Mostrando postagens com marcador Boletim de Ocorrência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Boletim de Ocorrência. Mostrar todas as postagens
24 de abr. de 2015
15 de abr. de 2015
Homem cego morre após cair em vão da Estação Sé do Metrô, em SP
Um homem com deficiência visual morreu na noite do último domingo, 12, ao tentar embarcar em um trem da Linha 3-Vermelha do Metrô em
São Paulo.
Por volta das 21h50, o usuário caiu no vão entre os carros
que partiam no sentido Palmeiras-Barra Funda, na Estação Sé, e morreu no
local. Ele foi retirado por agentes de segurança do Metrô.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom).
Em nota, a assessoria do Metrô disse que está colaborando com a investigação, que "os funcionários do Metrô estão capacitados a auxiliar usuários portadores de deficiências" e "que todas as estações são acessíveis e dotadas de piso podotátil para que os usuários tenham autonomia de locomoção, se assim desejarem".
Segundo o Metrô, a vítima não solicitou ajuda aos funcionários e teria
embarcado na Estação Portuguesa-Tietê, da Linha 1-Azul, acompanhada de
outro passageiro.
Fontes : Estado de São Paulo / Vida Mais Livre
23 de mar. de 2015
Em bilhete, americana ameaça vizinha com deficiência que reclamou de vaga ocupada: “Vou te processar”
A americana Ashley Brady, de 26 anos, perdeu a perna num acidente no ano passado.
Aprender a andar novamente com uma prótese e a subir os três andares para chegar ao seu apartamento foi a parte mais fácil até agora, segundo ela.
“Eu enfrento um desafio todos os dias para atravessar a neve e o gelo
no estacionamento do meu prédio, tentando me equilibrar com a prótese.
Tenho certeza que muitos vizinhos já me viram fazendo essa travessia”,
disse ela ao site da emissora ABC 7.
Ashley, então, pediu ao administrador do seu prédio em Miamisburg, no
estado norte-americano de Ohio, para construir uma vaga para deficiente
mais próxima do seu bloco de apartamentos, a fim de evitar as nevascas e
um eventual acidente.
“A vaga finalmente ficou pronta na última quinta [12 de março], mas,
quando cheguei em casa no sábado, tinha um carro estacionado”, disse.
Frustrada, Ashley decidiu deixar uma nota perguntando se o dono do
veículo não tinha visto que a vaga era reservada para deficientes.
“Estava confiante que minha vizinha me entenderia quando expliquei que
ela não sabia o que era ter que andar por aí sem uma das pernas.” Para
surpresa da americana, no entanto, no dia seguinte havia um bilhete em
tom de ameaça em resposta, no seu carro.
A nota dizia: “Olá, deficiente! Primeiro, nunca ponha suas mãos no meu
carro de novo! Segundo, querida, você não é a única a saber o que é
‘desafio’. Se você quer compaixão, procure um grupo de apoio a pessoas
com uma perna! Você mexeu com a pessoa errada!”
E continua: “Eu não me importo com o que seu bilhete dizia, mas se você
tocar no meu carro de novo vou te processar, não estou brincando! Vou
avisar à administração que se a chorona com uma perna tocar em minha
propriedade de novo vai ter problema, então vá chorar suas dificuldades
para alguém que se importe. Estou me lixando com minhas duas pernas!
Vadia!”
Ashley disse ter lido a nota pelo menos umas cinco vezes por não
conseguir processar o nível de agressividade de que foi vítima. “Se essa
pessoa a conhecesse, nunca falaria com ela desse jeito porque ela é uma
pessoa doce e educada”, disse Kaitlyn, irmã de Ashley, que resolveu
postar a carta no Facebook na “esperança de conscientizar as pessoas
sobre o preconceito de que pessoas com deficiência são vítimas no dia a
dia”.
A foto foi compartilhada mais de mil vezes na rede social em apenas
dois dias. Ashley, que registrou queixa na polícia de Miamisburg, disse
ter recebido muitas mensagens de outras pessoas com membros amputados
relatando situações semelhantes.
