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9 de mar. de 2016

Minicurso: Dança para cadeirantes






Essa é para dançar juntinho!



Nesta prática, cadeirantes receberão noções sobre ponto de equilíbrio, reconhecimento espacial, prática de movimentos e controle da cadeira de rodas.



E, claro, será ensinada a dança em par! 
Vem! 


Quando


  Dias 22 e 23 de março de 2016

Horário 

 

 9h30 às 12h30

Local

 

Caixa Cultural São Paulo


Praça da Sé, 111 - Centro - São Paulo - SP

Inscrições

 

 

Entrada Franca

 

Classificação Livre 


28 de set. de 2015

Sesc Santana realiza atividades inclusivas e acessíveis para pessoas com deficiências

Fachada do Sesc Santana


O Sesc Santana promove duas atividades em outubro voltadas para inclusão de pessoas com deficiências: "Esportes inclusivos em família" e "Dança aberta - Danceability". 


O projeto Corpo, linguagem e acessibilidade tem como objetivo buscar atividades para pessoas com ou sem deficiência, que evidenciem as possibilidades do corpo e sua diversidade.


O Esportes inclusivos em família acontece de 06 a 29 de outubro, às terças e quintas, 18h. 


São atividades recreativas e esportivas ministradas dentro dos conceitos de Acessibilidade e Esporte Para Todos, cujo objetivo é ensinar de forma dinâmica e lúdica as regras básicas de cada esporte adaptado e a relação entre elas para fácil entendimento dos usuários, desenvolver o "toque" da cadeira de rodas e coordenação motora (na condução de bola e afins), entre outros.


Em Dança Aberta - Danceability, o público é levado a uma experiência transformadora através da dança e do encontro com outro. 


Por meio da improvisação dos movimentos, pessoas com e sem deficiência, com ou sem experiência em dança, experimentam a diversidade e vão descobrindo formas de troca e expressão artística.


Todas as atividades são gratuitas e livres para todos os públicos. As inscrições são feitas no local da atividade, com 30 minutos de antecedência.


***

Sesc Santana

 
Esportes inclusivos em família: de 06 a 29 de outubro. Terças e quintas, das 18h às 19h30.

Dança aberta - Danceability
: 04 e 18 de outubro. Domingos, das 13h30 às 15h.
 
Classificação indicativa: Livre.
 
Entrada: Gratuita

Onde: Ginásio e Sala de Múltiplo Uso I - Av. Luiz Dumont Villares, 579 - Jd. São Paulo
 
Telefone: (11) 2971-8700
 
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal sescsp.org.br


***
 
Fonte: Release / Vida Mais Livre  



21 de mar. de 2014

Companhia de dança muda vida de jovem com síndrome de Down na BA

Lais faz pose ao lado de sua mãe, Olga
“Quando a minha filha nasceu, os médicos disseram que não andaria, não falaria. Fiquei muito triste, mas não convencida. Saí do luto e fui para a luta”. 


A declaração é da aposentada Olga Cerqueira, que, aos 61 anos, celebra mais um dia Dia Internacional da Síndrome de Down nesta sexta-feira (21) com a certeza de que “qualquer pessoa com deficiência intelectual pode chegar longe se tiver oportunidade e estímulo”.


Olga chegou a esta conclusão acompanhando o progresso da filha Laís Cerqueira, 23 anos, que nasceu com diagnóstico de síndrome de Down e prognóstico de deficiência intelectual. Na época, a notícia foi impactante para os familiares, que pouco conheciam a síndrome e não tinham exemplos de pessoas com a deficiência entre os parentes.

 
“Quinze dias depois do nascimento, fui para a luta. Comecei a ler livros de medicina para saber como poderia ajudar. Apesar das previsões médicas, tenho orgulho de dizer que, aos noves meses de idade, minha filha já estava caminhando”, relata a aposentada, que investiu tempo para estimular a filha a desenvolver as atividades comuns a todas as crianças.
 
Ainda na infância, Laís foi alvo de um ato de preconceito que a mãe não esquece. Olga conta que a filha estava na praia quando outra criança se aproximou dela para brincar. “Ao ver as duas juntas, a mãe da outra menina levantou da cadeira e disse: 'amorzinho, não brinque com ela, porque ela é doentinha'”, lembra, ainda revoltada.
 
