15 de out. de 2015

Especialistas apontam distorções no uso das cotas para pessoas com deficiência




As cotas para pessoas com deficiência ingressarem no serviço público estão sendo utilizadas, numa espécie de "jeitinho", por quem tem problemas considerados leves demais. 


Com isso, saem prejudicados aqueles que realmente enfrentam dificuldades para ingressar no mercado de trabalho em razão de sua deficiência. 


Essa foi a tônica do debate realizado nesta quarta-feira (14) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) sobre a questão das cotas para deficientes.


A Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), prevista para entrar em vigor em janeiro de 2016, deve alterar um pouco essa realidade, disseram os palestrantes. 


Mas, na opinião deles, é fundamental que a regulamentação da nova legislação leve em conta os critérios de funcionalidade da pessoa com deficiência e até que ponto essa deficiência prejudica sua integração social. 


Para os especialistas ouvidos pela CAS, não basta constatar a existência do problema, baseado em diagnóstico médico-biológico, como tem ocorrido.


Eles defendem ainda que a legislação nacional seja atualizada à luz da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas (ONU), ratificada pelo Brasil em 2009.


O autor do pedido de audiência, senador Waldemir Moka (PMDB-MS), propôs a criação de um grupo de trabalho com participantes da audiência e a Consultoria do Senado para propor essa atualização legislativa, que ele considerou essencial. 


Mas o senador e os debatedores chegaram ao entendimento comum de que é melhor esperar a Lei Brasileira de Inclusão entrar em vigor para analisar com maior eficiência quais são os ajustes legais necessários.
 

Funcionalidade



De acordo com Adérito Guedes, chefe do Setor de Perícia Médica do Ministério Público Federal, pessoas que tem dois dedos dos pés amputados estão concorrendo em igualdade, nas vagas reservadas para os cotistas, com quem não tem as duas pernas e anda com cadeira de rodas. 


Graças à judicialização e aos mandados de segurança, amparados pela falta de normas que permitissem graduar as deficiências, explicou ainda, pessoas com cegueira unilateral são consideradas iguais em direitos às que não enxergam nada, por exemplo.


— A funcionalidade é mais importante para definir uma deficiência do que simplesmente um diagnóstico médico — alertou.


O procurador da República no Distrito Federal Felipe Fritz Braga afirmou que o Judiciário tem grande dificuldade para aferir a capacidade de trabalho de uma pessoa com alguma limitação funcional, mas que consegue levar uma vida relativamente normal. 


É o caso, por exemplo, de quem perde a audição em um ouvido ou tem apenas um olho cego. Nessas situações, observou o procurador, é questionável o direito de concorrer a um cargo público em condições especiais.


— O Judiciário tem dificuldade para ver isso, em grande parte porque nossas normas não foram bem redigidas nesse aspecto — afirmou.


Rosylane Nascimento das Mercês Rocha, conselheira do Conselho Federal de Medicina, lembrou que os candidatos que concorrem pelas cotas de deficiência e são barrados graças aos laudos e avaliações, sempre recorrem ao Judiciário e ganham, por menor que seja o problema. 


Ela alertou para a necessidade de um levantamento detalhado de quantas e quais pessoas com deficiência estão sendo beneficiadas com a lei e ingressando nos quadros do serviço público. 


Pela sua experiência, afirmou, não estão sendo priorizadas pessoas com grandes deficiências, mas sim quem perdeu dois dedos, tem limitações de extensão de algum membro ou encurtamento da perna.


— E isso não prejudica alcançar o objetivo que o legislador buscou para a pessoa com deficiência — afirmou.
 

Novo modelo



Todos os palestrantes, incluindo a representante do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Liliane Bernardes; se manifestaram no sentido de que a análise da deficiência deve considerar os pressupostos da Classificação Internacional de Doenças (CID) e da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF).


Liliane Bernardes adiantou que a regulamentação da LBI levará esses fatores em consideração, já que a definição de deficiência da nova lei é mais ampla e exige a compreensão de um novo paradigma sobre a deficiência, baseado no modelo social/biopsicossocial e não mais exclusivamente no enfoque médico.


