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25 de ago. de 2016

Fundação Dorina e Pizza Hut selam parceria com o projeto Clareou



Fundação Dorina Nowill e a Pizza Hut se uniram para o lançamento do projeto Clareou, programa social destinado à empregabilidade e à inclusão de pessoas com deficiência visual na sociedade.


Para cada batata smile vendida nas 37 unidades participantes da Pizza Hut na Grande São Paulo, parte da renda é destinada à Fundação Dorina que, neste primeiro momento, oferece às pessoas cegas ou com baixa visão cursos profissionalizantes de informática (três turmas) e rotinas administrativas (uma turma). 


Nesta etapa inicial, a previsão é atender cerca de 40 pessoas.


“É uma honra ser uma ferramenta para que o nosso consumidor na Grande São Paulo contribua com uma causa e entidade tão sérias. As pessoas com deficiência visual, cada vez mais, devem ser inseridas no mercado de trabalho, por isso a importância da profissionalização de cada um deles. Com a parceria, a Fundação Dorina oferecerá orientações de prevenção ocular e palestras de conscientização sobre a importância dos cuidados com a visão para os nossos 1.300 funcionários”, afirma Flávia Leme, diretora de Operações da Internacional Restaurantes do Brasil (IRB), empresa que opera 37 restaurantes da Pizza Hut na Grande São Paulo.


Das pessoas com deficiência visual que passam pelo processo de profissionalização na Fundação Dorina Nowill, aproximadamente 15% conquistam rapidamente uma vaga no mercado de trabalho


“Estamos nos dedicando muito para reformular nossos processos e tornar essas pessoas mais competitivas e, desta maneira, ampliar o número de colocações de pessoas cegas ou com baixa visão no mercado.A iniciativa da Pizza Hut Grande São Paulo nos motiva, cada vez mais, a buscar soluções eficazes para o dia a dia das pessoas com deficiência visual”, afirma Kely Magalhães, supervisora de Serviços de Apoio a Inclusão da Fundação Dorina Nowill.


Além dos cursos de empregabilidade oferecidos em parceria com as unidades da Pizza Hut da Grande São Paulo, há 70 anos a Fundação se dedica à inclusão de pessoas com deficiência visual por meio de reabilitação, educação especial, bem como a distribuição gratuita de livros e materiais em formatos acessíveis para mais de 2.500 escolas, bibliotecas e organizações em todo o Brasil


Atualmente são atendidas cerca de 1100 pessoas com deficiência visual, por ano, na instituição.



 
 

23 de abr. de 2013

Dicas para ter sucesso em dinâmicas e entrevistas de emprego

Homem é entrevistado por outro homem, que segura papéis
Entrevistas de emprego e dinâmicas são motivo de muitas dúvidas de grande parte das pessoas que se candidatam a uma vaga de emprego. Essas práticas comuns também são unanimidade quando o assunto é causar ansiedade e nervosismo. Nesses quesitos, pessoas com e sem deficiência provavelmente devem empatar.

Vale lembrar que alguns detalhes podem significar seu sucesso ou fracasso em uma entrevista de emprego. Nesse momento tão importante, além do seu conhecimento, as roupas que você veste na hora da seleção, o perfume ou mesmo uma frase dita de forma errada podem representar o ponto final naquele processo de seleção.


Segue abaixo algumas dicas para que você tenha sucesso na hora de conquistar uma vaga no mercado de trabalho

- Quais são os erros mais comuns cometidos pelos candidatos durante as entrevistas?

1) atender celular;
2) chegar atrasado;
3) sentar-se com postura inadequada;
4) falta de higiene;
5) fazer perguntas inadequadas e incovenientes, como querer saber sobre a vida pessoal do entrevistador;
6) fazer piadas;
7) vestir roupas inadequadas. Exemplo: decotes grandes em mulheres e bermudas em homens;
8) utilizar gírias;
9) ser impaciente;
10) recusar-se a escrever a redação;
11) não explicar sobre sua deficiência;
12) falar mal das empresas anteriores;
13) falar mal dos chefes;
14) mentir sobre as habilidades;
15) solicitar café;
16) não trazer currículo e laudo médico;
17) trazer o currículo salvo em pen-drive.

