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7 de jul. de 2015

Assinem a petição que tem como objetivo fazer com que o tratamento adequado a mulheres com Câncer de Mama Metastático seja oferecido pelo Sistema Único de Saúde - SUS

 


Realizada por Femama, Instituto Oncoguia e Roche, a campanha Por Mais Tempo visa a mostrar à sociedade a realidade enfrentada pelas mulheres com câncer de mama metastático. 


De forma inédita e colaborativa, unimos nossas forças – ONGs, médicos e indústria – em prol de uma causa legítima e urgente.


A campanha traz uma série de iniciativas que procuram gerar reflexão da população brasileira sobre o câncer de mama metastático, seus tratamentos e também a importância e o significado de ter mais tempo de vida.

A campanha conta ainda com uma série de ações online, como minidocumentários que mostram a vida e os desafios de mulheres que enfrentam o câncer de mama metastático. 


Traz também uma petição que visa a garantir às pacientes o direito de receber os tratamentos mais adequados para sua doença. E com isso ajudar as mulheres diagnosticadas com câncer de mama metastático a conquistar o direito de viver mais.


Já existem tratamentos que praticamente mudaram a história do câncer de mama metastático. A equipe médica, que antes falava em meses, pode agora considerar anos a mais de vida para as pacientes, graças ao desenvolvimento de novos medicamentos. Mas esses avanços não são para todos.


Tão importante quanto ter novos medicamentos é torná-los disponíveis aos que mais precisam. 


As mulheres diagnosticadas com câncer de mama metastático precisam receber tratamento adequado e as terapias específicas para seu tipo de tumor. Essas terapias aumentam a chance de a mulher viver mais e com qualidade de vida.


O câncer de mama representa 22% dos novos casos de câncer a cada ano1. No mundo, a cada hora, seis novos casos são diagnosticados. 


Cerca de um quarto das mulheres diagnosticadas têm menos de 50 anos2. Só no Brasil são esperados 57 mil novos casos de câncer de mama em 2015, segundo dados do INCA.


Especificamente sobre o câncer de mama metastático não há estatísticas que demonstrem a dimensão real da doença. Estima-se que cerca de 50% dos casos de câncer de mama sejam diagnosticados já em estágio metastático avançado (estágios 3 e 4) no SUS3. Aproximadamente 30% dos casos evoluem para o estágio metastático4.


Câncer de mama metastático, estágio IV da doença, é a fase em que o tumor atingiu outros órgãos do corpo e os mais frequentemente atingidos são: ossos, pulmões, fígado e cérebro.


Algumas mulheres já são diagnosticadas com câncer de mama metastático, no entanto, o mais comum é que a metástase ocorra meses ou anos após a paciente identificar e tratar o câncer de mama inicial. 



  • 2Estimativas da instituição Susan G. Komen for the Cure




Os novos tratamentos para enfrentar o câncer de mama metastático são específicos contra o tumor, como a chave para uma fechadura. 


As terapias-alvo, foco do que hoje é conhecido como medicina personalizada, atacam prioritariamente as células cancerosas, resguardando as saudáveis, e, com isso, minimizando os efeitos colaterais. 


Chamamos esses avanços de medicina personalizada, pois levam em conta o tipo de câncer de cada paciente para definir o melhor tratamento. Hoje, podemos oferecer cada vez mais o tratamento certo para cada paciente.


Por sua alta especificidade, essas terapias têm mais eficácia e segurança, proporcionando às pacientes mais tempo de vida com mais qualidade.


Por isso gostaria de pedir para todos vocês assinarem no site oficial da campanha a petição que tem como objetivo fazer com que esse tratamento seja oferecido pelo Sistema Único de Saúde - SUS a todas mulheres diagnosticadas com o Câncer de Mama Metastático. 




Fonte: Por Mais Tempo



2 de abr. de 2015

Síndrome de Down é melhor detectada em teste de DNA feito na mãe grávida

 Resultado de imagem para Síndrome de Down detectada em teste de DNA


Uma análise de DNA do sangue de uma mulher grávida é mais eficaz do que os testes padrão para detectar a síndrome de Down no feto, assim como outras anomalias cromossômicas menos frequentes, indica um estudo publicado nesta quarta-feira.


O teste de DNA fetal em células livres - ou seja, as pequenas quantidades de DNA do feto que circula no sangue da mãe - pode ser feito entre a 10ª e a 14ª semana de gestação.


Os pesquisadores estudaram cerca de 16.000 mulheres e observaram que o pelo DNA fetal em células livres foram identificados 38 casos de síndrome de Down no grupo, indica o estudo publicado na revista especializada New England Journal of Medicine.


Já os testes padrão feitos nas mesmas mulheres detectaram somente 30 dos 38 casos de síndrome de Down.


O teste padrão consiste na extração de sangue para examinar hormônios e proteínas associadas com os defeitos cromossômicos, combinado a um ultrassom que revisa o excesso de fluido na parte de trás do pescoço do feto.


Este ultrassom também falhou no diagnóstico, que deu 854 falsos positivos, comparado com nove do teste de DNA em células livres.


Com outras anormalidades cromossômicas menos comuns, o teste de DNA também foi mais preciso.


