2 de jul. de 2014

Programa abre vagas na Baixada Santista (SP) para pessoas com deficiência

Foto de carteiras de trabalho
O programa Emprega São Paulo/Mais Emprego oferece oportunidades de trabalho na Baixada Santista para pessoas com deficiência. 


O programa, gerido pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), disponibiliza 13 vagas no total.


Em Praia Grande, no litoral de São Paulo, estão abertas 10 vagas para atendente de loja. 


Os interessados devem ter o Ensino Fundamental completo e não há necessidade de experiência. 


Já em Cubatão (SP), são três vagas para auxiliar de mecânico de refrigeração. Os candidatos necessitam do Ensino Fundamental completo e há necessidade de experiência na área.


Quem se interessar deve acessar o site do programa, criar um login, senha e informar os dados solicitados. 


Também há a opção de comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) com os documentos necessários: RG, CPF, PIS, Carteira de Trabalho, laudo médico com o Código Internacional de Doenças (CID) e Audiometria (no caso de deficiência auditiva).


Fonte: G1


Táxis adaptados ajudam pessoas com deficiência em Curitiba (PR)

Foto do táxi adaptado de Curitiba


O número de taxistas rodando na cidade de Curitiba (PR) não apenas aumentou – são 553 novos táxis em operação e 702 autorizados – como agora contam com melhorias de acessibilidade


A nova frota de táxi é formada por carros compartilhados, adaptados para transportar com segurança pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.


Serão 20 táxis nessa condição para atendimento preferencial a pessoas com deficiência, sendo que cinco já estão em operação. 


Agora não é mais necessário que usuário seja retirado da cadeira para entrar no veículo. O carro tem piso rebaixado, rampa de acesso e espaço para que o passageiro viaje com segurança na própria cadeira de rodas, o que dá mais conforto e segurança.


Os veículos são identificados nas laterais e na parte traseira, pelo símbolo internacional de acesso. 


Além de mais segura, a viagem também será mais confortável, pois o usuário da cadeira de rodas fica na mesma altura dos demais ocupantes.Os taxistas do sistema passam por cursos específicos para oferecer um serviço de qualidade aos usuários.


“Curitiba agora terá táxis acessíveis para atender uma demanda que existe há muito tempo na cidade. Com isso, a pessoa que usa cadeira de rodas passa a ter mais um modelo de transporte para garantir o seu direito de ir e vir com autonomia”, disse a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Mirella Prosdocimo.


O taxista Ronaldo José Ferreira, de 40 anos, está com seu carro novinho e pronto para trabalhar. Ele dirige táxi desde 1997, quando era o motorista auxiliar, e agora é o titular da autorização.


“Consegui realizar um sonho. Acompanhei de perto a licitação que mudou a vida de muitos inclusive a minha”, disse Ferreira. “Sei da responsabilidade de oferecer um serviço mais humano e saber que estou fazendo parte de um momento histórico da cidade junto com os outros colegas que terão táxis acessíveis compartilhados”, comentou.


O táxi de número 1232, de propriedade de José Sidnei Teixeira da Silva, de 41 anos, está rodando na cidade desde o dia 28 de maio. Ele conta que chorou no primeiro chamado. 


“Não imaginei que minha primeira corrida seria para um usuário de cadeira de roda. Quando cheguei o filho da pessoa com deficiência me advertiu que ele mesmo carregaria a mãe para dentro do carro. Foi quando abri a porta do táxi e estendi a rampa e a mãe do jovem gritava de alegria dizendo que ele não precisava mais colocá-la no banco e dobrar a cadeira”, contou emocionado o taxista.


Teixeira da Silva disse que o investimento em um veículo adaptado ainda é relativamente alto e sugere que a indústria automobilística produza em linha esse tipo de carro. Só a adaptação custou em torno de R$ 25 mil.


Os veículos adaptados são atestados por responsável técnico regularmente inscrito pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-PR) e, para serem aceitos no cadastro da Urbs, têm de estar em conformidade com as normas da ABNT. 


Para atender a adaptação, o tanque de combustível tem sua capacidade reduzida para 40 litros; o sistema de escapamento tem sua posição alterada e é feita a troca de molas que elevam a traseira do carro.
 

Motorista com deficiência
 

Além do táxi compartilhado, Curitiba terá agora táxis nos quais o motorista é pessoa com deficiência. Nesse caso, o táxi fará atendimento convencional, a adaptação do carro é feita para atender as necessidades do motorista.