- O que o candidato não deve dizer ou fazer nunca?

Falar mal da empresa anterior e do gestor. Não se deve nunca falar mal de outras pessoas ou de empresas.

- O que mais atrapalha na hora da entrevista: nervosismo e ansiedade ou despreparo?

Certamente o nervosismo e a ansiedade, pois o momento da entrevista é desconhecido para qualquer entrevistado. Isso gera uma situação de irritabilidade pelo desconhecido, o que é normal nos seres humanos.

- Existe alguma técnica ou prática que possa ajudar no preparo para uma entrevista de emprego?

Sim. Em primeiro lugar, o candidato deve pesquisar sobre a empresa na internet, e procurar entender mais sobre a vaga em questão, para um maior preparo no momento da entrevista.

Outras recomendações são:

- observar como agem outros participantes durante as dinâmicas;
- responder somente ao que o entrevistador perguntar durante a entrevista. Após o término da entrevista, o candidato pode tirar as dúvidas apenas quanto ao processo seletivo;
- trocar experiência com colegas é muito importante para aprimorar o desempenho.

Além disso, o candidato deve responder às informações solicitadas de forma clara e objetiva, sem se prolongar nas respostas. Deve, também, responder às perguntas sem ler as respostas em seu currículo e, caso não compreenda alguma pergunta, vale dizer que não entendeu e pedir para o entrevistador explicar.

Também é permitido pensar um pouco antes das respostas, ou pedir para o entrevistador reformular a pergunta.

- Há muitas diferenças em um processo seletivo de pessoas com e sem deficiência? Quais?

Não, na verdade a pessoa com deficiência deve participar do processo seletivo como uma pessoa sem deficiência. A principal diferença é quando se pergunta sobre a deficiência do candidato, suas limitações, adequações e acessibilidade, que devem ser ressaltadas no momento da entrevista.

Já as atividades propostas em dinâmica de grupo devem ser adaptadas para este público, assegurando que todos consigam participar.

- Os profissionais que trabalham dentro das empresas nos processos de seleção de pessoas com deficiência estão bem preparados para atender esse público? Como eles podem se preparar melhor?

Infelizmente, falta conhecimento sobre as deficiências e sobre como lidar com esse público. Para se aprimorar, devem primeiramente conhecer a Lei de Cotas e, posteriormente, entender como receber e entrevistar pessoas com cada tipo de deficiência.

Ilustração
- O que os candidatos devem fazer para lidar com a ansiedade da espera pela resposta da empresa? O candidato pode ligar para saber a resposta? Há algum limite de contatos?

Primeiramente, o candidato deve seguir as condições impostas pelo processo de seleção: fases do processo, entrevistas e feedbacks, respeitando o que o entrevistador informou no momento da entrevista.

Caso essas condições não ocorram, o profissional pode fazer apenas um contato, para não demonstrar ansiedade demasiada.

Muitas vezes, o entrevistador disponibiliza o telefone e e-mail. Ambos devem ser utilizados com bom senso, pois o processo seletivo, muitas vezes, depende de dados, datas e informações que ficam em poder do gestor.

- O candidato pode questionar os motivos de uma resposta negativa à sua contratação?

Sim, pois é de seu interesse para aprimorar-se nas próximas entrevistas. Porém, a pessoa não deve questionar caso o entrevistador informe que não pode dar mais informações por tratar-se de um procedimento interno da empresa.

- Hoje em dia, a roupa com a qual o candidato vai à entrevista conta pontos?

A apresentação pessoal, sim, conta pontos.

O candidato deve fazer sua higiene pessoal (cabelos, unhas, bigode, barba), as mulheres devem evitar decotes e roupas curtas e os homens não devem utilizar bonés e bermudas.

O perfume e a maquiagem devem ser moderados para não causar irritabilidade no entrevistador. Vale o bom senso!

- A concorrência entre os candidatos é grande. Como não desanimar após receber um "não"?

O profissional deve buscar vagas que estejam dentro de seu perfil - não considerar propostas apenas pensando nos salários. Também é importante sempre tentar se reciclar e absorver dicas dos próprios entrevistadores, para maior assertividade nos próximos processos seletivos.

