13 de fev. de 2015

AVISO!!!!!!!!


Bloco 'Me Segura senão eu caio' pede inclusão de pessoas com deficiência no Recife

Foto de integrantes do bloco em cadeiras de rodas



O décimo desfile do Me Segura senão eu caio, bloco carnavalesco de inclusão de pessoas com deficiência, reservou este ano uma ala exclusiva para as crianças. 


A agremiação saiu às ruas da Zona Oeste do Recife na tarde da última quarta (11). A concentração ocorreu na Praça Barreto Campelo. De lá, o bloco seguiu para as ruas Dom Manoel da Costa, José Bonifácio e Conde de Irajá em direção à Praça da Torre.



A ideia de integrar crianças ao bloco partiu do Instituto Arthur Vinicius, ONG que atende pessoas com mielomeningocele e hidrocefalia, malformações congênitas que impossibilitam movimentos dos membros inferiores. 


"Estamos felizes em trazer nossos filhos que nunca puderam brincar o carnaval antes", disse Sandra do Ramo, uma das representantes da entidade.



Para o presidente do ‘Me segura senão eu caio’, André Damião, a participação da criançada é uma alegria para a folia, pois "renova e abrilhanta o carnaval". 


O Rei Momo e a Rainha do carnaval do Recife prestigiaram a agremiação, que ainda contou com a apresentação do maracatu da Associação de Pais e Amigos das Pessoas com Deficiência do Banco do Brasil (APABB).



Texto Original: G1


 

Folião cadeirante faz história em bloco com declaração de amor

Foto de Rodrigo e Alline no bloco



Analista financeiro, corredor de maratona, porta-bandeira do Carnaval de rua de São Paulo e cadeirante. Rodrigo Bottini, 39, faz história na bateria do bloco Bangalafumenga.



Parte do grupo desde 2012, quando o bloco, originalmente carioca, abriu a filial paulista, ele é lembrado pelos amigos como “aquele que fez uma declaração de amor linda no Carnaval”.



Foi em 2013. Fazia um ano que ele e a publicitária Alline Pecci, 43, estavam juntos. Bottini interrompeu o desfile, com mais de 60 mil pessoas na avenida, e pediu para o cantor do bloco ler uma declaração de amor.



“Começava assim, não esqueço: ‘Alline, meu amor…’, conta ela, sorridente. Continuava com a história do casal. Os dois tocam surdo e se conheceram nos ensaios do Bangalafumenga.



Durante um ano, eles foram só amigos. Até que ele a convidou para fazer um bate e volta ao Rio de Janeiro.



“Achei uma loucura. Ele é muito mais descolado do que eu. [É como se] Não existe cadeira de rodas”, lembra Alline, sua “maior admiradora”.



Ela titubeou, mas ele comprou as passagens mesmo assim e a buscou em casa. “Aí sim me interessei. Sempre achei ele um gato, mas nunca nem imaginei que pudesse rolar. Não era preconceito, era medo do desconhecido.”



Alline contou que “estava de bobeira na vida” quando entrou para a bateria do bloco. “Não conhecia ninguém. Agora, tenho uma família.”



Usuário da “handbike”, uma bicicleta que se pedala com as mãos, Bottini corre maratona, viaja, dirige, “levo uma vida normal. A cadeira não atrapalha nada”, diz, fantasiado e maquiado de empreguete.



Texto Original: Folha de São Paulo






Trilha Interpretativa Inclusiva no RJ vai contar com guias capacitados

Foto de participantes da Trilha Inclusiva


As pessoas com deficiência auditiva que visitarem a Reserva Biológica (Rebio) União, RJ, terão em breve o auxílio de guias na Trilha Interpretativa Inclusiva


A Unidade de Conservação (UC), que recebe apenas visitantes com objetivo educacional, sediou e participou entre os dias 28 e 30 de janeiro do "1º Encontro de Organização do Curso de Formação de Guias Surdos para Interpretação Ambiental".


O objetivo do primeiro encontro foi conhecer a Mata Atlântica por meio da Trilha Interpretativa Inclusiva da Rebio, conhecida como trilha do Pilão. 


Os técnicos do "Projeto Surdos", vários deles deficientes auditivos, criarão um "Glossário de termos científicos em Libras" para interpretação ambiental.


Posteriormente, será organizado um curso de formação de guias surdos locais para interpretação ambiental da trilha e um curso experimental para estudantes surdos do ensino médio da região, que poderão ter contato direto e dinâmico com a ciência.