Um “índice de funcionalidade” deve ser criado, para avaliar tanto a entrada nas cotas do serviço público quanto o acesso das pessoas com deficiência a benefícios como o da prestação continuada ou do passe livre, por exemplo, revelou Liliane. 


Esses novos parâmetros ainda estão sendo estruturados, informou ela, que conclamou os palestrantes e os senadores presentes à audiência pública a ajudarem nessa elaboração.


Também participaram da audiência Thays Rettore, membro do Conselho Fiscal da Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas, e Everton Pereira, pesquisador da Universidade de Brasília (UnB).






Aplicativo promete revolucionar a maneira de se pesar




Auxiliar as pessoas que não conseguem se deslocar até uma balança: esse foi o ponto de partida para a criação de um aplicativo que mede massa corporal sem ser necessário se pesar, idealizado por Rodrigo Vertulo, estudante de Engenharia Eletrônica, e Victor Vieira, estudante de Engenharia de Computação, ambos do Centro Universitário Fundação Santo André.
 

Os dois alunos desenvolveram o ChiloApp, um aplicativo para sistemas Android e iOS, cuja proposta inovadora é a de permitir que seus usuários obtenham uma estimativa de suas massas corporais (peso) utilizando-se apenas de uma fita métrica e seus dispositivos móveis - Tablets ou Celulares, dispensando o uso de balanças tradicionais.



“ChiloApp é um aplicativo cuja aplicabilidade não se restringe apenas àqueles que desejam realizar um controle mais frequente do peso, mas é de especial interesse às pessoas que são impossibilitadas de utilizarem balanças tradicionais, por conta de dificuldades físicas, como cadeirantes e pessoas acamadas”, relata Rodrigo, que, por ser cadeirante, teve como motivação para criar o aplicativo seu próprio histórico de tentativas de pesagem.

 

Como funciona



O usuário mede seu tríceps, abdômen e panturrilha. Preenche as medidas no campo indicado e o aplicativo apresenta o peso atual.




 



Baseado em estudos acadêmicos da área nutricional encontrados na literatura científica, seu princípio de funcionamento é fundamentado no fato de que existe uma relação entre as medidas e proporções de algumas partes do corpo humano com a massa corporal de cada indivíduo.


“Com constantes pesagens, o aplicativo vai gerando um gráfico, que permite ao usuário saber se engordou, emagreceu ou se está mantendo o peso. Além de pessoas com mobilidade reduzida, o aplicativo pode auxiliar também aqueles que estão fazendo dieta ou controle de peso, mas não têm uma balança por perto”, relata Victor.


Para baixar o aplicativo e conhecer mais, acesse chiloapp.com e escolha seu dispositivo.






14 de out. de 2015

Baixada Santista registra 1.311 casos de violência contra pessoas com deficiência

 
 
 
A Baixada Santista registrou 1.311 casos de violência contra pessoas com deficiência, entre maio de 2014 a agosto deste ano, segundo dados da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo.
 
 
Santos foi a cidade com mais ocorrências do tipo na região, totalizando 310. Na sequência, no ranking regional, aparecem Praia Grande (233 casos), Itanhaém (200), São Vicente (156), Cubatão (74), Mongaguá (73), Peruíbe (55) e Bertioga (37).
 
 
Segundo o presidente interino do Conselho dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Condefi) de Santos‚ Luciano Marques, os casos de violência ocorrem com frequência, mas muitos não são oficializados.
 
 
"No Condefi eventualmente aparecem denúncias, mas que acabam não sendo formalizadas. Muitos casos envolvem familiares ou pessoas próximas e por isso quem presencia uma agressão ou abuso acaba não passando muitas informações para não se envolver", relata.
 
 
Apesar do Condefi não ter um balanço oficial, Marques, que trabalha como conselheiro no órgão há 24 anos, afirma que a maioria dos casos envolve abandono, abuso e agressão física. 
 
 
"Os mais vulneráveis (a estes tipos de agressões), pelo o que vemos e que ficamos sabendo, são os deficientes auditivos, intelectuais e mentais. O surdo já tem dificuldade para relatar acontecimentos do cotidiano, imagina para relatar um abuso ou agressão. Já quem tem o cognitivo prejudicado muitas vezes não entende o que está acontecendo, o que também dificulta na hora de denunciar", afirma.
 
