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2 de jul. de 2015

Aplicativo facilita serviço de táxi para pessoas com deficiência em Curitiba



Um novo aplicativo foi lançado na Prefeitura de Curitiba para facilitar o pedido de táxi por pessoas com deficiência. Desenvolvido pela Associação das Centrais de Rádios Táxis (Acert) de Curitiba, em parceria com a Prefeitura, o aplicativo Central Táxi Curitiba irá agilizar a localização de um dos 20 táxis adaptados que fazem parte da nova frota de Curitiba. O aplicativo poderá ser baixado gratuitamente pelas plataformas Android e Apple (IOS).



Além de facilitar o chamamento específico do táxi adaptado, a ferramenta permite que taxistas e usuários se comuniquem para indicar onde estão e em quanto tempo se encontram. Ainda tem uma calculadora que permite verificar quanto irá custar a viagem.



Antonio Zanette Lopes, um dos motoristas que atua com o táxi compartilhado, disse que a ferramenta vai facilitar o trabalho dele também. 


“A grande diferença é que antes o cliente não sabia onde encontrar os táxis compartilhados e tinha dificuldade de nos chamar. Agora, com o aplicativo, mantemos um contato online com o cliente assim que recebemos a chamada”, disse Lopes.


Como funciona
 


• Qualquer pessoa poderá fazer o chamado do seu smartphone ou no site da Central Táxi – www.appcentral.taxi.br ou ainda pelas centrais de táxi que despacham a chamada para o aplicativo. Basta fazer um cadastro simples e navegar. Sempre que pedir um táxi, o usuário poderá entrar em contato com o taxista por chat ou por telefone.


• O Aplicativo Central Táxi  oferece uma calculadora de tarifa. Basta informar a origem e o destino.


• O aplicativo oferece as opções de solicitar táxis que aceitam pagamentos em dinheiro, voucher, cartão de crédito ou débito, e também o sistema e-Voucher.


• É possível ainda adicionar endereços aos favoritos. O usuário pode salvar nos favoritos o endereço de casa e do trabalho, da casa dos  amigos e familiares, facilitando na hora de pedir o táxi para visitá-los.


• Para facilitar o atendimento para pessoas de idade ou que não possuem smartphones e acesso à internet, a população poderá contar com a central telefônica da Central Táxi, tanto para chamadas, quanto para queixas e reclamações, contando com o pronto atendimento da equipe, 24 horas por dia.


• Na região central a busca pelo táxi mais próximo inicia com 300 metros e vai ampliando para 500 e 1000 metros. Nos bairros, a busca  inicia com 500 metros e ampliando para 1.000 metros até localizar.




Mais Informações: www.appcentral.taxi.br



Fonte:  Vida Mais Livre  


8 de mar. de 2015

Lei que garante táxis adaptados para deficientes físicos causa controvérsia





A lei que estabelece que as cooperativas de táxis da capital tenham uma cota para veículos adaptados para pessoas com deficiência física tem causado controvérsias para a Cooperativa de Taxistas de Teresina, que não vê atrativos para a categoria. 


De acordo com o presidente da cooperativa, Pedro Henrique Ferreira, a aquisição de um carro adaptado é cerca de 50% mais cara do que um veículo comum. 


A prefeitura de Teresina diz que a partir do próximo semestre a medida já estará em funcionamento, mesmo ainda não existindo regras que regulamente o funcionamento da nova lei.


Sancionada pelo prefeito Firmino Filho (PSDB), de autoria do vereador Antonio Aguiar (PROS) e aprovada por unanimidade na Câmara de Vereadores da capital, a lei de número 4.678/2015 estabelece que 2% da frota de táxis em Teresina seja adaptada para deficientes físicos. 


Com a nova medida, os cadeirantes e demais pessoas com deficiência física que vivem em Teresina poderão contar com o benefício.


Mas de acordo com o presidente da cooperativa de taxistas de Teresina, Pedro Henrique, a medida não é atrativa porque o custo de um carro adaptado é maior e que as concessionárias da capital não ofertam carros deste tipo. 


Ainda segundo o presidente, o prefeito Firmino Filho disse que vai abrir novas vagas para taxistas em Teresina e que os 2% de táxis adaptados serão direcionado para a nova frota que vai chegar. Para ele, o projeto beneficiará os cadeirantes, mas não há vantagem para o taxista.


"Eu não posso obrigar um taxista a deixar de comprar um carro popular no valor de R$ 30 mil para comprar um no valor de R$ 50 mil, mesmo com todos os descontos de isenção de impostos que o taxista tem qual será o interesse do taxista em gastar tanto? 


Se não houver uma contra partida da prefeitura em ajudar esse novo taxista fica difícil", contou dizendo que é o poder público que vai apontar o taxista que atuará com carro adaptado para deficientes.


Segundo o diretor da Superintendência de Transportes de Teresina, Ricardo Freitas, o aumento no número da frota de taxis na capital é certo e que a prefeitura está realizando estudo para aumentar a quantidade de taxis. Quanto à logística de funcionamento da frota adaptada para deficientes físicos, o diretor informou que o regulamento está sendo revisto.


"Pela lei, os 2% da frota adaptada tem que ser em cima de todos os carros que já atuam em Teresina e na nova frota que vamos aumentar e que só saberemos a quantidade de vagas que serão disponibilizadas depois que finalizarmos esse estudo", disse.


Fonte: G1