5 de abr. de 2016

App Moovit lança recursos de acessibilidade para deficientes visuais




O Moovit, conhecido aplicativo de transporte público, lançou recentemente a versão com recursos voltados ao público com deficiência visual.


Dentre as funcionalidades da versão 4.10, estão VoiceOver e TalkBack (para iOS e Android, respectivamente), que tornam a tela dos aparelhos acessível.


Graças às mudanças incorporadas, pessoas com deficiência visual podem utilizar leitores de acessibilidade para planejar suas viagens, além de acesso pleno a todas as outras funcionalidades do Moovit.


Segundo o Moovit, para incluir os recursos de acessibilidade a companhia trabalhou com um desenvolvedor cego que relatou sua experiência em primeira pessoa e forneceu feedbacks que ajudaram a assegurar que a nova versão seria eficiente e de fácil utilização aos usuários com deficiência visual.


A integração com as novas funcionalidades permite que o usuário pressione seu dedo na tela do celular e então ouça qual botão ou ícone está sendo visualizado, aprimorando a experiência de navegação e permitindo que deficientes visuais planejem suas viagens e rotas com mais facilidade.


“Para usuários com algum tipo de deficiência visual, planejar sua rota com antecedência é importante para se familiarizar com o caminho e ter mais segurança ao andar no transporte público”, comenta Adi Kushnir, deficiente visual que ajudou a desenvolver a nova versão do Moovit.


Novos recursos em acessibilidade devem ser testados pelo Moovit futuramente e incorporados às novas versões do app.


Além da inclusão de funcionalidades para deficientes visuais, a versão 4.10 do Moovit incorpora a função de conectar usuários às suas contas no Facebook e no Google, de modo a sincronizar suas linhas, locais e pontos favoritos e outras preferências na nuvem, disponibilizando todas as informações de modo mais fácil.



 


Ban Ki-moon defende sociedade mais inclusiva para autistas

Bandeira da ONU  - Divulgação

No último sábado, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, fez um apelo: pediu uma maior participação e inclusão das pessoas com autismo na sociedade. O discurso s se deu no Dia Mundial de Conscientização do Autismo.


“Peço que os direitos das pessoas com autismo sejam promovidos e que seja assegurada sua plena participação como membros valiosos da sociedade para que tenham um futuro digno”, disse Ban em mensagem.


O secretário-geral ressaltou que os direitos, as perspectivas e o bem-estar das pessoas com autismo, e de todos os que possuem necessidades especiais, devem fazer parte da nova agenda de desenvolvimento aprovada no ano passado pelos líderes mundiais.


“A participação em pé de igualdade e a ativa intervenção das pessoas com autismo serão essenciais para conseguir as sociedades inclusivas contempladas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, acrescentou.


A ONU defende a incorporação dos autistas na nova agenda de desenvolvimento adotando um enfoque integral na formulação, execução, acompanhamento e avaliação de políticas e programas em todas as esferas “para que a desigualdade não se perpetue”.


O secretário-geral lembrou que esse distúrbio do desenvolvimento afeta milhões de pessoas no mundo todo e lamentou que elas não sejam bem compreendido em muitos países e que em “várias sociedades” às pessoas com autismo continuem sendo excluídas.


Neste sentido, advertiu que essas atitudes de rejeição não só constituem uma violação dos direitos humanos das pessoas com o transtorno, mas também representam uma enorme “perda” de potencial humano.


Ban ressaltou que em 2016 completam 10 anos da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e reiterou o compromisso das Nações Unidas de “não deixar ninguém para trás”.


“A transição à idade adulta é especialmente delicada (…) e, por isso, peço às sociedades que invistam mais recursos financeiros para que os jovens com autismo possam fazer parte do histórico impulso de progresso de sua geração”, acrescentou.
 
 
 
 
 

Livro 100% inclusivo conquista leitor mirim

 Cachorra branca e marrom, Missy




Quando Izabella Menicucci Badra decidiu colocar a história da cadela Missy no papel, nunca imaginou que fosse escrever uma história comovente e que iria romper barreiras da leitura infantil. 


Missy teve que adaptar-se para voltar a ser feliz, e conseguiu, graças ao amor que encontrou na nossa família, revela a autora, e eu desejei que essa adaptação pudesse servir de exemplo para as crianças”. 


Foi assim que o projeto começou: buscando ser algo inclusivo, adaptado, amplificado para quantas mais crianças pudessem ter conhecimento de seu conteúdo.