O evento foi viabilizado por meio de uma parceria entre a UC, as secretarias de Meio Ambiente dos municípios onde a Reserva está inserida – Rio das Ostras, Casimiro de Abreu e Macaé – e o Instituto de Bioquímica Médica (IbqMa), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que desenvolve desde 2005 o projeto 


"A inclusão do surdo na sociedade atual – Projeto Surdos", coordenado pela bióloga Vivian Rumjanek.


Segundo Whitson José da Costa Junior, chefe da Reserva Biológica União, a trilha interpretativa inclusiva também vai contribuir com a integração das pessoas com deficiência à sociedade. 


"A iniciativa de trazer este projeto para a região é de aproximar dois mundos hoje distantes: o do deficiente auditivo e o da interpretação da natureza", destacou Whitson.


A previsão é de que a visita com guias para pessoas com deficiência auditiva tenha início já no segundo semestre deste ano.


Participam do evento aproximadamente 20 pessoas, entre técnicos das secretarias do Ambiente de Macaé e de Rio das Ostras, da Secretaria de Meio Ambiente de Casimiro de Abreu, da Rebio União e do IBqM/ UFRJ.
 

Trilha Interpretativa Inclusiva


A trilha, inédita na região, foi criada com o objetivo de incluir pessoas da região, que apresentam alguma deficiência, nas atividades de educação ambiental desenvolvidas na Reserva Biológica União.


Para isso, foram realizadas obras que tornaram acessíveis as instalações do Centro de Vivências e a trilha interpretativa da UC, e contratado um profissional que está responsável por levantar e visitar todas as instituições que trabalham com pessoas com deficiência da região da UC, divulgando a trilha inclusiva e incentivando-as a conhecê-la. Esse profissional também está capacitado para conduzir as pessoas com deficiência na trilha.


Todas essas ações foram possíveis a partir de uma parceria firmada entre Instituto Chico Mendes, Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA/RJ) e Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), que permitiu a execução do projeto. "Reserva Biológica União: uma área natural protegida da Mata Atlântica acessível às pessoas co deficiência".

 
Texto Original: Agência Brasil
 
 Fonte: Vida Mais Livre



XVII CONGRESSO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA – AEE – INCLUSÃO E DIVERSIDADE: MÚLTIPLOS OLHARES



Data: 13 a 15 de março de 2015

Local: CENTRO DE FORMAÇÃO EDUCAMAIS JACAREÍ

Endereço: Avenida Eng. Davi Monteiro Lino, s/n (ao lado da rodoviária)- Jacareí -SP
 
Investimento: R$ 300,00
 
Hospedagem - tratar diretamente com Ivanilde (19) 36714595


PROGRAMAÇÃO


13/03/2015 – Noite


20h - Abertura 

20h30 às 21h30: Conferência – Educação e inclusão social: o professor como agente de transformação 

Conferencista – Prof Humberto Alexandre - Instrutor de práticas de acessibilidade em empresas aéreas (TAM e AVIANCA)

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14/03/2015 – Manhã


8h às 10h  - MINI-CURSOS

10h às 10h15 - intervalo para café

10h15 às 12h - Relatos de experiências dos municípios (4)

12h às 14h - Almoço


14/03/2015 - Tarde


14h às 16h - MINI-CURSOS

16h às 16h15  - Intervalo para café

16h20 às 17h30 - Relatos de experiências dos municípios (2)


14/03/2015 - Noite – Livre

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15/03/2015 – Manhã


8h às 9h45 - Relatos de experiências dos municípios (4)

9h50 às 10h50 - Palestra: Como receber o aluno com deficiência na sala de aula? 

Palestrante: Eunice Nascimento - Pedagoga, Pós-graduada em Educação Especial (USP)

10h50 às 11h - Intervalo para café

11h às 11h20 - Mesa redonda - balanço/síntese dos relatos de experiências
 
Mediação: Coordenação acadêmica do evento

11h20 às 12h - Palestra – “Características dos educandos especiais e bases para elaboração de Projetos Pedagógicos Inclusivos” 

Palestrante: Prof Dr Emilio Figueira – Psicólogo, Psicanalista – (USC)

12h às 12h45 - Danças circulares
 
Palestrante: Prof Dr Eduardo Kopp – Psicólogo (PUCCAMP)

12h45 - Encerramento e entrega de certificados

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 TEMAS DOS MINI-CURSOS


"Deficiência Intelectual - Adequações curriculares e registros (PDI)" – Eunice Nascimento - Pedagoga, Pós-graduada em Educação Especial (USP)