*Conteúdo fornecido por Renata Casimiro, diretora de Recursos Humanos da i.Social, e Jaques Haber, Sócio Diretor da i.Social.

26 de fev. de 2013

Justiça manda Correios recontratar carteiro com deficiência visual em MT

A Justiça trabalhista determinou que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos recontrate um funcionário com deficiência visual, que foi demitido em 2004 após 15 dias de trabalho como carteiro.

Além de readmiti-lo, a empresa foi condenada a pagar todos os salários e vencimentos retroativos ao período da demissão e ainda R$ 20 mil à vítima por danos morais. O Correios informou, nesta terça-feira (26), por meio da assessoria de imprensa, que ainda não havia sido notificado da decisão.

Conforme a assessoria do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o carteiro foi aprovado em um concurso público para ocupar uma das vagas destinadas às pessoas com deficiência, mas foi demitido com o argumento de que seria inapto a exercer a função.

Na ação, a vítima alegou que para tentar justificar a demissão a empresa comparou a sua produtividade a de carteiros com mais de 10 anos de profissão, bem como desconsiderou as limitações impostas pela deficiência visual.

No entendimento do relator do recurso no TST, ministro Walmir de Oliveira Costa, houve discriminação ao argumentar que o funcionário não cumpria as mesmas metas que os outros carteiros, já que enquanto aprovado para assumir vaga para pessoas com deficiência deveria cumprir meta diferenciada.

Conforme o magistrado, a demissão da forma como ocorreu é vedada por normas constitucionais e em convenções internacionais da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

"Sendo a deficiência visual tipo de doença suscetível de causar estigma ou preconceito, presume-se discriminatória a dispensa do empregado deficiente, o que autoriza a sua reintegração no emprego, e consequente direito ao ressarcimento dos danos causados", determinou o ministro. Os demais integrantes da primeira turma do TST seguiram o voto do relator e condenaram a empresa.

Fonte: G1

6 de nov. de 2012

Projeto amplia prazo de duração de estágio para pessoas com deficiência

Mãos estão digitando sobre teclado
A Câmara analisa o Projeto de Lei 4443/12, do deputado Márcio Marinho (PRB-BA), que dobra de dois para quatro anos o prazo do estágio para aluno com deficiência.

A Lei do Estágio (11.788/08) estabelece que o estágio em uma mesma empresa para pessoa com deficiência não pode exceder dois anos.

Segundo Marinho, não há vantagem em limitar a dois anos o período em uma mesma empresa. “A necessidade de troca do local do estágio pode interferir negativamente em trajetória de formação bem sucedida.”

Tramitação
A proposta, que foi apensada ao PL 4579/09, será analisada conclusivamente pelas comissões de Educação e Cultura; Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

12 de ago. de 2012

Empregabilidade - Dorina Nowill


 

Promove o desenvolvimento socioprofissional das pessoas cegas e com baixa visão visando à orientação e colocação profissional, condição fundamental para sua inclusão.

A equipe especializada da instituição implanta e desenvolve projetos de educação corporativa para a inclusão de pessoas com deficiência, estabelecendo uma política de responsabilidade social.

Curso Gratuito de Avaliação Olfativa para Deficientes Visuais

O Curso Avaliação Olfativa para Deficientes Visuais é uma iniciativa da empresária Tânia Bulhões em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos.

O objetivo é a capacitação profissional de pessoas cegas e com baixa visão para seleção e avaliação de fragrâncias e sua inclusão no mercado de trabalho. Podem se inscrever jovens, entre 18 e 28 anos, que já concluíram ou estão concluindo o ensino médio, que tenham independência de mobilidade e autonomia para participar das atividades propostas, e que não recebam nenhum tipo de assistência ou benefício do governo que o impeça de ingressar no mercado formal de trabalho.

O curso com 360 horas/aula será realizado em dois módulos. O primeiro, com duração de 1 ano, será dedicado ao ensino teórico e prático sobre os temas relacionados à perfumaria e ao mercado de trabalho. O segundo, com duração de 6 meses, será dedicado ao estágio em empresas para aprimorar as habilidades olfativas do aluno.

