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14 de ago. de 2014

Deficientes físicos vivem novela para conseguir tirar Carteiras de Motorista no RN

A vida das pessoas com deficiência não é nada fácil.


Além das barreiras arquitetônicas elas também enfrentam barreiras burocraticas.


É o que nos conta a caicoense Cláudia Medeiros de Araújo, Deficiente física e diagnósticada com  siringomielia – uma espécie de cistos na medula – e escoliose, desvio na coluna.


Em depoimento ela conta todas as barreiras burocráticas que a impediram de conquistar a tão sonhada carteira de motorista.


A seguir, o desabafo na íntegra:

Venho por meio deste pedir que denuncie a partir desse meu relato o desrespeito com as pessoas com alguma deficiência física no RN que buscam tirar sua Carteira Nacional de Habilitação. 
 
 
Como essa questão se constitui em um total desrespeito com o cidadão e, por conseguinte com a constituição, vejo a possibilidade da mídia e das redes sociais darem visibilidade e dizibilidade a essa questão, para que chegue, de forma mais rápida, ao conhecimento de quem possa interceder e cooperar com as pessoas com deficiência física. 
 
 
Bem para início de conversa me chamo Cláudia, moro em Caicó e tenho deficiência física e no início desse ano fui ao DETRAN com a pretensão de obter minha Carteira Nacional de Habilitação e lá fui informada que eu teria que ir a Natal, para eu poder ser avaliada por uma junta médica especial que no meu caso, expediu um laudo que determinava que eu era obrigada a dirigir veículo com transmissão automática, direção hidráulica e com prolongadores dos pedais e elevação do assoalho e/ou almofadas fixas de compensação de altura e/ou profundidade, devido a minha deficiência física. 
 
 
Sai do DETRAN de Natal, super feliz com essa probabilidade, já sentindo aquela impressão de liberdade e ao mesmo tempo pensando que não ia mais furar os meus pés em espinhos ou cacos de vidro, nem atolar as muletas na lama quando chovia, nem muito menos me queimar debaixo do sol causticante do nosso Sertão seridoense durante as idas e vindas do trabalho. 
 
 
E foi com essa alegria que corri para fazer minha matrícula em uma auto escola de Caicó-RN e lá veio o primeiro balde de água fria, que fez com que meu contentamento logo desse lugar a uma baita dor de cabeça, pois para meu espanto fui avisada que eu não poderia fazer as aulas práticas em Caicó, pois a cidade não possuía nenhuma empresa de Formação de Condutores que dispusesse de veículo com transmissão automática e direção hidráulica atendendo assim as minhas necessidades. 
 
 
Mesmo assim decidir fazer as aulas teóricas em Caicó, e enquanto eu cursava as aulas pesquisava a existência de alguma auto escola no Estado que me atendesse. 
 
 
Descobrir a existência de uma em Parnamirim, entretanto eles logo me avisaram que apesar do veículo ser adaptado era uma adaptação manual, ou seja, com ela o motorista usa as mãos para frear e acelerar. Informei que no meu caso a adaptação era outra já que constava no laudo. 
 
 
Tentei ainda explicar que esse tipo de adaptação que existia no carro deles era voltada para atender pessoas paraplégicas, ou seja, que não possuem movimentos da cintura para baixo. 
 
 
Já a minha deficiência era diferente pois, tenho os movimentos das pernas entretanto, possuo baixa estatura. No entanto, foram taxativos ao afirmarem que a adaptação era a que eles possuíam. 
 
 
Diante dessa situação continuei a busca por outra auto escola já que o veículo da empresa de Parnamirim não atendia as minhas necessidades, e fui informada da existência de uma na cidade de Mossoró depois de ter sido aprovada no curso teórico e com a proximidade das minhas férias do trabalho fui a Mossoró. 
 
 
Lá eu fui bem recebida, vi o carro, conversei com o instrutor, com o proprietário da escola e ficaram acertadas as aulas para as minhas férias, pois o horário do meu trabalho não permitiria esse translado entre Caicó-Mossoró diariamente. 
 
 
Foi marcado o início das aulas para o dia 07/07/2014, todavia adoeci com uma conjuntivite e passei uma semana sem poder sair de casa fazendo o tratamento recomendado pelo médico. 
 