“O Processo de Ensino e Aprendizagem para a Pessoa com TDAH” – Neusa Vendite – Pedagoga, Pós-graduada em Psicopedagogia clínica e Institucional


“Recursos tecnológicos acessíveis: web pr@a todos” - Deise T Barbosa – Pedagoga, Pós- graduada em Educação Física (Unesp)


“Deficiência Visual e o Atendimento Educacional Especializado: construindo práticas pedagógicas” – Luciane Molina - Braillista, Pedagoga e pessoa com deficiência visual, especialista em Atendimento Educacional Especializado (UNESP), Pós-graduanda em Tecnologias, Formação de Professores e sociedade (UNIFEI – MG) 


"Aspectos significativos do atendimento educacional especializado, em atenção à pessoa com surdez” – Generosa M. Ferraz – Pedagoga, Pós Graduada em Deficiência física (UNIFESP)


"Mude o seu Falar que eu mudo o meu ouvir"- A Aprendizagem na Síndrome de Down – Marcia Parreira – Pedagoga, Graduada em Filosofia (PUC/MG),Especialista em Psicopedagogia Clinica e Institucional, Especialista em Educação Especial e Inclusiva.Membro do Conselho Municipal de Educação de Jundiaí como representante das Instituições de Pessoas com Deficiência.
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INSCRIÇÕES POR EMAILivanilde@adidatica.com.br


INFORMAÇÕES:(19) 36714595 / (19) 984039365


Fonte:Rede Saci

Brasil celebra o X Dia internacional da Síndrome de Down – 21/3. Veja a programação!



A cada ano a voz das pessoas com síndrome de Down, daqueles que vivem e trabalham com elas é mais forte.


A Down Syndrome International encoraja nossos amigos em todo mundo a organizarem eventos e atividades para promover a conscientização sobre a síndrome de Down e como as pessoas com a síndrome têm um papel importante e devem ser incluídos nas comunidades onde vivem.


O tema deste ano é “Minhas oportunidades, minhas escolhas – Exercendo direitos plenos e igualitários e o papel das famílias”


As pessoas com síndrome de Down devem poder exercer direitos plenos, com igualdade de oportunidades e escolha. 


Em muitos lugares isso ainda é difícil de ser colocado em prática. Alguns não entendem que pessoas com síndrome de Down são primeiro pessoas, que podem precisar de apoio, mas devem ser reconhecidas em igualdade de condições com os demais, sem discriminação com base na deficiëncia. 


Empoderando as famílias para reconhecerem o igualdade de seus membros com síndrome de Down é crucial para que elas possam defender a garantia destes direitos. 


Assim as famílias estarão aptas a apoiar o empoderamento das pessoas com síndrome de Down para que sejam incluídas na sociedade, expressem suas próprias visões,tomem suas próprias decisões e atuem como autodefensoras, conforme a Convenção sobre osDireitos das Pessoas com Deficiëncia, aprovada no Brasil como norma constitucional.


Una-se a essa campanha e planeje ações para o Dia Internacional da Síndrome de Down na sua cidade.


Para saber mais sobre o Dia Internacional da Síndrome de Down visitee www.worlddownsyndromeday.org


Para acompanhar os eventos brasileiros publicados no site da Down syndrome International visite https://www.worlddownsyndromeday.org/brazil


Você também pode enviar as informações sobre seu evento para o site. Mande um email para inclusive@inclusive.org.br


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O Dia Internacional da Síndrome de Down está chegando! Este é o décimo ano em que a data é celebrada no mundo e com ela temos conseguindo muitos avanços e visibilidade para as pessoas com síndrome de Down. 


O Brasil foi o responsável pela inclusão do dia no calendário da ONU e anualmente é o país que organiza o maior número de eventos comemorativos. Você também pode promover uma ação em sua cidade! Conte pra gente para ajudarmos na divulgação e participe da programação!

Programação do X Dia Internacional da Síndrome de Down – 21/3/2015


Rio de Janeiro - Rio de Janeiro
  
1)CaminhaDown 
 Dia: 22/03/2015, domingo
Horário: encontro às 9:00h
saída em direção ao Posto 9: às 10:00h
Local: ponto de encontro: ARPOADOR, em frente ao HOTEL Fasano (Av. Vieira Souto, próx. nº 80)
final: Posto 9, Ipanema
Organizadores: RJDown


Atenção: em caso de chuva forte, o evento poderá ser cancelado/adiado.