Inscrições gratuitas: empregabilidade@fundacaodorina.org.br ou pelo telefone  (11) 5087-0959 


Local das aulas: Rua Doutor Diogo de Faria, nº 558, Vila Clementino - São Paulo (próximo ao Metrô Santa Cruz)

Programa do Curso:
INICIAÇÃO TEMAS ABORDADOS
Universo do Olfato
  • O Sentido do olfato.
  • Iniciação ao mundo dos odores.
  • Aperfeiçoamento do sentido do olfato.
Perfumaria e linguagem Olfativa
  • Anatomia de um perfume.
  • Conhecimentos básicos e otimizados para o entendimento da linguagem da perfumaria
História da perfumaria e da arte
  • História da perfumaria e sua evolução da antiguidade aos dias de hoje
  • Noções de história da arte entrelaçadas ao universo da perfumaria.

APERFEIÇOAMENTO TEMAS ABORDADOS
Ingredientes e Perfumes
  • Conhecimento dos ingredientes e seus respectivos grupos.
  • Relação dos ingredientes a conceitos, emoções e estilos.
  • Principais perfumes de cada grupo de ingredientes.
Famílias Olfativas
  • Conhecimento dos principais ingredientes de cada família olfativa.
  • Identificação das as principais criações de cada categoria
Vocabulário Olfativo
  • Principais termos utilizados em perfumaria, matérias primas e suas origens.
  • Construção de imagens através dos odores.
Arte da Perfumaria;
  • Iniciação ao mundo dos odores através de um método lúdico e pedagógico.
  • Conhecimento técnico dos ingredientes da perfumaria e suas funções
Avaliação sensorial
  • Avaliação e linguagem de expressão a respeito dos perfumes.
  • Aspectos sensoriais em relação a texturas e agradabilidade.

 ESTAGIO  6 meses nas empresas contratantes                                             

EMPREGABILIDADE Preparação do deficiente visual para o mercado de trabalho abordando diversos aspectos

ATIVIDADES PARALELAS
Sessão do Filme
"O Perfume" com audiodescrição
  • Contextualizando o período histórico e métodos de extração.
  • Avaliação paralela dos odores que representam os diferentes capítulos do livro.
Visita externa
  • Museu do Perfume:  Espaço Perfume Arte & Historia
Visita externa
  • Viveiro Manequinho Lopes
Visita externa
  • Jardim Botânico
Visita externa
  • Ceasa
Visita externa
  • Mercado Municipal

6 de ago. de 2012

PCD BRASIL - É O SITE CERTO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EM BUSCA DE UMA VAGA NO MERCADO DE TRABALHO




 O site PCD Brasil é um site de ofertas de emprego exclusivo para Pessoas com Deficiência.

Nele, pessoas com deficiência cadastram seus currículos gratuitamente e empresas procuram perfis de interesse e anunciam vagas, aumentando as chances de essas pessoas conseguirem uma inserção no mercado de trabalho.

Vai Perder Essa Oportunidade????

Entre agora mesmo e cadastre o seu curriculo e boa sorte!!!!!!

www.pcdbrasil.com.br 

Governo lança programa que promove a entrada de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

"Para a coordenadora da área de direitos da pessoa com deficiência do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD), apesar de a expectativa em relação ao programa ser positiva, a portaria é genérica e contraditória."

Mão segura uma carteira de trabalho
O Distrito Federal e os municípios brasileiros terão de identificar a partir de agora pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre 16 e 45 anos, para participar do Programa BPC Trabalho, que tem como objetivo oferecer acesso a trabalho, programas de aprendizagem e qualificação profissional aos beneficiários.

O BPC Trabalho intermediará a oferta e a demanda de mão de obra de pessoas com deficiência, considerando as habilidades e os interesses dos trabalhadores e incentivando autônomos, empreendedores e cooperativas por meio do acesso a microcrédito.

Os programas de qualificação serão oferecidos pela rede federal de educação profissional e em entidades nacionais de aprendizagem, tais como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

O programa foi lançado por meio de portaria publicada na última sexta-feira (3/08) no Diário Oficial da União pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com os ministérios da Educação, do Trabalho e Emprego, e com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH). O BPC Trabalho integra o Plano Nacional dos Direitos da Pessoal com Deficiência — Viver sem Limite, de novembro de 2011.

