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12 de jan. de 2015

Pai de usuária de oxigênio e cadeira de rodas cria "Suporte de Oxigênio para Cadeira de Rodas".

O senhor Miguel Franchin Neto criou um Suporte de Oxigênio para cadeira de rodas com intenção de facilitar a vida das pessoas usuárias de Oxigênio (O²).

Tudo começou há 5 anos atrás quando sua filha de 32 anos passou a fazer uso continuo de O², além de usar cadeira de Rodas devido a sua deficiência. A minha filha ficou internada durante 3 meses e quando minha esposa e eu soubemos que ela teria que usar oxigênio começamos a ver preços de concentradores e cilindros portáteis para que mesmo sendo usuária de O² ela pudesse ter uma vida mais normal possível.


Devido ao alto custo do concentrador optamos pela compra de cilindros do tipo palito por possuir suporte para transportar. 


Porém pelo fato dela utilizar cadeira de rodas ficava muito difícil de empurrar a cadeira e puxar o carrinho com o cilindro e fora que ela também acabava perdendo a "Liberdade" pelo fato de sempre precisar de alguém para empurrar a cadeira e o carrinho.


Diante dessa situação comecei a pensar em algo que pudesse facilitar a vida de quem anda com ela e criei este suporte de oxigênio para cadeira de rodas.


Ele é feito de ferro e pesa aproximadamente 1,5Kg. e é feito sob medida, a cor poder ser da preferência da pessoa além de ser removivel


O valor depende do material,cor e medidas mas o Senhor Miguel garante que o custo beneficio é ótimo.

Quem tiver interesse pode entrar em contato pelo e-mail: miguelfranchinneto@yahoo.com.br


A seguir veja algumas fotos:









19 de abr. de 2013

Reatech 2013: montadoras levam modelos adaptados à Reatech

 
Carro adaptado na Reatech
Ford, Honda, Nissan e Renault participam da Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech), que ocorre até domingo, 21 de abril, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).

Os destaques da Ford são o Novo EcoSport, o Focus e a van Transit, todos disponíveis para teste-drive, assim como os modelos Honda Civic, City e Fit. 


A Nissan vai expor os modelos Livina, Grand Livina e X-Gear, com adaptações como acelerador eletrônico de aro por cima do volante, freio manual e inversão de pedal do acelerador.

A Renault estará presente com os modelos Fluence, Logan, Sandero e Duster, equipados com câmbio automático. Todos os veículos oferecem itens que facilitam a condução de pessoas com deficiência, como manopla para facilitar a empunhadura do volante e o Comando Manual Universal (CMU), o qual é composto por uma alavanca instalada do lado esquerdo do volante e substitui as funções dos pedais do acelerador e freio. Por meio deste sistema, o motorista tem a aceleração e frenagem ao alcance das mãos.

Todos os modelos têm em comum bom espaço interno, opção de câmbio automático e porta-malas com espaço para o transporte de cadeiras de rodas. Durante o evento, recepcionistas preparadas para utilizar a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
 

Fonte: autoestrada.com.br / UOL

20 de mar. de 2013

Médico cria pernas de cano de plástico para pessoas com deficiência

Modelo de prótese de uma perna
O cirurgião ortopedista Viquar Qurashi, do Hospital Russells Hall, em Dudley, na Inglaterra, retornou recentemente de uma campo de refugiados sírios, onde colocou mais de 100 pernas artificiais em pessoas amputadas.

Qurashi criou um modelo de prótese feito de canos de plástico. O material é aquecido e moldado à parte não amputada da perna.

A vantagem desse modelo artesanal, quando comparado a modelos comerciais, fica no preço; enquanto que uma perna protética convencional custa em torno de R$ 3.900 no Reino Unido, a prótese desenvolvida por Qurashi custa aproximadamente R$ 90.

O médico planeja agora usar suas férias para treinar pessoas de países em desenvolvimento a produzir o seu modelo de prótese.

Fonte: UOL

12 de out. de 2012

Engenheiro cria novo modelo de cadeira de rodas


 
Um novo protótipo de cadeira de rodas, desenvolvido pelo engenheiro mecânico Júlio Oliveto, de 27 anos, que mora em São José dos Campos, no interior de São Paulo, pode facilitar a vida das pessoas com deficiência motora no Brasil. 