 
Remarcamos então para o dia 22/07/2014, entretanto a pessoa que faz as adaptações no único carro que podia me atender sofreu um acidente e está impossibilitado de fazer as adaptações e consequentemente eu fiquei sem as aulas e ainda não sei quando será possível fazê-las. 
 
 
É significante informar que a justificativa dos proprietários das auto escolas para não possuírem os veículos adaptados é que esses possuem um custo elevado para atenderem uma pequena clientela. 
 
 
Para mim, esse discurso não se sustenta, pois como professora sei que quando uma criança com deficiência chega a uma escola seja ela pública ou privada, somos obrigados a recebê-la e darmos o mínimo de condições para que ela estude, sob pena de respondermos na justiça.Afinal de contas a educação é um direito de todos e para todos. Ou seja, para recebermos essa criança a escola precisa construir rampas, instalar elevadores, adaptar banheiros, adquirir mobiliário especial e softwares, etc. E essas adaptações também têm um custo elevado para atender um pequeno número de crianças. 
 
 
Da mesma forma, espaços públicos como shopping, restaurantes, bares, lojas etc, são obrigadas a se adequarem, respeitando assim o direito da pessoa com deficiência física de ir e vim. 
 
 
Do mesmo modo os concursos públicos e as empresas são obrigadas a respeitar a cota para deficientes. 
 
 
E é seguindo essa linha de raciocínio que questiono até quando os direitos de igualdade, acessibilidade e dignidade das pessoas com deficiência serão desrespeitados pelas auto escolas do RN e especialmente de Caicó (Centro Regional da Região do Seridó)? 
 
 
Será que as pessoas sem deficiência no RN e especialmente no Seridó vão continuar participando de suas aulas e exames práticos, sem maiores problemas, pois existem veículos em número suficiente para atendê-los, enquanto isso, pessoas com deficiência como eu, tem que sair de sua cidade, se cansar com longas e onerosas viagens e ausentar-se do trabalho durante vários dias? 
 
 
Fui aconselhada por algumas pessoas com deficiência física a comprar logo o meu carro, mandar adaptar e assim resolver logo o meu problema. 
 
 
Entretanto, é importante lembrar que as pessoas sem deficiência realizam suas aulas nos veículos da auto escola (eles tem seguro, caso o aluno gere algum dano material e/ou pequenas colisões suscetíveis de acontecer durante o curso prático o aluno não terá nenhuma despesa extra), então por que com as pessoas com deficiência tem que ser diferente? 
 
 
Também não posso esquecer de citar aqui, que os veículos das auto escolas se diferenciam dos demais veículos que circulam pelas vias públicas, por possuírem uma enorme faixa amarela com letras pretas onde está escrito “AUTO ESCOLA”. 
 
 
Essa diferença existe para informar aos pedestres e motoristas que redobrem a atenção, pois quem está conduzindo aquele veículo é um aprendiz e este ainda não tem total habilidade. 
 
 
E se eu for ter minhas aulas práticas no meu próprio carro, essa informação não será difundida, ou seja, a segurança será aqui esquecida. 
 
 
Por fim, questiono até quando o Detran que é o órgão que coordena o serviço das auto escolas, vai fazer vista grossa a essa realidade?
 
 
E caso eu não consiga fazer o curso prático,( até o mês de janeiro/2015 período em que meu processo se vence), ficarei mesmo no prejuízo? 
 
 
Termino aqui agradecendo a sua atenção e com a esperança de que alguma autoridade competente possa responder a todos esses questionamentos e quem sabe modificar essa humilhante situação. 


Quem quiser ajudar a Claudia nessa luta pode entrar em contato por facebook :



24 de fev. de 2014

Empresa cria carro exclusivo para cadeirantes

Kenguru



Uma empresa norte-americana quer ajudar a solucionar um dos maiores problemas de mobilidade para deficientes físicos: o acesso aos carros. 


A Kenguru, criada pela advogada Stacy Zoern, que é cadeirante, anunciou a versão de produção de um carro elétrico de apenas 2,1 metros de comprimento e 1,5 de altura com capacidade para transportar uma pessoa.
 