A fim de proporcionar a Laís novas possibilidades de socialização, Olga decidiu matricular a filha aos nove anos na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), espaço filantrópico que presta assistência às pessoas com deficiência intelectual. Foi na unidade da associação, localizada no bairro da Pituba, que a menina pôde desenvolver talentos que até a ocasião ainda estavam guardados.
 
Olga conta que a professora de ginástica rítmica logo percebeu que a menina tinha excelente desenvoltura e facilidade para decorar as coreografias. E ela tinha razão. 


No ano de 2007, em competição realizada em Minas Gerais, que contou com 22 participantes com deficiência intelectual, Laís Cerqueira recebeu o título de Campeã Brasileira de Ginástica Rítmica. 


"Foi um dia incrível. Quando anunciaram que ela havia ficado na primeira colocação, saí pulando por cima de mesa até chegar perto dela e abraçá-la".
 
Conquistas
 


Ao completar 16 anos, Laís Cerqueira deixou a unidade da Apae da Pituba e foi transferida para a sede do bairro do Comércio, que é responsável por promover a iniciação, qualificação e inserção profissional das pessoas que passam pela instituição. 


No local, a jovem foi integrada à Companhia Opaxorô de Dança e Percussão, grupo que promove a profissionalização artística dos integrantes, a partir de apresentações no Brasil e até mesmo fora do país.
 
"Aqui, ela teve uma alavancagem incrível. Deixou um trabalho mais individual para um trabalho coletivo. Laís passou a ter compromisso diário com a dança. Com isso, conquistou noções de rotina, de espaço, de temporalidade. Fiquei felicíssima, já que estas características são socializadoras", relata a mãe.
 
Em conversa com G1, Laís Cerqueira disse que se sente completa no espaço. "Fico feliz aqui. Gosto muito de balé. [No Opoxorô], gosto de me apresentar no 'Malandro' ", citou participação em espetáculo promovido pela companhia que é inspirado na obra "Ópera do Malandro", de Chico Buarque.
 
Ao ver o progresso da filha e todas as dificuldades que enfrentou durante a educação dela, Olga se emociona. "Todas estas conquistas me fazem perseverar. Você não imagina a felicidade que sinto de ter ajudado a minha menina, que já foi apontada como inútil, conquistar respeito por méritos próprios", relata.
 
Na companhia, além de atrair a admiração de professores e colegas, principalmente pela habilidade com a dança contemporânea, Laís ainda arrumou tempo para conquistar um namorado. O nome dele é Daniel Santos do Carmo, 23 anos, que também integra o grupo artístico. "Ele é meu noivo e vamos nos casar", concluiu a menina.
 
Opaxorô
 

A Companhia Opaxorô conta com a atuação de quatro profissionais técnicos, que auxiliam 11 integrantes de um grupo de dança - composta por pessoas com deficiência e moradores da comunidade -, além de 15 pessoas de um grupo de percussão, em que todos os componentes têm algum nível de deficiência intelectual.

 
Há 16 anos na Apae, a coreógrafa da companhia, Janiere Almeida, 43 anos, diz que não consegue mais identificar as deficiências que as pessoas procuram nos alunos. "Para mim não há diferenças. Cobro a todos da mesma forma e todos [alunos da comunidade e da própria instituição] me trazem os resultados semelhantes. A arte possibilita o desenvolvimento das pessoas", defende.
 

Dentre os dias 26 e 27 de março, os interessadas em acompanhar os trabalhos da companhia poderão assisitir a espetáculos de música e dança promovidos pelos integrantes da Apae, no Centro de Cultura de Alagoinhas, a 124 quilômetros de Salvador. Até o fim do ano, o grupo também deve se apresentar nas cidades de Jequié, Ilhéus, Itabuna e Salvador.
 

À frente da Companhia Opaxorô desde 2008, o diretor teatral Antônio Marques informa que, até o fim deste ano, a instituição deve lançar DVD com participações de Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Saulo, Tuca Fernandes, Lazzo Matumbi, Nara Costa e Márcia Short. 


A gravação do DVD deve ser realizada no estúdio do cantor Durval Lélys, vocalista do Asa de Águia, que é padrinho do projeto. Em 2012, a Companhia Opaxorô chegou a participar do Festival Olímpico, realizado nas Paralimpídas de Londres, na Inglaterra.



Foto: Henrique Mendes/ G1
 
Fonte: G1 Bahia


19 de jul. de 2013

Semanas de Dança reúne 66 apresentações, no Centro Cultural São Paulo

Pessoa em cadeira de rodas dança na frente de outra pessoa

 
Na edição deste ano, o Semanas de Dança acontece de 16 de julho a 25 de agosto e se consolida com repertório ampliado. Durante os meses de julho e agosto será apresentado um panorama da dança paulista. 