“Ninguém consegue o que quer com maus tratos. Ela me mandou chorar para
alguém que se importasse com minha situação, então fui para a internet e
recebi apoio de milhares de pessoas”, disse a americana. A
administração do prédio ainda não decidiu que ação tomar diante do
incidente.
Fontes: Marie Claire / Vida Mais Livre
10 de mar. de 2015
Deficiente físico registra BO após ser barrado em porta giratória de banco
Um homem com deficiência física de São João da Boa Vista (SP) registrou boletim de ocorrência contra o Banco Santander
e pretende processar a instituição após ser barrado na porta giratória
da unidade da Praça da Catedral.
“A agência estava cheia, com todo mundo
me olhando. Se tivesse um buraco eu tinha enfiado a cabeça dentro.
Nunca passei por uma humilhação assim”, lamentou Josimar Ignácio
Figueiredo. Procurado, o banco disse apenas que segue as determinações
de segurança.
O policial militar aposentado relatou que, mesmo explicando aos
funcionários do local que possui uma prótese de metal na perna, não
conseguiu entrar. Foi a primeira vez que passou por essa situação.
O aposentado teve câncer no joelho e há 18 anos usa uma prótese na
perna direita. Na última sexta-feira (6), ele foi ao banco receber a
aposentadoria, como faz todo mês, mas a porta travou.
Ele avisou um
segurança sobre a prótese e foi orientado a se afastar. Um segundo
vigilante se aproximou com um detector de metais e anunciou que faria
uma revista.
“Falei para ele sobre a prótese e avisei que o aparelho iria apitar do
mesmo jeito. Ele disse que ia pedir para a gerente me deixar entrar,
esperei por mais de 10 minutos e ela não veio.
Cansado de esperar,
chamei a policia”, contou.
Os policiais confirmaram que o colega era ex-militar, que ele possuía a
prótese na perna e pediram para que a gerente fosse chamada.
“O
policial explicou tudo para ela, mas ela disse que eu só poderia entrar
se fosse escoltado por eles até o caixa. Depois de tanta humilhação
resolvi ir embora”, falou. Ele espera que o processo evite novos casos
como o dele.
Em nota, o banco Santander informou que "cumpre todas as determinações
legais de segurança para o funcionamento da agência. O travamento da
porta somente ocorre com a presença de metal, o que também é um
procedimento de segurança regulamentado pelo setor". Apesar disso, a
assessoria não falou sobre o caso mencionado na reportagem e não
informou qual o procedimento quando o cliente possui algum tipo de
prótese de metal.
Fonte: G1
14 de ago. de 2014
Deficientes físicos vivem novela para conseguir tirar Carteiras de Motorista no RN
A vida das pessoas com deficiência não é nada fácil.
Além das barreiras arquitetônicas elas também enfrentam barreiras burocraticas.
Além das barreiras arquitetônicas elas também enfrentam barreiras burocraticas.
É o que nos conta a caicoense Cláudia Medeiros de Araújo, Deficiente física e diagnósticada com siringomielia – uma espécie de cistos na medula – e escoliose, desvio na coluna.
Em depoimento ela conta todas as barreiras burocráticas que a impediram de conquistar a tão sonhada carteira de motorista.
A seguir, o desabafo na íntegra:
Venho
por meio deste pedir que denuncie a partir desse meu relato o
desrespeito com as pessoas com alguma deficiência física no RN que
buscam tirar sua Carteira Nacional de Habilitação.
Como essa questão se
constitui em um total desrespeito com o cidadão e, por conseguinte com a
constituição, vejo a possibilidade da mídia e das redes sociais darem
visibilidade e dizibilidade a essa questão, para que chegue, de forma
mais rápida, ao conhecimento de quem possa
interceder e cooperar com as pessoas com deficiência física.