De acordo com a portaria, o DF e os municípios serão os responsáveis por executar o programa. Deverão buscar e orientar beneficiários potencialmente interessados em participar, designar servidores, fazer o registro de encaminhamentos no âmbito do programa e garantir o acesso às pessoas com deficiência a serviços e benefícios.

Os recursos do programa serão do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem). Têm acesso ao BPC, para receber um salário mínimo (R$622), pessoas comprovadamente incapacitadas para a vida independente e o trabalho — mediante avaliação do serviço social e de perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) — cuja renda mensal familiar per capita seja inferior a um quarto de salário mínimo (cerca de R$ 155). Esse benefício é pago pela Previdência por meio do Sistema Único de Assistência Social (Suas), e suspenso caso a pessoa passe a ter renda maior. 

Para a coordenadora da área de direitos da pessoa com deficiência do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD), Priscilla Selares, apesar de a expectativa em relação ao programa ser positiva, a portaria é genérica e contraditória, pois menciona que para participar do programa a pessoa deve ter deficiência que incapacite para a vida independente e o trabalho.

De acordo com a Lei 8.742/93, que regulamenta o BPC, receberão o benefício aqueles que têm “impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas”.

“A contradição está em uma medida que visa a fomentar a oferta de trabalho, mas estabelece como pré-requisito a não condição de trabalhar e de ter uma vida independente”, disse Priscilla. Segundo ela, o Programa não contempla dificuldades importantes que pessoas com deficiência enfrentam para entrar no mercado de trabalho, como a própria suspensão do BPC caso haja aumento de renda derivada do trabalho.

“Hoje, independentemente da política, o que é mais importante é ter regulamentado de forma clara a questão da suspensão. Não adianta ter a política se a pessoa não se sente segura para abrir mão do benefício. Esse aspecto faltou ser abordado de forma mais clara. A grande preocupação é essa”, explicou a coordenadora do IBDD.

Fonte: R7


30 de jul. de 2012

MPT em São Paulo investigará hotéis Blue Tree por descumprir lei de cotas

"O descumprimento estaria ocorrendo no Blue Tree Ceasar Tower Faria Lima, na capital paulista. A decisão de investigar a rede foi tomada na Segunda-feira (23/07)."


Mão segurando uma carteira de trabalho
O Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo poderá instaurar inquérito civil contra a rede de hotéis Blue Tree após apuração de denúncia feita pelo Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Apart-hotéis, Motéis, Flats, Pensões, Hospedarias e Similares de São Paulo e Região (Sinthoresp) de que a rede estaria descumprindo a Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência.

De acordo com a Lei 8.213, Artigo 93, toda empresa com 100 ou mais funcionários deve destinar entre 2% e 5% dos postos de trabalho a pessoas com deficiência, segundo escala crescente, proporcional ao número de funcionários.

O descumprimento estaria ocorrendo no Blue Tree Caesar Tower Faria Lima, na capital paulista. A decisão de investigar a rede foi tomada na última segunda-feira (23).

A denúncia havia sido examinada pela Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) do estado, que decidiu a favor do Blue Tree, com o argumento de que a empresa teria menos de 100 funcionários (o mínimo para a lei ter validade), segundo registro no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O sindicato recorreu à Câmara de Coordenação e Revisão (CCR) do Ministério Público, que acatou a demanda e justificou que, para fins de cumprimento dessa legislação, deve ser considerada a totalidade dos empregados da empresa e não somente no estabelecimento da rede onde ocorreria a irregularidade.
"Revela-se minimamente curioso o fato de uma rede hoteleira, publicamente conhecida pela dimensão de seus estabelecimentos, possuir em seu quadro de pessoal quantidade inferior a 100 trabalhadores", justificou a subprocuradora-geral do Trabalho Geral do Trabalho, Vera Regina Della Pozza Reis. A investigação da rede será feita por meio de fiscalização e coleta de provas testemunhais.