 
Além da falta ou dificuldade de comunicação, o representante do órgão aponta ainda o medo que muitos deficientes têm de ficar desamparados. 
 
 
"Nós, seres humanos, somos vulneráveis (a atos de violência e agressão). A pessoa com deficiência (é) mais ainda e às vezes eles não denunciam o que ocorre de errado com medo de perder um suposto amparo que tem dos parentes", relata.
 

Baixada e ABC

 
 
Segundo informações da pasta, ainda no mesmo período, as ocorrências nos nove municípios da Baixada Santista e sete cidades do Grande ABC totalizam 2.445 casos, ou seja, 11,28% dos registros do Estado. 
 
 
Nessas duas regiões, a cidade que lidera no número de ocorrências é São Bernardo do Campo (348). O número de casos é maior se forem detalhados os tipos de crime relacionados a cada um dos registros.
 
 
Entre os tipos de violência, encabeçam o estudo os crimes contra patrimônio (1.015) e pessoa (951). 
 
 
Ações que infringem o Estatuto do Idoso (136) e Lei Maria da Penha (143) também são citadas no balanço, que totaliza 3.083 ocorrências em 22 categorias. 
 

Perfil

 
No balanço da secretaria, que engloba Baixada Santista e Grande ABC, a maioria dos registros de violência ocorre contra os deficientes físicos (46,93%), seguido das pessoas com alguma deficiência intelectual (19,51%), visual (14,45%), auditiva (13,2%) e múltipla (5,86%). A incidência, quando dividida por sexo, é maior entre os homens (54%).
 
 
 
 

Prefeitura de Ponta Grossa cadastra pessoas com deficiência para programas sociais

 


A Secretaria Municipal de Assistência Social de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, está cadastrando as pessoas com deficiência que ainda não são atendidas pelos programas municipais.

 
Segundo o secretário municipal de Assistência Social, Júlio Küller, estima-se que existam 10 mil pessoas com deficiência em Ponta Grossa, entretanto, 1,5 mil são atendidas pelas entidades conveniadas à prefeitura.
 
Por isso, a estrutura do Ginásio Jamal Farjallah Bazzi, conhecido como Ginásio dos Deficientes, é pouco aproveitada. 


Segundo a prefeitura, a capacidade de atendimento é para 300 pessoas por mês, mas apenas 150 pessoas são atendidas.

 
Conforme a Secretaria de Assistência, o ginásio oferece atendimentos nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, musicoterapia, terapia recreativa, oficina de circo, oficina de artesanato e de pintura, oficina de dança e de balé clássico.
 
“A gente busca, com este desafio, chamar aquelas pessoas que ainda não foram atendidas e que estão em suas casas, numa situação de dificuldade, que possa estar trazendo para o ginásio para participar desses programas”, afirma Küller.

O Ginásio

 
O Ginásio do Deficiente fica na Rua Silva Jardim, 7, no Completo Ambiental Governador Manoel Ribas. Para se cadastrar, basta levar documentos pessoais, comprovante de endereço e laudo médico que comprove o tipo de deficiência.


Fonte: Vida Mais Livre

 

 

13 de out. de 2015

Instituto Projeto Neymar Jr. oferece aula em audiodescrição para alunos com deficiência visual



Inaugurado há dez meses, o Instituto Projeto Neymar Jr. já está sendo um divisor de águas na vida das famílias que ele atende. 

 
O projeto privado e sem fins lucrativos, dedicado às causas sociais, é um complexo educacional e esportivo no Jardim Glória, na Praia Grande, que atende a população carente da região. 


O instituto, idealizado pelo jogador de futebol Neymar Jr. e sua família, visa transformar a vida de inúmeras pessoas, oferendo a elas oportunidades.
 
Atualmente, a instituição atende 2.400 crianças da região, entre elas, Gabriel, que tem deficiência visual e é aluno instituto desde junho de 2015. Esta semana, ele teve a sua primeira aula de informática em audiodescrição.
 
A audiodescrição é um método que traduz imagens em palavras a fim de torná-las acessíveis às pessoas com deficiência visual. 


O programa é uma ferramenta elaborada pela Microsoft e visa auxiliar a vida de crianças como o Gabriel, que também querem ver o que os outros enxergam. 


