2 de abr. de 2013

Garanhuns (PE) realiza atividades para lembrar o Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Ilustração de uma cabeça e um homem agachado dentro do cérebro
O Grupo de apoio às Famílias de Crianças Autistas, denominado de Borboleta Azul, realiza nos dias 2, 4 e 7 de abril em Garanhuns (PE), ações para lembrar o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado nesta terça-feira (2/04). 

Vão ser realizadas entrega de panfletos explicativos, exposição de faixas e cartazes e também uma Missa que envolverá pais, amigos e profissionais das pessoas com autismo

Além disso, alguns prédios serão iluminados com a luz azul para lembrar a data comemorativa. O relógio das flores e o Palácio Celso Galvão estão entre eles, numa ação do Governo Municipal.

2 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO


Sites para baixar livros gratuitamente



Pra quem curte ler segue a dica:

Sites de Bibliotecas Digitais


PROJETO GUTENBERG : O site possui mais de 38.000 titulos em diferentes línguas 

BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL: Reune um grande acervo de livros,documentos e manuscritos retirados de bibliotecas do mundo.Este site é gerido pela UNESCO

BIBLIOTECA DIGITAL CAMÕES: Contém milhares de obras em língua portuguesa de diversos gêneros
 
PORTAL DOMINIO PÚBLICO:  Pertence ao Governo Brasileiro e lá encontrara diversas obras nacionais

1 de abr. de 2013

Teresina terá caminhada para celebrar dia de conscientização do Autismo

Multidão caminhando
A Associação de Amigos dos Autistas (AMA) do Piauí celebra durante toda esta semana o Dia Mundial de conscientização do Autismo

A semana tem início com a 'Caminhada Azul pelo Autismo', que será realizada nesta terça-feira (2/04), às 17h, na Avenida Raul Lopes.

A Ponte Estaiada e o Palácio de Karnak receberam iluminação especial na cor azul para celebrar a data.

Na sexta-feira (5/04), tem início o ciclo de palestras que será realizado no Cine Teatro da Assembleia Legislativa até domingo (7). Pais, terapeutas e professores podem participar da V Jornada de Autismo da AMA Piauí.

No Espaço Meus Filhos, localizado na Avenida Raul Lopes, próximo a Ponte da Primavera, será realizado um evento de integração social aberto ao público, com atividades de lazer e diversão.

Criada há 13 anos, a Associação de Amigos dos Autistas do Piauí – AMA Piauí presta assistência a crianças, jovens e adultos do espectro do autismo por meio de estudos, apoio familiar, terapias e educação especializada.

Associação Casulo, fundada em 2011, tem por objetivo a defesa dos direitos e o atendimento das necessidades das pessoas com desordens de comportamento, linguagem e aprendizagem, dentre os quais se inserem as pessoas com autismo.

O autismo é uma desordem global do desenvolvimento, afetando a maneira como esses indivíduos se comportam, comunicam e interagem socialmente. Trata-se de uma questão de saúde pública, de graves proporções, configurando-se como uma síndrome complexa e muito mais comum do que se pensa.

Fonte: G1

'Todos têm que se superar todo dia', diz cadeirante que virou humorista

Close de uma pessoa sentada em uma cadeira de rodas na rua
O designer e gestor de marketing Fabrício Loureiro, 31 anos, de Araraquara (SP), tinha um ritmo de vida bastante ativo quando em 20 de novembro de 2010 sofreu um acidente em uma piscina e ficou tetraplégico

Sua condição fez com que interrompesse projetos pessoais e tivesse que se adaptar à nova vida. 

Atualmente, recorre à internet e ao humor para driblar as dificuldades. “É prepotência dizer que superei algo porque todos têm que se superar todo dia, têm que se virar e trabalhar”, afirmou em entrevista ao G1.

Brício Loureiro, como é conhecido, criou o site “Não Concreto” que tem 35 mil visitas diárias, em que publica textos e vídeos de humor, além de outros assuntos, e também mantém um canal de música no YouTube em que ele mesmo faz o som dos instrumentos com a voz.