A rede Blue Tree informou em nota à Agência Brasil que "não foi comunicada oficialmente sobre qualquer irregularidade relativa à Lei de Cotas para pessoas com deficiência em seu quadro de colaboradores". A empresa ainda afirmou que "cumpre corretamente o exercício da referida lei".
Lei

A Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho completou 21 anos no final do mês de julho. Atualmente, há cerca de 306 mil pessoas com deficiência formalmente empregadas no Brasil. De acordo com o Secretário Nacional de Promoção de Direitos da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Antônio José Ferreira, foram feitos avanços desde a criação das cotas, mas que ainda há muito a se avançar.

"Hoje temos um quantitativo de pessoas com deficiência no mercado de trabalho que não teríamos se não pelas cotas. No entanto, temos que avançar no qualitativo. É necessário qualificar essa mão de obra e acabar com o preconceito entre o empresariado", disse Ferreira.

Segundo Ferreira, é um desafio fazer que empresários invistam em desconhecidos, de cuja capacidade duvidam e pelos quais não se dispõem a pagar pela qualificação necessária. "É muito mais viável adaptar a empresa à pessoa do que a pessoa à empresa", explicou o secretário.

De acordo com Ferreira, há perspectiva de inclusão de mais pessoas com deficiências no mercado, especialmente devido ao incentivo do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), de 2011, que prevê a abertura de 150 mil vagas de emprego para pessoas com deficiência até 2014.

Os cursos são administrados por instituições de capacitação profissional, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).


Fonte: http://invertia.terra.com.br

26 de jul. de 2012

Lei de Cotas para deficientes tem resistência nas empresas

 "As 306 mil carteiras de Trabalho assinadas de pessoas com deficiência representam apenas 0,7% do total de empregos formais do país." -Bruno Bocchini, da Agência Brasil

Deficientes físicos: depois de mais de duas décadas de Lei de Cotas em vigor, ainda existe preconceito sobre a capacidade produtiva da pessoa com deficiência.

São Paulo – A chamada Lei de Cotas (Lei 8.213 de 1991) completou hoje (24) 21 anos de sua sanção. Mesmo depois de mais de duas décadas em vigor, ainda existe muito preconceito sobre a capacidade produtiva da pessoa com deficiência. A avaliação é do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoas com Deficiência, Antônio José Ferreira. “Ainda temos muitos desafios. Os maiores são superar, ainda, os preconceitos e o desconhecimento que o empresário têm acerca das potencialidades e da capacidade da pessoa com deficiência”, disse à Agência Brasil.

Atualmente, existem cerca de 306 mil pessoas com deficiência formalmente empregadas no Brasil. Desse total, cerca de 223 mil foram contratadas beneficiadas pela Lei de Cotas. Ela prevê, no Artigo 93, que toda empresa com 100 ou mais funcionários deve destinar de 2% a 5% (dependendo do total de empregados) dos postos de trabalho a pessoas com alguma deficiência.
“Junto com o Ministério do Trabalho, estamos fazendo uma grande [campanha de] sensibilização dos empresários. Não indo só na questão de aplicar multa, mas também de conscientizar e de capacitar o empresariado. É mais fácil nós adaptarmos as empresas às pessoas, do que as pessoas às empresas”, destacou o secretário. A empresa que desrespeitar a Lei de Cotas e negar oportunidade de trabalho às pessoas com deficiência poderá pagar multa de R$ 1.617,12 a R$161.710,08.

De acordo com a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, as 306 mil carteiras de Trabalho assinadas de pessoas com deficiência representam apenas 0,7% do total de empregos formais do país, onde há 46 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, das quais 29 milhões em idade economicamente ativa.

Segundo o órgão, se todas as empresas do país cumprissem a Lei de Cotas, mais de 900 mil pessoas com deficiência teriam que estar empregadas. “Hoje nós já temos avançado. O governo federal está colocando 150 mil vagas no Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego] a fim de qualificar as pessoas com deficiência para justamente acessar às vagas que a Lei de Cotas tem trazido”, disse Ferreira.