Bem para início de conversa me chamo Cláudia, moro em Caicó e tenho
deficiência física e no início desse ano fui ao DETRAN com a pretensão
de obter minha Carteira Nacional de Habilitação e lá fui informada que
eu teria que ir a Natal, para eu poder ser avaliada por uma junta médica
especial que no meu caso, expediu um laudo que determinava que eu era
obrigada a dirigir veículo com transmissão automática, direção
hidráulica e com prolongadores dos pedais e elevação do assoalho e/ou
almofadas fixas de compensação de altura e/ou profundidade, devido a
minha deficiência física.
Sai do DETRAN de Natal, super feliz com essa probabilidade, já sentindo
aquela impressão de liberdade e ao mesmo tempo pensando que não ia mais
furar os meus pés em espinhos ou cacos de vidro, nem atolar as muletas
na lama quando chovia, nem muito menos me queimar debaixo do sol
causticante do nosso Sertão seridoense durante as idas e vindas do
trabalho.
E foi com essa alegria que corri para fazer minha matrícula em uma auto
escola de Caicó-RN e lá veio o primeiro balde de água fria, que fez com
que meu contentamento logo desse lugar a uma baita dor de cabeça, pois
para meu espanto fui avisada que eu não poderia fazer as aulas práticas
em Caicó, pois a cidade não possuía nenhuma empresa de Formação de
Condutores que dispusesse de veículo com transmissão automática e
direção hidráulica atendendo assim as minhas necessidades.
Mesmo assim
decidir fazer as aulas teóricas em Caicó, e enquanto eu cursava as aulas
pesquisava a existência de alguma auto escola no Estado que me
atendesse.
Descobrir a existência de uma em Parnamirim, entretanto eles
logo me avisaram que apesar do veículo ser adaptado era uma adaptação
manual, ou seja, com ela o motorista usa as mãos para frear e acelerar.
Informei que no meu caso a adaptação era outra já que constava no laudo.
Tentei ainda explicar que esse tipo de adaptação que existia no carro
deles era voltada para atender pessoas paraplégicas, ou seja, que não
possuem movimentos da cintura para baixo.
Já a minha deficiência era
diferente pois, tenho os movimentos das pernas entretanto, possuo baixa
estatura. No entanto, foram taxativos ao afirmarem que a adaptação era a
que eles possuíam.
Diante dessa situação continuei a busca por outra auto escola já que o
veículo da empresa de Parnamirim não atendia as minhas necessidades, e
fui informada da existência de uma na cidade de Mossoró depois de ter
sido aprovada no curso teórico e com a proximidade das minhas férias do
trabalho fui a Mossoró.
Lá eu fui bem recebida, vi o carro, conversei
com o instrutor, com o proprietário da escola e ficaram acertadas as
aulas para as minhas férias, pois o horário do meu trabalho não
permitiria esse translado entre Caicó-Mossoró diariamente.
Foi marcado o
início das aulas para o dia 07/07/2014, todavia adoeci com uma
conjuntivite e passei uma semana sem poder sair de casa fazendo o
tratamento recomendado pelo médico.
Remarcamos então para o dia
22/07/2014, entretanto a pessoa que faz as adaptações no único carro que
podia me atender sofreu um acidente e está impossibilitado de fazer as
adaptações e consequentemente eu fiquei sem as aulas e ainda não sei
quando será possível fazê-las.
É significante informar que a justificativa dos proprietários das auto
escolas para não possuírem os veículos adaptados é que esses possuem um
custo elevado para atenderem uma pequena clientela.
Para mim, esse
discurso não se sustenta, pois como professora sei que quando uma
criança com deficiência chega a uma escola seja ela pública ou privada,
somos obrigados a recebê-la e darmos o mínimo de condições para que ela
estude, sob pena de respondermos na justiça.Afinal de contas a educação
é um direito de todos e para todos. Ou seja, para recebermos essa
criança a escola precisa construir rampas, instalar elevadores, adaptar
banheiros, adquirir mobiliário especial e softwares, etc. E essas
adaptações também têm um custo elevado para atender um pequeno número de
crianças.