Além disso, resolveu assumir sua veia humorística fazendo comédia stand up em um bar de Araraquara e atualmente concorre com três vídeos seus no festival Risadaria. “Não vou dizer que faço comédia ‘sit down’ por estar em uma cadeira de rodas porque é batido”, disse, referindo-se aos significados em inglês dos termos “em pé” e “sentado”.

Sua primeira apresentação foi no final do ano passado, no Almanaque. Com seu texto de estreia arrancou gargalhadas do público. “Tinha muito amigo lá, então estava passível de vaias, porque eles não perdoam nada”, relembrou. 

O comediante voltou ao mesmo palco neste sábado (30) como apresentador antes de um show com um grupo de outros comediantes.


'Vantagens'

Sobre sua condição de cadeirante, Loureiro faz piadas com situações inventadas ou que já tenha enfrentado na pele. “Estava no centro de reabilitação e a assistente social chegou perguntando se eu estava sabendo das vantagens em ser cadeirante, como descontos na compra de carro ou em passagens de avião”, contou. “Virei para ela e disse: ‘poxa, se soubesse desse pacotão tinha quebrado o pescoço antes’”, debochou.

Diante dessas situações ele conta que fica sem reação, mas ri depois. “Digo para mim mesmo que essa pessoa não está falando isso pra mim e depois acabo percebendo como as pessoas são estúpidas”, disse. Apesar disso, ele afirma que não se sente ofendido. “Sou contra o coitadismo, ficar ofendido é uma questão de resolução interna”, considerou.


Assuntos variados

Apesar de ser cadeirante e, segundo ele, “ter autorização” para fazer piadas sobre isso, Loureiro prefere não ser monotemático. “Não vou fazer piada só disso porque vai ficar maçante”. 

Segundo ele, humor não deve ter censura. “Só precisamos de bom senso porque hoje em dia as pessoas estão muito preocupadas com o fútil, então qualquer piada é motivo de preocupação nessa sociedade que está muito sem louça pra lavar”, afirmou.

Ele também já se envolveu em polêmicas, a mais recente com o deputado Jean Wyllys (PSOL), de quem discordou em defesa do humorista Danilo Gentili. O deputado respondeu os comentários deixados no Twitter dizendo que "um ser unicelular deveria ser mais esperto que Loureiro".


Adaptação

Após o acidente, em 2010, em que quebrou a vértebra C5 e lesionou a medula, o araraquarense ficou 90 dias sem nenhum movimento abaixo do pescoço.

 A fisioterapia o ajudou a ter de volta movimentação nas mãos e nos braços, ainda com dificuldade. O tratamento continua e, segundo ele, toma metade de seu dia. Ao todo, seis profissionais cuidam de Loureiro, entre fisioterapeutas, urologista e psicólogo.

“Após dois anos, o quadro estacionou, então os médicos recomendaram que eu corresse (risos), ou melhor, que eu agilizasse o tratamento e ficasse empenhado a batalhar e ficar mais independente, mas ainda tem muito o que melhorar”, explicou Loureiro.

Ele possui carta especial e tem autorização para dirigir, mas a dependência ainda atrapalha. “Consigo fazer a transferências da cadeira de roda para o carro, mas eu não consigo carregar a cadeira, preciso de ajuda, saio de casa, ligo para um amigo, aviso que cheguei e eles me ajudam”, disse.

Para escrever no computador, tem apoio de uma órtese. No celular, o uso é mais fácil, e é onde anota as ideias dos textos que escreve. “As ideias sempre vêm antes de dormir, então anoto as palavras-chave quando já estou deitado na cama para escrever no computador depois”.

A adaptação, segundo Loureiro, não foi fácil. “No início foi uma revolta total, nem acabar com a minha vida eu conseguia e o único jeito era encarar. Hora ou outra todo mundo leva uma pancada, o que você vai fazer, cair ou se levantar, se adaptar. Porque não é clichê: não é o mais forte, mas o que melhor que se adapta que vai pra frente, se não vira um pesadelo”, finalizou.