O projeto ainda recebe companhias de outros estados. No total serão 18 grupos em 66 apresentações divididas entre a Sala Jardel Filho, o Espaço Cênico Ademar Guerra e os espaços de convivência do Centro Cultural São Paulo.
 

“Serão, seis semanas de encontros entre gerações distintas de artistas (ainda que creia que artistas sejam seres atemporais!), compartilhando e somando (seus?) públicos e espaços (físicos e conceituais) e criando novas perspectivas, olhares e tantas outras histórias dos(nos) corpos e da(na) própria dança.” Letícia Cocciolito, curadora de dança.


GENTE CIRCULANDO PARA VER DANÇA
 


A ocupação e a participação do público crescem a cada edição. Na estreia do projeto, em 2010, o CCSP recebeu cerca de 13 mil espectadores. 

Em 2011, como a temporada foi reduzida, a frequência foi de aproximadamente 10 mil pessoas. A curadora diz que “quem vem pela primeira vez volta, por ser gratuito e pela possibilidade de experimentar vários espetáculos e companhias. O público do CCSP é diferenciado por poder entrar e sair a qualquer momento.

 A proposta é essa, um caos.”“O corpo é um instrumento por onde o mundo passa”, segundo Cocciolito. E esse mundo é tão diversificado que o projeto Semanas de Dança abarca o Pílulas de Cultura – um espaço de fortalecimento e difusão das manifestações relacionadas à cultura afro-brasileira, em parceria com o CCSP até novembro. 

Neste mês, profissionais da área de dança serão convidados para apresentar a cultura negra contemporânea.


NOVAS PERSPECTIVAS, OLHARES E HISTÓRIAS
 
 

Na primeira semana de programação a bailarina Zélia Monteiro se une ao tradicional Balé da Cidade de São Paulo e aos grupos de break e k-pop que habitam regularmente os espaços do CCSP, formando a Ocupação em mostra. Em apenas uma semana estarão reunidas e misturadas diversas gerações de artistas da história da dança.

O Balé da Cidade – que teve início nos anos 1960 para dar continuidade à dança clássica da Escola Municipal de Bailado e que desde 1970 mantém o conceito de formar um público voltado à arte contemporânea – apresenta três espetáculos de seu repertório: LAC, Frágil e T.A.T.O.
Zélia Monteiro, que possui uma forte relação com o CCSP, traz nesta Mostra Três danças passageiras com as proposições dos artistas Isabel Tica Lemos, Marta Soares e Cristian Duarte. 

Da carreira dessa artista, vale a pena recuperar um de seus momentos importantes, que foi a participação no grupo de dança Marzipan, criado em 1982 por Ione da Costa, com a proposta de pesquisar o movimento e a dança num trabalho mais íntimo com o teatro. 

Em Maio de 1983, Zélia Monteiro apresentou no Centro Cultural Seis histórias de amor, com esse grupo.
Ocupação em mostra insere os grupos de break e k-pop que se apropriam de maneira democrática dos espaços da instituição. 

Eles foram convidados para mostrar suas performances oficialmente. Esta é uma primeira tentativa de ocupação em mostra em parceria com a Divisão de Ação Cultural e Educativa. 

O objetivo é misturar espontaneamente grupos que agora conquistam a oportunidade de estar lado a lado com os grandes nomes da dança. Os alunos da Oficina OH2 (que se encerra no dia 28/6), com o professor Ivo Alcântara, também juntam-se aos grupos nesta Mostra.  

MOVIMENTOS DE CORPOS DIFERENTES 
 


Novos corpos, novas expressões compõem a programação da segunda semana. Mãe e filha, Janice Vieira e Andréia Nhur, promovem um encontro de corpos de gerações, ideologias, sonhos e ações diferentes. A mãe viveu e dançou de maneira engajada os anos 1960/70 e a filha nasceu nos anos 1980.
No espetáculo Forma de ver, o coreógrafo Marcos Abranches também traz corpos diferenciados em cena. Ele e a dançarina Ale Bono Vox são pessoas com deficiência e tentam mostrar que é possível um corpo deficiente integrar à dança contemporânea. 

“O público se confunde. Será que ele é deficiente ou está representando um personagem?”, comenta Abranches.