O diferencial em relação aos veículos convencionais é o acesso. Diferente dos carros com venda regular, que passam por uma adaptação para poder receber pessoas com deficiência, o Kenguru foi desenvolvido para acomodar um cadeirante na própria cadeira de rodas.
 
Há apenas uma porta, traseira, que abre para cima, ao mesmo tempo em que surge uma pequena rampa para o embarque. Não há bancos, e o condutor fica na própria cadeira. A abertura da porta é automática, e pode ser feita com um controle.
 
Os comandos no interior são semelhantes aos de uma motocicleta, com acelerador e freios nas mãos e um guidão no lugar do volante. Um pequeno painel do lado direito indica velocidade, nível de bateria e luzes espia. A boa visibilidade é garantida pela grande área envidraçada.
 
Construído em fibra de vidro, o Kenguru foi desenvolvido para ser um modelo estritamente urbano. “A ideia é permitir que pessoas com deficiência possam se locomover no cotidiano de forma mais prática e independente”, afirma Stacy. 


Com dois motores elétricos, o carrinho atinge velocidade máxima de 40 km/h e pode andar quase 100 km sem precisar ser recarregado.
 
As vendas ainde devem levar pelo menos um ano para começar, mesmo tempo em que as primeiras unidades estarão prontas. 


Por enquanto, o preço é de US$ 25 mil, o equivalente a R$ 60 mil. Porém, o valor pode ser reduzido, com incentivos fiscais oferecidos pelo do país. Os interessados já podem reservar o Kenguru, mediante pagamento de US$ 100.
 
Desenvolvimento
 

A ideia de desenvolver um veículo próprio para pessoas com deficiência surgiu quando Stacy teve sua van adaptada destruída em um acidente. Como um novo veículo custaria US$ 80 mil, a advogada saiu em busca de alternativas mais baratas.
 
Encontrou o projeto Kenguru, do húngaro Istvan Kissaroslaki. Ainda em fase de protótipo, o desenvolvimento estava parado em decorrência da crise econômica na Europa. 


A advogada, então, conseguiu o valor para dar continuidade ao projeto, e transferiu a empresa para o Texas. Kissaroslaki também se mudou para os Estados Unidos, e hoje é um dos responsáveis pelo Kenguru.
 
Projeto brasileiro
 

No Brasil, um grupo de amigos do interior de Santa Catarina também desenvolveu um carro semelhante ao Kenguru, que foi batizado de Pratyko. O objetivo era facilitar a locomoção do cadeirante Marcio Henrique David.
 
O primeiro protótipo ficou pronto em 2010, com uma porta única traseira, elevador para cadeira de rodas e motor de moto de 250 cm³. De lá pra cá, Márcio, e o amigo, Gilberto Mesquita, aprimoraram o Pratyko, conseguindo parcerias com governos e empresas de componentes, como a Weg, para o fornecimento de motores elétricos.
 
“Estamos na fase final de desenvolvimento, já rodamos 3.000 km com o motor elétrico, e a autonomia está entre 60 e 80 km. O desenho será muito diferente do protótipo, mas ainda não está fechado”, afirma Mesquita.
 
Outra medida necessária é homologar o Pratyko no Denatran, órgão responsável por regulamentar os veículos no Brasil, mas o processo já foi iniciado, diz Mesquita. 


A ideia é iniciar a produção do Pratyko ainda em 2014, em Santa Catarina, com preço entre R$ 35.000 e R$ 40.000.



Fonte: AutoEsporte



18 de fev. de 2014

Autoescolas de Petrópolis (RJ) não oferecem carros para pessoas com deficiência

Mão segura sobre direção de carro
A dificuldade dos deficientes físicos de Petrópolis, Região Serrana do Rio, para conseguir a Carteira Nacional de Habilitação motivou o Ministério Público Estadual a convocar uma reunião que aconteceu na manhã desta quarta-feira (12). 


O objetivo era esclarecer os motivos pelos quais as autoescolas da cidade não têm carros adaptados. 


As empresas afirmam que não possuem frota superior a 10 carros e que, portanto, não se enquadram na Lei Estadual nº 3622/01, que regulamenta o serviço. 


A Câmara Municipal se comprometeu a fazer um balanço para identificar a real demanda na cidade.
 