Batizado de "Radical", o protótipo tem custo de produção 60% menor que os modelos convencionais, tem maior agilidade em subidas e garante autonômia ao usuário que consegue, por exemplo, subir sozinho em uma guia elevada. O modelo ainda não é comercializado.

Oliveto afirma que o projeto tem como base uma tecnologia simples, que consiste na implantação de uma terceira roda dianteira com baterias e funciona como um sistema de reboque. "É colocado um suporte embaixo da cadeira de rodas convencional e em seguida o protótipo se encaixa ali. Quando a bateria é acionada, é como se o aparelho rebocasse a cadeira", disse ao G1.

O trabalho foi desenvolvido como resultado da tese de mestrado de Oliveto na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Guaratinguetá, no interior de São Paulo.

Segundo ele, o protótipo atinge até 30 km/h e pode ser usado para trechos de grande inclinação e também para subir em guias não rebaixadas. Em trechos de maior inclinação, a velocidade pode ser reduzida para 5 km/h. O equipamento suporta até 90 quilos. Todo o conjunto pesa 32 quilos e tem custo de produção de R$ 4 mil.

Além do baixo custo, o pesquisador afirma que a manutenção do aparelho também será econômica. "Os materiais que usei são comuns, como de bicicleta, por exemplo. Então, em caso de algum reparo, o cadeirante terá baixo custo", explica Oliveto.

Trabalho

O trabalho foi feito em parceria com o orientador Victor Orlando Gamarra Rosado, que afirma que o projeto aliou engenharia à inclusão social. "Cadeiras de rodas motorizadas importadas podem ser adquiridas por cerca de R$ 10 mil, enquanto o custo do protótipo desenvolvido custa até R$ 4 mil", diz Gamarra Rosado.

Em junho, o pedido de patente da tecnologia foi solicitado pela Agência Unesp de Inovação (AUIN) junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Atualmente, Oliveto trabalha em melhorias no protótipo, como deixar o aparelho mais leve, e busca parcerias para fabricar o "Radical". O projeto também foi apresentado na Feira de Reabilitação 2012, realizada em agosto em São Paulo.

Fonte: G1

20 de ago. de 2012

Palmilha criada por universitários ajuda pessoas com deficiência


Descrição da Imagem: Solado de borracha de um calçado com uma séria de perfurações simétricas e ligadas à um outro equipamento eletrônico por meio de uma cabos.
a uns cabo e eletrodos.E se o seu irmão, aos 14 anos, sofresse um Acidente Vascular Cerebral (AVC)? E se ele perdesse parte dos movimentos do lado esquerdo do corpo? E se as sequelas o impedissem de erguer a parte da frente dos pés, a ponto de ter que arrastá-lo para caminhar? Poucos fariam como o estudante Daniel Veiga, 22 anos. Para ajudar o irmão, ele passou meses em um laboratório de robótica.  
Aluno de Engenharia Mecatrônica da Universidade Salvador (Unifacs), Daniel desenvolveu uma palmilha inteligente, batizada de Motus, capaz de levantar a ponta do pé de uma pessoa com deficiência física, ainda que o cérebro afetado não consiga emitir tal comando.

Com outros dois colegas - os estudantes Bruno Cavalcanti, 26 anos, e Bruno Rabelo, 22 - Daniel criou um aparelho capaz de fazer movimentar o músculo responsável pela chamada dorsiflexão. A palmilha rendeu aos três o Prêmio Ideias Inovadoras da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), que pagou R$ 8 mil, além da escolha de Daniel para representar a Bahia em evento promovido pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.
Funcionamento

É comum pacientes que foram vítimas de AVC ou lesões medulares sofrerem com a paralisação de movimentos dos membros inferiores ou superiores. Muitos perdem a dorsiflexão, movimento essencial para caminhar e correr. Daniel e os dois Brunos desenvolveram o Motus a partir do conceito da eletroestimulação muscular. "Pegamos a tecnologia e demos uma nova finalidade", diz Daniel.

No caso do Motus, uma central de processamento de dados é ligada ao músculo através de eletrodos. O sistema é acionado por uma conexão sem fios via rádio a partir da palmilha, onde está instalado um módulo de sensores que detecta as características do passo a ser dado após a retirada do calcanhar do chão. "A palmilha detecta a aceleração, inclinação, velocidade e deslocamento. É uma espécie de leitura da vontade do paciente, se ele vai correr ou subir uma escada", explica Daniel. 