A licitação abriu 30 vagas para essa modalidade, mas apenas onze propostas foram apresentadas e, nesse caso, as vagas restantes foram destinadas ao sistema convencional. 


Até este momento, estão em operação oito táxis com motorista com deficiência física. Os demais ainda estão no processo da licitação.


A cidade tem ainda, na frota de táxi, quatro veículos Kombi, que fazem o transporte especial desde 1990. Elas são equipadas com rampas e elevadores e também adaptadas para transportar os usuários de cadeira de roda.



Esta é a primeira ampliação da frota de táxi dos últimos 40 anos em Curitiba. São 750 novas autorizações, o que amplia a frota de 2.252 para 3.002 táxis.


Fonte: Bem Paraná


Corintiano sem movimentos do corpo vive saga para ver jogo no Itaquerão

Foto de Ricky Ribeiro
O administrador Ricky Ribeiro é um especialista em mobilidade urbana. 


Em setembro de 2011, Ribeiro lançou o site Mobilize, que se transformou em referência para os formuladores de políticas públicas sobre o tema. 


Já produziu mais de 300 reportagens e publicou mais de 7.000 notícias, estudos, estatísticas e análises sobre transporte urbano e soluções sustentáveis para o crescimento e desenvolvimento das grandes cidades.


Ricky Ribeiro tem problemas de mobilidade. Em 2008, aos 28 anos de idade, foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença neurológica degenerativa que causa atrofia muscular global enquanto a mente permanece intacta. 


Atualmente, encontra-se acamado, mexe apenas alguns músculos da face. Lê, escreve e fala através de um computador, de um software sueco e da dança do seu olhar.


"No dia que recebi o diagnóstico, entrei na internet e li sobre a doença. Tudo que dizia era negativo. Foi um choque. Fiquei muito triste e chorei, mas minha tristeza durou apenas um dia. No dia seguinte, acordei e decidi que ia focar minha energia em duas coisas: tentar combater a doença de todas as formas possíveis e escolher atividades prazerosas para fazer nos momentos em que não estivesse em tratamento", conta Ricky Ribeiro.


E foi isso mesmo que ele fez. Foi atrás de acupuntura, medicina ortomolecular, transplante de células tronco, tratamento espiritual, medicina alemã, além de fisioterapia, fono e terapia ocupacional. E também fez curso de fotografia, aula de política, visitou parques e equipamentos culturais pela cidade, andou de asa-delta, fez algumas viagens e segue trabalhando no Mobilize, 12, 13 horas por dia.


Mas Ricky Ribeiro tem uma paixão, e um sonho ainda por realizar. É apaixonado por futebol e pelo Corinthians. Já foi a 19 estádios, já viu o seu Timão de cadeiras de rodas no Pacaembu, quando a doença ainda não evoluíra ao ponto de tornar necessária uma cadeira especial, acompanhada de um respirador, para que possa se locomover.


Ele sonha ver um jogo da Copa, no Itaquerão. E está atrás de seu sonho.


"A ideia de assistir a um jogo da Copa na Arena Corinthians começou com uma brincadeira com meu melhor amigo, o Higor. Sabendo da minha paixão por futebol, ele  me escreveu um dia, indagando se não havia uma forma de ir a algum jogo da Copa", conta Ricky, pela voz metalizada do computador. 


"Eu respondi que adoraria, mas que, para isso, precisaria de uma estrutura e de um esquema especial para chegar e sair. A melhor forma de ir sem chegar lá exausto seria alugar uma ambulância ou algo parecido. Precisaria levar minha cadeira especial, o respirador e o aspirador. Também precisaria de ingressos em uma área reservada ou camarote para mim e mais três pessoas".


Os dois amigos bolaram um plano: escrever pedindo ajuda ao apresentador da TV Globo Luciano Hulk


"Eu associei que o Luciano Hulk é um entusiasta de mobilidade urbana e garoto propaganda do banco Itaú, banco que é patrocinador da Copa do Mundo e também do portal Mobilize Brasil".


O amigo Higor escreveu a carta e enviou diversas cópias para o programa Caldeirão do Hulk. Quando o início da Copa foi se aproximando e não chegava qualquer resposta, os amigos decidiram entrar em contato com o Itaú, explicando a situação e perguntando se eles poderiam ajudar.