Petrópolis tem aproximadamente 60 mil cidadãos com algum tipo de deficiência, mas não há definição para o número de pessoas interessadas em tirar a carteira de motorista. 


Os representantes das autoescolas de Petrópolis disseram durante a reunião que a demanda é pequena e que os veículos adaptados são muito caros, chegando a custar R$ 70 mil. 


Ainda segundo eles, a lei exige apenas que as empresas que têm mais de 10 veículos disponibilizem os carros modificados, o que não é o caso das instaladas na cidade serrana.
 
A presidente da Comissão do Idoso e da Pessoa com Deficiência na Câmara, vereadora Gilda Beatriz, também participou da discussão e afirmou que vai buscar informações sobre a quantidade de deficientes interessados em conseguir a carteira.


Atualmente, as aulas só são oferecidas fora do município. Para o presidente da ONG Pró Deficiente, Marcelo da Silveira, a mobilização deverá ter um efeito positivo. “Com a interferência do MP temos a esperança de conseguir esse direito”, revelou. 


O Ministério Público Estadual não se pronunciou sobre as possíveis medidas a serem tomadas após a reunião.






19 de abr. de 2013

Reatech 2013: montadoras levam modelos adaptados à Reatech

 
Carro adaptado na Reatech
Ford, Honda, Nissan e Renault participam da Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech), que ocorre até domingo, 21 de abril, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).

Os destaques da Ford são o Novo EcoSport, o Focus e a van Transit, todos disponíveis para teste-drive, assim como os modelos Honda Civic, City e Fit. 


A Nissan vai expor os modelos Livina, Grand Livina e X-Gear, com adaptações como acelerador eletrônico de aro por cima do volante, freio manual e inversão de pedal do acelerador.

A Renault estará presente com os modelos Fluence, Logan, Sandero e Duster, equipados com câmbio automático. Todos os veículos oferecem itens que facilitam a condução de pessoas com deficiência, como manopla para facilitar a empunhadura do volante e o Comando Manual Universal (CMU), o qual é composto por uma alavanca instalada do lado esquerdo do volante e substitui as funções dos pedais do acelerador e freio. Por meio deste sistema, o motorista tem a aceleração e frenagem ao alcance das mãos.

Todos os modelos têm em comum bom espaço interno, opção de câmbio automático e porta-malas com espaço para o transporte de cadeiras de rodas. Durante o evento, recepcionistas preparadas para utilizar a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
 

Fonte: autoestrada.com.br / UOL

6 de mar. de 2013

Rádio Câmara: Detrans podem ser obrigados a habilitar pessoas com deficiência para conduzir triciclos

Renata Tôrres: Os Detrans de todos os estados e o do Distrito Federal podem ser obrigados a oferecer, de graça, aulas práticas de direção para pessoas com deficiência que queiram aprender a conduzir triciclos e quadriciclos especiais. A Comissão de Viação e Transportes de Câmara aprovou projeto (3709/12) que regulamenta a circulação desses veículos e a formação dos condutores.

Pessoas com deficiência que buscam uma forma mais rápida de se locomover nas vias públicas podem utilizar quadriciclos e triciclos como uma alternativa ao carro e ao transporte coletivo. Mas apenas o Detran do Mato Grosso do Sul tem um centro de formação de condutores voltado para essa parcela da população. Em outros estados, as pessoas com deficiência precisam recorrer a centros privados de formação de condutores, que, na maior parte das vezes, cobram preços muito altos pelas aulas práticas.

Para tornar mais acessível a habilitação de condutores dos triciclos e quadriciclos especiais, o deputado Junji Abe, do PSD de São Paulo, apresentou o projeto:

Junji Abe: "Em se tratando de poucas pessoas portadoras [de deficiência] para poderem utilizar instrumentos de mobilidade, fica inviável para que essas pessoas possam se submeter a esses cursos. Daí a razão de nós estarmos dando uma possiblidade, através dos estados e do Distrito Federal, possam deflagrar gratuitamente cursos para que essas pessoas se habilitem e possam ter esses dois instrumentos a mais como inclusão para a mobilidade urbana".