Parceira do projeto, a Microsoft Brasil acredita no uso da tecnologia para transformar a vida das pessoas e o instituto acredita que o acesso à informação é fundamental para o crescimento pessoal e enriquecimento curricular destas crianças e suas famílias.
 
Conheça mais sobre o instituto acessando o site: www.institutoneymarjr.org.br



Fonte: Vida Mais Livre

 

 

 

Senado lança versão em braile do Estatuto da Pessoa com Deficiência

Mãos tateiam texto em braile sobre uma mesa de madeira
 

O Senado lançou uma versão em braile do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015), que entrou em vigor em julho e assegura uma série de direitos e garantias para pessoas com algum tipo de limitação física ou intelectual. 


Impressa pela Secretaria de Editoração e Publicações, a Gráfica do Senado, a nova versão do texto legal está disponível para organizações e bibliotecas que trabalham com cegos.


— Para receber a publicação em braile, essas instituições entram em contato com a Ouvidoria do Senado — explica Florian Augusto Coutinho Madruga, diretor da Gráfica. O telefone é 0800 612211. O e-mail, ouvidoria@senado.leg.br.

 
Florian ressalta que, apesar do número elevado de pessoas com deficiência visual no país, há uma grande carência de títulos em braile, pois as editoras privadas não publicam nesse sistema de escrita. 


O diretor lembra que os pedidos chegam de instituições não apenas do Brasil, mas também de Portugal.


O Estatuto da Pessoa com Deficiência integra uma lista de 119 títulos produzidos pelo Senado. 


Há, por exemplo, folhas impressas com os hinos Nacional, da Independência, da Bandeira e da Proclamação da República, além do Jornal do Senado, com periodicidade mensal, da Constituição federal, do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, do Código de Defesa do Consumidor e do Estatuto da Criança e do Adolescente, entre vários textos legais. 


A lista completa está disponível no endereço www12.senado.gov.br/publicacoes/braille/RelaopublicaesBraille.pdf.
 

Revisores



Baseado em seis pontos em relevo, cuja combinação possibilita a reprodução de letras, números e pontuação, o sistema de escrita em braile (ou braille) existe desde 1825. 


A primeira versão foi apresentada pelo francês Luiz Braille, que era deficiente visual. O processo de edição e impressão tem algumas características específicas. 


Segundo a chefe do Serviço de Impressões em Braile do Senado, Marinete Pontes Brito, o transcritor responde pela reprodução, nesse sistema de texto, do conteúdo originalmente impresso em tinta. Por sua vez, o revisor verifica possíveis incorreções cometidas durante a transcrição.


— Depois de todo o processo, se tudo estiver certo, o transcritor manda o material para a impressão — afirma Marinete.


Quatro revisores cegos, dois transcritores e um impressor fazem parte da equipe do serviço de braile do Senado. Jacob Luiz de Souza, um dos revisores, está no Senado desde 2008, quando foi aprovado em uma seleção para a vaga. 


Apesar de ter nascido sem visão, aos poucos aprendeu a substituir a vista pela imaginação, trilhando sua própria trajetória sem aceitar os limites impostos pela deficiência visual.


— Além de revisar, a gente também aprende diariamente. É muito gratificante ajudar colegas de todo o país a exercerem suas profissões — afirma Jacob, ao referir-se aos títulos das publicações em braile.

Fonte: Agência Senado /
Vida Mais Livre



9 de out. de 2015

Veja o que abre e fecha em SP durante feriado de 12 de outubro


 
Quem ficar em São Paulo durante o feriado de Nossa Senhora Aparecida, nesta segunda-feira (12), deve atentar-se às mudanças de funcionamento de serviços e órgãos municipais. Confira abaixo o que abre e fecha durante o feriado:
 

Bancos

 

As agências bancárias de todo o estado de São Paulo não abrem na segunda-feira (12), devido ao feriado nacional.

 

Detran



Todas as unidades do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP), incluindo pontos integrados ao Poupatempo e o Disque Detran.SP, não funcionarão na segunda-feira, 12 de outubro. Unidades vinculadas a órgãos municipais ou delegacias seguirão o funcionamento destas instituições.