"Entre 10 casos de trissomia 18 (síndrome Edwards), a técnica de DNA livre de células identificou nove e apontou somente um falso positivo", indica o estudo liderado por Mary Norton, professora da clínica de obstetrícia e ginecologia da Universidade da Califórnia, São Francisco.


Este teste de DNA também detectou dois casos de trissomia 13 (síndrome de Patau) e apontou um falso positivo, enquanto o teste padrão só identificou um caso dessa anomalia e diagnosticou errado 28 fetos.


Os pesquisadores ressaltara, que o teste de DNA em células livres é incapaz de encontrar uma série de anomalias detectadas pelo teste padrão.


"As mulheres que optarem por um teste de DNA em células livres devem ser informadas que este é um exame muito preciso para detectar a síndrome de Down, mas se concentra em pequeno número de anomalias cromossômicas e não fornece a avaliação ampla disponível em outros testes", ponderou Norton.





1 de ago. de 2014

Instituição alerta para os perigos das doenças de visão em idosos no Brasil

 


A Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo faz um alerta, para divulgar entre os idosos os perigos da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), considerada a principal causa de cegueira mundial em pessoas acima dos 60 anos.


No começo da doença a DMRI causa desconfortos que são por vezes confundidos com uma baixa de visão devido ao processo de envelhecimento do corpo humano. 


Alguns pacientes podem não notar os sinais da doença, uma vez que um olho acaba compensando naturalmente a deficiência do outro.
 

Para ser capaz de cuidar da doença, que pode ser curada, tendo o paciente a sua visão restaurada, é importante que o idoso chegue ao diagnóstico o mais rápido possível, já que o paciente pode ficar completamente cego, caso não receba o tratamento adequado.


Os interessados em realizar os testes gratuitos podem acessar o site ‘Doenças da Retina’ , lançado pela farmacêutica suíça Novartis. 


No portal o usuário pode acessar informações sobre os sintomas de doenças que podem afetar a visão e realizar até mesmo um teste online, mas que mesmo assim não substitui uma consulta com um profissional da área.


Fonte: G1 


6 de jan. de 2014

Colesterol 'alimenta' câncer de mama, diz estudo

 Mulher examina mamografia. Foto: PA


Um estudo feito por cientistas nos Estados Unidos afirma que um subproduto do colesterol pode ajudar o câncer de mama a crescer e se espalhar pelo corpo.


A pesquisa sugere que o uso de medicamentos que diminuem o nível de colesterol – as chamadas estatinas – pode prevenir tumores.

O trabalho, que foi publicado na revista científica Science, ajuda a explicar por que a obesidade é um dos principais fatores de risco da doença.


No entanto, organizações que trabalham na conscientização e combate ao câncer de mama alertaram que ainda é muito cedo para recomendar o uso de estatinas na prevenção de tumores.


Hormônios


A obesidade já é considerada um fator de risco em diversos outros tipos de câncer, como mama, intestino e útero.


A gordura em pessoas acima do peso faz com que o corpo produza mais hormônios como o estrogênio, que pode facilitar a disseminação de tumores.


O colesterol é "quebrado" pelo corpo em um subproduto chamado 27HC, que tem o mesmo efeito do estrogênio. 


Pesquisas feitas com camundongos por cientistas do Duke University Medical Centre, nos Estados Unidos, demonstraram que dietas ricas em colesterol e gordura aumentaram os níveis de 27HC no sangue, provocando tumores que eram 30% maiores, se comparados a animais que estavam com uma alimentação regular.


Nos camundongos com dieta rica em gordura, os tumores também se espalharam com maior frequência. Testes feitos com tecidos humanos contaminados com câncer de mama também cresceram mais rapidamente quando injetados com 27HC.


"Vários estudos mostraram uma conexão entre obesidade e câncer de mama, e mais especificamente que o elevado colesterol está associado ao risco de câncer de mama, mas nenhum mecanismo foi identificado", afirma o pesquisador Donald McDonnell, que liderou o estudo.


"O que achamos agora é uma molécula, não o próprio colesterol, mas um subproduto abundante do colesterol, chamado 27HC, que imita o hormônio estrogênio e consegue de forma independente provocar o crescimento do câncer de mama."

 
Mais pesquisa



Além de uso estatinas, colesterol pode ser reduzido evitando dietas com muita gordura As estatinas já são usadas hoje em dia por milhões de pessoas para combater doenças cardíacas. 


Agora há estudos sugerindo que elas podem ajudar na prevenção ou combate ao câncer.Mas entidades que lidam com saúde feminina não recomendam que as mulheres passem a tomar estatina por esse motivo.


"Até agora pesquisas que relacionam níveis de colesterol, uso de estatina e risco de câncer de mama ainda são inconclusivas", diz Hannah Bridges, porta-voz da Breakthrough Breast Cancer, entidade britânica de combate ao câncer de mama.


"Os resultados deste estudo inicial são promissores e se confirmados através de mais pesquisas podem aumentar nossa compreensão sobre o que faz com que alguns tipos de câncer de mama se desenvolvam."


Emma Smith, porta-voz de outra instituição, a Cancer Research UK, também afirma que ainda é "cedo demais" para que as mulheres passem a tomar estatina.


As duas entidades dizem que o colesterol pode ser combatido por meios alternativos ao uso de estatina. Uma forma é através de uma dieta mais saudável e de exercícios regulares.


Reportagem:  James Gallagher 

Fonte:BBC BRASIL