A Cia. Giradanças, de Natal (RN), estará em cartaz na última semana do Projeto com duas coreografias que abordam como conviver naturalmente com o diferente. Importantes coreógrafos descobrem novos pensamentos e possibilidades de trabalho.


EXPERIMENTAÇÃO DA LINGUAGEM
 


Ocupar a cidade é a proposta do grupo Tríade, que realizará intervenções resultantes de um laboratório com o público a partir da questão “Como ocupo a cidade?”. 

Sendo o Centro Cultural um grande impulsionador de criações para site specific, isto é, trabalhos feitos para espaços específicos do prédio, que tem como ponto forte sua arquitetura, outros artistas experimentarão esse tipo de processo criativo, como Paula Pi, Silenciosas + G’taime, Cia. Perdida, Pele Coletiva de Criação e Rodrigo Andreolli, que estará presente em toda a temporada para buscar referências e compor o projeto Novos Coreógrafos: Novas Criações Site Specific.

Semanas de Dança existe desde meados dos anos 1990, mas foi em 2010 que recebeu um novo formato, quando a então curadora de dança do CCSP, Alexandra Itacarambi, reuniu vários espetáculos (formando uma temporada de dança) dando mais estrutura ao evento.


Assim, ganhou força e visibilidade e hoje é considerada uma das maiores mostras de dança de São Paulo. “O projeto se consolidou como um festival de dança na cidade, no qual público e artistas esperam por este momento”, comenta Letícia Cocciolito.
Veja a Galeria de Fotos: https://picasaweb.google.com/ccspsite/SemanasDeDanca
 

PROGRAMAÇÃO
 


LAC, Frágil e T.A.T.O (programa triplo)
Com Balé da Cidade de São Paulo
Direção: Iracity Cardoso
Sala Jardel Filho
De 17 a 20 de julho
Quarta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo


Três danças passageiras
Com Zélia Monteiro
Espaço cênico Ademar Guerra
De 16 a 18 de julho
Terça a quinta, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo


Ocupação em mostra
Foyer
De 19 a 21 de julho
Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Entrada franca – sem necessidade de retirada de ingressos


Performances dos grupos de dança que ocupam informalmente os diversos espaços alternativos do CCSP:
Dia 19/07: Performance dos grupos de Break
Dia 20/07: Performance do grupo da oficina do Ivo de Alcantara
Dia 21/07: Performance K-Pop

 

Minhas cavidades orbitais
Com Maurício de Oliveira & Siameses
Sala Jardel Filho
De 24 a 28 de julho
Quarta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo

 

Vis a vis
Com Grupo Pró-posição
Espaço cênico Ademar Guerra
De 23 a 25 de julho
Terça a quinta, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo


Forma de Ver
Com Cia. Vidança
Praça das Bibliotecas
De 26 a 28 de julho
Sexta, sábado e domingo, às 20:30
Entrada franca – sem necessidade de retirada de ingressos

 

Projeto: Pílulas de Cultura 2013
Sala Adoniran Barbosa
Dia 28 de julho
Domingo, das 16h às 20h
Parceria: Instituto Feira Preta e Rede Kultafro
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo

 

Frágil desconforto
Com Marina Salgado e Bruna Petito
Sala Jardel Filho
De 31 de julho a 4 de agosto
Quarta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo

 

Oficina de dança
Com Marina Salgado e Bruna Petito
Sala de ensaio 1
Dia 30 de julho
Terça, das 19h às 22h
Sem necessidade de inscrição

 

Afro Margin
Com Eliana de Santana
Ocorrências
Com Wellington Duarte
Espaço cênico Ademar Guerra
De 30 de julho a 1 de agosto
Terça a quinta, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do 

espetáculo
 

Tríade Móbile
Com Núcleo Tríade
Itinerante pelos espaços do CCSP
De 2 a 4 de agosto
Sexta a domingo, às 17h
Entrada franca – sem necessidade de retirada de ingressos

 

Laboratório – Fórum Tríade Móbile
Com Núcleo Tríade
Diversos espaços do CCSP
Dias 27 e 28 de julho
Sábado e domingo, das 15h às 20h

 

As inscrições para o Laboratório serão entre os dias 2 e 21 de julho no site do CCSP (www.centrocultural.sp.gov.br). 

São 20 vagas destinadas a artistas-pesquisadores da relação corpo-cidade, estudantes de artes, arquitetura e interessados em geral. 

