Eficiente", da Kanitz e Associados (1997 e 2005) e o "Prêmio Direitos Humanos", da Unesco e Poder Executivo Federal (1998), entregue à AMA pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.

Fonte: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br

5 de out. de 2012

Por um transporte publico mais respeitoso para com as pessoas com deficiência


                                                    ASSINE ESSA PETIÇÃO PUBLICA:

                                         http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N29558

27 de set. de 2012

Abaixo-assinado Acessibilidade. Por um transporte publico mais respeitoso para com as pessoas com deficiência.

Queridos Leitores,

O Blog Queremos Acessibilidade junto com o Trabalho de Formiguinha estamos fazendo esta abaixo-assinado  com o objetivo de melhorar a qualidade do serviço de transporte público para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Não deixe de Assinar

Abaixo-assinado Acessibilidade. Por um transporte publico mais respeitoso para com as pessoas com deficiência.