Renata Tôrres: De acordo com o projeto de Junji Abe, os motoristas de triciclos e quadriciclos especiais vão portar carteira de habilitação do tipo A, que já é exigida dos motociclistas. Além disso, deverão usar capacete e dirigir pela direita da pista de rolamento. A proposta também obriga esses condutores a seguirem as regras gerais de circulação previstas no Código de Trânsito Brasileiro.

O chefe de Divisão e Supervisão dos Centros de Formação de Condutores do Detran do Mato Grosso do Sul, Sérgio da Veiga, destaca que assumir o compromisso com a acessibilidade depende da vontade política dos órgãos de trânsito. Ele explica como são ministradas as aulas práticas para as pessoas com deficiência que querem aprender a conduzir triciclos e quadriciclos especiais:

Sérgio da Veiga: "Nós atendemos o estado inteiro. Nós vamos até a cidade, para ele não ter que vir até a capital. Digamos, se, porventura, tiver uma pessoa de fora e comprovação de endereço na capital, ela vai ser atendida também".

Renata Tôrres: O projeto ainda tem que ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça. Depois, pode seguir direto para o Senado, sem ter que passar pelo Plenário da Câmara.

De Brasília, Renata Tôrres

Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/radio/

13 de ago. de 2012

Carro sem condutor do Google percorre 480 mil quilômetros

Carro do Google em movimento
Mais que um site de buscas, email e rede social, o Google sempre inova em suas tecnologias. Após conseguir a permissão para botar nas ruas um carro não-tripulado, no estado norte-americano de Nevada, a empresa vai ampliar sua gama de veículos sem motorista, adicionando o Lexus RX 450h, além do atual Toyota Prius. O intuito é expandir o programa para os diferentes tipos de terrenos e estradas.

Porém, a Google já atingiu cerca de 480 mil quilômetros rodados em estrada com um carro sem condutor. Agora, com o utilitário da marca japonesa a companhia poderá ampliar sua quilometragem em terrenos mais acidentados ou cobertos de neve.
Esta tecnologia traz algumas vantagens como o evitar acidentes de trânsito, reduzir as emissões de carbono, a partir de mudanças fundamentais na utilização do automóvel e transporte para pessoas com deficiência visual.  Recentemente, uma empresa californiana divulgou um vídeo onde mostra Steve Mahan, um cidadão americano que perdeu 96% da capacidade enxergar percorrendo algumas ruas e avenidas de Los Angeles, com um exemplo de viver uma vida normal.
O teste consistiu em entrar em um “drive thru” de um restaurante de “fast food”, e depois uma parada na lavanderia para buscar suas roupas. O Prius é com um sistema de sensores de localização, bem como radares e lasers. Porém, durante o teste no percurso, o copiloto de Mahan usava um computador portátil que estava conectado ao veículo.

Fonte: http://motordream.uol.com.br

12 de jul. de 2012

Pratyko: O primeiro carro brasileiro para deficientes físicos




Pratyko é um carro desenvolvido por Márcio David em conjunto com alguns colegas que ganhou o título de primeiro carro Brasileiro para deficientes físicos. “Tudo começou em uma reunião de colegas há oito anos, quando me perguntaram quais eram minhas dificuldades”, conta Márcio.

Um dos principais problemas alegados por Márcio para que um deficiente físico possa dirigir é a transferência da cadeira para o carro, levando em consideração que é muito complicado entrar no veículo e guarda a cadeira sozinho.



Para solucionar esse problema surgiu o Pratyko, que é um carro que tem fácil acesso por meio de uma única porta traseira, equipada com elevador que suporta até 200 kg. O Motor desse protótipo é de uma moto de 250 cc, porém Márcio promete novidades nos modelos que serão produzidos para comercialização. “Virá com câmbio automático CVT e motor de 600 cm3”, conta.

Por fim, o objetivo de Márcio é que o veículo esteja a venda em 2013, para isso está buscando incentivos do governo. “Queremos vendê-lo entre R$ 22 mil e R$ 29 mil.” Mais de 50 pessoas demonstraram interesse em adquirir o Pratyko por meio do site oficial (www.pratyko.com.br). “É um sonho que vai virar realidade e beneficiar muita gente”, finaliza Márcio.





Fonte: tunados.net