A partir de 14 anos (menores de idade precisarão de autorização de pais ou responsáveis). 

A seleção será por ordem de inscrição e a lista de selecionados será divulgada no dia 23/7, no site do CCSP.
 

Projeto Pele do Lugar: Corpo e Cidade
Com Coletivo Pele Coletiva de Criação
Itinerante pelos espaços do CCSP
De 2 a 4 de agosto
Sexta a domingo, às 20h
Entrada franca – sem necessidade de retirada de ingressos

 

Oficina O corpo paisagem
Com Ivola Demange (França)
Sala de ensaio 1
Dia 6 de agosto
Terça, das 18h às 21h
Sem necessidade de inscrição

 

Feche os olhos para olhar
Com desCompanhia de dança
Espaço Ademar Guerra
De 6 a 8 de agosto
Terça a quinta, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo

 

Colóquio Olhares – Diálogos/Dança
Com Marcia Tiburi e Thereza Rocha
Sala de debates
Dia 6 de agosto
Terça, às 21h
Entrada franca – sem necessidade de retirada de ingressos

 

Projeto Propulsão/o que faz viver – SEGUINTE
Com key zetta e cia.
Sala Jardel Filho
De 7 a 11 de agosto
De quarta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo

 

Mirantes – coreografia para uma paisagem
Modos: performo eu + performa você + vídeo
De 9 a 11 de agosto
Modo performa você: das 15h às 17h
Modo performo eu às 18h (40 pessoas)

Nigredo
Com Maurício de Oliveira & Siameses
Espaço Cênico Ademar Guerra
De 13 a 18 de agosto
Terça a quinta, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo

 

Oficina Mauricio de Oliveira & Siameses
Sala de ensaio 1
Dia 20 de agosto
Terça, às 19h
Sem necessidade de inscrição

 

Pessoal e intransferível
Com Silenciosas + G’taime
Sala Jardel Filho
De 14 a 18 de agosto
Quarta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo

 

BADERNA 23
Com Núcleo Luis Ferron
Espaços alternativos do CCSP
De 15 a 25 de agosto
Quarta a domingo, em diversos horários
Entrada franca – sem necessidade de retirada de ingressos

 

Peças curtas para desesquecer: uma série coreográfica da Companhia Perdida
Com Cia. Perdida
Espaço Cênico Ademar Guerra
De 20 a 22 de agosto
Terça a quinta, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo

 

Proibido Elefantes (21 a 23 de agosto)
Sobre todas as coisas (24 e 25 de agosto)
Com Companhia Gira Dança
Sala Jardel Filho
Quarta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h
Entrada franca - bilheteria: retirada de ingressos a partir de duas horas antes do início do espetáculo

 


Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Informações ao público: 11 3397-4002
http://www.centrocultural.sp.gov.br/
 

Foto: Rogerio Ortiz

24 de jan. de 2013

Passista com deficiência auditiva desfila em escola de samba do ES

Foto ilustrativa de baianas dançando

Aos 15 anos, a passista Brunna Ramos Messias, que desfila pela Grêmio Recreativo Unidos da Piedade, em Vitória (ES), chama a atenção por onde samba

Quem vê o ritmo invejável e todo o gingado de Brunna demora a acreditar que a jovem nasceu com deficiência auditiva, aos seis meses de gestação. 

O pai de Brunna, o intérprete de apoio Bruno Messias, contou que, segundo os médicos, tanto o nascimento prematuro, quanto o fato de já ter duas pessoas com deficiência auditiva na família podem ter contribuído para o problema da jovem.

Com o tempo, o pai, que sempre esteve envolvido com o samba, passou a levar a menina aos ensaios da agremiação. "Ela acompanha a escola desde os dez anos. Quando eu ia ensaiar, ela sempre queria ir junto, para ver. Eu a levava para curtir e ela começou a pegar gosto e ficou", conta Bruno.

Ainda segundo Bruno, quem vê a passista em ação chega a duvidar da deficiência. "Muita gente que conhece ela há muito tempo às vezes tenta falar com ela normalmente, porque esquece que ela tem deficiência auditiva. Quando as pessoas a veem sambando, fica mais difícil ainda de acreditar", relata.

A própria Brunna explica o seu gingado e ritmo, por meio da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), e o pai traduz. "Ela diz que quando a bateria começa a tocar, sente no chão a vibração e começa a sambar", disse.