 

Procon



Na segunda-feira (12), a administração, atendimento telefônico, eletrônico e ouvidoria do Detran-SP não funcionarão. 


Os núcleos regionais em Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba também acompanham a medida.


Postos de atendimento pessoal dentro dos Poupatempos Sé, Santo Amaro e Itaquera também não funcionarão no feriado. No sábado (10), as unidades atendem em seu horário habitual.

 

Eletropaulo



Todas as lojas da concessionária ficam fechadas na segunda-feira (12). Em casos de emergência, as centrais de atendimento atenderão nos telefones 0800 72 72 196 (para problemas na rede de distribuição, fios partidos e falta de energia) e 0800 7272 120 (para consultas de débito, consumo e contas).


Para portadores de deficiência auditiva ou de fala, o telefone 0800 77 28 626 atende quem busca ajuda emergencial e comercial.

 

Sabesp



Todas as agências comerciais da concessionária permanecem fechadas na segunda-feira (12). No entanto, a Central de Atendimento funciona 24 horas no fim de semana e feriado, atendendo a casos emergenciais.

 

Poupatempo


Os postos do Poupatempo não funcionam na segunda-feira (12). Até sábado (10) e a partir de terça-feira (13), as unidades atendem em seus horários habituais.

 

Transporte



Com exceção das linhas 7-Rubi, 8-Diamante e 12-Safira, que terão maiores intervalos, as linhas da CPTM operarão normalmente durante toda a segunda-feira (12).


Na terça-feira (13), atendendo aos que retornam à capital paulista, a abertura das estações nas linhas 1-Azul, 3-Vermelha, 2-Verde e 4-Amarela do Metrô será antecipara para as 4h. Nas demais linhas, a abertura ocorrerá em horário normal: 4h40.

 
Na segunda, a frota de ônibus circulando na cidade será de 50% em relação aos dias úteis. 


Além disso, os postos de venda e atendimento da SPTrans estarão com funcionamento diferenciado. Somente os postos de venda e atendimento em terminais e no Expresso Tiradentes terão funcionamento normal.

 

Abastecimento



Na segunda-feira (12), os mercados municipais funcionam nos seguintes horários: Paulistano (Mercadão), das 6h às 18h; Pirituba, das 7h às 14h; Vila Formosa, das 8h às 13h; e Teotônio Vilela, das 7h às 13h. 


Permanecem fechados os mercados Central Leste, Guaianases, Ipiranga, Kinjo Yamato, Lapa, Pátio Pari, Penha, Pinheiros, Santo Amaro, São Miguel, Sapopemba e Tucuruvi.


Já os sacolões funcionarão nos seguintes horários: Avanhandava, das 7h às 14h30; Bela Vista, das 8h às 14h; Brigadeiro, das 07h às 14h; Butantã, das 7h ás 13h30; Cohab Adventista, das 8h às 14h; Cidade Tiradentes; das 8h às 15h; City Jaraguá, das 8h às 14h; Estrada Do Sabão, das 7h às 15h; Jaraguá, das 8h às 13h; Lapa, das 8h às 14h; Piraporinha, das 8h às 14h; Rio Pequeno, das 7h às 17h; e Freguesia do Ó, das 7h às 15h. Ficam fechados os sacolões Jaguaré, João Moura, Santo Amaro e São Miguel.


Cultura


Funcionam todos os dias: 


  • Casa de Cultura M'Boi Mirim;
  •  Casa de Cultura Tendal da Lapa;
  •  Centro Cultural São Paulo (exceto a Biblioteca e Multimeios);
  • Centro de Formação de Cidade Tiradentes;
  • MIS;
  •  Museu Catavento.


Funcionam só no sábado (10): 


  • Arquivo Histórico Municipal;
  • Bibliotecas de Bairro; 
  • Biblioteca Mário de Andrade;
  • Biblioteca Pública Circulante (Mário de Andrade);
  • Casa de Cultura Butantã (com programação especial na segunda, 12);
  •  Casa de Cultura do Itaim Paulista;
  •  Casa de Cultura Paço Cultural Julio Guerra/Casa Amarela e Casa de Cultura São Mateus.