Alguns dias depois, veio a resposta. Sim, estavam dispostos a ajudar. Disseram que conseguiam os ingressos para o camarote do banco, mas não a entrada de uma ambulância no estádio. 


A princípio, o COL (Comitê Organizador da Copa, ligado à Fifa) se recusou a permitir a entrada do veículo no Itaquerão. Alegou questões técnicas. Ao UOL Esporte, disse que existem, nas arenas da Copa, algumas vagas disponíveis nos estacionamentos para pessoas com deficiência (ou PCD).


Mas, explicou o COL, "para ter acesso a essas vagas especiais de estacionamento, bem como passar pelos pontos de verificação veicular ao redor dos estádios, os espectadores terão que receber e apresentar a credencial oficial do veículo para o evento. 


As pessoas que poderão receber a credencial veicular oficial serão aquelas que, no ato da compra, fizeram a opção pelo ingresso de PCD". Assim, como Ricky não tinha solicitado a tal credencial, ele não poderia ir.


Alguns dias depois do contato do UOL Esporte, porém, o COL voltou a procurar Ricky. Disse que poderia abrir uma exceção. Ao se debruçarem sobre as questões técnicas envolvidas, no entanto, encontraram mais dificuldades.


Não há tomadas na área de cadeirantes do Itaquerão, então não seria possível ligar o respirador de que Ricky necessita. Além disso, seria preciso mais espaço do que o que pode ser ocupado por um cadeirante na arena; a cadeira especial e os equipamentos médicos de Rick, além da necessidade de, pelo menos, três acompanhantes, estavam a inviabilizar a operação. 


"Além disso, a pessoa do COL também falou que o departamento médico informou que não há uma rota de fuga em caso de emergência".


Isso tudo aconteceu durante a semana passada. O Itaú, por seu lado, também engendrava grandes esforços. Esforços que foram se revelando infrutíferos diante das dificuldades que se somavam, conforme explicou a equipe do banco em mensagem enviada a Ricky: 


"Entre diversos pontos, mesmo que disponibilizássemos seu acesso para o espaço privativo do Itaú, do camarote, não há visão do campo. 


Para assistir ao jogo, você teria que ir do camarote para as arquibancadas e, infelizmente, no estádio não há infraestrutura para que a cadeira seja transportada do espaço privativo para a arquibancada. 


Além disso, o espaço reservado para cadeirantes no estádio é bastante justo e, provavelmente, não comportaria a cadeira e os equipamentos que você precisa. 


Diante deste cenário, apesar dos nossos esforços, infelizmente, não conseguiremos te disponibilizar ingressos que te ofereçam as condições necessárias para que você assista ao jogo em segurança".


Assim estava o caso até o último sábado, dia 29. Ricky ainda mantinha esperança, mas parecia já se conformar diante do fato de que a acessibilidade que as estruturas do Itaquerão permitem estão aquém das necessidades que ele possui.

"Tanto as pessoas do Itaú como as do COL se esforçaram bastante para tornar este sonho uma realidade, mas chegou um ponto em que elas não tinham mais como ajudar. Eu ainda tenho esperanças de ir a algum jogo da Copa, mas, independentemente de conseguir, o que mais me encanta nesta história é ver a quantidade de pessoas querendo ajudar", escreveu Ricky, para a reportagem. 


Depois, fez questão de reforçar: "Só acho importante falar que as pessoas do Itaú e do COL com que eu tive contato foram muito solícitas". Está registrado.


No último domingo, porém, Ricky e sua família receberam nova ligação do COL. Disseram que continuam estudando o caso, e que talvez exista uma solução. 


Convidaram o pai de Ricky, que é médico, a visitar o Itaquerão e conversar com os técnicos do COL no local. 


A visita deverá ocorrer nesta segunda-feira. O próximo jogo no Itaquerão é nesta terça. Depois, só terá uma semifinal, quando a operação se tornará ainda mais complexa.


O sonho de Ricky despertou a boa vontade de muitas pessoas. Essa história ainda não chegou no fim, mas segundo o próprio protagonista da saga, já teve final feliz.


 Fonte: UOL
 

1 de jul. de 2014

Congresso discute como ampliar inclusão de criança com deficiência nas escolas

Foto de livros especiais


Há dez anos, 28% das crianças com deficiência estavam matriculadas no ensino regular. Hoje, segundo o Ministério da Educação, 76% dessas crianças estão matriculadas. E esse número deve aumentar ainda mais.


Uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE - PL 8035/10) é universalizar, para crianças de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo.


A ideia é colocar à disposição dos alunos salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.


Com a nova lei, o número de alunos matriculados na educação especial deve passar de 843 mil para 2,2 milhões.


Cuidador


Para deixar o ambiente escolar mais preparado para receber esses alunos, está em análise no Congresso um projeto (PL 8014/10) que garante a presença de um cuidador na escola quando for considerada necessária.


O texto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e está em análise no Senado.


A professora Júlia Ribeiro, da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais em Educação (EAPE) da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, explica que, quanto mais segregados os alunos com necessidades especiais, menos eles respondem socialmente. 


“Eles têm condições de avançar, mas é preciso um suporte para a escola, um professor-cuidador, um professor-mediador, alguém que pudesse auxiliar no contexto coletivo.”


Júlia Ribeiro lembra que o cotidiano da sala de aula é difícil e muito diversificado, requer flexibilidade do professor e parcerias, como o cuidador.


Experiências


Filho de diplomata brasileira, Vito nasceu nos Estados Unidos. Ele tem síndrome de down e com dois anos passou a estudar em escola pública americana.


Há cerca de um ano a família se mudou para o Brasil. Sem a mesma estrutura, a mãe, Christiane Aquino, preferiu contratar uma pedagoga para ajudar Vito a se relacionar com os coleguinhas e professoras em uma escola particular em Brasília.


Quem vai arcar com os custos do cuidador na escola é outro tema polêmico. Para Cristiane Aquino, toda sociedade deve pagar a conta e assegurar a inclusão dos alunos com necessidades especiais. 


Mas a presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do DF, Fátima de Mello, discorda. Para Fátima, é injusto dividir essa despesa entre todos os alunos.


Fonte: Câmara Legislativa

Experiência total nos estádios para pessoas com deficiência visual

Foto de um dos narradores da FIFA


Daniela Matoso dos Santos pisou pela primeira vez no Maracanã neste sábado. Torcedora do Fluminense, a carioca de 36 anos tem deficiência visual e, até então, sempre se contentou em acompanhar futebol pela rádio ou pela TV, sempre com a ajuda de companheiros que viam as partidas a seu lado.


 Ir ao estádio mais famoso do Brasil - e logo em um jogo de oitavas de final da Copa do Mundo da FIFA - foi, então, uma experiência incomparável.


“Foi muito emocionante. É como se estivesse dentro da televisão. É tudo que a gente ouve de longe, pela TV, mas a gente está ali, no meio de tudo, participando”, contou Daniela, que torceu pela Colômbia contra o Uruguai, ao FIFA.com.


A experiência de Daniela no Maracanã só pode ser considerada completa graças ao inédito serviço de narração audiodescritiva oferecido no Mundial em um projeto de FIFA e COL. Com o auxílio de um rádio, foi possível sintonizar e acompanhar todos detalhes sobre o que acontecia à sua volta - não apenas no campo de jogo.


A narração audiodescritiva, criada especialmente para cegos ou pessoas com baixa visão, é semelhante à narração de rádio, mas com ênfase na experiência dentro do estádio. 


Um narrador especialmente treinado, localizado na tribuna de imprensa, passa ao ouvinte todas informações visuais significativas, como os uniformes e a linguagem corporal dos jogadores, as reações das torcidas, as cores e todos outros aspectos importantes para transmitir a aparência e o ambiente do estádio.


“A audiodescrição é, sem dúvida, muito melhor do que o rádio comum. Ela diz não só quem está tocando a bola, mas como e qual foi a jogada. Os locutores tentam descrever o máximo possível de detalhes”, explica Daniela. 


“As cores dos uniformes, toda a movimentação antes e depois do jogo, as comemorações… Na verdade, na cabeça de quem está vendo a comemoração é um detalhe que não faz diferença. Quem está vendo não sente falta. Eu só sabia porque acabava perguntando para quem estava assistindo comigo.”


O serviço de narração audiodescritiva na Copa do Mundo da FIFA é coordenado pela Urece Esporte e Cultura para Cegos, ONG parceira da FIFA e do COL que trabalha com projetos especiais para pessoas com deficiência visual. 