Da mesma forma, espaços públicos como shopping, restaurantes,
bares, lojas etc, são obrigadas a se adequarem, respeitando assim o
direito da pessoa com deficiência física de ir e vim.
Do mesmo modo os
concursos públicos e as empresas são obrigadas a respeitar a cota para
deficientes.
E é seguindo essa linha de raciocínio que questiono até
quando os direitos de igualdade, acessibilidade e dignidade das pessoas
com deficiência serão desrespeitados pelas auto escolas do RN e
especialmente de Caicó (Centro Regional da Região do Seridó)?
Será que
as pessoas sem deficiência no RN e especialmente no Seridó vão continuar
participando de suas aulas e exames práticos, sem maiores problemas,
pois existem veículos em número suficiente para atendê-los, enquanto
isso, pessoas com deficiência como eu, tem que sair de sua cidade, se
cansar com longas e onerosas viagens e ausentar-se do trabalho durante
vários dias?
Fui aconselhada por algumas pessoas com deficiência física a comprar
logo o meu carro, mandar adaptar e assim resolver logo o meu problema.
Entretanto, é importante lembrar que as pessoas sem deficiência realizam
suas aulas nos veículos da auto escola
(eles tem seguro, caso o aluno gere algum dano material e/ou pequenas
colisões suscetíveis de acontecer durante o curso prático o aluno não
terá nenhuma despesa extra), então por que com as pessoas com
deficiência tem que ser diferente?
Também não posso esquecer de citar
aqui, que os veículos das auto escolas se diferenciam dos demais
veículos que circulam pelas vias públicas, por possuírem uma enorme
faixa amarela com letras pretas onde está escrito “AUTO ESCOLA”.
Essa
diferença existe para informar aos pedestres e motoristas que redobrem a
atenção, pois quem está conduzindo aquele veículo é um aprendiz e este
ainda não tem total habilidade.
E se eu for ter minhas aulas práticas
no meu próprio carro, essa informação não será difundida, ou seja, a
segurança será aqui esquecida.
Por fim, questiono até quando o Detran
que é o órgão que coordena o serviço das auto escolas, vai fazer vista
grossa a essa realidade?
E caso eu não consiga fazer o curso prático,(
até o mês de janeiro/2015 período em que meu processo se vence),
ficarei mesmo no prejuízo?
Termino aqui agradecendo a sua atenção e com a esperança de que alguma
autoridade competente possa responder a todos esses questionamentos e
quem sabe modificar essa humilhante situação.
Quem quiser ajudar a Claudia nessa luta pode entrar em contato por facebook :
6 de mar. de 2013
Saiba como registrar um boletim de ocorrência eletrônico
Registrar um boletim de ocorrência pode ser mais fácil do que parece. A Delegacia Eletrônica de Polícia Civil do Estado de São Paulo, desenvolvida pela Secretaria de Segurança Pública, facilita o registro de algumas ocorrências pela internet.
Por meio da Delegacia Eletrônica é possível registrar as seguintes
queixas: furto ou perda de documentos; furto ou perda de celular; furto
ou perda de placa de veículo; furto de veículo; desaparecimento de
pessoa e encontro de pessoa desaparecida.
O boletim eletrônico tem o mesmo valor de um boletim feito em uma
delegacia, pois é um documento oficial, emitido pela Polícia Civil do
Estado de São Paulo e assinado por uma autoridade policial.
Como fazer o B.E.O
Para registrar uma ocorrência basta acessar o site da Secretária de Segurança Pública e
clicar na opção Delegacia Eletrônica. Identifique a sua, clique na
correspondente e siga preenchendo seus dados e descrevendo o ocorrido.
Nos casos de furto de veículo ou desaparecimento de pessoa, em até
uma hora um policial entrará em contato para entrevistar o requerente e
fornecer mais orientações. Para as demais ocorrências, o prazo é
variável.
É importante ressaltar que falsa comunicação de delitos é crime.
Assinar:
Postagens (Atom)