Diferente de uma prótese, que substitui um membro ou um órgão, o Motus é uma órtese, ou seja, ela complementa o membro. A palmilha foi desenvolvida em parceria com professores de fisioterapia da universidade. "Os dados registrados podem ser convertidos para a linguagem de fisioterapeutas. Até as visitas dos pacientes às clínicas podem diminuir", diz Bruno Rabelo.

Preço

Não há nada parecido com o Motus no Brasil. Apenas nos EUA, dizem os estudantes, há produto semelhante, que não sai por menos de US$ 4,5 mil. O objetivo é que, após algumas adaptações e um longo caminho até a industrialização, o Motus custe R$ 2,5 mil. "Se for subsidiado pelo governo, com uma parceria com o SUS, o preço cai ainda mais. No Brasil, em 2000, eram quase 3 milhões de pessoas com a hemiparisia (paralisia do membro superior ou inferior de um dos lados do corpo)".

Além da palmilha, os três já inovaram também ao produzir uma impressora de braile (veja na página ao lado) e, buscando a profissionalização,  já criaram uma empresa, a Vitae Soluções em Acessibilidade, que recebe auxílio financeiro da Unifacs. Portanto, o Motus é uma esperança para o irmão de Daniel e muitas outras pessoas. "Não é algo para resolver o problema da família de Daniel, mas da população. Cumprimos nosso papel de universidade", diz o coordenador do curso de Engenharia Mecatrônica, Rafael Araújo.
Encontro com Clinton

O trabalho realizado no laboratório de robótica fez a universidade chegar nos Estados Unidos. Após desenvolver a palmilha, Daniel Veiga foi o escolhido para representar a Bahia no Clinton Global Initiative University, evento promovido anualmente pelo ex-presidente Bill Clinton para premiar iniciativas inovadoras em universidades do mundo.

Daniel foi um dos cem estudantes de 96 países e o único brasileiro no evento. "O pessoal me perguntava: ´Você é brasileiro, mas estuda nos EUA, né?´. Eu respondia: ´Não. Sou brasileiro e estudo no Brasil mesmo", conta Daniel. Com o Motus, os estudantes ainda ganharam o Prêmio Ideias Inovadoras da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), realizado em dezembro do ano passado.
Daniel Veiga, Bruno Rabelo e Bruno Cavalcanti exibem com orgulho o cheque de R$ 8 mil, recurso que deve ser integralmente investido no projeto. "Esse dinheiro é apenas uma parte do que precisamos para levar nossos projetos para frente", Bruno Rabelo.

6 de ago. de 2012

Sony cria óculos que exibe legendas em filmes para deficientes auditivos

 
 A Sony, em parceria com a empresa especializada em tecnologias para o cinema, Regal Enternainment, apresenta um projeto de óculos capazes de reproduzir legendas eletrônicas em tempo real, com o objetivo de incluir os deficientes auditivos nas salas de cinema com maior conforto e eficiência.
O sistema é muito simples e engenhoso.

O usuário coloca os óculos e recebe nas lentes todos os diálogos em projeção. As legendas são enviadas de modo sem fio para os dispositivos presentes na sala, e cada usuário poderá fazer os seus respectivos ajustes de tamanho de fonte e posicionamento do texto.

Essa solução poderá ser uma das mais eficientes e promissoras para resolver o problema da inclusão dos deficientes auditivos nas salas de cinema. Com tal recurso, o investimento feito pelas produtoras de filmes de Hollywood é mínimo, uma vez que o principal trabalho a ser feito é a produção das próprias legendas. A Sony garante que o custo de produção do óculos é relativamente baixo, o que não deve causar um grande impacto no valor final do ingresso.

As legendas estarão disponíveis em seis línguas, permitindo uma maior flexibilidade da escolha do idioma preferido do usuário. Ainda há a possibilidade de multicanais de legendas em uma mesma projeção de filme, caso a preferência seja por legendas em inglês, espanhol ou alemão, por exemplo.

A Sony disse que está trabalhando em uma outra versão contendo pequenos fones de ouvido, pensados para os deficientes visuais. Os aparelhos trarão a narração descritiva de tudo o que está acontecendo na tela, aumentando a imersão desses futuros usuários.

Fonte: Fonte: http://www.techtudo.com.br