Fonte: G1

Despreparo atrapalha ensino de pessoas com deficiência visual

Símbolo da pessoa com deficiência visual
“O ensino, de forma geral, não vai bem". É dessa forma que Maria da Glória, 65 anos, professora dos cursos de qualificação de professores no Instituto Benjamin Constant (IBC) explica o panorama do ensino para pessoas com deficiência visual no Brasil. 

A instituição, referência nacional para estas questões, tem uma unidade de ensino, capacita profissionais na área e assessora escolas, entre outras atividades.

Para Maria, como as escolas especializadas não abrangem boa parte da população com deficiência visual, é cada vez mais importante uma rápida adaptação das unidades de ensino regulares às necessidades das pessoas com deficiência. 

“Estamos longe do ideal”, reconhece. Eliana Ormelezi, psicóloga e integrante do grupo de gestão compartilhada da Laramara, uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina, relata que, devido a políticas de integração, as escolas específicas para o ensino de deficientes estão deixando de existir. 

“A acessibilidade às escolas regulares ainda não está 100%, mas está melhorando”, analisa.
Maria da Glória conta que, com melhorias nas unidades de ensino, situações como a de um menino goiano que perdeu a visão aos seis anos e iniciou o aprendizado do Braille somente na sétima série seriam evitadas. “Ele aprendia tudo oralmente”, relata Maria, que é cega. 

Para ela, mais importante que aparelhar as escolas é capacitar professores. “Hoje, a academia não prepara educadores para a relação a pessoas com deficiência visual, obrigando-os a buscar cursos específicos, como os ofertados pelo IBC. 

E eles buscam”, revela Maria. Para Eliana, somente o curso não garante que o ensino vai melhorar. “É preciso um acompanhamento dos professores no retorno às escolas, para ver como eles vão por em prática o que aprenderam”, sugere.

Ainda assim a legislação brasileira é avançada quando aborda a questão. “Existem políticas públicas, mas elas devem ser cobradas pela população e cumpridas”, diz Maria da Glória. 

Uma das iniciativas do governo foi instituir uma política de cotas para pessoas com deficiência no mercado de trabalho, ampliando as oportunidades e, segundo Eliana, corrigindo uma injustiça histórica da sociedade. “Parece que as coisas só caminham com leis e multas. Precisamos de uma mudança de mentalidade”, afirma.

O preconceito ainda é um obstáculo. De acordo com a psicóloga, existem até empregadores que pagam para as pessoas com deficiência ficarem em casa. Mesmo com situações como esta, ela se mostra favorável às cotas. 

“Existem muitas experiências positivas”, diz. Também vê na conscientização das pessoas um dos pontos cruciais para a melhoria das condições dos deficientes. “De nada adianta todas as melhorias nas escolas se não houver conscientização da comunidade onde a pessoa está inserida”, ensina.

Fonte: Terra

Guarujá (SP) vai ganhar academias ao ar livre para pessoas com deficiência

Símbolo da acessibilidade
 A cidade de Guarujá, no litoral de São Paulo, terá duas academias ao ar livre adaptadas para pessoas com deficiência

As academias serão instaladas em um prazo aproximado de 60 dias. Elas serão instaladas na Praça dos Expedicionários, em Pitangueiras, e na Rua Guilherme Guinle, em Vicente de Carvalho.

O projeto pretende atingir metas, como melhoria da qualidade de vida, favorecimento da reabilitação física, estímulo à prática de esportes em equipamentos adaptados, utilização do esporte como meio de promoção da inclusão social e o resgate e o estímulo da autoestima com foco na promoção da cidadania.

No espaço haverá máquina de tríceps, máquina de bíceps, máquina puxada alta, máquina supino vertical, máquina remada (sentado), máquina abdominal, máquina twist, máquina giro de punho, jogo de barras, jogo de barras paralelas e bicicleta de mão. O Espaço Vida Ativa terá instrutor para auxiliar os munícipes durante as atividades.

O “Espaço Vida Ativa”, nome dado ao programa, foi assinado pelo governador Geraldo Alckmin e a prefeita Maria Antonieta de Brito, durante o Encontro do Governo do Estado de São Paulo com os Prefeitos Paulistas, realizado na semana passada, em São Paulo.

Fonte: G1