Lucas Teodoro Abud, hoje com 8 anos, conheceu a história do livro de Izabella na internet. Na época com 5 anos, Lucas já sabia ler. Depois, quando livro foi lançado, encantou-se mais ainda com a possibilidade de conhecer outras formas de leitura. 


“Eu adorei a história da Missy, principalmente o fato dela ter saído de outro continente e vindo morar aqui”, revela o leitor.

Mas, quando o livro saiu, Lucas encantou-se novamente: “eu adorei que tem o CD com a história, e que eu posso passar as mãos no livro e sentir as letras em braile, como quem não consegue ver”, explica ele.


Hoje, ele diz que recomenda para outras crianças: porque todo mundo pode ler e porque a história é muito legal.



O sonho de Izabella se tornou realidade: possibilitar que todas as crianças tivessem acesso a ele, mesmo aquelas que não enxergam. 


O caminho escolhido, então, foi a inclusão: “busquei todos os tipos de ferramentas possíveis para que o livro fosse compreendido pelo máximo de crianças que fosse possível”, explica a autora. 


A História de Missy virou um case único, 100% inclusivo, vendido pela internet para todo o Brasil. 


O livro reúne, em um único exemplar, recursos como letras ampliadas, braile, audiodescrição, texturas, aroma e versão em língua brasileira de sinais, Libras, disponível em QRcode, na contra capa do livro, que pode ser acessada pelo link http://www.umpratodo s.com.br/p/historiademissy Site externo.



O projeto de Izabella não prevê apenas a venda do livro e dos produtos História de Missy – Uma história de amor”, mas também proporcionar a experiência de leitura 100% inclusiva para escolas, como já aconteceu com a FAAP, a Escola Municipal José Cândido de Souza e a Escola Municipal de Educação Bilíngue para Surdos ANNE SULLIVAN, de São Paulo, que receberam doações do livro. 


“Aos poucos, vamos levar nossa história e a inclusão para todo o Brasil”, enfatiza.





1 de abr. de 2016

Vacinação contra H1N1 começa segunda-feira na Grande São Paulo

 



Os hospitais públicos e unidades de saúde já começaram a receber os lotes da vacina contra a gripe. 


A vacinação em cidades da Grande São Paulo começa na segunda-feira (4). A campanha foi antecipada em São Paulo por causa do aumento dos casos de H1N1. 


A expectativa da Secretaria Estadual da Saúde é que 3,5 milhões de pessoas sejam imunizadas na campanha deste ano na Região Metropolitana de São Paulo.


Calendário de vacinação



04/04 - profissionais da saúde 

11/04 - gestantes; idosos; crianças de 6 meses a 5 anos

18/04 - mulheres que acabaram de ter bebês; pacientes com doenças crônicas; outros grupos


Neste ano, as vacinas não ficaram 24 horas dentro do centro de distribuição. 


Elas chegaram do Instituto Butantan na quarta-feira (30), já foram separadas e começaram a ser despachadas na manhã de quinta-feira (31) às unidades de saúde. 


Até sexta-feira (01/04), três milhões de doses foram mandadas pra hospitais e postos de saúde de toda a Grande São Paulo. 


A vacinação segue o calendário das campanhas de anos anteriores, obedecendo a ordem de grupos prioritários. 


Os profissionais de saúde começam a ser vacinados na próxima semana. 


A partir do dia 11, gestantes, crianças de 6 meses a 5 anos e idosos serão vacinados.


No dia 18, as mulheres que acabaram de ter bebês, pessoas com doenças crônicas e outros grupos começam a ser vacinados.


Desde o início do ano, 42 pessoas já morreram por causa de gripe em todo o estado.


As vacinas da rede pública são trivalentes e protegem contra os vírus H1N1, H3N2 e o tipo B


Na rede privada, estão disponíveis também as vacinas quadrivalentes, com cepas pra um outro tipo de gripe b, que circula nos Estados Unidos.



Fonte: G1


Plataforma para facilitar tratamento do autismo é desenvolvida em PE

 



Uma plataforma que visa tornar mais eficiente o tratamento do autismo está sendo desenvolvida no Recife. Por meio dela, será possível os profissionais mensurarem de forma mais ágil a evolução de crianças e de jovens com o transtorno. 


Este é o principal objetivo do bHave, que tem a sua campanha de financiamento iniciada no sábado (2), Dia Mundial da Conscientização do Autismo.