Funcionam durante o fim de semana: 


  • Casa de Cultura Campo Limpo (Nathalia Rosemburg);
  • Casa de Cultura Chico Science;
  • Casa de Cultura Raul Seixas (Parque Raul Seixas);
  • Casa de Cultura Salvador Ligabue e Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso;
  • Casa das Rosas;
  • Casa Guilherme de Almeida;
  • Catavento Cultural e Educacional;
  • Memorial da Resistência;
  • Museu Afro Brasil;
  • Museu da Casa Brasileira;
  • Museu da Imigração;
  • Museu da Língua Portuguesa;
  • Museu de Arte Sacra;
  • Museu do Futebol; 
  • Estação Pinacoteca; 
  •  Paço das Artes e Pinacoteca;
 
 
Fecham na segunda (12): 


  • Beco do Pinto;
  • Bibliotecas Monteiro Lobato, Álvares de Azevedo, Cora Coralina, Pe. José de Anchieta, Raul Bopp, Viriato Correa e Paulo Setúbal, Bosques da Leitura; 
  • Capela do Morumbi;
  • Casa da Imagem (antiga Casa nº 01);
  • Casa de Cultura Brasilândia;
  • Casa do Bandeirante;
  • Casa do Grito;
  • Casa Modernista;
  •  Casa do Tatuapé,
  • Centro Cultural da Penha;
  •  Centro da Memória do Circo;
  • Galeria Olido;
  • Monumento à Independência (Capela Imperial);
  • OCA (Pavilhão Lucas Nogueira Garcez);
  • Ônibus Bibliotecas;
  • Ponto de Leitura Piqueri;
  • Sítio da Ressaca;
  • Sítio Morrinhos,
  •  Solar da Marquesa de Santos;
  •  Teatro Alfredo Mesquita;
  •  Teatro Arthur Azevedo;
  • Teatro Cacilda Becker;
  • Teatro Décio de Almeida Prado;
  • Teatro Flávio Império; 
  • Teatro João Caetano;
  • Teatro Leopoldo Fróes, 
  • Teatro Martins Penna, 
  •  Teatro Peulo Eiró 
  •   Teatro Zanoni Ferrite.
 

Fecham todos os dias: 


  • Casa de Cultura Cidade Tiradentes (Espaço Cultural Casa da Fazenda);
  •  Casa de Cultura Cora Coralina;
  •  Casa de Cultura Palhaço Carequinha;
  •  Casa de Cultura do Tremembé;
  • Casa do Sertanista;
  • Chácara Lane;
  • Escola Municipal de Bailado;
  • Escola Municipal de Iniciação Artística;
  • Escola Municipal de Música;
  • Fundação Teatro Municipal/Praça das Artes;
  •  Pavilhão das Culturas Brasileiras.

 

Educação



As Unidades Educacionais permanecem fechadas na segunda-feira (12). Os Centros Educacionais Unificados (CEUS), que terão programações de feriado e fim de semana para comunidade, funcionam das 8h às 18h.

 

Assistência Social


Serviços de emergência e acolhida funcionam 24 horas, sem interrupções. Permanecerão fechados: Loja Social, Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Supervisão de Assistência Social (SAS) e Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).

 

Esportes


O funcionamento dos equipamentos esportivos se dará em regime de plantão. As piscinas deverão abrir na segunda-feira (12), fechando excepcionalmente na terça-feira (13) para manutenção e limpeza.

 

Saúde


Na segunda-feira (12), os hospitais, prontos-socorros, UPAs e AMAs 24 horas funcionam normalmente. As AMAs tradicionais abrem das 7h às 19h. As Unidades Básicas de Saúde (UBS), UBS Integrais, Ambulatórios de Especialidades, AMAs Especialidades e Hospitais Dia da Rede Hora Certa fecham no dia 12, voltando a funcionar na terça-feira (13).

 

Subprefeituras



As Praças de Atendimento não funcionarão.
 

Ecopontos



Os ecopontos funcionam durante os feriados das 6h às 18h.
 

Verde e Meio Ambiente



Os parques administrados pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente funcionam normalmente.
 

Ciclofaixas



As Ciclofaixas de Lazer operarão normalmente no domingo (11) e extraordinariamente, na segunda (12), com funcionamento normal, das 7h às 16h.




Fonte: G1