Informações sobre - *CaminhaDown 2015*


Nossa tradicional CaminhaDown será realizada no próximo dia 22 de março, domingo, em celebração do Dia Internacional da síndrome de Down.


Desde 2008 a CaminhaDown vem sendo organizada pelo RJDown, e a cada ano conta com mais pessoas e maior visibilidade.



Acreditamos que a CaminhaDown tem papel fundamental para atrair a atenção dos formadores de opinião à nossa causa. Além disso, é um momento único de encontro, confraternização e celebração!


O tema deste ano será, mais uma vez, a Inclusão com foco na participação de toda a sociedade e da própria família da pessoa com deficiência.


O slogan da caminhada será “Inclusão: dever e direito de todos”.


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São Paulo  - São Paulo


2) Caminhadown no Ibirapuera
Dia: 22/3, domingo, às 11h
Local: Parque do Ibirapuera
Organização: Rosana Bignami

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Bahia - Itabuna


3) Seminário. Cidadão Down. - Crescendo e transformando.
Dia: 20/3, sexta-feira
Local: UFSB – Universidade Federal do Sul da Bahia
Organização: Aprendendo Down
Tema:Educação Inclusiva – Coordenação da Profa. Juilma Nogueira. Pioneira nestes assuntos. Articuladora na inserção dos alunos do curso médio a Universidade
 a) “Inclusão dos Alunos com síndrome de Down nas escolas municipais urbanas da rede regular em Ilhéus.BA”.
TCC da Aluna Lucienne, para graduação em Pedagogia
b) “Direto a Educação Inclusiva. Políticas Públicas. O que temos e o que queremos”.
Profa Liliane Garcez


4) Panfletagem na Praça
Dia: 21/3, sábado
Local: Praça
Organização: Aprendendo Down
Distribuição da cartilha “Escola para todos – Educação Inclusiva: o que os pais precisam saber”, em parceria com o Movimento Down.

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Minas Gerais  - Belo Horizonte

5) III Caminhada Up and Down
Dia: 22/3 a partir das 9 h
Local: Barragem Santa Lúcia
Organização: Mano Down

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Fonte: Rede Saci

12 de fev. de 2015

Pais de crianças com deficiência do Pará cobram agilidade em obras de equoterapia

Foto das obras do centro de equoterapia
Pais de crianças com deficiência física de Santarém, oeste do Pará, cobram agilidade nas obras de construção do centro de equoterapia - utilização do cavalo como recurso terapêutico para o desenvolvimento biopsicossocial. 


O espaço deve funcionar na Cavalaria da Polícia Militar, no bairro Maracanã. 


As obras iniciaram em julho de 2014, mas ainda não foram concluídas.


Segundo os pais, os filhos estão perdendo tempo em que deveriam estar em tratamento e não podem mais esperar. 


O local, que deve ser coordenado pela Polícia Militar, deveria estar atendendo crianças que têm paralisia cerebral, problemas neurológicos, ortopédicos, posturais; comprometimentos mentais, como a Síndrome de Down, e diversas outras deficiências.


A construção é de responsabilidade da prefeitura. Desde julho, quando iniciaram as obras, o serviço foi paralisado por diversas vezes. O último prazo de entrega foi o final de dezembro, e mais uma vez não foi cumprido.


Enquanto isso, muitas crianças fizeram exames de avaliação para poder praticar a equoterapia, exames esses que já venceram. 


"Tudo demanda custo. Já foram feitos exames de coração, ortopédicos para saber se a criança tem habilidade para estar em cima do cavalo. A gente vai precisar reavaliar, passar por todos os profissionais de saúde para ver se consegue novamente, ver se essa criança ainda permanece habilitada", reclamou Kellen Garcia, mãe de criança com deficiência.


“O tempo para nós é fundamental. Nossos filhos não têm tempo para perder, pois já nasceram com limitações importantes. A prefeitura não apresenta um motivo para nós, eles são muito receptivos com a gente, mas o que a gente percebe é que a obra para, a gente vai cobrar, a obra volta, mas depois para”, afirmou Rosane Bastos, que é mãe de uma criança com deficiência.


O secretário municipal de Infraestrutura, Edilson Pimentel, afirmou que o atraso nas obras ocorreu foi causado pela empresa responsável, mas o serviço deve ser concluído ainda em fevereiro

Texto  Original: G1