A ideia da campanha na internet é arrecadar recursos para viabilizar a execução dessa plataforma, que permite o compartilhamento em tempo real dos resultados obtidos durante as sessões terapêuticas para todos que estão envolvidos no caso clínico


Com isso, é possível aprimorar o processo de registro de informações, incluindo gráficos e planilhas, que atualmente são coletadas de forma manual e depois transcritas.


O bHave também funciona como uma rede social entre os profissionais que atuam no tratamento. 


“Eles vão poder acessar seu perfil e ter acesso a todas as informações dos casos em que estão envolvidos bem como poderão planejar todo o tratamento e definir quais as atividades serão aplicadas. No dia da sessão, é só acessar o aplicativo pelo celular e, em vez de usar o papel, inserir suas anotações no aplicativo”, explica Cauê Nascimento, um dos idealizadores do projeto.

A otimização desse processo beneficia não apenas os profissionais, mas também as crianças e os jovens em atendimento. 


“Com essa ferramenta, o tempo que o profissional gastaria fazendo relatórios pode ser utilizado para ser dedicado ao atendimento daqueles que têm o autismo. E estes serão beneficiados com uma maior eficiência do tratamento, pois, se as informações circularem de maneira mais rápida, a evolução do quadro será maior”, ressalta Ângela Lira, presidente da Associação de Famílias para o Bem-estar e Tratamento da Pessoa com Autismo (Afeto).

Terapeuta de Análise do Comportamento Aplicada (ABA), uma das formas mais eficientes de intervenção com indivíduos que estão no espectro autista, a psicóloga Maria Tereza Pedrosa destaca que o aplicativo vai influenciar diretamente a rotina de tratamento. 

“Não tínhamos uma plataforma para colher e compartilhar os dados em tempo real com todos os integrantes da equipe de tratamento, alguns dos quais residem em cidades diferentes. Ela também nos permitirá dar um um feedback mais ágil aos pais, mostrando a evolução dos filhos deles”, comemora.

 
A campanha de financiamento do bHave, que recebe doações de valores a partir de R$ 20, tem duração de dois meses. 


Caso a meta seja atingida, a expectativa dos idealizadores é que a plataforma esteja disponível para download em um prazo de seis meses.



Fonte: G1


 

Filme alerta sobre dificuldades na educação inclusiva de autistas



 


O Dia Mundial do Autismo é comemorado no dia 2 de abril e é uma data de conscientização sobre a inclusão e os desafios enfrentados por pessoas com a síndrome. 


Ainda cercada de preconceito e desinformação, a educação regular para crianças autistas ainda é um desafio.


Com intuito de auxiliar educadores e sociedade sobre o tema, a Planneta lança neste sábado, 2/4, o documentário E ai, cadê o respeito?


No filme, pais, familiares, profissionais e pessoas com o Transtorno do Espectro Autista (TID) falam sobre as dificuldades cotidianas enfrentadas, principalmente em relação à educação inclusiva. 


O objetivo é contribuir com a informação sobre o tema e reduzir o preconceito na sociedade.


“O autista nos mostra que, apesar de sua deficiência e limitações, é capaz de viver de forma inteligente e consciente, lutando pelos seus direitos e respeito. Todos nós somos diferentes uns dos outros e aprender a conviver e aceitar o próximo dentro de suas limitações já é uma forma de inclusão”, explica Natália Cortelli, psicopedagoga, analista de produtos educacionais na Vitae Brasil e diretora do filme.


Com 54 minutos de duração, o documentário fica disponível no canal Planneta, no YouTube, a partir de 2 de abril.






Modelo com distrofia muscular é estrela de nova campanha da marca de Beyoncé



No mundo do entretenimento, empoderamento feminino e negro tem um nome: Beyoncé.


A artista lidera a lista de ações assertivas dentro do tema, como com seu último single, Formation, e a apresentação ao vivo da canção no Super Bowl este ano.


E para mostrar que também abraça a causa da inclusão, a diva pop convidou Jilian Mercado, modelo com distrofia muscular, como o rosto da nova campanha de sua marca.

 
Sobre cadeira de rodas, Jilian (que também é editora de um site de moda) é uma das três modelos que vestem camisetas, moletons, bonés e outras peças da linha de Beyoncé na loja online e que aparecem em destaque logo na primeira página do site.


Em seu Instagram (@jilly_peppa), a modelo comemorou o novo trabalho:“OK LADIES now let’s get in FORMATION. Estou eufórica por finalmente anunciar que estou no site oficial da Beyoncé!”.



Fonte: BrasilPostVida Mais Livre