A passista mora com a avó, a aposentada Wanda Ramos, que transmite a mensagem deixada pela neta. "Ela chama as pessoas para sambarem também, porque as pessoas com deficiência auditiva têm condições, sim, de interagir com todo mundo", destaca.

Fonte: G1

30 de nov. de 2012

Virada Inclusiva 2012: arte e esporte a serviço da inclusão

Logotipo da 3ª Virada Inclusiva
Acontece, de 1 a 3 de dezembro de 2012, a 3ª Virada Inclusiva realizada pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Os locais e as atrações terão acessibilidade física e de comunicação. Homenagens a artistas plásticos são destaque desta edição.

A programação inclui uma adaptação do
musical Cats por atores com deficiência intelectual, atividades paradesportivas como goalball e vôlei sentado, passeio ciclístico, roda de choro inclusiva, contação de histórias em Libras e atrações para todas as idades.

No sábado (dia 1º), abrindo o evento, acontece a já tradicional Passeata do Movimento Superação, com saída às 10h da Praça Oswaldo Cruz e destino ao MASP.

Um dos destaques da programação deste ano é a forte ligação com o mundo das artes plásticas. Durante o evento, a pintora mexicana Frida Kahlo, que na infância teve poliomielite, será lembrada com a exibição de painéis com fotos e imagens inéditas de obras.

Também no sábado, às 14h, a rua Oscar Freire (Jardins) será palco de uma apresentação especial do Walking Gallery, em que artistas com e sem deficiência desfilam carregando suas obras entre o público. O olhar inclusivo nas artes continua com atrações em espaços como o Museu de Arte Moderna (MAM), Museu Afro e Pinacoteca do Estado.

Domingo, a partir das 9h, será a vez da Bicicletada Inclusiva, com trajeto da Praça do Ciclista na Av. Paulista (entre a rua Bela Cintra e a Rua Consolação). E, no Capão Redondo, uma roda de choro pra lá de especial.

Na segunda-feira (dia 3), das 10h às 13h, sai às ruas o bloco do chamado Circuito da Barra Funda, reunindo ritmistas e bonecos gigantes que farão à pé o trajeto entre o Terminal Barra Funda e a sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, no Memorial da América Latina.

À tarde, também na sede da Secretaria, acontecem oficinas de fotografia para cegos. No mesmo local, o encerramento da Virada Inclusiva contará com o Ballet Fernanda Bianchini, que reúne bailarinos com e sem deficiência visual, que apresentará, entre outros temas, a coreografia exibida na cerimônia das Paraolimpíadas de Londres.

A Virada Inclusiva é organizada em conjunto por órgãos públicos e instituições da sociedade civil, sob a coordenação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e contando com a participação voluntária de pessoas e grupos do mundo artístico e esportivo. Celebra também o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, festejado em 3 de dezembro.

Haverá transporte adaptado pelos serviços ATENDE e LIGADO.

Confira a programação completa e os pontos de saída e chegada dos veículos no site http://viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br
 
SESC e interior do Estado

Cerca de 35 municípios paulistas participaram da edição passada e para este ano estão previstas ações em 80 cidades do estado de São Paulo. Além dos órgãos públicos e instituições de assistência, 26 unidades do SESC-SP na capital, litoral e no interior abrirão suas portas para mais de 120 atividades esportivas e culturais dentro do espírito da Virada Inclusiva 2012.

Entre outras atrações, estão previstas apresentações de basquete, handebol, esgrima e rúgbi em cadeiras de rodas, goal ball, natação, vôlei sentado, judô adaptado, além de espetáculos como a peça O Grande Viúvo – Teatro Cego, o show da banda Forró no Escuro (integrada por músicos com deficiência visual) e a exposição Olhos de Barros, que utiliza o recurso da audiodescrição para mostrar a obra do poeta Manoel de Barros. Veja a programação do SESC-SP no portal www.sescsp.org.br
 
Uma cor que fala

O cartunista Ziraldo também será homenageado com a escolha da cor Flicts – título de um de seus livros mais conhecidos – como a cor oficial desta e das futuras edições do evento. A escolha se justifica pela forte sintonia entre a obra e o espírito do evento.

No livro, Flicts era uma cor discriminada porque "não tinha a força do Vermelho, não tinha a imensidão do Amarelo, nem a paz que tem o Azul” até o dia em que percebeu que era, na verdade, a cor da Lua.

Nos três dias do evento, essa cor iluminará viadutos, monumentos e edifícios como o da Assembleia Legislativa, na capital.