Um dos principais preconceitos que ainda perduram sobre as pessoas com deficiência é, na avaliação do secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo, Antonino Grasso, de que elas são menos produtivas e trariam mais custos para as empresas. “Essas pessoas podem ter uma deficiência física por algum problema, por ter nascido assim, ou por ter tido um acidente, mas elas têm, na outra ponta, grandes eficiências. Então precisamos fazer um trabalho de encontro para que esse grande contingente de pessoas sejam reinserido dentro do trabalho, porque eles são muito importantes, são muito trabalhadores”, declarou.

Fonte: http://exame.abril.com.br

24 de jul. de 2012

Projeto oferece mais de 500 vagas de trabalho para deficientes em SP

"Espaço foi montando em shopping na Zona Leste para cadastrar currículos. É possível fazer cadastro pela internet."

O Projeto Oportunidades Especiais está com mais de 500 vagas de emprego para pessoas com deficiências física, visual ou intelectual em aberto. Um estante foi montado no Shopping Metrô Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. O espaço vai funcionar até 5 de agosto.
O projeto cadastra currículos de pessoas com deficiência para concorrer às vagas ofertadas por grandes empresas como: Itaú, Net, Sotreq, Brookfield, Odontoprev e Lojas Americanas. As vagas são para diferentes níveis de formação.
Os candidatos que passarem pelo estande vão ganhar um curso de informática básico de Word, Excel e Power Point.
Quem não puder ir até o estande, pode se cadastrar pelo site do projeto.

Projeto Oportunidades Especiais

21 de julho e 5 de agosto
Horário: 10h às 22h
Shopping Metrô Tatuapé, Avenida Radial Leste, na esquina com a Rua Tuiti, na estação Tatuapé do Metrô (Linha 3 –Vermelha)

16 de jul. de 2012

PROGRAMA INCLUSÃO EFICIENTE PREFEITURA DE SÃO PAULO


A inclusão eficiente é um programa de intermediação de mão-de-obra para pessoa com deficiência.

Os trabalhadores com deficiência interessados poderão procurar uma oportunidade de nos CATs.

Os documentos exigidos para o cadastro são: CPF, RG, Carteira de Trabalho e Laudo Médico.

Para obter o laudo médico, basta ir na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência.
 
Caso não possa sair de casa para cadastrar-se no Programa Inclusão Eficiente 
 
acesse:www.prefeitura.sp.gov.br/eficiente

EMPREGABILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA



Para quem procura o primeiro emprego, o primeiro passo é descobrir o que realmente tem interesse a realizar com satisfação e prazer.
Depois faça um diagnóstico pessoal de suas potencialidades e habilidades. Você se considera criativo, comunicativo e bom negociador? Possui dominio de idiomas, informática ou algum oficio especifico? Responda a essas questões com sinceridade
Identificando seu objetivo ( área que gostaria de trabalhar) procure conversar com pessoas que já atuam no ramo que deseja ingressar. Pergunte se gostam do que fazem e quais caminhos percorreram para atingir os objetivos.
O próximo passo é pesquisar no bairro onde reside ou em outras regiões as oportunidades no segmento escolhido. Verificar o perfil dessas empresas, o que exatamente elas fazem e quais as possiveis perspectivas e dificuldades que enfrentam ou podem enfrentar.
A seguir, estude a melhor maneira de entrar em contato com o responsável pela área de Recursos Humanos e mostre de que maneira poderá contribuir para o crescimento da empresa ou a solução de problemas. Deixa claro que sua meta é se destacar entre os profissionais que a empresa ja conta.
Dedique parte do seu dia, de segunda a sexta, para a busca do primeiro emprego e de oportunidades para adquirir conhecimentos e se relacionar com pessoas que possam auxiliá-lo na busca do objetivo.

 

Segue abaixo sites den algumas consultorias com foco em recrutamento e seleção para pessoas com deficiência.


- http://www.talentoincluir.com.br/
- http://www.abpcd.org.br/
- http://www.nepacc.com.br/
- http://www.lesf.org.br/ ou enviar curriculo diretamente para servicosocial@lesf.org.br
- http://www.isocial.com/
- http://www.projetorh.com.br/
- http://www.tam.com.br/ (clicar em institucional > trabalhe conosco>cadastre-se>Profissionais com deficiência).

- www.pagepersonnel.com.br