A narração está disponível aos portadores de ingresso em todas partidas da Copa do Mundo da FIFA realizadas em São Paulo (88,7 FM), Brasília (98,3 FM), Belo Horizonte (103,3 FM) e Rio de Janeiro (88,9 FM). 
 

Locução ganha “tempero” brasileiro
 

No Brasil, a narração audiodescritiva ganhou uma personalidade única: os locutores transmitem mais emoção. 


“Essa nossa paixão pelo futebol faz parte do sangue. Foi uma demanda das pessoas com deficiência visual que iam escutando ao longo do tempo”, explica Mauana Simas, uma das coordenadoras do projeto. 


A gente tem que dar emoção. Os cegos estão acostumados a ouvir nas rádios, e elas são assim. É uma questão que surgiu deles. Tem que haver coração e alma na narração, porque faz parte da nossa cultura.”


Para quem viver ao máximo esta experiência e acessar o serviço é importante trazer fones de ouvido e um rádio pequeno portátil ou smartphone com um receptor FM. E, claro, certifique-se que o seu aparelho está de acordo com o Código de Conduta do Estádio e em particular a seção 4 sobre itens proibidos.


Fonte: FIFA

 

Vagas para profissionais com deficiência têm salário de até R$ 1.456

Foto de uma carteira de trabalho Os profissionais com deficiência ou mobilidade reduzida encontram 436 chances no CAT (Centro de Apoio ao Trabalho) da Prefeitura de São Paulo


Os salários chegam a R$ 1.456 para auxiliares administrativos e de escritórios (64 vagas).


Outra opção são as quatro chances para recepcionista com exigência e ensino médio completo. 


O salário para esse cargo é de R$ 1.300. Para repositor de mercadorias são 49 vagas com exigência de ensino médio completo a incompleto. Salário  de até  R$ 1.003.


Já para operador de vendas em lojas, são oferecidas 10  vagas com exigência de ensino médio incompleto com salário de R$ 1.000. 


Além disso, há 234 postos para auxiliar de limpeza que exigem nível fundamental incompleto a fundamental completo. Salário de até R$ 967. Há ainda 80 oportunidades para atendente de lanchonete que exigem ensino médio incompleto.
 

Para concorrer
 

Os interessados podem optar pelo envio do currículo pelo e-mail: eficientes@prefeitura.sp.gov.br ou comparecer pessoalmente a uma das unidades do CAT com RG, CPF, carteira de trabalho e PIS.


A quantidade de vagas veiculadas pela Secretaria Municipal do Trabalho pode sofrer alterações conforme a procura e o preenchimento das vagas. 


Outras informações estão disponíveis no site www.prefeitura.sp.gov.br/trabalho ou na Central de atendimento ao Munícipe,156.


Fonte: R7


Empresas investem no mercado da acessibilidade

Foto do símbolo da acessibilidade
Em São Paulo, empresários investem na criação e venda de produtos para quem tem deficiência motora, auditiva ou visual.  


Para melhorar o desempenho dos negócios, eles recebem orientação de um projeto que une empreendedorismo e acessibilidade


O empresário Renato Laurenti perdeu o movimento das pernas em um acidente de carro há 30 anos. 


Ele passou a usar cadeira de rodas e percebeu a dificuldade para achar peças para o equipamento.


Há 5 anos, ele abriu uma loja virtual para suprir a demanda no mercado da acessibilidade. Ele vende peças para deixar a cadeira de rodas mais bonita e confortável, com pneus coloridos, bolsas e capas de chuva especiais. 


Renato participa do Projeto "Sebrae Mais Acessível", que orienta pessoas com deficiência interessadas em montar um negócio, entrar no mercado da acessibilidade e se profissionalizar. 


Além disso, o projeto sempre incentiva as pequenas empresas a contratar pessoas com deficiência. 


Após o apoio da entidade, a loja virtual comercializa 1.300 itens por mês, em média, e o faturamento mensal é de R$ 50 mil.


O empresário Nelson Júnior investe no mercado da acessibilidade desde 2006. Ele cria jogos educativos para surdos e cegos, também usados por pessoas sem deficiência. 


A empresa produz jogos da memória, quebra-cabeças, dominós e investe em brindes com a Língua Brasileira de Sinais e o Alfabeto Braile. 


O empresário também participa do projeto do Sebrae. Além disso, ele também teve apoio do programa Sebraetec, que oferece auxílio financeiro para a empresa desenvolver produtos.


Fonte: G1